Fiesp, CNI e entidades de peso assinam manifesto por sessão pública no STF para estancar crise institucional e econômica
Em uma demonstração inequívoca de preocupação com os rumos do país, as principais entidades representativas do setor produtivo brasileiro — lideradas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) — divulgaram um manifesto conjunto cobrando posicionamento urgente do Supremo Tribunal Federal (STF). O documento exige a convocação de uma sessão pública para deliberar sobre a crise que impacta a estabilidade institucional e o ambiente de negócios nacional.
As Principais Reivindicações do Setor Productivo
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Transparência Absoluta: Exigência de julgamentos ostensivos e abertos ao público para decisões de grande impacto econômico e social.
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Celeridade e Previsibilidade: Pedido de resposta célere para reduzir as incertezas regulatórias e jurídicas que travam os investimentos no país.
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Segurança Jurídica: Apelo para o fortalecimento das garantias constitucionais e respeito às competências dos demais Poderes.
O Impacto na Economia e no Mercado
A mobilização das entidades empresariais reflete a crescente inquietação do mercado corporativo quanto aos reflexos da instabilidade no crescimento do PIB, na atração de capital estrangeiro e na geração de empregos.
“O setor produtivo necessita de regras claras e estabilidade para produzir, investir e gerar empregos. A indefinição institucional eleva o risco-país e paralisa a economia.”
Com a pressão unificada de setores que representam parcela expressiva da indústria e do PIB nacional, a expectativa agora se volta para a reação do presidente do STF e do corpo de ministros quanto ao agendamento da sessão pública solicitada.


