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Fotógrafa faz foto e vídeo de nascimento de bebê empelicado em SC; registro é considerado raro

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A fotógrafa Vanuza Lolatto foi responsável por fazer as fotos durante o parto de Sandra Rosset em São Miguel do Oeste, no Oeste Catarinense. Contudo, o que ninguém esperava, inclusive o obstetra, Romar Pagliarin, é que o pequeno Davi Lucca Rosset Basso viesse ao mundo empelicado, ou seja, envolto na bolsa amniótica.

A cesárea ocorreu na terça-feira (21). Mãe e filho tiveram alta médica na quinta-feira (23) e passam bem. O registro do nascimento raro foi feito em foto e vídeo.

“Ver um nascimento assim é incrível, um dádiva. Me sinto privilegiada por participar de momentos assim”, disse a fotógrafa.

Segundo a clínica, esse é o quarto bebê a nascer desta forma no local em quase dois anos. O registro é considerado raro, uma vez que o saco gestacional estoura quando o bebê está prestes a nascer, inclusive em procedimentos como a cesárea.

Segundo o obstetra, médico há 27 anos, não havia como prever que Davi Lucca nasceria desta maneira.

“É um nascimento muito bonito, o bebê vindo dentro da bolsa e ainda se mexendo. Praticamente ainda no meio intrauterino. Ainda em contato com a mãe. É um nascimento bem emocionante”, disse o médico.

Romar Pagliarin informou que Sandra optou pela cesárea já que apresentava hipertensão. Davi Lucca nasceu 3,320 quilos e 46,5 centímetros. O pai, Jhonatan Basso, acompanhou o parto e cortou o cordão umbilical.

De acordo com o médico, é dentro da bolsa amniótica que o bebê fica por 40 semanas, recebendo os nutrientes e o oxigênio da mãe através do cordão umbilical. Após o parto, a bolsa foi rompida pelo médico. Davi Lucca nasceu 3,320 quilos e 46.5 centímetros.

O registro do momento foi compartilhado nas redes sociais da clínica e chamou a atenção dos internautas. A publicação de Davi Lucca tinha até as 18h de domingo (26) cerca de 600 curtidas.

Fonte: G1

Van de passageiros cai em canal em tentativa de roubo na Zona Oeste do Rio

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Uma van de passageiros caiu em um canal em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, na madrugada desta segunda-feira (27). Segundo o motorista, ele estava fugindo de assaltantes.

Às 7h15, o Globocop flagrou o veículo com as rodas para o alto ao lado da Ponte Branca, na Avenida Padre Guilherme Decaminada. Na lateral da van, estava escrito Condomínio-Santa Cruz.

Ao Bom Dia Rio, o Corpo de Bombeiros informou que nenhum quartel havia sido acionado para essa ocorrência.

A Avenida Padre Guilherme Decaminada liga o centro de Santa Cruz à Avenida Brasil, que cruza as zonas Oeste e Norte rumo ao Centro do Rio.

Fonte: G1.

Cachorros picados por abelhas possivelmente morreram por choque anafilático, diz veterinária

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Os cachorros que morreram após serem atacado por abelhas em Guarapari, no Espírito Santo, provavelmente tiveram um choque anafilático. A explicação é da presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Espírito Santo (CRMV), Virgínia Hemerich.

O caso aconteceu na tarde de quarta-feira (22) e foi registrado por câmeras de videomonitoramento da casa. Dois animais morreram e uma segue internada.

Segundo Virgínia, apenas uma picada já pode causar uma reação forte reação nos animais. Isso pode ter provocado um choque anafilático nos cães, que é uma reação alérgica grave que pode levar a morte.

“Múltiplas picadas podem levar a uma reação generalizada, por causa das toxinas que são liberadas pelas abelhas”, explicou a veterinária.

Caso

A dona dos animais, Thais Pacheco, contou que os quatro cachorros moravam na casa do ex-namorado dela e que ele estava no trabalho momento que os cães foram atacados.

O ataque foi registrado pela câmera de videomonitoramento da casa. As imagens mostram o momento em que os animais começaram a ser picados pelas abelhas e tentaram fugir dos insetos.

O dono do imóvel foi avisado por vizinhos e, quando ele chegou em casa, os cachorros já estavam passando mal. Alguns estavam desmaiados e outros vomitando.

Na tentativa de salvar os animais e levar para tratamento veterinário, um dos cães fugiu pelo portão.

A dona dos cachorros contou que, das que sobreviveram, uma cadela se recuperou e a outra segue internada. A maior, uma cachorra da raça rottweiler, morreu nessa quinta (23) após receber atendimento médico e o cachorro que fugiu quando o dono chegou em casa foi encontrado já morto em uma rua próxima.

Fonte: G1.

PF indicia 22 pessoas por envolvimento com comércio ilegal de criptomoedas; Justiça defere bloqueio de R$ 38 bilhões das contas dos suspeitos

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A Polícia Federal (PF) indiciou, nesta quinta-feira (23), 22 pessoas apontadas como suspeitas de integrarem uma organização criminosa e praticarem crimes contra o sistema financeiro na compra de criptomoedas.

Além do indiciamento, a Justiça atendeu um pedido da polícia e do Ministério Público Federal (MPF) e determinou o bloqueio de ate R$ 38 bilhões de quatro contas da G.A.S. Consultoria e de outros investigados.

Entre os alvos da chamada operação Kryptos, listados no relatório final, estão Glaidson Acácio dos Santos e sua mulher, a venezuelana Myrellis Zerpa. As defesas do casal negam as acusações.

Myrellis está nos Estados Unidos onde tem visto de estudante. A polícia considera que ela é foragida.

Glaidson está preso em uma unidade do sistema penitenciário de Gericino, na Zona Oeste do Rio.

Fonte: G1.

181 harpias mortas, maioria por ‘curiosidade’: dado bizarro levou pesquisador a apostar no turismo para salvar a maior ave de rapina do Brasil

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Quando decidiu estudar as harpias da Amazônia, em 2016, maior ave de rapina do Brasil à beira de extinção, o biólogo especialista em predadores Everton Miranda se assustou com o que viu: relato de 181 águias da espécie mortas em dois anos apenas no norte de Mato Grosso, uma região de 3 mil km² que integra o chamado Arco do Desmatamento.

Para investigar o motivo, o biólogo conta que entrevistou moradores locais, como “sitiantes, latifundiários, grileiros e outras figuras, em sua maioria pecuaristas que produzem carne”.

O resultado das entrevistas foi ainda mais preocupante: os relatos indicavam que 80% das harpias abatidas no período haviam sido mortas por curiosidade e os outros 20% por retaliação contra ataques aos animais da região – a harpia é predador natural de macacos e bichos-preguiça.

‘”Matei pra ver com a mão’, ‘atirei pra ver o tombo’, ‘matei por que nunca tinha visto um ‘gavião’ desse tamanho’ eram algumas das respostas que eu recebia”, lembra Miranda.

Na época, Miranda, que desenvolvia seu doutorado na Universidade de KwaZulu-Natal, na África do Sul, recebeu um financiamento internacional para sua pesquisa com as harpias e, em troca, precisaria propor soluções para o problema.

Foi aí que, inspirado no turismo de observação das onças pintadas em seu habitat natural, famoso no Mato Grosso, nasceu a ideia de transformar a harpia, conhecida no país como gavião-real, em símbolo do turismo local.

Conhecida por ser fiel ao seu território, a harpia pode usar por décadas a mesma árvore como ninho para seus filhotes. Além disso, a águia é exuberante: típicas das florestas da América do Sul, ela pode chegar a 9kg e a 2,2m de envergadura.

“O comportamento da harpia é conveniente ao turismo: elas não se deslocam, fixam ninho em um local e não saem dali se não forem forçadas a sair. Então, precisávamos localizar os ninhos e montar torres de observação próximas para que o turista observasse a aves”, explica Miranda.

Após um ano mapeando os ninhos com ajuda dos próprios moradores e povos indígenas da região – o projeto oferecia uma quantia em dinheiro para cada pessoa que localizasse um ninho – o turismo de observação de harpias no Mato Grosso começou em 2017. Os principais turistas atraídos para a experiência foram idosos estrangeiros.

“Além de gerar renda local, o projeto praticamente acabou com o abatimento das harpias por motivos fúteis, como a curiosidade em chegar perto do animal. Além disso, foi uma lição ambiental didática aos moradores: eles começaram a ver pessoas cruzando o mundo só para conhecer o quintal da casa deles, então eles passaram a cuidar desse quintal”, diz o biólogo.

Sempre que um ninho é localizado, o projeto monta uma torre de observação para os turistas e instala uma câmera para monitorar as harpias por um mínimo de 90 dias. As imagens depois são estudadas pelo biólogo. Foi assim que Miranda conseguiu comprovar que a ideia era bem sucedida: desde 2017, apenas 3 harpias foram abatidas na mesma área de 3 mil km².

“Após implementarmos o turismo, as taxas de abate da harpia caíram de cerca de 90 aves ao ano para menos de 1 morte por ano”, afirma o especialista em predadores.

Fonte: G1.

 

Motociclista de 36 anos morre em acidente no Riacho Fundo I, no DF

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Um motociclista, de 36 anos, morreu após uma batida com um carro, por volta das 13h desta quinta-feira (23). O acidente foi no balão de entrada do Riacho Fundo I, na altura da QN 1.

Quando os bombeiros chegaram no local, Leonardo Dias de Lima estava em parada cardiorrespiratória e com múltiplas fraturas no lado esquerdo do corpo. Os socorristas tentaram reanimá-lo por cerca de 45 minutos, mas não tiveram sucesso.

O motorista, de 58 anos, passou pelo teste do etilômetro, popularmente conhecido como “bafômetro” e o equipamento não acusou consumo de bebida alcoólica. A 29ª Delegacia de Polícia, no Riacho Fundo I, investiga as causas do acidente.

Fonte: G1.

Justiça condena a 18 anos de prisão 1ª mulher acusada de feminicídio no DF

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O Tribunal do Júri de Santa Maria condenou, nesta quinta-feira (23), a primeira mulher acusada de feminicídio no Distrito Federal. Wanessa Pereira de Souza foi sentenciada a 18 anos e 9 meses de prisão em regime inicial fechado, sem direito a recorrer em liberdade.

Wanessa foi condenada pela morte de Tatiana Luz da Costa Faria. De acordo com a acusação, a ré ateou fogo no apartamento onde morava com a companheira, que teve 90% do corpo queimado e não resistiu aos ferimentos.

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) informou que Wanessa foi sentenciada por homicídio com três qualificadoras: feminicídio, motivo fútil e emprego de fogo.

A reportagem entrou em contato com a Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF), responsável pela defesa da sentenciada, mas ainda não obteve retorno.

Fonte: G1.

IR 2021: Receita abre nesta quinta consultas ao 5º lote de restituição

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A Receita Federal abre nesta quinta-feira (23), a partir das 10h, as consultas ao quinto lote de restituição do Imposto de Renda 2021, relativo ao ano-base de 2020. Também serão contempladas restituições residuais de anos anteriores.

Ao todo, 358.162 contribuintes receberão a restituição no quinto lote, entre prioritários e não prioritários. O valor total a ser pago é de R$ 562 milhões. Os recursos serão depositados em 30 de setembro.

Assim que abertas, as consultas poderão ser feitas:

  • na página da Receita na internet;
  • no aplicativo da Receita para tablets e smartphones.
  • O lote do IR também incluirá contribuintes com prioridade legal:
  • idosos acima de 80 anos (4.955);
  • contribuintes entre 60 e 79 anos (47.465);
  • contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave (4.927)
  • contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério (19.211)
  • Segundo a Receita Federal, estão no lote, ainda, 281.604 contribuintes não prioritários.

Malha fina

O órgão informou que o contribuinte poderá saber, ao realizar a consulta, se há ou não pendências que impeçam o pagamento da restituição, ou seja, se ele caiu na chamada “malha fina” do leão.

Para saber se está na malha fina, os contribuintes também podem acessar o “extrato” do Imposto de Renda no site da Receita Federal no chamado e-CAC (Centro Virtual de Atendimento).

Para acessar o extrato do IR é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal, ou certificado digital emitido por autoridade habilitada.

As restituições de declarações que apresentam inconsistência (em situação de malha) são liberadas apenas depois de corrigidas pelo cidadão, ou após o contribuinte apresentar comprovação de que sua declaração está correta.

Fonte: G1.

Incêndios ‘descontrolados’ e acima da média atingem 4 estados e DF; entenda relação entre clima e ação humana

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Setembro nem acabou e 4 estados e o Distrito Federal já ultrapassaram a média histórica de fogo registrada Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), contabilizada desde 1998. A causa é majoritariamente humana, mas com uma amplificação direta feita pela seca.

  • Em São Paulo, os incêndios avançam e têm provocado redemoinhos de fogo e terra, fenômeno comum para a época. O comportamento deles em 2021, no entanto, tem preocupado as autoridades.
  • Incêndios florestais já destruíram 14.064 hectares de área de mata no Distrito Federal. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia e Estatística (Inmet), a umidade chegou a ter mínima de 15% na última semana.
  • Em Minas Gerais, a situação é dramática: 20 unidades de conservação atingidas pelo fogo. A operação de combate às queimadas nos parques estaduais conta com o apoio de veículos 4×4 e aeronaves.
  • Na Bahia, 9 cidades ainda apresentavam focos de incêndio nesta segunda-feira (20).
  • Na Chapada dos Veadeiros, em Goiás, as chamas começaram no dia 12 de setembro. Na segunda-feira (20), ainda atingiam o parque nacional em dois pontos.
  • No Piauí, o fogo já é 44,2% maior do que a média histórica mesmo faltando uma semana para terminar o mês.

Os estados sofrem com a seca, com regiões que não registram chuva há meses. De acordo com Alberto Setzer, especialista do Programa Queimadas do Inpe, a falta de água ajuda no espalhamento do fogo, mas a causa do início dele ainda é humana. A maioria dos incêndios são causados pelo homem de forma intencional.

“Tem incêndios descontrolados em todas essas regiões e a maioria delas está registrando incidências muito acima da média e, em alguns casos, até os piores que já foram registrados. Isso não só pelo satélite, mas também pelos dados dos brigadistas, do próprio Corpo de Bombeiros”, disse Setzer.

Teresina, capital do Piauí, teve o agosto mais seco dos últimos 5 anos, segundo registro do Inmet. A chuva chegou nos primeiros 15 dias de setembro após quase 40 dias sem água. Antes, a umidade do ar ficou abaixo de 30%, com temperaturas perto ou acima dos 40ºC.
No Centro-Oeste de São Paulo, os pecuaristas se preocupam com a falta de chuva. Em entrevista, José Luiz Tavares Sebastião, em Marília (SP), tem um rebanho que é usado para a produção de leite. São 180 vacas que garantem a renda.
“A cor desse pasto é bem diferente do que era normal. Hoje não tem mais nada de verde, a geada queimou tudo, a estiagem está muito longa e, para recuperar, só na hora que chover”.

E vai chover?

De acordo com o Inpe, a previsão para o trimestre neste ano indica probabilidade de chuva acima da média histórica no Norte, Centro e Leste do Brasil, mas o total não deve ser o suficiente para resolver todos os problemas causados pela estiagem.
Além das queimadas, o nível de água dos principais reservatórios do país continua baixando e rápido. A situação é mais preocupante no conjunto de hidrelétricas das regiões Sudeste e Centro-Oeste, que concentra 70% de toda a água armazenada no Brasil.
Segundo análises feitas pelo Climatempo, no mês de outubro irá chover mais do que a média histórica, enquanto em novembro as chuvas serão irregulares. Dezembro deve ser o mês mais crítico do trimestre, registrando volume de chuva abaixo da média histórica para o período.

“Isso não quer dizer que não vai chover. Isso não quer dizer que não teremos grandes temporais, mas que a quantidade de chuva esperada para o mês será menor do que a média e a temperatura será maior do que o normal”, diz Patrícia Madeira, meteorologista da Climatempo.

De acordo com a especialista, antes que os reservatórios possam encher novamente, é necessário que chova um volume suficiente para umedecer o solo. Por isso, ainda que haja temporais, não significa que os problemas serão solucionados rapidamente.

Fonte: G1.

Polícia prende 13 em ação contra milícia da Muzema e de Rio das Pedras; quadrilha lavava dinheiro até com bitcoins

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A Polícia Civil do RJ prendeu nesta quinta-feira (23) 13 pessoas na Operação Blood Money [dinheiro sangrento, em tradução livre], contra a milícia que age na Muzema e em Rio das Pedras, na Zona Oeste do Rio. Os alvos são responsáveis por lavar o dinheiro das atividades criminosas de paramilitares e, segundo as investigações, passaram a investir em bitcoins.

Agentes saíram para cumprir, no total, 23 mandados de prisão temporária e 63 de busca e apreensão.

“Um relatório de Inteligência Financeira apontou vultuosas movimentações praticadas por pessoas físicas e jurídicas, usadas na engrenagem criminosa, em curtíssimo período de tempo”, afirmou a polícia.

“Uma das técnicas que eles estavam usando para branquear esse dinheiro era a compra de criptomoedas, além da compra de joias e imóveis e transferências em pequenos valores, tudo para ocultar a origem da verba”, afirmou o delegado Moysés Santana.

Em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, uma equipe prendeu Luiz Carlos dos Reis Príncipe Júnior e Clébia Conserva Barros Gondim, apontados como donos da construtora dos prédios que desabaram na Muzema, em abril de 2019, matando 24 pessoas.

Um dos alvos, Laerte Silva de Lima, apontado como braço armado da milícia, movimentou em cinco meses aproximadamente R$ 900 mil. Ele já estava encarcerado desde a primeira Operação Intocáveis, em abril de 2019.

Um dos procurados nesta quinta é Francisco das Chagas de Brito Castro. A polícia afirma que Francisco chegou a movimentar quase R$ 8 milhões entre janeiro de 2017 e julho de 2018, apesar de ele ter declarado um salário de R$ 4 mil como encarregado de obras.

Os investigados vão responder por associação criminosa.

Fonte: G1.