Ação busca cruzar dados genéticos para identificar pessoas vivas e falecidas em bancos de dados de todo o país
Iniciou nesta segunda-feira (24) uma campanha nacional de mobilização para a coleta de DNA de familiares de pessoas desaparecidas. A ação busca intensificar o cadastramento genético em todo o país para possibilitar o cruzamento de dados com perfis de pessoas encontradas vivas ou falecidas com identidade desconhecida.
Os dados são processados nas redes dos bancos estadual, distrital e na Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG), aumentando significativamente as chances de identificação precisa.
Os familiares em primeiro grau (pais, filhos ou irmãos) interessados em realizar a coleta gratuita devem se dirigir a um dos postos credenciados com os seguintes documentos:
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Documento oficial de identificação do familiar que fará a coleta.
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Informações do Boletim de Ocorrência (BO) do desaparecimento:
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Número do registro;
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Estado em que foi registrado;
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Delegacia responsável pelo atendimento.
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Postos de atendimento
Ao todo, estão em funcionamento 334 pontos de atendimento espalhados pelas 27 unidades da Federação (26 estados e o Distrito Federal). A coleta é um procedimento simples, indolor e não invasivo, realizado geralmente via swab bucal (raspagem na parte interna da bochecha).


