Aprovação da proposta entre os entrevistados da pesquisa RADAR FEBRABAN cai três pontos percentuais
A reforma tributária avança no Congresso, mas está longe de ser uma prioridade para a população. A criação de um sistema simplificado de imposto sobre o consumo já passou pela Câmara e acaba de vencer a primeira etapa de tramitação no Senado, com relatório a ser apresentado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Mesmo assim, ela é considerada prioridade para apenas 4% da população no Centro-Oeste.
Essa é uma das conclusões da última pesquisa RADAR FEBRABAN, realizada entre os dias 12 e 16 de outubro pelo IPESPE (Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas) para a FEBRABAN.
A pesquisa perguntou aos entrevistados sobre quais áreas deveriam merecer maior atenção do governo. Apesar de estar à frente de outras possibilidades, como investimento em infraestrutura, a reforma tributária ainda fica bem atrás de outras escolhas, como saúde (a prioridade mais citada, com 33%).
A aprovação da reforma tributária atinge 46% entre aqueles que já tomaram conhecimento da proposta. Os que desaprovam somam 30%. Em setembro, eram 49% os que aprovavam a reforma, enquanto 25% a desaprovavam.
A pesquisa revela ainda que 55% acham que os impostos deverão aumentar enquanto outros 42% acreditam que eles permanecerão os mesmos ou vão diminuir. É uma avaliação mais otimista do que a do mês passado, quando 60% diziam acreditar que os impostos iriam aumentar, contra 37% daqueles que pensavam que eles permaneceriam iguais ou iriam recuar.
A íntegra do Radar FEBRABAN-IPESPE pode ser acessada neste link.





