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Polícia apreende pedras preciosas avaliadas em R$ 1,5 milhão com suspeitos de fraude bancária no DF

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A Polícia Civil apreendeu, na manhã desta quinta-feira (7), pelo menos 21 quilos de supostas pedras preciosas que eram vendidas ilegalmente como forma de lavagem de dinheiro, segundo a investigação. Os alvos são membros de um esquema criminoso que fraudava dados bancários em todo o país.

Durante a operação, chamada de “2ª via”, os agentes encontraram 3 kg de rubi, 6 kg de esmeralda, 12 kg de alexandrita e mais uma quantidade de safira, ainda não contabilizada. De acordo com o delegado da Coordenação de Repressão aos Crimes contra o Consumidor, a Ordem Tributária e a Fraudes (Corf), responsável pela força-tarefa, as pedras são avaliadas em R$ 1,5 milhão.

Ao todo, foram cumpridos cumpridos nove mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária nas seguintes regiões:

  • Águas Claras
  • Taguatinga
  • Guará
  • Riacho Fundo e
  • Park Way

Cartões extraviados

A investigação apontou que os criminosos conseguiam dados de correntistas de instituições bancárias, moradores de capitais da região Nordeste. Com as informações pessoais das vítimas, o grupo solicitava a segunda via de cartões de créditos, alterando os endereços para o Distrito Federal.

Quando os cartões eram entregues, porteiros aliciados recebiam os documentos e repassavam ao grupo. Os funcionários dos prédios recebiam cerca de R$ 50 por cartão, segundo a Polícia Civil. A estimativa é que, desde o ano passado, o esquema extraviou 200 cartões.

Invasão de casas e lavagem de dinheiro

Além disso, a investigação apontou que os criminosos invadiam imóveis vazios, falsificavam documentos e revendiam as casas para “terceiros de boa-fé”, assim como realizavam o parcelamento irregular do terreno.

O grupo também é investigado pelo comércio ilegal de pedras preciosas e de armas e munições, além da criação de empresas em nome de “laranjas”, visando ocultar o patrimônio adquirido pelas práticas criminosas.

Fonte: G1.

MPF aponta indícios de que empresa do ‘faraó dos bitcoins’ aplicava dinheiro do tráfico e da milícia

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O esquema de investimento irregular em criptomoedas chefiado por Glaidson Acácio dos Santos, conhecido como Faraó dos bitcoins, é suspeito de receber dinheiro de traficantes de drogas e milicianos.

A informação consta da denúncia do Ministério Público Federal (MPF) aceita pelo juiz Vitor Valpuesta, 3ª Vara Federal Criminal do Rio.

Glaidson e mais 16 pessoas se tornaram réus sob acusação de fraude ao sistema financeiro nacional, gestão temerária e organização criminosa.

De acordo com o MPF, esses investimentos do crime aconteceriam via empresa G.A.S Consultoria e Tecnologia, de Glaidson.

“Identificadas informações concretas a respeito da utilização do grupo GAS para a injeção de recursos oriundos de crimes graves como tráfico de drogas e constituição e funcionamento de milícias privadas”, consta no documento.

A Polícia Federal descobriu, durante as investigações, que dois moradores da comunidade do Lixo, em Cabo Frio, na Região dos Lagos, fizeram depósitos em dinheiro na conta bancária da G.A.S. que totalizaram R$ 1,7 milhão.

Os dois depósitos aconteceram em 30 de junho passado. Um deles no valor de R$ 900 mil e outro de R$ 800 mil, ambos de moradores da comunidade.

Os dois homens na possuem emprego ou qualquer ocupação que justifique o depósito dessa quantia em dinheiro.

Sobre milicianos, a PF já sabe que os investimentos desses grupos na GAS chegou a R$ 2 milhões.

Em setembro, uma operação da Polícia Civil do RJ encontrou contratos da GAS na casa de um homem apontado como operador da milícia que atua em Rio das Pedras é Muzema, na Zona Oeste do Rio.

Fonte: G1.

Como higienizar frutas e hortaliças ao chegar das compras?

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A higienização de frutas, legumes e hortaliças não requer grandes esforços.

Uma técnica muito comum garante uma preservação maior do alimento, destrói bactérias e pode retirar restos de produtos químicos, como agrotóxicos: deixar o produto de molho em água misturada com vinagre ou bicarbonato de sódio ou água sanitária.

Para fazer a mistura:

  • 1 litro de água filtrada;
  • 1 colher de sopa de bicarbonato de sódio ou 1 colher de café de hipoclorito (água sanitária) ou 2 colheres de vinagre.
    Depois:

Deixar frutas, hortaliças e legumes de molho por pelo menos 15 minutos;
Lavar em água corrente e armazenar.
Para frutas e legumes com casca, recomenda-se lavar o alimento com uma esponja nova com detergente.

O que muda na pandemia?

Assim como qualquer outro alimento, frutas, verduras e legumes não representam uma fonte de transmissão do coronavírus. Ou seja, não é preciso incluir nenhuma etapa adicional.

O essencial é ter cuidado ao manipular os alimentos. É importante higienizar as mãos antes de tocar nas frutas e hortaliças e evitar falar ou até mesmo tossir próximo delas.

Tem como tirar todo o agrotóxico?

Não existe um método 100% eficaz, segundo especialistas.

Isso porque alguns resíduos podem estar na casca de frutas e legumes, que são mais fáceis de serem retirados, mas há resquícios de medicamentos e agrotóxicos que podem estar dentro do organismo de frutas, hortaliças e animais abatidos, que não são possíveis de serem eliminados.

“É possível eliminar de 80 a 90% do que está na superfície do alimento. O que entrou, está lá na polpa, não tem como retirar”, explicou o clínico geral e nutrólogo Roberto Navarro em uma reportagem especial sobre o assunto.

O professor de toxicologia da Universidade de São Paulo (USP) Ernani Pinto explica que isso não significa correr riscos de intoxicação. O motivo é que existem legislações que impõem limites que seriam toleráveis para consumo dos resíduos desses produtos químicos.

Fonte: G1.

Covid em SP: como está o número de mortes e casos no momento em que a cidade estuda o fim do uso obrigatório da máscara

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A Prefeitura de São Paulo afirmou nesta terça-feira (5) que a cidade estuda liberar o uso de máscaras de proteção contra o coronavírus em locais abertos na segunda quinzena de outubro, mas a cidade ainda não alcançou o controle total da pandemia.

Além disso, especialistas que acompanham a evolução da pandemia desde as primeiras mortes fizeram alertas contra a medida.

Veja os últimos dados:

  • Mortes: Capital registra média de 36 novas mortes diárias; aumento de 2% em relação ao verificado há 14 dias.
  • Casos: Capital registrou 612 novos casos nesta terça (5) e tem média móvel de 281 casos por dia
  • Vacinação: 82,5% da população adulta da capital tomou as duas doses contra a Covid-19 ou vacina de dose única

Eles afirmam que, embora a decisão seja razoável para alguns ambientes abertos, a dispensa das máscaras nesses ambientes pode acabar desestimulando o uso também em locais fechados.

Veja, abaixo, como estão os principais indicadores da Covid-19 na capital paulista:

Cobertura vacinal

Segundo dados da prefeitura, 82,5% da população adulta da capital tomou as duas doses contra a Covid-19 ou vacina de dose única. A expectativa da Secretaria Municipal de Saúde é a de que a marca de 90% seja alcançada até o dia 15 de outubro.

Mortes

De acordo com os dados da Secretaria Estadual de Saúde, que utiliza o mesmo critério do Consórcio dos veículos de imprensa de data de notificação, a cidade de São Paulo está com média de 36 novas mortes diárias por Covid-19 nesta terça-feira (5). O dado é 2% maior do que o verificado 14 dias atrás, o que indica tendência de estabilidade.

Ao anunciar a realização do carnaval 2022 sem restrições sanitárias, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) afirmou nesta segunda-feira (4) que a cidade está perto de “ter o dia zero de óbitos”.

No entanto, esta marca só está próxima se for considerado o critério de divulgação utilizado pela prefeitura por data de óbito, e não por data de notificação. Esses dados, no entanto, sofrem alterações retroativas conforme as informações vão sendo inseridas no sistema.

Nas última 24h, foram registradas 40 novos óbitos por Covid na cidade de São Paulo.

Fonte: G1.

Seca no rio Paraná revela ruínas de antiga cidade do interior de SP submersa desde a década de 70

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A estiagem prolongada fez o nível da água do rio Paraná baixar consideravelmente, revelando as colunas de concreto usadas para apoiar o telhado da estação ferroviária da antiga Rubineia, cidade inundada na década de 70 para a construção do reservatório da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira.

Esta é a segunda vez que as ruínas reaparecem, trazendo consigo parte da história. A primeira foi no ano de 2014, quando o estado de São Paulo enfrentou uma das piores crises hídricas.

Evandro Santos, secretário de Turismo de Rubineia, explica que a margem do rio Paraná recuou cerca de 200 metros por conta da seca que atinge a região noroeste paulista.

“Ainda existem de três a dois metros de água para chegar à plataforma de antiga estação. Ela ficava a 12 ou 13 metros de profundidade. Ou seja, o nível baixou bastante. A estrutura, atualmente, está praticamente um metro fora d´água”, conta Evandro.

Além revelar parte da estrutura da estação ferroviária, a estiagem prolongada trouxe à tona restos de construções da antiga Rubineia.

“As ruínas ficam em uma praia de água doce chamada Ipanema. A água está baixando cerca de 12 centímetros por dia. Antigamente, existiam 12 pontos de embarque e desembarque de barcos e lanchas. Atualmente, são apenas cinco”, diz o secretário de Turismo.

Pedaços da história

Rubineia foi fundada em 1951. Adriz Jacob, jornalista e autor do livro “Infância Submersa”, ainda era menino quando se mudou com a família para o município do interior de São Paulo.

“Fomos embora em 1970, por conta da desocupação de Rubineia para a construção do lago da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira. Na época, moravam em torno de 10 a 12 mil pessoas”, disse.

Em 1976, surgiu a notícia de que a cidade seria inundada pelas águas do lago artificial da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira, a maior do estado de São Paulo e a terceira em operação no Brasil.

“Imagina vir uma empresa dizendo que você e sua família precisam ir embora. É algo bastante estranho para qualquer um. As pessoas ficaram sem alternativas. Elas tinham que sair. Foi um susto para todo mundo. Realmente muito triste”, recorda Adriz.

Um ano depois de a notícia ser recebida, equipes da Companhia Energética do Estado de São Paulo (CESP) começaram a medir as casas e a fazer os cálculos de todas as propriedades que ficariam dentro da faixa de inundação.

“Os moradores da antiga Rubineia foram indenizados. Todo mundo que conheço foi indenizado. Existia a possibilidade de você continuar morando em outra parte ou pegar suas coisas e ir embora. Foi o que minha família fez, assim como a grande maioria dos moradores. Cerca de 95% das famílias decidiram realmente ir embora”, conta o escritor.

Em 1969, a Companhia Energética do Estado de São Paulo deu início à desapropriação e demolição das casas, bares, hotéis, cinema, armazéns, delegacia, açougues e outras propriedades.

“As águas do rio Paraná começaram a subir em 1973, encobrindo as construções. A parte da cidade que existe atualmente começou a ser construída logo após a notícia da inundação. A administração providenciou a compra de uma área chamada Vila União. Loteamentos foram feitos e distribuídos às pessoas que queriam construir casas”, explica o escritor.

A última parada dos trens da Estrada de Ferro Araraquara ficava em Rubineia. Os passageiros chegavam ao município e precisavam usar a balsa para atravessar o rio Paraná.

“A vantagem de o ponto final da ferrovia ser em Rubineia é que gerava um movimento grande. Muitas pessoas chegavam em Rubineia para atravessar para o Mato Grosso. A balsa não funcionava à noite. Portanto, as pessoas acabavam se hospedando nos hotéis, o que gerava movimento para a cidade”, explica.

Misto de sensações

Adriz Jacob tinha 14 anos quando precisou sair de Rubineia, deixando as lembranças submersas nas águas do rio Paraná.

“Precisamos sair para a energia elétrica chegar às casas das pessoas, mas passei minha infância inteira sem energia. O país tinha carência de energia elétrica, mesmo tendo uma abundância enorme de água”, diz.

Para o escritor, ver a antiga estrutura da estação ferroviária e as ruínas da cidade reaparecerem é um misto de sensações.

“É muito triste ver essa situação da seca, mas, ao mesmo tempo, fico com saudades, começo a lembrar do que vivi e das pessoas que convivemos na época da inundação”, conta.

Atualmente, Rubineia é considerada uma cidade turística, atraindo diversos visitantes anualmente.

“A pesca esportiva é o ponto forte de Rubineia. Porém, vamos demarcar os pontos onde as ruínas reapareceram para os turistas fazerem mergulho. Sempre existe uma curiosidade das pessoas quando falamos que existe uma cidade submersa. Por isso, surgiu a ideia de fazer um turismo de mergulho”, conta.

Fonte: G1.

Polícia e Ministério Público fazem buscas em operação que investiga desvio de verbas para reformas em escolas públicas do DF

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A Polícia Civil e o Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) deflagraram, nesta quarta-feira (6), uma operação que investiga desvio de verbas do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (Pdaf), que garante recursos para execução de pequenas reformas nas escolas públicas da capital.

Os investigadores cumprem 17 mandados de busca e apreensão em empresas, na casa de servidores da Secretaria de Educação e na regional de ensino do Recanto das Emas. Uma pessoa foi presa por porte ilegal de arma de fogo.

De acordo com a Polícia Civil, as investigações começaram em 2020, a partir de suspeitas de que empresas contratadas pela coordenação da regional de ensino do Recanto das Emas estariam vinculadas a servidores da pasta. A investigação aponta que pessoas jurídicas usavam “notas frias” para atestar serviços não prestados, com superfaturamento de valores.

Os policiais disseram que o esquema foi possível com a participação da associação administrativa da regional do Recanto das Emas, por meio do presidente. Os policiais não divulgaram nome dos suspeitos.

De acordo com os agentes, foi possível identificar a forma de agir dos investigados. Os policiais informaram que um grupo de empresas ligadas aos servidores simulavam competições entre si, direcionando os certames de contratação de obras de serviço.

“Dessa forma, o grupo era sistematicamente beneficiado e praticava o superfaturamento de valores, já que a logística adotada compromete por completo a efetiva fiscalização das prestações de contas”, disse a Polícia Civil.

Até às 8h30, os policiais haviam apreendido uma arma de fogo, cerca de R$ 40 mil e 3 mil dólares.

Suspeitas

Os policiais disseram que encontraram “fortes indícios” de que as principais empresas envolvidas no esquema foram constituídas e são administradas por servidores da própria coordenação regional de ensino do Recanto das Emas ou por pessoa ligada a eles.

Mais de 216 mil crianças foram vítimas de abusos sexuais na Igreja Católica na França, aponta relatório

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abusos sexuais na França cometidos por padres e religiosos da Igreja Católica desde 1950, aponta um relatório divulgado nesta terça-feira (5).

Esse número sobe para 330 mil se considerados os laicos que trabalharam nas instituições católicas, segundo o levantamento feito por Jean-Marc Sauvé, presidente da Comissão Independente sobre os Abusos Sexuais na Igreja (Ciase).

Até os anos 2000, a Igreja Católica francesa mostrou uma “cruel indiferença” com os menores que foram vítimas de abusos sexuais, disse o coordenador da investigação.

Ao apresentar o relatório final da comissão, Sauvé diz que havia um fenômeno “sistêmico” na instituição e propôs o reconhecimento da “responsabilidade da Igreja”.

A comissão que investigou os abusos durou dois anos e meio. Também se revelou que a instituição teve entre 2.900 e 3.200 pedófilos desde 1950.

A comissão afirma que o número é uma “estimativa mínima” e foi baseado na análise de arquivos da igreja, Justiça, polícia judiciária e imprensa, além de depoimentos.

O número é referente a uma população total de 115 mil sacerdotes ou religiosos neste período de 70 anos.

O estudo é completado por uma pesquisa realizada entre 30 mil pessoas representativas da população francesa, para quantificar o abuso sexual dentro da Igreja no contexto mais geral de abuso em toda a França.

O presidente da comissão de inquérito, Jean-Marc Sauvé, lembra, no entanto, que os números publicados podem ser baixos em relação à realidade, ou seja, apenas a ponta do iceberg, porque as vítimas ouvidas se manifestaram por vontade própria, após uma convocação de testemunhas. A questão é saber quantos decidiram não participar voluntariamente da investigação.

Pedido de perdão

Após a publicação do relatório, o presidente da Conferência Episcopal da França, monsenhor Éric de Moulins-Beaufort, pediu desculpas aos menores vítimas de agressões sexuais.

De Moulins-Beaufort expressou ainda “vergonha” e “determinação a atuar” com as vítimas e afirmou que “meu desejo no dia de hoje é pedir perdão”.

Fonte: G1.

Mãe tentou impedir que Nego do Borel saísse de casa antes de ele desaparecer

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Roseli Viana Gomes, a mãe do cantor Nego do Borel, tentou impedir que o filho saísse de casa na manhã desta segunda-feira (4), mas não conseguiu convencê-lo. O artista saiu de casa sem dizer para onde ia e seguia desaparecido até a manhã desta terça-feira (5).

Segundo a advogada do artista, Elizabeth Medeiros, que acompanhou Roseli à 42ª DP (Recreio), onde o desaparecimento foi registrado, a mãe do artista estava na casa dele, no Recreio, Zona Oeste do Rio, na última vez que viu o filho. O caso foi encaminhado para a Delegacia de Descoberta de Paradeiros.

Expulsão de reality show

No fim de setembro, a Polícia Civil abriu inquérito para investigar Nego do Borel, que tem 29 anos, por suspeita de estupro de vulnerável contra a modelo Dayane Mello durante o reality show “A Fazenda 13”, da TV Record, em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo. Segundo os participantes, Dayane Mello estava embriagada quando se deitou com ele.

Por causa disso, Nego do Borel foi expulso do programa. Sobre o assunto, na data do ocorrido, a assessoria do cantor disse que ele iria “provar mais uma vez toda a sua inocência”.

Após a expulsão, o cantor chegou a publicar um vídeo nas redes sociais em que dizia não entender o porquê de ser expulso do programa, já que, segundo ele, a participante também demonstrava interesse. No vídeo, Nego apareceu desesperado com a repercussão negativa que vem recebendo nos últimos meses.

“Estou sendo taxado de bandido, de criminoso. Tem tanta gente fazendo tanta maldade por aí e eu quero saber o que eu fiz pra merecer tanto ódio. Eu já falei que eu estou cuidando dos meus problemas. Eu sou cara explosivo, sou um cara intensivo, sou um cara impaciente e estou cuidando disso. Eu tenho que ter algum defeito, não dá pra ser perfeito”, desabafou durante o vídeo.

Fonte: G1.

Mãe tentou impedir que Nego do Borel saísse de casa antes de ele desaparecer

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Além de pesar no orçamento, o aumento recorrente do preço da carne bovina alterou o hábito de consumo dos moradores de Florianópolis e trouxe insegurança para pequenos comerciantes. Segundo Ari dos Santos, que há 20 anos possuiu um mercado e açougue na capital, a procura pelo item diminuiu 50% nos últimos meses.

Helo Santos, de 60 anos, é uma das consumidoras que parou de comprar o item durante a pandemia e agora o substitui por ovos, peixe e legumes ou verduras. Em 2020, o consumo de carne bovina entre brasileiros caiu para o nível mais baixo em 25 anos.

“Não como mais carne de gado, não. Não tem como, está tudo muito caro”, comenta.

Em 2020, cada brasileiro consumiu 26,4 quilos da proteína ao ano, o que significa uma queda de quase 14% em relação a 2019. Este foi o menor nível desde 1996, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Não há dados estaduais.

“Desde a pandemia, caiu muito o movimento. As pessoas não estão mais comprando a carne aqui”, conta Ari dos Santos, que agora busca alternativas para aumentar a arrecadação em seu mercado.

Segundo ele, a procura por ossos de boi começou a aumentar há cerca de um ano e uma placa com o preço do produto foi colocada no local. “Sempre vendi, mas aumentou”, diz. “Quando vem uma pessoa necessitada, eu ainda faço a doação”, explica.

Aumento

O valor da cesta básica na Capital também aumentou na pandemia. Em agosto deste ano, o custo chegou a R$ 659 conforme o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Na lista, a carne é o produto mais caro, com aumento de 30,5% nos últimos 12 meses.

O item representou 43% do total da cesta básica, que é elaborada com seis quilos de carne de primeira linha, média prevista para suprir as necessidades calóricas de um adulto, segundo o órgão. No ano, todos os produtos tiveram aumento.

Hercílio Fernandes Neto, coordenador do Índice de Custo de Vida (ICV) da Universidade Estadual de Santa Catarina (Udesc), explica que o aumento, em especial da carne, ocorre, entre outros fatores, por conta do aumento no preço dos insumos de produção pecuária e desvalorização do real.

Além disso, com o aumento das exportações pelos produtores brasileiros, ficou menor a oferta de grãos no mercado interno, o que elevou o custo de produção pecuária.

“O preço dos insumos para a criação do gado, do suíno, também aumentou. Mercadorias aumentaram o valor de exportação. Também, a soja subiu muito no mercado internacional. Isso fez com que suba no externo e no interno”, diz Fernandes Neto.

Maria Alves, que trabalha em Florianópolis, sente o aumento da cesta básica diariamente. A vendedora de meias explica que a carne, por exemplo, é exceção nas refeições há bastante tempo. Apenas em datas especiais, como natal, festas, ou marmitas que compra com valor mais acessível, ela está presente.

De acordo com a pesquisa do Dieese, com o preço da cesta básica atual na cidade, o salário mínimo ideal deveria ser de R$5.583,90, ou 5,08 vezes o mínimo vigente atualmente, que é de R$1.100.

Falha interna derrubou redes, diz Facebook

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O Facebook divulgou nota no final da noite desta segunda-feira informando que o apagão global de mais de seis horas em suas redes, que incluem o Whatsapp e o Instagram, foi uma falha interna: um defeito durante alteração em suas configurações. A plataforma informou também que não houve um ataque hacker nem vazamento de dados de usuários.

“Queremos esclarecer que acreditamos que a causa da queda foi uma mudança de configuração”, afirmou a empresa.

De acordo com o Facebook, a falha ocorreu durante uma mudança numa estrutura que coordena o tráfego entre seus centros de dados, o que gerou um efeito cascata que interrompeu a comunicação e fez com que outros centros fossem afetados.

O Facebook também utilizou a nota para pedir desculpas aos usuários pelo apagão.

“A todas as pessoas e empresas que dependem de nós, lamentamos o transtorno causado pela interrupção de nossas plataformas”.

A empresa não especificou quem executou a alteração na configuração e se essa mudança estava planejada.

Leia a nota do Facebook:

A todas as pessoas e empresas em todo o mundo que dependem de nós, lamentamos o transtorno causado pela interrupção de hoje em nossas plataformas. Temos trabalhado o máximo que podemos para restaurar o acesso e nossos sistemas estão funcionando novamente. A causa subjacente dessa interrupção também afetou muitas das ferramentas e sistemas internos que usamos em nossas operações diárias, complicando nossas tentativas de diagnosticar e resolver o problema rapidamente.

Nossas equipes de engenharia aprenderam que as alterações de configuração nos roteadores de backbone que coordenam o tráfego de rede entre nossos data centers causaram problemas que interromperam essa comunicação. Essa interrupção no tráfego de rede teve um efeito cascata na maneira como nossos data centers se comunicam, interrompendo nossos serviços.

Nossos serviços estão novamente online e estamos trabalhando ativamente para devolvê-los totalmente às operações regulares. Queremos deixar claro neste momento que acreditamos que a causa raiz dessa interrupção foi uma alteração de configuração com defeito. Também não temos evidências de que os dados do usuário tenham sido comprometidos como resultado desse tempo de inatividade.

Pessoas e empresas em todo o mundo confiam em nós todos os dias para se manterem conectadas. Entendemos o impacto que interrupções como essas têm na vida das pessoas e nossa responsabilidade em mantê-las informadas sobre interrupções em nossos serviços. Pedimos desculpas a todos os afetados e estamos trabalhando para entender mais sobre o que aconteceu hoje para que possamos continuar a tornar nossa infraestrutura mais resiliente.

A nota foi assinada por Santosh Janardhan, engenheiro de infraestrutura.

Erro interno

A Reuters informou que funcionários da plataforma que não quiseram ser identificados disseram anteriormente que acreditavam que a interrupção foi causada por um erro interno no modo como o tráfego da Internet é roteado para seus sistemas.

As falhas nas ferramentas de comunicação interna e outros recursos que dependem dessa mesma rede para funcionar agravam o erro, disseram esse funcionários.

Fonte: G1.