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Olimpíada de Tóquio 2021: país de 63 mil habitantes se torna o menor a ganhar ouro olímpico com triatlo

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Com uma população de apenas 63 mil habitantes (metade de um bairro como Copacabana, no Rio de Janeiro), as Bermudas se tornaram a menor nação ou território a ganhar uma medalha de ouro olímpica nos Jogos Olímpicos de Verão na terça-feira (27/7), quando Flora Duffy venceu o triatlo em Tóquio.

A atleta de 33 anos, que fez sua quarta participação em uma Olimpíada, derrotou outras 55 mulheres com o tempo de 1 hora e 55 minutos e 36 segundos, mais de um minuto à frente de Georgia Taylor-Brown, da Grã-Bretanha e Katie Zaferes, dos Estados Unidos.

As Bermudas já detinham o recorde de ser a nação menos populosa a conquistar uma medalha graças ao bronze do boxeador Clarence Hill, em 1976, mas agora têm seu primeiro campeão olímpico.

“Tem sido uma grande pressão durante cinco anos”, disse Flora Duffy. “Eu nunca recomendaria ser uma das favoritas por cinco anos. Claro que valeu a pena agora.”

“Acho que as Bermudas inteira estão enlouquecidas. É isso que torna tudo tão especial para mim. Sim, esse era o meu sonho, mas também sabia que era maior do que eu.”

Para contextualizar o tamanho da vitória de Duffy, com 51 km, o evento de triatlo em si é mais longo do que uma caminhada de ponta a ponta ao longo do arquipélago das Bermudas (40 km).

Duffy, que rejeitou a chance de representar a Grã-Bretanha quando adolescente (Bermudas são um território britânico ultramarino, mas competem como nação separada nos Jogos), já está acostumada a escrever seu nome nos livros de história, tendo se tornado a primeira mulher campeã dos Jogos da Commonwealth nas Bermudas em 2018.

Ela acrescentou: “Estou orgulhosa de poder ser a primeira medalhista de ouro nas Bermudas, a primeira medalhista feminina, e espero que inspire a todos em casa que isso é possível.”

A chuva noturna em Tóquio atrasou o início da prova em 15 minutos devido às condições escorregadias da pista, mas assim que começou Duffy assumiu o controle da competição após as primeiras quatro voltas e nunca mais precisou olhar para trás.

Um enorme sorriso se transformou em lágrimas de alegria quando ela cruzou a linha de chegada.

“Eu tentei apenas manter minha compostura e não permitir que minha mente vagasse para o fato de que isso estava realmente acontecendo até o último quilômetro da corrida”, disse Duffy.

“Eu vi meu marido, ele é meu treinador, na beira da estrada, e apenas abri um sorrisinho para ele.”

“De lá eu meio que permiti que todas as emoções viessem. Mas eu realmente não acho que a ficha vai cair até alguns dias a partir de agora.”

A atleta participou das Olimpíadas de 2008 e 2012, mas, depois de viajar para o Rio em 2016 com esperanças reais de medalhas, conseguiu apenas um decepcionante oitavo lugar.

Depois da corrida, Duffy falou sobre o que significava ganhar o ouro, depois que lesões quase a forçaram a desistir do esporte. Ela teve uma lesão no pé que a tirou das competições por um ano inteiro em 2018 e 2019 e, em 2020, ela disse que também estava lidando com uma inflamação no joelho.

“É uma sensação incrível. Quero dizer, é claro que faz todas as lesões, tempos difíceis e lágrimas valerem completamente a pena”, disse ela.

Fonte: BBC NEWS.

CCBB traz a Brasília a exposição Egito Antigo – do Cotidiano à Eternidade

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O CCBB traz para o público brasiliense exposição sobre o Antigo Egito.

O Egito Antigo é considerado uma das mais importantes civilizações da história da humanidade. A seleção de obras para o CCBB reúne esculturas, pinturas, objetos, sarcófagos e até uma múmia, todos vindos do Museu Egípcio de Turim, o segundo maior acervo egípcio do mundo.

A exposição apresenta um amplo panorama sobre o cotidiano, a religiosidade e os costumes ligados à crença na eternidade e também conta com instalações cenográficas e interativas que permitem uma viagem ao tempo dos faraós.

Curadoria de Paolo Marini e Pieter Tjabbes.

Vindas do Museu Egípcio de Turim, que possui o segundo maior acervo egípcio do mundo, a exposição reúne no total 140 peças que ajudam a ilustrar a vida cotidiana, a religião e o pós-morte da civilização egípcia, revelando características do politeísmo egípcio e abordando suas práticas funerárias.

Dividida em 3 seções e narrada pelo curador Pieter Tjabbes, o tour pode ser feito através de celulares, computadores e tablets, sem contar que a experiência pode ser ainda mais imersiva com óculos de realidade virtual, basta selecionar no canto superior direito a opção óculos virtual.

Fonte: CCBB

Sancionada lei que cria a universidade distrital

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Marco histórico para a educação pública, a sanção da lei que cria a Universidade do Distrito Federal Jorge Amaury (UnDF) foi assinada nesta quarta-feira (28) pelo governador Ibaneis Rocha. Fruto de um sonho de décadas, o projeto pioneiro – de autoria do Executivo local – autoriza a construção do primeiro centro universitário distrital, ampliando a oferta gratuita de vagas no ensino superior.

Durante a cerimônia no Palácio do Buriti, o chefe do Executivo anunciou investimento de R$ 200 milhões pelos próximos quatro anos, a realização de concurso público para 3,5 mil profissionais, a cessão de um imóvel no Lago Norte para funcionamento inicial da universidade e o projeto para construção de um prédio na área do Parque Tecnológico (Biotic), que também será destinada às instalações acadêmicas.

O governador Ibaneis Rocha fez questão de destacar que a criação da universidade não significa despesa, mas investimento. “Quando se trata de educação você não está gerando despesa, está gerando riqueza e é essa riqueza que eu quero para a população, em especial os mais pobres”, afirmou, antes de enumerar as ações que vão permitir a viabilidade da UnDF.

“A partir do ano que vem, começam as aulas dos cursos. Esperamos que a universidade cresça em todo o DF, ajudando principalmente as famílias mais carentes. Já colocamos à disposição, tirando do orçamento do DF, aproximadamente R$ 200 milhões. É um projeto que estou encaminhando hoje para a Câmara Legislativa [CLDF], e a gente espera que seja votado da forma mais rápida possível para não faltarem recursos para constituição e funcionamento da universidade”, detalhou Ibaneis Rocha.

Futura reitora da UnDF Jorge Amaury, Simone Benck lembra o resgate feito pela atual gestão ao tirar o projeto do papel. “Revisitar o passado, antes de qualquer coisa, significa reverenciar o compromisso com o passado pela lei orgânica e constituir no DF um sistema próprio de educação superior. Passadas quase três décadas da legitimação desse dever, o governo Ibaneis escreve história, retirando nossa unidade da Federação do incômodo rol dos quatro estados que ainda não têm uma universidade pública sob sua alçada”, comemorou.

A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, também destacou o projeto de construção do novo campus.  “Representa a esperança para trazer melhoria da qualidade dos nossos profissionais, e nisso, governador Ibaneis Rocha, você marcou um gol de placa. A UnDF é importantíssima para o avanço da qualidade do ensino público no DF”, apontou.

Cursos ofertados e ingresso

Os cursos da UnDF Jorge Amaury estão previstos para as áreas das Ciências da saúde e humanas, Cidadania e meio ambiente, Gestão governamental de políticas públicas e de serviços, Educação e magistério, Letras, artes e línguas estrangeiras modernas, Ciências da natureza e matemática, Educação física e esportes, Segurança pública e defesa social, Engenharia e áreas tecnológicas de setores produtivos e Arquitetura e urbanismo.

O ingresso deve ser nos moldes da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) e da Escola Superior de Gestão (ESG), uma vez que ambas serão integradas ao campus. Logo, 40% das vagas da nova universidade serão destinadas a alunos que concluíram a educação básica integralmente na rede pública. A cota racial, prevista na Lei Distrital nº 3788/2006, também será atendida. Outras possibilidades de admissão são por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do governo federal.

Deputados elogiam iniciativa

Presidente da Comissão de Educação, Saúde e Cultura (Cesc) da Câmara Legislativa, a deputada distrital Arlete Sampaio classificou o projeto como fundamental para a educação na capital. “O DF ganha hoje uma universidade nova que será muito importante para nossos jovens terem uma universidade e a oportunidade de cursar uma escola de nível superior”, disse.

Já o deputado distrital Cláudio Abrantes disse que a UnDF vem para corrigir uma defasagem histórica das vagas no ensino superior. “Espero que a universidade chegue para os mais pobres. Os mais ricos estudam mais de 14 anos, e os mais pobres, até dez anos, segundo dados da Funab [Fundação Universidade Aberta do Distrito Federal]. É uma defasagem muito grande que hoje, numa visão de futuro, está sendo corrigida”, avaliou.

A fala de Abrantes é traduzida em números. Em toda a Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (Ride-DF), a oferta do ensino superior está concentrada em 88 instituições acadêmicas, das quais 72 têm sede no DF (cinco públicas e 67 privadas) e outras 16 estão distribuídas entre os demais municípios que integram a Ride, todas privadas. Os dados, referentes aos Censos da Educação Superior (CenSup) de 2010 a 2019, são do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Nesse grupo há apenas duas universidades: a Universidade de Brasília (UnB), pública e federal, e a Universidade Católica de Brasília (UCB), privada sem fins lucrativos – o que significa que a maior parte das instituições de ensino superior da região é de unidades não universitárias privadas.

 

Fonte: Agência Brasília

Retorno às aulas presenciais da rede pública em total segurança

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As aulas presenciais na rede pública de ensino do Distrito Federal voltam a partir de segunda-feira (2/8). O retorno não será feito de uma vez só, mas seguirá um calendário escalonado. Isso vai permitir a volta gradual às salas de aula de modo que a Secretaria de Educação (SEE) faça um monitoramento que garanta a segurança da comunidade escolar, que soma cerca de 500 mil pessoas no DF.

Como em toda volta de recessos escolares, os primeiros dias são reservados ao encontro pedagógico nas escolas, em que os professores, gestores, coordenadores e auxiliares preparam a recepção aos estudantes. Isso acontecerá entre 2, 3 e 4 de agosto.

Os estudantes começam a voltar às escolas a partir de 5 de agosto, com o retorno dos alunos da educação infantil. A ideia é que, de forma escalonada, todos os alunos estejam em sala de aula até 30 de agosto, quando voltam ao presencial os matriculados em escolas de natureza especial, centros interescolares de línguas (CILs) e os centros de ensino especial.

O governador Ibaneis Rocha lembrou que o DF foi a primeira unidade da Federação a suspender as aulas no começo da pandemia e ressaltou que o retorno será feito com segurança. “Dialogamos e ouvimos tanto técnicos da saúde quanto da educação, pais e mães. O retorno às aulas é uma construção coletiva. Vamos trabalhar para que o retorno seja não apenas seguro no que diz respeito à prevenção da pandemia, como também recheado de acolhimento e afeto”, se pronunciou ele nas redes sociais nesta manhã (27).

Autonomia

Durante coletiva nesta terça-feira, a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, disse que o objetivo da pasta é respeitar a autonomia que a Lei da Gestão Democrática confere aos gestores escolares. “Cada escola vai poder adequar as regras. A secretaria estabelece a diretriz geral, para que as escolas da rede sigam. Mas, desde que os protocolos sanitários sejam respeitados, os gestores têm autonomia para organizar as turmas e o funcionamento da escola de acordo com sua realidade”, disse.

Segundo ela, há escolas com turmas de menos de 20 estudantes. Nesse caso, o estabelecimento poderia exigir a presença de 100% dos estudantes da turma, porque ainda assim conseguiria respeitar a distância mínima de 1 metro entre eles. Também há casos de alunos com dificuldade de acesso à internet, o que impossibilita a transmissão simultânea das aulas presenciais pela plataforma Google Classroom.

“O professor vai dar a aula aos estudantes que estiverem presentes à escola e passar tarefas e ações pedagógicas do mesmo conteúdo para quem estiver em casa”, explicou a secretária. Segundo ela, estudantes com comorbidades não precisarão retornar ao ensino presencial. “O que não pode é o estudante ficar sem o atendimento da escola, seja presencial ou remoto”, ressaltou.

As aulas presenciais serão ministradas durante quatro horas, e uma hora será utilizada para a limpeza da escola entre os turnos escolares. Já os professores deverão dedicar uma hora diária ao atendimento remoto do estudante que ficou em casa. A secretária de Educação sugere que essa hora em que não haverá aulas presenciais seja usada para evitar aglomerações. “Eles podem fazer operações diferentes no horário da aula, começando mais cedo ou terminando mais tarde, para que os alunos não cheguem todos ao mesmo tempo”, sugeriu.

Hélvia ressaltou ainda que as aulas serão retomadas no dia 2, com o professor já na escola fazendo atividades mediadas. O escalonamento se dará apenas quanto à presença do estudante. Assim, todos aqueles matriculados no ensino médio terão aulas remotas até 23 de agosto, quando metade deles deverá ir para a escola, iniciando a alternância semanal.

*Com informações da Secretaria de Educação do DF

 

Criminal influencer: quadrilha usava redes sociais para traficar drogas em vários estados

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Vários tipos de droga eram anunciados em perfis criados no Instagram e a entrega era feita por motoboys, motoristas de aplicativo ou até mesmo pelos Correios. As redes também eram usadas para ostentar. Operação prendeu 15 pessoas; veja os detalhes da investigação.

A polícia acaba de desarticular parte de uma quadrilha que usava as redes sociais para traficar drogas em vários estados e o Fantástico teve acesso aos detalhes dessa investigação.

O carioca Lucas Abreu, o Sheik, de 21 anos, era o líder dos traficantes, que usavam perfis no Instagram para anunciar a venda de vários tipos de drogas. As postagens eram produzidas como se fossem comerciais e os criminosos gravavam até os bastidores de toda a operação. Em vídeo, um deles chega a se apresentar como “criminal influencer”.

A entrega era feita por motoboys, motoristas de aplicativo ou até mesmo pelos Correios, como mostram imagens obtidas pela polícia. A rede de traficantes abrangia pelo menos seis estados – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Ceará e Goiás – e o Distrito Federal.

Na semana passada, a Coordenação de Repressão às Drogas do DF fez uma operação e prender Sheik e a namorada dele, além de mais 13 pessoas. A pena deles pode chegar a 25 anos de prisão.

‘Gatinha da Cracolândia’ lucrava em média R$ 6 mil por dia com venda de drogas

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Segundo investigação, Lorraine Cutier Bauer Romeiro, de 19 anos, chegava a movimentar até R$ 35 mil diários na região central de São Paulo; ela teve a prisão convertida para preventiva nesta sexta-feira

RIO – Lorraine Cutier Bauer Romeiro, de 19 anos, conhecida como a “Gatinha da Cracolândia” lucrava em média R$ 6 mil por dia com tráfico de drogas na região central de São Paulo. Segundo as investigações, ela comprava um quilo de crack por cerca de R$ 21 mil e chegava a movimentar até R$ 35 mil nos melhores cenários. O montante, no entanto, era dividido com pelo menos dois comparsas.

‘Gatinha da Cracolândia’: Irmão da traficante afirma que a jovem vai pagar pelo que fez

Detida por tráfico de drogas na última quinta-feira, Lorraine teve a prisão convertida em preventiva ontem pela Justiça de São Paulo. A jovem foi presa em sua casa, em um condomínio fechado na cidade de Barueri, onde foram encontradas centenas de porções de crack, cocaína, maconha e ecstasy. Em seu perfil no Instagram, ela ostentava uma vida de luxo para seus mais de 30 mil seguidores.

— Ela pegava um quilo por cerca de R$ 21 mil e vendia até R$ 35 mil. É um lucro razoável. Essa média de R$ 6 mil é o que a gente imagina há uns dois meses. Hoje, com as operações você tem uma redução drástica na oferta da mercadoria, porque eles estão agora com muito receio das apreensões, que, quando feitas, são cobradas. Se você perdeu um quilo, você tem uma dívida que tem que ser paga — afirmou ao GLOBO o delegado Severino Pereira de Vasconcelos, do 77º Distrito Policial.

De acordo com ele, a “Gatinha da Cracolândia” ajudava o namorado André Luís Santos Almeida a administrar uma tenda na Cracolândia. Lorraine atuava em períodos distintos do dia, mas, desde a eclosão de operações policiais na região, ela passou a frequentar o local somente à noite. A jovem chegou a ser presa em flagrante no final de junho e foi transferida à prisão domiciliar para cuidar da filha bebê.

Para se disfarçar, Lorraine costumava a andar pela Cracolândia de capuz. As investigações apontam que ela atuava na região há pelo menos quatro meses. Segundo os agentes, a aparência da jovem destoava dos frequentadores da área, o que facilitou o trabalho para identificá-la.

— Como ela destoa da massa de usuários, é fácil de identificá-la no fluxo. Apesar de ela tentar se esconder atrás da blusa, porque realmente a beleza dela chamava muito atenção, mesmo assim a gente percebe os momentos em que ela está atuando — disse o delegado.

O mandado de prisão contra Lorraine foi cumprido pela Operação Carontes, da Polícia Civil. A “Gatinha da Cracolândia” ainda será interrogada no âmbito da operação, o que não tem previsão por ora. Outras diligências serão realizadas pelos agentes na próxima semana.

Em 2014, Lorraine perdeu o pai, o empresário Ricardo Bauer Romeiro, vítima de latrocínio – roubo seguido de morte. Na ocasião, ele levou um tiro na cabeça durante uma tentativa de assalto em Barueri, onde mora a família.

A reportagem não localizou a defesa de Lorraine até esta publicação. O espaço segue aberto a manifestação.

Ações sustentáveis para redução de despesas em condomínios

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O advogado e especialista em condomínios, Dr. Wilker Jales, dá dicas sustentáveis que possibilitam a redução dos custos nos condomínios

A importância da sustentabilidade em condomínios é muito grande, pois

além de ser uma forma de contribuir para a preservação do meio ambiente, ajuda a melhorar a qualidade de vida de moradores, e também a valorizar o patrimônio e permite que o empreendimento reduza seus gastos. Mas, falar sobre o tema nas reuniões de condomínio pode acabar sendo polêmico. Em todos os prédios, sempre vão ter aqueles vizinhos que reclamam, os que defendem e os que pensam que pode ser trabalhoso demais realizar mudanças. O síndico é o responsável por tentar encontrar uma solução para apaziguar os ânimos, que pode ser complicado, mas extremamente necessário.

O advogado especializado em condomínios, Dr. Wilker Jales, conta que a sustentabilidade em condomínios são ações planejadas que abordam áreas ambientais, sociais e econômicas. Ou seja, preserva a natureza, melhora a qualidade de vida dos condôminos e reduz os gastos financeiros. “Ações sustentáveis são bem simples e nem sempre precisam de muitos recursos, apenas boa vontade e um pouco de conhecimento. Mas para isso, o ideal é o síndico debater com os moradores quais ações querem implementar, para assim, seguirem o melhor caminho com resultado garantido.”, afirma.

Segundo o especialista, as três atitudes sustentáveis a seguir são essenciais para colocar a ação em prática no seu condomínio:

– Faça coleta seletiva e reciclagem: com a coleta, é possível separar, analisar e reutilizar o lixo. Os materiais recicláveis podem ser vendidos, gerando renda extra para o condomínio. O síndico deve estabelecer um espaço apropriado para que os moradores deixem o lixo, dividindo em categorias como metal, vidro, papel e orgânico. Em Brasília, existe uma campanha chamada “Campanha Cartão Verde”, organizada pelo Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal – SLU, que incentiva moradores a fazerem as correções quando estiverem separando os lixos errado.

– Evite desperdício de água: para reduzir os gastos com água no condomínio, o ideal é implantar sistemas individuais, fazendo cada morador pagar pelo que consumiu. Um relógio para cada apartamento. Uma boa ideia também, é desenvolver campanhas que incetivam os moradores ao consumo consciente tanto para água quanto para energia. Pode parecer algo simples, mas cartazes espalhados pelos prédios são medidas importantes.

– Use lâmpadas LED: apesar de serem mais caras, são mais econômicas a longo prazo. Por ser um tipo de lâmpada com menor consumo energético, a troca irá reduzir cerca de 60% dos gastos com energia. O LED também proporciona maior durabilidade comparada com as fluorescentes comuns, durando anos a mais.

Existem diversas outras ações que podem ser implantas, basta o síndico juntamente com os moradores, fechar um plano estratégico para colocar em ação. É importante ressaltar que se o síndico se preocupa com a sustentabilidade no condomínio, ele não está fazendo a diferença só na vida dos moradores, mas também na cidade. De acordo com Dr. Wilker, outro ponto a ser considerado, é que essas mudanças não devem ser vistas como despesas, mas sim como investimento com retorno garantido.

Sobre o Dr. Wilker Lucio Jales – Advogado inscrito na OAB Seccional de Brasília-DF sob o n° 38.456, militante no Distrito Federal e Estados vizinhos, sócio proprietário do escritório Jales & Gomes Advogados, com atuação nas áreas cível, contratual, imobiliário e condominial desde 2013. Especialista em Direito Civil, Processual Civil, Imobiliário, Negocial e em Direito e Parlamento, com artigos publicados no Portal Condomínio no Play, tendo realizado diversas palestras em condomínios.

SERVIÇO

Jales & Gomes Advogados

Endereço: Rua Copaíba Torre A, 819-820 DF Plaza Century – Águas Claras, Brasília – DF, 71919-540

Mídias: https://www.instagram.com/wilkerjales/

Crédito/imagens: Assessoria

População do DF com mais de 70 anos está 100% imunizada

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Vacinação drive-thru contra a covid-19 no Parque da Cidade, em Brasília.

O Distrito Federal atingiu, na última segunda-feira (12), a marca de 100% de imunização completa contra a covid-19 da população estimada de 70 anos ou mais, ou seja, 100% desse público vacinado com as duas doses.

Ao todo, segundo a Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), o DF soma 142.131 indivíduos com 70 anos ou mais.

O percentual de vacinados ultrapassa 100% nos grupos acima de 70 anos. Isso ocorre pois consta nos registros da vacinação a aplicação de doses em pessoas de outras unidades da Federação que se vacinaram no DF – um quantitativo além do previsto.

O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, comemorou mais esse avanço: “Estamos alcançando a imunização de um público significativo da população graças ao empenho dos profissionais de saúde da rede pública e ao apoio que temos recebido do governador Ibaneis Rocha para evoluirmos em meio a tantas adversidades. O DF faz a vacinação de pessoas de todos os estados da Federação e sempre tem garantido a aplicação da segunda dose, completando de forma correta a imunização”.

Nos grupos de 60 a 64 anos e de 65 a 69 anos, a cobertura ultrapassa 90% com a primeira dose. A vacinação desse público começou em abril, e julho será o mês em que a maior parte desses cidadãos deve receber a segunda dose.

Atualmente, a campanha de vacinação no DF contempla o público de 41 anos ou mais. Em coletiva de imprensa na última segunda-feira (12), o secretário de Saúde e o da Casa Civil, Gustavo Rocha, informaram que a vacinação vai avançar para mais faixas etárias na próxima semana, com a previsão da chegada, até sexta-feira (16), de mais doses de imunizantes contra a covid-19.

Ainda na coletiva, os secretários disseram que, após inúmeras reuniões, o Ministério da Saúde se comprometeu a readequar as doses da vacina enviadas ao Distrito Federal, uma vez que os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que contabilizavam a população residente no DF se encontravam desatualizados (confira quadro acima com o número correto da população do DF).

Até o momento, 1.081.636 pessoas receberam a primeira dose, 368.426 foram imunizadas com a segunda dose e 33.729 tomaram a dose única (imunizante da Janssen).

*Com informações da Secretaria de Saúde

Cientistas usam fibra óptica para monitorar o abre e fecha da pandemia da COVID

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Para descobrir qual foi o impacto do início da pandemia da COVID-19 nas atividades humanas diárias, cientistas da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, usaram uma tecnologia de fibra óptica para o monitoramento, que usa sensores subterrâneos para captar sinais sonoros.

Tieyuan Zhu, professor assistente de geociência da Universidade da Pensilvânia, diz que os dados de passos desapareceram e só foram recuperados quando as empresas reabriram no final de maio. Já no tráfego de automóveis, o padrão somente diminuiu para então se recuperar. “Isso pode nos dar dicas de que as pessoas estavam trabalhando remotamente e dirigiam quando precisavam sair para fazer coisas, como comprar mantimentos”, diz.

Os cientistas usaram ainda sensores sísmicos e dados de mobilidade do Google, ainda que os resultados obtidos pela tecnologia da rede de fibra óptica tenham uma resolução maior. “Com os dados de mobilidade do Google, ficamos limitados a procurar por um ponto de dados para todo o condado. Com a nossa rede de alta densidade, podemos entender a variação de um ruído de uma quadra para a outra”, pontua Zhu.

O estudo foi possível com a exploração de vários quilômetros de cabos de fibra óptica dos arredores, sendo aquelas encontradas com frequência para fornecer serviços de internet e telefonia para casas e empresas. Então, com a tecnologia de sistema de distribuição acústica, os pesquisadores enviaram lasers por dentro de uma das fibras de vidro que estavam dentro dos cabos, mostrando as mudanças provocadas pela pressão da energia do solo.

Fonte: Canal Tech

Abertas 4.482 vagas para educador social voluntário

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A Secretaria de Educação do Distrito Federal abriu 4.482 vagas e mais 314 de cadastro reserva nas 14 regionais de ensino para os interessados em atuar no Programa Educador Social Voluntário (ESV), no ano de 2021. A portaria que institui a iniciativa foi publicada no Diário Oficial do DF desta segunda-feira (12). A inscrição será de 16 a 19 de julho, exclusivamente por meio do site www.educadorsocial.se.df.gov.br.

Podem participar pessoas maiores de 18 anos, de diversos níveis de escolaridade e/ou de experiência, de acordo com as previsões do edital. A seleção será por meio de análise de currículo, a cargo de comissões avaliadoras, formadas nas unidades escolares que terão educadores sociais voluntários.

No ato da inscrição, o candidato deverá escolher uma regional de ensino para atuação e indicar quatro unidades escolares na mesma regional. Deverá, ainda, encaminhar para o e-mail da UE, cópia digitalizada dos seguintes documentos: identificação oficial com foto (RG, carteira de motorista ou passaporte); certidões negativas criminais da Justiça Federal e da Justiça do DF; certidão negativa da Justiça Eleitoral; comprovantes de residência, de escolaridade e de experiência.

“Os educadores sociais voluntários auxiliam nas atividades do dia a dia das escolas, sob orientação e supervisão da equipe gestora. O trabalho deles é alinhado com a unidade escolar e contribui para o atendimento qualificado dos estudantes da rede”, comenta o subsecretário de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação da Secretaria de Educação, Ernany Santos de Almeida.

Atividades

Os educadores sociais voluntários vão atuar presencialmente, nos dias letivos e naqueles para reposição de aulas. Receberão R$ 30 por dia de atuação presencial, para cobrir as despesas com alimentação e transporte. O tempo diário de voluntariado será de quatro horas, mas eles poderão atuar em dois turnos ou em duas escolas, recebendo, assim, o ressarcimento em dobro. O pagamento será feito pela regional de ensino, com recursos do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (PDAF).

Os voluntários vão prestar suporte à educação integral, à educação infantil, ao ensino especial, à Escola Meninos e Meninas do Parque, à Escola do Parque da Cidade e aos estudantes indígenas matriculados nas unidades da rede pública. Todo o trabalho será supervisionado por professores e/ou pelas equipes gestoras, a depender do atendimento prestado pela unidade.

As tarefas a serem desempenhadas são relacionadas ao cotidiano da escola, tais como auxiliar em atividades pedagógicas, esportivas e culturais. No ensino especial, eles também irão apoiar os estudantes nos horários de recreação e de refeição, entre outras atribuições.

*Com informações da Secretaria de Educação