O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou duramente em suas redes sociais, a operação da Polícia Federal (PF) realizada na última terça-feira, que prendeu um grupo acusado supostamente de planejar assassinatos de Lula e Moraes.
Segundo a versão divulgada pela extrema imprensa, os cinco suspeitos teriam planejado matar figuras importantes do governo e, em seguida, formar um “gabinete de crise” para assumir o comando do país.
Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, questionou a legitimidade da operação e defendeu que, apesar de ser “repugnante” imaginar matar alguém, o simples ato de pensar em cometer um crime não é ilegal. “Para haver uma tentativa de assassinato, é preciso que a execução seja interrompida por alguma situação alheia à vontade dos agentes”, afirmou o senador, sugerindo que, no caso específico, não houve nenhuma intervenção externa que tenha impedido os planos do grupo, o que, em sua visão, afastaria a caracterização de tentativa de homicídio.
O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), irmão do senador, também se manifestou sobre a operação, chamando-a de “cortina de fumaça” e insinuando que a ação da PF teria como objetivo desviar a atenção de outros temas mais relevantes para o governo.



