Por Aquiles Dutra
Por essa o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, que ocupa cargo no governo estadual do bolsonarista de Tarcisio de Freitas e cujo partido é fiel aliado do governo Lula, não esperava
Políticos e militantes de direita têm produzido uma enxurrada de postagens nas redes sociais pedindo que o PSD seja rejeitado nas urnas em 6 de outubro. A razão principal é que o fraco e omisso presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), não tem dado andamento aos mais de 20 pedidos de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). Pacheco estaria cometendo crime de prevaricação, segundo parlamentares.
O pedido de cassação de Moraes, assinado por 152 deputados, já conta com a adesão de 36 senadores. Restam apenas cinco votos para que o Senado atinja a maioria simples, de 41 assinaturas, necessária para que o processo de impeachment seja oficialmente aberto.
Gustavo Gayer, em suas redes sociais, divulgou uma imagem com os rostos de Moraes e do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, alertando a população a não votar em candidatos que utilizem o número 55 nas urnas, número que representa o PSD. Na publicação, Gayer afirma: “O partido que sustenta a ditadura de Moraes”. Clique AQUI para assistir ao vídeo de Nikolas Ferreira no Youtube.
Em 2022, vários senadores e deputados federais do PSD foram eleitos na onda bolsonarista, ou seja: fingiram ser de direita para conquistar votos e depois que Lula chegou ao Planalto, mudaram de lado em troca de ministérios na Esplanada, assim como fez o ‘partido mais conservador do Brasil’, o Republicanos, que traiu a direita.
Mas a direita e Bolsonaro não esquecem seus traidores. Basta ver que fim levou os ex-deputados federais Alexandre Frota e Joice Hasselmann, que não foram reeleitos em 2022 e receberam votação pífia.
O PSD segue a mesma linha do Republicanos e 2026 se aproxima. A omissão e a traição custarão caro aos dois partidos que perderão espaço no Congresso Nacional. O eleitor brasileiro está atento.


