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Alerta falso da Defesa Civil expõe vulnerabilidade em sistema crítico

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Mensagens falsas atribuídas à Defesa Civil foram disparadas em diferentes estados logo após o jogo do Brasil e durante a madrugada deste sábado. Para o especialista em cibersegurança Eduardo Nery, o episódio acende um alerta sobre a proteção de sistemas críticos e a confiança da população nos canais oficiais de emergência

Na noite de sexta-feira (19/6) e na madrugada deste sábado (20/6), brasileiros de pelo menos quatro estados relataram ter recebido em seus celulares um alerta sonoro semelhante ao da Defesa Civil. Os primeiros disparos foram registrados em Curitiba por volta das 23h45 e, em seguida, em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. A Defesa Civil do Paraná negou ter emitido qualquer mensagem, afirmou não haver evento severo previsto e acionou a Defesa Civil Nacional e a Anatel para apurar a origem dos disparos.

No Rio de Janeiro, o conteúdo recebido pela população foi especialmente sensível: uma falsa mensagem alertando para “possibilidade de deslizamentos na região do RJ”, exatamente o tipo de aviso capaz de provocar reação imediata em uma cidade com histórico real de tragédias ligadas a chuvas e deslizamentos. Mas o caso não foi isolado. Também circularam mensagens mencionando suposta “possibilidade de tornado na região de Belo Horizonte/MG” e outros alertas igualmente falsos. Os textos vinham recheados de frases sem sentido, campos corrompidos e expressões inusitadas, incluindo referências a “ataque alienígena”. Outro elemento que chamou a atenção foi a repetição da palavra “misantropo” em diferentes mensagens, funcionando como uma espécie de assinatura deixada pelos responsáveis. O padrão de texto adulterado e de variáveis de modelo não preenchidas reforça a suspeita de manipulação do mecanismo de disparo ou dos próprios modelos utilizados para a geração dos alertas.

O horário não é detalhe menor. Os alertas começaram a circular logo após o jogo do Brasil pela Copa do Mundo e seguiram sendo registrados durante a madrugada de sábado, exatamente em um período de menor vigilância da população e de operação reduzida em muitas equipes de monitoramento e segurança.

“Os primeiros relatos surgiram logo após uma partida da Seleção Brasileira, em uma noite de grande atenção pública. Independentemente da motivação, incidentes desse tipo costumam buscar momentos de alta dispersão da atenção coletiva. Não sabemos ainda o que ocorreu, mas o contexto chama atenção e merece investigação”, afirma o especialista em cibersegurança Eduardo Nery.

“Guardadas as proporções, foi um 7×1 digital: um sistema sensível, ligado à proteção da população, sendo usado para enviar uma mensagem que não deveria existir. Quando um canal oficial de alerta é comprometido, não está em jogo apenas a tecnologia, mas a confiança da população naquilo que deveria salvá-la.”

A causa do incidente ainda está sob investigação e não há, até o momento, confirmação sobre como os disparos foram realizados. Mas Nery chama a atenção para um vetor que tem se tornado o preferido dos atacantes: o fator humano.

“Em boa parte dos incidentes recentes, o acesso indevido não acontece por uma falha sofisticada de software, e sim com credenciais válidas, obtidas por engenharia social ou negligência. Não sabemos se foi esse o caso aqui, e é importante deixar isso claro, mas é o cenário que mais cresce e o que as organizações públicas e privadas precisam tratar como prioridade.”

“Não estamos falando de uma palavra solta numa tela. A mensagem que chegou aos celulares no Rio falava em deslizamento, numa cidade que conhece de perto o que é perder vidas para a chuva. Numa madrugada de fim de semana, logo após um evento de grande mobilização nacional, um falso aviso desses tem potencial real de gerar correria, pânico e acidentes”, afirma Nery.

“Os campos vinham com variáveis de modelo não preenchidas e texto sem sentido. Isso não é uma mensagem oficial com erro de digitação. É sinal de que o mecanismo de envio ou o template de alertas foi manipulado. A causa precisa ser confirmada pela investigação, mas o padrão é claro e preocupante.”

Segundo o especialista em cibersegurança, o episódio reforça três frentes que deveriam ser inegociáveis para órgãos públicos e operadores de infraestrutura crítica: governança de identidade e acesso, monitoramento ativo 24 horas por dia e adequação plena à LGPD.

“Não deixa de ser simbólico que a palavra deixada na mensagem fosse justamente ‘misantropo’, termo associado à aversão ao ser humano. Porque é isso que um ataque assim representa: sequestrar, por puro desprezo, um canal feito para proteger pessoas. Cibersegurança é o exato oposto disso. No fundo, é uma forma de cuidar de gente.”

Sobre Eduardo Nery
Eduardo Nery é especialista em cibersegurança, governança, riscos e compliance (GRC), proteção de dados e Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Atua há mais de uma década no desenvolvimento de projetos voltados à segurança da informação, privacidade e gestão de riscos em organizações públicas e privadas.

Sobre a Every Cybersecurity
A Every Cybersecurity é uma empresa brasileira especializada em adequação à LGPD, governança, risco e compliance (GRC) e cibersegurança, com sede em Brasília e escritório no Rio de Janeiro.

Serviço:
Porta-voz disponível para entrevistas: Eduardo Nery, especialista em cibersegurança e CEO da Every Cybersecurity.

Centro Médico Padre Pio recebe doação de UTI móvel 

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Entrega da ambulância ocorreu na manhã da última quinta-feira (18/06), em Cachoeira Paulista (SP)

O Centro Médico Padre Pio, em Cachoeira Paulista (SP), que integra a Rede de Desenvolvimento Social Canção Nova, mantida pela Fundação João Paulo II, recebeu na última quinta-feira, 18 de junho de 2026, a doação de uma ambulância UTI Móvel. O gesto concretiza o desejo de um casal de contribuir com os trabalhos da instituição. Após o falecimento do esposo, a esposa deu continuidade ao propósito e realizou a doação em nome de ambos. A benfeitora optou por permanecer em anonimato.

Na gerência do Centro Médico há oito anos, a missionária Marcela Martins ratifica: “Essa demonstração de amor ao próximo enche o nosso coração de alegria, de gratidão a Deus e de confiança na Providência Divina, e nos impulsiona a seguir firmes no propósito de oferecer um atendimento humanizado e de qualidade aos nossos pacientes”.

Com a nova UTI móvel, será possível atender pacientes em estados mais críticos, garantindo o suporte vital necessário durante a transferência inter-hospitalar. É mais uma importante conquista para a ampliação dos serviços oferecidos pelo Centro Médico, que em setembro (2026) completará 30 anos.

Foi em 1996, a partir de uma inspiração no coração de padre Jonas Abib (in memorian), que a Canção Nova passou a ter como parte da sua missão evangelizadora a área da saúde. No início, era chamado Posto Médico Padre Pio e atendia os peregrinos que vinham participar dos eventos. Posteriormente o trabalho cresceu e a população carente local e da região começou a ser atendida.

Em 2021, a instituição passou a se chamar Centro Médico Padre Pio. Anualmente, realiza cerca de 100 mil atendimentos. Seu ambulatório oferece 12 especialidades médicas: cardiologia, clínica médica, nutrição, pediatria, psiquiatria, geriatria, angiologia, ginecologia, urologia, reumatologia, endocrinologia e gastroenterologia.

Além das consultas especializadas, disponibiliza exames laboratoriais, pequenas cirurgias, atendimento odontológico, psicológico e fonoaudiológico; realiza exames de imagem e diagnósticos, como raio-x, ultrassonografia, eletrocardiograma, ecocardiograma, Holter, teste ergométrico, Mapa (Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial); e sessões de fisioterapia, pilates e terapia ocupacional, proporcionando atendimento integral à saúde de seus pacientes.

Para aumentar a oferta de serviços prestados, está em andamento uma obra de ampliação no Centro Médico, que possibilitará a implantação do Pronto Atendimento 24 horas. A medida representa um importante avanço na estrutura da instituição.

O trabalho realizado pelo Centro Médico Padre Pio pode ser acompanhado pelo site oficial doepadrepio.cancaonova.com e pelas redes sociais @centromedicopepio, onde são divulgadas notícias, projetos, campanhas e ações desenvolvidas pela instituição.

Fadiga constante e dores no corpo podem indicar doenças autoimunes em mulheres

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A young woman sits on a couch, holding her knee in discomfort, highlighting her focus on health awareness and the importance of self-care.

 

Casos como os de Selena Gomez, Selma Blair e Cláudia Rodrigues ajudam a dar visibilidade a condições que ainda passam despercebidas no dia a dia

Cansaço persistente, dores no corpo, alterações de sensibilidade e até mudanças na visão podem ser os primeiros sinais de doenças autoimunes — condições em que o sistema imunológico passa a atacar o próprio organismo. Apesar da ampla ocorrência, essas doenças ainda são frequentemente subdiagnosticadas, especialmente entre mulheres.

Estimativas de sociedades médicas internacionais indicam que as doenças autoimunes afetam entre 5% e 8% da população mundial. A incidência é maior no público feminino, que concentra a maior parte dos casos e tem risco até quatro vezes superior de desenvolvê-las, sobretudo entre os 30 e 40 anos.

Mais do que uma questão biológica, especialistas chamam atenção para um fator comportamental e social: muitas mulheres tendem a normalizar sintomas como a fadiga e a dor, associando-os à sobrecarga da rotina, ao acúmulo de funções e ao estresse do dia a dia. Esse padrão pode atrasar a busca por atendimento e contribuir para o diagnóstico tardio.

O tema ganhou visibilidade nos últimos anos com figuras públicas no Brasil e no exterior. A cantora Selena Gomez, diagnosticada com lúpus, e as atrizes Selma Blair e Cláudia Rodrigues, que convivem com esclerose múltipla, ajudaram a ampliar o debate sobre doenças que, apesar de relativamente frequentes, ainda têm diagnóstico tardio em muitos casos.

Segundo a reumatologista do Hospital São Marcelino Champagnat, Ana Cristina Boni Lenci, o início costuma ser marcado por sintomas comuns e pouco específicos, o que contribui para que sejam subestimados. “Observamos com frequência, no consultório, que sinais como fadiga, febre e dores no corpo acabam sendo atribuídos ao estresse ou à sobrecarga da rotina. Com isso, o paciente demora a buscar ajuda e, quando o faz, nem sempre é encaminhado ao especialista adequado”, explica.

Esse atraso na busca por atendimento, aliado à variedade de sintomas, é um dos principais fatores para o diagnóstico tardio. Há ainda um componente biológico relevante: a maior incidência em mulheres está relacionada à influência hormonal sobre o sistema imunológico, especialmente em fases de maior variação hormonal ao longo da vida adulta.

Sinais além do cansaço

Entre as condições sistêmicas, o lúpus é uma das mais conhecidas — e também das que mais geram confusão nas fases iniciais, já que os sinais podem ser facilmente atribuídos a situações comuns, como a exposição ao sol ou o desgaste físico.

Estimativas da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) apontam que a doença afeta entre 150 mil e 300 mil pessoas no país, principalmente mulheres jovens. Em média, o diagnóstico demora de três a seis anos. “Os sinais iniciais do lúpus dependem muito do órgão acometido. Entre os mais comuns, estão lesões de pele no rosto, com vermelhidão que muitas vezes é confundida com rosácea ou com reação ao sol. A dor articular também é frequente, mas, como geralmente não há inchaço ou calor, o paciente tende a atribuí-la ao uso excessivo das articulações”, esclarece a especialista.

O quadro pode envolver fadiga persistente, queda de cabelo localizada e, em estágios mais avançados, comprometimento de órgãos como os rins e o coração. A dor inflamatória apresenta um padrão característico: tende a ser mais intensa ao acordar, com rigidez, e melhora ao longo do dia, com o movimento. Sem tratamento, a doença pode evoluir e levar a complicações graves. Por outro lado, com acompanhamento adequado, é possível controlar a condição e preservar a qualidade de vida. “O paciente pode levar uma vida normal. O principal risco está no diagnóstico tardio, quando a doença já provocou danos”, reforça.

Esse tipo de dor inflamatória também está presente na artrite reumatoide, que atinge principalmente as articulações e pode ser confundida com desgaste natural, como a artrose. A doença afeta duas vezes mais mulheres do que homens, segundo a SBR. “A dor costuma vir acompanhada de rigidez matinal e dificuldade para movimentos simples, como fechar as mãos, e melhora ao longo do dia. É diferente da artrose, que tende a piorar com o uso”, explica.

Outra condição que afeta predominantemente mulheres é a síndrome de Sjögren, caracterizada pela secura intensa dos olhos e da boca. Diferente de quadros passageiros, o sintoma é contínuo e não melhora mesmo com hidratação ou uso de colírios, podendo comprometer as saúdes bucal e ocular. Em alguns casos, a doença também está associada a complicações mais graves, como o aumento do risco de linfoma.

Quando os sinais são neurológicos

Entre as doenças neurológicas relacionadas ao sistema imunológico, a esclerose múltipla ocorre com maior frequência em mulheres no início da vida adulta, entre os 20 e 30 anos. Alterações visuais, formigamentos, perda de força e dificuldades motoras podem surgir de forma isolada e, muitas vezes, são interpretadas como condições passageiras. “Toda nova alteração neurológica deve ser investigada, especialmente quando não há uma causa evidente. O início precoce do tratamento é essencial para evitar sequelas e preservar a qualidade de vida”, alerta a neuroimunologista do Hospital São Marcelino Champagnat, Mariana Trintinalha.

A miastenia gravis é outra condição que também afeta mulheres, geralmente por volta dos 30 anos, e tem como principal característica a fraqueza muscular flutuante. Ao contrário do cansaço comum, os sintomas tendem a piorar ao longo do dia. “É uma fadiga diferente: a pessoa começa o dia bem e vai piorando. Pode ter visão dupla e dificuldade para tarefas simples. Essa flutuação dos sintomas é bem característica”, detalha Mariana.

Por que essas doenças surgem — e como podem se acumular

Apesar das diferentes manifestações, as doenças autoimunes compartilham um mecanismo comum. Suas causas exatas ainda não são totalmente conhecidas, mas envolvem uma combinação de fatores genéticos, hormonais e ambientais. Infecções, estresse, exposição a agentes externos e alterações hormonais podem atuar como gatilhos em pessoas predispostas, o que ajuda a explicar tanto a maior frequência em mulheres quanto o surgimento em fases específicas da vida.

Além disso, pessoas que já têm doença autoimune devem manter acompanhamento contínuo. Segundo as especialistas do Hospital São Marcelino Champagnat, há maior probabilidade de desenvolver outras condições ao longo do tempo, o que torna o monitoramento essencial para o diagnóstico precoce e o controle adequado.

 

Sobre o Hospital São Marcelino Champagnat

O Hospital São Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia, cirurgia robótica e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).

Trajetória de liderança e empreendedorismo de Janine Brito no livro “Mulheres Iluminadas”

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Presidente do Lide Mulher Brasília e CEO do Grupo Pinheiro de Brito é uma das coautoras da obra, que reúne histórias inspiradoras de mulheres transformadoras de realidades

Janine Brito e Janete Vaz – Créditos: divulgação

A empresária Janine Brito, presidente do Lide Mulher Brasília, CEO da Pinheiro Ferragens e do Grupo Pinheiro de Brito, participou na noite desta terça-feira (16) do lançamento do livro Mulheres Iluminadas, realizado em Brasília. Coordenada por Luciana Lima, a obra reúne relatos de mulheres que se destacam por suas trajetórias de superação, liderança e impacto social, e conta com um capítulo assinado por Janine, no qual ela compartilha experiências pessoais e profissionais que marcaram sua caminhada no empreendedorismo.

O evento reuniu autoras, convidados, empresários e lideranças femininas em uma celebração dedicada ao protagonismo das mulheres e à valorização de histórias capazes de inspirar novas gerações. A publicação tem como proposta evidenciar trajetórias que iluminam caminhos e demonstram a força da liderança feminina nos mais diversos setores da sociedade.

Para Janine Brito, participar do projeto representa a oportunidade de dividir aprendizados construídos ao longo de sua jornada empresarial e incentivar outras mulheres a acreditarem em seu potencial. “Escrever este capítulo foi um exercício de reflexão sobre os desafios, conquistas e valores que moldaram minha trajetória. Acredito que cada história compartilhada tem o poder de inspirar outras mulheres a seguirem seus sonhos, enfrentarem obstáculos e ocuparem espaços de liderança. É uma honra fazer parte de uma obra que celebra a coragem, a resiliência e a capacidade transformadora feminina”, afirma Janine.

A obra Mulheres Iluminadas destaca histórias de mulheres que, por meio de suas experiências, contribuem para fortalecer o empreendedorismo, a liderança e o desenvolvimento social, reforçando a importância da representatividade feminina em diferentes áreas de atuação.

Para adquirir a obra acesse o instagram: @mulheresiluminadas

Sobre a Pinheiro Ferragens – Fundada em 1960, a empresa nasceu com o objetivo de comercializar aço para a construção civil. De base familiar e pioneira na capital, foi responsável por oferecer grande parte dos materiais para a construção de Brasília. Atualmente, a empresa trabalha com um mix de mais de dois mil produtos comercializados e industrializados. Localizada no Setor de Indústrias de Brasília e Taguatinga, a loja possui moderna estrutura e serviços diferenciados.

Moda com propósito – Bazar no Guará traz grifes a partir de R$ 10 em prol de crianças com câncer

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Nos dias 19 e 20 de junho, a solidariedade e o consumo consciente se encontram no Bazar Beneficente Peça Rara Guará & ABRACE. Muito além de um evento de moda, a iniciativa é um convite para estender a mão a quem precisa. Toda a renda arrecadada será revertida para a ABRACE, instituição que há mais de 40 anos é referência no Distrito Federal, oferecendo assistência, amor e suporte integral a crianças e adolescentes com câncer e doenças hematológicas, além de acolher suas famílias.

Para quem ama um bom achado, o bazar será um verdadeiro paraíso. Será possível encontrar peças de marcas queridinhas como Farm, Calvin Klein, Schutz e Nike, além de grifes importadas desejadas, tudo com valores a partir de R$ 10.

E tem espaço para todo mundo. A seleção inclui modas jovem, adulta e infantil. Para quem não conseguir ir no primeiro dia, a organização garantiu que, no sábado (20), haverá reposição de mercadorias. Ou seja, estoques renovados e novas chances de encontrar aquela peça exclusiva.

Serviço

Bazar Beneficente Peça Rara Guará & ABRACE

Data: 19 e 20 de junho

Local: Peça Rara Guará

Entrada: Gratuita

Flávio Arns conduz aprovação de projeto que amplia políticas de inclusão na educação

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O senador Flávio Arns (PSB-PR), coordenador da Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ), conduziu a aprovação, nesta quarta-feira (17), do Projeto de Lei nº 365/2026 na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado. Relator da matéria, de autoria do senador Romário (PL-RJ), Arns defendeu a inclusão de medidas voltadas aos estudantes com deficiência e com necessidades específicas nos projetos pedagógicos das escolas. A proposta, que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), segue agora para análise da Comissão de Educação (CE).

 

O texto determina que as instituições de ensino passem a prever em seus projetos pedagógicos a institucionalização do atendimento educacional especializado, além da oferta de serviços e adaptações necessários para atender às necessidades específicas dos alunos. O atendimento educacional especializado reúne recursos e estratégias destinados a eliminar barreiras que dificultam a aprendizagem e a participação dos estudantes no ambiente escolar.

 

A proposta também estabelece que os projetos pedagógicos contemplem a flexibilização dos currículos, das metodologias de ensino, dos recursos educativos e dos processos avaliativos. O objetivo é permitir que o ensino seja adaptado às características e necessidades de cada estudante, favorecendo sua participação e aprendizado em igualdade de condições.

 

O PL 365/2026 é um substitutivo da Câmara dos Deputados a uma proposta originalmente aprovada pelo Senado em 2016. Em seu parecer, Flávio Arns observou que parte significativa do conteúdo inicial já foi incorporada pela Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), que assegura o direito à educação em sistema educacional inclusivo e prevê medidas de apoio aos estudantes com deficiência.

 

Por isso, segundo o senador, a redação aprovada pela Câmara preserva os dispositivos ainda necessários e reforça, na própria LDB, a importância de que as escolas incorporem políticas de inclusão em seus projetos pedagógicos.

 

“Preserva núcleo relevante da proposição originária e se mostra compatível com o quadro normativo vigente”, destacou Flávio Arns em seu relatório, lido durante a reunião pela presidente da Comissão de Direitos Humanos, senadora Damares Alves (Republicanos-DF).

 

Reconhecido por sua atuação em defesa da educação inclusiva, o senador paranaense ressaltou que a proposta representa mais um avanço para garantir o direito à educação de estudantes com deficiência e necessidades específicas, fortalecendo o papel das instituições de ensino na promoção da inclusão e da igualdade de oportunidades.

 

Com a aprovação na CDH, o projeto segue agora para apreciação da Comissão de Educação do Senado.

 

BRB inaugura agência NAÇÃO BRB FLA no Rio de Janeiro e amplia presença junto aos clientes

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A primeira agência temática do NAÇÃO BRB FLA foi inaugurada hoje (18). Localizada na Avenida Rio Branco, nº 89, Loja B, no Centro do Rio de Janeiro, a nova unidade representa mais uma etapa da estratégia vinculada à parceria com o Clube de Regatas do Flamengo.

Com foco na ampliação do relacionamento com os clientes e na geração de negócios, o espaço integra canais digitais ao atendimento presencial. Essa estrutura foi concebida para oferecer suporte à contratação de produtos e orientação financeira, em um modelo voltado a clientes que demandam acompanhamento mais próximo e soluções financeiras mais completas.

De acordo com o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, a iniciativa acompanha a evolução da plataforma e a estratégia de crescimento da instituição. “O NAÇÃO BRB FLA é um projeto relevante na estratégia do Banco. A inauguração desta agência no Rio de Janeiro amplia nossa capacidade de relacionamento e de geração de negócios”, afirmou.

O início das operações da primeira agência do NAÇÃO BRB FLA reforça a relação de confiança com o público e contribui para o aprofundamento do vínculo com o Banco, movimento que já se reflete na ampliação do interesse por novos produtos e aplicações.

A ampliação da presença física ocorre no contexto do novo modelo da parceria com o Flamengo, que passou a operar com base no uso da propriedade intelectual do clube associada a uma plataforma nacional de serviços financeiros voltada à geração de receitas e ao ganho de escala.

A estrutura é sustentada pela oferta de produtos financeiros e pelo compartilhamento de receitas entre as partes.

“Esse novo modelo de negócio amplia o alcance do NAÇÃO BRB FLA e cria condições para a expansão do Banco em novos mercados, com maior proximidade de públicos estratégicos. Estamos avançando com uma presença estruturada, que combina canais digitais com pontos físicos, fortalecendo a confiança dos clientes e criando condições para expandir esse modelo para outras capitais ao longo do tempo”, adiantou o presidente Nelson.

Sobre o NAÇÃO BRB FLA

O NAÇÃO BRB FLA segue como uma plataforma de serviços financeiros com oferta de contas, cartões, crédito, investimentos e meios de pagamento. Com mais de 3,8 milhões de contas abertas e presença em 95% dos municípios brasileiros, o projeto consolida seu papel na estratégia do Banco, combinando atuação digital com presença física para sustentar o crescimento dos negócios e a evolução do relacionamento com os clientes.

Ações de trânsito reforçam respeito às pessoas com autismo

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Dia do Orgulho Autista é comemorado pelo Detran-DF com Operação Sossego, blitz educativa e fiscalização de vagas exclusivas
 
Zélia Ferreira
 
Nesta quinta-feira, 18 de junho, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal comemora o Dia do Orgulho Autista com atividades educativas e de fiscalização que focam no respeito às necessidades específicas da pessoa com autismo e suas demandas de suporte, garantindo direitos e promovendo a inclusão urbana.
Das 9h40 às 11h, os educadores de trânsito da autarquia realizaram uma blitz educativa com orientações aos condutores sobre os cuidados necessários para garantir uma acessibilidade segura às pessoas com autismo. Na ocasião, também foram entregues 200 kits com cordão do autista e material adesivo “Detran-DF amigo do Autista”.
Em Águas Claras, as equipes de fiscalização de trânsito realizaram duas grandes operações: uma para coibir estacionamento irregular em vagas destinadas a pessoa com deficiência e outra para combater o barulho excessivo causado por escapamentos alterados.
A escolha da região administrativa se deve à sua elevada densidade populacional, a maior do Distrito Federal, aliada às características urbanísticas predominantemente verticais da cidade. Esse cenário favorece a propagação e a reverberação dos ruídos, ampliando o impacto do barulho excessivo sobre a população.
“O Detran-DF trabalha para garantir mais conforto, segurança, acessibilidade e respeito aos direitos das pessoas autistas e de suas famílias. Sensibilizar os condutores, combater o barulho excessivo e garantir o uso das vagas reservadas é um ato de respeito à saúde e à dignidade dessas pessoas”, destaca o diretor-geral do Detran-DF, Marcu Bellini.
Barulho
Na noite de quarta (17) e na manhã de hoje (18), foram realizadas duas edições da Operação Sossego. Esta ação de fiscalização é grande aliada do autista, pois combate o barulho excessivo de veículos com descarga livre que pode gerar uma sobrecarga sensorial e provocar crises em pessoas com hipersensibilidade auditiva.
Durante as ações, 380 condutores foram abordados e 46 deles foram autuados porque estavam em veículos com escapamento alterado. Conforme o inciso XI do artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), esta é uma infração grave, penalizada com registro de cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), retenção do veículo para regularização e multa de R$ 195,23. De janeiro a maio deste ano, 4.663 infrações desse tipo foram registradas no DF.
Credencial de estacionamento
Como o autista é considerado pessoa com deficiência para todos os efeitos legais, tem o direito de utilizar as vagas exclusivas de estacionamento, sendo necessário portar a credencial do órgão de trânsito. No DF, as credenciais de estacionamento para autista são emitidas desde 2019. No primeiro ano, apenas seis pessoas procuraram o órgão para emitir sua credencial, mas com a divulgação desse direito a emissão das credenciais aumentou significativamente, passando para 150 credenciais em 2020, 257 em 2021, 427 em 2022, 773 em 2023 e 912 em 2024.
Em setembro de 2024, o Detran-DF implantou o processo digital de emissão da credencial – medida que facilitou o acesso dos autistas a esse serviço e ampliou muito a quantidade de pessoas beneficiadas. De lá para cá, 5.268 credenciais foram emitidas pelo sistema digital e outras 341 pelo sistema tradicional. No total, 8.134 autistas já emitiram credenciais de estacionamento no DF.
O Detran-DF disponibiliza o requerimento da credencial em três canais: o Portal de Serviços (https://portal.detran.df.gov.br), o aplicativo Detran-DF Digital e o serviço de protocolo, via processo SEI. Para quem já tem a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea), a análise documental é muito rápida, durando no máximo dois dias úteis; para quem ainda não tem, demora um pouquinho mais: até 10 dias. Clique aqui para conhecer o fluxo de emissão da credencial para quem tem e para quem não tem a Ciptea.
Estacionamento
Ao ser considerado pessoa com deficiência, o autista faz jus ao uso da vaga exclusiva garantida pelo CTB, mas muitos encontram essas vagas ocupadas indevidamente por quem não tem direito a elas. Para combater o uso indevido de vagas especiais, o Detran-DF realizou uma grande ação de fiscalização, em Águas Claras, na manhã desta quinta-feira (18), autuando 9 condutores que estavam estacionados em vagas especiais, sem credencial que comprovasse tal condição. De acordo com o inciso XX do artigo 181 do CTB, a infração é gravíssima, com registro de sete pontos na CNH, multa de R$ 293,47 e remoção do veículo.
Ainda são muitos os condutores que desrespeitam pessoas com deficiência e idosos. Só de janeiro a maio deste ano, foram registrados 2.249 casos de estacionamento em vagas exclusivas sem a credencial. Em 2025, foram 6.906 autuações.

Rosangela Moro consegue acelerar votação do Plano Nacional de Atenção ao Nanismo

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Requerimento de urgência leva projeto diretamente ao plenário da Câmara e fortalece proposta que garante segurança jurídica, inclusão e atenção integral às pessoas com nanismo

Após reunir apoio de líderes partidários e parlamentares de diferentes espectros políticos, a deputada federal Rosangela Moro (PL-PR) protocolou o requerimento de urgência para o Projeto de Lei que cria o Plano Nacional de Atenção ao Nanismo – PLANAN (n°2302/2026).

A medida acelera a tramitação da proposta e permite que ela seja votada diretamente pelo plenário da Câmara dos Deputados. O projeto busca transformar em lei o reconhecimento do nanismo como doença rara, garantindo segurança jurídica permanente e ampliando direitos relacionados à saúde, acessibilidade e inclusão social para milhares de brasileiros que convivem com a condição.

O projeto nasceu a partir de uma realidade que há anos preocupa pacientes, familiares e entidades representativas. Embora o nanismo seja atualmente reconhecido como deficiência, essa classificação está prevista apenas em decreto presidencial, o que significa que pode ser alterada ou revogada por decisão unilateral do Poder Executivo. A proposta apresentada pela deputada Rosangela transforma esse reconhecimento em lei federal, conferindo segurança jurídica permanente e protegendo direitos que hoje permanecem vulneráveis.

Para a deputada, a aprovação do projeto representa um avanço civilizatório e uma resposta concreta a uma população que historicamente enfrentou invisibilidade nas políticas públicas. “Nenhuma pessoa pode ter seus direitos condicionados à vontade de um governo de ocasião. Quando transformamos esse reconhecimento em lei, estamos garantindo proteção permanente, dignidade e respeito para milhares de brasileiros que convivem diariamente com os desafios impostos pelo nanismo”, afirmou.

Além de consolidar a classificação legal do nanismo como deficiência, o PLANAN cria uma política nacional estruturada para assegurar atenção integral à saúde, acessibilidade e inclusão social. O texto estabelece diretrizes para diagnóstico precoce, acompanhamento multidisciplinar, acesso a exames genéticos, medicamentos, cirurgias, tratamentos especializados e suporte psicológico, fortalecendo a rede de cuidado oferecida pelo Sistema Único de Saúde – SUS.

A proposta também enfrenta obstáculos cotidianos muitas vezes ignorados pelo poder público. O projeto prevê adaptações em hospitais, escolas, meios de transporte e ambientes de trabalho, garantindo que pessoas com nanismo possam exercer sua autonomia com segurança e dignidade. O texto ainda cria mecanismos de combate à discriminação, reforçando a proteção jurídica contra práticas que historicamente marginalizaram essa população.

Rosangela Moro destaca que a iniciativa foi construída em diálogo com pacientes, especialistas e associações que convivem diariamente com a realidade do nanismo. Segundo ela, o Congresso tem a responsabilidade de transformar demandas legítimas em políticas públicas efetivas. “Estamos falando de pessoas que enfrentam barreiras na escola, no mercado de trabalho, no transporte público e até mesmo dentro dos serviços de saúde. Não é aceitável que continuem invisíveis aos olhos do Estado. O Parlamento tem o dever de garantir que essas pessoas tenham seus direitos reconhecidos e protegidos pela lei.”

Com o protocolo do requerimento de urgência e o apoio das lideranças partidárias, a expectativa é que a matéria seja pautada para votação em plenário nas próximas semanas. Para a deputada, o avanço da proposta representa uma oportunidade de o Congresso Nacional reafirmar seu compromisso com a inclusão e com a defesa das pessoas que convivem com doenças raras.

“Uma sociedade verdadeiramente inclusiva não se mede pelos discursos que faz, mas pelos direitos que garante. O Plano Nacional é um passo decisivo para assegurar que pessoas com nanismo deixem de ser lembradas apenas pelas dificuldades e passem a ser reconhecidas pela cidadania plena que lhes é assegurada pela Constituição”, concluiu.

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Fonte: donnysilva.com.br

Gripe ou resfriado? Como atravessar a temporada dos vírus respiratórios

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Campanha “Respirar é Viver: um Futuro mais Verde”, promovida pela Academia Brasileira de Rinologia (ABR), em parceria com a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), amplia o debate sobre gripe, resfriado, imunidade e os cuidados essenciais com o sistema respiratório

 

O Distrito Federal registrou aumento nos atendimentos por síndromes gripais e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) nas últimas semanas, segundo os boletins epidemiológicos emitidos pela Secretaria de Saúde. Em meio ao aumento da circulação de vírus respiratórios e às variações climáticas, muitos pacientes tem apresentado sintomas como febre, tosse, coriza, dor de garganta e indisposição, mas ainda têm dúvidas sobre uma questão comum: afinal, é gripe ou resfriado? E quando os sintomas exigem uma ida ao pronto-socorro?

É nesse contexto que a campanha nacional “Respirar é Viver: um Futuro mais Verde”, promovida pela Academia Brasileira de Rinologia (ABR) e pela Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), amplia o debate sobre os cuidados com o sistema respiratório. A iniciativa terá sua etapa em Brasília no dia 28 de junho, na Praça do Buriti, reunindo especialistas e ações de conscientização voltadas à saúde respiratória e à qualidade de vida.

O médico otorrinolaringologista Gustavo Lara, da Academia Brasileira de Rinologia (ABR), explica que embora sejam frequentemente confundidos, os dois quadros apresentam diferenças importantes. “A gripe, geralmente causada pelo vírus Influenza, costuma provocar sintomas mais intensos, como febre alta, dores no corpo, fadiga e mal-estar significativo. Já os resfriados tendem a evoluir de forma mais branda, com sintomas concentrados principalmente nas vias aéreas superiores, como coriza, congestão nasal e espirros”, diferencia.

Além da Influenza, outros vírus continuam circulando no país, incluindo rinovírus, vírus sincicial respiratório (VSR) e casos de Covid-19. Crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas permanecem entre os grupos que exigem maior atenção.

Prevenção
Outra dúvida frequente é sobre a prevenção. Afinal, é possível evitar uma gripe ou resfriado? Segundo o médico otorrinolaringologista, apesar de não existir proteção absoluta contra os vírus respiratórios, algumas medidas ajudam a reduzir os riscos de infecção, como manter a vacinação atualizada, higienizar as mãos regularmente, evitar contato próximo com pessoas sintomáticas, manter ambientes ventilados e adotar hábitos saudáveis.

“A alimentação equilibrada, a hidratação adequada, a prática de atividade física e a qualidade do sono também contribuem para o funcionamento adequado do sistema imunológico. Já a vitamina C, frequentemente lembrada nesta época do ano, pode fazer parte de uma rotina saudável, mas isoladamente não impede o desenvolvimento de gripes ou resfriados”, esclarece o médico.

Contágio

O especialista explica que entrar em contato com uma pessoa infectada não significa, necessariamente, que alguém ficará doente. A resposta depende de fatores como carga viral, tempo de exposição, condições de saúde, ficar atento aos sintomas. Falta de ar, dificuldade para respirar, febre persistente, desidratação, sonolência excessiva ou agravamento do quadro em crianças pequenas, idosos e pacientes com doenças crônicas são situações que exigem avaliação médica. Na dúvida, sempre vá ao Pronto Socorro”, elucida Lara.

Respirar é Viver

Os cuidados com a saúde respiratória são tema da campanha nacional “Respirar é Viver: um Futuro mais Verde”. A etapa Brasília será realizada no dia 28 de junho, domingo, às 8h, na Praça do Buriti, reunindo ações educativas e orientações sobre prevenção de doenças respiratórias, qualidade do ar e bem-estar.

“Grande parte das dúvidas que recebemos nesta época do ano está relacionada à identificação dos sintomas e à prevenção. Entender a diferença entre gripe e resfriado, reconhecer os sinais de alerta e adotar hábitos saudáveis são medidas importantes para proteger a saúde respiratória e evitar complicações”, destaca Gustavo Lara, também coordenador da campanha.

Serviço

Campanha Nacional 2026 – Respirar é Viver: um Futuro mais Verde

Data: 28 de junho de 2026, a partir das 8h

Local: Praça do Buriti, Brasília

Realização: Academia Brasileira de Rinologia (ABR), em parceria com a ABORL-CCF