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Brasília sedia 1º Encontro da Escola de Capoeira Angoleiros do Sertão, com a presença do consagrado Mestre Cláudio Costa, de Feira de Santana-BA

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Evento terá três dias de oficinas, rodas de capoeira e atrações culturais 

O Encontro dos Angoleiros do Sertão no DF promove três dias (10, 11 e 12 de dezembro) de atividades, com o mestre Cláudio, contramestres e treineis desta escola, que são referências no Brasil. O objetivo é divulgar conhecimentos e técnicas, e disseminar raízes tradicionais do sertão baiano, através de oficinas, rodas de diálogo e vivências, além de apresentações artísticas de cultura populares tradicionais. O evento, que conta com o apoio da Secretaria de Cultura do Distrito Federal, será de livre acesso para todas as idades e acontecerá no Rancho Janela do Cerrado, próximo ao Pólo de Cinema, em Sobradinho 2.

Segundo o organizador, Luiz Claudio de Oliveira França, conhecido como Minhoca, o aspecto integrativo e sociocultural é uma das máximas desta proposta. “Esses encontros visam um fortalecimento das comunidades participantes, promovendo uma convivência harmoniosa e respeitosa entre diferentes grupos étnicos, etários e de gênero. Essa sensibilização do público, principalmente dos novos integrantes, é fundamental à construção da sua autoestima e da sua identidade, num processo de estreitamento de irmandade e de enriquecimento e valorização da identidade cultural da comunidade capoeirística”, explica.

Serão dadas duas opções para a entrada ao evento: Os capoeiristas participantes devem doar uma cesta básica, que dá direito a permanecer no local do camping durante os três dias, e inscrição em todas as oficinas. Para a comunidade que quiser acessar o evento, basta doar 1 quilo de alimento não perecível. As inscrições e mais informações podem ser obtidas pelo WhatsApp: 61 98173-5553 (Minhoca).

Confira a programação completa:

 10/12 – Sexta-Feira

6h – Chegada ao local do evento – organização no camping

9h – Abertura com apresentação dos convidados e apoiadores do evento.

10h – Vivência movimentação e Roda de Capoeira com mestre Claudio Costa – Feira de Santana – BA.

12:30 – Almoço

15h – Vivência com Contramestre Xande – SP.

17h – Oficina de Samba Rural – mestre Claudio Costa – Feira de Santana – BA.

18h –  Vivência de samba coco, com Léo Lima de Pernambuco/

Apresentação do Côco de Jataí DF

20:30 – Jantar

21h – Tambor de Crioula de Seu Teodoro

11/12 – Sábado

6h – Vivência com Contramestre Tico ( Angoleiros do Sertão) – SP.

8h – Café da Manhã

10h – Vivência Treinela Natureza (Angoleiros do Sertão) – SP. (Treino/Roda)

12:30 – Almoço

15h – Vivência Hulluca Costa (Angoleiros do Sertão) – Feira de Santana – BA.

17h – Vivência Treinel Blanca (Angoleiros do Sertão) – SP.

19h – Roda de Capoeira com Mestre Claudio – Feira de Santana – BA.

20:30 – Samba Rural com Mestre Claudio – Feira de Santana – BA.

22h – Jantar

12/12 – Domingo

6h – Café da manhã

8h – Vivência Mestre Claudio – Feira de Santana – BA. Treino, Roda, Samba

11h – Encerramento e confraternização

Conheça os mestres e demais componentes da Escola de Capoeira Angoleiros do Sertão, que participarão do evento:

Cláudio Costa (Mestre Cláudio de Feira)

Mestre de Capoeira Angola e Samba Rural, iniciou-se na Capoeira com Mestre Negão de Jorgina e Mestre “Di Mola” do mercado modelo, porém foi nas ruas de Feira de Santana-BA que aprendeu muito do que hoje sabe, tendo como maior referência a rua e festas populares.

Quando ainda menino acompanhava sua mãe que vendia acarajé nas feiras, onde se deixou influenciar pelos capoeiristas do local através das rodas de capoeira realizadas aos domingos e segundas-feiras.

Na roça do Sertão Baiano, mais especificamente na Lagoa das Pedras (área rural de Feira de Santana-BA), ele começou a se dedicar à arte da Capoeira.

Sem escolaridade formal, mas a partir de seus saberes populares, fundou a Escola de Capoeira Angola “Os Angoleiros do Sertão”, na década de 1980.

Mestre Cláudio resgatou e vem disseminando pelo Brasil e pelo Mundo a arte da Capoeira Angola e do Samba Rural com muita propriedade e fundamento. Ele faz parte da resistência negra em nossa contemporaneidade, e suas ações vêm potencializando nossa expressividade popular em diversos contextos e camadas da sociedade. Ele vive de Capoeira Angola, ministra oficinas e vivências, além de ser lutiê: produz artesanalmente instrumentos que são usados na composição musical das rodas de Capoeira Angola e do Samba Rural.

Mestre que dedicou uma vida inteira para a disseminação e prática da Cultura de Matriz Africana da Capoeira e do Samba no Brasil e no mundo.

Carla Natureza – SP

Treinela de Capoeira Angola pela Escola “Os Angoleiros do Sertão”, arte educadora em Capoeira Angola desde 2007, Contadora de Histórias, mestra em Literatura e Vida Social produziu a dissertação “Versos, veredas e vadiação: uma viagem no mundo da capoeira angola”, ativista social pela Gingando pela Paz (Brasil, Congo e Haiti), liderança do Núcleo dos Angoleiros do Sertão em São José dos Campos-SP desde 2014.

Márcio Blanca / SP

Capoeirista Angoleiro, educador sociocultural, artesão de instrumentos musicais e mobilizado cultural. Iniciado na prática da capoeira em 1993, em Santo Anastácio/SP, migrou para Assis/SP no ano de 2007, ingressando na Escola de Capoeira Angoleiros do Sertão, onde no ano de 2012 obteve o título de treinel pelo mestre Cláudio.

Hulluca da Silva Costa – BA

Capoeirista membro da Escola de Capoeira Angola “Os Angoleiros do Sertão”, filho, aluno e discípulo do Mestre Claudio, fundador do Grupo em meados dos anos 80 na busca do entendimento e da prática da capoeira angola do interior do sertão baiano. Nascido em Feira de Santana- Bahia (92), faz parte do grupo Angoleiros do Sertão desde os anos 90, inaugurou seu espaço cultural em “2018”, com aulas de capoeira angola pela Escola de Capoeira Angola dos Angoleiros do Sertão, que se encontra em Feira de Santana- Bahia, é promoter de rodas de conversa e debates sociais com lideranças do movimento afro-brasileiro e da cultura popular, entre outros, também responsável pelos treinos e movimentação da Escola no (CUCA) Centro Universitário de Cultura e Artes na ausência do Mestre Claudio. Constrói instrumentos de forma artesanal em parceria com seu pai e irmãos, assim como executa a tradição de tocá-los: berimbau, pandeiros, tambores, entre outros. Faz uso desta ancestralidade em suas aulas e treinos. Hulluca tem 27 anos e é também aluno de Geografia pela (UEFS) Universidade estadual de Feira de Santana

Paulo Henrique Guerra – SP

Capoeirista angoleiro, educador social, artesão de instrumentos musicais. Tico, como é conhecido, possui o título de Contra-mestre pela Escola de Capoeira Angoleiros do Sertão. Atua em diversos projetos socioculturais, dentre eles o Ponto de Cultura Estação Cultural, em Bauru-SP. Participa de encontros e ministra cursos de Capoeira Angola, já tendo realizado cursos na Alemanha, Finlândia e Inglaterra e diversas cidades brasileiras. Realiza oficinas em instituições culturais, como SESC, bem como em instituições educacionais, já tendo capacitado a formação de alunos do curso de Educação Física da Universidade Estadual Paulista e da Universidade Estadual da Bahia.

Alexandre Felix Felizatti – BA

Nascido em 1974, iniciou a capoeira em 1986, formou professor de capoeira em 1993, desde então trabalha como educador social e agente cultural. Em 2000 matriculou-se no curso de educação física, em 2003 ingressou na Escola de capoeira Os Angoleiros do Sertão, da cidade Feira de Santana. Em 2005, concluiu o curso de Ed.Fisica. No mesmo ano, o Projeto Capoeira Angola na Escola foi inserido na grade curricular da rede  municipal de educação, nas escolas infantis (4 e 5 anos) e o  fundamental (1 e 2 anos), extra- curricular. Em 2005  passou a coordenar o Programa Escola da família, em  Luiz Dirini. 2009 lecionou como professor de educação física, atuando como professor de capoeira (matéria curricular), na Faculdade Ranchariense. 2012 formou contramestre da Escola de Capoeira “Os Angoleiros do Sertão”. Em 2019,  foi convidado a ir para Finlândia e Inglaterra para ministrar oficinas culturais. Em janeiro de 2020 iniciou a etapa de oficinas de Maculelê para melhor idade, no Sesc de Bauru SP.

As apresentações culturais serão feitas por:

Leo Lima – PE

Natural de Recife, nascido em 16/04/1980. Músico, percurcionista, artesão, luthier, brincante e artista pernambucano. É arte educador através da cultura afroindígena; Capoeira Angola, samba de coco e cortejo de bois;

Responsável  pelo núcleo da escola de capoeira Os Angoleiros do sertão de Feira de Santana-BA, em São Lourenço da Mata-PE. Também da aulas de percussão para jovens da comunidade onde mora. É co-ofundador e músico regente do coletivo eco-pedagógico Boi da  Mata, fundado em 2010 em Recife-PE. Esteve na Bahia, Paraíba e Rio Grande do Norte levando a oficina  “Brinquedo de Resistência”.

Sobre a oficina:

Trabalha a explanação sobre a origem do samba de coco ou coco de roda Pernambuco; influência indígena; sotaques (pedada) do bombo; apresentação dos instrumentos primários; importância da palma de mão, ganzá, bombo e canto; pisada do coco (dança) na prática; finalização com uma roda.

Tambor de Crioula do Seu Teodoro

O Tambor de Crioula é uma manifestação cultural popular de matriz afro-brasileira muito difundida no Maranhão. As rodas de tambor homenageiam São Benedito e, para os participantes, é um momento de fé, devoção e lazer.

Os homens, conhecidos como “coreiros”, são responsáveis pelos toques dos instrumentos (tambores e matracas).

A dança é realizada pelas “coreiras” (mulheres), que durante a brincadeira formam uma meia lua. Elas realizam movimentos circulares e giros, se revezando em frente aos tambores. Essa alternância é realizada por meio da “umbigada”, toque de ventre com ventre que representa um convite para entrar na roda.

Coco Jataí

 É um grupo de cultura popular que desenvolve seu trabalho cantando samba de coco. O grupo é formado por brasilienses e tem suas influências variadas dentro dos estilos de samba de coco e coco de roda de todo o Brasil. Hoje o grupo faz uma releitura de cocos conhecidos nacionalmente e apresenta canções próprias compostas pelo coletivo do coco jataí. Coco Jataí representa e reverencia à cultura popular nordestina com a cara do cerrado, como diz a canção “…Esse coco tem mel …”

Serviço

1º Encontro de Angoleiros do Sertão

Local: Rancho Janela do Cerrado- DF 326, Sobradinho II, próximo ao Pólo de Cinema.

Datas: 10, 11 e 12 de dezembro, a partir das 8h

Inscrições pelo WhatsApp: 61 8173-5553 (Minhoca)

Entrada:

1 kg de alimento não perecível para acessar o evento

1 (uma) cesta básica, para os participantes das vivências e oficinas constantes na programação

Instagram: @angoleirosdosertaobrasilia

Campeonato de futebol feminino agita Samambaia

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Evento acontece a partir do dia 11, no Centro Olímpico e Paralímpico da cidade
Com o objetivo de dar visibilidade às mulheres através do esporte, valorizando a identidade feminina, a Casa de Cultura Telar, por meio de parceria com a Secretaria de Esporte do Distrito Federal, realiza o campeonato de Futebol Feminino Amador da FAM – Força Ativa da Mulher, nos dias 11 e 12, 18 e 19 de dezembro de 2021, no Centro Olímpico e Paralímpico de Samambaia Sul (QS 119).
Segundo o coordenador do projeto, e idealizador da FAM, José Ferreira Passos, mais conhecido como Serrinha,  a iniciativa  faz parte de um importante processo de inclusão. “Queremos combater o preconceito, viabilizar o acesso dessas mulheres ao lazer e à construção de carreiras, além de desenvolver o senso de cidadania”, afirmou.
As atletas amadoras têm idades entre 16 e 35 anos. Os jogos serão abertos e gratuitos para toda a comunidade do Distrito Federal.
Confira o cronograma:
– No dia 11/12, acontecerão os jogos do Grupo A, quatro times que se enfrentarão em 3 partidas cada, definidos através de sorteio, onde campeão e vice-campeão, definidos através de pontuação, passarão para a próxima fase.
-No dia 12/12 acontecerão os jogos do Grupo B, quatro times que se enfrentarão em 3 partidas cada, definidos através de sorteio, onde campeão e vice-campeão, definidos através de pontuação, passarão para a próxima fase.
– No dia 18/12, acontecerão os jogos da Semi final. A primeira rodada será o jogo entre o Campeão do Grupo A X Vice do Grupo B; a segunda rodada será o jogo entre o Campeão do Grupo B X Vice do Grupo A.
– No dia 19/12, acontecerá o Jogo da final entre o Campeão da 1ª rodada do dia 04/12 X campeão da 2ª rodada do dia 04/12.
– No dia 19/12, também acontecerá o encerramento do torneio, onde serão premiadas as equipes vencedora e vice, com troféu e medalhas para todas as jogadora e equipe técnica de cada uma das duas equipes; também receberão troféus a melhor goleira, o (a) melhor técnico e melhor artilheira.
Serviço
Futebol Feminino Amador
Local: Samambaia Sul –  QS 119 Área Especial
Datas: 11, 12, 18 e 19 de dezembro
Mais informações pelo Instagram: @forcaativafam

Mais R$ 148 milhões serão investidos em obras no Trecho 3 do Sol Nascente

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Licitação para os trabalhos de urbanização nos lotes 1 e 2 prevê pavimentação e implantação de rede de drenagem

As obras de urbanização remanescentes no Trecho 3 do Sol Nascente vão sair do papel. Por meio de licitação, o Governo do Distrito Federal (GDF) irá contratar empresas para executarem o projeto atualizado nos lotes 1 e 2, que contemplarão serviços de drenagem, pavimentação, sinalização, calçadas e bacias de detenção. O investimento estimado será de aproximadamente R$ 148 milhões.

A Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) já encaminhou o projeto para a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), que está responsável por executar o novo certame. A expectativa é que o processo seja aberto ainda em dezembro e que as obras se iniciem no primeiro trimestre do ano que vem.

“Tivemos que refazer os projetos porque, desde então, a cidade não parou de crescer. Agora, conseguimos as autorizações para retomarmos a licitação e entregar a urbanização completa do Sol Nascente”Luciano Carvalho, secretário de Obras e Infraestrutura

Até o momento, o GDF já executou 71,49% dos serviços de drenagem; 6,08% de pavimentação; 29,92% de meios-fios e 37,81% dos blocos intertravados no Trecho 3 do Sol Nascente. A nova licitação para os lotes remanescentes foi necessária pois, no fim de 2019, uma das empresas integrantes dos consórcios responsáveis pela execução dos serviços entrou em processo de recuperação judicial, que foi negado pelo Poder Judiciário.

“Tivemos que refazer os projetos, porque desde então a cidade não parou de crescer, e agora conseguimos as autorizações para retomarmos a licitação e entregar a urbanização completa do Sol Nascente”, explica o secretário de Obras e Infraestrutura, Luciano Carvalho. “O Trecho 3 é o que está mais atrasado, e o impacto e o benefício serão enormes para toda a comunidade”.

O chefe de gabinete da Administração Regional do Sol Nascente/Pôr do Sol, Marcondes Bezerra, enaltece a importância de todo o esforço recente que o GDF tem feito para melhorar a cidade e o reflexo dessas ações na vida da população local. “Todas essas obras trazem muitos benefícios não só para os moradores do Trecho 3, mas também para a população de Ceilândia”, afirma.

Mais um reforço no atendimento de saúde da população do Sol Nascente

Além do Trecho 3, o GDF já investiu mais de R$ 40 milhões em outras obras que estão mudando a cara do Sol Nascente. No Trecho 2, mais de 60% da pavimentação asfáltica já foi concluída. Em novembro, foram inauguradas a primeira creche pública da região e a Unidade Básica de Saúde (UBS) 15. Em breve, a cidade também contará com o seu primeiro Terminal Rodoviário.

GDF contrata 966 agentes e reforça combate à dengue

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ndice de casos da doença no Distrito federal em 2021 caiu 70% no comparativo com 2020; iniciativa requer a parceria de toda a população

A volta das chuvas acende o alerta para que a Vigilância Sanitária intensifique as ações de combate à dengue em Brasília. Atento a esse período em que os ovos do mosquito transmissor da doença em contato com a água limpa e parada se desenvolvem, proliferando o nascimento de novos insetos, o Governo do Distrito Federal (GDF) deu posse, nesta sexta (3), a 966 agentes de saúde. A contratação ocorreu durante o lançamento da Campanha Distrital de Enfrentamento do Aedes aegypti, no Setor Militar Urbano (SMU).

“A prevenção esvazia os hospitais, as unidades de pronto atendimento e as unidades básicas de saúde. Essa é a ideia”Governador Ibaneis Rocha

Quinhentos agentes de vigilância ambiental (AVAs) e 466 agentes comunitários de saúde (ACSs) já começaram a ser treinados para sair às ruas e manter a queda dos índices de proliferação da dengue, já que as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti não cessaram durante a pandemia. Entre janeiro e meados de novembro deste ano, foram notificados 13.382 cidadãos infectados pelo mosquito – uma redução de 70%, no comparativo com o mesmo período de 2020, quando foram registrados 46 mil casos.

“No primeiro ano de governo tivemos um número assustador de casos de dengue”, declarou o governador Ibaneis Rocha durante a assinatura do termo de posse dos novos agentes. “Conseguimos reduzi-lo, e o que esperamos com a contratação de vocês é diminuí-lo ainda mais, chegando à normalidade. A prevenção esvazia os hospitais, as UPAs [unidades de pronto atendimento] e as UBSs [unidades básicas de saúde]. Essa é a ideia.”

Os contratos dos agentes de vigilância ambiental têm vigência de um ano, podendo ser prorrogados por mais um. Serão eles os responsáveis por vistoriar os imóveis do DF e atuar também nas demais atividades da Vigilância Ambiental. Já os ACSs foram contratados por meio de um processo seletivo temporário para reforçar as equipes que atuam em todas as sete regiões de Saúde.

Durante a solenidade de posse, o secretário de saúde, Manoel Pafiadache, destacou as ações conjuntas de controle sanitário do governo | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

Há no DF 605 equipes de Estratégia de Saúde da Família (ESF) distribuídas em 176 UBSs. A chegada dos novos profissionais completa as 90 equipes que estavam sem agentes. Eles foram lotados conforme a necessidade de cada região e de cada área territorial, de acordo com o local de abrangência das equipes de Saúde da Família.

Dengue e outras doenças

“Por mais que façamos a visita, é importante que as pessoas sejam conscientes e façam o trabalho preventivo dentro de casa”Gabriela Pereira Oliveira, agente recém-empossada

Os agentes comunitários de saúde atuam em parceria com os de vigilância ambiental no combate às chamadas arboviroses – dengue, zika e chikungunya, transmitidas pelo Aedes aegypti. Trabalham também no cadastramento das famílias para atendimento da equipe de ESF e fazem busca ativa das pessoas que ainda não se vacinaram contra a covid-19 e outras doenças.

De acordo com o secretário de Saúde, Manoel Pafiadache, a queda dos índices se justifica pelo reforço das ações de controle sanitário do governo e da compreensão da população em não deixar água parada para a proliferação do mosquito. Segundo ele, os novos agentes atuarão não só no enfrentamento e combate à dengue, mas também no processo vacinal contra o novo coronavírus. “Aí está a importância da chegada dos senhores nesse momento tão difícil”, reforçou.

Gabrielle Pereira Oliveira, 21 anos, mora no Paranoá e estreia profissionalmente como agente de Vigilância Ambiental. Dizendo-se feliz com a oportunidade, ela contou que, em uma semana em campo, já foi possível coletar focos do mosquito, daí a importância de reforçar entre a população os cuidados básicos para que a disseminação seja impedida. “Por mais que façamos a visita, é importante que as pessoas sejam conscientes e façam o trabalho preventivo dentro de casa”, recomendou.

Os principais criadouros do mosquito Aedes aegypti continuam sendo encontrados nos quintais em baldes sem tampa, vasilhas, pratos de plantas, pneus, calhas entupidas e caixas-d’água destampadas. Por isso, não se pode descuidar da atenção a esses pequenos reservatórios. É importante que toda a população tire 10 minutos por semana para inspecionar o quintal e possíveis áreas que possam acumular água.

Estudante do Ceará detecta 46 asteroides e recebe reconhecimento de parceria com a Nasa: ‘fazer ciência é minha paixão’

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A estudante de 21 anos Geovana Sousa detectou 46 novos asteroides ao participar de um projeto do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) em parceria com a Agência Espacial Norte-americana, a Nasa. A aluna do 1º período do curso de física do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) recebeu uma certificação de reconhecimento da agência internacional pelo feito alcançado.

A paixão pela astronomia começou ainda na infância, quando a pequena Geovana chegava a passar cerca de 15 minutos por noite tentando observar os planetas na imensidão do céu.

“Eu lembro que ainda pequena já dizia que queria ser astronauta, ficava encantada vendo os planetas, mas só no 2º ano do ensino médio foi quando realmente decidi que ia seguir essa carreira. Hoje a astronomia é minha paixão de vida, o motivo de eu acordar todos os dias, que é fazer ciência”, diz.

Geovana é natural de Manaus e decidiu vir para o Ceará por encontrar no IFCE um leque maior de oportunidade para conseguir concretizar o sonho de se tornar uma pesquisadora do espaço. “A oportunidade aqui para minha área é sensacional. A ciência e a astronomia aqui são muito valorizadas. Então usei a nota do Sisu para conseguir estudar aqui, está sendo uma experiência maravilhosa para mim”, relata.

O projeto

O projeto Caça Asteroides tem o objetivo de alcançar os cientistas cidadãos em escolas, instituições, clubes de ciências e astrônomos amadores. Foram liberadas mais de 17.500 pacotes de imagens que são analisadas pelas equipes inscritas através do software Astrometrica para identificação e envio de relatórios dos possíveis asteroides ou objetos próximos a Terra (NEOs).

“São fornecidos pacotes de imagens captadas pelo Telescópio da Universidade do Hawaii de 1.8 metros, que são capturadas no mesmo ângulo e em dias diferentes para que possamos analisar as fotos, detectar o possível novo asteroide e enviar relatórios para a NASA avaliar essas detecções”, explica a estudante.

A jovem cientista em formação já sabe até com quais nomes vai batizar os asteróides recém descobertos por ela, inclusive com homenagens a familiares, tão logo receba a resposta da Nasa sobre os astros detectados.

“Quando ocorre essas novas detecções de asteroides que vão para a preliminar ainda ocorre um longo período de avaliação, que dura de 6 a 8 anos para realmente haver a confirmação do novo asteroide. Poderei nomear os asteroides como desejar. Por enquanto tive a liberdade nos códigos e já fiz homenagem para familiares, amigos e instituições nas quais tenho apreço”, destaca Geovana.

Futuro na ciência

Com o certificado nas mãos, ela aguarda o Ministro Astronauta Marcos Pontes vir ao Ceará para lhe entregar pessoalmente uma medalha de honra ao mérito junto ao certificado especial. E já sabe muito bem o que pretende ser e fazer no futuro.

“Vou continuar divulgando e propagando a ciência pelo nosso país, com foco em todas as idades, principalmente com as crianças. Meus objetivos maiores são trabalhar em agências espaciais fora no nosso país, como a NASA, por exemplo. Ser a primeira a ganhar o Nobel e trazê-lo ao Brasil é a grande meta, alcançada por esses pequenos passos”, conclui Geovana.

Fonte: G1.

 

Brilhos na floresta: cientistas descobrem nova espécie de fungo na Amazônia que brilha no escuro

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Era noite de lua nova e tempo nublado na Amazônia quando a pesquisadora Noemia Ishikawa viu pela primeira vez os fungos bioluminescentes, em 2017. Eles foram apresentados por um morador da região, o indígena Aldevan Baniwa, que conhecia o fenômeno como “Brilhos da Floresta”.

Os brilhos já eram conhecidos da comunidade indígena, em São Gabriel da Cachoeira (AM), e usados como iluminadores das trilhas. Eles não podiam ser vistos em noites com forte luz da lua e muito menos com luzes da cidade.

No final de novembro deste ano, pesquisadores catalogaram a segunda espécie de fungo bioluminescente descoberta na Amazônia. Ela foi vista pela primeira vez em 2018, nas margens do rio Cuieiras, no município de Maués (AM).

Foram cerca de três anos de análises até o grupo do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), que estuda fungos bioluminescentes, anunciar a descoberta dessa nova espécie. O resultado da pesquisa foi publicado na última semana na revista cientifica Mycoscience, da Agência de Ciência e Tecnologia do Japão.

A pesquisadora Noemia Ishikawa afirma que uma das formas de comprovar que um fungo é bioluminescente é através da fotografia, o que, segundo ela, é difícil de fazer por conta da sensibilidade da luz emitida por eles.

“Nesse caso, para confirmar se realmente era uma nova espécie nós estudamos a descrição da morfologia, da parte microscópica, as células, que são utilizadas para a identificação da espécie, além de fazer a sequência de DNA e nós constatamos que esse era um tipo diferente de fungo bioluminescente”, explica.

Até 2018, a Amazônia contava apenas com uma espécie de fungo bioluminescente catalogada. A nova espécie, batizada de Mycena cristinae, é uma homenagem à professora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Cristina Maki, que fazia parte do grupo de pesquisa, mas faleceu antes da conclusão.

Na floresta, os fungos bioluminescentes podem estar em estar em troncos de árvores caídos e nas folhas do chão.

O principal pesquisador envolvido no projeto, Jadson Oliveira, conta que já fez diversas expedições para descobrir espécies de fungos na região amazônica. A nova espécie foi coletada por uma aluna de Jadson em uma das expedições e depois seguiu para análise e sequenciamento.

“Quando você encontra um fungo bioluminoso na floresta, parece que você está vendo uma noite estrelada, só que no chão. Para achar um cogumelo parece um pouco difícil, mas no substrato é bem mais fácil”, relembra.Por que brilha?

Os fungos bioluminescentes brilham em decorrência de uma reação química semelhante a que ocorre com vaga-lumes e outros organismos. Nela, a luciferina metabolizada reage com o oxigênio e com a uma enzima chamada luciferase, criando energia química na forma de luz fria.

Segundo Jadson Oliveira, esse fenômeno luminoso, consequência do metabolismo energético de alguns fungos, necessita muitos esclarecimentos quanto ao seu papel.

“Até o momento, os estudos ainda não determinaram uma função objeta para esses fungos brilharem. Várias hipóteses vêm sendo propostas e avaliadas, uma delas a atração de dispersores de esporos. Outra linha argumenta que este seria apenas uma consequência ocasional das cadeias metabólicas destes fungos envolvendo o oxigênio e a respiração. O porquê e para quê a ciência ainda não tem uma resposta conclusiva. E pode ser que a luminescência tenha múltiplas funções e influências para esses fungos e para com quem interagem na natureza.”

Importância para a biodiversidade

Na floresta, os fungos são importantes na decomposição e liberação de nutrientes que ficam nos galhos e folhas das árvores. Eles decompõem os restos de árvores e animais mortos para depois devolver os nutrientes para a terra, fazendo com que outras plantas absorvam os nutrientes.

“Aqui na Floresta Amazônica essa espécie em particular é degradadora de troncos. A gente pode ver que o tronco também brilha, ou seja, eles também agem nessa superfície, liberando enzimas e digerindo a madeira. Esse processo todo faz com o que o ecossistema amazônico funcione corretamente”, explica Jadson.

Fonte: G1.

Bolsa brasileira tem o 2º pior desempenho no mundo em 2021, mostra ranking com 78 países

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O Ibovespa, principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, registra o segundo pior desempenho no mundo em 2021, atrás apenas da bolsa da Venezuela, segundo ranking da agência classificação de risco Austin Rating.

O levantamento compara a variação de 79 índices internacionais em bolsas de 78 países no acumulado no ano, até o fechamento de novembro.

O ranking mostra que o Ibovespa caminha na contramão da tendência global dos mercados acionários, tanto de países desenvolvidos como de emergentes. Dos 79 índices analisados, apenas 9 acumulam perdas no ano.

A mediana das variações das bolsas do mundo nos 11 primeiros meses do ano foi de uma uma alta de 13,6%, enquanto que a bolsa brasileira amargou uma baixa de 14,4%, atrás somente do IBC da Venezuela (-99,5%), cujo país se encontra há anos num quadro de hiperinflação.

“O Brasil está muito longe da curva por problemas domésticos. E o principal ponto é a perda de confiança no futuro da economia, com os investidores preocupados com o ambiente fiscal”, afirma o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, autor do levantamento.

“As bolsas acabam refletindo o momento a economia. Elas têm um impacto imediato e parte disso também é de expectativa futura”, acrescenta o economista, destacando o Brasil tem mostrado uma forte desaceleração e uma perspectiva de crescimento abaixo da média global.

Nos EUA, cujos mercados são as principais referências globais, o Dow Jones acumulou alta de 12,67% até novembro, e o índice Nasdaq um avanço de 20,56%.

Na parcial do ano, os melhores desempenhos são das bolsas da Mongólia e do Zimbabué, com saltos de 104% e 305%, respectivamente. A Austin ressalta, no entanto, que tratam-se de economias ‘nanicas’ e de mercados com pouco volume de negociação e poucas empresas listadas.

Já a surpresa da presença da Argentina entre as bolsas com melhor desempenho no ano é explicada principalmente pela inflação elevada e pela base fraca de comparação após anos de crise econômica.

Fonte: G1.

Veja como ficou a praia de Balneário Camboriú após megaobra de alargamento de faixa de areia

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A mega-obra de alargamento da Praia Central, em Balneário Camboriú, no Litoral Norte catarinense, termina nesta sexta-feira (3), segundo previsão da prefeitura. Com isso, toda a orla ficará disponível aos banhistas. No sábado (4), o município fará um evento de inauguração da temporada de verão na cidade.

A largura da faixa de areia passou de uma média de 25 para 70 metros. Os trabalhos começaram em março deste ano, com a chegada de tubos usados juntos com a draga, que chegou à cidade em 22 de agosto.

A embarcação pegava areia de uma jazida e, através da estrutura feita com os tubos, levava o material até o a orla da praia. O trabalho da draga terminou em 31 de outubro. Desde então, foi feita a desmontagem da tubulação, a retirada dos equipamentos usados na obra da praia e o acabamento para nivelar a areia.

Como ficou a Praia Central?

A largura da praia foi aumentada em toda a extensão da orla, que é de 5,8 quilômetros. Para o ano que vem, após a temporada de verão, estão previstas obras no calçadão da Avenida Atlântica, rua em frente à faixa de areia, e o plantio de vegetação de restinga, uma exigência do licenciamento ambiental da obra.

Após os trabalhos, foram instaladas 900 lixeiras por toda a orla. Inicialmente o valor da obra foi de R$ 66,8 milhões, mas o consórcio vencedor da licitação, o DTA/Jan de Null, pediu um reajuste, que está em discussão.

Fonte: G1.

Torcedores ficam feridos durante festa do Galo no Centro de BH

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A festa atleticana iniciada após a vitória do Atlético-MG, na noite desta quinta-feira (2), em Belo Horizonte, deixou pelo menos dois feridos por fogos de artifício, além de vítimas com outros ferimentos, como o esfaqueamento de um homem.

Dois torcedores foram socorridos com ferimentos pelo corpo causados por bombas e rojões.

Segundo balanço do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, das 18h de quinta até às 6h desta sexta, foram atendidas pelo menos 17 ocorrências relacionadas às comemorações da vitória do Galo, todas na região central de Belo Horizonte.

“Dentre as naturezas de acionamentos, os bombeiros atenderam casos de mal súbito, três vítimas de torção de tornozelo, vítimas de garrafas e pauladas, colisões de veículos, dois incêndios em árvores bom como orientação às pessoas que se sentiram mal durante as comemorações”, diz o comunicado.

Fogos de artifício

Segundo o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu), o primeiro torcedor se feriu por volta das 21h20, na Praça Raul Soares, no Centro. O rapaz se feriu ao tentar soltar um rojão, que explodiu na mão dele.

Já na na Sede do Atlético, que fica na Avenida Olegário Maciel, no bairro Lourdes, Região Centro-Sul, uma torcedora se machucou ao ser atingida por fogos de artifício.

Uma viatura da Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans) prestou assistência e encaminhou a vítima ao Hospital Socor, no bairro Barro Preto, na mesma região.

Outros casos

As pessoas que se feriram foram levadas, inicialmente, na área de isolamento. Também foram registrados casos de torcedores com pés e braços machucados por cortes, além de outras ocorrências de feridos por garrafas.

O Hospital João XXIII não divulgou o número de atendimentos durante a comemoração, mas os profissionais informaram que em menos de cinco horas de festa, pelo menos duas pessoas deram entrada em estado grave.

A Fhemig, que administra o hospital, disse, na manhã desta sexta-feira (3), que a festa não gerou “um aumento significativo nos atendimentos” e que não vai informar o estado de saúde dos pacientes “em respeito ao sigilo dos prontuários”.

A Polícia Militar faz patrulhamento em diversas áreas da capital para conter tumultos e possíveis confusões.

Fonte: G1.

Começa a obra do viaduto do Riacho Fundo

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90 mil motoristas serão beneficiados diariamente; os trabalhos devem durar cerca de um ano e gerar 300 empregos; investimento é de R$ 22,3 milhões

O Governo do Distrito Federal (GDF) iniciou a construção do viaduto do Riacho Fundo nesta quinta-feira (2). A obra vai beneficiar 90 mil motoristas que trafegam por este trecho da DF-075 diariamente, oriundos do Recanto das Emas, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Samambaia, Taguatinga, Vicente Pires, Arniqueiras e Park Way.

Para viabilizar a obra de arte, o governo investe aproximadamente R$ 22,3 milhões, o que deve gerar até 300 empregos. A expectativa é de que a obra de arte seja concluída em um ano.

“Faltava coragem e era por isso que as coisas não aconteciam, mas nós estamos colocando toda a nossa força para que elas aconteçam e a vida das pessoas melhorem. Nosso sonho é ver um DF sem trânsito, é ver as famílias saindo de casa mais tarde e chegando em casa mais cedo”, disse o governador Ibaneis Rocha após assinar a ordem de serviço para início dos serviços.

A obra consiste em dois viadutos, que serão erguidos na Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB/ DF-075), no acesso ao Riacho Fundo e à Área de Desenvolvimento Econômico (ADE) de Águas Claras. O local escolhido para a construção é uma importante rota de entrada e saída de Brasília pela BR-060.

No local onde será construído o elevado, hoje existe uma rotatória que causa grande congestionamento na região.

Devido ao grande número de acidentes e as entradas e saídas das cidades, ali existem duas barreiras eletrônicas com velocidade de 40 km/h nos dois sentidos da via, que forçam os veículos a reduzirem consideravelmente a velocidade ao se aproximarem do balão. Isso vai acabar segundo o diretor-geral do DER/DF, Fauzi Nacfur.

“Esses dois viadutos que iniciamos as obras hoje a gente consegue tirar esse entroncamento em desnível. Vai passar todo mundo que está chegando de Brasília por debaixo do viaduto e quem está saindo do Riacho Fundo e ADE de Águas Claras vai sair em outro nível. Não vai ter mais o entroncamento, melhorando muito a vida das pessoas”, explica Fauzi.

Ainda segundo ele, o fim do entroncamento no balão vai representar um grande ganho de tempo. “Isso é qualidade de vida, as pessoas ganham meia hora para ir ao trabalho e meia hora para voltar, totalizando uma hora a mais no dia livres”, acrescenta.

Uma dessas pessoas é a dona de casa Socorro de Freitas, de 60 anos. Ela mora na cidade há três décadas, e agora com as máquinas e operários em campo sente-se aliviada com o início dos trabalhos.

“Era meu sonho ver esse viaduto construído. Aqui é muito perigoso, não consigo passar nessa curva, tem muitos acidentes. É um sonho para os moradores daqui e também de pessoas que vêm de outras cidades. Moro aqui há 30 anos e sempre prometeram essa obra”, comemora.

“Muitos passaram, mas só o governador Ibaneis Rocha cumpriu. Esse viaduto era esperado há tantos anos e está sendo feito mesmo diante de uma pandemia de covid-19”, acrescenta Ana Lúcia Melo, administradora da cidade.