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Fundos do BTG e a Globenet arrematam controle da Infraco, da OI

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Aconteceu na tarde desta quarta, 7, o leilão judicial da UPI Infraco, unidade da Oi dedicada à construção de infraestrutura óptica. Como já era esperado pelo mercado, não houve disputa. O ativo foi arrematado por fundos administrados pelo banco BTG Pactual e pela operadora atacadista Globenet, que pertence ao BTG.

A proposta do BTG era a chamada stalking horse. O banco teria direito de aumentar sua oferta caso outro interessado aparecesse, o que não aconteceu.

Embora ao longo do último ano mais de uma dezena de interessados tenham pedido acesso a dados da unidade à operadora, apenas o fundo Digital Colony e o BTG Pactual chegaram a apresentar propostas. O Digital Colony, dono da Highline do Brasil, não se apresentou para cobrir a oferta vencedora.

O leilão teve grande audiência, chegando a registrar 372 pessoas assistindo através da plataforma digital utilizada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Ás 15h42 o juiz do processo de recuperação da Oi, Fernando Viana, declarou vitoriosa a proposta de BTG e Globenet e encerrou a sessão. Nem o administrador judicial da Oi, escritório AJWald, nem o promotor Leonardo Araújo Marques, do Ministério Público do Rio de Janeiro, se opuseram à homologação do resultado.

A PROPOSTA
A proposta vencedora foi exatamente aquela feita pelo BTG em abril. Ou seja, o negócio vai movimentar R$ 12,9 bilhões, entre pagamentos em dinheiro, troca de ações, pagamento de dívidas e incorporação da Globenet à Infraco. Os fundos do BTG ficarão, ao cabo de toda a transação, com 57,9% das ações da Infraco. Com isso, o valor de firma da unidade alcançou os R$ 22 bilhões.

A proposta vinculante do banco inclui pagamento de parcela primária na data do fechamento do negócio, de R$ 3,27 bilhões. Também de parcela secundária de R$ 6,51 bilhões – que serão divididos em três parcelas anuais, mas podem ser antecipadas até dezembro de 2022, a critério da Oi. No ato desses pagamentos serão transferidos 51% do capital social da Infraco para o banco.

O negócio envolve ainda o pagamento de uma parcela primária adicional, 90 dias após o fechamento e integralização de novas ações ordinárias, representativas de 7,2% do capital votante da Infraco. Por essa fatia, a Oi receberá R$ 1,618 bilhão.

A proposta também reestrutura a dívida da Oi com a Globenet, de quem contrata trânsito submarino. A Oi deve R$ 3,74 bilhões à Globenet. Dessa dívida, R$ 1,32 bilhão será pago em 2022, e R$ 2,42 bilhão em 2023. Depois, a Infraco passa a pagar anualmente valores à Globenet. Serão US$ 252 milhões em 2025, US$ 274 milhões em 2026, US$ 257 milhões em 2027 e US$ 278 milhões em 2028. Em 2028 termina o contrato de uso de capacidade “take-or-pay” (em que a empresa tem de pagar mesmo sem utilizar) da Oi com a Globenet.

A expectativa de pessoas a par das negociações é que o negócio seja aprovado por Anatel e Cade ainda neste ano, por volta de novembro ou dezembro. E que a Infraco esteja operacional, sob novo controlador e nova direção a partir de janeiro. A empresa deve ter, entre os integrantes de seu board, Amos Genish, que fundou no passado a GVT, empresa vendida à Telefônica Vivo, operadora da qual foi presidente.

A RJ DA OI
A Oi entrou em recuperação judicial em 2016, com uma dívida acima de R$ 65 bilhões. Desde então, vendeu edifício, torres, data centers, a unidade de telefonia móvel e, agora, a de fibra óptica. A empresa deve encerrar o processo de recuperação judicial ainda este ano, conforme decisão do juízo da recuperação.

Ao fim e ao cabo do processo, como já explicou o CEO da companhia, Rodrigo Abreu, a Oi terá como ativos a Oi Client Co, que reunirá os atuais clientes fixos e se concentrará na venda de banda larga, terá os clientes de telefonia fixa da concessão, a divisão de clientes corporativos, e a participação da Infraco.

Fonte: Telesíntese

Polícia Federal faz operação contra Grupo Bitcoin Banco

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Um grupo de empresas do setor de criptomoedas em Curitiba, conhecido como Grupo Bitcoin Banco, foi alvo de uma ação da Polícia Federal na manhã desta segunda-feira (5). A PF foi às ruas para cumprir mandados de prisão contra cinco pessoas.

Segundo nota da PF, o grupo empresarial estaria causando prejuízos em investidores que celebraram contratos de investimentos em criptomoedas. O nome da empresa, apesar de algumas suspeitas, não foi divulgado ainda.

A operação, batizada de Daemon, faz uma referência a mitologia grega, de um ser sobrenatural trabalhando em plano de fundo. Já no âmbito da computação, o nome dá a entender que um programa executa um processo em plano de fundo que não estaria sob controle direto do usuário.

Grupo Bitcoin Banco em Curitiba é alvo de operação de Polícia Federal
De acordo com a PF, a Operação Daemon visa aprofundar o conhecimento das ações de um grupo empresarial de criptomoedas em Curitiba, que estaria operando uma fraude para seus clientes.

Chamou atenção para os crimes falimentares, lavagem de capitais, prática de estelionato, organização criminosa e delitos contra economia popular e sistema financeiro nacional.

Com 90 policiais cumprindo os mandados em Curitiba e região metropolitana, a PF cumpre um mandado de prisão preventiva, quatro de prisão temporária e mais 22 de busca e apreensão. Todos foram expedidos pela 23.ª Vara Judicial de Curitiba, capital do Estado do Paraná.

A operação teria começado em 2019, com investigações da Polícia Civil do estado, que recebeu inúmeras queixas de investidores do suposto esquema. Apesar das promessas dos gestores de devolver o dinheiro, até celebrando termos de confissão de dívidas, a devolução dos valores nunca aconteceu.

No entanto, segundo a PF, em 2019, o grupo obteve uma decisão favorável na justiça para implementar um plano de falência. Em 2020 foi detectado que o conglomerado de empresas não cumpria as exigências falimentares e seguia oferecendo investimentos para pessoas interessadas.

Sem autorização da CVM, o caso foi levado a Justiça Federal, que repassou as investigações para a PF.

Lamborghini e veículos de luxo foram apreendidos, imóveis serão sequestrados para tentar reaver o R$ 1,5 bilhão de prejuízo que grupo causou a investidores
A Polícia Federal já detectou que os valores movimentados pelo TI da corretora estavam suspeitos. As investigações apontam que os recursos transferidos ao grupo pelos clientes eram, na verdade, transferidos aos líderes da organização.

Já os clientes, que viam apenas a interface da corretora, era fantasiado que supostas operações com lucros garantidos eram possíveis, dando a sensação de lucros diários. No entanto, no fundo, o sistema era apenas uma ilusão.

Os policiais indicaram que o investigado principal já cometeu crimes de mesma natureza em outros países, da Europa e até dos Estados Unidos. Em nota, a PF afirma que as ordens judiciais visam elucidar melhor a confusão, podendo ajudar a ressarcir as vítimas.

Além de imóveis e valores bloqueados, a PF divulgou uma imagem de veículos de luxo que podem ter sido apreendidos na operação Daemon, como uma Lamborguini. Apesar da PF não divulgar o nome do grupo empresarial que foi alvo das ações, investidores aguardam ansiosos para conhecer quem permitia a ação dessas arbitragens infinitas em seu sistema, prometendo ganhos acima do mercado.

Fonte: Yahoo! Finanças

Áudio. Miranda revela conversa com Dias: “Vou levar cigarro na cadeia”

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O deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) rebateu, nesta quarta-feira (7/7), a acusação feita pelo ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias para a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19. Na oitiva, Dias afirmou que os irmãos Miranda teriam envolvido o nome dele nas denúncias de corrupção na compra da Covaxin como retaliação por ele ter negado a concessão de um cargo ao servidor Luis Ricardo Miranda, irmão do parlamentar.

“É o famoso comentário que segue a mesma estratégia de todos: desconstruir a testemunha, né? Fazer ter uma dúvida para que a base bolsonarista faça o recortezinho, e essa vai ser a manchete do dia. E todo dia eles tentam aí desconstruir e não falam do fato. A empresa terceira não interessa, o fato de essa empresa estar em paraíso fiscal não interessa a eles, de ela não estar no contrato, também não interessa a ele.

Isso não interessa a base. Então, é criar narrativa, né?”, disse. Miranda também lembrou que nunca houve pedido por cargo e que a única menção feita pelo irmão foi pelo interesse de ser remanejado de setor dentro do Ministério da Saúde, onde atua como concursado.
“É o famoso comentário que segue a mesma estratégia de todos: desconstruir a testemunha, né? Fazer ter uma dúvida para que a base bolsonarista faça o recortezinho, e essa vai ser a manchete do dia. E todo dia eles tentam aí desconstruir e não falam do fato. A empresa terceira não interessa, o fato de essa empresa estar em paraíso fiscal não interessa a eles, de ela não estar no contrato, também não interessa a ele. Isso não interessa a base. Então, é criar narrativa, né?”, disse.

Miranda também lembrou que nunca houve pedido por cargo e que a única menção feita pelo irmão foi pelo interesse de ser remanejado de setor dentro do Ministério da Saúde, onde atua como concursado. “Como que o meu irmão, que é chefe do setor desde 2016, poderia querer outro cargo? Será que ele pediu o de ministro? O que eu me recordo era de que o meu irmão queria sair desse departamento pela quantidade de denúncias de roubos, para não chamar de corrupção, que esse departamento tem, o Delog [Departamento de Logística]. Isso eu me recordo, mas não por vantagem, pelo contrário: estava disposto a perder o cargo de chefia para ir a qualquer outro setor e que se livrasse de pessoas como Roberto Dias”, continuou.

Fonte: Metrópoles

Após 50 anos, teorema de Stephen Hawking sobre buracos negros é confirmado

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Até mesmo buracos negros, por mais estranhos e poderosos que pareçam, precisam obedecer a algumas leis da física. Uma delas, proposta por Stephen Hawking em 1971, afirma que o horizonte de eventos — a fronteira a partir da qual nada consegue escapar da fúria de um buraco negro — nunca encolhe com o passar do tempo. Quase 50 anos depois que o físico britânico previu esse comportamento a partir de cálculos matemáticos, e três anos após sua morte, cientistas dos Estados Unidos confirmaram que ele estava certo. A descoberta foi feita ao observar o “eco” criado pela fusão de dois buracos negros.
“Foi um alívio perceber que nosso resultado concorda com o paradigma que esperamos e confirma nosso entendimento dessas complicadas fusões de buracos negros”, disse um dos autores do estudo, Maximiliano Isi, do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), ao site Phys.org. A descoberta foi publicada nesta semana na revista científica Physical Review Letters.
Além do MIT, participaram do estudo cientistas das universidades de Stony Brook e Cornell, e do Caltech (Instituto de Tecnologia da Califórnia), nos EUA, que analisaram ondas gravitacionais, espécie de eco deixado por objetos e fenômenos supermassivos no universo. Mais precisamente, os cientistas deram uma olhada mais de perto nos dados da GW150914, a primeira onda gravitacional detectada pelo Ligo (Observatório de Ondas Gravitacionais por Interferômetro Laser), do MIT, em 2015. Este sinal, especificamente, foi produzido por dois buracos negros que se chocaram e fizeram surgir um novo, junto com uma imensa quantidade de energia que se espalhou pelo tecido do espaço-tempo na forma.
Se o teorema de Hawking estivesse correto, o horizonte de eventos deste novo buraco negro não poderia ser menor do que a área total da borda dos dois buracos negros anteriores. Para testar a ideia, os cientistas analisaram os dados da onda GW150914 antes e depois da colisão cósmica. O resultado: a área total do horizonte de eventos do novo buraco negro não diminuiu após a colisão. Pelo contrário, aumentou. Antes, as bordas dos dois buracos negros somavam cerca de 235 mil quilômetros quadrados. Depois da fusão, essa área ficou em cerca de 367 mil quilômetros quadrados. Ou seja, a previsão de Hawking, feita com base em modelos matemáticos, estava correta.
Esta é a primeira vez que uma observação direta confirma o teorema da área de Hawking, que já havia sido provado matematicamente, mas nunca observado na natureza até agora. Os cientistas alertam, porém, que até mesmo essa lei pode ter exceções. “É possível que haja um zoológico de diferentes objetos compactos e, embora alguns deles sejam buracos negros que seguem as leis de Einstein e Hawking, outros podem ser feras ligeiramente diferentes”, explicou Isi. O plano agora é continuar observando buracos negros pelo espaço para ver se a lei de Hawking continua valendo em todos eles. “Não é como se você fizesse esse teste uma vez e acabou. Você faz isso uma vez, e é só o começo”, acrescentou.
Para Thiago Signorini Gonçalves, professor do Observatório do Valongo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e colunista de Tilt, a descoberta é mais um avanço no complicado estudo de buracos negros — que, por sua vez, podem nos ensinar mais sobre como todo o universo funciona. “O funcionamento físico de buracos negros é algo bem difícil de estudar. É uma região bem pequena, com processos bastante complicados, que misturam relatividade geral e mecânica quântica. A janela que se abriu com as ondas gravitacionais nos permite estudar esses processos em detalhe, com evidências que até então eram impossíveis. Espero ver mais resultados semelhantes no futuro próximo.”.

Fonte: UOL

Padaria Cardabelle, no Dia do Panificador, celebra seguir em atividade

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No cenário de pandemia, a panificação foi considerada serviço essencial no Distrito Federal. Enquanto muitos estabelecimentos precisaram fechar portas, as padarias seguiram fornecendo o pão de cada dia à população. Celebrado em 08 de Julho, o dia do Panificador (Padeiro), é uma boa ocasião para lembrar a capacidade de reinvenção, adaptação, superação de crises e oferta de serviços que atendem a população de forma contínua.

A Padaria Cardabelle atravessa esse período tão difícil para todos, chegando aos quase 4 anos em atividade, fazendo as mudanças necessárias para garantir a produção diária e a segurança da equipe em face à pandemia e seus efeitos, manter o máximo de empregos possível, usando as redes sociais para se aproximar da clientela em tempos de distanciamento e isolamento social. Mestre Padeiro e empreendedor, o francês radicado em Brasília, Benoît Rataboul, explica que produtos usados na panificação têm subido de preço.

SUSPENSÃO – Outro fator indesejável, mas necessário e fielmente seguido, foi a suspensão de atendimento nas mesas, que impactou no faturamento, mas era uma medida necessária para “segurança da clientela e dos recursos humanos. Atender direto aumenta as vendas e a clientela quer muito que volte. Nossa previsão de reabertura é para o segundo semestre”, explica ele, prevendo o avanço da vacinação.

SEGURANÇA – Os cuidados com a saúde da equipe e da clientela trouxe gastos extras para vários setores, inclusive o de panificação, pois tornou necessário fornecer álcool em gel, EPIS para a equipe, como máscaras e luvas, limpeza específica. Esses gastos, segundo Rataboul, não chegam a impactar tanto nos custos da Padaria Cardabelle, mas ele avalia que num cenário de menor faturamento, qualquer gasto a mais é um custo extra que é absorvido, mas nem sempre é totalmente repassado.

Tivemos que nos adaptar, manter a qualidade do serviço, proteger funcionários/as com equipamentos e rotinas mais extensas de limpeza, além de afastar por alguns dias 3 ou 4 pessoas que tiveram suspeita de Covid, mantendo a remuneração. O Mestre Padeiro acredita que o momento não está fácil para ninguém. Afeta quem emprega, quem trabalha, os/as clientes, “todo mundo sofre, de alguma maneira, com a pandemia”. Conseguir continuar com o empreendimento, diante do cenário tão difícil, já é um motivo para celebrar o 8 de Julho.

SERVIÇO – Dia do Padeiro em Pandemia

Local/Horários: SHCN 403, bloco E (Cardabelle) – Diariamente, das 8h às 19:45

Telefones: 61 3033-6684 / 61 9226-5084
Redes: https://www.instagram.com/cardabellepadaria/

Café com Moça inaugura em Águas Claras

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Repaginado e renomeado! É assim que o antigo Ateliê do Brigadeiro estará pronto para receber o público. Localizado no Metrópole Shopping, em Águas Claras, o recém-batizado Café com Moça, promete trazer muitas delícias preparadas com um ingrediente amado e conhecido pelos brasileiros: o leite condensado Moça. O nome foi escolhido após a dona do local, Lidiele Rodrigues, conseguir o aval da marca de leite condensado para utilizar o nome, e também o ingrediente em suas receitas. A inauguração está prevista para o dia 9 de julho, e será o primeiro quiosque temático com doces à base de leite condensado Moça em Brasília e o segundo no Brasil.

O Ateliê do Brigadeiro surgiu em 2017, após a proprietária Lidiele Rodrigues, ter a ideia de vender doces na faculdade para custear as despesas do curso de odontologia. Logo em seu primeiro ano, os doces foram um sucesso, o que permitiu que dois quiosques fossem montados para atender alunos e funcionários na Universidade Católica de Brasília. Com o espírito de empreendedora e sempre em busca de novas oportunidades, Lidiele decidiu juntar o brigadeiro e o café, abrindo um novo espaço no shopping de Águas Claras, confirmando mais uma vez o famoso “Ateliê do Brigadeiro”.

Após muitas conquistas de melhorias para seus clientes, Lidiele conseguiu o uso do selo oficial da marca “Feito com Moça”, surgindo então um novo nome para a empresa: Café Com Moça. “Sempre buscamos usar ingredientes de alta qualidade em nossas receitas, e além do reconhecimento dos nossos clientes, veio agora o reconhecimento da marca.”, conta a proprietária. Lidiele mudou sua história quando começou a vender doces feitos com Leite Moça. Com muito trabalho, viu seu negócio evoluir e hoje se enche de orgulho do que já construiu e vem conquistando.

O conceito da marca é trazer felicidade através do doce mais amado do Brasil: o brigadeiro. O cardápio possui uma variedade de doces, que ao comer um, nos remete à infância, tudo envolvido na sensação de surpresa pelo sabor delicioso que Lidiele prepara. Sabor, frescor e qualidade são tópicos indispensáveis para a empresa. O local trabalha com encomendas e delivery próprio através do número: (61) 9 9606-0456, além de estar disponível em aplicativos de entrega, como Ifood e Uber Eats.

Sobre o Café com Moça – O projeto nasceu em 2017, quando sua fundadora, a confeiteira Lidiele Rodrigues, começou a desenvolver doces para custear as despesas do seu curso de odontologia. Logo após o seu primeiro ano na faculdade, e com o nome “Ateliê do Brigadeiro”, os doces foram um sucesso, o que permitiu que dois quiosques fossem montados para atender alunos e funcionários na Universidade Católica de Brasília. Desde então, a marca vem produzindo uma grande diversidade de docinhos, bolos, tortas e receitas em geral no ramo da confeitaria. Hoje, a empresa se chama “Café com Moça” e está localizada no Metrópole Shopping, em Águas Claras.

SERVIÇO

Café com Moça
Endereço: Av. das Araucárias, 1525 – Águas Claras, Brasília – DF
Horário de funcionamento: 10h às 20h
Telefone: (61) 9 9606-0456.
Instagram: @cafecommoca
Site: https://cafecommocadivulga.wixsite.com/website

Fonte: Infinito Comunicação

Claudio Oliveira, o falso Rei do Bitcoin no Brasil, é preso pela PF

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Dois anos depois de lesar milhares de investidores, que provavelmente nunca mais verão os recursos perdidos, a Polícia Federal (PF) prendeu nesta segunda-feira (05) Claudio Oliveira, o criador do grupo Bitcoin Banco. Oliveira chamava a si mesmo de Rei do Bitcoin para ajudar a promover suas empresas e atrair investidores com imagens de luxo e riqueza em uma fraude que pode chegar a R$ 1,5 bilhão.

A empresa operou grande parte de 2018, mas no início de 2019 todos os saques foram travados de um dia para o outro e depois disso os clientes nunca mais conseguiram sacar os saldos na plataforma. Na época, a empresa disse que havia sofrido um ataque hacker, o que não pôde ser comprovado após uma investigação da Polícia Civil.

Sem dar nome à empresa e aos prisioneiros, o chefe das investigações da PF, o delegado da Operação Daemon, Filipe Hille Pace, detalhou parte do funcionamento do esquema e até mesmo do passado do líder da empresa.

Conforme Pace, o Bitcoin Banco ganhou notoriedade por negociar dentro do seu sistema cerca de R$ 500 milhões por dia, algo que atraiu boa parte dos 7 mil investidores lesados.

Contudo, eram dados que existiam apenas no sistema interno chamado de Fortnox e não na blockchain do bitcoin.

O dinheiro de verdade era queimado pelos donos da empresa em carros de luxo, relógios, bolsas e propriedades. Os bitcoins, se ainda restar algum, não foram encontrados. O delegado, contudo, acredita que com as novas pistas coletadas nos mandados de busca e apreensão é possível que haja mais chance de descobrir o paradeiro dos ativos.

Pace também acredita que há um paralelo com uma empresa de Santos que usou uma estratégia parecida com a BWA, que fraudou os clientes em mais de R$ 300 milhões.

Indivíduo habilidoso

Segundo o delegado, o líder da organização criminosa teve problemas anteriores na Justiça. Ele chegou a ser preso em Portugal e extraditado para a Suíça, onde havia cometido crimes financeiros. Mais tarde, ele também aplicou fraudes em Miami, nos Estados Unidos.

Após o bloqueio dos saques, o grupo começou a dar as mais diversas explicações e promessas de acordos enquanto articulava um processo de recuperação judicial para reorganizar o passivo da empresa.

Pace diz que o grupo criminoso conseguiu ludibriar a Justiça ao apresentar uma carteira com 7 mil bitcoins para a juíza do caso. O problema era que não mostrou as chaves das carteiras onde tinham os supostos milhares de bitcoins. Ou seja: não provou a propriedade dos bitcoins.

“Ao longo do tempo, a empresa seguiu desfazendo dos recursos por meio de laranjas. A PF busca alcançar os valores para que sejam revertidos aos clientes”, disse.

O delegado explicou o processo da arbitragem infinita: no qual a compra e venda entre duas corretoras permitiam um lucro certo e com porcentagem definida. Uma espécie de spread fixo.

Presos
No total 5 pessoas foram presas: Oliveira, a esposa Lucinara, uma outra mulher ligada ao falso Rei do Bitcoin, o braço direito e mais uma pessoa que ajudava na dilapidação do patrimônio.

Investigações continuam, segundo o delegado: “Alguns indivíduos foram questionados hoje e são pessoas que mantiveram as transações em espécie e bitcoin com o líder”.

A ideia principal é fazer o rastreamento e recuperação dos ativos digitais.

Fonte: Portal do Bitcoin

Pátio Ferroviário será um novo bairro para abrigar 63 mil pessoas

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O Governo do Distrito Federal (GDF) e a União assinaram um protocolo de intenções para que seja construído um novo bairro dentro do Plano Piloto, na área chamada de Pátio Ferroviário de Brasília (PFB), localizada no extremo Oeste do Eixo Monumental. O terreno, pertencente ao Exército e à União, pode ganhar 21 mil imóveis para abrigar 63 mil pessoas numa área de mais de 4,2 milhões de metros quadrados.

Nesta segunda-feira (5), o GDF e a União, por meio da Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União (SPU), também assinaram cooperação técnica para dar andamento ao projeto do novo bairro. O acordo vai permitir o aperfeiçoamento do Plano de Uso e Ocupação do Solo, bem como o parcelamento e o projeto de alienação do imóvel, etapas essenciais dentro do cronograma de nascimento do novo bairro. Pelo GDF, esse trabalho conta com o apoio técnico da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh).

Não haverá repasse de recursos financeiros, sendo que caberá a cada uma das partes cumprir suas atribuições e utilizar recursos próprios. A área pertence ao Exército Brasileiro desde 2006, sendo ele o responsável pelo patrulhamento patrimonial, manutenção e conservação do terreno. A intenção é que seja construído um bairro com conceitos de sustentabilidade e de cidade inteligente.

“Nós tínhamos uma preocupação muito grande com o que poderia ser feito ali naquela área. A cerimônia de hoje tem um significado muito grande porque poderemos ter um dos bairros mais bonitos da cidade, atendendo todas as necessidades. Vamos transformar Brasília”, disse o governador Ibaneis Rocha.

Para o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Mateus Oliveira, “a assinatura do protocolo de intenções define, regulamenta e formaliza a conjunção de esforços no sentido de criar um novo bairro”, diz. Ainda segundo o titular da pasta, a estruturação financeira para desenvolvimento do projeto e venda dos futuros lotes será realizada pelo Banco de Brasília (BRB).

O chefe do departamento de Engenharia e Construção do Exército, General Júlio César Arruda, destaca que a criação do novo bairro vai possibilitar a construção de novas estruturas para os militares, como moradias e hospital. “Esse projeto representa uma grande esperança para o Exército Brasileiro porque vai possibilitar novos aquartelamentos, entre eles o de um novo hospital para as Forças Armadas. Queremos fazer novas moradias aqui no DF e em todo o Brasil e isso vem dos recursos que vamos angariar com esse projeto, um dos mais importantes em andamento”, afirmou.

Ordenamento territorial

O Plano de Ocupação do Pátio Ferroviário foi elaborado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), em parceria com os militares e com a Secretaria de Patrimônio da União (SPU). O documento estabelece diretrizes urbanísticas do novo bairro, como quais áreas e altura máxima que as construções poderão ter, assim como a delimitação do uso.

Conforme o plano, a ideia é valorizar os espaços públicos que devem ser amplos e arborizados, além dos investimentos em mobilidade, como construção de vias, calçadas e ciclovia. Haverá uma área destinada ao comércio e setores de saúde e educação.

Também será feita a integração com o sistema de transporte público, como ônibus, Veículos Leve sobre Trilhos (VLT) e trem para a conexão de outras áreas – DF-010, Eixo Monumental e os setores de Armazenagem e Abastecimento Norte (Saan), de Indústria e Abastecimento (SIA) e Complementar de Indústria e Abastecimento (Scia).

A proposta obedece aos parâmetros previstos na Lei Complementar de Uso e Ocupação do Solo do DF (Luos) e o Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot).

*Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh)

Empresa mineira é a primeira startup do mundo a desenvolver materiais de nióbio avançados e soluções inéditas para setores de saúde, beleza e agronegócio

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Startup mineira de Nanotecnologia e Inovação em Nióbio lançará produtos com materiais avançados para fins não metálicos, benéficos para o homem e para o meio ambiente
A startup mineira Nanonib – Nanotecnologia e Inovação em Nióbio inicia este ano a comercialização de soluções inovadoras, desenvolvidas a base de materiais contendo nióbio com elevado valor agregado em relação aos produtos concorrentes e benefícios tanto para o homem quanto para o meio ambiente. A Nanobib desenvolveu e investiu na primeira “nanoindústria” – uma unidade de industrial de processamento do nanomaterial do nióbio, em Belo Horizonte, que demanda um baixo custo de produção.
A startup escolheu Minas Gerais pelo ambiente de inovação na capital mineira e pela proximidade à Companhia Brasileira de Metalurgia e Minera&ccedil ;ão (CBMM), responsável por 80% do mercado mundial do nióbio e localizada no Estado.

A startup foi criada em 2019 em parceria com grupo de investidores privados e incorpora o sucesso de estudos científicos e tecnológicos das aplicações diversas dos nanomateriais de nióbio pelos sócios-pesquisadores e professores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). De acordo com o sócio da Nanonib e Professor Titular no Departamento de Química da UFMG, professor Luiz Carlos Oliveira, são mais de 15 anos de pesquisas e desenvolvimento de soluções envolvendo nióbio para fins não metálicos que têm gerado produtos inéditos, de grande valor agregado e com um potencial econômico e estratégico para o país. “A empresa possui diversas patentes e pesquisas, envolvendo a preparação, aplicação e soluções disruptivas baseadas na plataforma de nióbio.Os materiais avançados e as nanopartículas de nióbio podem ser utilizados em diferentes indústrias no Brasil e no mundo com fácil transporte e conservação”, afirma Oliveira.
Dentre os primeiros produtos já desenvolvidos pela Nanonib e, em fase de aprovação na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), está o insumo que originou o INNIB41®, uma solução antisséptica com eficiência testada e comprovada em laboratórios independentes. O produto é o primeiro no mundo a utilizar nióbio na composição para esta aplicação.

“O INNIB41® já está pronto para ser lançado no mercado, aguardando a aprovação do insumo pela Anvisa e será produzido também em Minas Gerais pela Yeva Cosmétiques com sede em Itaúna”, informa o diretor executivo da Nanonib, Joel Passos. A Yeva Cosmétiques foi escolhida por ter participado com sucesso na transferência de tecnologia da UFMG que originou um produto nanotecnológico para tratamento de queda capilar chamado Sanctio®.

O INNIB41® teve resultados positivos na desativação, limpeza e proteção das mãos contra o Sars-CoV-2, causador da Covid-19 e outras bactérias e vírus. O diretor-executivo da Nanonib revela que o produto demonstrou elevada eficácia nos estudos laboratoriais comparativamente aos álcoois gel e líquido, porque apresenta efeito residual prolongado e protege diferentes tipos de superfícies por até 24 horas.

Joel Passos revela ainda que o INNIB41® passou por testes, principalmente dermatológicos, não tem solvente, como álcool, e não causa reações adversas ou prejudiciais ao ser humano, podendo ser usado em pessoas de pele sensível como crianças, adolescentes, idosos etc.
A Nanonib também prevê a comercialização, ainda este ano, de um clareador para os dentes com nanomateriais de nióbio, que não utiliza o peróxido de hidrogênio (a popular água oxigenada), flúor, conservantes ou corantes. “Estamos inovando, criando o futuro em nióbio não metálico e desenvolvendo uma série de tecnologias e outros produtos avançados com base no nióbio que serão futuros ingrediente ativos e ou levarão soluções disruptivas a áreas como cosméticos, saúde e agrícola com resultados surpreendentes, além de não serem agressivos à saúde e ao meio ambien te”, afirma Passos.

O diretor executivo da Nanonib acrescenta que o ineditismo e o potencial gerador de valores das tecnologias desenvolvidas com o nióbio podem ser de grande interesse estratégico e econômico para o Estado, tendo em vista que Minas Gerais é o maior produtor de nióbio do mundo.
De olho na revolução tecnológica mundial que está prestes a acontecer, se já não está acontecendo, faz duas gigantes globais e brasileiras, a CSN e a CBMM, investirem em uma start up singapuriana focada no desenvolvimento do grafeno — o poderoso material flexível 200 vezes mais forte que o aço, mais fino que um fio de cabelo e abundante no Brasil. Esse revolucionário material vai se tornar a próxima revolução tecnológica mundial, com o Brasil à frente!

A Inova Ventures, o veículo de venture capital da CSN, acaba de comprar uma participação minoritária não especificada na 2DM, uma startup de Singapura focada no desenvolvimento do grafeno. A gigante do aço brasileiro CSN iniciou um grupo de trabalho dedicado ao grafeno nas instalações de seu centro de pesquisas em Volta Redonda. Já a CBMM, a maior produtora global de nióbio, já fez um aporte na startup em 2019.

Apontado como um dos materiais do futuro, o grafeno tem propriedades únicas como alta resistência e alta condutividade térmica e elétrica. Pode ser usado, por exemplo, para produzir baterias mais leves e eficientes ou materiais mais resistentes à corrosão.

O objetivo da 2DM é aplicar o material como um aditivo para melhorar diversas propriedades de materiais para mercados como o automobilístico, veículos elétricos, aeronáutico, marítimo, armazenamento de energia, defesa, eletroeletrônico, entre outros.

Fonte: Click Petróleo e Gás

Eduardo Saverin ultrapassa Jorge Lemann e se torna brasileiro mais rico do mundo

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O brasileiro cofundador do Facebook, Eduardo Saverin, ultrapassou o investidor Jorge Paulo Lemann e é hoje (5) o brasileiro mais rico do mundo, de acordo com o ranking de bilionários da Forbes. Saverin estudou em Harvard, junto com Mark Zuckerberg, em 2004, ano em que fundaram a rede social ao lado de mais três colegas. A maior parte de sua fortuna de US$ 19,5 bilhões é proveniente da participação na empresa.

Saverin também é responsável por outros negócios. Em 2016, por exemplo, ele lançou o fundo de risco B Capital, ao lado de Raj Ganguly, economista não listado no ranking da Forbes. O fundo de risco investe em empresas de tecnologia em estágio avançado, localizadas na Ásia, Europa e EUA, e já arrecadou US$ 766 milhões.

Nascido em São Paulo em 1982 e criado nos Estados Unidos desde 1992, Saverin renunciou à cidadania norte-americana em 2012 e é atualmente residente em Singapura. Em 2020, o empresário ocupou a 4ª posição no ranking de pessoas mais ricas do país asiático, da Forbes. Atualmente, na lista global, ele está listado no 95° lugar.

A fortuna de Jorge Paulo Lemann, que agora figura na segunda posição entre os brasileiros mais ricos do mundo, é agora estimada em US$ 19,4 bilhões, ante US$ 19,5 bilhões da última sexta-feira.

Além da nacionalidade brasileira, ambos também compartilham a passagem pela Universidade de Harvard. O dono da Ambev, no entanto, já possui 81 anos, o dobro da idade de Saverin, atualmente com 39 anos.

Fonte: Forbes