Início Site Página 2021

Cadastramento da vacinação: saiba como alterar os dados em caso de erro

0
Cidadão também tem a opção de cancelar o cadastro e efetuar um novo

JOHNNY BRAGA, DA AGÊNCIA SAÚDE-DF

Para agendar a vacinação contra a covid-19 (quando houver vagas), pessoas com comorbidades devem se cadastrar no site vacina.saude.df.gov.br. No site, é necessário preencher os dados pessoais e tipos de comorbidades. Em caso de erro no preenchimento, o mesmo site oferece a opção de alterar o cadastro. No entanto, é solicitado um código de confirmação informado no ato do cadastramento. Ocorre que muitas pessoas se esquecem desse código e não conseguem prosseguir com a alteração.

Nesse caso, há duas opções: registrar ouvidoria via internet ou procurar uma unidade básica de saúde (UBS) para alteração. Na primeira opção, é necessário informar os dados pessoais e o relato do problema para que seja verificada a situação e recuperado o código de confirmação. Vale destacar que há um prazo legal de até 20 dias para que a solicitação seja respondida via ouvidoria.

Caso já tenha sido feito agendamento e seja necessário proceder alteração no cadastro, também é preciso procurar a UBS mais próxima e solicitar o cancelamento ou proceder registro via ouvidoria, solicitando o cancelamento. Todas as UBS têm profissionais capacitados para fazer o cancelamento. Uma vez cancelado, será possível corrigir o cadastro e proceder novo agendamento quando tiver vaga disponível.

Agendamento

O cadastramento e a vacinação contra a covid-19 para o público com comorbidades começou no Distrito Federal. Todo cidadão entre 18 e 59 anos, com as doenças pré-existentes apresentadas abaixo, deverá se cadastrar no site vacina.saude.df.gov.br para posteriormente agendar a vacinação, conforme liberação de vagas a serem anunciadas no site da Secretaria de Saúde.

image.png

O cadastramento estará disponível para todo cidadão que apresentar alguma comorbidade apresentada acima. O sistema da Secretaria de Saúde irá reconhecer, através do CPF do usuário, se ele é portador de alguma comorbidade no caso de haver registro de atendimentos no SUS. Não havendo esse reconhecimento, o usuário poderá se cadastrar, no entanto, deverá apresentar um laudo médico quando for vacinar após um agendamento que será anunciado. Importante esclarecer que os dados informados devem ser comprovados, pois o cidadão declara estar prestando informações verdadeiras.

Para facilitar a apresentação do relatório médico nos pontos de vacinação, disponibilizamos um modelo da declaração médica a ser apresentado no ato da vacinação, que pode ser acessado e baixado aqui.

Especialista tira dúvidas sobre cirurgia bariátrica durante a pandemia

0

Procura pelo procedimento cresceu devido ao Coronavírus

Médicos já afirmaram que a obesidade é um dos principais fatores de risco para a Covid-19, e isso fez com que a procura pela cirurgia bariátrica tenha aumentado. Porém, há muitas dúvidas sobre a realização do procedimento nesse período, como riscos de complicações, suspensão de cirurgias, entre outras, e o especialista do Centro Médico São Miguel, Thales Maia, ajudou a esclarecer algumas dúvidas.

Segundo o médico, a procura pela bariátrica aumentou, pois as pessoas têm se conscientizado que a obesidade é uma doença e um grande fator de risco para a complicação da Covid-19. Thales afirma que a cirurgia bariátrica não fica suspensa nesse período, pelo contrário, mesmo estando no pico da pandemia, é indicado que seja realizado o procedimento, pois inclusive diminui o risco de complicação para pacientes que contraíram o vírus. Ou seja, a cirurgia bariátrica acaba sendo um fator de proteção para o paciente.

O especialista esclarece que a maioria dos pacientes sai do grupo de risco após realizar a cirurgia bariátrica. “Pessoas com comorbidades como hipertensão, IMC acima de 40, diabéticos, e pessoas com doenças pulmonares, por exemplo, acabam saindo desse grupo”, afirma.

Ao ser questionado se pessoas que realizaram a cirurgia bariátrica nesse período correm um risco maior, devido ao pós-operatório, o especialista garante que que não, pois o efeito metabólico pós-cirúrgico acaba sendo um fator de proteção. “Quando o paciente é obeso, fica em um estado inflamatório crônico, que cessa após a cirurgia”, diz.

Porém, há alguns casos em que o médico pode indicar que o procedimento seja adiado. Entre eles, pacientes com suspeita de Covid-19, que possuam alguma comorbidade desregulada, e se não houver vaga de UTI, pois apesar de não utilizar o leito, trata-se de um procedimento de rotina.

Thales lembra que quem fez a cirurgia pode e deve tomar a vacina contra a Covid-19. “Não há nenhuma contraindicação, em relação a nenhuma das vacinas,  por conta da cirurgia bariátrica, finaliza”.

Serviço:

Centro Clínico São Miguel

Endereço: SHLS 716, Bloco A, Ed. Pio X, Sala 402 – Asa Sul

Horário de funcionamento: 9h às 18

Telefone:  (61) 3964-9169

Instagram: @cmosaomiguel

Site: cmosaomiguel.com.br

Renata participa do lançamento de plataforma para melhoria da Educação Básica

0

 

Presidente nacional do Podemos, a deputada federal Renata Abreu (Podemos-SP) participou hoje (24/5), em São Vicente, da cerimônia de lançamento da plataforma PAR 4 do Plano de Ações Articuladas 2021/2024, do Ministério de Educação, que tem como objetivo a melhoria da qualidade da Educação Básica pública. Nesta etapa, Estados e municípios fazem o mapeamento e elaboram o diagnóstico de suas realidades educacionais para receberem apoio técnico e financeiro do MEC e do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação).

“É um momento muito importante para toda a região da Baixada Santista. A gente sabe que a Educação é a principal ferramenta de transformação social de uma nação. E com metas bem estabelecidas, com apoio dos governos estaduais e com as prefeituras mobilizadas, eu não tenho dúvidas que o avanço será grande. Que o PAR 4 seja realizado com sucesso e que o nosso Brasil possa avançar para chegarmos à Educação de máxima qualidade, que é o sonho de todos nós”, declarou Renata Abreu, uma das parlamentares mais atuantes no Congresso em defesa da Educação.

O PAR é um dos principais instrumentos orientadores das políticas educacionais desenvolvidas pelo MEC desde 2007, que tem como objetivo a promoção da melhoria da qualidade da Educação Básica pública, observadas as metas, diretrizes e estratégias do PNE (Plano Nacional de Educação); a elaboração de planos plurianuais das políticas de Educação pelos entes federados, com foco na melhoria do acesso e permanência dos estudantes e na qualidade da Educação Básica na rede pública.

Nesta quarta etapa, Estados, Distrito Federal e municípios fazem o mapeamento de suas redes de ensino e, a partir dele, elaboram o diagnóstico minucioso da realidade educacional estruturado em quatro dimensões: Gestão Educacional, Formação de Professores e dos Profissionais de Serviço e Apoio Escolar, Práticas Pedagógicas e Avaliação e Infraestrutura Física e Recursos Pedagógicos. A partir desse diagnóstico, a equipe responsável planeja e desenvolve um conjunto de ações que resultam no PAR.

São Vicente, administrada pelo prefeito Kayo Amado (Podemos), iniciou o seu levantamento sobre as principais necessidades na área educacional para os próximos anos para receber apoio técnico e financeiro da União para melhorias na Educação Básica pública. Dentre as prioridades do município estão equipamentos tecnológicos, climatização e melhorias na infraestrutura das unidades de ensino, assim como ampliar o número de creches e escolas.

Foto: Nilo Martins

NOTA À IMPRENSA

0
A Secretaria de Saúde informa que foi negativo para covid-19 o resultado do exame RT-PCR realizado no passageiro do voo que veio da Índia para o Distrito Federal. Essa pessoa teve contato com um passageiro que testou positivo para a covid-19 ao desembarcar no aeroporto de Guarulhos (SP).A secretaria esclarece que, mesmo com esse resultado negativo, ele seguirá em quarentena, sendo monitorado. Na próxima sexta-feira (28), fará um novo exame do tipo RT-PCR para detecção do coronavírus. Outro exame também será realizado na sexta-feira seguinte (4/6), quando se encerrará o período de quarentena.

Senador retira projeto que desestruturaria as profissões de zootecnista e medicina veterinária

0
 
         Atendendo pedido de várias instituições – inclusive do Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (NUCLEOVET) – o senador Zequinha Marinho (PSC-PA) decidiu retirar em caráter definitivo o Projeto de Lei (PL) 1428/2021 que tratava do exercício da profissão de zootecnista.

Ao transmitir a informação, o presidente do NUCLEOVET, Luiz Carlos Giongo (foto), assinalou que a ação das entidades oficiando embasada argumentação contrária ao PL foi uma medida necessária para evitar que fosse adiante um projeto que desfiguraria completamente a atividade do zootecnista e, por consequência, afetaria a medicina veterinária, trazendo muitas instabilidades jurídicas. “As profissões de médicos veterinários e zootecnistas podem sim trabalhar em conjunto, com respeito e coerência. Acreditamos que acima de tudo deva prevalecer o profissionalismo de cada um no exercício de suas atividades, mesmo onde ocorra a sobreposição de atribuições”, acrescentou Giongo.

Em manifestação oficial ao parlamentar-autor da proposta, o NUCLEOVET expôs de forma clara e contundente a contrariedade às alterações propostas pelo Projeto de Lei n° 1428 à profissão de zootecnista. Posicionamento idêntico foi adotado pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV).

Giongo lembrou que as atribuições, responsabilidades e prerrogativas do exercício da profissão de zootecnista estão estatuídas na Lei nº 5550/68. O fato dessa lei não ter sido, até hoje, regulamentada tem gerado algumas divergências em sua interpretação e aplicação.

De outro lado, o Projeto de Lei 1428/2021 patrocinado pelo senador Marinho não oferecia uma proposta justa e coerente para a regulamentação da profissão de zootecnista.

“Conforme citado pelo próprio Conselho Federal de Medicina Veterinária – entidade que abriga ambas as profissões, de Medicina Veterinária e Zootecnia – em documento despachado para o referido senador, é curioso que o Conselho Federal – como entidade máxima dessa área profissional – não tenha sido em nenhum momento consultado para a redação do texto do Projeto de Lei n° 1428/21”, observou o dirigente classista. “O resultado não poderia ser mais desastroso, visto que o Projeto de Lei desfiguraria a profissão de zootecnista, praticamente recriaria a profissão com atribuições estranhas, estabeleceria conflito com outras categorias profissionais e até usurparia competências privativas fixadas em lei”, acrescentou o CFMV.

O presidente do NUCLEOVET cumprimentou o senador paraense pela retirada em caráter definitivo da matéria, que deixa de ter tramitação legislativa. “Se fosse aprovado, o novo texto legal seria uma aberração e desorganizaria perigosamente o ordenamento jurídico que regulamenta as profissões vinculadas à medicina veterinária e áreas afins”, encerrou Luiz Carlos Giongo.

 

Crise dos insumos ameaça indústria da proteína animal em SC e no Brasil

0

POSICIONAMENTO INSTITUCIONAL – QUADRO SETORIAL e IMPACTOS INFLACIONÁRIOS

 

A ACAV – ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DE AVICULTURA, a AINCADESC – ASSOCIAÇÃO DA INDUSTRIA DE CARNES E DERIVADOS NO ESTADO DE SANTA CATARINA e o SINDICARNE – SINDICATP DA INDÚSTRIA DE CARNES E DERIVADOS NO ESTADO DE SANTA CATARIA, entidades afiliadas à Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que representa a avicultura e a suinocultura do Brasil, vem à público destacar o grave quadro setorial enfrentado pelos setores produtivos responsáveis por três das proteínas animais estratégicas para a segurança alimentar da população: a carne de frango, a carne suína e o ovo.

Em 2020, logo no início da pandemia, estes produtores foram convocados a garantir o abastecimento destes alimentos básicos, e assim ocorreu.  Foram investidos bilhões em todo o setor produtivo, com o compromisso de não apenas produzir, como também ampliar a oferta de alimentos para a nossa população – e aumentamos em todas as proteínas, seja em aves (6,5% de alta), suínos (5,5%) ou ovos (9,1%).   O Estado de Santa Catarina foi um dos principais colaboradores neste contexto, ofertando 14,88% da produção nacional de carne de frango, e 30,73% da produção de carne suína.

Entretanto, em meio ao quadro pandêmico, um quadro de forte especulação atingiu estes setores. O milho e a soja, insumos básicos que compõem 70% dos custos de produção, acumulam altas nunca registradas no País.  No caso do milho, houve registros superiores a 100% em diversas praças consumidoras do país.  No caso da soja, as elevações acumularam mais de 60% em relação ao mesmo período de 2020.  Em praças como Chapecó e Campos Novos, as altas giraram entre 113% de elevação no milho e, 71,6% de elevação no farelo de soja quando comparados ao ano anterior.

A estas altas se adicionam a outras, como o diesel (+ – 30%), a embalagem de papelão (+60%) e as embalagens rígidas e flexíveis (+ 80%).

Em 12 meses, conforme o monitoramento feito pelo Índice de Custos de Produção (ICP) da EMBRAPA Suínos e Aves mais recente (abril 2021), produzir frango está 39,79% mais caro em relação a abril de 2020 – já em um momento de forte alta de custos.  O mesmo ocorre com o setor de suínos, com alta de 44,5%.

Os efeitos nocivos desta forte especulação sobre os insumos já alcançam o consumidor, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (ICPA) do IBGE.   O consequente e inevitável repasse ao consumidor já está nas gôndolas, mas em patamares que ainda não alcançam os níveis de custos.  E há outro agravante: a carne de aves, de suínos e ovos que hoje estão com preços mais elevados foram produzidos utilizando grãos adquiridos em 2020 – quando os valores por tonelada eram menores.  Por isto, novas elevações de preços deverão alcançar a população brasileira nos próximos meses, em um momento crítico para a renda e para a segurança alimentar de nosso país.

Para evitar que o quadro se agrave ainda mais, as representações setoriais solicitaram ao governo medidas para que o setor de proteína animal do Brasil tenha igualdade de competição pelos insumos em relação ao mercado internacional, evitando a desindustrialização e a perda de postos de trabalhos, especialmente em cidades no interior do País.  Ao mesmo tempo, as representações buscam a redução da desigualdade de condições que existem entre importar e exportar os grãos.  Hoje é muito mais fácil embarcar grãos para o exterior do que importar.

Isto, por meio das seguintes medidas:

  • Viabilização emergencial das importações de milho e de soja estritamente para uso em ração animal.Hoje há desoneração de tarifa para esta importação, mas não há viabilização técnica;
  • Suspensão do imposto Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) sobre a importação destes insumos de países não-integrantes do Mercosul;
  • Suspensão temporária de cobrança de PIS e COFINS para importações provenientes de países extra-Mercosul, para empresas que não conseguem realizar Drawback;
  • Suspensão temporária de cobrança de PIS e COFINS sobre os fretes realizados no mercado interno;
  • Criação de sistema oficial de informação antecipada sobre exportações futuras de grãos, assim como ocorre em outros países, para dar mais transparência ao mercado de insumos, evitando situações especulativas como a atual.
  • Financiamento para construção de armazéns e realização de armazenagem para os produtos, dando mais estabilidade ao mercado;
  • Políticas de incentivo de plantio de milho e de cereais de inverno no Brasil;

A avicultura e a suinocultura do estado pedem apoio.  São 4 milhões de empregos diretos e indiretos em jogo em todo o país, juntamente com a segurança alimentar de nossa população.  Medidas rápidas são emergenciais para evitar que o quadro de perda de renda seja impactado pela redução de acesso à alimentos básicos, agravando a fome em nosso País.

 

Florianópolis/SC, 24 de maio de 2021.

 

        Irani Pamplona Peters                                    José Antônio Ribas Junior

        Presidente AINCADESC                                     Presidente SINDICARNE

 

 

Ricardo Castellar de Faria

Presidente ACAV

 

Valmet fornecerá sistema desfibrador para nova planta da Guararapes

0

 

A Valmet, líder mundial no desenvolvimento e fornecimento de tecnologias, automação e serviços para os setores de celulose, papel e energia, está desenvolvendo um novo sistema desfibrador para a empresa Guararapes. O equipamento será utilizado na produção de painéis MDF da companhia como parte de sua grande expansão na fábrica de Caçador (SC). A iniciativa, que terá início em 2022, dará à planta catarinense a maior capacidade produtiva da América Latina.

O sistema desfibrador é o ‘coração’ de uma fábrica de MDF, já que os cavacos de madeira são separados mecanicamente nas fibras componentes, característica que interfere diretamente no aumento da qualidade do produto final e no consumo específico de energia da fábrica.

“Precisávamos aumentar nossa capacidade de produção de MF há muito tempo, e a pandemia estimulou ainda mais a busca por essa demanda. A nova planta será instalada paralelamente às linhas de MDF existentes na fábrica de Caçador, o que dará ao Brasil uma das plantas de MDF mais modernas do mundo, sendo altamente produtiva e sustentável, e contando com a mais moderna tecnologia digital, como scanners para verificar a qualidade da superfície”, afirma o CEO da Guararapes, Ricardo Pedroso.

A Valmet foi escolhida como fornecedora da solução de desfibrador por já ser reconhecida como referência neste campo em outras fábricas de MDF já instaladas no Brasil. Além disso, as inovações da companhia finlandesa em digitalização, serviços remotos e refino de alta eficiência também tiveram papel importante na escolha da parceria.

“Do ponto de vista tecnológico, as soluções da Valmet são únicas em termos de qualidade e economia de energia. Tais características trazem grandes benefícios financeiros, tanto na redução de gastos operacionais contínuos quanto nos gastos de capital inicial”, explica o gerente de vendas em tecnologia de processamento de fibras da Valmet na América do Sul, Igor Panassol.

Informações sobre a entrega da Valmet

Além do Sistema Valmet Defibrator EVO, também será fornecido a Guararapes um sistema Valmet Steam Separator PV, referência na América Latina, responsável pela separação do vapor da fibra e sua disponibilização para outras aplicações.

Produção sustentável

Além dos ganhos em produtividade e economia, a nova fábrica da Guararapes também será referência na sustentabilidade de suas operações, já que os resíduos da madeira utilizada no processo de fabricação do compensado tornam-se matéria-prima na produção do MDF, o que resulta em qualidade e sustentabilidade no que se refere à economia de recursos e respeito à natureza.

Sobre a Guararapes

A Guararapes fabrica painéis de MDF e é uma das maiores produtoras de painéis de compensado da América Latina. Atualmente, exporta seus produtos para mais de 60 países. Com o recente anúncio de investimento na linha de MDF, a capacidade de produção aumentará para mais de 600.000 m³ por ano, tornando-se uma das maiores produtoras do país e totalizando cerca de 1.550M m³ por ano de produção de painéis de base florestal.

Sobre a Valmet

A Valmet é líder global no fornecimento e desenvolvimento de processos tecnológicos, automação e serviços para os segmentos de celulose, papel e energia. A visão da Valmet é se tornar líder global no atendimento aos clientes. O escopo completo de fornecimento inclui fábricas de celulose, linhas de fabricação de papel, cartão e tissue, além de plantas para geração de bioenergia. Os serviços abrangem desde manutenção e peças de reposição até melhorias nas fábricas. Já as avançadas soluções em automação da Valmet englobam desde simples medições até projetos de automação completos em toda a planta fabril, otimizando o uso de matérias-primas e energia. A Valmet possui mais de 14 mil colaboradores em todo o mundo e, na América do Sul, opera com unidades em Araucária (PR), Sorocaba (SP), Belo Horizonte (MG), Imperatriz (MA) e Concepción, no Chile. Mais informações: www.valmet.com.br

Ibmec firma convênio com a Associação dos Magistrados Brasileiros

0

Associados e dependentes terão desconto de 30% nos cursos de Pós-Graduação

 Com o objetivo de ampliar o acesso ao ensino em uma das principais escolas de negócios do país, o Ibmec assinou convênio com a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), concedendo bolsas de 30% de desconto para cursos de Pós-Graduação, na modalidade presencial. O acordo vai beneficiar associados e dependentes vinculados à entidade em âmbito nacional, que juntos totalizam mais de 15 mil juízes.

A cerimônia contou com as presenças da Dra. Renata Gil (presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros), Dr. Caetano Levi Lopes (desembargador diretor-presidente da Escola Nacional dos Magistrados), Marcela Carvalho Bocayuva (coordenadora da ENM), Professor Doutor Ricardo Caichiolo (gerente-geral do Ibmec Brasília), Filipe Guedes (gerente de Relações Governamentais do Ibmec) e Pedro Henricque Ferreira (coordenador de Relações Governamentais do Ibmec).

De acordo com a presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros, Dra. Renata Gil, o convênio pactuado entre a entidade e o Ibmec traz um importante movimento ao aperfeiçoamento dos magistrados no País, pois existe uma demanda permanente para a participação em cursos de aperfeiçoamento, e atualmente, a nossa Escola Nacional tem um método evolutivo de trabalhar da forma como os juízes precisam, tanto na teoria quanto na prática.

“Com a abertura da escola externa, as relações jurídicas e decisões do Supremo, entendemos que a AMB deveria ampliar o papel e buscar novas parcerias de ampliar o acesso à capacitação, bem como, o portfólio de cursos de longa e curta duração, de modo que atenda às necessidades e o perfil de cada juízo, portanto, essa parceria muito nos orgulha, pois os nossos associados têm um alto grau de exigência e satisfação de estar conosco, e por isso, nossa responsabilidade aumenta e precisamos entregar um serviço de excelência”, disse.

O desembargador Diretor-Presidente da Escola Nacional da Magistratura, Caetano Levi Lopes, que atua há mais de 42 anos na área jurídica, destaca que esse convênio é muito importante para a abertura de novas possibilidades de ensino aos magistrados, isso porque, a capacitação é uma oportunidade para a ascensão dentro da carreira jurídica, e hoje a ENM “tem uma necessidade de ampliar a atuação, nos três âmbito da Federação, nos níveis federais, estaduais e municipais, e o propósito de oferecer dentro do Brasil mais ofertas de ensino. No Brasil, temos muitas escolas de qualidade”, defende.

Segundo o gerente-geral do Ibmec Brasília, Professor Doutor Ricardo Caichiolo, a parceria com a AMB é essencial para estreitar as relações com a sociedade e ainda mais com a classe tão prestigiada para o Brasil, que são os magistrados. “Nós do Ibmec estamos honrados com a parceria estabelecida com a AMB. Os magistrados compõem uma classe fundamental para o desenvolvimento do país. O avanço da sociedade brasileira passa pela existência de um poder judiciário forte, e os magistrados são responsáveis por garantir que a justiça seja aplicada a todas e todos, sem distinção. Ficamos, portanto, extremamente felizes com a perspectiva de recebê-los – e também seus dependentes – em nossas pós-graduações. Eles contribuirão certamente com sua experiência e capacidade”, comentou.

O gerente de Relações Governamentais do Ibmec, Filipe Guedes, destaca que além das vantagens para o ingresso no Ibmec e o acesso ao portfólio de cursos de excelência, o laço entre a AMB e o Ibmec pode levar ainda a uma convergência de projetos pautados nos pilares de ESG que são desenvolvidos pela instituição de ensino.

Convênio

Os colaboradores/ associados / e ou dependentes, que sejam cônjuges, companheiros (as), filhos (as) e enteados (as), que quiserem obter mais informações sobre as bolsas de 30% de desconto para os cursos presenciais de Pós-Graduação poderão acessar o link: https://www.ibmec.br.

Sobre o Ibmec

Reconhecido como uma das mais importantes e qualificadas escolas de negócios do país, o Ibmec vem há 50 anos formando os verdadeiros protagonistas nas suas áreas de atuação e que estejam preparados para enfrentar os desafios do mundo. Pioneiro no MBA em finanças do Brasil em 1985, a instituição atualmente possui cursos de pós-graduação presenciais e online, entre MBAs, Global MBAs e LL.M., e um amplo portfólio de graduação em diferentes áreas: Economia, Finanças, Administração, Direito, Relações Internacionais, Engenharia, Comunicação e Arquitetura. Com unidades próprias no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e São Paulo, além de estar presente nas cidades de Fortaleza, Recife, Salvador, Campinas, Teresina, Manaus e São José. O Ibmec está preparado para proporcionar aos seus alunos um ambiente de colaboração, integração, experiência internacional e ensino de qualidade voltado à prática.

Projeto de Lei que altera regras de licenciamento ambiental traz pontos positivos e questionáveis

0

Proposta, aprovada na Câmara dos Deputados, seguiu para
votação no Senado. Ramboll, uma das maiores consultorias
ambientais do mundo, avalia que há prós e contras

O Projeto de Lei nº 3.729/04, que altera as regras do licenciamento ambiental, foi aprovado na Câmara dos Deputados e encaminhado ao Senado, onde passará por nova votação. O PL apresenta pontos positivos, que realmente auxiliarão a desburocratização do licenciamento ambiental no Brasil, o mais importante instrumento de política pública para a preservação do meio ambiente, e pontos questionáveis, segundo avaliação da Ramboll, uma das maiores consultorias ambientais do mundo.

Dentre os pontos positivos, a Ramboll destaca a utilização de instrumentos de mediação e conciliação quando houver conflitos no processo de licenciamento; maior detalhamento sobre estudos ambientais; modalidades novas de licenciamento, como o procedimento corretivo e o simplificado; e a possibilidade do licenciamento bifásico, único e por adesão e compromisso.

Contudo, o Projeto de Lei também traz questões polêmicas, que podem gerar insegurança jurídica. Dentre esses pontos, destacam-se os artigos 7° e 8° que ampliam o rol de atividades isentas do licenciamento ambiental, tais como obras de saneamento básico, de manutenção em estradas e portos, de distribuição de energia elétrica com baixa tensão e parte das atividades agropecuárias.

Também merece destaque o fato de que o Projeto prevê liberdade aos entes federados para a definição das tipologias de atividades ou empreendimentos sujeitos ao licenciamento no âmbito de sua competência. Essa proposta pode trazer insegurança jurídica, uma vez que não se terá regramento específico para o licenciamento, já que cada estado poderá criar o seu próprio.

“O projeto tal como aprovado pela Câmara, tem potencial para anular ritos de licenciamento para uma série de empreendimentos, além de flexibilizar o processo em diversos outros procedimentos”, explica Stella Vivona, especialista em Licenciamento Ambiental da Ramboll Brasil. “Isso poderá criar insegurança jurídica com potencial reflexo na economia.”, pondera.

SOBRE A RAMBOLL
A Ramboll é uma empresa de origem dinamarquesa, que está entre as maiores consultorias ambientais do mundo, empregando cerca de 16.500 pessoas, em 35 nações, dentre elas o Brasil. Tem forte representação nos países nórdicos, Reino Unido, América do Norte, União Europeia, Oriente Médio e Ásia-Pacífico. Atua nos seguintes mercados: edifícios, transporte, água, meio ambiente, saúde, energia e consultoria de gerenciamento. No Brasil, está presente em São Paulo (Capital e Valinhos), Rio de Janeiro, Minas Gerais (BH), e Espírito Santo com projetos em toda a América do Sul, incluindo na Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Uruguai.

Voto auditável já

0

O TSE teme que a urna eletrônica seja auditável. É preciso abrir a caixa-preta do TSE que tanto defende a utilização da urna não auditável.