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Jornalista Oswaldo Eustáquio denunciou esquema de venda de sentenças no STF

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O esquema de venda de sentenças no Supremo Tribunal Federal, organizado por esposas de Ministros, já havia sido denunciado pelo jornalista Oswaldo Eustáquio em 2020 e que foi cruelmente censurado por trazer a verdade.

Neste vídeo, Cabral delata a venda de sentenças por Dias Toffoli.

Confira o tuíte de Sandra Terena,  esposa de Eustáquio:

ENTREVISTA: “Divergências ideológicas devem ficar em 2º plano”, diz presidente do TJDFT

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Em entrevista, o desembargador Romeu Gonzaga Neiva fala sobre o cenário atual da pandemia da covid-19

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Ana Dubeux
(crédito: Samuel Figueira/Divulgação TJDFT )

É como um “otimista incorrigível” que o desembargador Romeu Gonzaga Neiva observa este momento de pandemia. Presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) desde 2020, ele inaugurou uma forma inédita de funcionamento do tribunal. Desde a posse, que ocorreu por videoconferência, o tribunal funciona remotamente.

“Tivemos um início completamente novo, inusitado, diferente, mas, por obra de administrações anteriores, nosso tribunal já estava muito bem aparelhado no ponto de vista de ferramentas tecnológicas, que permitiram a entrega da prestação jurisdicional sem descontinuidade”, destaca. Segundo ele, o TJDFT ganhou em produtividade e em redução de custos.

Para o desembargador, a pandemia há de deixar lições. “Espero que, assim como a pandemia abreviou os caminhos da nossa Justiça para a modernidade, que ela também abrevie o caminho da humanidade, no sentido de que o homem evolua mais rapidamente, em especial, nos valores da solidariedade.”

Como a Justiça e o direito se adaptaram para as novas demandas da sociedade diante da pandemia?
Eu vou me permitir responder tendo em vista o tribunal que presido, o TJDFT, pois é de onde eu tenho melhores condições e melhores elementos para poder emitir uma opinião. No nosso tribunal, desde o primeiro momento — e aqui quero lembrar da minha posse e de minhas colegas, que foi a primeira vez que foi feita por videoconferência — nós soubemos, na primeira quinzena de abril, que haveria um confinamento/fechamento ordenado. Tomamos posse por videoconferência e, no dia seguinte, já estávamos trabalhando sem condições de ir presencialmente ao tribunal, até porque, sendo eu, do grupo de risco, fui aconselhado pelo serviço médico a não ir às instalações.

Veja, tivemos um início completamente novo, inusitado, diferente, mas, por obra de administrações anteriores, nosso tribunal já estava muito bem aparelhado no ponto de vista de ferramentas tecnológicas, que permitiram que a entrega da prestação jurisdicional, a atividade judiciária, em seus vários níveis, não sofressem nenhuma solução de descontinuidade.
O tribunal continuou funcionando normalmente, os juízes de primeiro grau também. Claro que há de se dar o desconto de pequenas intercorrências, algumas situações de perplexidade, pois tudo era novo. Mas, com menos de 30 dias, a Justiça do Distrito Federal tomou o seu ritmo normal, continuou trabalhando e evoluindo — e isso é que é o importante. Aproveitamos o momento e começamos a evoluir dentro do contexto para que, daqui para frente, a Justiça possa ser exercida independentemente da existência, ou não, de uma situação de pandemia, como a que estamos vivendo agora. No nosso caso, nós nos adaptamos muito bem e antecipamos o caminho da digitalização, dos atendimentos por videoconferência, das reuniões remotas, etc. Estão funcionando até hoje, inclusive com ganhos de produtividade expressivos, e com uma economia de recursos muito grande.

Como a pandemia pode reforçar os valores humanistas da sociedade?
Bem, como sou um otimista incorrigível, talvez até por uma questão de autodefesa, tenho sempre a esperança, nesses meus mais de 70 anos de idade, de que o ser humano está sempre em evolução, melhorando como ser humano. Dessa forma, espero que, assim como a pandemia abreviou os caminhos da nossa Justiça para a modernidade, que ela também abrevie o caminho da humanidade, no sentido de que o homem evolua mais rapidamente, em especial, nos valores da solidariedade.

É possível ter um olhar poético diante desse momento difícil? Como faz para aliviar a tensão?
Pessoalmente, a primeira coisa que fiz foi me conscientizar de que, apesar do tamanho e da seriedade do problema, ele não poderia ser maior do que minha ação, do que aquilo que eu, como ser humano, devo fazer. Então, procurei nitidamente me desligar de agruras, de sofrimento, e procurar tirar proveito, no dia a dia, das coisas boas que continuam acontecendo com cada um de nós. Para aliviar minha tensão, eu trabalho mais! O computador, eu ligo na hora que levanto e desligo meia-noite. Para dizer a verdade, nós não temos nem muito tempo para ficar pensando nos males, embora, por infelicidade, tenhamos sofrimento com servidores e colegas que acabam sendo alcançados pela infecção e padecendo. Mas, ainda assim, a tensão é aliviada com o trabalho.

O que mudou na sua rotina neste ano de pandemia?
Eu e minha família somos pessoas muito simples. Eu e minha mulher não somos de badalação e, como bons mineiros, desde que saímos de Minas Gerais — assim que casamos e viemos fazer concurso em 1979/1980 — nunca perdemos o contato com as pessoas de lá, onde temos minha família e os familiares da minha esposa. Nossa rotina mudou porque, como somos do grupo de risco, nós não saímos de casa. Antes da pandemia saíamos para ir a Minas, para encontrar com os parentes, com os amigos e ter alguma diversão. Assim, aqui em Brasília, não alterou muito não, embora seja bastante penoso conviver da forma como estamos atualmente.

Como ficam as grandes questões da humanidade no pós-pandemia?
Bem, nós temos um exemplo para quem vê história, quem gosta, quem, por ventura, viveu aquela época da gripe espanhola, no início da segunda década do século 20. Foi uma situação parecida com a de hoje, muitas mortes, muita dor, não havia remédio, muita incredulidade, não havia vacina e eu não sei o que a humanidade aprendeu com aquilo, porque nós tínhamos acabado uma guerra e, suprimida a pandemia, nós entramos na Segunda Guerra. Mas, como disse, sou otimista. E acho que alguma coisa de bom surgirá, depois dessa pandemia, na humanidade.

O momento exige resiliência e ativismo solidário. Pessoalmente, se engajou em alguma atividade coletiva, mesmo a distância?
Nesse aspecto, quero dizer que, de fato, não ingressei em qualquer atividade a distância, mas porque, desde antes, eu já pertencia a uma entidade — já estou nela há 30 anos — que desenvolve ações solidárias, independentemente de pandemia ou não. E, na pandemia, a coisa fica mais dinâmica. Continuo apenas dentro dessa minha entidade e, por meio dela, prestamos solidariedade. Mas sempre que posso, converso e incentivo outras pessoas do meu relacionamento para que procurem ações dessa natureza, e algumas têm se despertado para isso.

Que ensinamento este momento nos deixa?
Acho que um pouco de reflexão, ou muita reflexão, quanto ao que é o ser humano, cheio de defeitos, cheio de coisas que realmente não levam a bom lugar, como, por exemplo, vaidade e orgulho. E espero que tiremos ensinamentos desses momentos difíceis, tristes e dolorosos, e tenhamos a clareza e a iniciativa de repensar alguns defeitos que todo ser humano tem.

O senhor vive em Brasília há 41 anos, como “sentiu” a cidade neste ano de pandemia?
Eu sempre participei da cidade, mas, com o advento da pandemia, por questões de saúde, questões sanitárias, nesse mais de um ano, devo ter saído da minha casa uma ou duas vezes. Então, pessoalmente, não tenho como fazer qualquer avaliação, qualquer juízo de valor de como está a nossa cidade. Tenho ouvido e visto, por meio da imprensa, queixas e reclamações de pessoas que necessitam sair de casa por um motivo ou outro. Porém isso faz parte, é um dos ingredientes que esse mal está trazendo para nós, que é sofrer com as dificuldades cotidianas de grandes cidades.

Como vê a perda de tantos brasilienses na pandemia? Os governos deveriam ter sido mais céleres nas decisões? Que exemplo, no mundo, poderia ser usado no Brasil?
Vejo essa situação com muita tristeza, tanto na questão familiar — em que tivemos perdas realmente tristes — quanto de amigos, que também os perdi. Também no trabalho, nós perdemos um dos maiores desembargadores do tribunal, que era George Lopes, além de alguns servidores e pessoas próximas, que infelizmente sucumbiram. Quanto ao exemplo que o Brasil poderia ter seguido do mundo, acho que o melhor exemplo para nós é a Inglaterra. O primeiro-ministro de lá, nos primeiros dias, parece que não acreditava no alcance da pandemia. Mas depois se rendeu ao próprio vírus e, a partir daí, aquele país virou um exemplo de como lutar e ganhar uma guerra. Parabéns para eles.

A união em torno de um projeto suprapartidário para mitigar os efeitos da pandemia nos próximos anos é possível?
Esse é o melhor dos mundos: que nós, como sociedade, nos conscientizássemos que as divergências ideológicas e político-partidárias, neste momento, teriam que ficar em segundo plano e, no primeiro plano, teria que existir um olhar para o ser humano. Acho que, com o possível reconhecimento dos efeitos da pandemia que alguns dizem que ainda podem vir, ou com a permanência deles nos próximos anos, muita gente vai ter consciência que temos que fazer uma certa revisão em nossas ações. Assim esperamos.

FONTE: CORREIO BRAZILIENSE

 

Cunhado de ministro do STF é pego em boca de fumo em Fortaleza

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O empresário Valdemir Feitosa foi preso na tarde deste sábado (22) pela Polícia Militar em uma boca de fumo no bairro Papicu, em Fortaleza-CE. Junto a ele estava uma arma de fogo ilegal.

No apartamento de Feitosa foi encontrado um verdadeiro arsenal que incluía fuzis, pistolas, revólveres e espingardas, além de muita munição. Valdemir é irmão da esposa de Gilmar Mendes, a senhora Guiomar Feitosa Lima Mendes.

O nome do ministro ficou entre assuntos mais comentados do Twitter, juntamente com o vídeo do arsenal. Confira:

 

 

 

Em 2022, sai Álvaro Dias e entra Oswaldo Eustáquio

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Em 2015, o senador Álvaro Dias foi um dos principais articuladores que trabalharam para aprovar o nome de Edson Fachin, ministro militante indicado por Dilma ao STF.

Só isso já deveria ser necessário para mandá-lo pra casa em 2022 e eleger senador o jornalista investigativo Oswaldo Eustáquio. O Brasil vai ganhar muito com essa troca. Chega de mimimi de Álvaro Dias.

Afinal de contas, o competente e querido  jornalista Oswaldo Eustáquio tem sido a antítese dos desmandos do STF e sua candidatura ao Senado pelo Paraná em 2022 tem dois objetivos: julgar com justiça aqueles que o julgaram com injustiça e aposentar Álvaro Dias, que tem tramado contra o presidente Jair Bolsonaro.

 

 

Afrebras analisa pré-candidatura de “senador Coca-Cola” à Presidência

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Foto: Sérgio Lima/PODER 360
Parlamentar apresentou seu nome para disputar eleição em 2022

As eleições presidenciais de 2022 se tornam algo cada vez mais tangível e próximo de nossa realidade. Assim, nomes começam a ser sugeridos e pré-candidaturas nascem. Diversas opções já foram apresentadas, uma delas é o “senador Coca-Cola”, Tasso Jereissati (PSDB/CE), que tem ganhado força nos últimos meses. O próprio senador, em entrevistas, tem dado a entender que é sim opção do PSDB para a Presidência em 2022.

Esse posicionamento traz preocupações ao setor de bebidas regionais, visto que Jereissati, além de ser considerado o político mais rico do Brasil, é acionista da segunda maior engarrafadora de Coca-Cola no Brasil.

Não sendo suficiente seu relacionamento direto com a multinacional de bebidas, denúncias foram apresentadas que apontam que Jereissati utilizou seu cargo público, como senador da República, para obter benefícios como empresário da multinacional de bebidas.

Vemos que uma eventual eleição do “Senador Coca-Cola” pode representar conflito de interesses, pois a situação geraria confronto entre interesses públicos e privados, o que comprometeria o interesse coletivo por influenciar, de maneira imprópria, o desempenho da função pública.

Assim, sabendo do histórico de atuação de Jereissati no Congresso Nacional, sempre buscando atender os benefícios de multinacionais do setor de bebidas, e que já utilizou seu cargo para conseguir benefícios como empresário da Coca-Cola, uma eventual eleição dele para o cargo máximo do país é preocupante.

O setor de bebidas é extremamente oligopolizado e favorável a multinacionais do setor em detrimento das empresas nacionais. O prejuízo de uma maioria a favor de poucos tem sido a regra. A concentração de mercado e a exclusão da concorrência foram impostas à indústria nacional de bebidas a partir de uma distorção fatal.

Por isso, quando elegemos um Presidente da República, não deveríamos nos preocupar com possíveis conflitos de interesse. Aquele que assume a Presidência deve levar a vontade da maioria em consideração, buscando o melhor para todos e não a vontade de uma minoria setorial, visando atender justamente aquela minoria.

Logo, tendo conhecimento das dificuldades do setor e o fato de que Jereissati já se utilizou de seu cargo para beneficiar a Coca-Cola, o que garante que ele não fará o mesmo como Presidente da República? É um cargo no qual seu ocupante deve pensar nos interesses de todos os brasileiros e não de um grupo econômico seleto.

Casos de dengue apresentam queda de 81,5% no Distrito Federal

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Ações contra o mosquito foram intensificadas e vigilância ao mosquito deve começar dentro de casa

ADRIANA SILVA, DA AGÊNCIA SAÚDE-DF

Os casos de dengue no Distrito Federal seguem em queda quando se compara com o mesmo período de 2020. Até o momento, já foram notificados 5.629 casos prováveis da doença, um decréscimo de 81,5%. Considerando a complexidade da infecção pela doença, este ano foram registrados 61 casos com sinais de alarme, 7 graves e cinco óbitos. No mesmo período do ano passado, foram registrados 30.467 casos e 22 óbitos.

Os dados são do último boletim epidemiológico, divulgado no dia 21 de maio. Para que os números continuem em queda, a Secretaria de Saúde vem intensificando as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti em todas as Regiões Administrativas do Distrito Federal.

De 1° de janeiro a 20 de maio, foram realizadas 496.526 inspeções em imóveis do DF. Destes, 74.507 estavam fechados e 1.096 se recusaram a receber as equipes da vigilância sanitária. Nos demais, os agentes de Vigilância Ambiental orientaram os moradores e eliminaram possíveis focos e criadouros.

A dengue no DF

As regiões que mais apresentaram casos prováveis da doença, foram Planaltina com 1.255, seguida por Ceilândia que apresentou 569 casos, Sobradinho (557 casos), Sobradinho II (438 casos) e Paranoá, com 277 casos.

Dos óbitos registrados, três foram em moradores de Ceilândia e dois residentes de Planaltina.

A Secretaria de Saúde segue monitorando os índices da doença e realizando ações de prevenção e conscientização em todo o DF. Além disso, nas regiões com maior incidência é feita aplicação do UBV pesado (fumacê) em horários específicos e programados.

Para que os casos permaneçam em queda, é necessário que cada um faça sua parte e mantenha a vigilância contra o Aedes aegypti. A Secretaria de Saúde lembra que a luta contra a dengue começa dentro de casa.

Dia do Hambúrguer – dicas saborosas para comemorar no JK Shopping  

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Na próxima sexta – feira (28) é comemorado o Dia Mundial do Hambúrguer, uma das comidas mais amadas e consumidas pela população mundial – com receitas que não conhecem limites e fazem sucesso em todas as suas versões.

Apesar de ter sido popularizado pelos Estados Unidos, a iguaria surgiu na Alemanha, na cidade de Hamburgo, que deu origem ao nome. Após ser levado por imigrantes para os EUA, os americanos adicionaram o pão à receita. Com o passar dos anos vieram os diferentes acompanhamentos e blends de carne e, hoje, podemos falar sem receio que os hambúrgueres deixaram de ser mais um lanche para ocupar o espaço de refeições completas, para todos os gostos e bolsos.

A seguir, confira um roteiro de deliciosas opções para celebrar a data no JK Shopping:

No Bob’s a boa pedida é o Tentador de Carne (R$30), um suculento hambúrguer artesanal preparado com maionese, alface, tomate e pão brioche. Para os amantes de bacon a dica é o Bib’s Bacon (R$ 24,90) do Habibs – a delícia leva pão com gergelim, maionese, alface americana, tomate fatiado, carne de hambúrguer, queijo prato, bacon e cremely. No McDonald’s a sugestão é o Picanha Cheese Salada (R$ 32) que leva carne de picanha, molho de picanha, pão brioche, cebola crispy, alface, duas fatias de queijo cheddar e duas fatias de queijo ementhal.

É um degustador raiz e gosta de ovo no hambúrguer? Temos também! No Giraffas o combo do X – EGG Bacon Burger (R$ 12,99) é composto por um delicioso hambúrguer com queijo, ovo, bacon e maionese, com fritas e um refri de 400ml de acompanhamento.

Para quem tem muita fome as sugestões são: o QG Monstruoso (R$ 33,99) do QG Jeitinho Caseiro – são 320 gramas de carne em dois hambúrgueres, pão brioche, muçarela, salada e molho. No 1000 lanches a dica é o 1010 ( R$ 14,99), preparado com dois burgers de 100 gramas, pão brioche, alface, maionese artesanal, duas fatias de cheddar e cebola caramelizada. O Duplo Master Turbo (R$ 26,99), é a sugestão do Master Foods, a iguaria leva pão brioche, dois blends de 120g, duas fatias de queijo cheddar, duas fatias de bacon, salada e molho especial.

No restaurante Outback o Outback Burger (R$ 44,90) é a pedida para a data.  Preparado com um hambúrguer de 200g, picles, cebola roxa, queijo, tomate, alface e bacon – acompanha batatas fritas rústicas. E para finalizar esse apetitoso tour, a sugestão é o Mega Staker Insano (R$ 39,90) do Burger King. A delicia leva pão com gergelim, bacon, queijo, requeijão, cebola furiosa e molho staker.

Depois de tantas dicas fica até difícil escolher né? Para quem é apaixonado pela delícia, este é o momento propício para apreciar o prato sem moderação e deixar a dieta de lado.

 

JK Shopping

Site: http://www.jkshoppingdf.com.br/

Instagram: @jkshopping_df

Facebook: facebook.com/jkshoppingdf

Horário de funcionamento:

Segunda à sábado: das 10h às 22h

Domingos e feriados: lojas das 14h às 20h/ Alimentação e Lazer: das 12h às 22h

Endereço: Avenida Hélio Prates QNM 34 – entre Taguatinga e Ceilândia

Telefone: (61) 3246-8601

 

 

SENADOR RENAN CALHEIROS E MEMBROS DA CPI DA COVID PODEM SER PROCESSADOS NA LEI DE ABUSO DE AUTORIDADE

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​A forma como vem sendo realizado os interrogatórios pelo Senador Renan Calheiros e alguns membros da CPI da Covid-19, se enquadra nos crimes previstos na Lei de Abuso de Autoridade (Lei 13.869 de 2019), uma vez que os senadores são agentes públicos, no exercício de função e estão abusando do poder que lhes são atribuídos com a finalidade especifica de prejudicar outrem ou beneficiar a si mesmo ou a terceiro, ou ainda por mero capricho ou satisfação pessoal (art. 1º e seus parágrafos).

​A punição dos senadores poderá ser penal (incondicionada ou privada), cível mediante reparação de danos e administrativa, mediante denúncia ao conselho de ética do Senador.
​A ação penal é de competência do STF, a ação cível é de competência do Juiz Federal do Distrito Federal e a ação administrativa, de competência da Comissão de Ética do Senado.
​A sentença penal, cível ou administrativa poderá dentro outros gerar a inabilitação para o exercício do mandato parlamentar, pelo prazo de 1 a 5 anos, podendo ocorrer até a perda do mandato.

​Os tipos penais que estão tipificados, dentre outros, dos artigos 23, 25, 28, 29, 31, 36 e 41-A (este gera inelegibilidade após condenação em segunda instância, pela pena ser superior a dois anos) e artigos 32, 33, 37, 38 e 41-A, cuja a pena máxima é de dois anos, gerando todos a perda dos direitos políticos durante o prazo da pena.

​Resta agora, aguardar que os prejudicados adotem as posturas para punir os excessos dos senadores na CPI. Afinal vivemos num Estado Democrático de Direito.

Paulo Goyaz – advogado OAB/DF 5.214

Nelson Piquet abre o jogo com Eduardo Bolsonaro

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Não ousem investigar Toffoli

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Assim como todos aqueles que apuraram as suspeitas sobre Toffoli, o delegado da PF que pediu para investigar o caso do ministro também deve ser punido

“De forma discreta, o Supremo Tribunal Federal julgará a partir desta sexta-feira um recurso que pode anular toda a delação premiada de Sérgio Cabral”, diz a Crusoé.

“O desfecho do julgamento ainda é uma incógnita, mas nos bastidores do Supremo não há dúvida de que ao menos a parte relativa a Toffoli será solenemente mandada para o arquivo. Algo, aliás, que é bastante comum sempre que surgem suspeitas envolvendo o ministro. A história é sempre a mesma. Com um detalhe inquietante. Além de não virarem apurações formais – nem que seja para, ao final, feitas as averiguações necessárias, concluir que ele é inocente –, os casos quase sempre se viram contra os investigadores que ousam tentar verificar as acusações contra o ministro.”

Como revela a Crusoé, é o que deve ocorrer novamente agora, com o delegado Bernardo Guidali, da PF, que pediu para investigar o ministro delatado.

Assine a Crusoé (que foi censurada pelo STF depois de publicar reportagem sobre… Dias Toffoli) e leia a matéria completa aqui.