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    Jurista explica como funciona uma investigação contra ministro do STF

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    Pela primeira vez, a Polícia Federal protocolou um pedido de investigação contra um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A solicitação, feita na semana passada, tem como base a delação feita pelo ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral de que Dias Toffoli teria recebido R$ 4 milhões por suposta venda de sentenças a dois prefeitos do Rio de Janeiro quando integrava o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    Após receber o pedido, o ministro Edson Fachin, que é relator da Lava Jato no Supremo, o encaminhou à Procuradoria-Geral da República para que se manifeste. “Isso acontece porque a delação de Cabral, homologada por Fachin em fevereiro do ano passado, originou 12 investigações contra parlamentares, ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal de Contas da União (TCU). Após análise do STF, esses autos foram encaminhados ao procurador-geral Augusto Aras, que pediu o arquivamento de todos os processos. Como a PF pediu a reabertura, é natural que a PGR seja consultada”, afirma a jurista e mestre em Direito Penal, Jacqueline Valles.

    PF protocolou pedido de investigação
    ao STF contra o ministro Dias Toffoli

    A criminalista explica que a Polícia Federal só pode solicitar uma nova investigação se houver novas provas ou indícios que não foram analisados na época em que a PGR pediu o arquivamento dos inquéritos. “Por se tratar de um ministro do STF, que tem foro privilegiado, os órgãos que participam do processo investigatório são diferentes de uma investigação comum. A Polícia Federal, pela Constituição, tem a prerrogativa de investigar o ministro. O inquérito, nesse caso, é presidido por um delegado da PF e todas as ações, como quebra de sigilo e diligências, precisam ser autorizadas por um juiz, que, nesse caso, tem que ser um ministro do STF”, explica Jacqueline.

    Ao final das investigações, o inquérito precisa ser submetido à avaliação da Procuradoria-Geral da República. “A decisão de denunciar alguém é uma prerrogativa do Ministério Público. Se houver algum tipo de denúncia contra Toffoli, a análise deve ser feita pela PGR. E se a PGR aceitar a denúncia, o processo é julgado pelo STF, obviamente sem a participação de Toffoli”, explica a jurista.

    Corte independente e harmônica…

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    “Alexandre de Moraes: Conduz inquéritos ilegais. Fachin: usa vídeo falso. Barroso: debate com Felipe Neto e foge do debate do voto impresso e auditável. Toffoli é acusado de vender sentenças. Esse é o STF, a corte mais independente e harmônica entre si.” Luis Lakombi

    Pray for Israel

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    Hoje nosso café é com solidariedade ao querido povo israelense que vem sofrendo brutais ataques de terroristas do Hamas. Evangélicos em todo o mundo oram por Israel.

    Só o TSE acredita na urna eletrônica

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    É incrível como ministros do STF e do TSE defendem com veemência a utilização da urna eletrônica nas eleições. Hackers já invadiram poderosos sistemas mas mesmo assim, para os supremos ministros, a urna é “inviolável”. Então, por quê grandes nações democráticas não utilizam as tais urnas eletrônicas? E por quê não se pode ter o voto impresso? O que esconde o TSE? É preciso abrir essa caixa-preta urgente!

    Quando comecei a falar sobre a vulnerabilidade das urnas eletrônicas, e denunciei a empresa Diebold-Procomp, era comum meu site ser atacado por hackers.

    Tem muita coisa errada nessa angústia do TSE de utilizar as urnas eletrônicas.

    Tá explicado porque Toffoli mandou arquivar inquéritos a partir da delação de Cabral

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    Em 2020, o ministro do STF  Dias Toffoli mandou arquivar todos os inquéritos abertos a partir da delação de Sergio Cabral. Mas o que ele não contava era que a PF tinha uma delação envolvendo seu nome feita pelo próprio Cabral, sob suposto recebimento de propina em venda de sentenças.

    Tá com medo?

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    Pai da urna eletrônica deixa chefia no TSE a pedido

    Saída coincide com pedidos de Bolsonaro pelo voto impresso nas eleições de 2022

    CB
    Correio Braziliense

     

    (crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

    O chefe da Secretaria de Tecnologia da Informação (STI) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Giuseppe Dutra Janino deixou o cargo nesta terça-feira (11/5), após 25 anos de serviços prestados à Justiça Eleitoral. Conhecido como o pai da urna eletrônica, por ter participado do grupo que projetou o equipamento, deixou o cargo a pedido.

    Foi nomeado em seu lugar Júlio Valente. Ainda ontem, foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) a nomeação de Carlos Bastide Horbach como novo ministro titular do Tribunal. Ele assumirá a vaga de Tarcísio Vieira de Carvalho Neto, que encerrou seu último biênio na Corte.

    A saída de Janino coincide com pedidos por parte do presidente Jair Bolsonaro para aprovação do voto impresso. “Com toda certeza nós aprovaremos no Parlamento e teremos, sim, uma maneira de auditar o voto por ocasião das eleições de 2022. Ganhe quem ganhar, mas na certeza, não na suspeição da fraude”, afirmou no final de semana o mandatário, que acrescentou ainda que, se o Congresso aprovar voto impresso, esta será a maneira de realização das eleições de 2022, ou “não terá eleição”.

    Fonte: Correio Braziliense

    INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O 2° PRÊMIO DETRAN-DF DE EDUCAÇÃO DE TRÂNSITO 

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    Em vídeo, Lula defende pena de morte e porte de arma para o cidadão (mas isso, décadas atrás…)

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    Enquanto isso, na CPI da Covid…

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    Ministro não investiga ministro?

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    No STF, qual é a chance do ministro Edson Fachin autorizar investigação de Dias Toffoli solicitada pela PF, após delação de Sérgio Cabral? Zero, ou zero?