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    Mercado financeiro – o que é? Como funciona?

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    Basicamente, o mercado financeiro é onde se negociam valores. Esses negócios podem ser feitos por pessoas e/ou empresas e devem ser intermediados por uma instituição financeira autorizada pelo Banco Central, por meio de taxa cobrada sobre as operações. Esses intermediadores são bancos, corretoras ou financeiras. O mercado se divide em quatro categorias:

    Capitais (Compra e Venda de ações);
    Crédito (Operações de empréstimo);
    Câmbio (Troca de Divisas – Moedas);
    Monetário (Operações de controle da oferta de moedas).

    Mercado de Capitais é aquele em que atuam as empresas de “capital aberto” — em que ações e títulos são comprados e vendidos. Ele existe para gerar liquidez aos títulos emitidos pelas empresas e viabilizar o seu processo de capitalização.

    Mercado de Crédito também pode ser conhecido como mercado bancário e é onde ocorrem as transações de empréstimos e financiamentos. Por essa razão, embora a maioria das pessoas talvez ainda não se dê conta, é o mercado em que quase todos nós, pelo menos uma vez na vida, utilizamos.

    Mercado de Câmbio é onde se negociam as moedas, tais como, dólar, euro, libras, francos e etc.

    Mercado Monetário é onde acontecem as operações para controle da oferta de moeda e das taxas de juros com o objetivo de garantir a liquidez da economia.

    Exceto pelas Bolsas de Valores, instituições que pertencem à categoria do mercado de capitais, os demais mercados não possuem uma estrutura física e você deve conhecê-los mais através dos seguintes tipos de investimentos:

    Caderneta de Poupança
    CDB (Certificado de Depósito Bancário);
    RDB (Recibo de Depósito Bancário);
    Câmbio;
    Ouro;
    Títulos Públicos (Investidor se torna credor do governo);
    Mercado de Ações (Wall Street);
    Compra e Venda de Imóveis;
    Debêntures (Investidor se torna credor de uma empresa e receberá juros pelo empréstimo).

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    Como conquistar a sua independência financeira?

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    Quem nunca sonhou em ser financeiramente independente? Se você também é uma dessas pessoas saiba que não é impossível. Basta um bom planejamento a curto, médio e longo prazo. Mas o que é independência financeira? No início do mês publicamos um textos no nosso blog sobre o assunto, você poderá ler clicando aqui.

    O presidente do Conselho Regional de Economia no Ceará (Corecon), Lauro Chaves, por exemplo, cita como dicas simples e importantes gastar menos do que ganha, estabelecer metas de curto e longo prazo, iniciar o planejamento de vida na adolescência, além de fazer e manter uma reserva financeira.

    Portanto, como alcançar esta meta? Não existe receita pronta. Reunimos alguns passos importantes para conquistar a sua sonhada e merecida independência financeira, confira:

    1 – Se possível, inicie um planejamento de vida ainda na adolescência.

    2 – Antes de elaborar qualquer planejamento financeiro, reúna-se com sua família.

    3 – Estabeleça metas realistas de curto, médio e longo prazo.

    4 – A partir da definição de metas é possível ainda avaliar as melhores opções de investimento para cada objetivo.

    5 – Coloque os gastos na ponta do lápis. o recomendável é fazer uma planilha com os valores que recebe e os gastos mensais.

    6 – A partir da planilha, se organize para gastar menos do que ganha.

    7 – Antes de começar a poupar, livre-se das dívidas.

    8 – Não corra riscos elevados com a maior parte das suas reservas.

    9 – Não esqueça de contabilizar imprevistos. Eles sempre acontecem.

    10 – Mantenha os pés no chão enão deposite muita na esperança na sorte e sim no binômio estudo/trabalho.

    O economista e professor, Allisson Martins, destaca que a educação financeira possibilita ganhos relevantes para a sociedade. “Além da relação saudável com o dinheiro, o conhecimento das finanças pessoais abre possibilidades, até então muito distantes, de comprar uma casa, viajar, e, principalmente, de ter a independência financeira”, completa.

    Aqui na G44 Brasil estamos sempre prontos para oferecer a você consultoria e treinamento em educação financeira, entre em contato conosco através de algum dos nossos canais de atendimento.

    Especialistas alertam para risco de esquemas que usam bitcoin como ‘isca’

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    Ideia das moedas digitais é justamente cortar intermediários

    Em meio a operações e denúncias de supostas fraudes de empresas que dizem minerar criptomoedas, especialistas do setor orientam e dão dicas aos futuros investidores para não caírem em ciladas. As bitcoins entre outras moedas não podem ser falsificadas, mas esquemas de pirâmides financeiras têm utilizado o bitcoin e outras moedas digitais para atrair investidores e aplicar o golpe.

    Em Campo Grande, a Minerworld é uma das suspeitas de recrutar nos moldes das pirâmides financeiras e o caso chegou à Polícia Federal, que abriu inquérito para investigar o negócio. Outra empresa com modelo semelhante é a Wall Street Corporate, investigada pela Polícia Civil do Distrito Federal e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) por suposto esquema de organização criminosa, estelionato, lavagem de dinheiro, uso de documentos falsos e crimes financeiros por meio do uso da moeda digital Kriptacoin.

    Ao jornal, a MinerWorld negou que opere com pirâmide, e afirmou que usa o dinheiro dos investidores para custear a mineração de moedas digitais em unidades que manteria na China e no Paraguai. A reportagem pediu o endereço e acesso a uma das tais unidades, para visitar, mas os diretores disseram à época que seria impossível, já que os locais estariam em obras.

    Na época, disseram que em dois meses terminariam as obras e convidariam a imprensa. O período de 60 dias se encerra no próximo dia 17. No entanto, em nota oficial, a assessoria de imprensa da empresa informou ao jornal que ‘não falaria mais com o Midiamax’.

    Muita propaganda

    Promessas de lucros altos e sem risco de prejuízos, somada a diversas formas de negociação – como o recrutamento de novos investidores -, costumam ser os principais atrativos dessas empresas, e é neste formato de publicidade que mora o perigo, alerta Rodrigo Batista, CEO do Mercado Bitcoin:

    “É praticamente certo que uma promessa de retorno certo (sem risco) e com alto ganho é um esquema de pirâmide financeira. É muito importante que o usuário tenha clareza de que existe apenas uma única rede Bitcoin e ela não gera rendimentos. Por isso, recomendo que fique longe desse tipo de empresa para sua própria segurança”.

    Rodrigo explica que embora seja uma tecnologia inovadora para pagamentos, e verdadeiramente capaz de oferecer lucros, o valor das moedas é definido pelo mercado, ou seja, pela lei da oferta e procura. “Isso faz com que as moedas digitais sejam ativos financeiros de alto risco”, portanto, as promessas de enriquecimento ficam ameaçadas. Uma das justificativas frequentes desses negócios é a expansão do rendimento das moedas, que cresceu 600% nos últimos dozes meses, destacou a diretora Operacional da coinBR, Charys Oliveira.

    Contudo, a especialista alerta para propagandas de negócios infalíveis sem o real conhecimento do negócio. “Apesar de não acreditarmos em grandes quedas permanentes, promessas de lucros sem que a pessoa participe de fato da operação de valorização e multiplicação das suas moedas é sempre estranha aos olhos de quem se dedica a operar seus próprios bitcoins. Afinal o Bitcoin é isso, é a liberdade de você retirar os intermediários. Se não todos, a grande maioria”, analisou.

    Segurança

    Rodrigo orienta que antes investir o capital no negócio é importante verificar a segurança da plataforma em que for transacionar. O segundo passo é verificar a estrutura e profissionalismo da empresa. Quanto mais clientes, maior a possibilidade de fazer bons negócios, pois há mais liquidez nas bolsas”, orienta. “A forma mais segura de guardar moedas digitais é sempre consigo mesmo. Existem paper wallets, que são carteiras offline, o que as torna mais seguras por impossibilitar ataques hackers”.
    “Desconfie sempre de promessas de retornos altos. Para existir um alto ganho, deve existir um alto risco. Ofertas de investimentos em moedas digitais com retorno garantido provavelmente são golpes financeiros. Fuja desses negócios”, aconselha.

    Sede no Paraguai

    Nas promessas da Minerworld sempre são citados lucros exorbitantes para os padrões de mercado financeiro. A forma de multiplicação dos negócios – e dos rendimentos prometidos – assemelha-se à das pirâmides: modalidade em que os que estão embaixo tem a missão de expandir a atividade, para sustentar os que estão no topo.

    A empresa, com sede oficial no Paraguai, apresenta o advogado Cícero Saad, de Campo Grande, como CEO (Chief Executive Officer), ou diretor. Ele responde processo de estelionato na Justiça, acusado de fraudar comprovantes de pagamento. Também integram a direção da empresa Hercules Gobbi e Johnes Carvalho. Na capital de MS, a empresa mantém escritório em um edifício empresarial na rua 15 de Novembro.

    Fonte: midiamax

    Qual o melhor investimento para viver de renda?

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    Quando falamos de investimentos, um dos objetivos a ser perseguido é a independência financeira

    Para muitos, viver de renda é um sonho quase inatingível, seja porque o investidor ainda não encontrou o ativo adequado ao capital que se quer investir, seja porque ainda não atingiu um rendimento que lhe proporcione quantia razoável para o futuro.

    Um investimento financeiro, basicamente, é usado para duas coisas, a saber: crescimento de patrimônio e geração de renda. E este, normalmente, serve para a realização de um sonho: comprar uma casa, adquirir um carro, pagar uma escola melhor para os filhos, obter um seguro de saúde que cubra necessidades, viajar para qualquer lugar ou uma aposentadoria tranquila.

    Para viver de renda, contudo, devemos ter em mente duas variáveis: (1) Quanto dinheiro você consegue juntar? (2) Qual o rendimento você obterá aplicando a cifra?

    Esses investimentos podem ser feitos através de um fundo de renda fixa – caderneta de poupança, títulos públicos, CDB, debêntures; ou através de renda variável –  ações na Bolsa de Valores, derivativos, câmbio, fundo de ações e de investimentos, Índice Bovespa, mercado Forex, etc. Estes dividendos têm de ser capazes de continuar rendendo ao longo da vida e, para isso, devemos investir, desta feita, quantias periodicamente.

    Qual o melhor investimento? 

    Depende do seu perfil de risco como investidor, do mercado e situação econômica. Uma boa estratégia é ter uma carteira diversificada, com ativos em diferentes segmentos, com liquidez periódica, seja mensal, trimestral ou anual. Acerca do perfil de investidores, alguns encaixam-se em:

    Perfil Conservador ou Defensivo, o qual preza pela segurança na hora de investir – apostando muito mais em ativos de renda fixa, em detrimento de renda variável.

    Perfil Moderado, isto é, aquele que não está disposto a se arriscar demais, porém tolera correr riscos acima da média e não se importa em arriscar nas duas modalidades de investimentos.

    Perfil Dinâmico ou Agressivo, ou seja, tem alta tolerância ao risco quando busca rentabilidades mais altas e, desta forma, possui maiores ativos de renda variável em detrimento aos de renda fixa.

    Com 20 anos de experiência no mercado, a G44 oferece consultoria e treinamento em educação financeira aos seus sócios participativos, além das quotas de participação.

     

    Aspectos Jurídicos da Moeda Virtual Bitcoin

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    As moedas virtuais, como o Bitcoin, são uma espécie de dinheiro não regulado, o qual é emitido e controlado em geral pelos seus desenvolvedores, e é aceito e utilizado entre os membros da comunidade.

    Bitcoin é um sistema de moeda virtual baseada em uma rede peer-to-peer, sem uma autoridade central encarregada do fornecimento de dinheiro, sem instituições financeiras envolvidas nas transações. Nesse sistema os usuários executam todas as tarefas em si. Trata-se de uma moeda virtual que pode ser utilizada para pagamentos de bens e serviços virtuais ou reais. A taxa de câmbio com outras moedas é determinada pela oferta e pela demanda.

    Como conceito a Bitcoin é uma rede consensual que permite um novo sistema de pagamento e uma moeda completamente digital. É a primeira rede de usuários com pagamentos descentralizados e controlada pelos usuários, sem uma autoridade central ou intermediários. Ou seja, essa moeda digital é vista como dinheiro na Internet.

    O conceito de Bitcoin foi supostamente introduzido em 2008 por um programador, não identificado, usando o pseudônimo de Satoshi Nakamoto, através de um paper formulado em 2009. Entretanto, em 2010 ele teria abandonado o projeto sem revelar informações sobre a sua pessoa. Segundo esse trabalho, a bitcoin seria uma versão de dinheiro eletrônico puramente peer-to-peer que permitiria que pagamentos online fossem enviados diretamente de uma parte para outra sem passar por uma instituição financeira.

    O comércio na Internet passou a depender quase que de forma exclusiva de instituições financeiras atuando como empresas terceirizadas confiáveis para processar pagamentos eletrônicos. Enquanto o sistema funciona bem o suficiente para a maioria das transações, ainda sofre com as deficiências inerentes ao seu modelo, baseado na confiança da confirmação da transação por parte de um terceiro. Por sua vez, o sistema de Bitcoins seria baseado na criptografia, não havendo mais a necessidade de um terceiro confiável.

    Nesse caso, moeda eletrônica seria uma cadeia de assinaturas digitais em que cada proprietário transfere a moeda para o próximo ao assinar digitalmente. Assim sendo, um beneficiário pode verificar as assinaturas para verificar a cadeia de propriedade.

    A rede Bitcoin compartilha uma contabilidade pública chamada “block chain”. Essa contabilidade contém toda a transação processada, permitindo aos computadores dos usuários verificarem a validade de cada transação. A autenticidade das transações é protegida pelas assinaturas digitais correspondentes ao endereço de envio, permitindo a todos os usuários o controle total sobre o envio de bitcoins dos seus endereços Bitcoin. Além disso, qualquer um pode processar transações através de um hardware especializado e ganhar uma recompensa por esse serviço em bitcoins. Esse serviço é frequentemente chamado de “mineração”. A mineração é um sistema de consenso distribuído e usado para confirmar as transações pendentes a serem incluídas no block chain.

    Nenhuma organização ou indivíduo pode controlar essa criptomoeda, dessa forma a rede permanece segura mesmo que nem todos os usuários sejam confiáveis. Bitcoin não é considerada moeda ilegal na maioria dos países. No entanto, alguns territórios restringem ou proíbem moedas estrangeiras. Reguladores de várias jurisdições estão tomando medidas para fornecer a indivíduos e negócios regras de como integrar essa nova tecnologia ao sistema financeiro regulado e convencional. Como exemplo temos a Financial Crimes Enforcement Network (FinCEN), uma agência do Tesouro dos Estados Unidos, que emitiu um guia sobre como caracterizar determinadas atividades que envolvam moedas virtuais.

    A americana Elizabeth Ploshay, membro do conselho diretor da Bitcoin Foundation, defende que o uso da Bitcoins representa uma relação de confiança entre comunidades, não em apenas um agente de autoridade. “As pessoas estão acostumadas a confiar em um banco ou no governo, dessa forma é aceitável que haja dúvidas, já que as Bitcoins têm apenas sete anos. Na realidade, o uso da Bitcoins é muito transparente, pois há registro de quem compra e vende as moedas, e o quanto movimenta”.

    Cabe salientar que os atores do sistema financeiro tradicional, incluindo os bancos centrais, não têm envolvimento com as moedas virtuais. O emissor da moeda é o proprietário do esquema de criação, geralmente sendo uma instituição privada e não financeira. Além disso, a relação entre moeda digital e a moeda tradicional, criada legalmente, não é regulamentada por lei, logo pode ser custoso ou problemático resgatar fundos. Ao contrario das moedas tradicionais, o controle completo da moeda virtual é dado ao seu emitente, que governa e gerencia o fornecimento de dinheiro. Por fim, um esquema de moeda virtual também pode ser implementado para competir com moedas tradicionais, como o euro ou o dólar dos EUA.

    Em 2011, a Electronic Frontier Foundation removeu a opção de doar bitcoins de seu site, a principal razão são as questões jurídicas envolvidas com a criação de um novo sistema monetário, não estando claro como a Bitcoin se encaixa no quadro jurídico existente. O quadro jurídico é complexo, pois há vários aspectos legais importantes, tais como a proteção de dados e privacidade, a proteção dos consumidores, as questões de direito internacional contratuais e particulares, a legislação e-commerce, incluindo questões de responsabilidade em mundos virtuais, e os aspectos de regulamentação financeira, etc.

    O Crescimento na adoção pelo consumidor de moedas virtuais levou a uma resposta mista dos órgãos reguladores. A China, por exemplo, resolveu proibir o uso de moeda virtual no comércio de bens e serviços reais em uma tentativa de limitar o seu possível impacto sobre o sistema financeiro. Enquanto isso, os tribunais franceses estão sendo convidados a definir o status da moeda virtual Bitcoin, depois de os bancos locais desligarem contas para o intercâmbio da moeda na presunção de que Bitcoin deve estar de acordo com os regulamentos de moeda eletrônica.

    O regime jurídico da Bitcoin é muito incerto. Na UE, há alguns que sugerem que a Bitcoin pode ser enquadrada na Electronic Money Directive (2009/110/EC). Essa diretiva usa três critérios para definir dinheiro eletrônico:(i) deve ser armazenado eletronicamente; (ii) emitido através de fundos com um montante não inferior ao valor monetário emitido; e (iii) aceito como meio de pagamento por outros que não a emitente.

    A Bitcoin está de acordo com o primeiro e o terceiro critério, mas não com o segundo, já que é importante considerar a conversão para outra moeda, o que não está previsto na diretiva. Outro aspecto importante que deve ser levado em conta é a atividade de “mineração”, o que leva à criação de dinheiro sem o recebimento dos recursos. É difícil para avaliar como isso poderia ser interpretado dentro do âmbito da diretiva.

    São Paulo foi a primeira cidade da América do Sul a receber um “caixa eletrônico” da Bitcoins, instalado temporariamente na Campus Party. Entretanto, investidores aguardam um posicionamento do governo quanto a uma possível regulação da Bitcoin no Brasil. O Banco Central informou que “analisou o emprego da Bitcoins e, por ora, considera que ele não é de relevância para o sistema financeiro brasileiro.” Além disso, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), afirma que “não editou nenhuma regulamentação referente a moedas virtuais e, neste momento, não tem nenhuma informação adicional a prestar sobre o assunto”.

    As leis e regulamentos que vigoram não foram desenvolvidos para uma tecnologia como a Bitcoin, assim existe uma espécie de zona cinzenta legal. Isso é devido, em grande parte, a Bitcoin não se enquadrar em nenhuma das definições legais de moeda ou em outro instrumento financeiro ou instituição, tornando difícil estabelecer quais as leis estariam ligadas à moeda virtual.

    Contudo, é provável que o crescimento das moedas virtuais continue por inúmeros fatores, como o crescente uso da Internet e das comunidades virtuais, aumento do comércio eletrônico de bens, maior privacidade ou anonimato, custos de transação mais baixos que o pagamento tradicional, operações mais rápidas, entre outros. Assim sendo, os formuladores de políticas deveriam considerar a moeda virtual como uma nova categoria, deixando seu desenvolvimento livre. Dessa forma, a Bitcoin poderá mostrar o quão inovadora pode ser.

    *Watson Pacheco da Silva é advogado, especialista em Gestão Empresarial e Direito da Empresa, CEO do escritório Watson Silva Advocacia e Consultoria e associado do Escritório Yamazaki, Calazans e Vieira Dias Advogados, membro das Comissões de Direito Empresarial e de Assuntos Tributários e Reforma Tributária da OAB do Distrito Federal, Diretor Tesoureiro e presidente da Comissão de Direito Empresarial e Tributário da OAB/DF Subseção Gama e Santa Maria.

    Você sabe o que é independência financeira?

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    Mais do que bens materiais e emprego estável, ser independente financeiramente é poder conquistar os seus maiores sonhos

    Muitos querem, mas você sabe realmente o que é ter independência financeira? Provavelmente a primeira coisa que vem à mente é a imagem de bens materiais como belos carros e casas. Mas ser independente financeiramente vai muito além, pois não é sobre o que você tem, mas sobre o que pode conquistar.

    De acordo com um artigo publicado pelo site americano The Simple Dollar, para alcançar a tão sonhada independência financeira todos precisam passar e superar quatro estágios, não importa o caminho escolhido. Alguns podem ver os quatro estágios, ainda como quatro tipos de independência.

    O primeiro estágio é se libertar do ciclo salarial, ou seja, ter uma reserva que lhe permita sobreviver algum tempo mesmo que fique sem renda. Esse período é totalmente pessoal, pode ser um mês ou até um ano. O importante que você não tenha problemas financeiros e não se endivide no período.

    Já o segundo estágio é se libertar das dívidas, esse é um passo extremamente importante. Pois ao se livrar das grandes dívidas e seus encargos, você deixa de correr risco de ter seu patrimônio executado e para de pagar juros absurdos. Com o tempo é possível gastar apenas com o que realmente consome.

    No terceiro estágio, a liberdade do emprego, nessa fase você pode perder a sua principal fonte de renda e ainda assim ser capaz de viver bem. Isso significa que você pode se livrar do seu emprego ou o seu cônjuge e focar em outra coisa. Mudar de carreira é uma possibilidade nesse estágio.

    O quarto e último estágio, é a liberdade total de ter que trabalhar. Isso significa que você recebe de investimento, dividendos, rendimentos ou alugueis. O que supera as suas despesas e permite investir um pouco mais, para que você esteja 100% livre e seguro da inflação.

    Após percorrer esses estágios, você será capaz de gastar seu tempo da forma que quiser. Lembrando que os gastos feitos de forma impensada são os vilões para qualquer um que queira alcançar a independência financeira. O grande segredo é balancear os gastos e sua rende em cada momento.

    Como fazer o dinheiro trabalhar para você

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    Se você já ouviu a frase ‘Quem muito trabalha, não tem tempo para ganhar dinheiro’, vai gostar de ler as próximas linhas.

    No livro Pai Rico, Pai Pobre somos convidados a refletir sobre um padrão de comportamento mais conservador, em que se busca a segurança financeira seguindo a ideia sobre o que representava sucesso pessoal e profissional no passado. O pai pobre representa esse conservadorismo e o pai rico, por sua vez, traz novas ideias e propõe a quebra de paradigmas.

    Resumidamente, fazer com que o dinheiro passe a trabalhar para você, significa que é necessário reorganizar sua vida de forma que você diminua os ‘passivos’ e adquira ‘ativos’. Mas o que são ‘passivos e ativos’?

    Vamos lá!

    Para exemplificar o que são passivos, vamos imaginar um jovem casal que acaba de comprar uma bela casa, que será mobiliada com tudo do bom e do melhor. Esse mesmo casal ainda está pagando as prestações do carro, do seguro, IPVA e agora também somaram ao seu orçamento as prestações da casa, dos móveis, o IPTU, dentre outros. Todas essas contas são PASSIVOS. Esta situação é a melhor definição de ‘corrida dos ratos’, um exemplo citado no referido livro.

    As pessoas que enriquecem evitam adquirir bens de consumo caros. Elas adiam esse tipo de consumo e preferem construir uma carteira de ativos que possa, no futuro, garantir um robusto patrimônio. Isso acontece porque adquirir ATIVOS, ou seja – investir – é fazer com que o dinheiro trabalhe para você.

    G44 – Altcoins Exchange é uma empresa especializada em investimentos. Com 20 anos de experiência no mercado financeiro, conhece bem mais do que o suficiente para lhe dar o suporte necessário.

     

    As moedas digitais serão regulamentadas no Brasil?

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    Projeto de lei que tramita no Câmara sugere implementação de uma licença de operação para empresas de câmbio de moedas digitais, como a Bitcoin

     

    No último ano, as moedas digitais ganharam destaque ora pela sua valorização, ora pelas discussões acerca dos futuros desdobramentos. A regulamentação das moedas digitais, como a Bitcoin, é um dos assuntos mais discutidos no Brasil e um projeto de lei que tramita no Câmara dos Deputados só acendeu mais o debate.

    O Projeto de Lei 2303/15 de autoria do Deputado Áureo (SD-RJ) já está em discussão na Comissão Especial sobre moedas virtuais. O relatório sugere a implementação de uma licença de operação para as empresas que atuam no segmento de câmbio de moedas digitais, assim como a Bitcoin.

    O deputado afirma que o maior objetivo do projeto é facilitar as negociações. “Muita gente não quer regulamentar a moeda aqui [no Brasil] porque acha que vai prejudicar o seu comércio e os câmbios. A finalidade não é dificultar a utilização de criptomoedas, nossa intenção é de facilitar e dar proteção ao consumidor brasileiro”, disse.

    O PL 2303 é discutido por meio de uma série de audiências públicas que vêm acontecendo agora no segundo semestre de 2017. Segundo o deputado Áureo, a ideia da Comissão Especial é levar o texto final da proposta legislativa ao plenário da Câmara já no início do próximo ano.

    No Japão, desde abril deste ano, está em vigor um marco regulatório para moedas digitais que prevê a exigência de obtenção de licença para exchanges operarem. “Queremos copiar o modelo de regulação do Japão, podendo aprimorá-lo um pouco no Brasil. A gente pode ser pioneiro na regulamentação de moedas virtuais América Latina”, afirmou Áureo.

    Blockchain

    Ilan Goldfajn, presidente do Banco Central do Brasil, acredita que a tecnologia Blockchain tem um futuro brilhante para os bancos centrais mundiais. Em entrevista ao jornal O Globo, o chefe da instituição financeira reconhece a inovação e o potencial da Blockchain como positivos, mas alerta que os bancos centrais não têm interesse no Bitcoin.

    “O Bitcoin é uma moeda virtual que usou uma tecnologia fantástica que é a Blockchain. Os bancos centrais querem a tecnologia e não querem a moeda”, disse Goldfajn.

    Como funciona uma consultoria financeira?

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    O assunto ‘Educação Financeira’ está sempre atual, mas como ele é ensinado?

    Se você perguntar ao seu gerente do banco qual é o melhor investimento para você, ele te responderá qual é o melhor para o banco. Uma das maiores vantagens da consultoria financeira é a ausência de conflitos de interesses.

    Uma empresa de consultoria financeira realiza o trabalho de analisar, planejar e traçar estratégias financeiras para as pessoas e empresas. Normalmente, divide-se em três segmentos: pessoal ou familiar, empresarial e de investimentos.

    Pessoal ou Familiar

    O consultor realiza o mapeamento da vida financeira da família, propõe ajustes e elabora estratégias com base nos objetivos do cliente. Ele indica os investimentos mais adequados, considerando o momento de vida (idade) e a disponibilidade financeira. Traça um plano de aposentadoria, mapeia os tributos, analisa os riscos e também pode elaborar um plano sucessório em que um processo de herança proteja o futuro da família.

    Empresarial

    Nesse tipo de consultoria, é elaborado um planejamento estratégico financeiro a partir do diagnóstico da situação da empresa. Realiza-se um processo com vários métodos para definir o quanto vale a empresa e analisa-se os negócios, verificando preços, produtos, serviços, fluxo de caixa, taxa de retorno, dentre outros aspectos. Além disso, classifica-se despesas, define-se políticas de capital de giro, distribuição de lucro e estrutura de capital. Por fim, as aplicações financeiras são decididas de acordo com as melhores opções de investimento. Também é possível realizar a gestão desses recursos, a fim de obter os melhores resultados e taxas de remuneração.

    Investimentos

    O consultor de investimentos busca as melhores modalidades para rentabilizar o capital do cliente. Ele gerencia mapeamentos do cenário econômico mundial e monitora todos os acontecimentos que podem representar novas oportunidades, ou riscos.

    Contratar uma consultoria financeira transforma a maneira como você administra suas finanças. Sabendo como gerenciar seu dinheiro e onde pode ser melhor aplicá-lo, você estará prestes a inaugurar uma vida nova. A – Altcoins Exchange tem a missão de ajudar a promover essa mudança na vida das pessoas. Saiba mais clicando aqui.

    Bitcoin: Será esse o fim do dinheiro de papel?

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    Especialistas afirmam que eliminação das cédulas tradicionais seria uma das possíveis soluções para o fim da corrupção mundial

    Você já chegou a imaginar como seria um mundo sem dinheiro em espécie? Bom, esse futuro pode estar não tão distante assim. Países como Noruega e Suécia já caminham para extinguir as cédulas, onde apenas 4% das transações são feitas de forma tradicional. Alguns especialistas apostam como sendo essa uma possível solução para acabar com a corrupção mundial.

    Sem dúvidas que algumas decisões podem causar pânico no começo. Porém, tais discussões acabam ajudando a abrir as portas para as criptomoedas, como a Bitcoin. Para as gerações mais jovens, o processo será mais fácil. Pois, elas amadurecerão sem o conceito de dinheiro táctil. As moedas digitais já farão parte do dia a dia deles.

    No Brasil, já existe um projeto de lei quer acabar com a produção, circulação e uso do dinheiro em espécie. A proposta do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) determina ainda que as transações financeiras sejam realizadas apenas através de meios digitais. O projeto tramita em caráter conclusivo e vai ser analisado pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça.

    Entre os argumentos do deputado estão o combate à violência, à corrupção e à lavagem de dinheiro. Como toda transação financeira poderá ser rastreada, as práticas desses crimes ficarão “quase impossíveis”. “Dinheiro em espécie no século XXI não interessa ao homem de bem”, explica.

    O ganhador de Prêmio Nobel de Economia, Joseph Stiglitz, afirma que os EUA devem avançar em direção às moedas digitais progressivamente. Palestrando na sessão chamada fim da corrupção, Stiglitz disse que a alternativa tem “benefícios que compensam o custo”, a longo prazo.

    Já o professor em Harvard e economista, Kenneth Rogoff, assegura que as cédulas de dinheiro são a ferramenta ideal para a evasão fiscal. A fim de combater essa evasão e as atividades ilícitas, ele acredita que a quantidade de dinheiro físico em todo o mundo tem de ser reduzida.

    Atualmente o dinheiro em papel representa apenas 5% da atividade econômica do planeta. Existe um consenso no mercado financeiro de que estamos prestes a encontrar na tecnologia um substituto para o papel moeda. Não é à toa que tantas empresas tem se dedicado a desenvolver soluções para esse mercado.