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Edital para blocos de Carnaval de BH com dinheiro público tem indício de irregularidade

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Grupos da capital mineira teriam sido convidados para participar de projeto antes da abertura do edital

Por Alice Maciel, Guilherme Cavalcanti | Edição: Bruno Fonseca

O edital lançado com recursos da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemge) para promover blocos que desfilam no Carnaval de Belo Horizonte tem indícios de direcionamento, conforme apurou a Agência Pública. Responsável pela execução, o Instituto Cultural Aurum refutou a denúncia.

O projeto, que se chama Trilhas do Carnaval, irá gravar canções de 15 blocos que vão compor uma playlist que será tocada em rádios e vias públicas da cidade durante a festa. Ele foi lançado pelo Instituto Aurum em 12 de fevereiro, mas representantes de dois grandes blocos da cidade ouvidos pela Pública relataram ter sido convidados a participar antes da abertura do edital. Eles afirmam ter recusado a proposta, após constatarem a falta de transparência na seleção.

Os recursos para a execução do projeto vieram de um convênio com a  Codemge, no valor de R$ 2,5 milhões, para “criação e produção musical, bem como ações voltadas para o Carnaval da capital mineira”, conforme destacou a estatal em nota enviada à reportagem. A empresa informou que abriu procedimento interno para apuração dos fatos.

Por que isso importa?

  • O Carnaval de Belo Horizonte é hoje um dos maiores do país. Dados da prefeitura apontam 5,5 milhões de foliões durante as festas, com 262 mil turistas visitando a cidade.

A proposta também foi contemplada em chamamento público da Companhia Energética Minas Gerais (Cemig), por meio da Lei de Incentivo à Cultura – nesse caso, com o nome Ecossistema Musical do Carnaval de BH.

O projeto está sendo promovido pelo Instituto Cultural Aurum em parceria com a Fundação Clóvis Salgado, entidade voltada para promoção cultural vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult). A ação integra a programação do Carnaval da Liberdade 2025, que reúne todas as realizações do governo mineiro para o grande festejo no estado.

A reportagem teve acesso a trocas de mensagens em que um membro do Instituto Aurum faz o convite antecipado a um dos blocos, mas explica que ela teria que se inscrever no edital apenas para cumprir as exigências burocráticas, já com estúdio e horários agendados para a gravação das músicas autorais. O representante da entidade solicitou ainda que o pré-combinado não fosse divulgado. Optamos por não publicar detalhes da conversa para preservar a fonte.

Bloco de Carnaval circula por Belo Horizonte, Minas Gerais
Representantes de dois blocos da cidade denunciam ter sido convidados para participar da seleção antes da abertura do edital

A inscrição para o Trilhas do Carnaval ficou apenas dois dias aberta, de 13 a 15 de fevereiro. A lista de selecionados foi divulgada nas redes sociais do Instituto Aurum no dia 20, a oito dias do início do Carnaval.

O objetivo do projeto, segundo o documento, é o de “promover a integração cultural e artística entre os foliões e blocos contemplados através de divulgação de material de mídia e apresentações musicais, além de fomentar a cadeia produtiva desse gênero musical, potencializando ainda a participação dos blocos carnavalescos nos espaços culturais visando, sobretudo, o fortalecimento de vínculos comunitários e identitários”.

Procurado, o Instituto Aurum informou por meio de nota que “pauta todos os seus atos nos princípios éticos e de transparência”. A entidade destacou que o edital foi divulgado em “todas as plataformas digitais do Instituto tendo, ainda, sido afixado na portaria da Fundação Clóvis Salgado”. Segundo a organização, foram disponibilizadas 15 vagas para gravação em estúdio, mas só 12 blocos se inscreveram. “Do número total de contemplados, um dos blocos renunciou ao direito de gravação em razão da indisponibilidade de agenda”, acrescentou.

Em resposta à reportagem, a Secult destacou que “cabe ao Instituto Aurum a execução das ações e a devida prestação de contas”. A secretaria ressaltou ainda que a Codemge, junto aos demais órgãos envolvidos, acompanha todos os trâmites relacionados ao edital.

Critérios de seleção pouco transparentes

A comissão de julgamento, de acordo com o edital, foi composta por um produtor musical com experiência comprovada, um representante da Fundação Clóvis Salgado e quatro representantes da liga dos blocos. Os nomes não foram divulgados no documento. A comissão teve poder absoluto sobre as escolhas, com decisões classificadas como “soberanas e não suscetíveis a qualquer tipo de recurso ou solicitação de revisão”.

O Instituto Aurum informou à reportagem que participaram da comissão o produtor musical Henrique Portugal (tecladista da banda Skank); o compositor e vice-presidente do Sindicato dos Músicos de Minas Gerais, Francisco de Assis Gonzaga da Silva; e a produtora cultural Fernanda Bento, da Bento Produções.

Um dos critérios que mais pontuou na seleção foi a participação prévia dos blocos nos desfiles das chamadas vias sonorizadas – onde são instaladas, durante o Carnaval, caixas de som para turbinar o volume dos trios. No entanto, esse projeto do governo mineiro, que surgiu da demanda por melhorar a qualidade do som das bandas para milhares de foliões, teve apenas uma edição, no ano passado.

“Em relação aos critérios de julgamentos cumpre frisar que os mesmos foram estabelecidos pela Comissão responsável pelo julgamento tendo sido discutidos em reunião prévia com membros da liga dos blocos”, ressaltou o Instituto Aurum por meio de nota.

Bloco de Carnaval circula por Belo Horizonte, Minas Gerais
Comissão que elegeu blocos que serão promovidos pelo edital teve poder absoluto sobre escolha

Quatro dos 15 trios selecionados pela entidade já haviam desfilado nas vias sonorizadas em 2024 durante o Carnaval: Volta Belchior, Baianas Ozadas, Juventude Bronzeada e Pisa na Fulô. Outros quatro participaram do ensaio geral, no pré-carnaval: Românticos São Loucos, Magia Negra, Seu Vizinho e Baque de Mina. A reportagem procurou todos os blocos citados na apuração.

Representantes de blocos ouvidos pela reportagem destacaram que não há transparência de como são escolhidos os trios que vão desfilar nas vias sonorizadas, uma vez que não existe uma seleção aberta. “Como se dá a curadoria? Quais são os critérios dessa curadoria? Não tem critério, não tem transparência”, destacou o membro de um grande trio da cidade em entrevista à Pública. 

Esses questionamentos foram enviados à Secult, que não respondeu.

Este ano, foram selecionadas 23 bandas que irão passar por três avenidas de Belo Horizonte: Amazonas, Andradas e a Avenida Brasil. Batizadas de Via das Artes, as avenidas vão receber sonorização ampliada nos cinco dias de Carnaval. No intervalo dos desfiles, serão tocadas as músicas dos blocos contemplados no projeto Trilhas do Carnaval.

Concorrência limitada

De acordo com informações da prefeitura de Belo Horizonte, 568 blocos de rua se cadastraram este ano para desfilar pelas ruas da cidade. Apesar desse amplo universo, a Pública apurou que há uma repetição de blocos beneficiados em diferentes editais da Cemig, que é a maior patrocinadora do Carnaval da Liberdade 2025, do governo de Minas.

A Cemig destacou que os critérios utilizados para seleção e aprovação das propostas do Carnaval da Liberdade são: cumprimento dos requisitos; apresentação do custo; adequação e aderência em relação ao tema pré-produção do carnaval da Liberdade; exequibilidade da proposta; relação com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU); criatividade e inovação; realização de parcerias e articulação da rede; e acessibilidade e inclusão.

Sete dos 15 blocos selecionados pelo Instituto Cultural Aurum, por exemplo, também foram contemplados em outros editais da companhia este ano. Magia Negra, Românticos São Loucos, Todo Mundo Cabe no Mundo, Afoxé Bandarerê, Baianas Ozadas e Volta Belchior foram selecionados na chamada pública da Cemig Carnaval da Liberdade 2025 – em que o Trilhas do Carnaval (com o nome Ecossistema Musical) também foi beneficiado.

Bloco de Carnaval circula por Belo Horizonte, Minas Gerais
Carnaval de Belo Horizonte tem crescido ano após ano, com mais blocos, foliões e turistas vindos de outros estados

O bloco Seu vizinho foi selecionado no edital Pré-Carnaval 2025, assim como o Baianas Ozadas e o Volta Belchior, que também vão participar das vias sonorizadas.

O fundador do bloco Baianas Ozadas, Geo Cardoso, é presidente da Liga Belorizontina de Blocos Carnavalescos, e o fundador do Volta Belchior e Românticos São Loucos, Kerison Lopes, é presidente da Liga dos Blocos de Santa Tereza. Ele também é lotado na Câmara dos Deputados, como assessor de imprensa do deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG).

Lopes e os blocos Baianas Ozadas, Baque de Mina, Magia Negra e Todo Mundo Cabe no Mundo negaram qualquer irregularidade no processo, afirmando que se inscreveram normalmente após a divulgação do edital, considerando-o acessível e transparente.

Escola Sigma incentiva conexões reais com a campanha “Conecte-se ao que Importa”

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Com a nova lei que restringe o uso de celulares o ambiente escolar, colégio adota medidas para fortalecer o aprendizado e a convivência entre os estudantes

Com a implementação da nova lei nº 15.100/2025, que proíbe o uso de celulares nas escolas, o colégio Sigma lançou a campanha “Conecte-se ao que Importa”, uma iniciativa que busca resgatar a interação social e o foco no aprendizado por meio da restrição do uso de celulares na escola. A ação visa criar um ambiente mais propício ao desenvolvimento acadêmico e social dos alunos, incentivando a vivência escolar de forma mais intensa e significativa.

Segundo a gerente de marketing e comercial do Sigma, Ana Camila Oliveira, o uso excessivo de celulares pode comprometer a aprendizagem e a socialização. “A restrição do uso de celulares nas salas de aula é uma medida essencial para garantir um ambiente mais propício ao aprendizado e ao desenvolvimento social dos alunos. Aqui no Sigma, entendemos que a escola é um espaço de construção do conhecimento e convivência. Nossa campanha reflete esse compromisso: incentivar os alunos a se reconectarem com o ambiente ao seu redor, com seus colegas e com o aprendizado de forma mais profunda e significativa”, explica.

A iniciativa da campanha transformou os intervalos escolares em momentos de interação genuína, promovendo um ambiente mais dinâmico e acolhedor. Hoje, os estudantes se envolvem em atividades variadas, como jogos de bola, debates espontâneos e formação de grupos musicais. Esse resgate da convivência presencial tem fortalecido laços entre os alunos, que passaram a valorizar mais as experiências compartilhadas no ambiente escolar. Com isso, muitos passaram a apoiar a iniciativa, compreendendo que a tecnologia pode esperar, mas as conexões e vivências daquele momento são insubstituíveis.

Desde a implantação da medida, a escola tem percebido mudanças positivas no comportamento dos alunos. “Com menos celulares nas mãos, os corredores estão mais cheios, as interações cresceram exponencialmente e temos visto cenas incríveis, como rodas de samba espontâneas no intervalo, jogos de tabuleiro e brincadeiras coletivas. O uso excessivo de celulares pode levar ao isolamento e dificultar o desenvolvimento de habilidades socioemocionais importantes, como a empatia e a comunicação interpessoal. Queremos resgatar a verdadeira experiência escolar, promovendo interações mais autênticas e colaborativas”, destaca a gerente.

Apesar de preverem uma possível resistência inicial por parte dos alunos, a escola adotou estratégias para tornar a transição mais natural. “Sabíamos que qualquer mudança como essa poderia ser vista como uma limitação da liberdade dos jovens. No entanto, nosso objetivo nunca foi simplesmente proibir, mas mostrar na prática os benefícios desse novo modelo. Desde o início, buscamos envolver as famílias e oferecer alternativas atrativas, como novos espaços de convivência e atividades interativas”, afirma.

O diferencial da campanha tem sido a mudança na percepção dos alunos sobre a medida. “Não se trata de uma exclusão, mas de uma oportunidade de se reconectar. Hoje, vemos grupos jogando bola, participando de debates espontâneos e até formando bandas. Esse retorno da convivência escolar foi tão positivo que muitos alunos passaram a defender a ideia por conta própria, entendendo que o celular pode esperar, mas as experiências vividas ali são únicas”, completa Ana Camila.

Com essa iniciativa, o Colégio Sigma reforça seu compromisso com a formação integral dos alunos, promovendo o equilíbrio entre tecnologia e interações humanas para uma educação mais rica e significativa.

Carnaval revela mulheres deslumbrantes

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Foto acima: Tânia Oliveira

mulher Melão
Paolla Oliveira
Alisha
Carla Prata

 

Cuidados com os olhos no Carnaval: oftalmologista alerta para riscos e prevenção

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Professora do curso de Medicina do UNICEPLAC explica como evitar irritações, infecções e lesões oculares durante a folia

 

O Carnaval é sinônimo de festa, cores e brilho, mas a diversão pode se transformar em problema quando a saúde ocular não recebe a devida atenção. O uso excessivo de maquiagem, lentes de contato sem prescrição, glitter, sprays de espuma e pomadas modeladoras estão entre os principais riscos para os olhos durante a folia.

A oftalmologista Diva Bernardes Vargas, professora do curso de Medicina do Centro Universitário UNICEPLAC, explica que produtos inadequados na região dos olhos podem causar alergias, inflamação nas pálpebras, conjuntivite e até cegueira. “Maquiagens e cremes aplicados no rosto podem escorrer para os olhos, provocando irritação. Além disso, a exposição excessiva ao calor e aos raios ultravioleta pode resultar em desconforto, vermelhidão e ressecamento ocular”, alerta.

Para evitar problemas, a recomendação é lavar bem as mãos antes de aplicar maquiagem ou colocar lentes de contato. “Evite maquiagens com glitter próximo aos olhos ou em grande quantidade, pois as partículas podem cair dentro do olho e causar ferimentos. Sempre opte por produtos específicos para a área ocular e evite cosméticos de procedência duvidosa ou aqueles vendidos em papelarias”, orienta a médica.

Lentes de contato exigem cuidados redobrados

Lentes coloridas ou decorativas são populares no Carnaval, mas devem ser usadas apenas com prescrição médica. “As lentes cosméticas exigem os mesmos cuidados das corretivas. O ideal é optar pelas descartáveis de uso diário, reduzindo o risco de contaminação”, explica a oftalmologista. Ela reforça que nunca se deve compartilhar lentes de contato e que é fundamental manter a higienização adequada. “Jamais durma com lentes e sempre as retire antes de remover a maquiagem”, acrescenta.

Produtos como pomadas e sprays modeladores de cabelo também merecem atenção, pois podem escorrer para os olhos com o suor e causar irritação severa. Caso isso aconteça, a recomendação é lavar imediatamente com água potável ou soro fisiológico. “Nunca esfregue os olhos, pois isso pode agravar lesões”, alerta a Dra. Diva.

Óculos de sol são essenciais na proteção ocular

A exposição prolongada ao sol também pode causar danos à visão. A médica recomenda o uso de bonés, chapéus e óculos de sol com proteção UV. “Óculos de plástico, usados como parte de fantasias, não oferecem proteção e podem ser prejudiciais, pois dilatam a pupila, permitindo maior penetração dos raios solares”, explica.

Sinais de alerta: quando procurar um oftalmologista?

Sintomas como vermelhidão, dor intensa e visão embaçada podem indicar problemas mais graves e exigem avaliação médica. “Se algum produto entrar em contato com os olhos e a irritação persistir após a lavagem, é importante procurar um oftalmologista. Tentativas caseiras de tratamento podem agravar lesões e levar a complicações sérias, como úlcera de córnea”, destaca.

Evitar o compartilhamento de maquiagem e colírios também é essencial para prevenir infecções, como conjuntivite bacteriana. “Os olhos são extremamente sensíveis a micro-organismos e o uso de produtos contaminados pode levar a complicações severas”, conclui a médica e professora do UNICEPLAC.

Ortopedista dá dicas para evitar lesões no joelho durante o Carnaval

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Dr. Isaías Chaves alerta para os cuidados essenciais com as articulações durante a folia e ensina como prevenir dores e lesões

O Carnaval é um dos períodos mais animados do ano, mas também pode ser um grande desafio para o corpo. Horas de dança, longas caminhadas nos blocos e o impacto constante nos joelhos aumentam o risco de lesões, especialmente para quem não está acostumado com tanta atividade física. Para evitar problemas e garantir uma folia sem dor, alguns cuidados simples podem fazer toda a diferença.

De acordo com o ortopedista Isaías Chaves, a chave para proteger os joelhos durante o Carnaval está na preparação e no respeito aos limites do corpo. “Com alguns hábitos preventivos, é possível curtir os dias de festa sem comprometer a saúde das articulações”, afirma o especialista em quadril e joelho.

Confira dicas para manter os joelhos seguros durante a folia:

Escolha o Calçado Adequado

Usar um sapato desconfortável ou sem amortecimento pode aumentar o impacto sobre os joelhos. “Dê preferência a tênis com boa absorção de impacto ou sandálias que ofereçam suporte ao arco do pé. Evite saltos altos por longos períodos”, recomenda o especialista.

Respeite os Limites do Corpo

A empolgação do Carnaval pode levar ao excesso de esforço, mas é importante ouvir o próprio corpo. “Se sentir dor ou desconforto, reduza o ritmo e faça pausas. Ignorar os sinais de fadiga pode levar a lesões mais sérias”, alerta o ortopedista.

Faça Alongamentos

Antes e depois de sair para a festa, o alongamento pode prevenir lesões e melhorar a flexibilidade. “Alongar os músculos das pernas e dos joelhos prepara o corpo para o esforço prolongado e reduz o risco de estiramentos”, explica Dr. Chaves.

Hidrate-se Bem

A desidratação afeta a lubrificação das articulações, aumentando o risco de lesões. “Beber bastante água durante o dia mantém os músculos e as articulações em bom funcionamento, além de ajudar na recuperação após o esforço”, ressalta o médico.

Seguindo essas dicas, dá para curtir o Carnaval com mais segurança e evitar dores indesejadas. Afinal, a festa é para ser aproveitada ao máximo—mas sempre com cuidado! “A prevenção é sempre o melhor caminho. Pequenos cuidados fazem toda a diferença para evitar lesões e garantir uma folia sem preocupações”, finaliza o especialista.

 

Treinamento de curativos e coberturas no Hospital Cidade do Sol

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Ação reforça a importância do conhecimento prático no cuidado de pacientes
Por Pollyana Cabral
O mês de fevereiro no Hospital Cidade do Sol (HSol) tem sido marcado por um treinamento fundamental para enfermeiros e técnicos. Com foco nas lesões por pressão e suas coberturas, a capacitação, que está sendo ministrada pela enfermeira rotineira Natália Carrijo, segue o cronograma anual do hospital e é realizada no próprio local de trabalho, facilitando o aprendizado prático e a troca de experiências.
“Nosso objetivo é capacitar a equipe para utilizar corretamente os curativos e coberturas disponíveis no IgesDF, garantindo que todos compreendam qual insumo usar para cada tipo de ferida”, explica a chefe do núcleo de enfermagem do HSol, Rayanne Lopes Macedo. Ela reforça, “este treinamento é uma oportunidade de alinhamento e atualização dos conhecimentos, pois muitos profissionais acabam não conseguindo se capacitar devido à rotina pesada.”
O treinamento, que se estende por toda a semana, é voltado para os enfermeiros dos três turnos, com sessões específicas para cada período. “Começamos ontem, com o turno diurno, hoje é o turno da noite. A ideia é que todos participem e possam entender melhor como identificar e tratar as lesões por pressão com as coberturas adequadas”, acrescenta Rayanne.
Nesta quinta-feira (27), mais um grupo de enfermeiros do HSol recebeu a capacitação. A ação reforçou a continuidade do cronograma de treinamento, com a participação ativa dos profissionais para aprimorar os cuidados prestados aos pacientes.
Durante as aulas, Natália compartilha sua vasta experiência prática, explicando as classificações das lesões por pressão e a aplicação de coberturas específicas para cada tipo de lesão. “Trago uma introdução sobre a pele e como avaliar a lesão, além de mostrar as coberturas disponíveis, suas indicações e contraindicações”, destaca a enfermeira. “Essa é uma oportunidade de esclarecermos dúvidas, pois muitas vezes o curativo exige uma avaliação cuidadosa e o uso adequado de diferentes coberturas, o que pode gerar algumas incertezas. Estou sempre disponível para ajudar.”
O treinamento tem sido elogiado pela equipe e tem gerado uma troca de conhecimento valiosa entre os profissionais. Natália ressalta que, por estarem no ambiente de trabalho, é possível realizar ajustes e tirar dúvidas em tempo real, facilitando a aprendizagem. “A capacitação no local de trabalho é importante, pois além de passarmos teoricamente o conteúdo, podemos acompanhar a aplicação prática dos curativos no dia a dia.”
Com 11 enfermeiros, 48 técnicos e 4 maqueiros, a equipe do hospital é diversificada. A chefe de núcleo acredita que o sucesso do treinamento está no envolvimento de todos, desde os enfermeiros até os técnicos. “Aqui no HSol, temos um trabalho em equipe muito forte, e este treinamento é uma forma de garantir que todos estejam alinhados nas melhores práticas de cuidado”, conclui.
Essas capacitações estão totalmente alinhadas aos valores e metas do IgesDF, que visa a melhoria contínua do atendimento à saúde pública. O Instituto, que é 100% SUS, promove a qualificação constante de seus profissionais e reforça a importância do tratamento humanizado e eficaz aos pacientes. Este treinamento é mais um exemplo do compromisso do Instituto com a melhoria no cuidado e no aperfeiçoamento das práticas de saúde, garantindo que todos os colaboradores estejam preparados para oferecer o melhor atendimento à população.
Este treinamento contínuo no HSol representa um investimento direto na qualidade do atendimento aos pacientes, com foco na excelência e no cuidado humanizado.

Hugo Motta participa de evento com empresários em Brasília

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Além do presidente da Câmara, governadores e parlamentares marcam presença no Brasil Summit, evento que debaterá a economia brasileira.

O deputado federal e presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, reúne-se com os governadores Ibaneis Rocha (DF) e Helder Barbalho (PA), além de parlamentares e empresários, no Brasil Summit, em Brasília. O evento, que acontece no dia 12 de março, no Hotel Brasília Palace, debaterá as perspectivas da economia brasileira e o papel do país na COP 30.

Expositores confirmados:

  • Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados;
  • Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal;
  • Helder Barbalho, governador do Pará;
  • Tereza Cristina, senadora;
  • Eunício Oliveira, deputado federal;
  • Henrique Meirelles, co-chairman do LIDE;
  • Paulo Henrique Costa, presidente do BRB;
  • Isaac Sidney, presidente da Febraban;
  • Patrícia Ellen, CEO da AYA;
  • Patrícia Iglecias, professora e superintendente de Gestão Ambiental da USP.

 

Agenda

Data: 12 de março
Horário:
8h à 12h
Local:
Hotel Brasília Palace (SHTN Trecho 01 | Conjunto 01 – Asa Norte)

Transmissão dos painéis: https://aovivo.lide.com.br/


Sobre o LIDE

Fundado no Brasil em 2003, o LIDE – Grupo de Líderes Empresariais (lide.com.br) conecta organizações e líderes globalmente, fomentando redes que promovem a livre iniciativa, a inovação e o crescimento econômico. Os comitês multilaterais do LIDE abrangem 34 setores econômicos estratégicos, e são coordenados por renomados empresários e autoridades, impulsionando discussões setoriais. O LIDE tem sede em São Paulo, escritórios regionais por todo o Brasil, e unidades nas Américas, na Europa, no Oriente Médio, na Ásia, na Oceania e na África. Desde 2020, é presidido globalmente pelo empresário João Doria Neto.

Até quando? Violência contra a mulher segue crescendo no país

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Clínica do UNICEPLAC oferece atendimento psicológico gratuito

O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, foi oficializado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1975. A data destaca as conquistas femininas ao longo da história, mas também reforça a necessidade de combater a desigualdade de gênero e a violência contra as mulheres, problemas ainda persistentes em todo o mundo.

Em 2024, a Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180) registrou mais de 750 mil atendimentos no Brasil, segundo o Ministério das Mulheres — uma média de 2.051 atendimentos diários. Entre as vítimas, 52,8% são mulheres negras, e a maioria tem entre 40 e 44 anos. Os tipos mais comuns de violência relatados foram: psicológica (101.007 casos), física (78.651), patrimonial (19.095), sexual (10.203), moral (9.180) e cárcere privado (3.027).

No Distrito Federal, em 2023, foram registrados 19.254 crimes enquadrados na Lei Maria da Penha, um aumento de 9,8% em relação a 2022, segundo a Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF).

Leis e direitos das mulheres

Sancionada em 7 de agosto de 2006, a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340) recebeu esse nome em homenagem à farmacêutica que sofreu agressões do marido durante anos e se tornou símbolo da luta contra a violência doméstica no Brasil. “De acordo com a lei, qualquer ato ou omissão motivado por gênero que cause lesão, sofrimento físico, psicológico ou sexual, dano moral, patrimonial ou até a morte, caracteriza violência doméstica”, explica Daiana Maria Santos de Sousa Silva, professora do curso de Direito do Centro Universitário UNICEPLAC e orientadora do Núcleo de Práticas Jurídicas da instituição.

Entre os direitos das vítimas garantidos por lei estão: atendimento ininterrupto pela autoridade policial, medidas protetivas de urgência, suspensão do contrato de trabalho por até seis meses sem risco de demissão, afastamento do agressor do lar e pedido de pensão provisória.

Para garantir a aplicação dessas normas, diversas ações foram implementadas, como a criação das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM), Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, núcleos de atendimento a vítimas e a Casa da Mulher Brasileira. No meio digital, o Programa Mulher Mais Segura, lançado pela SSP-DF em 2021, monitora vítimas e agressores em tempo real por meio do Dispositivo de Proteção à Pessoa (DPP), garantindo vigilância 24 horas por dia.

Além da Lei Maria da Penha, outras legislações contribuíram para o fortalecimento dos direitos das mulheres, como a Lei do Minuto Seguinte (Lei nº 12.845/2013), a Lei Joana Maranhão (Lei nº 12.560/2015) e a Lei do Feminicídio (Lei nº 13.104/2015).

As dificuldades para romper o ciclo da violência são diversas, incluindo medo, insegurança, vergonha, dependência emocional e financeira, além da falta de uma rede de apoio”, observa a professora Daiana. “Apesar dos avanços, ainda há muito a ser feito para fortalecer a proteção às mulheres, principalmente por meio da integração entre os órgãos de prevenção e atendimento”, observa a professora Daiana.

Além do atendimento nas delegacias especializadas e em todas as delegacias do DF, as denúncias podem ser realizadas de forma on-line; pelo e-mail denuncia197@pcdf.df.gov.br; pelo telefone 197; pelo WhatsApp (61) 98626-1197; e, ainda, em contato com a PMDF, através do número 190. Há ainda o 180, do Ministério das Mulheres.

Clínica de Psicologia do UNICEPLAC oferece atendimento gratuito

A violência psicológica é um dos tipos mais recorrentes. No Distrito Federal, 69% dos casos registrados com base na Lei Maria da Penha em 2023 foram classificados nessa categoria. “Esse tipo de violência ocorre quando o parceiro busca controlar a vítima, gerando sérios danos emocionais”, explica Flávia Oliveira, professora do curso de Psicologia do UNICEPLAC.

Muitas mulheres não percebem que estão sofrendo violência psicológica, pois é uma forma sutil de violência. Muitas vezes, essas mulheres acabam sendo responsabilizadas pelo que acontece na relação ou acreditam que a violência é normal dentro do relacionamento, ou acreditam não haver possibilidades de saída. Esse tipo de situação pode acarretar o desenvolvimento de distúrbios psicológicos”, completa.

A psicóloga alerta que é essencial estar atenta a comportamentos controladores, como comentários depreciativos sobre a aparência ou atitudes que diminuam a autoestima e a confiança da mulher.

No Distrito Federal, a Clínica de Psicologia do UNICEPLAC oferece atendimentos gratuitos à população, incluindo mulheres vítimas de violência doméstica. Para agendar uma consulta, acesse:

Agendamento: https://forms.gle/EzcrY3TrfRFCzHCD7

Saiba mais: www.uniceplac.edu.br

Em alta no Brasil, consumo de ultraprocessados é tema do CNN Sinais Vitais desta semana

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Cerca de 20% da dieta dos brasileiros é formada por esses alimentos, que têm impacto direto na qualidade de vida; Dr. Roberto Kalil e convidados debatem como comer melhor no programa deste sábado (1º), às 19h30, na CNN Brasil

 

Dr. Roberto Kalil recebeu no programa desta semana as pesquisadoras Patrícia Jaime, coordenadora científica do Nupens-USP (Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo) e Renata Levy, do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP (Foto: Divulgação/CNN Brasil)

 

Para uma alimentação saudável, é fundamental priorizar “comida de verdade”. “Isso significa itens in natura, minimamente processados, além de cozinhar e evitar ultraprocessados”, explica Patrícia Jaime, que é coordenadora científica do Nupens-USP (Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo), que debateu o tema com o Dr. Roberto Kalil no Sinais Vitais deste sábado (1º) na CNN Brasil (cnnbrasil.com.br).

 

Para a pesquisadora, a “a alimentação adequada é aquela que passa pelas nossas cozinhas”, diz. Patrícia esmiuçou o assunto ao lado de Renata Levy, pesquisadora do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP. “A alimentação saudável teria quatro atributos. É adequada a todas as pessoas em diferentes fases da vida – o que é adequado para um idoso é diferente do que é para uma criança. Tem que ser equilibrada em termos de quantidade de nutrientes que o corpo precisa. Precisa também ser moderada e, por fim, ser diversificada”, diz.

 

A cultura alimentar no Brasil ajuda frear o avanço no consumo dos ultraprocessados, avaliam as especialistas. Ainda assim, ele vem crescendo. “Na realidade brasileira, por exemplo, a média de consumo hoje em dia é em torno de 20% do total da alimentação da nossa população. Quando você pega países como Reino Unido ou Estados Unidos, esse percentual chega a 60%”, diz Renata. “A gente tem que ficar alerta. A gente tinha em 2003 um consumo de 10%. Mas o Brasil ainda está numa situação que pode tentar brecar essa evolução”.

 

O principal problema da alimentação desregrada está no impacto à saúde, com o desenvolvimento de doenças crônicas como diabetes, condições cardiovasculares e de saúde mental, como ansiedade ou depressão. “Na última revisão sistemática, havia 32 doenças associadas ao consumo de ultraprocessados. Uma situação clássica é a obesidade. Acho que alimentos ultraprocessados podem, inclusive, ser considerados causa de sobrepeso”, explica Renata.

 

Patrícia defende a necessidade de valorizarmos itens comuns na mesa dos brasileiros, como arroz e feijão. “Essa alimentação saudável é simples, do dia a dia. O problema é quando a gente começa a substituir esse nosso padrão alimentar tradicional por produtos alimentícios que foram apresentados como conveniência”, diz, “Dedique à alimentação o tempo que ela merece”.

 

Serviço

Sinais Vitais – CNN Brasil

Aos sábados, às 19h30 (horário de Brasília)

 

E-consignado: 60% dos trabalhadores não chegam ao fim do mês com dinheiro e democratização ao consignado privado é um importante passo para o Brasil, afirma a SalaryFits

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E-consignado: 60% dos trabalhadores não chegam ao fim do mês com dinheiro e democratização ao consignado privado é um importante passo para o Brasil, afirma a SalaryFits

São Paulo –  Segundo um estudo da SalaryFits realizado em 2024, 60% dos trabalhadores brasileiros não conseguem chegar ao fim do mês com dinheiro e mais da metade já teve o nome negativado no último ano. Além disso, 83% afirmaram que, diante de uma emergência financeira, precisariam recorrer a empréstimos, pois não possuem reservas. Nesse cenário, facilitar o acesso ao crédito consignado com taxas mais baixas representa um avanço significativo para a saúde financeira dos trabalhadores.

Com o lançamento da plataforma e-Consignado pelo Governo Federal, que promete facilitar o acesso ao crédito consignado para trabalhadores do setor privado, surge uma oportunidade para discutir a importância da democratização do crédito no Brasil. Como referência nesse assunto, a SalaryFits, uma empresa da Serasa Experian, acompanha de perto essa mudança e reforça a importância de soluções que tornem o processo ainda mais eficiente e vantajoso para todos os envolvidos, sejam os trabalhadores, as empregadoras, os bancos e também o governo.

Apoiamos toda e qualquer inciativa que contribua para a democratização do crédito no Brasil e vemos essa iniciativa do governo como uma excelente oportunidade de reduzir as taxas de juros ao trabalhador privado. A expectativa é que o e-Consignado impulsione a competitividade no setor, seguindo o modelo já consolidado no funcionalismo público. O novo formato pode trazer mais agilidade, transparência e estabilidade para as instituições financeiras e para os trabalhadores, uma vez que os bancos passarão a ter acesso às informações do eSocial, permitindo a abertura de novas possibilidades para trabalhadores do setor privado acessarem crédito de forma mais atrativa e estruturada.

Por outro lado, o crédito consignado tem desafios de governança que são inerentes a esse tipo de empréstimo e não podem ser ignorados, especialmente para os departamentos de Recursos Humanos (RH) e Contabilidade das empresas, que precisam fazer a gestão desses processos, que são de larga escala e, portanto, exigem tecnologia e inteligência analítica para se tornarem automatizados, reduzir custos operacionais e garantir a conectividade junto aos bancos considerando todas as etapas, que envolve avaliação de risco, checagem de elegibilidade, limites de consignado, turn over e licenças de profissionais, por exemplo.

“Em média as empresas têm 40% de seus funcionários com contratos ativos de empréstimos consignados. Cada funcionário, por sua vez, possui em média 2 contratos ativos. Uma empresa de 5 mil funcionários, portanto, precisaria gerir 4 mil contratos ao mesmo tempo. Sem um motor tecnológico que integre todas as pontas, ou seja, o banco, o empregado e o empregador, os processos manuais para gerir tudo isso acaba tornando o processo mais custoso para as empresas, por exigir que pessoas executem um trabalho manual que demanda, numa empresa de 5 mil funcionários, cerca de 8 horas semanais, enquanto uma ferramenta de gestão faz isso em minutos, explica Délber.

A SalaryFits, como uma tecnologia que que está há 25 anos atuando no mercado e apoia os setores público e privado com uma plataforma de gestão de consignados totalmente integrada ao sistema dos bancos brasileiros e que permite ao RH das empresas a governança automatizada dos contratos em tempo real e de forma segura, acredita que a ampliação do crédito consignado privado é uma evolução necessária, pois permite que mais pessoas tenham acesso a empréstimos com taxas reduzidas e maior previsibilidade financeira.

Esse novo contexto, quando aliado à tecnologia de ponta, conectividade entre todos os envolvidos e gestão automatizada e eficiente do processo em toda a jornada, torna-se muito positivo para todos os envolvidos:

• Funcionários do setor privado: porque terão suas ofertas de crédito ampliadas e poderão optar pela proposta que mais se encaixar às suas necessidades e condições de pagamento.

• Empresas privadas: porque promoverão um clima organizacional mais positivo, com funcionários menos preocupados com questões financeiras, que tendem a ser mais produtivos e engajados no trabalho.

• Bancos: que poderão ampliar sua carteira de clientes e apresentar suas ofertas diretamente aos trabalhadores, promovendo um ambiente competitivo de se diferenciarem por meio de taxas de juros mais atrativas e melhores condições de crédito.

• Governo e sociedade como um todo: porque contribui para a democratização do crédito, redução da inadimplência e do superendividamento da população, além de estimular a economia, visto que o potencial de incremento do crédito consignado poderá saltar de R$ 40M para R$ 120M.

Nesse sentido, é essencial reforçarmos a importância do diálogo contínuo com o mercado e reguladoras para garantir que, à medida em que esse processo se dê em larguíssima escala, envolvendo todos os brasileiros, o avanço da nova modalidade seja bem implementado e proporcione benefícios sustentáveis para todos.

Fonte para entrevistas: O CEO da SalaryFits, Délber Lage, está disponível para entrevistas e comentários sobre a importância da democratização do crédito e como a SalaryFits está contribuindo para essa transformação no mercado financeiro.