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Senior Sistemas reporta receita líquida de R$ 975,9 milhões e cresce 35% em receita cloud em 2024

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Resultado da multinacional foi impulsionado por sua receita recorrente, que teve aumento de 21,6% no comparativo com o ano anterior

A Senior Sistemas, uma das maiores empresas de software do Brasil, alcançou receita líquida de R$ 975,9 milhões no ano de 2024, valor 16,8% maior do que o registrado no ano anterior. Os dados fazem parte do balanço financeiro da companhia, divulgado nesta terça-feira (25).

O bom desempenho foi impulsionado principalmente pela Receita Recorrente, que encerrou o ano em R$ 872,0 milhões, um aumento de 21,6% em relação a 2023, alcançando 79,3% de participação sobre a Receita Bruta. No período, a companhia ampliou em 35,0% a Receita Cloud, totalizando R$ 492,9 milhões.

Nos indicadores de rentabilidade a empresa registrou EBITDA de R$ 276,0 milhões e Margem EBITDA de 28,3%. O Lucro Líquido foi de R$ 194,5 milhões, com Margem Líquida de 19,9%. Além disso, a Senior também encerrou o ano bem capitalizada, com uma Geração de Caixa Operacional de R$ 276,1 milhões, crescimento de 18,6%, reforçando a solidez financeira e a capacidade de investimento da companhia.

“O ano de 2024 foi um marco na nossa trajetória e reflete nossa capacidade de inovar e gerar valor para nossos clientes. Além de atingirmos receita bruta de mais de R$ 1 bilhão, consolidamos avanços estratégicos e ampliamos o uso de IA em nossas soluções, investimos em crescimento orgânico e inorgânico e apostamos em novas avenidas de expansão. Tudo isso se traduziu nos resultados obtidos e nos fortalece para dar continuidade ao nosso plano de crescimento sustentável, que certamente irá acelerar ainda mais em 2025”, afirma Carlênio Castelo Branco.

Novos negócios

Ao longo de 2024 a Senior investiu na expansão dos negócios por meio de quatro operações de M&A, com a compra das empresas Konviva, JobConvo, GAtec e Hypnobox. As aquisições ajudaram a ampliar o já robusto portfólio da multinacional em soluções para Gestão de Pessoas, Agronegócio e Construção – setores em que é referência em sistemas de gestão.

Em paralelo, a Senior começa a ofertar serviços bancários, crédito e outras soluções financeiras para empresas por meio da Senior Capital, uma joint venture lançada em parceria com o BTG Pactual. A nova empresa visa apoiar CFOs e gestores financeiros na otimização da gestão de caixa e no investimento para o crescimento de suas empresas. Os clientes da Senior Capital terão oportunidade de acessar linhas de crédito e financiamento personalizados e integrados aos seus sistemas de gestão.

Outro destaque é a evolução da Wiipo, empresa da Senior especializada em serviços financeiros e benefícios para colaboradores. No ano passado, em seu quarto ano de operação, a fintech transacionou R$ 432 milhões e cresceu 129% em benefícios flexíveis, além de obter um aumento de 86% de receita no comparativo com 2023.

Também relacionado a novos negócios, a companhia vem consolidando sua presença na América Latina. Prova disso é o crescimento de 19,7% em receita líquida que a empresa alcançou no mercado externo no último ano, quando ultrapassou os R$ 36 milhões em receitas internacionais.

Perspectivas para 2025 e o futuro

A Senior começa 2025 com uma base sólida, um portfólio diversificado e um planejamento bem definido, e está preparada para explorar novas oportunidades e acelerar sua expansão. Com uma visão de longo prazo, a companhia estruturou um novo modelo estratégico baseado em três camadas: Core, Near Core e Edge.

O Core representa nossas operações mais consolidadas, com alta previsibilidade de receita, processos bem estruturados e eficiência operacional. Essa camada é formada pelo portfólio de Gestão, abrangendo os produtos ERP, HCM, WMS, TMS, Acesso e Segurança, e ERP Especializado em Agronegócio, Construção, Logística, Manufatura e Serviços. Esses produtos formam a base do nosso portfólio, impulsionando a digitalização e a geração de valor para nossos clientes em diversos setores da economia.

O Near Core abrange negócios em crescimento, que já demonstraram potencial e possuem sinergia com as operações principais, incluindo as empresas Wiipo e Senior Capital, além de iniciativas em inteligência artificial.

E o Edge, laboratório de inovação focado na construção de futuro, onde são testadas novas ideias, modelos de negócio e tecnologias emergentes.

“Seguimos comprometidos com a inovação, a eficiência e a sustentabilidade, sempre colocando nossos clientes, colaboradores e parceiros no centro da nossa estratégia. Nosso olhar está voltado para o futuro, com a certeza de que continuaremos escrevendo uma história de conquistas e evolução, impulsionando a transformação digital dos negócios”, completa Carlênio Castelo Branco.

 

Sobre a Senior Sistemas

A Senior Sistemas é a escolha de empresas líderes de mercado que buscam inovação e gestão de alta performance. A multinacional oferece um portfólio completo que abrange todas as etapas da cadeia produtiva em setores estratégicos da economia, como Agronegócio, Atacado e Distribuição, Construção, Indústria e Logística. Com mais de 35 anos de excelência, Senior transformou a gestão de mais de 13 mil grupos econômicos no Brasil e em outros países da América Latina, incluindo companhias de referência em seus segmentos, como Correios, Magazine Luiza, Syngenta, Hering, Dudalina, Volkswagen, Honda, Mercedes-Benz, Suzano, Weg, Direcional, MPD, Tenda, entre outras. Com 11 filiais e três mil colaboradores no Brasil e no exterior, a Senior mantém 160 canais de distribuição e cresce acima de 20% ao ano em receita líquida há cinco anos consecutivos. A Senior acredita que, com sua profunda expertise e soluções tecnológicas, tem a oportunidade de impulsionar empresas rumo à maior eficiência operacional, expansão de receitas e liderança em seus segmentos. Por isso, entrega mais que tecnologia. Para mais informações, visite www.senior.com.br.

“Gestão de qualidade define os melhores resultados na educação”, destaca senador Nelsinho Trad, vice-presidente da FPeduQ

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Em participação no programa Bastidores da Educação, nesta quinta-feira (27), o senador Nelsinho Trad (PSD-MS), vice-presidente da Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação (FPeduQ), defendeu a gestão municipal de qualidade como fator fundamental para os melhores resultados na educação.

“É uma pasta que se vai bem, o prefeito também vai bem e o inverso é verdadeiro”, afirmou Nelsinho Trad.

O parlamentar ressaltou a importância do trabalho realizado pelas Frentes Parlamentares em defesa da educação no Congresso Nacional, como a FPeduQ, que tem se dedicado a fomentar debates e iniciativas para aprimorar a educação brasileira.

Ele também destacou a necessidade de um trabalho conjunto entre os governos federal, estadual e municipal para promover melhorias estruturais e pedagógicas. “Precisamos de políticas públicas permanentes que garantam investimentos contínuos, capacitação dos professores e infraestrutura adequada para os alunos”, completou.

Sobre a FPeduQ

A Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ) tem como objetivo discutir no Congresso Nacional melhorias nos programas de acesso à educação, como Fies e Prouni, além da qualidade do ensino, inovação e tecnologia na educação, reforma tributária e outras pautas importantes.

O setor particular de ensino é responsável pela educação de mais de 15 milhões de brasileiros, dos quais 90% são das classes C, D e E. Além disso, é responsável por 77% dos alunos no ensino superior e 20% no ensino básico.

Presidida pela deputada federal  Socorro Neri (PP-AC), a Frente tem como vice-presidente o senador Nelsinho Trad (PSD-MS).

 

Gestão jurídica na saúde suplementar é tema de curso na Universidade Corporativa da Saúde Suplementar (UCA)

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As inscrições ainda estão abertas para o curso com início previsto para 17 de março, no formato 100% online, e que já está em sua 12ª edição com apoio da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge)

 

O setor de saúde suplementar enfrenta desafios jurídicos cada vez mais complexos e exige profissionais qualificados para lidar com regulações, judicialização e compliance. Para atender a essa demanda, a Universidade Corporativa da Saúde Suplementar (UCA) lançou o curso de Gestão Jurídica na Saúde Suplementar, voltado para advogados, gestores, operadores do direito e demais interessados na legislação aplicada à saúde suplementar.

Com início previsto para 17 de março, o curso será realizado 100% online, com aulas ao vivo ministradas por especialistas renomados da área. A carga horária total é de 24 horas, o que permite uma imersão nos principais desafios do setor, como judicialização da saúde, regulação de mercado, compliance e estratégias para a gestão de riscos.

O programa contará com um corpo docente formado por profissionais experientes no setor jurídico da saúde suplementar, proporcionando uma abordagem tanto acadêmica quanto prática. Além disso, o curso promoverá debates e análises aprofundadas sobre a evolução do arcabouço regulatório e seus impactos na gestão de serviços de saúde suplementar.
As inscrições estão abertas e os interessados podem garantir sua vaga no site oficial da UCA: Link

 

Sobre a UCA

A Universidade Corporativa da Saúde Suplementar (UCA) é uma iniciativa dedicada à capacitação e qualificação de profissionais do setor. Com cursos especializados, busca fomentar a excelência na gestão da saúde suplementar no Brasil.

 

Serviço:

Curso: Gestão Jurídica na Saúde Suplementar

Carga horária: 24 horas

Período: De 17 de março, à 2 de abril de 2025

Modalidade: Online (aulas ao vivo às segundas, quartas e sextas-feiras, das 19h às 22h)

Site: www.abramge-uca.com.br

 

Para mais informações, entre em contato pelo e-mail cursos@abramge-uca.com.br ou pelo telefone (11) 3289-7511.

Após denúncias, PUC-SP adapta regimento para frear crescentes ataques contra judeus no campus

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Documento, anexo ao atual regimento da Fundação São Paulo (Fundasp) – mantenedora da instituição de ensino -, traça ainda princípios fundamentais no combate ao discurso de ódio e respeito à diversidade étnico-racial, religiosa e de gênero no ambiente acadêmico
A Fundação São Paulo (Fundasp), mantenedora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), deu um passo histórico no combate à discriminação. Nesta terça-feira (25/2), a instituição divulgou um anexo ao seu regimento que estabelece diretrizes claras e abrangentes contra todas as formas de preconceito e discurso de ódio em seus ambientes acadêmicos.
Entre os aspectos inéditos da iniciativa, o documento torna a PUC-SP a primeira instituição de ensino superior no país a aderir oficialmente à definição de antissemitismo da Aliança Internacional para Memória do Holocausto (IHRA, na sigla em inglês): “Toda manifestação retórica e física orientada contra indivíduos judeus e não judeus e/ou contra seus bens, contra as instituições comunitárias e instalações religiosas judaicas, bem como as manifestações contra o Estado de Israel, enquanto coletividade judaica. Críticas ao Estado de Israel, semelhantes e dirigidas contra qualquer outro país, não serão consideradas antissemíticas”, assegura o normativo.
Além disso, estabelece parâmetros específicos para identificar e combater estas e outras manifestações discriminatórias de natureza étnica, religiosa, de gênero e classe social, incluindo expressões racistas, LGBTfóbicas, nazistas, misóginas, xenofóbicas e quaisquer ameaças à liberdade e à existência de indivíduos e/ou grupos minorizados.
A iniciativa surge em resposta a uma mobilização iniciada em outubro de 2023 por estudantes e professores, após uma série de incidentes envolvendo mensagens antissemitas e manifestações de violência contra a comunidade judaica no campus. Os episódios incluíram pichações com conteúdo nazista, ameaças verbais e situações de intolerância dentro e fora das salas de aula e perseguição direta a alunos judeus, especialmente no contexto das discussões sobre o conflito israelo-palestino.
A medida se alinha às histórias da Fundasp e da PUC-SP, reconhecidas por seus papéis de vanguarda na defesa da democracia e da diversidade no ensino superior brasileiro. A assinatura do documento aconteceu em cerimônia que reuniu representantes da comunidade acadêmica.
Federação Israelita de São Paulo e StandWithUs Brasil celebram pioneirismo da iniciativa
Entidades representativas da comunidade judaica no país, a StandWithUs Brasil (SWU) e a Federação Israelita do Estado de São Paulp (FISESP), parabenizaram a Fundasp pela condução do processo que levou à adoção da definição de antissemitismo da IHRA como parte do seu regimento interno.
“Com o anúncio da medida, a PUC-SP se torna a primeira universidade do Brasil a adotar a definição internacional de combate ao preconceito contra judeus e/ou sionistas – a saber, pessoas que acreditam no direito de Israel existir. Nossa expectativa como parte da comunidade judaica brasileira e enquanto organizações que combatem o antissemitismo é que esse exemplo, vindo de uma das maiores instituições de Ensino Superior do País, seja disseminado pelo ambiente acadêmico de todas as regiões”, afirmaram em comunicado conjunto.
A notícia é celebrada após meses de entendimentos entre a PUC-SP e alunos judeus da instituição, que contou com o apoio e consultoria da SWU e da FISESP. “E chega em boa hora, já que a incorrência de discurso de ódio e agressões contra a minoria judaica, no Brasil e no mundo, tem sido a mais alta desde a Segunda Guerra Mundial.Continuaremos vigilantes e disponíveis não só para evitar que esse tipo de ódio afete os membros de nossa comunidade, mas também para que não venha a envenenar a sociedade e a democracia brasileira”, conclui o texto.
Entenda a definição internacional de antissemitismo do IHRA
A definição de antissemitismo da Aliança Internacional para Memória do Holocausto (IHRA) é considerada uma referência global no combate ao preconceito contra judeus. Segundo o documento, o antissemitismo é “uma determinada percepção dos judeus, que pode ser expressa como ódio aos judeus. Manifestações retóricas e físicas de antissemitismo são direcionadas a indivíduos judeus ou não judeus e/ou suas propriedades, a instituições comunitárias judaicas e instalações religiosas”.
O texto inclui exemplos contemporâneos de antissemitismo, como negar o fato, escopo ou mecanismos do Holocausto, acusar judeus como povo ou Israel como Estado de inventar ou exagerar o Holocausto, responsabilizar coletivamente judeus por ações do Estado de Israel, acusar os judeus de conspirarem para prejudicar e/ou manipular financeiramente a Humanidade, bem como outras expressões orais, por escrito, sob forma visual e através de ações que utilizam estereótipos sinistros e traços de personalidade negativos baseados em preconceitos estruturais.
No Brasil, a definição já foi adotada por diferentes esferas governamentais. Em março de 2024, o estado de São Paulo incorporou o conceito, seguido pouco depois pela prefeitura de São Paulo. Na lista brasileira de adesão ao documento internacional de combate ao preconceito e a intolerância contra judeus constam também Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Mato Grosso, Amazonas, Rondônia, Roraima, Goiás e Distrito Federal. Já em caráter internacional, a iniciativa tem como signatários países como Argentina, Uruguai, Canadá e Estados Unidos, em um total de 40.
A adoção pela PUC-SP marca um momento significativo por ser a primeira instituição de ensino superior a incorporar oficialmente estas diretrizes, estabelecendo um precedente importante no ambiente acadêmico brasileiro.

 

Nota sobre mudança no Ministério da Saúde

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu na tarde desta terça-feira, 25 de fevereiro, com a ministra da Saúde, Nísia Trindade.
Na ocasião, comunicou a ela a substituição na titularidade da pasta, que passará a ser ocupada pelo atual ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, a partir da posse marcada para a quinta-feira, dia 6 de março.
O presidente agradeceu à ministra pelo trabalho e dedicação à frente do ministério.

 

Tafácil Consignados firma convênio com o Governo do Ceará e oferece crédito com taxas diferenciadas para servidores estaduais

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Parceria abrange mais de 150 mil famílias cearenses

 

A Tafácil Consignados anunciou a formalização de um convênio com o Governo do Estado do Ceará para disponibilizar crédito consignado com condições especiais aos servidores públicos estaduais. A parceria abrange mais de 150 mil famílias cearenses, incluindo servidores efetivos, comissionados, aposentados e pensionistas.

 

Com o novo acordo, os beneficiários terão acesso a taxas de juros reduzidas e prazos de pagamento mais flexíveis, em uma iniciativa que busca facilitar o acesso ao crédito e promover maior segurança financeira. A proposta é permitir que os servidores realizem seus objetivos de maneira planejada e com tranquilidade.

 

“Estamos felizes em firmar essa parceria com o Governo do Ceará e oferecer soluções financeiras que contribuam para o bem-estar dos servidores públicos estaduais. Acreditamos que o crédito consignado é uma ferramenta importante para a realização de projetos e sonhos, e queremos facilitar o acesso a esse recurso de forma justa e transparente”, destacou Paulo Cirilo, CEO da Tafácil Consignados.

 

A Tafácil Consignados se diferencia pela solidez e confiabilidade proporcionadas pelo Somapay Digital Bank, instituição financeira autorizada e regulamentada pelo Banco Central do Brasil.

 

Serviço

Tafácil Consignados

Endereço: Av. Washington Soares, 4335 – Lagoa Sapiranga (Coité), Fortaleza – CE, 60833-005 (5º andar do Shopping Via Sul)

Mais informações: https://tafacilconsignados.com.br/

Redes sociais:

Instagram @tafacilconsignados /

Linkedin https://encurtador.com.br/4OoE3 /

Telefone: 0800 000 2435

WhatsApp: (85) 4000-2996

Ao lado de Ibaneis, Daniel Donizet comemora entrega da reforma da Rodoviária e da primeira creche pública do Gama

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Os investimentos garantem mais mobilidade e avanços na educação infantil na região

O deputado distrital Daniel Donizet (MDB) participou, na manhã desta terça-feira (25), da inauguração de duas importantes obras no Gama: a reforma completa da rodoviária da cidade e a entrega da primeira creche pública da região. As solenidades contaram com a presença do governador Ibaneis Rocha (MDB), da vice-governadora Celina Leão (PP), do secretário de Transporte e Mobilidade Zeno Gonçalves, do secretário de Governo José Humberto e da administradora regional do Gama, Joseane Feitosa.

Rodoviária modernizada

Após anos de abandono, a Rodoviária do Gama foi completamente revitalizada. As obras incluíram a construção de novas calçadas com piso tátil e acessibilidade, além da modernização das redes de água, esgoto, elétrica e telefônica. Também foram implementadas melhorias na prevenção de incêndios.

“Finalmente, teremos uma rodoviária moderna, segura e eficiente, garantindo mais conforto e mobilidade para nossa comunidade gamense”, afirmou Daniel Donizet.

Mais de 30 mil pessoas utilizam o terminal diariamente, e a reforma, que teve um investimento de R$ 8,3 milhões, faz parte de um conjunto de melhorias para o transporte público da região.

“A reforma da rodoviária contou com recursos do nosso mandato. Agradeço ao governador Ibaneis Rocha por nos ajudar a transformar o Gama em uma cidade ainda melhor para se viver”, destacou o deputado.

O governador Ibaneis Rocha celebrou a entrega e lembrou a situação precária do terminal antes da obra. “Quem conheceu esse espaço anos atrás sabe o quanto ele estava abandonado. Hoje, o Gama recebe uma rodoviária nova e estruturada”, afirmou.

A vice-governadora Celina Leão também ressaltou os investimentos na cidade: “O Gama estava vivendo um atraso e agora passa por uma transformação completa. Essa rodoviária é um marco dessa nova fase”, declarou.

Durante a solenidade, o governador assinou um projeto de lei para suspender a cobrança das taxas dos permissionários da rodoviária durante o período das obras.

Primeira creche pública do Gama

Outra conquista para a população foi a inauguração do Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Jardim das Acácias, a primeira creche pública do Gama. Com capacidade para atender 190 crianças de até dois anos, a unidade recebeu um investimento de R$ 4 milhões. Até então, a cidade contava apenas com creches conveniadas.

“A educação infantil é essencial para garantir um futuro melhor para nossas crianças. Essa creche representa um grande avanço para o Gama, e seguiremos trabalhando para ampliar essa oferta e atender mais famílias”, afirmou Daniel Donizet.

As entregas reforçam o compromisso do deputado com o desenvolvimento da cidade e com a qualidade de vida da população.

Novas leis que beneficiam pessoas com deficiência ou com transtornos já estão em vigor

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Para a Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética, leis que facilitem o acesso à saúde são benéficas tanto para médicos quanto para pacientes

Pessoas com diferentes tipos de deficiência estiveram no centro de discussões que resultaram nas recentes criações e aprovações de medidas que ampliam seus direitos. Um exemplo é a Lei n.º 14.863, de 2024, que garante o acesso de pessoas com deficiência a iniciativas sociais, preventivas e educativas. A partir daí, campanhas como a do “Outubro Rosa”, relacionada ao câncer de mama, passaram a contar com recursos audiovisuais adequados, como o braile.

“São avanços importantes. Além dos pacientes, médicos e profissionais da saúde em geral também são beneficiados. Uma vez que mais pessoas são conscientizadas, há maior chance de detecção no estágio inicial da doença e maiores possibilidades de tratamento e de cura, o que permite que os profissionais tenham tempo hábil para definir a melhor estratégia”, explica o presidente da Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética (Anadem), Raul Canal.

Além das ações com foco na conscientização, há também iniciativas recentes para ampliar a inclusão social. Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), por exemplo, estão amparadas pela Lei n.º 14.992, de 2024, a qual cria medidas para que elas sejam inseridas no mercado de trabalho por meio da integração de bases de dados de emprego com cadastros de pessoas com o TEA.

Já a Lei n.º 14.351, também de 2024, define as cores para a chamada “bengala longa” usada por pessoas com cegueira e baixa visão, de forma a facilitar a identificação do seu grau de deficiência. A branca, por exemplo, é destinada a pessoas cegas; e a verde, a pessoas com baixa visão ou visão subnormal; enquanto as vermelhas e brancas são designadas ao reconhecimento de pessoas surdas-cegas.

“Essa Lei também é de extrema importância para o ambiente médico-hospitalar, pois assim que a pessoa chega ao hospital, o profissional já sabe como poderá atendê-lo de forma mais assertiva. Por mais que possa estar acompanhado, é fundamental que o paciente com deficiência se sinta realmente integrado à consulta, por meio de um atendimento humanizado”, afirma o especialista em direito médico.

A Lei n.º 15.069, de 2024, por sua vez, institui a “Política Nacional de Cuidados”. Ela promove a inclusão e a equidade, garantindo que todos tenham acesso aos cuidados necessários, independentemente de raça, gênero, condição física ou situação econômica. Segundo o presidente da Anadem, leis dessa natureza precisam ser cada vez mais discutidas: “Pacientes e profissionais da saúde só terão a ganhar. Por isso, é essencial a criação de políticas públicas com esse foco”.

Anadem

A Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética (Anadem) foi criada em 1998. Como entidade que luta pelos direitos de sua categoria, promove o debate sobre questões relacionadas ao exercício da medicina, além de realizar análises e propor soluções em todas as áreas de interesse dos clientes, especialmente no campo jurídico. Para saber mais, clique aqui.

SGB e ANM dialogam sobre descontingenciamento da CFEM e buscam soluções para sustentabilidade no setor mineral

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O diretor-presidente Inácio Melo se reuniu, nesta segunda-feira (24), com o diretor-geral da ANM, Mauro Sousa e com o superintendente Rui Giordani

Foto: Igo Estrela/SGB

 

Brasília (DF) – O diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil (SGB), Inácio Melo, amplia articulações para contribuir com o desenvolvimento sustentável do setor mineral e viabilizar o repasse da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) ao SGB. Nesta segunda-feira (24), Melo se reuniu com o diretor-geral da Agência Nacional de Mineração (ANM), Mauro Sousa, e com o superintendente de Arrecadação e Fiscalização de Receitas da ANM, Rui Giordani.

Na ocasião, os diretores debateram o repasse da CFEM ao SGB, além de dialogarem sobre soluções para fortalecer as pesquisas geocientíficas que possam apoiar a sustentabilidade na mineração. “Estamos aqui debatendo pautas importantes para o Brasil, por meio das ações do setor mineral. Precisamos aumentar o fluxo de descobertas de novos depósitos e aumentar a segurança ambiental de nossas operações. Nós pensamos muito parecido neste tema de sustentabilidade e estamos aqui caminhando juntos para um futuro promissor para nosso país”, ressaltou o diretor-presidente do SGB.

Foto: Igo Estrela/SGB

 

O diretor da ANM, Mauro Sousa, destacou que o Serviço Geológico do Brasil é um importante parceiro: “Nós compartilhamos muitas ideias em prol da mineração brasileira e temos que construir soluções conjuntamente. Estamos discutindo e encontrando caminhos para melhorar nossa mineração que é um fator preponderante para o desenvolvimento socioeconômico do país, além de tratar das ações necessárias para viabilizar o repasse da CFEM ao SGB”.

A reunião foi acompanhada pelo assessor da presidência do SGB Gledson Brito.

A educação corporativa em Assessoria de Imprensa para executivos e empresários

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Vera Lucia Rodrigues*

Boa parte dos executivos e empresários que se relaciona com a mídia muitas vezes não entende efetivamente a filosofia e o modus operandi do Jornalismo. Mesmo os tradicionais media trainings tão importantes para a o relacionamento e realização de entrevistas não são suficientes para os porta-vozes ou fontes entenderem as entranhas da profissão de jornalista, que aparentemente é muito simples e corriqueira.

A falta de conhecimento da operação de um veículo de comunicação tem criado frequentemente conflitos entre assessorias de Imprensa e seus respectivos clientes. Por isso, é preciso cada vez mais que executivos ou empresários participem de treinamentos corporativos mais profundos sobre o tema. Neles podem ser explicados critérios e detalhes de noticiabilidade, valor-notícia, gancho jornalístico, aspectos éticos/deontológicos, criticidade, separação ‘igreja-estado’ (publicidade e Jornalismo), tipologia jornalística e as delimitações dos gêneros jornalísticos informativo, interpretativo e opinativo, além de outros pontos essenciais para a compreensão exata da prática sistematizada de coletar, verificar e comunicar informações relevantes e verídicas para o público.

Muitos clientes de assessoria de Imprensa não entendem porque seus press-releases não são publicados na ‘grande Imprensa’ e quando contratam suas agências para relacionamento com a mídia jornalística não sabem exatamente como fazer isso para se beneficiar e ‘capitalizar’ o investimento feito na ferramenta. Não compreendem muitas vezes o que as redações dos veículos querem ou precisam, e o que naturalmente essas publicações não desejam jamais que cheguem até eles.

O media training que tem sido aplicado no setor é também relevante, mas ele faz apenas o recorte de alguns detalhes de um todo nas relações com a Imprensa. Os ‘treinamentos de mídia’ focam essencialmente nos aspectos de oratória, postura profissional, controle emocional, empatia, memorização, interações com jornalistas e informações elementares de operação da Imprensa. Um profissional competente do mercado corporativo, no entanto, precisa mais do que isso, hoje em dia, e os livros de Marketing também não tratam especificamente do assunto.

Da mesma forma que o guru, Phillip Kotler, definiu certa vez o Marketing, afirmando que ele poderia ser resumido em algumas horas, mas que levaria uma vida inteira para dominá-lo, o mesmo ocorre com o Jornalismo tradicional. A Imprensa tem contribuído com a sociedade por séculos em todo planeta. Ela é sempre submetida a vários filtros e crivos sociais, como a ética, legislação e anunciantes, por isso tem que estar comprometida visceralmente e continuamente com a audiência dela. Sua reputação é sua própria vida e é o que garante também sua própria existência.

Aparentemente o trabalho jornalístico pode parecer simples, mas não é. O repórter ouve e anota ou grava as repostas do que pergunta. A seguir começa a dar vida à reportagem no texto, processando o conteúdo, e depois é só tirar o excesso e polir a narrativa. Pronto. O trabalho está feito. Ninguém se lembra que nesse processo o tempo é curtíssimo e sem muitos minutos para reflexões, verificações ou retrabalhos. Há questões que pouco são percebidas no conteúdo da matéria jornalística, como, por exemplo, a parte jurídico-legal intrínseca e seus desdobramentos na opinião pública; influências na imagem e reputação das marcas e pessoas; e até dos riscos de arrependimentos nas declarações entre tantos outros aspectos, que podem gerar consequências de toda sorte.

O que a maioria não sabe é que cada palavra inserida, cada frase construída, e cada pensamento materializado em orações passam por inúmeras ‘fiscalizações’ e ‘burilações’ pessoais do repórter e dos editores. Há no Jornalismo um universo restrito de palavras que o redator pode dispor. Algumas palavras, por sinal, são expressamente proibidas.

Em geral o discurso jornalístico fica próximo das palavras faladas, mas está um pouco acima delas. Um redator, por exemplo, pode escrever “ele está com fome”, mas nunca “ele está sem nada no estômago”. O texto tem que ser simples, acessível, mas jamais simplório ou simplista, muito menos rebuscado. Por sinal, dizem que escrever difícil é fácil, mas escrever fácil é difícil. Em média, um parágrafo informativo não deve ultrapassar cinco linhas e uma frase inteira duas linhas. Na narrativa opinativa ou interpretativa o conteúdo pode ser maior. O rigor gramatical jamais pode ser ignorado também.

Redigir situações ou fatos é difícil, porque há sempre muito detalhes e condicionantes, que devem ser inseridos ou excluídos. Como uma vez datilografou o escritor e jornalista Fernando Sabino no prefácio de uma velha edição do Dicionário Aurélio: “Escrever é fácil, é só sentar-se diante da máquina de escrever e cortar os pulsos”.  A verdade, é que um texto jornalístico tem que ter a capacidade de alcançar simultaneamente pessoas semianalfabetas e também cientistas do mais alto conhecimento. Na televisão e rádio isso é regra. No jornalismo especializado isso é um pouco mais flexível, dependendo do veículo ou editoria. Mas a busca pela chamada ‘difusão intensiva’, ou seja, chegar no entendimento de todos, é essencial.

Em entrevistas para atestar seu conhecimento há inúmeras fontes/porta-vozes que gostam de demostrar erudição. Isso é o pior que um entrevistado pode fazer a um repórter. Quanto mais professoral for o porta-voz/fonte e explicar o conteúdo para um jornalista de forma bem clara, compreensível, é sempre o melhor a fazer. A comunicação entre um profissional de Imprensa e seu entrevistado tem de ser fluida, cordial, direta, sem rodeios, e de mútua confiança. Um entrevistado também não deve imaginar que tem amigos na mídia por colaborar gentilmente com ela. Há interesses profissionais dos dois lados e cada um tem seu ‘dever de ofício’ a cumprir.

Um dos maiores erros que a esmagadora maioria dos executivos, empresários e outras pessoas que lidam com jornalistas é achar que o trabalho de assessoria de Imprensa é muito semelhante ao da publicidade ou marketing. É uma falha gravíssima. O trabalho de assessoria de Imprensa é sobretudo levar informação relevante no formato jornalístico aos meios de comunicação de massa para eles repassá-los à audiência e gerar conhecimento ou ajudar as pessoas nas suas tomadas de decisão. Se um veículo sério recebe um press release com cara de anúncio o e-mail nem será aberto ou irá diretamente para a área de ‘lixo’ do computador.

Apesar de publicarem matérias jornalísticas relevantes de veículos dos mais variados, as mídias sociais como plataforma de informação nem sempre o fazem quando divulgam um post. Às vezes por conter interesse malicioso ou maldoso do emissor a publicação pode ser simplesmente uma fakenews. Portanto, um post de redes sociais não é a rigor sempre Jornalismo ‘puro-sangue’. Desta maneira, é conveniente avaliar caso a caso. Às vezes, uma assessoria de Imprensa também realiza paralelamente esse serviço de gestão de redes sociais. De qualquer forma empregar distintamente mídias sociais e assessoria de imprensa pode ser uma boa combinação.

Para finalizar, estou recorrendo a um ilustre colega de profissão, o Águia de Haia, que além de jornalista, é um grande escritor, diplomata, jurista, político, etc., o Ruy Barbosa. Resumindo o que era (e continua sendo) a Imprensa ele declarou:

“A Imprensa é a vista da Nação. Por ela é que a Nação acompanha o que lhe passa ao perto e ao longe, enxerga o que lhe malfazem, devassa o que lhe ocultam e tramam, colhe o que lhe sonegam, ou roubam, percebe onde lhe alvejam, ou nodoam, mede o que lhe cerceiam, ou destroem, vela pelo que lhe interessa, e se acautela do que ameaça”.

 

 *Vera Lucia Rodrigues é jornalista profissional e mestre em comunicação social pela Universidade de São Paulo, e diretora da Vervi Assessoria de Comunicação, empresa que há 43 anos atua na área de comunicação corporativa.