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Sobre o inquérito das FAKE NEWS – A interpretação dos Ministros do STF

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Neste artigo divergirei da interpretação de alguns Ministros do Supremo Tribunal Federal acerca do inquérito das fake news, razão pela qual faço um primeiro esclarecimento. Tenho grande admiração por todos os Ministros da Suprema Corte e admiro-os como juristas. Tenho livros escritos com a maioria deles, participei de bancas de doutorado com alguns e de palestras com quase todos, ao longo destes sessenta anos de magistério universitário.

Por outro lado, acompanhei os vinte meses de trabalhos da Constituinte, participei de audiências públicas e mantive contato permanente com o relator Senador Bernardo Cabral. Desse modo, como velho professor, entendo que posso divergir, pois convivi com os constituintes durante todo aquele período. Além disso, analisei a Constituição brasileira com o professor Celso Bastos, saudoso amigo, em 15 volumes e mais de 10 mil páginas, ao longo de 10 anos, logo após a promulgação da Carta Magna.

Feitos esses esclarecimentos sobre o respeito que tenho pelos Ministros, mesmo diante de divergências, passo à segunda consideração sobre o previsto na Constituição, que vi e discuti com Bernardo Cabral e com Ulisses Guimarães, o qual chegou a assistir palestra minha sobre o parlamentarismo, tese que adotou até a Comissão de Sistematização. Roberto Cardoso Alves, todavia, liderando grupo de parlamentares, derrubou-a no Plenário.

Há determinadas disposições na Constituição que, entretanto, refletem a tendência parlamentarista. A primeira delas está na competência do Congresso Nacional, previsto em primeiro lugar, no mais longo título da Constituição, que vai dos artigos 44 a 135, ou seja, o da Organização dos Poderes. Isso porque, como disse recentemente o Ministro Luiz Fux, o Congresso é o Poder mais importante da República, pois é o único que representa o povo por inteiro.

De fato, no Congresso há situação e oposição. Os constituintes, que saíam de um regime de exceção, queriam harmonia e independência entre os Poderes e, para tanto, descreveram suas competências exaustivamente, começando com o Poder Legislativo. O Poder Executivo, que comanda a administração, aparece em segundo lugar, pois representa a maioria da população e, quando há segundo turno, nem a maioria.

Pelo artigo 1º da Lei Suprema, há uma única soberania: a do povo. Essa soberania do povo é exercida por representantes por ele escolhidos, o que não ocorre no Poder Judiciário. Este vem, portanto, em terceiro lugar para fazer respeitar a lei, que não elabora porque só o Congresso Nacional pode fazê-lo, bem como o Poder Executivo, com o aval do Legislativo, por meio das medidas provisórias e das leis delegadas.

Por essa razão, o constituinte prevê no inciso XI do artigo 49, que “é da competência exclusiva do Congresso Nacional zelar pela preservação de sua competência normativa em face da atribuição normativa de outros Poderes”.

Vale dizer, não pode permitir que outros Poderes avancem em sua competência normativa. Em face disto, é que entendo que as duas PECs, em discussão hoje no Congresso Nacional, são de extrema importância por serem explicitadoras da norma constitucional; não inovadoras.

Pela PEC 28/2023, por exemplo, decisões que deferirem determinadas medidas cautelares terão que ser referendadas pelo colegiado. É uma explicitação do artigo 97 da Lei Suprema, segundo o qual a lei ou ato normativo só pode ser declarado inconstitucional – de rigor, toda a matéria no STF é sobre constitucionalidade – por maioria absoluta.

A outra explicitação é a da PEC 50/2023, segundo a qual, sempre que houver invasão, por parte do Judiciário, da competência legislativa do Congresso Nacional, a este caberá, por dois terços de seus integrantes, preservar a sua competência exclusiva de legislar, sustando a eficácia da decisão judicial, conforme já previsto no artigo 49, inciso XI, mas sem que tivesse o Constituinte definido o procedimento para tal preservação.

São, portanto, duas PECs explicitadoras de um poder que o constituinte já tinha dado ao Congresso Nacional desde 5 de outubro de 1988.

Há mais um aspecto que me parece importante, antes de entrar no tema das fake news.

O artigo 103, § 2º da Constituição, diz o seguinte: “Declarada a inconstitucionalidade por omissão de medida para tornar efetiva norma constitucional, será dada ciência ao Poder competente para a adoção das providências necessárias e, em se tratando de órgão administrativo, para fazê-lo em trinta dias.”.

Como se vê, para o Executivo é dado o prazo de 30 dias, mas nenhum prazo é estabelecido para o Congresso Nacional elaborar a lei nas ações diretas de inconstitucionalidade por omissão.

Neste tocante, lembro-me de, num jantar que tivemos durante a Constituinte, — Bernardo Cabral, relator da Constituinte, o ministro Sidney Sanches, que foi meu colega de turma, Odyr Porto, que era o presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros, e eu – em que discutimos este artigo.

Propus o seguinte: “Sidney, Bernardo, como é que vocês, diante de decisão do Supremo em ação direta de inconstitucionalidade por omissão que declara uma omissão inconstitucional, não fixam um prazo para o Congresso elaborar a lei?” Pretendia colocar um prazo de seis meses.

Sidney Sanches lançou um verdadeiro exocet sobre meu argumento, dizendo o seguinte: “Ives, como é que nós vamos fazer se, em seis meses, o Congresso não elaborar a lei? Você acha que teremos condição de mandar prender 503 deputados e 81 senadores, por desacato à ordem judicial?” – À época eram 503 deputados -. O argumento de Sidney derrubou o meu e Bernardo concordou com ele, permanecendo sem prazo a redação do artigo 103, §2º.

Fato é que, nem mesmo nas ações diretas por inconstitucionalidade por omissão do Congresso Nacional, pode o Supremo legislar.

Então, parece-me que, no artigo 1º, a soberania é do povo e dois Poderes o representam. Há um terceiro Poder que é guardião da lei, que não elabora; por isso, aparece em último lugar na organização dos Poderes.

Ora, a Constituição foi elaborada para dar equilíbrio e harmonia entre os Poderes, em um momento em que saíamos de um regime em que havia um poder dominante. Os constituintes, durante vinte meses, buscando não ter um Poder dominante, definiram exaustivamente as competências de cada um dos Poderes.

Por essa razão, entrando na última parte desse artigo, entendo que o inquérito das fake news, que meu querido amigo, Ministro aposentado do STF Marco Aurélio Mello, chama de inquérito do fim do mundo, não poderia continuar; pois virou um verdadeiro buraco negro. Tudo quanto é matéria é considerada fake news.

Se verificarmos, a Constituição não permitiria esse inquérito. Devemos, pois, analisar o artigo 5º, que é o mais importante da Constituição por definir, claramente, quais são os direitos individuais, sociais, políticos e de nacionalidade que têm o cidadão brasileiro.

Logo no início dele, nos incisos IV e V, declara o seguinte: “é livre a manifestação de pensamento, sendo vedado o anonimato; é assegurado o direito de resposta proporcional ao agravo, além da indenização por dano material ou moral à imagem”.

Significa dizer que não é possível pré-determinar o que o cidadão pode ou não dizer, o que não impede dele ser punido caso o faça abusivamente. Em outras palavras, o que o constituinte declarou é que é livre a manifestação de pensamento, mas o abuso, sendo vedado o anonimato, dá direito à resposta e à indenização por danos morais, sendo possível, ainda, pelo princípio da recepção do Código Penal, a configuração da denunciação caluniosa, injúria ou difamação.

Ocorre que o Supremo está discutindo se o artigo 19 da Lei da Internet (Lei 12.965/2014) – segundo o qual “o provedor de aplicações de internet somente poderá ser responsabilizado civilmente por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros se, após ordem judicial específica, não tomar as providências para, no âmbito e nos limites técnicos do seu serviço e dentro do prazo assinalado, tornar indisponível o conteúdo apontado como infringente” –  ficará como está ou se pode dar a ele uma nova redação. Ora, isso é competência do Legislativo, não do Supremo. span>

Em suma, o Supremo Tribunal Federal está deliberando atualmente sobre a Lei da Internet, de um lado e, por outro lado, sobre o inquérito das fake news, em tramitação há 5 anos – inquéritos devem durar 60, 90 dias no máximo -, atraindo muitas coisas que não tem nada a ver com fake news, virando, assim, um buraco negro judicial que, como no universo, atrai tudo que está perto.

Ora, de acordo com a Constituição, o eventual abuso só pode ser punido posteriormente e a livre expressão de pensamento, que é a característica maior de uma democracia, está nela preservada. Todo cidadão deve ter a liberdade de dizer o que pensa e, se abusou, será responsabilizado “a posteriori”, não “a priori” impedido de dizer aquilo que desejava, posto que a democracia admite sempre um debate de ideias.

A questão é preocupante, pois quando ideologias prevalecem- e a ideologia é a corruptela das ideias -, é evidente que teremos o Poder orientando o pensamento do cidadão.

De rigor, resumindo todo o exposto, a Constituição diz que só pode haver um controle “a posteriori”, e não uma definição “a priori” e, a meu ver, o inquérito das fake news, independente de outros aspectos jurídicos que, num espaço curto, não se pode analisar – como a questão do juízo natural, já que estamos diante do exercício alargado das competências definidas pelos artigos 102 e seguintes da Constituição, com pessoas que não têm foro privilegiado sendo  julgadas em primeira instância no Supremo Tribunal Federal – vejo, apesar de toda admiração por livros escritos, palestras dadas, bancos de doutorado juntos e respeito que tenho pelos eminentes julgadores, que há uma divergência profunda naquilo que eu vi durante aqueles 20 meses de  debate entre os constituintes, para que tivéssemos uma democracia ampla, na qual os Poderes fossem independentes e harmoniosos, cada um deles trabalhando dentro das competências específicas da Constituição, sem preocupação de invasão de competências alheias.

O inquérito das fake news, a meu ver, representa, enfim, um reescrever da Constituição, com as substituições de juízo natural, entrada de tudo aquilo que se considera fake news, e fazendo com que efetivamente o Congresso Nacional vá perdendo importância, sendo que, conforme dizia o ministro Fux, o Legislativo é o Poder mais importante da República, pois o único que representa a totalidade da população.

Portanto, o inquérito das fake news, malgrado todo respeito e admiração, pois tenho livros escritos, participei de inúmeras conferências, participei de programas de televisão com o ministro Alexandre Moraes e escrevi livros com o ministro Toffoli, proferindo palestras com ele e tendo ele proferido palestra no lançamento de livro que participou em homenagem aos meus distantes 80 anos, o que me sensibilizou sobremaneira, tenho que divergir, nesse momento, da permanência desse inquérito e apoiar o que disse o ministro Marco Aurélio de Mello, entendendo que o inquérito das fake news, em vez de fortalecer a democracia, enfraquece-a sobremaneira, e o que é mais triste, vai limitando o que é extremamente importante numa democracia, que é a liberdade de expressão.

Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie, Unip, Unifieo, UniFMU, do Ciee/O Estado de São Paulo, das Escolas de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme), Superior de Guerra (ESG) e da Magistratura do Tribunal Regional Federal – 1ª Região, professor honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia), doutor honoris causa das Universidades de Craiova (Romênia) e das PUCs PR e RS, catedrático da Universidade do Minho (Portugal), presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomercio -SP, ex-presidente da Academia Paulista de Letras (APL) e do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp).

Detran-DF divulga balanço parcial da operação Boas Festas

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Agentes de trânsito flagraram 352 motoristas dirigindo sob a influência de álcool
 
Jaqueline Costa
 
Há quase um mês, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) deu início à operação Boas Festas com o objetivo de promover a segurança viária durante as festividades de fim de ano. Entre 28 de novembro e 22 de dezembro, os agentes do Detran-DF abordaram 3.400 condutores e realizaram 2.790 testes de etilômetro.  As equipes de fiscalização autuaram 352 motoristas por dirigir após o consumo de bebida alcoólica, 239 inabilitados, 221 por conduzir veículo com o escapamento irregular, 194 com a CNH vencida há mais de 30 dias e 660 por infrações diversas. Ao todo, os agentes recolheram 342 veículos ao depósito.
Durante as ações, 12 motoristas foram conduzidos à delegacia, sendo dez em razão do resultado do teste do etilômetro, que constatou concentração de álcool considerada crime, um por adulteração de sinais característicos do veículo e um por conduzir veículo com restrição de roubo ou furto.
A operação Boas Festas é uma inciativa do Detran-DF que visa intensificar as ações de fiscalização de trânsito com o objetivo de coibir a ocorrência de infrações e promover a segurança viária. A operação segue até 5 de janeiro de 2025 e inclui patrulhamentos, pontos de demonstração e blitzes em todas as regiões do DF.

Corte e dobra de aço: inovação e personalização para potencializar negócios

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Janine Brito, CEO da Pinheiro Ferragens, destaca como o serviço de corte e dobra agrega valor ao setor de construção civil

Divulgação

 

A crescente demanda por soluções personalizadas e práticas na construção civil tem destacado o corte e dobra de aço como um diferencial estratégico para empresas do setor. Janine Brito, CEO da Pinheiro Ferragens, explica como esse serviço agrega valor, otimiza projetos e atende às necessidades específicas de cada obra.

 

“O corte e dobra de aço permite que materiais sejam adaptados com precisão às especificações de cada cliente. Esse processo oferece não apenas agilidade, mas também redução de desperdícios e custos, características que são fundamentais em um mercado competitivo”, afirma Janine.

 

Como funciona o processo

O serviço de corte e dobra transforma barras de aço em peças sob medida, atendendo a diferentes projetos estruturais e arquitetônicos. “A tecnologia empregada nesse processo garante alto nível de precisão e flexibilidade. É possível criar desde estruturas simples até formatos mais complexos, o que amplia a versatilidade do material”, explica Janine.

 

Ela também ressalta como o planejamento é essencial para aproveitar ao máximo esse serviço. “Com um bom planejamento, é possível reduzir prazos de execução, aumentar a eficiência no canteiro de obras e garantir que cada peça esteja perfeitamente alinhada às necessidades do projeto”, afirma.

 

Benefícios para o cliente

 

Entre os principais benefícios do corte e dobra de aço estão:

 

  • Personalização: materiais adaptados ao projeto específico;

  • Redução de desperdícios: peças feitas sob medida diminuem o descarte;

  • Agilidade: simplificação do processo construtivo;

  • Sustentabilidade: maior eficiência no uso de materiais.

 

“Esse serviço é um exemplo claro de como inovação e personalização podem agregar valor ao negócio e beneficiar toda a cadeia produtiva, desde o fornecedor até o cliente final”, conclui Janine

 

Sobre a Pinheiro Ferragens – Fundada em 1960, a empresa nasceu com o objetivo de comercializar aço para a construção civil. De base familiar e pioneira na capital, foi responsável por oferecer grande parte dos materiais para a construção de Brasília. Atualmente, a empresa trabalha com um mix de mais de dois mil produtos comercializados e industrializados. Localizada no Setor de Indústrias de Brasília e Taguatinga, a loja possui moderna estrutura e serviços diferenciados.

 

Acompanhe os vídeos institucionais da Pinheiro Ferragens:

https://www.youtube.com/watch?v=Fj3vzzAvijk&list=WL&index=4

https://www.youtube.com/watch?v=tbAINAexhSI&list=WL&index=2

SERVIÇO:

Pinheiro SIA

Telefone: (61) 3012-8181

SIA Trecho 2/3 em frente ao SEBRAE

Pinheiro Taguatinga

Telefone: (61) 3354-8181

QI 11 Lotes 2/26 Taguatinga/DF

Maior grupo de shopping centers do Sul anuncia investimento de R$ 520 milhões

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Expansão prevê mais de 100 novas operações em 2025

O Grupo Tacla anunciou um investimento de R$ 520 milhões para a expansão de três empreendimentos e a construção de um novo shopping center. Esse é o plano de crescimento da companhia com o objetivo de consolidar a presença no mercado e atrair mais consumidores. Com a expansão, a previsão é de mais de 100 novas operações no grupo todo em 2025.

Em São Paulo, o Shopping Cidade Sorocaba recebe um investimento de R$ 20 milhões para a expansão e modernização do empreendimento, que ganha uma nova área gourmet com seis restaurantes.

Já no Sul do país, o investimento será nos dois outlets do Grupo Tacla e na construção de um novo shopping. O Porto Belo Outlet Premium, em Santa Catarina, e o City Center Outlet Premium, no Paraná, colocam em prática os planos de expansão, com novos espaços para lojistas. Em Ponta Grossa (PR), onde o grupo já administra o Palladium, a companhia está construindo o Plaza Campos Gerais, com inauguração prevista para outubro de 2025.

O investimento anunciado será feito com recursos próprios, sem tomar dívidas. Fundado na década de 1930 por Mounif Tacla, o Grupo Tacla é um dos dez maiores do país, com 12 empreendimentos no Paraná, Santa Catarina e São Paulo, 400 mil metros quadrados de área bruta locável e mais de 2 mil lojistas. Em 2023, a empresa registrou crescimento de 17,5% nas vendas.

Sobre o Grupo Tacla Shopping

Com mais de 80 anos de tradição e experiência no varejo, o Grupo Tacla Shopping atua na construção, administração, incorporação e comercialização de centros comerciais. É o maior grupo de shopping centers do Sul do Brasil, com 12 empreendimentos nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Atualmente, o Grupo Tacla é responsável pelos seguintes empreendimentos: Shopping Palladium Curitiba, Ventura Shopping, Jockey Plaza Shopping, Shopping Estação e City Center Outlet Premium, na Grande Curitiba (PR); Palladium Ponta Grossa, Plaza Campos Gerais (Ponta Grossa, em desenvolvimento), Palladium Umuarama, Catuaí Palladium e (Foz do Iguaçu), no interior do Paraná; Itajaí Shopping Center e Porto Belo Outlet Premium, em Santa Catarina; e Shopping Cidade Sorocaba, no interior de São Paulo. Mais informações: www.taclashopping.com.br

Indicador de Felicidade Interna Bruta (FIB), desenvolvido no Butão, será aplicada no Brasil em 2025

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Para isso, Caio Queiroz, CEO da Aguama Ambiental, viajará ao país, a convite do rei do Butão, para conhecer de perto a realidade da região, os mecanismos do FIB e contribuir com a parte sustentável do projeto Mindfulness City

 

Localizado entre a Índia e a China, os dois países mais populosos do mundo, o Butão é uma região com menos de 800 mil habitantes. Mas o que chama a atenção do mundo em relação a esse pequeno país? Ele é considerado o mais feliz do mundo e ali foi desenvolvido o indicador Felicidade Interna Bruta (FIB), que tem como intuito medir cientificamente a felicidade e o bem-estar geral da população.

 

O FIB passou a ser utilizado pela ONU (Organização das Nações Unidas) para complementar as medidas já tradicionais, como o PIB (Produto Interno Bruto), para medir o desenvolvimento de uma nação trazendo informações importantes para a política governamental.
 

O CEO da Aguama Ambiental, Caio Queiroz, recebeu um convite do rei do Butão, o monarca Jigme Khesar Namyel Wangchuck, e do ministro Dasho Karma Ura, presidente do Centre for Bhutan Studies and Gross National Hapiness (GNH), para conhecer de perto essa realidade e contribuir com a implementação das diretrizes sustentáveis da Mindfulness City, nova cidade em construção no país que objetiva promover a biodiversidade por meio de seus diversos ecossistemas e paisagens naturais.

 

“Quero conhecer a região, conversar com as pessoas que ali vivem, ver in loco seu modo de vida e entender mais sobre a proposta da nova cidade, sobre o FIB e como podemos ajudar com a parte de sustentabilidade, algo que está em nosso DNA”, explica.

 

A intenção, segundo Caio, é sincronizar as duas metodologias – da Aguama Ambiental com o FIB – e levar essa realidade não somente para o Butão, mas também para o Brasil, em um projeto disruptivo e inovador. O local escolhido para a primeira implementação do FIB no país é o arquipélago de Fernando de Noronha.

 

“Noronha é uma mini-Brasil, que apresenta os mesmos problemas que o país têm em suas demais regiões. Pretendemos iniciar a implementação do FIB no próximo ano, a começar pela realização de entrevistas com os moradores para entender as questões que precisam ser trabalhadas para que a felicidade aumente na região”, ressalta.

 

De acordo com o CEO da Aguama, sustentabilidade e felicidade têm uma ligação em comum. “A sustentabilidade é o caminho para a felicidade. Viver em uma região onde há acesso à água potável, esgoto, ruas limpas, resíduos reciclados, entre outros fatores, proporciona bem-estar e felicidade. Nossa intenção é tornar o FIB elevado na região para depois levarmos para outras localidades do país”.

 

Implementação por etapas

 

A metodologia do FIB é extensa. Envolve 72 sub indicadores que cobrem nove dimensões, consideradas os principais componentes da felicidade e bem-estar no Butão: bem-estar psicológico, uso do tempo, vitalidade da comunidade, cultura, saúde, educação, diversidade do meio ambiente, padrão de vida e governança.

 

Caio conta que a adoção do FIB em Fernando de Noronha será feita por etapas, com o início do trabalho focado em três pilares: resíduos, energia e água. “Será um trabalho de longo prazo, de avanço a cada requisito cumprido. Vamos aplicar todas as questões do índice para entender todos os aspectos que precisam ser trabalhados para tornar a população local mais feliz”.

 

Iniciativa privada

 

A relação da Aguama com o Butão iniciou-se com a vida de Dasho Karma Ura, que é coordenador do FIB, ao Brasil para participar do I Fórum de Sustentabilidade e Turismo de Noronha, realizado em setembro passado no arquipélago. “Ele falou um pouco mais sobre o FIB e pudemos dar visibilidade à importância de aplicá-lo no Brasil. Sem uma comunidade local fortalecida, saudável e feliz, é difícil implementar projetos ambientais ou de turismo, já que quem vive no local é quem sustenta as ações no longo prazo”, enfatiza Caio.

 

Para reforçar a implementação do FIB em Noronha, o CEO da Aguama destaca a importância da participação da iniciativa privada. “As empresas já estão atentas à questão da felicidade. Tanto que algumas inclusive já desenvolveram áreas próprias para cuidar do assunto, como o caso da Heineken, Gerdau e Suzano. São companhias com essa mentalidade que estão buscando ajudar a fomentar a felicidade. A ideia é somar esforços para que cada vez mais as pessoas tenham acesso a produtos e serviços de empresas sustentáveis”.

 

Plataforma ambiental para o Butão

 

A integração entre o FIB e a plataforma sustentável da Aguama também vai beneficiar o Butão. Caio conta que a empresa irá doar uma versão dela adaptada para trazer ainda mais inovação para a aplicação da metodologia no país na Mindfulness City. “Para ajudar às necessidades da nova cidade, estamos contando com a ajuda de uma engenheira civil que trabalha no Conselho Brasileiro de Construções Sustentáveis, com a aplicação de metodologias de certificação de empreendimentos aplicadas em locais como hotéis, prédios públicos, entre outros. Vamos trazer uma plataforma única e pioneira para proporcionar sustentabilidade não somente em Noronha, mas também na nova cidade do Butão”, conclui.

Karol Rosalin eleita como dona do corpo mais perfeito do mundo

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Paulistana com mais de 1 milhão de seguidores nas redes sociais, a influenciadora brasileira Karol Rosalin, de 25 anos, foi eleita por uma ferramenta de inteligência artificial como dona do corpo feminino mais perfeito do mundo. O resultado, que avalia critérios como saúde, força, simetria, proporção e harmonia corporal, ganhou destaque internacional e foi publicado pelo New York Post.

Karol costuma compartilhar sua rotina fitness com vídeos e fotos de seus treinos, geralmente vestindo biquínis ou lingeries. Ela também mantém um perfil em uma plataforma paga para fãs, onde interage com seus admiradores.

Karol possui perfis nas plataformas de conteúdo adulto Onlyfans e Privacy, e protagoniza filmes +18. 

Reconhecimento no universo fitness

“Ser reconhecida como a ‘Mulher Fitness Perfeita’ é incrível. Ver os resultados no espelho já é uma vitória”, disse Karol à revista Playboy australiana, que divulgou o resultado do estudo. Apesar do destaque, o nome da ferramenta de inteligência artificial responsável pela avaliação não foi revelado.

No mês de junho deste ano, a Privacy contou com 4 novidades no ranking dos top 10 influenciadores que mais bombaram no mês. São eles: Mari Ávila, Palloma Akemi, Karol Rosalin e Jefão.

 

 

 

Fonte: Com informações de bnews.com.br

IgesDF e Caesb celebram acordo de cooperação com entrega de equipamentos

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Caesb doou ao Instituto mais de 500 itens entre computadores, monitores e cadeiras
Bruno Laganá
Fotos: Alberto Ruy/ IgesDF
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) e a Companhia Ambiental de Saneamento do Distrito Federal (Caesb) celebraram hoje, no Palácio do Buriti, um acordo de cooperação na área de Tecnologia da Informação. Segundo o superintendente de Tecnologia da Informação (TI) e Conectividade em Saúde do IgesDF, Deilton Silva, o acordo envolve a troca de experiência entre as áreas e a doação de alguns itens de mobiliário e tecnologia para o Instituto.
Estiveram presentes ao evento de formalização da parceria, o diretor-presidente do IgesDF, Juracy Cavalcante Lacerda Jr., e o presidente da Caesb, Luís Antônio Almeida Reis. “Estamos muito felizes com a doação, não só dos computadores, mas também de softwares de gestão de contratos e de patrimônio. Isso vai agregar muito para a nossa gestão e para o dia a dia dos nossos colaboradores e pacientes”, disse Juracy.
Segundo o gerente de patrimônio da Caesb, Pedro Veiga, hoje foram entregues 571 itens ao todo. “São 184 CPUs, 284 monitores, 11 notebooks e 98 cadeiras e longarinas que estão sendo doadas ao patrimônio do IgesDF”, contou. Todas as doações estão em boas condições de uso ou precisam apenas de leves reparos. O material será todo triado e analisado pelas equipes de patrimônio e de TI do IgesDF e os recursos serão destinados às áreas que precisam de forma mais urgente, em todas as unidades geridas pelo Instituto.
Deilton Silva falou também sobre os softwares que estão sendo doados ao IgesDF. “O software de patrimônio vai ajudar o Instituto a gerir controle de transferências, baixas, depreciação de material e aos gestores no controle de carga de cada setor. Isso tudo vai proporcionar controle e transparência maiores, além de uma gestão mais confiável de todo o patrimônio”, disse.
Já o software voltado para o sistema de gestão de contratos, de acordo com Deilton, vai poder ajudar os fiscais de contrato a ter um ambiente centralizado para pesquisas e inserir ocorrências e outros detalhes. “Esse software ajuda a gerir todos os contratos da instituição, desde a sua vida útil, o consumo, controlar entregas, verificação de documentações referentes aos contratos, publicações que devem ser feitas, e permite uma melhor integração com a Secretaria de Saúde”, explica Deilton.
Em contrapartida, o IgesDF irá cooperar de forma técnica com a TI da Caesb. Segundo Deilton, o Instituto vem desenvolvendo diversas ferramentas com o uso da Inteligência Artificial e a Caesb demonstrou interesse. “É um acordo de cooperação, então quando desenvolvermos um produto, vamos apresentar para a Caesb a tecnologia para que ela possa aplicar dentro das necessidades deles”, completou Deilton.

Retrospectiva 2024: iniciativas ao longo do ano reforçaram compromisso com disseminação do conhecimento, sustentabilidade e inclusão socia

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Ações do Serviço Geológico do Brasil – nos âmbitos social, ambiental e econômico – refletem em melhorias para a população

Brasília (DF) – O ano de 2024 foi marcado por conquistas e avanços significativos, liderados pela Diretoria de Infraestrutura Geocientífica (DIG) do Serviço Geológico do Brasil (SGB). Iniciativas em educação, preservação da memória científica, modernização de laboratórios, promoção da equidade, entre outras ações, reforçaram o compromisso do SGB com o desenvolvimento sustentável e a inclusão social.

Entre os destaques está a 3ª edição do Balanço Social, que mostrou a geração de lucro social de R$ 6,5 bilhões em 2023. Os dados apontaram que a cada R$ 1 investido na empresa, o retorno para a sociedade foi de R$ 10,09.

A diretora Sabrina Góis destacou a importância das iniciativas desenvolvidas pela Rede LAMIN, Rede Ametista, litotecas, Museu de Ciências da Terra, SGBeduca e pela área de TI. “Essas ações asseguram excelência técnica, preservação de acervos estratégicos, inovação tecnológica e promoção da educação científica. Juntas, elas fortalecem a missão do Serviço Geológico do Brasil de gerar conhecimento geocientífico e contribuir para o desenvolvimento sustentável do país”, afirmou.

Ao longo do ano, foram entregues produtos e serviços que compartilharam conhecimento geocientífico e contribuíram sobretudo para estimular o setor mineral, impulsionar a transição energética e a segurança alimentar, além de apoiar estados e municípios em ações para prevenção a desastres. Isso demonstra que o trabalho da instituição, nos eixos social, ambiental e econômico, reflete-se em melhorias para a população, para o desenvolvimento sustentável e para o bem comum.

Educação e disseminação do conhecimento

Este ano foi marcado por grandes avanços na mediação científica do SGB, por meio do programa SGBeduca. Foram realizados cinco cursos de atualização em geociências, capacitando mais de 340 professores dos estados de Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Além disso, 90 escolas foram beneficiadas com oficinas de réplicas, impactando mais de 4.000 crianças e distribuindo um total de 12.200 réplicas. As ações educativas se estenderam a 49 escolas, onde palestras alcançaram diretamente mais de 4.700 alunos.

No campo da produção científica, os pesquisadores marcaram presença em importantes eventos nacionais e internacionais, com a apresentação de 38 trabalhos, entre palestras orais e ilustrações, em simpósios, congressos e encontros.

Outro destaque foi a conquista em editais do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com projetos que serão implementados ao longo de 2025.

O Café Geológico chegou à sua 5ª temporada, com 24 episódios que alcançaram mais de 10.200 espectadores, consolidando-se como um importante espaço de diálogo e divulgação científica.

Aprendizado e acessibilidade

Em abril, o Museu de Ciências da Terra, um dos principais acervos de geociências do Brasil, inaugurou a exposição “Brasil Glacial”. A mostra ofereceu, a mais de 29 mil visitantes, uma experiência imersiva, educativa e visual sobre um dos capítulos mais fascinantes da história do planeta: as eras do gelo.

O projeto Museu em Movimento também se destacou, levando acervos de minerais, rochas, réplicas e fósseis a escolas públicas e privadas. Essa iniciativa despertou o interesse dos alunos pelas ciências geocientíficas e proporcionou a eles uma oportunidade única de enriquecer o aprendizado.

Ao longo do ano, a biblioteca infantil promoveu 38 oficinas, impactando mais de 4 mil crianças e jovens com atividades lúdicas e educativas.

Outra ação de grande relevância foi a participação do MCTer na 18ª Primavera dos Museus. Durante o evento, o Museu realizou diversas atividades educativas e inclusivas, como exposições externas em tendas. Nessa ocasião, estudantes do Instituto Benjamin Constant – especializado em educação para cegos e pessoas com baixa visão – tiveram a oportunidade de explorar fósseis e minerais por meio de experiências táteis.

Além disso, foram retomadas importantes parcerias com instituições como a Casa da Ciência, Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia e Parque Bondinho (Pão de Açúcar), reforçando o compromisso do museu com a disseminação do conhecimento e a inclusão científica.

Os acervos tiveram a consulta de mais de 800 pesquisadores, o que resultou em várias publicações de relevância científica, como revistas nacionais e internacionais.

Rede LAMIN: inovação e tecnologia nos laboratórios do SGB

Até novembro de 2024, a produção Rede de Laboratórios de Análises Minerais (Rede LAMIN), que analisa a qualidade da água mineral do país, realizou mais de 57 mil análises, em 608 fontes hidrominerais. As atividades vão da análises in loco e coleta das amostras à emissão de boletins detalhados, considerados fundamentais para a fiscalização e classificação dessas águas.

Entre os destaques deste ano está a disponibilização da marca do SGB e do QR Code do Portal da Água Mineral, para que os mineradores produtores de água mineral divulguem voluntariamente em seus rótulos, indicando que a água mineral consumida foi analisada nos laboratórios da rede e vem de fontes naturais, filtrada por processos geológicos milenares e enriquecida naturalmente com minerais. Essa iniciativa fortalece a relação de confiança e transparência com os consumidores.

O Portal da Água Mineral é um canal de consulta que visa divulgar informações relativas aos mais diversos temas: como o ciclo das águas, água mineral, geologia e meio ambiente, água e saúde, qualidade e segurança, legislação, entre outros. Saiba mais aqui.

Compromisso com a igualdade de gênero e raça

Outro marco foi a assinatura, em junho, do Termo de Compromisso da 7ª Edição do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. O SGB já é signatário de edições anteriores e foi uma das primeiras empresas a participar e receber o selo do programa, instituído há quase 20 anos.

No termo assinado, o SGB, por meio do Comitê Permanente Pró-Equidade de Gênero, Raça e Diversidade, se comprometeu a executar um plano de ação com iniciativas para conscientizar, sensibilizar e estimular as práticas de gestão que promovam a igualdade de oportunidades entre mulheres e homens dentro da empresa.

Reforma tributária: especialistas alertam para desafios na regulamentação e impacto das alíquotas

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“O sucesso da reforma tributária depende da qualidade das regulamentações futuras”

 

A recente aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2023, que define as diretrizes para a implementação do novo sistema tributário no Brasil e segue para sansão do presidente Lula, é um passo significativo para a reforma tributária, mas também um prenúncio de desafios, segundo especialistas.

 

Para Guilherme Di Ferreira, diretor adjunto da Comissão de Direito Tributário da OAB/GO e responsável pela área Tributária no Lara Martins Advogados, a aprovação da PLP 68 é apenas o início de um processo que pode trazer insegurança jurídica. Ele aponta que os problemas surgirão das legislações complementares que regulamentarão aspectos como as alíquotas, a composição da cesta básica e a aplicação do imposto seletivo sobre produtos como bebidas açucaradas e cigarros.

 

“As legislações complementares precisam ser muito bem costuradas para evitar inconsistências que podem levar a judicializações e à insegurança legislativa”, afirmou Ferreira. Ele também alertou sobre a possibilidade de as alíquotas efetivas ultrapassarem os 28%, apesar da trava legal de 26,5% estabelecida pelo Congresso.

 

Eduardo Natal, sócio do escritório Natal & Manssur Advogados e mestre em Direito Tributário pela PUC/SP, destacou que o Brasil caminha para ter uma das maiores alíquotas nominais do mundo em um sistema inspirado no modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA). Apesar disso, ele acredita que a reforma pode simplificar a tributação e trazer transparência, desde que bem implementada.

 

“A trava de 26,5% é válida como objetivo inicial, mas não é definitiva. O ideal é que o novo sistema estimule a economia, permitindo arrecadação com alíquotas menores e incentivando a atividade produtiva”, ponderou Natal.

 

Outro ponto de atenção destacado por Natal foi a distribuição da arrecadação entre estados e municípios. Segundo ele, a composição do comitê gestor, com representantes de todos os estados e de apenas 27 municípios, é uma questão sensível que será definida em legislações futuras.

 

Di Ferreira também destacou que a regulamentação do imposto seletivo ainda está em fase inicial e deve enfrentar debates intensos, especialmente quanto à definição de produtos e alíquotas diferenciadas. Ele lembrou casos emblemáticos de alterações tributárias, como o “chocolate bombom” classificado como waferpara redução de impostos, que podem se repetir nesse novo contexto.

 

Ambos os especialistas concordam que o sucesso da reforma tributária depende da qualidade das regulamentações futuras. O processo, que será gradual até 2033, ainda trará mudanças significativas que podem impactar diretamente empresários e consumidores.

 

Com os desdobramentos previstos para os próximos anos, a reforma tributária continua sendo um tema essencial na agenda econômica e política do país.

 

Fontes:

Eduardo Natal, sócio do escritório Natal & Manssur Advogados, mestre em Direito Tributário pela PUC/SP e presidente do Comitê de Transação Tributária da Associação Brasileira da Advocacia Tributária (ABAT).

 

Guilherme Di Ferreira, pós-graduando em Direito Tributário Aplicado pela BSSP, diretor adjunto da Comissão de Direito Tributário da OAB/GO, responsável pela área Tributária no Lara Martins Advogados.

 

GDF e BRB Celebram a Reabertura da Sala Martins Pena no Teatro Nacional Claudio Santoro

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O Goverrno do Distrito Federal (GDF) e Banco de Brasília (BRB) celebraram a reabertura da Sala Martins Pena, no Teatro Nacional Claudio Santoro, após quase 11 anos de fechamento. A cerimônia de reinauguração ocorreu na última sexta-feira, 20 de dezembro, marcando um momento histórico para a cultura da capital federal.

A Sala Martins Pena, inaugurada originalmente em 1966, é um dos espaços mais emblemáticos do Teatro Nacional. Ao longo de sua história, recebeu apresentações memoráveis de artistas renomados, consolidando-se como um templo das artes em Brasília. Seu fechamento em 2014, devido a irregularidades apontadas pelo Corpo de Bombeiros e pelo Ministério Público, representou uma significativa perda para a cena cultural local.

A reabertura do espaço simboliza a recuperação de um patrimônio arquitetônico e um novo nascimento da vida cultural da cidade. O BRB, como banco da cidade, orgulha-se de ter contribuído para a realização deste projeto, reafirmando seu compromisso com o desenvolvimento cultural e social do Distrito Federal.

Este marco só foi possível graças ao esforço conjunto do Governo do Distrito Federal (GDF), da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, e de parceiros como a Fecomércio. A união de forças permitiu a restauração completa da Sala Martins Pena, que agora retorna com infraestrutura modernizada e pronta para receber espetáculos das mais variadas naturezas.

A cerimônia de reinauguração contou com uma apresentação especial da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, acompanhada pela dupla sertaneja Chitãozinho e Xororó, proporcionando uma noite inesquecível para os presentes.

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, destacou a importância da reabertura: “Devolver o Teatro Nacional foi um compromisso com a nossa população. Estamos entregando um símbolo da cultura nacional e esperamos que essa reinauguração aqueça o setor cultural e turístico da cidade. A reabertura da Sala Martins Pena é um passo importante para todo o DF.”

O secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Cláudio Abrantes, celebrou o momento e indicou os próximos passos: “A reabertura da Sala Martins Pena representa um marco para a cultura do Distrito Federal. Estamos resgatando a história e devolvendo um espaço fundamental para artistas e público. Seguiremos com o compromisso de revitalizar todo o Teatro Nacional, incluindo as salas Villa-Lobos e Alberto Nepomuceno, e trazer ainda mais vida para este centro cultural tão querido por todos os brasilienses.”

O BRB reafirma seu compromisso em apoiar iniciativas locais que promovam a cultura e o bem-estar da comunidade. A reabertura da Sala Martins Pena é apenas o começo. O GDF anunciou a licitação para a segunda etapa de restauro do Teatro Nacional, que incluirá as salas Villa-Lobos e Alberto Nepomuceno, o foyer da Villa-Lobos e o Espaço Dercy Gonçalves, com um investimento previsto de R$ 315 milhões.

Nos próximos dias, a programação especial de reabertura continuará com apresentações de artistas locais e nacionais, incluindo shows de Almir Sater, o grupo de comédia Os Melhores do Mundo e a banda Plebe Rude, celebrando este novo capítulo na história cultural de Brasília.

Toda a população é convidada a participar desta celebração e a desfrutar das atrações que marcam o retorno de um dos mais importantes palcos culturais do país.

Sobre o BRB

O Banco de Brasília (BRB) é uma instituição financeira comprometida com o desenvolvimento econômico, social e cultural do Distrito Federal. Com uma trajetória de mais de 50 anos, o BRB atua de forma integrada com a comunidade, apoiando projetos que promovam o bem-estar e a qualidade de vida da população.