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Daniel Cubas aborda inteligência artificial como motor de inovação na Advocacia no Brasília + TI

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A inteligência artificial (IA) é um dos pilares da transformação dos negócios, e seu impacto na Advocacia foi o tema central da participação de Daniel Cubas Ferreira no Brasília + TI, realizado no dia 28 de novembro. Advogado e engenheiro com formação pelo ITA e mestrado pela Universidade de Brasília (UnB), Cubas participou do painel “Diálogo: Inteligência Aplicada à Inovação nos Negócios”, trazendo insights sobre o uso da IA para mapear os principais fatores de decisão dos magistrados individualmente para cada caso concreto, possibilitando uma estratégia na advocacia fundamentada no perfil do juiz específico da causa, e não em jurisprudência geral.

 

À frente da Cubas Ferreira Consultoria Jurídica e da Insight Análise de Dados, o especialista compartilhou sua experiência em grandes empresas de investimentos e em escritórios de advocacia, para discutir como a tecnologia pode atuar como catalisadora de inovação. “A inteligência artificial não é apenas uma ferramenta, mas um diferencial competitivo em mercados cada vez mais dinâmicos e desafiadores”, afirmou durante sua palestra, realizada às 16h15 no centro de convenções do evento, e adicionou “A utilização da inteligência artificial já é uma realidade, o desafio agora é obter e gerenciar uma grande base de dados para aplicação nesses algoritmos de modo a gerar resultados surpreendentes nos negócios e um inigualável diferencial competitivo”.

 

O Brasília + TI consolidou sua relevância como um dos principais fóruns de tecnologia do país, reunindo líderes empresariais, especialistas e autoridades públicas para discutir o futuro da inovação. Entre os participantes estavam a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovações, Luciana Santos; Carlos Jacobino, presidente do SINFOR/DF; e Rafael Fonteles, governador do Piauí, que apresentou cases do uso de tecnologia em políticas públicas.

 

Outros nomes de destaque incluíram Marisa Reghini, vice-presidente de Negócios Digitais e Tecnologia do Banco do Brasil; Ana Dubeux, diretora de redação do Correio Braziliense; e Cláudio Brandão, ministro do Tribunal Superior do Trabalho, que analisou os desafios éticos e técnicos do uso de IA no Judiciário.

 

Com discussões que passaram por temas como sustentabilidade, experiências imersivas e aplicações de IA no setor público, o Brasília + TI reforça o papel de Brasília como um dos principais hubs de tecnologia no Brasil. Mais detalhes sobre as palestras e temas abordados podem ser acessados no site oficial do evento.

Novo projeto de lei garante mais segurança e bem-estar para animais em abrigos

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O Programa Protetor Microempreendedor irá estabelecer padrões para abrigos de animais

 

Aqueles que dedicam suas vidas a cuidar dos animais abandonados agora têm  um motivo para comemorar. A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2534/2024, de autoria do deputado federal Marcelo Queiroz (Progressistas/RJ), que cria o Programa Protetor Microempreendedor. Essa iniciativa representa um avanço significativo na proteção animal, garantindo mais segurança e bem-estar para os bichinhos em abrigos, além de oferecer suporte financeiro aos protetores.

Segundo o relator do projeto, deputado federal Delegado Matheus Laiola, o projeto de lei reconhece o trabalho essencial realizado pelos protetores de animais, que muitas vezes assumem a responsabilidade de cuidar de animais abandonados sem receber qualquer tipo de apoio financeiro por parte dos municípios.

“Em Curitiba, foi criado um programa que convoca voluntários para resgatar cães e gatos abandonados e feridos quando necessário. Esses protetores recebem um apoio financeiro para cuidar dos animais, oferecendo-lhes alimentação, abrigo e tratamento veterinário. Em seguida, eles levam os animais para eventos de adoção promovidos pela Prefeitura, a fim de encontrar um lar amoroso. Essa iniciativa não apenas salva vidas, mas também contribui para a saúde pública e para uma convivência mais harmoniosa nas cidades. Ao apoiarmos programas como esse, demonstramos nossa compaixão e responsabilidade social”, explicou o relator.

O novo projeto de lei estabelece uma série de exigências para os estabelecimentos que abrigam animais resgatados, como condições adequadas de higiene e segurança, isolamento de animais doentes e fiscalização regular. Além disso, o PL 2534/2024 prevê a criação de um programa de apoio financeiro aos protetores de animais, reconhecendo a importância do trabalho desses profissionais para a sociedade.

Com a aprovação dessa lei, espera-se que mais pessoas se sintam incentivadas a cuidar de animais abandonados, sabendo que terão o apoio necessário para realizar esse trabalho. Além disso, a nova legislação contribui para a construção de uma sociedade mais justa e humanitária, em que os animais são tratados com respeito e dignidade.

O projeto segue para análise das comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Após a aprovação nessas comissões, o PL será encaminhado para sanção presidencial.

Fonte: donnysilva.com.br

Presidente da Feninfra participará de CPI sobre regularização da fiação aérea em São Paulo

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A presidente da Federação Nacional de Call Center, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e Informática (Feninfra), Vivien Mello Suruagy, participará da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre Regularização da Fiação na Câmara Municipal de São Paulo.

A reunião, marcada para o dia 2 de dezembro de 2024, às 14h, no Salão Nobre da Câmara, será presidida pelo vereador Aurélio Nomura, responsável por conduzir os trabalhos da CPI que investiga questões relacionadas à organização e regularização das redes aéreas de telecomunicações e energia elétrica na cidade.

A participação de Suruagy será fundamental para abordar temas relacionados à infraestrutura de redes e à responsabilidade das empresas nos setores de telecomunicações e energia. A iniciativa busca trazer esclarecimentos técnicos e estratégicos sobre o impacto da fiação irregular na paisagem urbana, segurança da população e funcionalidade dos serviços.

“A precarização do setor é uma questão que vem se agravando a cada dia. Em todas as cidades do país, o emaranhado de fios expostos compromete não apenas a qualidade dos serviços, mas também a segurança da população. Estamos constantemente alertando as autoridades sobre a necessidade urgente de uma regulamentação que possa oferecer uma solução eficaz para esse problema”, destaca a presidente da Feninfra.

Indicador de Felicidade Interna Bruta (FIB), desenvolvido no Butão, será aplicada no Brasil em 2025

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Para isso, Caio Queiroz, CEO da Aguama Ambiental, viajará ao país, a convite do rei do Butão, para conhecer de perto a realidade da região, os mecanismos do FIB e contribuir com a parte sustentável do projeto Mindfulness City

 

Localizado entre a Índia e a China, os dois países mais populosos do mundo, o Butão é uma região com menos de 800 mil habitantes. Mas o que chama a atenção do mundo em relação a esse pequeno país? Ele é considerado o mais feliz do mundo e ali foi desenvolvido o indicador Felicidade Interna Bruta (FIB), que tem como intuito medir cientificamente a felicidade e o bem-estar geral da população.

 

O FIB passou a ser utilizado pela ONU (Organização das Nações Unidas) para complementar as medidas já tradicionais, como o PIB (Produto Interno Bruto), para medir o desenvolvimento de uma nação trazendo informações importantes para a política governamental.
 

O CEO da Aguama Ambiental, Caio Queiroz, recebeu um convite do rei do Butão, o monarca Jigme Khesar Namyel Wangchuck, e do ministro Dasho Karma Ura, presidente do Centre for Bhutan Studies and Gross National Hapiness (GNH), para conhecer de perto essa realidade e contribuir com a implementação das diretrizes sustentáveis da Mindfulness City, nova cidade em construção no país que objetiva promover a biodiversidade por meio de seus diversos ecossistemas e paisagens naturais.

 

“Quero conhecer a região, conversar com as pessoas que ali vivem, ver in loco seu modo de vida e entender mais sobre a proposta da nova cidade, sobre o FIB e como podemos ajudar com a parte de sustentabilidade, algo que está em nosso DNA”, explica.

 

A intenção, segundo Caio, é sincronizar as duas metodologias – da Aguama Ambiental com o FIB – e levar essa realidade não somente para o Butão, mas também para o Brasil, em um projeto disruptivo e inovador. O local escolhido para a primeira implementação do FIB no país é o arquipélago de Fernando de Noronha.

 

“Noronha é uma mini-Brasil, que apresenta os mesmos problemas que o país têm em suas demais regiões. Pretendemos iniciar a implementação do FIB no próximo ano, a começar pela realização de entrevistas com os moradores para entender as questões que precisam ser trabalhadas para que a felicidade aumente na região”, ressalta.

 

De acordo com o CEO da Aguama, sustentabilidade e felicidade têm uma ligação em comum. “A sustentabilidade é o caminho para a felicidade. Viver em uma região onde há acesso à água potável, esgoto, ruas limpas, resíduos reciclados, entre outros fatores, proporciona bem-estar e felicidade. Nossa intenção é tornar o FIB elevado na região para depois levarmos para outras localidades do país”.

 

Implementação por etapas

 

A metodologia do FIB é extensa. Envolve 72 sub indicadores que cobrem nove dimensões, consideradas os principais componentes da felicidade e bem-estar no Butão: bem-estar psicológico, uso do tempo, vitalidade da comunidade, cultura, saúde, educação, diversidade do meio ambiente, padrão de vida e governança.

 

Caio conta que a adoção do FIB em Fernando de Noronha será feita por etapas, com o início do trabalho focado em três pilares: resíduos, energia e água. “Será um trabalho de longo prazo, de avanço a cada requisito cumprido. Vamos aplicar todas as questões do índice para entender todos os aspectos que precisam ser trabalhados para tornar a população local mais feliz”.

 

Iniciativa privada

 

A relação da Aguama com o Butão iniciou-se com a vida de Dasho Karma Ura, que é coordenador do FIB, ao Brasil para participar do I Fórum de Sustentabilidade e Turismo de Noronha, realizado em setembro passado no arquipélago. “Ele falou um pouco mais sobre o FIB e pudemos dar visibilidade à importância de aplicá-lo no Brasil. Sem uma comunidade local fortalecida, saudável e feliz, é difícil implementar projetos ambientais ou de turismo, já que quem vive no local é quem sustenta as ações no longo prazo”, enfatiza Caio.

 

Para reforçar a implementação do FIB em Noronha, o CEO da Aguama destaca a importância da participação da iniciativa privada. “As empresas já estão atentas à questão da felicidade. Tanto que algumas inclusive já desenvolveram áreas próprias para cuidar do assunto, como o caso da Heineken, Gerdau e Suzano. São companhias com essa mentalidade que estão buscando ajudar a fomentar a felicidade. A ideia é somar esforços para que cada vez mais as pessoas tenham acesso a produtos e serviços de empresas sustentáveis”.

 

Plataforma ambiental para o Butão

 

A integração entre o FIB e a plataforma sustentável da Aguama também vai beneficiar o Butão. Caio conta que a empresa irá doar uma versão dela adaptada para trazer ainda mais inovação para a aplicação da metodologia no país na Mindfulness City. “Para ajudar às necessidades da nova cidade, estamos contando com a ajuda de uma engenheira civil que trabalha no Conselho Brasileiro de Construções Sustentáveis, com a aplicação de metodologias de certificação de empreendimentos aplicadas em locais como hotéis, prédios públicos, entre outros. Vamos trazer uma plataforma única e pioneira para proporcionar sustentabilidade não somente em Noronha, mas também na nova cidade do Butão”, conclui.

Projeto de Lei da Inteligência Artificial: Coalizão Direitos na Rede avalia o texto do relatório final apresentado no Senado

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São Paulo – Na manhã desta quinta-feira (28), a Comissão de Tecnologia e Inteligência Artificial (CTIA) do Senado apresentou o relatório final o Projeto de Lei 2.338/2023, que regulamenta a Inteligência Artificial e estabelece direitos a pessoas eventualmente afetadas pela tecnologia no país. O PL, proposto pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), deve entrar em votação na próxima semana. A Coalizão Direitos na Rede, que reúne mais de 50 organizações da sociedade civil que lutam por direitos no ambiente digital, avalia o texto final do documento.
“No geral, a nossa avaliação é de que o novo texto é positivo, diante da perspectiva, até então, de um texto desidratado. Parabenizamos o Senador pelo esforço de frear o lobby que está sendo feito intensamente pelas plataformas e pelas big techs, apesar de alguns pontos que foram retirados do texto da versão anterior, o que mostra a necessidade de continuarmos na defesa de uma regulação de IA protetiva de direitos”, analisa Paula Guedes, integrante do Grupo de Trabalho Inteligência Artificial da Coalizão Direitos na Rede.
A manutenção das plataformas no rol de alto risco é um dos pontos favoráveis do texto. “As plataformas impactam a vida das pessoas e, essa regulação, não tem a ver com censura de conteúdo, mas com a garantia de direitos, fazendo com que as plataformas tenham obrigações de transparência e prestação de contas. Lembrando que o projeto de lei não foca em regulação de plataformas, mas sim em sistemas de IA, sendo elas uma parte no todo”, analisa.
A organização também pontua alguns retrocessos e pontos de melhoria para o documento “Vimos alguns retrocessos na questão dos direitos trabalhistas, mas agora na leitura foi incluído uma emenda para voltar com pelo menos obrigações de formação dos trabalhadores, o que é muito positivo. Avaliamos ainda que poderia ter um pouco mais de participação social dentro das medidas de governança (como nas avaliações de impacto, que agora dependem de posição da autoridade), e também dentro do sistema de regulação e governança de inteligência artificial”, explica. “Em um cenário ideal, o PL deveria abolir os sistemas de identificação biométrica em tempo real e à distância, ou pelo menos uma moratória”, defende.

Oportunidades
O novo texto do PL também incluiu referências ao estímulo de implementação de data centers, como vinha sendo ventilado na imprensa. Entretanto, é importante que a instalação dos empreendimentos consiga conciliar a atração de novos negócios à sustentabilidade, uma vez que o consumo de recursos naturais pelos data centers são significativos, além do fato de que esses datacenters precisam priorizar as iniciativas nacionais e não estruturas do norte global.

 

A Coalizão Direitos na Rede atua no debate e na incidência política acerca do tema e elaborou uma Carta Aberta que avalia o PL em questão. Entre os pontos levantados no documento, está o uso de tecnologias de reconhecimento facial para segurança pública e justiça criminal, considerando que estas são áreas sensíveis devido ao potencial de restringir direitos fundamentais e, também, que esses usos acabam por reafirmar o potencial discriminatório destas tecnologias, que muitas vezes conduzem a erros, como ocorreu em Sergipe e no Rio de Janeiro. Outra questão analisada pelas organizações é a necessidade de garantir a participação da sociedade civil no Sistema Nacional de Governança e Regulação de Inteligência Artificial (SIA), por meio da composição do Conselho de Cooperação Regulatória de Inteligência Artificial (CRIA).

 

Reforma Tributária e o impacto sobre os motoristas de aplicativos: evitando tributação elevada

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Por Eduardo Araújo, especialista tributário e CEO da Tax All

A Reforma Tributária em discussão no Congresso Nacional resultou em importantes mudanças no sistema de arrecadação do país, com a criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS). Embora o objetivo central da reforma seja simplificar e modernizar o sistema tributário, ela também gera preocupações em diversos setores, especialmente entre os motoristas de aplicativos e entregadores. A nova estrutura tributária poderia levar a uma carga excessiva sobre esses trabalhadores, reduzindo significativamente sua renda líquida e inviabilizando a continuidade de suas atividades.

Os motoristas e entregadores que utilizam plataformas digitais enfrentam uma realidade econômica distinta da maioria dos trabalhadores autônomos. Seus rendimentos brutos, frequentemente elevados, refletem a alta demanda pelo serviço, mas também ocultam os custos expressivos associados à atividade. Gastos com manutenção veicular, combustível, depreciação e taxas pagas às plataformas consomem grande parte dos ganhos, deixando apenas uma fração como renda efetiva. A aplicação dos novos tributos sobre o valor bruto poderia resultar em uma carga tributária desproporcional, agravando ainda mais essa situação.

Para evitar essa sobretributação, foi introduzida uma proposta que considera a peculiaridade econômica desses trabalhadores. Nela, a ideia central é tributar apenas os ganhos líquidos, utilizando 25% da receita bruta como base de cálculo. Essa medida busca preservar a viabilidade da atividade, reconhecendo que o restante dos rendimentos é consumido por custos inerentes ao trabalho. Tal ajuste é especialmente relevante em grandes centros urbanos, como São Paulo e Rio de Janeiro, onde a alta demanda e os elevados custos operacionais tornam os ganhos médios ainda mais voláteis.

Além disso, muitos desses trabalhadores utilizam múltiplos aplicativos de maneira simultânea, uma prática conhecida como dual apping, ou conciliam a atividade com outras fontes de renda. Isso dificulta a responsabilização das plataformas digitais pelo recolhimento de tributos, já que nenhuma delas tem controle total sobre as atividades do trabalhador. Para solucionar essa questão, a proposta exime as plataformas de responsabilidade tributária nesses casos, garantindo maior simplicidade e eficiência no processo de arrecadação.

A nova abordagem também introduz o conceito de nano empreendedor, uma categoria que abrange pessoas físicas com renda anual de até R$ 40,5 mil. Esses indivíduos serão isentos do pagamento de IBS e CBS, proporcionando alívio tributário a trabalhadores de baixa renda. No entanto, para motoristas e entregadores com ganhos anuais superiores a esse limite, a tributação será ajustada para refletir apenas os ganhos efetivos, assegurando que os custos operacionais não sejam indevidamente onerados.

A atual proposta equilibra  justiça tributária e viabilidade econômica. Em outras palavras, ao reconhecer que os rendimentos brutos desses trabalhadores não representam sua verdadeira renda disponível, ela evita que tributos sejam aplicados de maneira punitiva. Trata-se de uma abordagem que promove maior adesão ao sistema tributário, reduz a informalidade e oferece um ambiente fiscal mais justo para quem depende do trabalho em plataformas digitais.

É importante destacar que, sem as adequações previstas, a aplicação dos novos tributos resultaria em uma alíquota combinada de 26,5% sobre os rendimentos brutos. Esse percentual, ao incidir diretamente sobre a receita total, eliminaria quase toda a margem de lucro desses trabalhadores, inviabilizando suas atividades. Assim, a proposta não apenas garante a sustentabilidade do setor, mas também protege milhares de famílias que dependem dessa fonte de renda para sua subsistência.

A reforma tributária, embora necessária, deve ser implementada com sensibilidade às especificidades de cada setor econômico. No caso dos motoristas de aplicativos e entregadores, a consideração de seus altos custos operacionais e suas condições particulares de trabalho é crucial para garantir a efetividade das mudanças propostas. As emendas apresentadas ao texto original refletem esse cuidado, alinhando-se aos princípios de justiça e proporcionalidade que devem nortear qualquer sistema tributário moderno.

No âmbito das cidades, onde muitos desses profissionais encontram suas maiores oportunidades, as alterações propostas têm impacto direto na mobilidade urbana e na prestação de serviços essenciais. Sendo assim, manter condições justas para esses trabalhadores não é apenas uma questão tributária, mas também social, contribuindo para a estabilidade de um setor que atende milhões de brasileiros diariamente.

Essa discussão sobre a tributação no trabalho em plataformas digitais representa um ponto crucial da reforma tributária. Ao ajustar a base de cálculo para refletir os rendimentos líquidos, a proposta equilibra os objetivos de arrecadação do Estado com a necessidade de preservar a atividade econômica dos motoristas e entregadores. Em um cenário de crescente digitalização do trabalho, tais medidas representam um avanço na adaptação das políticas públicas à nova realidade econômica.

Por fim, cabe lembrar que as mudanças apresentadas são fruto de emenda parlamentar elaborada com o objetivo de corrigir potenciais distorções na aplicação dos novos tributos. A emenda, de autoria do senador Laércio Oliveira, reflete um compromisso com a justiça fiscal e a proteção dos trabalhadores que mais dependem de equilíbrio e sensibilidade nas políticas tributárias.

 

No Paranoá, população aproveita serviços gratuitos do GDF Mais Perto do Cidadão

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Região recebeu a 42ª edição do projeto, que oferece atendimentos de diferentes órgãos, além de serviços de beleza e bem-estar e apresentações artísticas

Moradores do Paranoá tiveram acesso, do lado de casa, a serviços gratuitos oferecidos pelo Governo do Distrito Federal nesta sexta-feira (29) e sábado (30). Nesses dias, a região recebeu a 42ª edição do programa GDF Mais Perto do Cidadão, da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus).

As tendas do projeto foram montadas no estacionamento da Administração Regional. No local, a população teve acesso a atendimentos da Sejus, do Na Hora e da Polícia Civil, além de serviços para os pets, apresentações artísticas, atividades para crianças e ações voltadas para beleza e bem-estar.

“Nosso objetivo é cada vez trazer mais serviços e poder atender à população do Distrito Federal com o melhor que a gente pode oferecer. Essa é a determinação do nosso governador Ibaneis Rocha e da vice-governadora Celina Leão, e a gente vai nessa busca constante de aprimorar nosso serviço”, destacou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.

Um dos serviços mais buscados foi a emissão da carteira de identidade. O analista Jonas Cavalcante, 30 anos, esteve no GDF Mais Perto do Cidadão com a mulher e os filhos para fazer o documento para o caçula, e elogiou a iniciativa. “É um serviço que ajuda muito a comunidade, nos traz muitos benefícios”, apontou. “Bem prático, simples e rápido”.

Já a dona de casa Isabel Rosa, 45, foi ao local nos dois dias de evento e, antes, ainda buscou consultas médicas no Saúde Mais Perto do Cidadão – a estrutura da Secretaria de Saúde, que conta com recursos de emenda parlamentar do deputado federal Gilvan Máximo, começou a funcionar na quarta-feira, ao lado da iniciativa da Sejus.

“Ontem [sexta] eu vim e consegui tirar a identidade; estou muito feliz com o atendimento, está tudo sendo muito bom”, exaltou Isabel que, neste sábado, buscou atendimento da Companhia Ambiental de Saneamento do DF (Caesb). “Aqui a gente não precisa nem sair do nosso lugar”, comentou.

Mulheres

A 42ª edição do projeto teve uma atenção especial ao público feminino. Além de um espaço exclusivo ao programa Direito Delas – que dá orientações para a prevenção de violência contra as mulheres –, houve ainda a segunda edição do Nasce uma Estrela, um curso de duas horas destinado às gestantes e mães de recém-nascido, que já atendeu 200 pessoas.

“Nós temos muitos programas na Secretaria de Justiça com atenção às mulheres, como o Direito Delas, que cuida dessa parte de violência. E o Nasce uma Estrela surgiu da ideia de realmente potencializar esse momento tão mágico que a mulher vive – nosso filho, nossa filha quando nasce é a nossa estrelinha. E é um momento muito especial para a gente trazer para perto, trazer conhecimento e dizer que o Estado, o governo está aqui ativamente para poder prestar todo o atendimento a essas mulheres”, enfatizou Marcela Passamani.

Programa
Criado em 2023 pelo Decreto nº 44.213, o GDF Mais Perto do Cidadão é organizado em eixos temáticos, como Justiça e Cidadania, Saúde, Cultura e Educação, e Esporte e Lazer. Periodicamente, a Sejus mobiliza equipes de diversos órgãos do DF para prestar atendimentos em diferentes cidades da capital do país ao longo de dois dias.

O programa já contabilizou mais de 280 mil atendimentos e percorreu Água Quente, Arapoanga, Brazlândia, Ceilândia, Cidade Estrutural, Colônia Agrícola 26 de Setembro, Fercal, Itapoã, Paranoá, Planaltina, Plano Piloto, Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião, Sobradinho, Sobradinho II, Sol Nascente, Varjão, Vicente Pires e Gama.

 

 

Fonte: Agência Brasilia

VERGONHA!!! Afastado por pneumonia, governador de Sergipe é flagrado na final da Libertadores

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Governador falou em “uso político” do flagrante

O governador de Sergipe, Fábio Mitidieri (PSD), afastado do cargo em razão de uma pneumonia, foi flagrado por câmeras de TV em Buenos Aires, na Argentina, curtindo a final da Copa Libertadores no estádio Monumental de Nuñez.

Mitidieri chegou a ser internado em 15 de novembro, mas teve alta hospitalar dias depois e passou a cumprir agenda administrativa de casa.

O governador usou as redes sociais para se manifestar sobre o assunto e falou em “uso político” do fato.

Fonte: Diário do Poder

GRUPO PRIMA ANUNCIOU NESSE SÁBADO O MAIOR INVESTIMENTO PRIVADO EM TURISMO DO PAÍS NA REGIÃO DE BAIXIO

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Cerimonial da Pedra Fundamental marcou o início das obras no litoral norte da Bahia, que terá três resorts de altíssimo luxo e aeródromo

 

Crédito das fotos: Rafael Soares

Da esquerda para a direita: diretor de Engenharia e Projetos do Grupo Prima, Luciano Carneiro; vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior; CEO do Grupo Prima, Rubén Escartín; diretor-Executivo do Grupo Prima, Luciano Lopes; diretor do Destino Baixio no Grupo Prima, Antonio Barretto Junior; governador do Estado da Bahia, Jerônimo Rodrigues; diretor Comercial e Marketing do Grupo Prima, Christiano Polillo; prefeito do município de Esplanada, Nandinho da Serraria, e a embaixadora da Espanha no Brasil, Maria Del Mar Fernandez Palacios

 

Em uma emocionante celebração, foram feitos anúncios importantes relacionados à infraestrutura da região, como: licitação para a ampliação do sistema de abastecimento de água e para implantação do sistema de esgotamento sanitário com entroncamento à ETE (Estação de Tratamento de Efluentes) já construída pelo Grupo Prima; licitação para implantação de ciclovia com urbanização no acesso à orla da praia de Baixio; convênio com o município de Esplanada para requalificação da Praça de Palame; e pavimentação para o município de Esplanada.

 

O evento contou com a presença dos principais executivos da companhia, como o CEO Rubén Escartín, sócios e diretores, além do governador do estado da Bahia, Jerônimo Rodrigues, e importantes autoridades, tais como a embaixadora da Espanha no Brasil, Maria Del Mar Fernandez Palacios, o consul-geral da Espanha para o Nordeste, Ignácio Perez Cãmbra, e o secretário de Turismo da Bahia, Maurício Bacelar, além de outras autoridades.

A cerimônia representou um marco importante para o projeto do Grupo Prima, que vem sendo cuidadosamente planejado desde 2008. “Estamos muito entusiasmados em dar início a este projeto que, há anos, é um sonho nosso. Desde 2008, nossa equipe tem trabalhado incansavelmente para transformar essa visão em realidade, que é desenvolver nesse local o mais novo destino turístico e imobiliário com relevância internacional que se destaca pelo alto nível de sofisticação e conforto. Para isso se tornar realidade, o investimento de R$ 5.6 bilhões será o maior já aplicado para desenvolver um destino turístico no Brasil, num período de dez anos”, afirmou o CEO Rubén Escartín.

Além dos resorts e branded residences, o Grupo Prima construirá um aeródromo com capacidade de receber aviões comerciais de grande porte, heliporto, resorts de alto luxo, glamping e infraestrutura autossustentável com sua própria produção e tratamento de água e de energia renovável (solar e biogás). Isso porque a sustentabilidade e a responsabilidade social são os maiores compromissos do Grupo Prima. “Todas as etapas da construção respeitam o meio ambiente local e beneficiam as comunidades no entorno. Cada detalhe está sendo cuidadosamente planejado para preservar a beleza natural do local, criando um ambiente que promove a conexão com a natureza e a sustentabilidade. As acomodações de luxo e os serviços personalizados serão construídos para garantir que cada visitante tenha uma estada inesquecível, onde o bem-estar e a sustentabilidade são prioridades.” afirma Escartín.

Hoje, estão em operação em Baixio o Hotel Boutique & SPA Ponta de Inhambupe e a Pousada de charme Aldeola, ambos de propriedade do Grupo Prima e geridos pela Slaviero, além do Condomínio Ponta de Inhambupe e o Centro Comercial, onde ficam as sedes do Instituto VOAR e da Baixio Turismo.

Segundo o governador do Estado, “a Bahia se consolida cada vez mais e reafirma seu lugar de destaque no turismo nacional e internacional. Este é um setor em franco crescimento e isso representa também uma via de desenvolvimento para o estado, dinamizando a nossa economia e gerando emprego e renda para milhares de baianos e baianas. A promoção do turismo de forma sustentável, com o grande aporte de infraestrutura que temos feito em toda a Bahia, atrai investimentos e traz importantes benefícios tanto para quem vive aqui como para aqueles que nos visitam”, afirmou Jerônimo Rodrigues.

“O Governo do Estado preparou a Bahia para receber investimentos privados sustentáveis, em um ambiente com segurança jurídica e ações estruturantes. No caso do turismo em Baixio, temos feito a promoção desse atrativo da Costa dos Coqueiros, em feiras nacionais e internacionais, capacitação de mão de obra e apoio a eventos que atraem visitantes à região, uma das mais procuradas do Brasil. Esse novo empreendimento do Grupo Prima qualifica o destino Bahia, incrementa o nosso fluxo turístico e abre muitas vagas de trabalho para os baianos”, disse Maurício Bacelar, secretário de Turismo da Bahia

 

Instituto VOAR impulsiona o desenvolvimento socioeconômico da região

Com ações sérias para Baixio ser um verdadeiro destino sustentável, o Grupo Prima criou em 2008 o Instituto VOAR, visando desenvolver a capacidade profissional dos habitantes da região, profissionalizar trabalhadores nativos e incentivar o comércio local.

VOAR é uma abreviação dos quatro pilares que sustentam o plano de sustentabilidade para Baixio: Valor, Oportunidade, Aprendizado e Responsabilidade. O instituto é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que atua em Baixio e seu entorno com ações e projetos que têm beneficiado diretamente mais de 1.500 pessoas desde o início das atividades.

O Instituto VOAR lidera uma parceria de longo prazo com Fecomércio-BA; SESC-BA; SENAC-BA, SEBRAE-BA e a SETRE – Secretaria Estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte e suas instituições, oferecendo cursos profissionalizantes que já formaram mais de 800 pessoas. Somente em 2023, foram oferecidas mais de 250 vagas para as áreas de turismo, hotelaria, gastronomia, empreendedorismo e construção civil.

Para conhecer melhor as atividades do VOAR, basta seguir o perfil do instituto no Instagram, @institutovoar

 

Sobre o Grupo Prima

O Grupo Prima, estabelecido em 2005 em Salvador, Bahia, é reconhecido por seus empreendimentos que se destacam nos mercados turístico e imobiliário pela tecnologia, sustentabilidade, sofisticação e luxo. Um exemplo é o Hotel Fasano Salvador, empreendimento de sua propriedade, localizado na Praça Castro Alves, e inaugurado em dezembro de 2018 após retrofit; assim como projetos emblemáticos como o residencial Horto Barcelona e o Horto Parque Barcelona, ambos no Horto Florestal; o Torre Barcelona, no Corredor da Vitória, e o Morro Ipiranga Residence, na Barra. Comprometida com questões sociais e ambientais, a companhia foca seus investimentos em desenvolver um destino turístico e imobiliário com reconhecimento internacional em Baixio.

Durante sua jornada, o Grupo Prima conquistou reconhecimentos importantes: a Comenda 2 de Julho para o CEO Rubén Escartín; o Prêmio ADEMI-BA de Empresa Revelação 2019 e Empresa do Ano 2023; o Prêmio Master Imobiliário 2023 na categoria “Empreendimento/Retrofit”, com o case “Retrofit Edifício A Tarde”, e o Prêmio Internacional de Arquitetura TILE 2023, pelo projeto Horto Parque Barcelona. Além do selo LEED Platinum, certificação de alto nível concedida pela Green Building Council a edifícios ou projetos que atendem a rigorosos critérios de sustentabilidade, pelo empreendimento Sublime Horto House, em Salvador.

 

Bets: A um mês do início do mercado regulado de apostas no Brasil, ANJL lista os cinco principais benefícios e os cinco desafios para o país

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A partir de 1º de janeiro, país viverá de forma inédita as vantagens de um ambiente fiscalizado e ao mesmo tempo será testado quanto à sua eficácia

 

A um mês para o início do ambiente regulamentado de apostas esportivas e jogos on-line no Brasil, a indústria vive com grande expectativa a espera por esse novo divisor de águas para aquele que será o maior mercado da América Latina e entre o terceiro e quarto maior mercado mundial. Nesse cenário, a Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), que representa alguns dos principais players, avalia os cinco principais benefícios esperados e, de outro lado, os cinco desafios que o país ainda precisará enfrentar.

 

  • Os 5 principais benefícios para o país:

 

Recolhimento de impostos e taxas a serem convertidos para a sociedade: A ANJL estima que, só em 2025, as casas de apostas legalizadas permitirão que os cofres públicos recolham mais de R$ 20 bilhões em impostos e taxas, incluindo as outorgas para a licença federal que terão que ser pagas à União para operarem no Brasil e os 12% de Gross Gaming Revenue (GGR), o que, somando aos impostos tradicionais que as empresas de serviços pagam, resultará em uma carga tributária de cerca de 36%.

 

Geração de empregos: Ao contrário do que dizem os que fazem oposição ao mercado, haverá, sim, geração de empregos no país com a instalação das bets legalizadas. A associação estima que pelo menos 60 mil postos sejam gerados, entre diretos e indiretos. Isso porque as atividades das bets impactam uma cadeia de produtos e serviços, em setores como entretenimento, publicidade, Tecnologia da Informação, advocacia, compliance e mídia.

 

Mercado transparente e íntegro: A partir de 1º de janeiro, apenas as empresas com o domínio “bet.br” estarão atuando legalmente no Brasil. Dessa forma, finalmente o apostador vai saber, de forma imediata, se está se divertindo em um site sério, regulamentado, que respeita os seus direitos, ou se está em uma plataforma ilegal, que lhe trará sérios riscos financeiros e à sua saúde.

 

Segurança para o apostador e proteção aos menores de idade: Infelizmente, sem a regulamentação, o país foi inundado por casas de apostas clandestinas, que não honravam pagamentos a apostadores e permitiam o acesso de crianças e adolescentes. Sob a regulamentação, o apostador terá a segurança de que não será vítima de golpes, pois toda a operação será permanentemente fiscalizada pelo poder regulador. Além disso, o público infantojuvenil não poderá ter acesso aos sites, pois será impedido por meio da implementação de ferramentas, entre elas o reconhecimento facial.

Benefícios à saúde mental e financeira: só o mercado regulamentado se preocupa com a saúde mental e financeira do apostador. Como previsto pela Lei 14.790/2023, parte dos recursos pagos pelas bets serão destinados ao Ministério da Saúde, para a promoção de políticas públicas de prevenção e combate à ludopatia. Além disso, a legislação prevê rigorosos mecanismos para a exclusão, pelas bets legalizadas, de apostadores que estejam desenvolvendo comportamento compulsivo. Somam-se a essas medidas iniciativas voluntárias da ANJL e de diversas casas de apostas de programas de apoio psicológico.

 

 

  • Os 5 principais desafios para o país:

 

Bloqueio efetivo dos sites ilegais: Como reconhecido pela própria Anatel, o Brasil ainda não possui mecanismos de bloqueio efetivo das plataformas ilegais, o que coloca sob sério risco a eficácia do mercado regulado. A ANJL avalia que será necessária uma força-tarefa, envolvendo diversos órgãos de fiscalização, para o combate a esses sites, para que apostadores não os acessem e estejam expostos aos diversos riscos inerentes.

 

Taxação excessiva: Ainda em discussão no Congresso Nacional, o Imposto Seletivo, previsto pelo atual projeto da Reforma Tributária, tem o potencial de afastar os operadores mesmo após o início da regulamentação. A experiência internacional mostra que altas cargas tributárias geram baixa canalização de apostadores para o mercado legal. Ou seja, o resultado disso é a expansão das plataformas clandestinas, que não pagam impostos e prometem ganhos maiores. Tudo à margem da lei.

 

Proibição da publicidade responsável: Iniciativas no Congresso Nacional ainda tentam proibir totalmente a publicidade feita pelas casas de apostas. Também nesse caso, exemplos de outros países que implementaram tal medida mostram que a principal consequência é o estímulo ao uso de plataformas ilegais. A publicidade responsável é a que diferencia as casas de apostas sérias, legalizadas, das que não são. Sem isso, o apostador fica ainda mais exposto às atuações nocivas à sua saúde e ao seu bolso.

 

Manipulação de resultados: Se não houver o bloqueio efetivo aos operadores ilegais, o Brasil continuará exposto a casos de manipulação de resultados de eventos esportivos, em que apenas grupos criminosos e atletas cooptados saem lucrando. Apenas as casas de apostas legalizadas estão comprometidas na luta contra a manipulação, inclusive por meio de parcerias com entidades internacionais de monitoramento e integridade esportivas.

 

Conscientização da população: Apostas não são investimento e nem fonte de renda extra. Esta é a principal mensagem que o Brasil precisa continuar passando para a população. Isso só será possível por meio do engajamento da própria indústria e do poder público, de forma a desestimular qualquer comportamento dos apostadores que fuja do padrão, ou seja, do ato de apostar de forma consciente, moderada e apenas como forma de entretenimento.

Observação: O presidente da ANJL, Plínio Lemos Jorge, está disponível para entrevistas sobre o tema.

 

Sobre a ANJL

Lançada em março de 2023, a Associação Nacional de Jogos e Loterias defende os interesses de seus associados, do setor e do jogo responsável e íntegro, sempre pautados pelo incentivo ao esporte, pela segurança das apostas e pela contribuição ao desenvolvimento econômico do país. Entre os associados estão GaleraBet/PlayTech, Big Brazil, F12, PagBet, BetNacional, Mr. Jack, Parimatch, BetFast, Aposta Ganha, Liderança Capitalização, ZRO Bank, Propane, PAAG, Clear Sale, BetBox tv, StarsPay, 1xBet, PG Soft, Jogalimpo, Oddfair e Responsa.