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Abring leva jogos independentes para o Artcode Summit

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Público poderá conhecer o trabalho de estúdios indies desenvolvidos na capital

 

Voltado ao mercado de jogos eletrônicos, o evento Artcode Summit acontece entre os dias 6 e 7 de dezembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. A programação inclui palestras com importantes nomes do setor. Além disso, a Associação de Desenvolvedores de Jogos do Distrito Federal (Abring) participará do evento com uma mostra de jogos de desenvolvedores independentes.

 

Quem passar por lá poderá jogar e testar jogos desenvolvidos em Brasília. Oportunidade de conhecer quem trabalha na indústria dos games, que hoje é o maior setor de entretenimento global. Os seguintes estúdios e jogos participarão da exposição organizada pela Abring durante o Artcode Summit:

 

Indulge Me – Cosmo Exploradores de Brasília e outros

Itsy Bitsy Game Studio – Dona Aranha e Seus Amigos

Bad Back Studio – Guild Batallion

Time Eclipse – Retro Arsenal

Instal Entretenimento – Cat City: Uma História Sobre Sonhos

Educar Games – Odisseia

Educartgames – Aprenda Brincando

Estudantes IESB – Outrage Against The Machines

S.E.R.A GAMES STUDIO – Kingdom of EXPLORERS

Mnstr Studio – Fatal Run 2089

Uruca Game Studio – Legacy of Evil

Madsheep Games – Fantorob

Cyber Monkey Studios – CyberWar: Neon City

 

 

Sobre a Abring

A Associação de Desenvolvedores de Jogos do Distrito Federal (ABRING) é uma OSC sem fins lucrativos formada por empresas e profissionais da indústria distrital de games. Seu foco é mapear, promover e criar conexões valiosas em meio ao ecossistema local, unindo empresas, prestadores de serviço, instituições e escolas rumo ao crescimento da produção de games do Distrito Federal.

 

Serviço
Artcode Summit

6 e 7 de dezembro de 2024

No Centro de Convenções Ulysses Guimarães

Sexta-feira, das 16h às 20h. E sábado, das 9h às 20h

Ingressos a partir de R$ 77.

Informações: www.artcodesummit.com

 

Bruno Biangulo é destaque no StartSe A.I. Day 2024 com palestra sobre inteligência artificial

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SÃO PAULO – No próximo dia 28 de novembro, Bruno Biangulo, CEO do ConnectAI, será um dos destaques do StartSe A.I. Day 2024, um dos maiores eventos sobre inteligência artificial no Brasil. Em sua apresentação, que acontece às 15h na Arena Fast Learning, Biangulo abordará o tema “Como lidar quando máquinas são mais inteligentes que humanos”.

A palestra explorará as transformações que a inteligência artificial está trazendo para o mundo dos negócios e o impacto dessas inovações no cotidiano. Com uma abordagem prática e visionária, Biangulo promete discutir como as empresas e profissionais podem se adaptar e prosperar em um cenário onde a IA assume papéis cada vez mais estratégicos.

ConnectAI: tecnologia brasileira com projeção internacional

Sob a liderança de Bruno Biangulo, o ConnectAI tem se consolidado como uma das principais startups brasileiras de tecnologia e IA. Recentemente, a empresa alcançou reconhecimento internacional com participações em eventos de destaque, como o SaaStr Annual no Vale do Silício e uma feira de inovação em Dubai.

Nesses encontros, Biangulo apresentou o ConnectAI a investidores e compradores, iniciando negociações que já resultaram em avanços significativos, incluindo a assinatura de parcerias e a projeção de abertura de uma filial nos Emirados Árabes. Sobre o cenário internacional, Biangulo comenta:

“O ConnectAI é uma empresa construída com base nas necessidades reais dos clientes. Estamos preparados para entregar valor, mesmo em um mercado global cada vez mais seletivo e exigente.”

Além disso, a participação nesses eventos permitiu o ConnectAI reforçar sua proposta inovadora e entender como suas soluções podem impactar positivamente o mercado global, sem perder o foco na expansão nacional, que inclui a conquista do Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil em 2025.

Sobre o StartSe A.I. Day 2024

O StartSe A.I. Day 2024 será realizado no dia 28 de novembro, das 8h às 18h, no Pro Magno, em São Paulo. Com mais de sete horas de programação, o evento reunirá grandes especialistas do setor de IA para compartilhar insights, cases reais e tendências que estão transformando o mercado.

Com palestras de líderes como o CTO do Nubank, Vitor Oliver, e a CEO da Petlove, Talita Lacerda, o evento oferecerá uma visão ampla sobre o futuro da inteligência artificial e como ela está moldando os negócios e a sociedade.

Sobre Bruno Biangulo e o ConnectAI

Bruno Biangulo é CEO do ConnectAI, uma startup brasileira que entrega soluções de inteligência artificial voltadas para o impacto real nos negócios. O ConnectAI tem se destacado pela inovação e eficiência de suas soluções, com uma forte atuação no mercado nacional e crescente reconhecimento internacional.

Serviço

• Data: 28 de novembro de 2024

• Local: Pro Magno, São Paulo/SP

• Horário: 8h às 18h

• Palestra Bruno Biangulo: Arena Fast Learning – 15h às 15h20

• Tema: “Como lidar quando máquinas são mais inteligentes que humanos”

• Ingressos: Clique aqui para garantir sua vaga

Black Friday 2024: dicas para não cair em golpes on-line e comprar com segurança

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Com promoções imperdíveis, também crescem os riscos de fraudes virtuais. Professor de Segurança da Informação do UNICEPLAC orienta como proteger os dados e aproveitar as ofertas sem prejuízos

Com a proximidade da Black Friday, marcada para a próxima sexta-feira (29/11), milhões de consumidores se preparam para aproveitar descontos em compras on-line. No entanto, a data também atrai criminosos que utilizam golpes digitais para roubar dados pessoais e financeiros. “O golpe mais frequente é o phishing, no qual criminosos enviam mensagens falsas para enganar as vítimas e obter informações confidenciais, como senhas e dados de cartões”, alerta Hélder Line Oliveira, professor dos cursos Sistemas de Informação, Engenharia de Software e Análise e Desenvolvimento de Sistemas no Centro Universitário UNICEPLAC.

Além do phishing, o professor explica que outra prática comum é a criação de sites falsos, que imitam lojas confiáveis para capturar credenciais e realizar transações fraudulentas. “Ofertas com preços extremamente baixos costumam estar vinculadas a links maliciosos que instalam malware ou direcionam para páginas clonadas”, completa Oliveira.

Como identificar possíveis fraudes

O professor recomenda desconfiar de promoções que ofereçam descontos fora do padrão, principalmente em produtos populares. “Textos com erros de português, layouts amadores e mensagens que criam senso de urgência, como contagens regressivas ou avisos de ‘últimas unidades’, são indicativos de que o site pode não ser confiável”, destaca.

É seguro salvar dados do cartão de crédito em sites?

Embora muitas plataformas utilizam criptografia e outras medidas de segurança, o professor alerta que o armazenamento de dados em sites ou aplicativos ainda representa um risco. “Sempre que possível, prefira usar cartões virtuais, que expiram após o uso, ou plataformas de pagamento intermediárias, como PayPal e Mercado Pago, que protegem seus dados”, orienta.

Para aumentar a segurança, o professor recomenda o uso de senhas fortes, com pelo menos nove caracteres, combinando letras maiúsculas e minúsculas, números e símbolos. Ele também enfatiza a importância da autenticação de dois fatores (2FA): “Essa medida reduz significativamente as chances de acesso não autorizado, mesmo que a senha seja comprometida”.

Dicas práticas para uma Black Friday segura

O professor Hélder elenca as principais medidas para garantir uma experiência de compra protegida:

  • Atualize seus dispositivos e aplicativos: isso corrige vulnerabilidades que podem ser exploradas por hackers;
  • Evite clicar em links desconhecidos: digite o endereço do site manualmente no navegador;
  • Monitore suas transações: ative alertas bancários e acompanhe movimentações em tempo real;
  • Denuncie fraudes: relatar golpes às autoridades e empresas de segurança contribui para a prevenção de novos casos.

“Priorizar a segurança em vez da conveniência pode evitar grandes prejuízos. A Black Friday pode ser uma ótima oportunidade, desde que as compras sejam feitas com cautela”, completa o professor do UNICEPLAC.

Anffa Sindical repudia ataques injustos à carne brasileira

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Sem embasamento técnico, declarações de parlamentares franceses são fruto de protecionismo e da desinformação sobre os rigorosos padrões sanitários brasileiros

 

O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical) manifesta seu veemente repúdio às recentes declarações de parlamentares franceses que questionam a qualidade da carne brasileira. Tais afirmações são não apenas injustas, como também infundadas, desprovidas de embasamento técnico e incompatíveis com a realidade dos rigorosos padrões sanitários e de controle aos quais a produção brasileira é submetida. Para a entidade, trata-se de uma tentativa de manchar reputação do agronegócio nacional, em um momento de tensão por conta das negociações sobre o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul.

 

As declarações dos parlamentares franceses surgiram no mesmo dia em que o CEO global do Carrefour, Alexandre Bompard, elogiou publicamente a carne brasileira. O executivo destacou, por meio de uma carta de retratação, que o setor produtivo do brasileiro segue as mais rigorosas práticas sanitárias, que garantem a qualidade da proteína vendida ao exterior.

 

“Mais uma vez, há uma tentativa de influenciar negativamente um trabalho pautado em uma produção de excelência que chega às mesas de consumidores em mais de 160 países do mundo. Não é à toa que o Brasil ocupa o posto de maior exportador de carne bovina e de aves do mundo. Todo o processo da produção à exportação é baseado em critérios técnicos inquestionáveis, com níveis de qualidade reconhecidamente melhores do que a média mundial”, destacou o presidente do Anffa Sindical, Janus Pablo Macedo.

O reconhecido padrão de qualidade é realidade graças à atuação dos auditores fiscais federais agropecuários que atuam na fiscalização de todo o processo de exportação de produtos de origem animal e vegetal. As inspeções começam antes mesmo do abate dos animais, com as seleções através de exames clínicos feitos por médicos veterinários. Os cuidados continuam durante a armazenagem da carne, com inspeções em frigoríficos por todo o País, e seguem até as certificações necessárias para os embarques nos portos.

 

Para garantir a qualidade da proteína e viabilizar as vendas ao mercado internacional, cerca de 600 profissionais da carreira atuam diariamente para garantir o cumprimento de um rigoroso sistema de defesa agropecuária em todo o País. Essa qualidade é reconhecida, inclusive, pela União Europeia que compra e atesta a qualidade e sanidade das carnes produzidas no Brasil há mais de 40 anos.

 

O Anffa condena o protecionismo por trás das declarações de parlamentares franceses, que buscam desmerecer a excelência da carne brasileira para atender a interesses econômicos locais. Os auditores fiscais federais agropecuários reafirmam seu compromisso de zelar pelos mais altos padrões de qualidade e segurança sanitária, assegurando que os produtos nacionais continuem a ocupar posição de destaque nos mercados globais. Com profissionalismo e dedicação, seguimos firmes na missão de manter a confiança do consumidor e a reputação do Brasil como líder na produção de alimentos de qualidade.

 

BRB inaugura agência no shopping Iguatemi

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Com foco na modernização da sua rede de atendimento e no oferecimento de uma experiência exclusiva e personalizada aos clientes, o BRB inaugura hoje (25) uma unidade no shopping Iguatemi. Está é a segunda agência do banco no Lago Norte, e atenderá um público médio de 15 mil visitantes que transitam diariamente pelo local.
Com layout estruturado no novo modelo de atendimento de varejo do banco, a abertura da nova agência reforça a estratégia do BRB de se consolidar como referência em soluções financeiras personalizadas, modernas e inovadoras para o público.
“Estamos felizes em inaugurar hoje uma agência no Iguatemi, importante ponto da capital do País. Nosso foco é oferecer o melhor banco para os nossos clientes e garantir não apenas os melhores produtos e serviços, mas também um atendimento exclusivo”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.
Localizada no térreo do shopping, loja 91, a unidade é uma das 55 já disponibilizadas com o novo modelo de design do Banco, cujos pilares são os eixos de ambiência, melhoria de processos, reposicionamento da Rede de atendimento e nova segmentação. Somente em 2024, foram entregues 27 unidades, entre agências novas, transferidas e reformadas.
O novo escritório de negócios BRB, na Agência Iguatemi, possui ambiente confortável e sofisticado, com design preparado para combinar um atendimento phygital diferenciado, com privacidade e conveniência. Com premiações internacionais, o layout inclui, ainda, espaço para café.
Entre as soluções do portfólio completo do banco para esse público, está o cartão BRB DUX VISA, produto que oferece benefícios exclusivos e especializados, como serviços de concierge, consultoria e uso de salas VIP nos aeroportos de todo o mundo. Outro diferencial do Dux, que inclui o VISA Eurobike, o BRB Adega e o CASACOR BRB DUX, é o programa de relacionamento, com acúmulo de até 7 pontos por dólar gasto.
Clientes da unidade Iguatemi também terão acesso às melhores soluções negociais, adequadas a cada perfil de correntista, além de uma robusta plataforma de investimentos com mais de 600 produtos e home broker.
Com 58 anos de história, o Banco BRB possui uma rede de 201 agências, distribuídas pelo Distrito Federal e nos estados de Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Alagoas, Paraíba e Tocantins. São mais de 8 milhões de clientes distribuídos por 39 países, todos os continentes e 95% de todo o território nacional.

Como potencializar estudos para provas como o Saeb

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Closeup of hand holding pen and filling out questionary form on table

 

Planejamento estruturado é importante para melhorar desempenho de estudantes na avaliação bienal mais importante do país

Mais de 8,4 milhões de estudantes participaram da última edição do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), em 2023, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Por se tratar de uma avaliação oficial, o Saeb exige que os estudantes se preparem adequadamente — devem estar familiarizados com o conteúdo abordado e precisam encarar a prova com confiança e concentração.

Essa preparação é fundamental para ajudar os alunos a entenderem o formato da avaliação e a praticarem estratégias de resolução de questões, podendo contribuir para resultados mais satisfatórios e uma prova mais tranquila. De que forma os professores e equipes pedagógicas podem contribuir para que os alunos tenham mais recursos para lidar com essa situação?

Ações focadas apenas na avaliação tendem a não ser tão eficazes quanto aquelas que têm como objetivo desenvolver todos os aspectos do processo de ensino e aprendizagem, alerta a coordenadora editorial da Aprende Brasil Educação, Patricia Waltiach. “O que funciona melhor, na nossa experiência, é a organização de uma rotina de estudos regular, com acompanhamento próximo dos professores e da equipe escolar. Esse planejamento permite que o estudante se prepare gradativamente, ao longo de todo o ano, evitando que os conteúdos se acumulem na última hora”, complementa.

Planejamento estruturado

O ideal é desenvolver um planejamento que se desenrole ao longo do ano letivo, identificando os pontos fortes e fracos do aprendizado e, em seguida, reforçando conteúdos em que os alunos possam estar apresentando algum tipo de dificuldade. “Monitorar esses pontos é fundamental para concentrar esforços e aprendizagem em todos os componentes curriculares”, ressalta a educadora.

Faz parte da jornada de preparação, também, apresentar aos alunos o formato específico do Saeb. Segundo Patrícia, quanto mais familiarizados eles estiverem com a quantidade de questões e a forma como os conteúdos são abordados, maiores as chances de se sentirem à vontade resolvendo os tópicos propostos. “É muito diferente responder a uma prova com questões discursivas e de múltipla escolha, por exemplo. Então, é muito importante que os professores promovam esse contato das crianças com a maneira como essas questões são apresentadas no Saeb”, pontua.

Além disso, materiais didáticos direcionados para avaliações desse tipo são uma boa opção para desenhar ações mais específicas para as redes municipais de ensino. É o caso do Vou + Longe, coleção que contempla habilidades do Saeb e da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) de maneira articulada, com atividades de níveis distintos, trilhas gamificadas que oferecem mais oportunidades para revisitar conhecimentos essenciais e simulados prontos para aplicação.

A especialista explica que, com a ajuda de materiais como esse, escolas e redes de educação podem se organizar melhor para oferecer aos estudantes as ferramentas necessárias para que eles atinjam todo o potencial na hora da prova. “É o Saeb que permite o desenho e a construção de políticas públicas voltadas para a Educação Básica brasileira. Daí a importância dessa avaliação, reconhecida internacionalmente por ajudar a identificar pontos de melhoria e, assim, promover um desenvolvimento mais equitativo aos estudantes do país”, finaliza Patricia.

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Sobre a Aprende Brasil Educação

A Aprende Brasil Educação atua em todo o território nacional, potencializando a educação pública brasileira, oferecendo soluções educacionais que estimulam o conhecimento e apoiam os estudantes da Educação Infantil aos anos finais do Ensino Fundamental no processo de aprendizagem. Saiba mais emaprendebrasil.com.br

Ainda Estamos Aqui

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Marco Antonio Spinelli*

 

Estava dando uma aula online, para um grupo de Mentoria de uma boa amiga, quando uma aluna me perguntou sobre a Terapia de Constelações Familiares, esperando de mim algum tipo de ataque ou condenação, tão frequentes no “establishment” tanto da Psicologia quanto da Psiquiatria. Respondi que acredito mais em terapeutas do que em terapias, o que não foi a resposta esperada. Já recebi relatos de experiências intensas e curativas nessa modalidade terapêutica, assim como tive que socorrer clientes que ficaram mexidos e mesmo desestruturados, após vivências em locais inadequados, como uma empresa ou um workshop de final de semana, na mesma terapia. Essas duas experiências foram bastante negativas e mesmo perigosas para a integridade psíquica das pessoas envolvidas. Tem muita gente formada em cursos de final de semana cutucando nos traumas e nas psiques das pessoas. Cuidado. Mas, a princípio, não vou cair na atitude farisaica de criticar de maneira generalizada esse trabalho, até porque conheço o pensamento de seu criador, o psicoterapeuta alemão Bert Hellinger.

O que muita gente não conhece é o tipo de psicoterapia que, muito provavelmente, influenciou Bert Hellinger: a Gestalt Terapia. Mas, deve-se estar perguntando o leitor ou a leitora que abriu, acidentalmente ou não, esse artigo:  o que faz esse texto após o título acima, de um filme recém lançado e provável candidato brasileiro ao Oscar – “Ainda Estamos Aqui”, baseados na obra de Marcelo Rubens Paiva? Já vou explicar.

Gestalt quer dizer “forma completa”, ou “figura completa”. Em terapia, é como o fechamento de uma ferida que ficou aberta. Vou dar um exemplo pessoal e canino; quem já leu essa coluna deve saber que eu sou um inveterado cachorreiro. Uma doguinha querida era Chiara, uma boxer meio pilhada que teve infelizmente aos sete anos um Câncer comum na raça, o Mastocitoma. Quando seu sofrimento ficou intolerável, levei a Chiara para encerrar seu sofrimento. Ela tomou uma injeção pacificamente enquanto eu cantava uma música no seu ouvido. Fiquei reconfortado por ter estado lá com ela. E vida que segue. Alguns anos depois, num curso de Processamento de Memórias, a cena me voltou como um flash e eu pude, finalmente, chorar a tristeza de ter passado por aquilo. Pode-se dizer que a Gestalt, que estava aberta, se fechou: eu levei o luto no peito e pude, anos depois, encerrar aquela vivência. Essa é a base da Gestalt e das Constelações: chorar perdas, pedir desculpas, entender histórias pessoais e familiares. Realizar fechamentos de feridas.

“Ainda Estamos Aqui” é um filme sobre feridas abertas numa família de classe média, no início dos anos setenta. O ex deputado Rubens Paiva é levado de sua casa, sem intimação ou mandato judicial, para interrogatório por agentes à paisana. Foi o começo de uma via crucis de desinformação, angústia e perda da família de Eunice Paiva (trabalho fantástico, inesquecível, de Fernanda Torres), com a violência impressionante de um pai de família sendo abduzido de sua casa por suspeita de colaboração com a luta armada. E ele realmente colaborava e protegia amigos perseguidos pela Ditadura Militar. Mas nunca participou da luta armada.

Vou fazer um micro spoiler, que eu espero que incentive as pessoas a verem esse filme lindo de Walther Salles: algumas décadas depois do desaparecimento de seu pai, a família se reúne para recuperar fotos e lembranças para Marcelo, tetraplégico desde a adolescência por um acidente de mergulho, escrever o livro que deu origem ao filme. No final do almoço, Marcelo conversa com a irmã, sobre quando sepultaram internamente seu pai, realizando que não voltaria: Marcelo quando viu sua mãe doar as roupas de seu pai, sua irmã quando eles saíram meio fugidos do Rio de Janeiro, para reconstruir a vida em São Paulo. Cada um com seu tempo.

O Luto sem fechamento talvez seja dos mais dolorosos de todos. O parente desaparecido. O pai que abandona a família e some no mundo. O crime que oculta a verdade sobre uma morte. Por mais que, racionalmente, as pessoas envolvidas saibam que a pessoa não vai voltar, tem um tipo de Memória que sempre vai deixar uma esperança de que ela vai retornar. Cada toque no telefone pode ser quem eu estou esperando. A Gestalt não se fecha. O Luto fica sem fechamento, muitas vezes por toda a vida. Tem um filme de um cachorro que passou o resto de sua vida indo para uma estação de trem esperar seu dono, que tinha morrido. Esse é o aspecto mais doído do luto sem fechamento: é a espera eterna.

“Ainda Estamos Aqui” é a celebração de uma família que, através da força inacreditável da mãe e do amor que unia a todos, resistiu à tragédia, à violência e à falta de sentido para buscar justiça e fechamento das feridas. Na sala lotada que eu assisti o filme, aplaudimos o mesmo por alguns minutos. Com meus olhos embaçados de lágrimas.

 

 

*Marco Antonio Spinelli é médico, com mestrado em psiquiatria pela Universidade São Paulo, psicoterapeuta de orientação junguiana e autor do livro “Stress o coelho de Alice tem sempre muita pressa”

Comprar dispositivos elétricos nacionais ou importados, eis a questão

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Marcelo Mendes*

 

A escolha entre produtos importados e nacionais pode ser uma decisão extremamente importante no setor eletroeletrônico. Em geral as empresas analisam os fatores como valor, custo-benefício, prazo de entrega, apoio à economia local e mais recentemente a contribuição à sustentabilidade. Mas a decisão ideal pode envolver a avaliação dos prós e contras em função das prioridades de cada um em determinado segmento de mercado.

No total, hoje em dia, existe sobre a importação sete tributos. São eles o II (Imposto sobre Importação), naturalmente, além do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), PIS (Programa de Integração Social), COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), ISS (Imposto Sobre Serviços) e IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

Os produtos nacionais não estão sujeitos a taxas de importação e consequentemente não exigem os complexos trâmites de internalização, além de, normalmente, apresentarem fretes mais acessíveis. Mesmo no caso de empresas com mais experiência em artigos importados e até para o profissional de comércio exterior mais experiente, os tributos e artigos estrangeiros podem ser complexos e até às vezes confundí-lo com tantos detalhes.

O imposto com taxação de compras internacionais foi estabelecido deliberadamente para proteger a indústria de transformação brasileira. Ao escolher produtos exclusivamente importados em vez dos nacionais, este tipo de aquisição pode aos poucos enfraquecer a indústria local, e por consequência reduzir empregos e afetar a economia do país, privilegiando a geração de empregos em outros países e incentivando sua economia.

No mundo empresarial, a facilidade de manutenção é um indicativo muito relevante para entender porque um produto nacional quase sempre é mais indicado para a maioria das decisões de compras industriais. Encontrar todas as peças ou componentes de reposição com facilidade e rapidez no mercado doméstico é mais uma conveniência dos ‘brasileirinhos’, ou seja, fica mais fácil desta forma a troca de itens, evitando a paralisação do trabalho e consequentemente as perdas no faturamento por causa da espera.

A certificação de garantia é outro ‘porto seguro’ nas aquisições domésticas. Produtos importados, em caso de defeitos, nem sempre têm assistência técnica e garantia local, dificultando a reparação ou substituição. O comprador sabe que pode contar na mercadoria nacional com esses recursos a qualquer momento, o que lhe dá mais segurança seja em que situação ele se encontrar.

Por causa da logística internacional e dos trâmites alfandegários, as importações levam mais tempo para serem entregues. Sem falar que hoje os conflitos internacionais e dificuldades de navegação em áreas de guerra como o Canal de Suez também são situações que complicam muito o comércio internacional.

As durações maiores das viagens internacionais aumentam os custos das mercadorias, e esses impactam no preço do produto final. Sem contar que o transporte de mercadorias de outros países mais distantes gera maior emissão de gases poluentes. De acordo com a Organização Marítima Internacional (IMO) o transporte marítimo é responsável por cerca de 3% das emissões globais de CO2.

Segundo especialistas em tranding, um exemplo de cenário sobre a vantagem de uma empresa escolher a compra de um produto eletroeletrônico nacional foi o da pandemia de covid-19. Em razão das limitações mundiais de comércio e da interrupção das cadeias de abastecimento, um grande número de países sofreu com a falta de componentes eletrônicos e atrasos na produção.

O Brasil, no entanto, comprovou naquele período sua eficiência, porque inúmeras de suas empresas eletroeletrônicas conseguiram sustentar as operações e atender a demanda interna por aparelhos eletrônicos, entre os quais, equipamentos médicos como respiradores, monitores e outros dispositivos importantes para enfrentar a pandemia e garantir o fornecimento aos hospitais.

E a partir do crescimento do trabalho à distância, a procura por computadores, notebooks e outros eletrônicos aumentou bastante. Por seu lado, a indústria nacional conseguiu atender a demanda, sem a necessidade de grandes importações de emergência.

Afora isso, a menor dependência a importações garantiu um fornecimento mais constante, mesmo diante de uma crise mundial. A eficiência da produção local também permitiu uma resposta mais rápida às necessidades do mercado interno, que não podia esperar muito tempo pelo fornecimento do exterior, dada a situação crítica.

A pandemia demostrou o valor de uma indústria nacional forte e diversificada, capaz de atender às necessidades em períodos de crise. Não temos atualmente problemas críticos de fenômenos atmosféricos, mas como seria se sofrêssemos um evento climático de grandes proporções e no período de reconstrução ainda tivéssemos, que esperar um longo prazo pela vinda do exterior de postes, cabos, braços cruzados, isoladores, luminárias, condutores, transformadores ou conectores? Os produtos nacionais garantem sempre maior segurança e autonomia.

 

* Marcelo Mendes é gerente geral da KRJ Conexões ( https://krj.com.br/ ). É economista e executivo de marketing e vendas do setor eletroeletrônico há mais de 15 anos, com atuação inclusive em vários mercados internacionais.

 

Câmara de São Paulo prorroga até 2030 benefício de IPVA e isenção de rodízio para veículos elétricos e híbridos

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Rodrigo Goulart, vereador pelo PSD, e autor o projeto

Projeto foi aprovado em primeira votação por unanimidade e segue para análise final na Câmara e sanção do prefeito, para entrada em vigor em janeiro de 2025

Para a ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), ações como esta consolidam a liderança nacional de São Paulo em transporte sustentável

 

A Câmara de São Paulo aprovou por unanimidade, em primeira votação, o Projeto de Lei 414/2024, que prorroga até 2030 a devolução da quota-parte do IPVA transferida ao município e isenção de rodízio para veículos elétricos, híbridos e movidos a hidrogênio.

Apesar de a medida ainda depender de segunda votação pelos vereadores e da sanção do prefeito Ricardo Nunes, a ABVE avalia que esse avanço já representa uma vitória importante para o setor e para a sociedade, pois estimula maior procura por automóveis eletrificados, o que também contribui para a redução das emissões.

“O apoio das montadoras e associações do setor, como a ABVE, além dos parlamentares e do prefeito, tem sido fundamental para garantir o sucesso e a continuidade desta política pública”, afirma o vereador Rodrigo Goulart (PSD), autor do projeto. “São Paulo, como uma das maiores metrópoles do mundo, não pode ficar para trás em relação às grandes cidades globais na eletrificação e descarbonização do transporte”, acrescentou.

O Projeto de Lei 414/2024 foi aprovado pelos 39 vereadores presentes à sessão do dia 21/11. Ele altera um dos parágrafos da Lei nº 15.997, de 2014, de autoria do atual deputado estadual Antonio Donato (PT), na época secretário de Governo do então prefeito Fernando Haddad.

Em 2021, uma mudança na Lei 15.977 tinha fixado prazo até 31 de dezembro de 2024 para a vigência dos benefícios. O PL do vereador Rodrigo Goulart prorroga esse prazo até 31 de dezembro de 2030. Se for sancionado pelo prefeito, entrará em vigor a partir de 1º de janeiro de 2025.

A devolução da quota-parte municipal do IPVA para proprietários de carros elétricos e híbridos em São Paulo tem um limite de 103 Ufesp (Unidade Fiscal do Estado de São Paulo), hoje correspondente a R$ 3.642,08.

REFERÊNCIA

“Essa prorrogação não é apenas a extensão de um incentivo fiscal, é um passo estratégico para consolidar São Paulo como referência em mobilidade limpa e sustentável, além de melhorar a qualidade de vida dos moradores da cidade”, disse o presidente da ABVE, Ricardo Bastos. “Iniciativas como essa viabilizam o acesso da população a tecnologias mais verdes, fomentam a indústria do setor automotivo e geram impactos positivos na qualidade do ar e na saúde da população”.

Para a ABVE, políticas públicas como a aprovada pela Câmara paulistana têm impacto significativo na adoção de tecnologias sustentáveis. Só nos últimos três anos as vendas de veículos elétricos e híbridos leves de todas as tecnologias cresceram 160% na cidade São Paulo, segundo a ABVE Data, passando de 7.484 emplacamentos em 2022 para 19.492 até outubro de 2024.

O projeto está alinhado com as metas de descarbonização da cidade e prevê que a devolução do IPVA continue a ser inserida no orçamento municipal. “Embora haja um impacto financeiro inicial, o retorno à sociedade, seja por meio de redução de emissões ou melhorias na saúde pública, é inestimável”, ressaltou Rodrigo Goulart.

Além de incentivar os veículos leves (autos e comerciais leves), o município de São Paulo avança no programa de eletrificação do transporte coletivo previsto pela Lei 16.802/2018, que prevê metas anuais de troca dos ônibus a diesel por modelos elétricos.

Sobre a ABVE

A Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) é uma entidade criada para apoiar o desenvolvimento do mercado de veículos elétricos e todo o ecossistema da eletromobilidade no Brasil, além de incentivar o desenvolvimento de tecnologias brasileiras de transporte sustentável e a descarbonização da economia. Os 130 associados da ABVE são empresas grandes, médias, pequenas, multinacionais e startups, que abrangem toda a cadeia produtiva da eletromobilidade no Brasil. A ABVE divide-se em seis áreas de atuação: Veículos Leves, Pesados, Levíssimos, Componentes, Infraestrutura e Mobilidade Urbana. Mais informações: clique aqui.

Câmara debate marco regulatório da modalidade EaD em audiência pública nesta terça-feira 

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A Câmara dos Deputados realizará, nesta terça-feira (26), às 16h, uma audiência pública para discutir o marco regulatório da Educação a Distância (EaD). O evento foi solicitado pelos deputados federais Átila Lira (PP-PI), coordenador de Acesso e Permanência da Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ), e Moses Rodrigues (União Brasil-CE), integrante da mesma frente.

Estão confirmadas as presenças da presidente da Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup), Elizabeth Regina Nunes Guedes, representantes do Ministério da Educação; das instituições de ensino na modalidade EaD e especialistas na área.

Moses afirma que normas recentes do Ministério da Educação e do Conselho Nacional de Educação fizeram alterações substanciais no ensino a distância. As novas regras, exemplifica o deputado, restringiram a extensão a contextos escolares, extinguiram as 200 horas de atividades acadêmicas-científico-culturais e eliminaram práticas integrativas.

“Em vez de incentivar o ensino a distância, tais medidas vieram causar enormes prejuízos a essa modalidade de ensino, que beneficia milhões de brasileiros”, critica o deputado.

Átila Lira reforça as críticas e ressalta que uma das medidas adotadas pelo Ministério da Educação suspendeu até março de 2025 a abertura de novos cursos superiores na modalidade EaD.

Em debate na comissão em agosto, o diretor de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação, Daniel Ximenes, disse que autorizar a abertura de novos cursos de graduação a distância neste momento seria irresponsabilidade, diante da atual discussão de novos referenciais para o setor. Os critérios vigentes são de 2016.

“As medidas adotadas pelo MEC e pelo Conselho Nacional da Educação merecem uma maior discussão e reflexão quanto a compatibilidade com a legislação educacional brasileira”, explica Moses Rodrigues, no requerimento aprovado pela Comissão da Educação para discussão do novo marco regulatório da modalidade EaD.

Serviço

Audiência Pública sobre o Novo Marco Regulatório para oferta de cursos de graduação em EaD

Data: 26/11

Local: Comissão da Educação da Câmara dos Deputados. (Câmara dos Deputados, Anexo II, Brasília-DF)

Horário: 16h

Sobre a FPeduQ

A Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ) tem como objetivo discutir no Congresso Nacional melhorias nos programas de acesso à educação, como Fies e Prouni, além da qualidade do ensino, inovação e tecnologia na educação, reforma tributária e outras pautas importantes.

O setor particular de ensino é responsável pela educação de mais de 15 milhões de brasileiros, dos quais 90% são das classes C, D e E. Além disso, é responsável por 77% dos alunos no ensino superior e 20% no ensino básico.

Presidida pelo deputado federal Eduardo Bismarck (PDT-CE), a Frente tem como vice-presidente na Câmara a deputada Socorro Neri (PP-AC). No Senado, Nelsinho Trad (PSD-MS) é o vice.