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Carga tributária cresce, mas desigualdades regionais se acentuam

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Samuel Hanan*

 

O Brasil vive um fenômeno inaceitável, que deve ser creditado exclusivamente aos desacertos de seus governantes. Trata-se da exacerbação das desigualdades regionais – sacrificando principalmente as populações dos estados das regiões Norte e Nordeste -, apesar de o país registrar aumento da arrecadação tributária.

 

A análise do período pós-1988, quando foi promulgada a Constituição Federal ainda em vigor, mostra que naquele ano a carga tributária no Brasil correspondia a 22,43% do Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com o ipeadata, base de dados do governo federal. Em 2023, a carga tributária já chegava a praticamente um terço (32,44%) do PIB. Ou seja, houve aumento da ordem de 45%, correspondente a 10,01 pontos percentuais do PIB. Trata-se de R$ 1,09 trilhão a mais por ano arrecadado pelo governo via cobrança de impostos.

 

Nesse período de pouco mais de duas décadas, a participação da região Norte no PIB não melhorou em nada. Pelo contrário. Em 2002, era de 8,85% do PIB nacional e, em 2023, foi de apenas 6,18%. Já a participação da região Nordeste no PIB ficou estagnada. De 2002 a 2020, a média regional foi de 13,60% do PIB. Em 2023, ficou em 13,70%.

 

A pálida participação das duas regiões mais pobres do país na produção das riquezas nacionais é o retrato do desequilíbrio econômico nacional. As regiões Norte e Nordeste, que correspondem juntas a 63,74% da área territorial brasileira e abrigam 35,65% da população nacional, produziram apenas 20% do PIB Brasil nesse período. Por outro lado, o estado de São Paulo, que ocupa somente 2,97% do território brasileiro e é habitado por 21,62% da população nacional, foi o responsável por produzir, sozinho, mais de 30% do PIB. Uma distorção extraordinária.

 

Essa realidade impacta diretamente a qualidade de vida dos cidadãos do Norte e Nordeste, que têm a menor renda per capita do país. No Norte, a renda per capita é de R$ 1.302,00. Isso corresponde a 70,45% da renda per capita média do país e a 58,20% da renda per capita média da região Sudeste. No Nordeste, a realidade é ainda pior. A renda per capita média é de R$ 1.146,00, correspondente a 62,01% da média nacional e a 51,23% da média do Sudeste.

 

A média da renda mensal per capita de Norte e Nordeste é de R$ 1.185,00, ou seja, 64,12% da média nacional e pouco mais da metade (52,97%) da média do Sudeste, que é de R$ 2.237,00.

 

São números baixíssimos – mesmo os da região Sudeste – para um país que está entre a 8ª e 9ª economias do mundo. A renda média per capita nacional, de R$ 1.848,00 por mês, correspondia a apenas 1,5 salário-mínimo vigente em 2023 (R$ 1.302,00). A renda média das regiões Norte e Nordeste, por sua vez, ficou 9% abaixo do salário-mínimo.

 

Inevitável, portanto, que as região Norte e Nordeste, com índices 0,683 e 0,659, respectivamente, registrem números desoladores no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), indicador das Nações Unidas (ONU) para avaliação média dos países com base em renda, educação e saúde, no qual quanto mais próxima da nota 1 maior é o desenvolvimento humano de uma nação.

 

Aliás, o Brasil como um todo vem caindo nesse ranking nas últimas décadas. Em 2002, último ano de Fernando Henrique Cardoso na presidência da República, ocupava a 77ª posição. Em 2023, primeiro ano do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, o Brasil caiu para a 88ª colocação.

 

Essa situação vexatória a nível internacional e calamitosa a nível interno poderia ser diferente se os governantes cumprissem o que está determinado pela Constituição de 1988, uma vez que a Carta Cidadã dispõe de vários dispositivos voltados à redução das desigualdades regionais e sociais. São os artigos 3º, 5º, 43 (caput e incisos), e o inciso I do art. 151 e parágrafos 6º e 7° do art. 165, que tratam especificamente das renúncias fiscais (gastos tributários), determinando justamente que sua concessão tenha como objetivo o combate a tais desigualdades.

 

Ignorando o que está na Constituição, os governantes têm utilizado a permissão da concessão de renúncias fiscais, via sistema tributário, de forma equivocada e ilegítima, pois mais de 61% dessas renúncias nas últimas décadas foram destinadas aos beneficiários das regiões Sul e Sudeste, sabidamente as mais desenvolvidas do país.

 

Em detrimento de Norte e Nordeste, é notória a generosidade dos governos na destinação de renúncia fiscal em favor do Sudeste. Os gastos tributários praticamente triplicaram, passando de 1,50% do PIB em 2002 para 4,80% em 2023, o equivalente a R$ 524 bilhões. Desse montante, R$ 320 milhões foram destinados aos estados do Sul e Sudeste, ou seja, 61%.

 

Nesse período, o Brasil foi governado por quatro presidentes, mas todos os ocupantes do Palácio do Planalto nos últimos 22 anos podem ser considerados reprovados no combate às desigualdades regionais e sociais. Lula (10 anos), Dilma Rousseff (5 anos e 7 meses), Michel Temer (2 anos e 5 meses) e Jair Bolsonaro (4 anos) não foram capazes de dar um rumo diferente a essa triste realidade, contribuindo, com isso, para que o país ainda tenha brasileiros de classes diferenciadas em função do lugar de nascimento ou residência, em clara violação ao artigo 5º da Constituição.

 

Lamentavelmente, isso se repete a nível estadual. O jornal Folha de S. Paulo noticiou, na edição de 24 de outubro de 2024 (pág. A 19) que em 2025 os governos estaduais vão abrir mão de R$ 267 bilhões com a concessão de benefícios fiscais. A reportagem é baseada em um estudo realizado pela Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco). Segundo o levantamento, o valor é quase o triplo do registrado há 10 anos, corrigido pela inflação. Passou de R$ 89 bilhões para R$ 267 bilhões.

 

“A entidade afirma que esses incentivos não contribuiram para o desenvolvimento regional. Pelo contrário: aumentaram as desigualdades, beneficiando regiões mais ricas, que possuem mais capacidade de dar isenção e já atrairiam mais investimentos de qualquer maneira. Metade dos benefícios está no Sudeste”, mostrou a matéria jornalística.

 

Segundo o jornal, para compensar a perda de arrecadação gerada pelas renúncias fiscais, os estados cobram mais tributos dos demais contribuintes. Outro fator negativo é a redução dos recuros para saúde e educação, calculados sobre percentuais da receita.

 

Em vez de servirem para reduzir as desigualdades regionais, as renúncias fiscais privilegiam alguns setores e aumentam os déficits nominais, com a consequente elevação das dívidas públicas (da União e dos estados).

 

É um preço muito alto e pago pelos que mais precisam.

 

 

*Samuel Hanan é engenheiro com especialização nas áreas de macroeconomia, administração de empresas e finanças, empresário, e foi vice-governador do Amazonas (1999-2002). Autor dos livros “Brasil, um país à deriva” e “Caminhos para um país sem rumo”. Site: https://samuelhanan.com.br

Direito Delas comemora um ano com mais de 6 mil atendimentos no DF

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Com núcleos do serviço disponíveis em dez cidades, iniciativa promove assistência social, psicológica e jurídica às mulheres vítimas de violência e seus familiares

Agência Brasília

A vida da aposentada M. R., 67, recomeçou graças ao programa Direito Delas, da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). “Aqui encontrei um lugar para mim, me reencontrei”, relata ela, que passou por situações de violência doméstica e enfrentou uma depressão severa. “Hoje tenho coragem para viver o mundo, como fazia antes de tudo acontecer. Sei que ninguém pode me agredir, nem com palavras, nem com nada. Me reconheci e hoje sou feliz, vou atrás dos meus direitos”.

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Mulheres que passam por situações de violência podem recorrer aos programas geridos pela Secretaria de Justiça e Cidadania | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

Em um ano de atividade, celebrado nesta sexta-feira (29), o Direito Delas prestou 6.319 atendimentos em dez unidades, localizadas no Plano Piloto, Ceilândia, Guará, Itapoã, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, São Sebastião, Samambaia e Estrutural. Ainda este ano, será inaugurado o núcleo do Guará, ampliando a rede de acolhimento e suporte às vítimas de violência.

O programa surgiu da reestruturação do Pró-Vítima, por meio do decreto nº 39.557/2018, para expandir o alcance dos serviços de apoio a quem sofre violência. Os serviços são ofertados por equipe técnica multiprofissional, formada por assistentes sociais, psicólogos, servidores especialistas em direito e legislação e profissionais da área administrativa. É previsto atendimento às vítimas diretas e seus familiares, além de acompanhamento psicossocial para famílias de órfãos, como requisito para o recebimento de auxílio financeiro.

Parceria

O suporte jurídico é prestado em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil do Distrito Federal (OAB-DF), firmada por meio do acordo de cooperação técnica (ACT). Em um ano, já foram registradas 203 assistências, orientações e direcionamentos sobre direitos e mecanismos de defesa.

Por meio da Subsecretaria de Apoio às Vítimas de Violência (Subav), a Sejus-DF também promove ações complementares ao programa, como Banco de Talentos, Papo Delas, Converse com Eles, Rejunte com Elas, Pelo Olhar Delas, Grupos Reflexivos e Mentes em Movimento.

“Nossas ações de acolhimento e sobre empreendedorismo feminino funcionam como algo libertador. As redes de apoio protegem e coíbem todas as formas de violações de direitos e ajudam a inserir as mulheres no mercado de trabalho, para que elas comecem um novo dia, mais leve, mais feliz”, afirma a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.

Novos horizontes

O Direito Delas pode ser acionado diretamente pelos núcleos de atendimento ou por encaminhamento dos órgãos governamentais competentes. Nos dois casos, ocorre o acolhimento inicial; e, com a verificação de que a mulher se enquadra nos requisitos, são agendados seis encontros pelas semanas seguintes. Após esse período, a pessoa é inserida nos grupos de apoio semanais.

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A.N.L. conseguiu romper um relacionamento abusivo e teve apoio do programa: “Depois de muito tempo, consegui me reconhecer de novo. São palavras de conforto e encorajamento que fazem a diferença”

Para a dona de casa A. N. L., 40, o suporte psicológico foi essencial. Natural da Bahia, ela conheceu o serviço de apoio no ano passado por indicação da escola em que estuda seu filho de 7 anos. “Estava em um relacionamento abusivo, sem ninguém da minha família aqui no DF, e me falaram do programa”, lembra. “Foi minha salvação. Meu filho chegou a ser atendido quando ainda era o Pró-Vítima, e eu continuei. Venho até hoje para os encontros em grupo”.

Dois dias após ter contato com o Direito Delas, foi expedida uma medida protetiva contra o ex-companheiro da dona de casa. “Fiquei com o sentimento de culpa por muito tempo, mas as conversas me ajudaram a abrir a mente e ver que o que eu estava vivendo não era meu”, conta. “Depois de muito tempo, consegui me reconhecer de novo. São palavras de conforto e encorajamento que fazem a diferença. Tive coragem, por exemplo, de buscar o diagnóstico de autismo do meu filho, algo que não fazia por causa do ex-marido”.

Programas

Os encontros em grupo também foram destacados pela vendedora I. S. R., 42: “Aqui você consegue perceber que não está sozinha no mundo e que não é a única a passar por aquilo. Mostra que não somos culpadas”. Ela se separou do companheiro em 2020 e passou a conviver com perseguições e ameaças.

“Em 2023, ele foi ao meu serviço e correu atrás de mim com uma faca”, relata. “Registrei o boletim de ocorrência, e ele sumiu. Em junho deste ano, voltou. Fui atrás dos meus direitos e consegui o dispositivo Viva Flor e o Provid [Policiamento de Prevenção Orientada à Violência Doméstica]. Também me encaminharam para cá.”

O Viva Flor é um equipamento de vigilância semelhante a um smartphone, que permite o acionamento remoto de socorro. Já o Provid, iniciativa da Polícia Militar do DF, realiza policiamento preventivo e educativo após atendimentos emergenciais às vítimas, atuando para prevenir a violência doméstica e familiar. “Com essas medidas, sinto que estou protegida e sei que terei ajuda se precisar”, afirma I.S.R.

Atendimento

Todos os serviços do Direito Delas são gratuitos. Podem ser beneficiadas mulheres em situação de violência doméstica e familiar, vítimas de crimes contra a pessoa idosa, crianças e adolescentes de 7 a 14 anos vítimas de estupro de vulnerável e vítimas de crimes violentos. Também podem receber o atendimento familiares das vítimas diretas – cônjuges ou companheiros, ascendentes e descendentes de primeiro grau e parentes colaterais de segundo grau, desde que não sejam os autores da violência.

Veja os meios de ajuda a vítimas de violência no DF acessando a <https://www.sejus.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2023/11/Cartilha-Direito-Delas.pdf> Cartilha Direito Delas.<https://www.sejus.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2023/11/Cartilha-Direito-Delas.pdf>

“Governo do Paraná investiu R$ 35 milhões em Foz do Iguaçu para potencializar a náutica da região”, afirma secretário de turismo do estado

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A abertura da segunda edição do Foz Internacional Boat Show, realizada ontem, dia 28, no Iate Clube Lago de Itaipu, reuniu lideranças nacionais e internacionais, que destacaram o grande potencial do estado para o desenvolvimento da indústria náutica, a exemplo do Foz Internacional Boat Show que segue até domingo, 1º de dezembro, das 15h às 22h, com uma ampla variedade de novidades em embarcações, produtos e serviços voltados à navegação, além de atrações para toda a família.

Créditos: Descio Oliveira/Revista Náutica

PARANÁO secretário de Estado do Turismo do Paraná, Márcio Nunes, destacou, durante o Foz Internacional Boat Show, nesta quinta-feira (28), o investimento de R$ 35 milhões do governo em novas estruturas náuticas em Foz do Iguaçu para potencializar o turismo da região. “Turismo sem infraestrutura não existe. Para receber barcos, é preciso oferecer as condições adequadas para navegação”, enfatizou. Para comportar o volume de embarcações que chegam à região, o representante estadual afirmou que foi feito um mapeamento de todos os possíveis pontos a serem instaladas novas estruturas náuticas com obras que deverão iniciar em breve.

“Inclusive, não só com estrutura náutica, mas também com ligação asfáltica e pavimentação. É um trabalho grande, mas o primeiro, e o mais difícil era conscientizar que era possível fazer turismo no Lago Itaipu. Hoje dá para preservar, cuidar, melhorar e gerar empregos e renda. Então o conceito é mais importante que as obras”, disse.

“O Paraná tem se destacado como um grande incentivador do mercado náutico, impulsionando o setor com políticas que atraem fabricantes, revendedores, investimentos e fomentam a geração de empregos. Cada barco construído gera inúmeros empregos diretos e indiretos, além de estimular uma cadeia produtiva diversificada. Acredito que o estado está prestes a se consolidar como o segundo maior do país em número de estaleiros”, destacou o presidente do Grupo Náutica, Ernani Paciornik, durante a abertura do evento.

Já o diretor-geral paraguaio da Itaipu Binacional, Justo Zacarias Irún, destacou que o Paraguai e o Brasil são povos irmãos que trabalham juntos e que podem explorar muitas riquezas na região, como o próprio Lago de Itaipu. “Além do impulso ao  turismo e  economia, o trabalho que pode ser feito no Lago de Itaipu e que, com certeza, refletirá em uma grande oportunidade para a nossa população, terá mais força pela possibilidade de integração entre os países. Com certeza, o evento traz a consolidação da amizade, do apreço, da solidariedade entre os povos, a exemplo da Itaipu Binacional, com 50 anos de amizade entre o Paraguai e o Brasil”, afirmou Irún.

Abertura também foi marcada pela chegada de mais de 150 pilotos de jets
Nem as chuvas impediram que uma das maiores expedições de motos aquáticas do Brasil abrilhantasse a abertura do Foz Internacional Boat Show. Mais de 150 pilotos enfrentaram as condições climáticas adversas para completar o percurso de mais de 400km, partindo de Rosana, em São Paulo, até Foz do Iguaçu, na quinta-feira (28). A expedição, organizada em parceria com a MS Jets, reuniu participantes de mais de oito estados. “Para mim foi um privilégio receber este convite do Boat Show. Foi uma missão desafiadora, mas topei. E a minha grande satisfação é ver o resultado. A ideia é dobrar o número de participantes para o ano que vem”, ressalta Altair Lima da Silva, da MS Jets, um dos organizadores da expedição.

O evento conta com o apoio de instituições, como o Fundo Iguaçu, voltado ao desenvolvimento e promoção turística, e o Viaje Paraná, programa do Governo do Paraná por meio da Secretaria de Turismo. Também apoiam o Foz Internacional Boat Show a Itaipu Parque Tecnológico, a Itaipu Binacional e o Foz do Iguaçu Destino do Mundo, além do Governo Federal.

Translados para o Foz Internacional Boat Show
Para visitar o evento, há translado do dia 28/11 até 01/12, partindo do centro de Foz do Iguaçu, a cada hora, a partir das 14h40 saindo do Cataratas JL Shopping. A volta, com saída do ICLI, inicia a partir das 19h20. Todas as viagens têm capacidade para até 16 pessoas e tempo de tolerância de 10 minutos.

Horários de ida: 14h40, 15h15, 16h30, 17h30 e 18h30.

Horários de volta: 19h20, 20h e 21h.

SERVIÇO
O que: Foz Internacional Boat Show
Quando: De 28 de novembro a 1º de dezembro de 2024
Onde: Iate Clube Lago do Itaipu (ICLI) – Rua: Inácio Reuter Sottomaior, 1020 – Jardim Porto Dourado – Foz do Iguaçu/PR
Horário: das 15h às 22h
Ingresso: https://bit.ly/4fw5tJF
Organização: Boat Show Eventos
Instagram: @boatshoweventos
Cobertura oficial: www.nautica.com.br, @revistanautica e youtube.com/@canalnautica
Informaçoes: https://fozboatshow.com.br/

Sobre o Grupo Náutica
Com mais de 40 anos de mercado, o Grupo Náutica traz soluções em infraestrutura, eventos e comunicação náutica. É formado pela Revista Náutica (https://www.nautica.com.br), pioneira e líder absoluta no setor; o Boat Show, mais importante salão náutico da América Latina com as edições de São Paulo, Itajaí, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador e Foz do Iguaçu; a Metalu, maior fabricante de píeres e passarelas em alumínio do mundo. O grupo também se preocupa com as questões sociais e é detentora das ações “Só Jogue na Água o que Peixe pode Comer”, assinada pelo cartunista Ziraldo, e “Por Uma Cidade Navegável”, que busca a navegação em lugares

Izalci Lucas repudia nova tentativa de ataque do desgoverno Lula contra o DF

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Nesta quinta-feira (28), sem noção do que está fazendo contra a economia do Brasil, o   ministro Fernando Haddad anunciou que uma das medidas do pacote de corte de gastos do governo federal que prevê mudança no modelo de reajuste anual do Fundo Constitucional do Distrito Federal.

A União (governo federal) abastece o fundo para custear despesas de pessoal do Distrito Federal, principalmente com as áreas de segurança pública, saúde e educação. A justificativa para sua existência é que o governo do DF cuida do espaço ocupado pela administração federal, em Brasília, e até mesmo de outros países, por meio de suas embaixadas.

O governo Lula já havia tentado alterar as regras referentes ao Fundo Constitucional do Distrito Federal, incluindo nas discussões referentes ao arcabouço fiscal. No entanto, em uma derrota para o ministro da Fazenda, a proposta não chegou a ser incluída.

Diante de nova tentativa do governo Lula de retirar dinheiro do fundo constitucional do DF, o senador Izalci Lucas (PL-DF) repudiou o ato que atinge diretamente a população da cidade e que demonstra, mais uma vez, que Lula e seus companheiros comunistas só querem mais dinheiro para gastar à toa, sem planejamento e principalmente, sem cortar despesas. Somente as viagens luxuosas de Lula e Janja ao exterior, somaram mais de R$ 5 bilhões nos últimos dois anos!

“Mais uma vez esse governo esquerdista afronta nosso querido Distrito Federal revelando descaso, desconhecimento e acima de tudo, desrespeito ao nosso povo. Vou defender mais uma vez o Fundo Constitucional do DF. Aqui não é quintal do Lula!”, afirma Izalci.

Confira o vídeo:

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Fonte: portal DonnySilva

Direito Essencial: a importância de garantir o acesso à água potável no Brasil

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Por Fernando Silva, CEO da PWTECH

A água potável é um recurso indispensável à vida e seu acesso é reconhecido internacionalmente como um direito humano fundamental. No Brasil, esse direito é assegurado pela Lei 9.433/97, que institui a Política Nacional de Recursos Hídricos e declara que a água é um bem público.

Essa legislação destaca a necessidade de gestão sustentável dos recursos hídricos para garantir que todos os cidadãos tenham acesso à água potável. Apesar da relevância desse direito, a realidade brasileira ainda enfrenta sérios desafios. De acordo com o Instituto Trata Brasil, aproximadamente 35 milhões de pessoas no país não têm acesso regular
à água tratada. A falta desse recurso básico é especialmente grave em áreas rurais e comunidades vulneráveis, onde a ausência de água limpa afeta diretamente a saúde, a educação e a qualidade de vida. Estima-se que 7,5 mil escolas não possuem acesso à água potável, afetando a vida de 2,1 milhões de crianças (CENSO).

Embora a falta de acesso à água potável segura seja um problema global, nota-se que no Brasil ela toma proporções maiores. Além da propagação de doenças de veiculação hídrica, como diarreia e dengue, ela compromete o desenvolvimento econômico e social. Dados da Organização Mundial da Saúde apontam que milhões de mortes no mundo seriam evitadas anualmente se houvesse acesso universal à água potável.

Nesse contexto, a inovação e a tecnologia são aliadas fundamentais para enfrentar esse desafio, desenvolvendo soluções para facilitar o acesso à água potável em locais com difícil acesso ou com estrutura precária.

No Brasil, superar os desafios do acesso à água de qualidade exige um esforço conjunto entre governo, sociedade civil e iniciativas privadas. A água potável é um direito de todos e garantir seu acesso é essencial para promover a dignidade e a saúde da população, para transformar realidades e impulsionar o país em direção a um futuro mais justo e saudável para todos.

Concluir o acesso universal à água potável no Brasil é uma meta urgente e indispensável para assegurar qualidade de vida, saúde e dignidade aos cidadãos. Embora a legislação e as políticas públicas estabeleçam a água como um direito humano fundamental, os números demonstram que ainda há um longo caminho para tornar esse direito acessível a todos. O compromisso de implementar soluções tecnológicas, como a da PWTECH, é indispensável para que avanços consistentes sejam alcançados. Garantir que todos tenham acesso a esse recurso vital não é apenas uma responsabilidade; é um passo essencial para o desenvolvimento de um país mais justo, sustentável e resiliente.

Balneário Camboriú ganha megaparque aquático com 160 mil metros quadrados 

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O novo paraíso de férias no litoral catarinense tem projeto cenográfico assinado por empresa brasiliense

A cidade de Balneário Camboriú, conhecida pelas belezas naturais e lindos pontos turísticos, acaba de ganhar um novo ponto de lazer, o Multiparque. Com investimento de R$200 milhões, o projeto conta com assinatura da Oceano Arquitetura, empresa brasiliense especializada em experiências cenográficas. Situado na Praia do Estaleirinho, o parque ocupa uma área de 160 mil metros quadrados e oferece atrações para todas as idades. Entre suas opções, destacam-se uma praia artificial com ondas aquecidas e três conjuntos de toboáguas.

“O Multiparque é a realização de um projeto inovador, pensado para proporcionar experiências inesquecíveis aos visitantes, cada detalhe foi planejado para unir diversão, conforto e a beleza natural de Balneário Camboriú. Estamos muito orgulhosos de ver esse sonho ganhar vida”, afirma Thalisson Mesquita, arquiteto da Oceano Arquitetura e um dos responsáveis pelo projeto.

Segundo Thalisson, o novo parque traz um ambiente que equilibra cenografia imersiva com infraestrutura moderna. “A criação do Multiparque é mais do que um projeto arquitetônico; é a construção de um novo marco no turismo brasileiro, que conecta tecnologia, lazer e natureza em um só lugar”, afirma.

O arquiteto ressalta que o parque foi pensado e projetado para atender o público de todas as idades, especialmente para as crianças. “Entre as atrações, estão os toboáguas, que garantem adrenalina. Há também a praia artificial, com ondas reais e areia fofa. Para as crianças, o Espaço Baby e a Ilha Candy oferecem diversão e segurança.”

O parque também foi projetado para oferecer uma experiência completa, incluindo programações especiais noturnas, com piscinas iluminadas que se destacam pelas cores vibrantes. A novidade ainda oferece estacionamento para 600 veículos, vestiários amplos e uma extensa área gastronômica.

O empreendimento é uma parceria entre o Grupo Tedesco e o Grupo Hoteleiro Costão do Santinho Resort.

Sobre a Oceano Arquitetura

A Oceano Arquitetura é referência em experiências cenográficas, desenvolvendo projetos que vão de pequenas a grandes escalas. Com foco em cenografia para eventos online e presenciais, arquitetura comercial, ativações de marca e design de parques temáticos, a empresa valoriza a viabilidade técnica e financeira de cada empreendimento.

Entre os projetos marcantes que levam a assinatura da Oceano estão o CoMA Festival em Brasília, o Bali Park em Luziânia, e o Parque Multiparque em Balneário Camboriú. A empresa também realizou ativações de peso, como as da Budweiser no Lollapalooza 2024 e da Corona Sunset 2023, na Praia do Preá, no Ceará.

Conheça os sócios

A Oceano Arquitetura é liderada por um time de quatro sócios com ampla experiência em diversas áreas do design e da arquitetura. Mariana Mares Guia, formada em Arquitetura e Urbanismo pela UFMG, possui um Master em Architecture and Sustainability na Bélgica. Com uma trajetória focada em projetos comerciais e institucionais, Mariana traz um olhar técnico e sustentável para os empreendimentos da empresa.

Thalisson Alexandre Silva Mesquita, também arquiteto e urbanista, graduou-se pelo UniCeub e concluiu uma pós-graduação em Conforto Térmico e Ambiental na UnB. Sua expertise se destaca no setor imobiliário e na concepção de grandes eventos, como Na Praia e Carnaval do Parque, consolidando sua atuação em projetos de impacto e inovação.

Gustavo de Sousa Vasconcelos Goes, formado em Arquitetura e Urbanismo pela UnB, complementou sua formação com uma pós-graduação em Teoria e História da Arquitetura. Atuando desde 2006, Gustavo tem como foco principal projetos comerciais e expografia, combinando técnica e estética em suas criações.

Victor Ricardo Holanda Freitas, por sua vez, é formado em Desenho Industrial pela UnB e se especializou em arquitetura comercial e direção criativa para cenografia de eventos e ativações de marca. Desde 2017, ele tem contribuído para projetos criativos e inovadores que fortalecem a identidade das marcas envolvidas.

SOBRE:

Oceano Arquitetura

https://modulooceano.com/oceano-arquitetura/

https://www.instagram.com/oceano.arq/

Multiparque

https://www.instagram.com/multiparquesc?igsh=YnF0cTF6eHI1OXNq

Endereço: Av. Rodesindo Pavan – Praia do Estaleirinho, Balneário Camboriú – SC

Mais informações: https://www.multiparquesc.com.br/

Como conquistar uma vaga na família real britânica? Especialista em RH analisa requisitos e estratégias para a entrevista

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Foto: CO Assessoria – @princeandprincessofwales

 

Não é de hoje que o LinkedIn se destaca como uma vitrine global de contratações, mas recentemente a plataforma tem chamado atenção até mesmo da realeza. A família real britânica, liderada pelo príncipe William e pela princesa Kate Middleton, vem demonstrando modernização ao divulgar vagas de emprego na plataforma. Entre os cargos anunciados estão posições como Especialista em Correspondência e CEO do Palácio de Kensington, que se destacaram pelos requisitos rigorosos e bem estruturados. O especialista em Recursos Humanos Marcos Tonin analisou os requisitos e deu dicas valiosas para conquistar uma dessas vagas cobiçadas.

Para Tonin, além de competências técnicas, como comunicação impecável e liderança, é fundamental demonstrar inteligência emocional, postura refinada e habilidades interpessoais. “A família real busca profissionais que representem seus valores, com elegância e discrição.” Para a vaga de Especialista em Correspondência, ele sugere destacar experiências com comunicação personalizada e sensível, além de demonstrar entusiasmo pelo impacto do papel na relação com o público. Já a vaga de CEO exige um equilíbrio entre inovação e respeito à tradição. “Eles buscam um líder que inspire, tome decisões estratégicas e saiba lidar com pressão em um ambiente altamente exposto.”

Tonin também recomenda preparar-se para perguntas comportamentais, como “Conte sobre um momento em que gerou um conflito delicado” ou “Como você lida com protocolos rígidos?”. Ele sugere a técnica STAR (Situação, Tarefa, Ação, Resultado) para estruturar as respostas. Além disso, a postura na entrevista é crucial. “Demonstrar comportamento impecável, com linguagem corporal confiante e comunicação articulada, é imprescindível.”

Autenticidade também pode ser um diferencial. “Mesmo em cargos formais, ideias frescas são valorizadas. No caso do CEO, por exemplo, sugerir formas de modernizar a comunicação interna ou aproximar a monarquia das novas gerações pode destacar o candidato.” Para Tonin, a combinação de qualidades humanas e experiência cultural é essencial, superando o apoio tecnológico, como a IA, em papéis altamente protocolares.

Relatos de ex-funcionários, como Ken Wharfe, antigo segurança do príncipe Harry, e Samantha Cohen, ex-assessora de Meghan Markle, destacam a complexidade de trabalhar para a família real. Tais declarações reforçam a necessidade de profissionais com inteligência emocional aguçada para lidar com tensões internas, conflitos e pressão pública constante. “Trabalhar para a realeza exige navegar por questões delicadas com precisão e discrição”, ressalta Tonin.

Por fim, ele conclui: “Conquistar uma vaga na família real britânica é mais do que ter uma boa qualificação. É sobre alinhar competências técnicas, habilidades comportamentais e paixão pela missão de apoiar uma instituição icônica. Esse alinhamento é o que impressionará William e Kate.”

Foto: CO Assessoria – @princeandprincessofwales

Foto: CO Assessoria – Instagram @marcostoninoficial

 

Pacote anunciado tem dimensões inferiores às necessárias para recobrar credibilidade e alcançar equilíbrio fiscal  

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O pronunciamento do ministro da Economia, Fernando Haddad trouxe as seguintes medidas na área fiscal:

– Limitação da correção do salário mínimo à regra do Novo Arcabouço Fiscal (NAF).
– ⁠Crescimento das emendas parlamentares inferior ao do NAF.
– ⁠Regra do abono salarial a quem recebe até R$ 2.640, convergindo a 1,5 salário-mínimo.
– ⁠Idade mínima para aposentadorias militares e limitação de pensões.
– ⁠ 50% das emendas de comissões destinadas à Saúde.
– ⁠Mudança na faixa de isenção do IR para 5 mil reais.
– ⁠Compensação desta última medida com maiores alíquotas para quem recebe acima de 50 mil.
– ⁠Fazer valer o teto remuneratório para o serviço público.

“Entendemos que essas ações são positivas, em geral, colaborando para o ajuste das contas. Entretanto, são insuficientes para produzir um resultado primário adequado à meta estabelecida em lei. Ademais, a mudança no IR preocupa, porque poderá representar perda de receita, a depender de como for desenhada a compensação citada. Apesar da estimativa contida no pronunciamento indicar um efeito de R$ 70 bilhões, esse montante, incerto, se viabilizado, seria insuficiente para as necessidades do ajuste fiscal e do alcance das condições de sustentabilidade da dívida/PIB.”, afirma Felipe Salto, economista-chefe da Warren Investimentos.

Após óbito durante lipoaspiração, Cremesp reitera as normas estabelecidas para a realização de cirurgias plásticas

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Procedimentos como a lipoaspiração não são isentos de riscos e não devem ser tratados como triviais, fato que compromete a segurança dos pacientes

A Câmara Técnica de Cirurgia Plástica do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP) manifesta sua preocupação em relação ao recente caso de óbito ocorrido durante uma lipoaspiração realizada em ambiente clínico. A perda de uma vida é sempre motivo de profundo pesar, e reforça a importância de reiterarmos as condições imprescindíveis para a realização de procedimentos cirúrgicos com segurança.

A lipoaspiração, embora amplamente reconhecida como um procedimento seguro quando realizada de forma adequada, é uma cirurgia que demanda preparo técnico, infraestrutura adequada e a observância rigorosa das normas de segurança e ética médica. Para garantir a segurança dos pacientes, é fundamental que:

 1.    O ambiente onde a cirurgia será realizada seja devidamente habilitado e liberado pelos órgãos de vigilância sanitária, com estrutura hospitalar que permita o manejo de eventuais intercorrências e suporte avançado de vida.
 2.    O cirurgião responsável possua qualificação adequada e habilitação específica para a prática de cirurgia plástica, registrada junto ao Conselho Regional de Medicina, sendo especialista reconhecido com Registro de Qualificação de Especialista (RQE).
 3.    A equipe médica e multidisciplinar envolvida esteja preparada para lidar com complicações e equipada com os recursos necessários para uma resposta rápida e eficaz a emergências.
4.    O procedimento seja conduzido dentro dos mais altos padrões éticos e técnicos, com avaliação rigorosa do estado de saúde do paciente, indicação precisa do procedimento, e comunicação clara e detalhada dos riscos e benefícios envolvidos.

Reforçamos que a banalização de qualquer procedimento cirúrgico, por menor que ele possa parecer, é inaceitável. A DECISÃO DE REALIZAR UMA CIRURGIA PLÁSTICA SE INICIA NA ESCOLHA DO PROFISSIONAL E DEVE SER FEITA DE FORMA CONSCIENTE E SÓLIDA. Cirurgias plásticas, como a lipoaspiração, não são isentas de riscos, e tratá-las como procedimentos triviais compromete a segurança dos pacientes e contraria os princípios fundamentais da Medicina.

O CREMESP reafirma seu compromisso com a defesa da ética médica e com a proteção da saúde e segurança dos pacientes, e recomenda que todos os profissionais sigam as normas estabelecidas, zelando pelo exercício responsável da profissão.

Executivos da GWM se reúnem com Presidente Lula e Vice-presidente Geraldo Alckmin

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Estavam presentes o Presidente da GWM International, Parker Shi, e Ricardo Bastos, Diretor de Assuntos Institucionais, Kevin Sui, Diretor Administrativo, e Way Chien, Diretor de Finanças da GWM Brasil.

O destaque do encontro foi o início da produção na planta de Iracemápolis (SP) e a criação de novas vagas de emprego na fábrica.

27 de novembro de 2024 – Na tarde de ontem, executivos da GWM tiveram uma reunião com o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o Vice-presidente, Geraldo Alckmin, no Palácio do Planalto, em Brasília. Estavam presentes o Presidente da GWM International, Parker Shi, e Ricardo Bastos, Diretor de Assuntos Institucionais, e Way Chien, Diretor de Finanças da GWM Brasil. O encontro, que também contou com a participação do Ministro do Trabalho, Luiz Marinho, reforça o compromisso da GWM com o Brasil e a América Latina, além de atualizar as autoridades do governo brasileiro sobre os preparativos para o início da produção na fábrica em Iracemápolis (SP) no primeiro semestre de 2025.

Durante a reunião, foram discutidos temas estratégicos relacionados ao crescimento e à operação da GWM no Brasil e na região. Os executivos reafirmaram o interesse da GWM em expandir sua presença no mercado brasileiro, com investimentos em novas tecnologias e na produção de veículos híbridos e elétricos, visando também o início das exportações dentro de três anos para novos mercados na América Latina.

“O Brasil é um mercado estratégico para a GWM, e estamos confiantes de que nosso portfólio de veículos inovadores ajudará a fortalecer a indústria automotiva brasileira e promoverá o crescimento econômico sustentável”, declarou Parker Shi, Presidente da GWM International.

O presidente Lula destacou a importância da indústria automotiva no desenvolvimento econômico do país e a necessidade de investimentos em inovação e sustentabilidade. A autotech também reforçou seu compromisso de criar vagas de emprego, com o objetivo de recrutar 700 novos colaboradores na fábrica até o primeiro semestre de 2025. Parker Shi destacou a importância do mercado brasileiro no cenário latino-americano e a expectativa de novos investimentos no setor automotivo, especialmente no segmento de veículos elétricos e sustentáveis.

A reunião é parte de uma série de esforços da GWM para estreitar os laços com o Brasil, visando não apenas a expansão de suas operações comerciais, mas também o desenvolvimento de parcerias estratégicas para o crescimento sustentável da mobilidade no país.

Sobre a GWM

Maior empresa automotiva chinesa de capital 100% privado, a GWM é a quarta maior fabricante mundial de picapes médias, segmento que ela lidera na China há 24 anos, onde tem uma participação acima de 50%. A empresa tem uma atuação global que envolve mais de 60 países, 70 mil funcionários e oito centros de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) ao redor do mundo