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“Marketing Jurídico precisa acompanhar a evolução da sociedade”, diz Deborah Brito, candidata à Diretoria de Comunicação da OAB/DF

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Formada em Direito pelo IESB, pós-graduada em Direito Tributário e Finanças Públicas e com mestrado em Direito Tributário pela Pontifícia Universidad Católica Argentina, Deborah Brito sempre buscou conhecimento como ferramenta de transformação social. Seu trabalho ultrapassa as fronteiras dos tribunais: com experiência na comunicação pública e jurídica, ela compartilha seu conhecimento em rádio e TV, buscando aproximar o público dos temas jurídicos e descomplicar o universo da advocacia para diferentes setores.

Hoje, como advogada, educadora e CEO de um coworking jurídico, Deborah representa empresas e orienta outros profissionais, combinando sua experiência técnica com a paixão por fazer a diferença. Sua trajetória e compromisso com a inovação a impulsionam em sua candidatura à OAB/DF, com a proposta de promover a acessibilidade e a democratização da Comunicação Jurídica. Confira a entrevista:

Como você enxerga a comunicação no contexto da advocacia moderna?

Deborah Brito: A comunicação é essencial para a advocacia contemporânea, que exige profissionais transparentes e acessíveis. Nos dias de hoje, é fundamental que o advogado se comunique de forma ética e adaptada às novas tecnologias, respeitando as diretrizes da OAB, mas também atendendo às demandas do mercado.

Qual a sua proposta em relação às normas de publicidade jurídica?

Deborah Brito: Proponho a flexibilização das normas atuais para tornar o Marketing Jurídico mais acessível, especialmente para advogados em início de carreira e escritórios de pequeno e médio porte. Isso vai permitir que todos os profissionais tenham a oportunidade de divulgar seus serviços de maneira ética e alinhada ao mercado.

Por que flexibilizar as regras é importante?

Deborah Brito: Porque isso abre espaço para uma comunicação mais inclusiva e democrática, que permite aos advogados maior visibilidade profissional. Nossa intenção é reduzir barreiras de entrada e favorecer um ambiente de trabalho mais acessível, além de manter a credibilidade e o respeito pela profissão.

Qual é o impacto esperado dessa proposta?

Deborah Brito: Espero que os advogados tenham mais liberdade para se aproximar da sociedade, comunicando seus serviços de forma profissional e acessível. Essa mudança busca alinhar a advocacia com o cenário atual, oferecendo oportunidades justas para todos os advogados do Distrito Federal.

 

Sobre Déborah Brito – Formada em Direito pelo IESB, pós-graduada em Direito Tributário e Finanças Públicas e com  mestrado em Direito Tributário pela Pontifícia Universidad Católica Argentina, Déborah sempre buscou conhecimento como ferramenta de transformação social. É advogada, educadora e CEO de um coworking jurídico, Déborah representa empresas e orienta outros profissionais, combinando sua experiência técnica com a paixão por fazer a diferença. Sua trajetória e compromisso com a inovação a impulsionam em sua candidatura à Diretoria de Comunicação da OAB/DF, com a proposta de promover a acessibilidade e a democratização da comunicação jurídica.

Escala 6×1: proposta sobre redução de jornada de trabalho alcança assinaturas e será protocolada

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Professora explica o que diz a CLT e o que pode mudar com a PEC

A proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 36 horas semanais recebeu nesta quarta-feira (13/11) o número necessário de assinaturas para ser protocolada na Câmara dos Deputados. O protocolo da proposta é apenas o início da discussão, que precisará passar por comissões especiais na Câmara e no Senado até a aprovação.

Nas redes sociais, o tema ganhou força por conta de duas mudanças significativas: o fim da escala de trabalho 6×1 (seis dias de trabalho e um de descanso) e a implementação de um novo modelo que ofereça três dias de folga aos trabalhadores, incluindo o fim de semana.

Entenda a escala 6X1

A escala 6×1 é uma das jornadas de trabalho mais comuns adotadas em empresas de diversos segmentos. A advogada Caroline Lima Ferraz, professora de Processo do Trabalho no curso de Direito do Centro Universitário UNICEPLAC, explica que a legislação atual permite até 44 horas semanais, geralmente distribuídas em uma escala 6×1 ou em um regime de oito horas diárias de segunda a sexta e quatro horas no sábado. “Em algumas profissões, como na saúde e segurança, são comuns escalas de 12×36 e 24×48, onde o trabalhador tem períodos de descanso mais extensos após turnos longos”, afirma a professora.

A professora Caroline também esclarece que, conforme o artigo 67 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o descanso semanal remunerado é de 24 horas, preferencialmente aos domingos. Além disso, em jornadas que ultrapassam as 44 horas semanais, é permitido o uso de banco de horas, convertendo horas extras em folgas ou pagamento com adicional de 50%.

Mudanças propostas pela PEC

A nova proposta pretende estabelecer uma jornada de até 36 horas semanais, equivalente a uma escala de 5×2, com cinco dias de trabalho e dois de descanso. “Nenhum direito trabalhista seria retirado com a PEC; os direitos permanecem garantidos”, destaca Caroline.

Ela acrescenta que a jornada de 36 horas está alinhada a estudos internacionais, que apontam impactos positivos na saúde mental e na produtividade dos trabalhadores. Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) revelam que transtornos mentais e exaustão física custam aproximadamente 1 trilhão de dólares ao ano. No Brasil, apenas em 2023, foram concedidos quase 290 mil benefícios de afastamento por transtornos mentais relacionados ao trabalho. Além disso, jornadas acima de 50 horas semanais podem reduzir a produtividade em até 30%.

A escala 5×2 é comum em países desenvolvidos, onde a carga horária semanal é, em média, significativamente menor. Na Alemanha, a média de trabalho é de 26,3 horas semanais; na Dinamarca, 27,3 horas; e na Noruega, 27,5 horas. A França e a Itália também apresentam médias inferiores às do Brasil, com 30 e 35,6 horas semanais, respectivamente”, completa a professora Caroline.

Especialista aponta estados promissores para o investimento no agronegócio dos EUA

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Com diferentes opções de vistos e regiões agrícolas bem estruturadas, o país oferece oportunidades seguras e rentáveis para investidores brasileiros 

O agronegócio nos Estados Unidos tem atraído cada vez mais brasileiros interessados em expandir seus investimentos e garantir uma alternativa segura de diversificação patrimonial. Com um mercado agrícola consolidado e condições climáticas variadas, o país oferece uma gama de possibilidades que atende a diferentes tipos de produção.

Em regiões como Flórida, Texas e Louisiana, por exemplo, o ambiente favorece a produção contínua, enquanto áreas no norte dos Estados Unidos destacam-se em cultivos específicos e na produção de insumos para o inverno. A escolha do estado ideal depende das características da atividade agrícola planejada e das condições de cada região.

As melhores regiões para investimento agrícola

De acordo com Daniel Toledo, advogado que atua na área do Direito Internacional, fundador da Toledo e Associados, escritório de advocacia internacional com unidades no Brasil e nos Estados Unidos, cada estado americano apresenta vantagens distintas para o agronegócio, com fatores como clima, solo e infraestrutura determinando as melhores atividades agrícolas.

“A Flórida e a Geórgia, por exemplo, são líderes na produção de frutas cítricas, especialmente laranjas, e exportam grandes volumes de suco para o mercado global. Já o Texas e o Arizona oferecem condições favoráveis para a produção de forragem, como cactos, utilizados para alimentação animal em regiões com temperaturas extremas”, revela.

Além disso, estados do sul, como a Louisiana e o Alabama, atraem investidores devido ao clima ameno que permite uma produção mais estável ao longo do ano. “Essa estabilidade é importante para quem busca utilizar o investimento no agronegócio como uma via para obtenção de visto nos EUA, tendo em vista que muitos programas exigem a geração de empregos e uma operação contínua”, pontua.

Opções de visto para investidores no agronegócio

Toledo aponta que diversas opções de visto permitem que o investidor atue diretamente na gestão de negócios no setor agrícola. “O visto EB-5, por exemplo, concede o direito à residência permanente a partir de um investimento que gere empregos locais. No entanto, o tipo de visto ideal depende do valor investido, do perfil do empreendimento e das expectativas de prazo de permanência no país”, afirma.

Outra possibilidade é o visto E-2, destinado a investidores de países com tratados de comércio com os EUA. Brasileiros com cidadania secundária de um país elegível, como Portugal, podem utilizar o E-2 para investir no setor agrícola e gerenciar uma operação no país. “O processo, contudo, exige uma análise criteriosa da situação familiar e profissional do investidor para garantir a escolha mais adequada às suas necessidades”, detalha o advogado.

O impacto das eleições no agronegócio americano

Diferente do que ocorre em países como o Brasil, as mudanças políticas nos Estados Unidos não impactam uniformemente os estados, dado o elevado grau de autonomia legislativa das administrações estaduais. Isso significa que, mesmo em períodos eleitorais, como o atual, as políticas locais continuam sendo decisivas para o ambiente de negócios de cada estado.

Essa característica é fundamental para investidores do agronegócio, que podem escolher estados com políticas favoráveis ao setor, independentemente do governo federal. “Assim, a estabilidade das operações agrícolas tende a ser mantida, com menor interferência das mudanças políticas em nível nacional”, relata.

Toledo afirma que investir no agronegócio dos Estados Unidos representa uma oportunidade sólida para brasileiros que buscam diversificação patrimonial e novas possibilidades de imigração. “Se todos os cuidados forem levados em consideração, é possível planejar um investimento seguro e alinhado aos requisitos de vistos americanos”, finaliza.

 

Sobre Daniel Toledo

Daniel Toledo é advogado da Toledo e Advogados Associados especializado em Direito Internacional, consultor de negócios internacionais, palestrante e sócio da LeeToledo PLLC. Toledo também possui um canal no YouTube com mais 350 mil seguidores com dicas para quem deseja morar, trabalhar ou empreender internacionalmente. Ele também é membro efetivo da Comissão de Relações Internacionais da OAB Santos, professor honorário da Universidade Oxford – Reino Unido, consultor em protocolos diplomáticos do Instituto Americano de Diplomacia e Direitos Humanos USIDHR. Para mais informações, acesse o site.

 

Sobre a Toledo e Advogados Associados

O escritório Toledo e Advogados Associados é especializado em direito internacional, imigração, investimentos e negócios internacionais. Atua há mais de 20 anos com foco na orientação de indivíduos e empresas em seus processos. Cada caso é analisado em detalhes, e elaborado de forma eficaz, através de um time de profissionais especializados. Para melhor atender aos clientes, a empresa disponibiliza unidades em São Paulo, Santos e Houston. A equipe é composta por advogados, parceiros internacionais, economistas e contadores no Brasil, Estados Unidos e Portugal que ajudam a alcançar o objetivo dos clientes atendidos. Para mais informações, acesse o site ou entre em contato por e-mail contato@toledoeassociados.com.br.

Bolsa Família tem 30% do público beneficiário de crianças até 11 anos

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Pagamento de novembro começa nesta quinta-feira (14.11), em um investimentos de mais de R$ 14,11 bilhões do Governo Federal

 

Foto: Lyon Santos/ MDS

 

O investimento do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) no Bolsa Família ultrapassa R$ 14,11 bilhões em novembro. O benefício chega a 20,77 milhões de famílias, com um valor médio de R$ 681,22.

 

Neste mês, 30% das pessoas contempladas pelo Programa são crianças. Dos 54,4 milhões de indivíduos beneficiados, 16,6 milhões têm entre zero e 11 anos. Outros 7,69 milhões são adolescentes entre 12 e 17 anos.

Os pagamentos têm início nesta quinta-feira (14.11) e seguem até o dia 29. Os repasses são feitos de maneira escalonada, seguindo o último dígito do Número de Identificação Social (NIS), sempre nos dias úteis.

 

A exceção fica por conta de 711 municípios em situação de emergência ou calamidade.Nestes locais, os beneficiários podem movimentar os recursos no primeiro dia do calendário de transferências.

 

 

Cesta de Benefícios

Para as 9,29 milhões crianças de zero a seis anos que recebem o Benefício da Primeira Infância (BPI) de R$ 150, foram destinados R$ 1,31 bilhão.

 

O Benefício Variável Familiar (BVF) de R$ 50 alcança 15,74 milhões de crianças e adolescentes de sete a 18 anos incompletos. O repasse para esse público é de R$ 717,04 milhões.

 

Ainda recebem o BVF, 1,33 milhão de gestantes, em um investimento de R$ 62,79 milhões. O benefício contempla ainda 412,24 mil nutrizes, em uma transferência de R$ 19,78 milhões.

 

Do total de pessoas que recebem o Bolsa Família em novembro, 31,66 milhões são do sexo feminino (58,2%). Elas também são maioria entre as responsáveis familiares: 17,32 milhões, ou seja, 83,4% dos lares.

 

 

 

 

 

Raça e Grupos Específicos

As pessoas de cor preta ou parda representam 78,79% do público atendido, somando 39,63 milhões de pessoas.

 

Em novembro, o benefício atende 233,19 mil famílias com pessoas em situação de rua. Também são contempladas 976,13 mil famílias que pertencem a grupos prioritários, por conta da situação de maior vulnerabilidade.

 

Nesse grupo estão: 233,65 mil famílias indígenas; 270,97 mil famílias com pessoas quilombolas; 398,94 mil famílias com pessoas catadoras de material reciclável; 13,64 mil famílias com crianças em situação de trabalho infantil e; 64,23 mil famílias com pessoas resgatadas de trabalho análogo ao escravo.

 

Distribuição

 

No Norte, são 2,64 milhões de residências recebendo o Bolsa Família, que somadas terão R$ 1,89 bilhão em transferências. O valor médio é o maior do país: R$ 714,84.

 

O Nordeste tem 9,44 milhões de famílias contempladas, maior número entre todas as regiões, em um investimento de R$ 6,4 bilhões. O benefício médio é de R$ 676,10.

 

O Sudeste conta com 6,02 milhões de lares atendidos e um repasse de R$ 4,01 bilhões. Cada domicílio recebe em média R$ R$ 667,75.

 

No Sul, 1,53 milhão de famílias recebem R$ 1,02 bilhão, com um benefício médio de R$ 671,31.

 

No Centro-Oeste, 1,13 milhão de domicílios são contemplados com R$ 775,6 milhões. Em média, cada um recebe R$ R$ 679,77.

 

Confira a lista completa de municípios

 

Regra de Proteção

 

Neste mês, 2,83 milhões de residências estão amparadas pela Regra de Proteção. Essas famílias têm um benefício médio de R$ 372,85. As famílias entram nessa situação, após terem um aumento de renda acima de R$ 218 por pessoa, mas sem alcançarem meio salário mínimo per capita.

 

Essas famílias continuam tendo apoio do Programa durante o período de até dois anos, recebendo 50% do valor do benefício a que tem direito, incluindo os adicionais por gestantes, nutrizes, crianças e adolescentes.

 

Calendário

 

Os repasses do Bolsa Família são feitos sempre de maneira escalonada. Em novembro, os pagamentos iniciam nesta quinta-feira (14.11), quando recebem os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) final 1, além daqueles que vivem em municípios em situação de emergência ou calamidade reconhecida pelo Governo Federal.

 

Quem tem NIS final 2 recebe na próxima segunda-feira (18.11), já que sexta-feira (15.11) é feriado. Novembro também contará com outro feriado em dia útil, na quarta-feira (20.11). As transferências seguem até o dia 29, quando recebem os beneficiários com NIS final zero.

 

 

 

Gravidez aos 40: entenda a idade dos óvulos, lista de exames e recursos para reprodução humana

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Professor de Medicina do CEUB destaca a relação do envelhecimento dos óvulos com os riscos associados à gestação

Com o protagonismo feminino em diversas áreas, muitas mulheres optam por adiar a maternidade para depois dos 40 anos. Subiu 65,7% o número de mulheres que decidiram engravidar após essa idade na última década, enquanto a faixa dos 30 a 39 anos registrou aumento de 19,7%, de acordo com o IBGE. Bruno Ramalho, especialista em reprodução humana e docente no Centro Universitário de Brasília (CEUB), explica como o avanço da medicina pode auxiliar quem opta pela gestação em idade avançada.
A mulher já nasce com todos os seus óvulos, que vão envelhecendo com o passar do tempo. Assim, conforme explica o professor, no momento da ovulação, o óvulo selecionado sempre terá a idade da mulher que o ovulou. Até que, um dia, o estoque de óvulos acabará, quando vem a menopausa. “O envelhecimento dos óvulos impacta a fertilidade, pois os óvulos vão perdendo sua capacidade de serem fecundados e de gerar embriões com o número correto de cromossomos.”
Ramalho alerta que, em idades avançadas, podem ser mais frequentes as anomalias cromossômicas na prole, como aneuploidias, aborto espontâneo e óbito fetal. “As chances de conceber um bebê com alguma aneuploidia são estimadas em 1 entre 385 aos 30 anos, 1 entre 192 aos 35 e 1 entre 66 aos 40. Perceba que, em uma década, a chance aumenta 5 vezes”. Apesar dos riscos, os exames recomendados antes de uma gravidez após os 40 são semelhantes aos de mulheres mais jovens.
Mesmo que a gravidez natural seja possível em várias idades, o período para avaliar a infertilidade deve ser reduzido em alguns casos para não desperdiçar “um tempo precioso”, explica Ramalho. Embora não existam protocolos específicos para quem quer engravidar em diferentes faixas etárias, o especialista detalha: “O que muda é o período de espera antes de investigar. Para mulheres com menos de 35 anos, o recomendado é tentar por um ano antes de procurar avaliação. Entre 35 e 39 anos, o tempo reduz para seis meses. A partir dos 40, a investigação deve ser imediata”.
Técnica de reprodução humana

Para mulheres acima dos 40, Bruno garante que fertilização in vitro (FIV) é o tratamento com maior probabilidade de sucesso e pode ser considerada a análise genética pré-implantação para detectar aneuploidias nos embriões. “O uso da técnica deve ser individualizado, mesclando aspectos clínicos e expectativas das pessoas envolvidas”.
O professor indica às mulheres buscar acompanhamento e suporte médico adequados, mantendo o equilíbrio entre os avanços técnicos e as expectativas das futuras mães. “Hoje, a fertilização in vitro é a técnica com maior chance de levar ao bebê em casa. Isso vale para qualquer idade, mas, novamente, quanto mais jovem, maior a chance de o tratamento dar certo”, considera.

Detran-DF atua no transporte de coração e fígado até a central de transplantes do DF

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Transporte foi realizado na noite desta quinta-feira (14) por via terrestre devido às más condições climáticas
Zélia Ferreira
Na noite desta quinta-feira (14), mais um coração e um fígado foram transportados com o auxílio do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF). Desta vez, os órgãos foram transportados por via terrestre, devido às condições climáticas que não permitiram o uso do helicóptero da autarquia.
Os órgãos vieram de Goiânia e a agilidade no transporte da Base Aérea de Brasília até o Setor Hospitalar Sul ficou por conta das equipes de policiamento e fiscalização de trânsito do Detran-DF, que foram abrindo caminho para a ambulância, de forma segura, considerando a forte chuva e pista molhada.
“No meio da tarde, recebemos a informação de que esses órgãos estariam chegando à noite e, prevendo que não seria possível realizar o transporte por via aérea, devido á ocorrência de muita chuva em Brasília, organizamos as equipes da Unidade de Operações Aéreas para que o deslocamento em solo fosse realizado sem prejuízos na agilidade necessária”, explicou o chefe da Unidade de Operações Aéreas do Detran-DF, Sérgio Dolghi.
Parceria
A celeridade no procedimento de captação e transporte de órgão para transplante influencia diretamente na qualidade do mesmo e no sucesso da cirurgia, o Detran-DF. Por isso, a Central Estadual de Transplantes firmou parceria com o Detran-DF em 2015 e, desde então, já foram realizados o transporte de 75 corações. Somente este ano, foram transportados 19 corações e dois fígados, garantindo a agilidade indispensável ao aproveitamento dos órgãos nos transplantes realizados no Distrito Federal.

Modernização e acessibilidade na Publicidade Jurídica para fortalecer Advocacia no DF

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Déborah Brito, candidata à Diretoria de Comunicação da OAB/DF, defende a flexibilização das normas de publicidade para democratizar o marketing jurídico, tornando-o acessível e inclusivo.

Déborah Brito (créditos: divulgação)

Déborah Brito, advogada e candidata à Diretoria de Comunicação da OAB/DF pela Chapa 20, “Coragem para Mudar” liderada por Everardo Gueiros (Vevé), propõe modernizar e democratizar a publicidade jurídica no DF. A ideia é flexibilizar as normas do Conselho Federal da OAB, facilitando o acesso ao marketing jurídico, especialmente para advogados em início de carreira e escritórios de menor porte.

 

“A comunicação é a espinha dorsal de uma advocacia moderna. Em um cenário onde a informação circula rapidamente e o cliente busca transparência, é essencial que o advogado possa se comunicar de forma clara, ética e adaptada às novas tecnologias,” destaca Déborah. “Minha atuação será focada em mudanças que promovam uma publicidade justa e acessível, sem comprometer a credibilidade da advocacia.”

 

Déborah enfatiza também a importância de um ambiente mais inclusivo para novos profissionais no mercado jurídico. “Ao flexibilizar as regras de publicidade, permitimos uma comunicação mais próxima com a sociedade, possibilitando aos advogados divulgar seus serviços de forma ética e alinhada ao mercado”, complementa.

 

A proposta visa alinhar a comunicação da advocacia com as exigências do mercado contemporâneo, permitindo que advogados, independentemente de experiência ou porte de escritório, tenham acesso a ferramentas de publicidade que respeitem as diretrizes éticas da OAB e promovam maior visibilidade profissional.

 

Eleições OAB-DF

 

No dia 17 de novembro de 2024, das 10h às 18h, os advogados inscritos na OAB/DF participarão das eleições para renovar o Conselho Seccional e as diretorias. A votação será online por meio de uma plataforma eletrônica segura, conforme edital divulgado.

Investimentos de R$ 72,4 bi previstos para 2025 colocam iniciativa privada como protagonista do saneamento

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Executivos que estiveram no Encontro Nacional das Águas estão otimistas com o futuro do setor

Divulgação

Um encontro de CEO´s e executivos das maiores holdings que atuam no saneamento abriu o segundo e último dia do 9º Encontro Nacional das Águas, em São Paulo. Promovido pela ABCON SINDCON, a associação das operadoras privadas de saneamento, o ENA contou com mais de 12 mesas de debates e a participação de cerca de 500 pessoas ao longo de dois dias de evento. O clima entre os principais players do segmento privado atuante no saneamento é de otimismo: houve grande expansão nos últimos cinco anos no atendimento, e a perspectiva é de elevar ainda mais a participação em 2025, quando os investimentos deverão ser de R$ 72,4 bilhões em novos projetos a serem licitados.
Os executivos dos grupos Aegea, Águas do Brasil, GS Inima, Iguá e também a Sabesp trouxeram ao ENA seus modelos de negócios e suas experiências no saneamento. A conclusão de todos é que o setor tem evoluído muito nos últimos anos, principalmente a partir do marco legal do saneamento, aprovado em 2020. Outro ponto comum entre eles é a visão de que as concessionárias privadas unidas para levar saneamento a todos nos próximos anos, em parceria com o poder público.
“A necessidade de parceria entre o poder público e a iniciativa privada para fazer frente à enorme demanda de investimentos do saneamento fez com que essas duas esferas se aproximassem. Dessa forma, a ABCON SINDCON se tornou um player que hoje encaminha soluções para todo o setor. Essa é uma outra evolução do ambiente institucional do saneamento no Brasil que merece ser assinalada”, disse Roberto Barbuti, presidente do Conselho de Administração da entidade e também presidente do grupo Iguá.
A diretora-executiva da ABCON SINDCON, Christianne Dias, acompanhou a análise do CEO da Iguá. “Queremos ser cada vez mais atuantes nesse esforço de o Brasil conseguir atender a todos com água e esgoto tratados até a data estabelecida pelo marco legal do saneamento. O fato de termos um crescimento de 466% no período pós-marco mostra que a parceria com o setor privado é essencial para acelerar a universalização e oferecer serviços de qualidade para a população”, afirmou ela.
Barbuti destacou ainda em sua participação os investimentos que a Iguá tem realizado em suas concessões. Na Iguá Rio, que atua na zona oeste do Rio de Janeiro e outros municípios do estado, já há ganhos ambientais importantes como resultado da atividade da concessionária, que aposta na proximidade com a comunidade atendida.
Avanço – as operadoras privadas estão ganhando destaque em um setor que precisa universalizar seus serviços até 2033. Em 2019, elas estavam presentes em apenas 5% dos municípios e, agora, já alcançam a marca de 1.648 municípios, o que representa 30% das cidades brasileiras.
Presidente do grupo GS Inima Brasil, o executivo Paulo Roberto de Oliveira – um dos pioneiros na gestão privada do saneamento no país – comentou a respeito desses números: “Quando começamos, a participação privada era minúscula, mas sempre tínhamos a perspectiva de expandir. Quando essa fatia de mercado ainda girava em torno de 3%, eu já defendia que a iniciativa privada chegaria a ter 30% de participação em menos de dez anos. Demorou um pouquinho mais, mas alcançamos essa meta. E agora ouso dizer que as concessionárias privadas vão atender em breve 50% dos municípios brasileiros”, avaliou ele.
Paulo Roberto lembrou que a cidade de Ribeirão Preto, onde a GS Inima atua há quase 30 anos, foi uma das primeiras cidades a ter gestão privada no saneamento, e hoje se coloca entre os municípios que possuem os melhores índices de cobertura dos serviços de água e esgoto no país.
Modelos de negócios – vice-presidente de relações institucionais da Aegea, Rogério Tavares disse que o grupo está aberto à análise de todos os modelos possíveis de novos projetos no saneamento. Ele conta que a Aegea passou de 4 mil funcionários em 2017 para os atuais 20 mil, em função da expansão da companhia nos últimos anos, ao assumir a empresa que pertencia ao governo estadual no Rio Grande do Sul, a Corsan, e outras concessões importantes, como a do Piauí, recentemente licitada.
“Esses números mostram que o marco legal veio para ficar, é um processo irreversível. Com essa expansão, as operadoras privadas assumiram um papel essencial para resgatar a enorme dívida social do saneamento, onde quem mais precisa do serviço e está à margem dele são exatamente os mais vulneráveis”, ponderou Rogério.
“Já temos um histórico importante de transformações nas cidades em que a iniciativa privada atua e a tendência é que essa presença transformadora seja cada vez mais acentuada. Nós estamos prontos para mudar o quadro do saneamento no país”, afirmou a diretora de relações institucionais e sustentabilidade do Grupo Águas do Brasil, Marilene Ramos. Ela apresentou no 9º ENA algumas das concessões bem-sucedidas do grupo, como a de Águas de Juturnaíba, cuja atuação foi fundamental para recuperar a Lagoa de Araruama, e a de Niterói, onde a companhia conseguiu resolver o crônico problema de falta de água na região oceânica.
Recém-chegada ao rol de empresas privadas, a Sabesp também antecipou contribuições que fará ao setor com seu novo modelo de negócios. “A empresa trará para o mercado várias inovações que irão fortalecer a parceria entre o público e o privado, e a ideia é que tenhamos no futuro melhores contratos para alcançar a tão sonhada universalização”, assinalou Samanta Souza, diretora de relações institucionais e sustentabilidade da Sabesp.
Encerramento – o 9º ENA foi concluído na tarde deste dia 13.11 com painéis sobre o impacto da reforma tributária na universalização do saneamento e mudanças climáticas.
O setor volta a levar seu pleito de equiparação à saúde na reforma tributária amanhã (14.11) em audiência na CCJ do Senado sobre a regulamentação do tema.
“O impacto da reforma tributária nos atuais moldes, sem considerar o saneamento como saúde, será brutal não apenas para a sustentabilidade do setor, mas principalmente para a população em geral, que já possui e serviço e deverá arcar com um aumento médio de 18% na tarifa, bem como aqueles que ainda não possuem água e esgoto tratados. Trata-se da parcela mais vulnerável da população, que será prejudicada com qualquer atraso na universalização, que já está a caminho, graças ao marco legal”, finalizou Christianne Dias, da ABCON SINDCON.

 

Adrilles Jorge fala sobre o sujeito que se explodiu em Brasília

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Vereador eleito na cidade de São Paulo, Adrilles Jorge usou as redes sociais para comentar sobre o suposto atentado ocorrido ontem à noite em Brasília.

“O sujeito que se explodiu diante do STF era um simples louco varrido . Um doido varrido que foi candidato por uma coligação de esquerda do PL e do PDT em 2020 , quando Bolsonaro sequer era filiado ao PL . E que disse ser contra Lula e Bolsonaro em mensagens alucinadas . O problema é a loucura orquestrada da mídia que já tenta criar uma narrativa de que ele era uma peça da “ extrema direita bolsonarista “ contra a democracia . Eles querem aumentar as perseguições , censuras , prisões arbitrárias promovidas pelo judiciário . Justamente num tempo em que este judiciário brasileiro é visto no mundo todo como totalitário . Justamente agora que Trump ganhou a presidência dos EUA e promove uma cruzada pela liberdade de expressão nos EUA e no mundo . Justamente agora a grande mídia finge demência para voltar a sedimentar e aumentar a ditadura persecutória no Brasil.”

Dia Mundial do Diabetes: pessoas com a doença devem redobrar os cuidados com a saúde bucal

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Especialista alerta que manter a higiene bucal em dia é essencial para prevenir complicações e auxiliar no controle da glicemia em pacientes diabéticos

 

O Dia Mundial do Diabetes, celebrado em 14 de novembro, alerta para a importância dos cuidados com a saúde bucal entre os mais de 13 milhões de brasileiros que vivem com a doença, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). De acordo com a cirurgiã-dentista Ianara Pinho, a alta glicose no sangue dos diabéticos não-controlados pode facilitar inflamações na gengiva e tecidos que sustentam os dentes, o que torna o controle do açúcar no sangue ainda mais difícil. “Pacientes diabéticos precisam de atenção redobrada com a saúde bucal, pois problemas periodontais podem complicar a condição”, explica a especialista.

 

Com o diabetes, surgem uma série de sintomas que afetam várias partes do corpo, incluindo a boca. Entre os sinais bucais mais comuns estão gengivite grave, doença periodontal avançada, candidíase oral frequente e boca seca. Esses problemas não apenas indicam o impacto do diabetes, mas também podem ser os primeiros sinais da condição.

 

Além disso, o diabetes pode causar feridas bucais que demoram a cicatrizar, alterações na saliva, aftas recorrentes, sangramentos na gengiva e hálito cetônico – um cheiro que lembra acetona, causado pelo excesso de corpos cetônicos no sangue. Esses sinais, especialmente quando combinados a fatores de risco como histórico familiar ou obesidade, podem ser indícios de diabetes.

 

“Quando o dentista observa esses sinais, ele pode orientar o paciente a buscar uma avaliação médica para um possível diagnóstico de diabetes, facilitando o início do tratamento adequado”, destaca Ianara. A prevenção é a chave, e uma boa higiene bucal ajuda a reduzir o risco de complicações.

 

Além de uma rotina de escovação e uso de fio dental, Ianara recomenda visitas regulares ao dentista, que são essenciais para pacientes com diabetes. “A prevenção é a melhor estratégia para manter tanto a saúde bucal quanto a saúde geral”, reforça a especialista, ressaltando que o cuidado integral com a boca pode melhorar a qualidade de vida e o controle do diabetes.