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Retinopatia diabética afeta mais de 10 milhões de brasileiros

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Especialista ressalta a importância do diagnóstico precoce para prevenir complicações graves, como a perda de visão

 

O Novembro Azul também é uma campanha de conscientização sobre o diabetes e suas complicações, como a retinopatia diabética. A doença ocular é causada por lesões nas pequenas artérias que irrigam a retina, danificando o tecido localizado no fundo do olho que capta as imagens interpretadas pelo cérebro. Dados do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) mostram que a doença é a principal causa de perda de visão entre pessoas de 20 a 64 anos de idade. Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), mais de 10 milhões de brasileiros convivem com problemas associados à enfermidade, número que pode ser ainda maior devido à subnotificação dos casos.

 

Antônio Sardinha, oftalmologista do Hospital de Olhos de Cuiabá (HOC), enfatiza que a retinopatia diabética é uma complicação séria que pode ocorrer em qualquer estágio e tipo de diabetes. “A cegueira está associada à fase avançada da retinopatia diabética, caracterizada pela retinopatia proliferativa e suas manifestações, como neovascularização na retina ou no disco óptico, hemorragia pré-retiniana ou vítrea e proliferação fibrovascular, que pode resultar em descolamento de retina”, explica o especialista.

 

Entre os sintomas iniciais estão visão borrada, distorcida, presença de manchas flutuantes e áreas escuras na visão. “O problema pode evoluir silenciosamente, causando hemorragias em áreas da retina menos importantes e progredir para glaucoma, hemorragias maiores e descolamento de retina, o que pode levar à perda de visão”, alerta o especialista.

 

Ele ressalta que o exame de fundo de olho é crucial para o diagnóstico da retinopatia diabética. “Pacientes com diabetes tipo 1 devem realizar o exame anualmente após cinco anos do diagnóstico, enquanto os com diabetes tipo 2 devem ser examinados no momento do diagnóstico e anualmente depois disso. Gestantes com diabetes devem ser avaliadas precocemente, enquanto mulheres com diabetes gestacional apresentam baixo risco para retinopatia diabética”, explica o oftalmologista.

 

De acordo com o especialista, o tratamento inclui controle rigoroso do diabetes, ajustes nos hábitos alimentares e no estilo de vida, além de tratamento imediato do edema macular diabético, quando necessário, para prevenir a piora da visão e a cegueira. “Acompanhamento médico regular é essencial para determinar a gravidade da retinopatia e orientar o tratamento adequado”, conclui o oftalmologista do Hospital de Olhos de Cuiabá (HOC).

Vem aí o Empreenda e Prospere: Encontro de Empresárias

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Brasília ganha um evento exclusivo para o crescimento de mulheres de negócios

No sábado, dia 23 de novembro, empresárias e empreendedoras de diferentes setores da capital têm um compromisso especial: o Empreenda e Prospere: Encontro de Empresárias, um evento único que visa fomentar o crescimento profissional e o networking entre mulheres de negócios. Sediado no sofisticado Hotel Meliá Brasil 21 (Setor Hoteleiro Sul), o evento oferece uma oportunidade rica de aprendizado, trocas e conexão em um ambiente acolhedor e inspirador.

O encontro conta com uma programação variada, com destaque para palestras de nomes influentes no mercado. Cada sessão foi planejada para atender aos principais interesses das participantes, abordando temas essenciais como liderança, marketing estratégico, expansão de negócios familiares e estratégias jurídicas para a gestão empresarial. Entre as palestrantes confirmadas estão Janete Vaz, cofundadora do Laboratório Sabin, que falará sobre liderança inspiradora e legado empresarial, e Cibele Luziê, especialista em marketing estratégico, que discutirá como conquistar clientes diariamente.

O evento, organizado pelo perfil @BrasiliaParaElas, inclui benefícios que garantem uma experiência diferenciada para as participantes, como voucher de estacionamento e um delicioso coquetel de encerramento, que inclui bebidas  alcoólicas. Para garantir uma maior acessibilidade, o primeiro lote de ingressos está disponível no valor promocional de R$ 290 (+ taxa do Sympla).

A iniciativa também ressalta a importância de Brasília como um polo crescente de empreendedorismo feminino, ao mesmo tempo em que oferece uma plataforma de empoderamento e visibilidade para mulheres no mundo dos negócios.

Sobre o Brasília Para Elas:

O site e perfil @BrasiliaParaElas no Instagram são plataformas voltadas para conectar mulheres e fomentar o empreendedorismo feminino na capital. Com eventos, workshops e conteúdos especializados, o perfil busca fortalecer o ecossistema local de negócios liderados por mulheres. A ideia é da empresária Roberta Duarte, que também fará uma palestra na ocasião.

Programação:

17h30 – Welcome coffee

18h – Palestra com Janete Vaz

Liderança inspiradora: criando um legado de sucesso no mundo dos negócios.

18h30 – Palestra com Luana Lima

Desmistificando o universo jurídico: colocando as mulheres à frente da gestão dos seus negócios

19h – Palestra com Natalia Pacini

Liderança feminina: gerenciando e expandindo negócios familiares.

19h30 – Palestra com Adriana Pestana

Do papel à realidade: transformando ideias arquitetônicas em negócios lucrativos.

20h – Palestra com Roberta Castro Queiroz

Mulheres no comando: superando desafios para alcançar o topo.

20h30 – Palestra com Michaella

Soft Skills em foco: potencialize sua comunicação e conquiste mais sucesso.

21h – Palestra com Cibele Luziê

Marketing estratégico: como conquistar clientes todos os dias.

21h30 – Palestra com Roberta Morais

O poder da influência: o impacto dos influenciadores na expansão das empresas.

21h30 – Coquetel

Serviço:

Empreenda e Prospere: Encontro de Empresárias

Dia 23 de novembro, das 17h30 às 21h30

No Hotel Meliá Brasil 21 (Setor Hoteleiro Sul)

Ingressos: 1º lote a R$ 290 + taxa Sympla (inclui voucher de estacionamento e coquetel)

Ingressos disponíveis: Sympla – Empreenda e Prospere

 

Clínica Veterinária do CEUB acolhe gata resgatada da enchente do Rio Grande do Sul

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Lili, de oito meses, fez cirurgia de castração na clínica-escola da instituição, passou por exames e está em busca de um novo lar

As enchentes no Rio Grande do Sul impactaram muitas vidas, inclusive de animais. Sobrevivente do desastre, a gatinha Lili, de oito meses, foi acolhida nesta semana pela Clínica-Escola de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília (CEUB), onde recebeu cuidados e passou por uma série de exames sob supervisão dos professores e alunos do curso. Lili e Hera, outra gatinha sobrevivente, esperam por um lar que possa oferecer o afeto que tanto merecem.
Resgatadas pelo Grupo de Resgate de Animais em Desastres (GRAD), as felinas foram trazidas para Brasília em operação da Força Aérea Brasileira (FAB), onde novos lares esperavam por elas. Porém, em maio, ambas foram devolvidas pelos adotantes e, desde então, buscam uma família. Lili, a mais nova, demandava cuidados adicionais, como castração e exames para garantir que estivesse livre de doenças virais como FIV e FeLV.
Fabiana Volkweis, professora responsável pela Clínica-Escola de Medicina Veterinária do CEUB, relata que os primeiros cuidados geraram certa estranheza em Lili, que ainda carrega traumas do desastre. Foram utilizadas técnicas específicas no atendimento, como o manuseio com toalhas e o isolamento em áreas silenciosas para que ela se se sentisse segura. “A Lili demonstrou bastante medo, mas permitiu a manipulação. Ela não é agressiva nem arisca, mas se comporta de forma muito assustada. No dia da cirurgia, estava mais tranquila e aceitou o procedimento”, comenta Fabiana, destacando a evolução da gatinha no ambiente de acolhimento.
Ana Teresa Cassanta, a tutora temporária de Lili, é aluna do curso do CEUB e defensora de longa data da causa animal. Para ela, cuidar de Lili e Hera representa uma missão: “Salvar vidas nunca é enxugar gelo, é fazer a diferença, mesmo que seja em uma só vidinha que mia ou late pedindo ajuda”. A adoção definitiva das gatas requer um lar calmo e seguro, com tutores que entendam suas necessidades especiais.
Resgate de animais
De acordo com a professora Fabiana Volkweis, a Clínica Escola do CEUB se coloca à disposição para acompanhar o processo pós-adoção, caso o futuro adotante deseje, com todo o acompanhamento clínico necessário. A docente destaca a importância de assistência a animais em situações de desastres naturais, reforçando que o resgate imediato, a atenção aos sintomas de hipotermia e doenças infecciosas, e o suporte veterinário são fundamentais para a sobrevivência e recuperação. “Para quem encontra animais em risco durante enchentes e outros desastres, a orientação é resgatá-los, se possível, e contatar uma equipe especializada em resgates”.
Sobre a Clínica Escola
A Clínica-Escola de Medicina Veterinária do CEUB, localizada no Campus Asa Norte, atende cães, gatos, animais silvestres e exóticos com a cobrança de taxas populares, enquanto oferece experiências práticas para os estudantes do curso. Interessados podem agendar atendimento por telefone nos horários de funcionamento da clínica, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.
Com equipe de profissionais qualificados, que envolve o corpo docente e técnicos em saúde animal, a clínica oferece uma ampla gama de serviços, incluindo consultas, vacinas, exames laboratoriais e de imagem, internação, cirurgias de castração e outras. O local dispõe de consultórios especializados, um para felinos e outro para doenças infectocontagiosas, laboratórios de diagnóstico, imagens e emergência.
Confira vídeo com a história de Lili, na íntegra:
SERVIÇO
Clínica-Escola de Medicina Veterinária do CEUB
Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 8h às 18h
Agendamento de consultas: (61) 3966-1400 ou (61) 3966-1401

Alerta: desafios urgentes para a indústria têxtil e de confecção

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Fernando Valente Pimentel*

 

A indústria têxtil e de confecção do Brasil enfrenta um momento delicado, marcado por desafios internos e externos que ameaçam sua competitividade e sustentabilidade. Esse cenário exige atenção urgente e ações estratégicas para fortalecê-la. Nos últimos 10 anos, o Brasil experimentou redução na renda per capita medida em dólares, indicando um empobrecimento relativo da população, que afetou diretamente o consumo interno, base fundamental para esse importante setor da economia nacional. Com o mercado interno enfraquecido, perdemos participação para produtos importados, muitas vezes beneficiados por práticas comerciais desleais ou subsídios governamentais em seus países de origem.

Nossas exportações permaneceram relativamente estáveis, prejudicadas pela crise econômica em mercados-chave, como a Argentina. Tal situação limita as oportunidades de crescimento e diversificação para as empresas brasileiras. O atual ambiente do comércio internacional, marcado por tensões geopolíticas e medidas protecionistas, coloca o Brasil em posição vulnerável. Com o recente crescimento do PIB e do consumo interno, o País torna-se alvo atrativo para exportadores estrangeiros, fator potencialmente capaz de prejudicar ainda mais a indústria local.

​Cabe ressalvar que o setor têxtil e de confecção teve e continua tendo participação na construção da Nova Indústria Brasil (NIB), ação relevante do Governo Federal, que inclui o plano Mais Produção, com financiamento do BNDES, e se soma ao B+P e ao programa de Depreciação Acelerada, dentre outras ações relevantes. São iniciativas positivas, que posicionam a indústria no centro das políticas de desenvolvimento, de modo coerente com seu significado na geração de empregos em quantidade e qualidade, fomento de tecnologia e inovação, exportações de itens com maior valor agregado e redução da dependência externa.

No entanto, é preciso ponderar que os efeitos positivos da NIB serão percebidos principalmente a médio e a longo prazo, em contraste com a conjuntura atual enfrentada pela indústria têxtil e de confecção. Para superar esses desafios urgentes, é crucial avançar na agenda de competitividade sistêmica do País, por meio das seguintes ações: reduzir o “Custo Brasil”; implementar medidas de defesa comercial contra práticas desleais, defendendo a indústria nacional; acelerar a negociação e implementação de acordos comerciais, especialmente entre o Mercosul e a União Europeia, para ampliar o acesso a novos mercados; investir em inovação e tecnologia para aumentar a produtividade e competitividade do setor; e desenvolver políticas de incentivo à modernização industrial e qualificação e oferta de mão de obra.

A inação diante do cenário atual e de curto prazo pode resultar em graves consequências para a indústria têxtil e de confecção brasileira, com potenciais perdas de empregos, fechamento de empresas e aumento da dependência externa, a despeito do fato de o setor estar crescendo este ano e gerando empregos. É fundamental que governo, setor privado e sociedade civil unam esforços para fortalecer esse importante segmento da economia nacional, que se situa entre os cinco maiores do mundo, com R$ 200 bilhões de faturamento e 1,3 milhão de empregos, garantindo sua competitividade e sustentabilidade no longo prazo. Apenas com uma abordagem coordenada e proativa será possível superar os desafios atuais e posicionar o setor de maneira mais dinâmica e eficaz no contexto global.

*Fernando Valente Pimentel é diretor-superintendente e presidente emérito da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

Uso diário de 15g de colágeno é recomendado para mulheres 50 +

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7 estudos foram conduzidos com BODYBALANCE®, produto patenteado pela GELITA, cujos peptídeos bioativos de colágeno hidrolisado apresentam ação fisiológica e metabólica no corpo

O colágeno tem se consolidado como uma das principais fontes de suplementação para a manutenção da saúde das mulheres, especialmente na maturidade. Segundo dados de 2023 do Ministério da Saúde, a osteoporose acomete cerca de 20% das brasileiras com mais de 50 anos. De acordo com dados de sete estudos publicados*, a suplementação alimentar diária com 15 gramas de proteína de colágeno, associada à atividade física de resistência, três vezes por semana, é suficiente para aumentar o ganho de massa muscular e reduzir a perda de gordura corporal, sendo fundamental para manutenção da autonomia e mobilidade geral. Os sete estudos foram conduzidos com BODYBALANCE®, produto patenteado pela GELITA, cujos peptídeos bioativos de colágeno hidrolisado apresentam uma ação fisiológica e metabólica no corpo e auxiliam na manutenção da composição corporal saudável.

Outro aspecto para o qual a suplementação alimentar pode contribuir é no controle de peso corporal. De acordo com o Fórum DCNTs (Doenças crônicas não transmissíveis), 30% das mulheres estão obesas. Um dos principais fatores desse quadro é a dupla jornada de trabalho, que começa em um emprego remunerado e termina com os afazeres domésticos. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta no censo de 2020 que 45% das mulheres brasileiras são responsáveis financeiras em seus lares e 12 milhões são mães solo. Quase 54,3% dessas mães têm apenas o ensino fundamental e despendem, em média, 22 horas por semana em tarefas dentro de casa, o dobro em comparação com os homens.

Autoestima também precisa de cuidados

Sem tempo para cuidar da saúde de forma adequada, seja praticando atividade física ou fazendo uma alimentação balanceada, outro aspecto que é relegado é a saúde da pele. A suplementação de colágeno é uma aliada, também, para melhorar a elasticidade da pele e diminuir as rugas. Em estudo publicado com o peptídeo bioativo de colágeno hidrolisado 2kDa, marca registrada como VERISOL® patenteada pela GELITA, 65% das mulheres tiveram aumento em colágeno tipo 1 e 18% de aumento de elastina, além da redução de 32% das rugas em mulheres quando comparadas com o grupo controle.

O VERISOL® é a marca de peptídeos bioativos de colágeno hidrolisado 2kDa e é o único aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como substância bioativa para a manutenção da saúde da pele. O ingrediente atua diretamente no fibroblasto, estimulando a produção de colágeno, elastina e ácido hialurônico, componentes essenciais para a manutenção da saúde da pele, com o aumento da elasticidade e hidratação da pele, principalmente em mulheres acima de 50 anos de idade.

Pesquisas foram conduzidas com mulheres, analisando diferentes dosagens, como 2,5 g e 5 g ao dia durante 4 e 8 semanas. Foi observado que não houve diferença significativa entre as duas doses, sendo a de 2,5g por dia a dosagem definida para ser utilizada nos estudos subsequentes. O período de intervenção geralmente dura oito semanas, com um aumento médio de 11% na elasticidade da pele. Entre as mulheres acima de 50 anos, o efeito foi ainda mais pronunciado, com um aumento de 15% na elasticidade.

Efeito Long-Last

Outro ponto interessante observado nos estudos é o chamado efeito long-last. As mulheres aderiram à suplementação com VERISOL® por oito semanas e, após esse período, interromperam a ingestão do colágeno por quatro semanas. Mesmo assim, o efeito se manteve, com benefícios na hidratação, elasticidade e redução de rugas.

Segundo os estudos, 98% das mulheres e os médicos que as acompanharam durante o processo notaram os efeitos prolongados do colágeno.

Impacto na celulite

O VERISOL® também demonstrou benefícios para o tratamento da celulite. Em um estudo, houve uma redução de aproximadamente 8% da celulite em mulheres obesas. Nas mulheres consideradas eutróficas (peso corporal padrão), essa redução chegou a 11%. “Os efeitos de VERISOL® podem ser observados a partir da quarta semana de suplementação alimentar com a dosagem de 2,5 gramas ao dia, com um efeito mais pronunciado na oitava semana de uso. Tanto o aumento da elasticidade, como a hidratação e a redução de rugas e celulite foram observados, por conta da ação fisiológica e metabólica no tecido cutâneo através dos estímulos dos fibroblastos para a biossíntese de colágeno tipo I e de elastina. Dessa forma, a suplementação alimentar é uma opção recomendada para mulheres que desejam melhorar a saúde da pele de maneira consistente e segura”, explica Dra. Geórgia Castro, consultora científica da GELITA.

*Os estudos publicados podem ser solicitados à assessoria.

Sobre a GELITA

A GELITA é líder na fabricação e fornecimento de gelatina e colágeno. Com sede em Eberbach, Alemanha, possui três unidades no Brasil – Cotia (SP), Mococa (SP) e Maringá (PR). Presente nos cinco continentes, a empresa fornece para clientes ao redor do mundo produtos da mais alta qualidade, profundo conhecimento técnico e soluções inovadoras. Com quase 150 anos de história, mais de 20 sites em todo o mundo e uma equipe altamente especializada, está inserida em nosso dia a dia em diversos produtos. O longo histórico de inovação é um dos principais diferenciais da multinacional que busca continuamente por novas soluções para os segmentos de alimentos, farmacêutico, saúde e nutrição e aplicações técnicas.

Solidariedade o ano todo! 

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*Elaine Ribeiro

O fim de ano leva muitas pessoas a refletirem sobre suas vidas: o que foi feito, o que ainda pode ser realizado e as necessidades não alcançadas. Esse momento de balanço também desperta pensamentos sobre solidariedade, que se torna mais visível em ações voltadas aos necessitados, como asilos, lares de crianças, hospitais e moradores de rua. Muitas pessoas se voluntariam para promover festividades natalinas, doações de roupas e outras iniciativas.

Nos últimos meses do ano, a coletividade tende a se unir com mais intensidade. A época das festas traz uma sensação de renovação e reflexão sobre o ano que passou, e muitos se sentem impulsionados a contribuir para causas sociais. As campanhas de arrecadação, que envolvem doações de alimentos, brinquedos, roupas e até dinheiro, demonstram o impacto positivo dessas ações, com imagens de crianças sorrindo ao receber presentes ou famílias reunidas ao redor da mesa.

Esse movimento de solidariedade é bonito, com grupos anônimos, associações de amigos, empresas e até condomínios promovendo ações para ajudar o próximo. No entanto, surge a questão: por que esse espírito de ajuda desaparece após as festividades? Como garantir que a solidariedade não seja algo restrito ao final do ano, mas que se torne parte da rotina ao longo de todo o ano?

Movimentos como o Natal Solidário e a atuação de voluntários em hospitais e abrigos geram um ciclo de compaixão e engajamento coletivo. Porém, após as festas, muitos retornam à rotina habitual e a preocupação com os outros vai diminuindo. As campanhas de arrecadação perdem força, e o sentimento de urgência que o Natal traz desaparece, restando apenas boas intenções e promessas de ajudar mais no futuro, sem compromisso contínuo.

O grande desafio é transformar a solidariedade em uma prática constante, não limitada a uma época. As necessidades das pessoas em situação de vulnerabilidade não desaparecem com o fim das festas, e o que é urgente em dezembro continua sendo necessário nos meses seguintes. É essencial que a sociedade mantenha essa consciência ao longo do ano.

Repensar a solidariedade como uma prática diária é o primeiro passo. Pequenos gestos podem ser transformadores: ajudar alguém com uma tarefa, oferecer um prato de comida a quem precisa ou doar um pouco do tempo para ouvir o outro. Tais atitudes já geram um impacto positivo. As empresas também têm um papel importante, podendo desenvolver programas de responsabilidade social que atuem durante todo o ano. Apoiar instituições de caridade, promover capacitação para pessoas em vulnerabilidade ou fomentar a inclusão social são ações que podem ser mais eficazes quando não são limitadas a uma época do ano.

Do ponto de vista individual, a solidariedade pode ser integrada à rotina de forma simples e sem sobrecarregar. Doações regulares, como roupas, alimentos ou dinheiro, podem ser feitas de maneira planejada. Organizar o armário e doar itens que não são mais usados, por exemplo, pode ser um hábito periódico que faz a diferença. Participar de grupos de voluntariado ou apoiar negócios sociais são outras maneiras de se envolver.

A verdadeira diferença para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária está na continuidade das ações solidárias. A generosidade não precisa ser um ato isolado, mas parte de um movimento coletivo ao longo do ano. Em tempos de desafios globais como pobreza, fome, violência e desigualdade, a solidariedade é essencial para a mudança. Pois, quando as pessoas se unem por uma causa comum, o impacto é muito maior.

O fim de ano, com sua atmosfera de fraternidade, é um momento propício para a reflexão e ações solidárias. No entanto, a transformação real ocorre quando conseguimos levar o espírito de generosidade para o cotidiano, fazendo da solidariedade uma prática constante. Se incorporarmos essa mentalidade, não apenas em datas comemorativas, contribuiremos para uma sociedade mais empática e justa. Que o espírito de solidariedade que surge no final do ano se mantenha vivo e ilumine todos os dias do ano.

*Elaine Ribeiro é psicóloga clínica e organizacional da Fundação João Paulo II / Canção Nova. Instagram: @elaineribeiro_psicologa. Site: Elaine Ribeiro.

Deputada Federal Adriana Ventura reforça apoio ao projeto de compartilhamento de dados do Censo Escolar

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A Deputada Federal Adriana Ventura (Novo-SP), integrante da  Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ), reforçou o seu apoio ao projeto de lei que autoriza o compartilhamento de dados do Censo Escolar entre diferentes órgãos públicos. A proposição, de autoria da parlamentar e do ex-deputado Tiago Mitraud (MG), estabelece que o governo deve divulgar e compartilhar os dados educacionais referentes ao censo escolar anual, além dos exames e sistemas de avaliação da educação básica e superior (PL 454/2022).

Adriana Ventura destacou a importância da transparência e do uso inteligente dos dados para fortalecer a educação no Brasil. “As informações do Censo Escolar são fundamentais para entendermos onde estão as fragilidades e, assim, traçarmos estratégias mais eficazes para a melhoria da educação. O compartilhamento entre órgãos responsáveis por políticas públicas amplia a capacidade de diagnósticos e acelera a tomada de decisões”, pontua.

Apoiado por entidades educacionais e especialistas, o projeto de lei reforça a necessidade de colaboração interinstitucional para aprimorar a qualidade da educação no Brasil, uma bandeira defendida por Adriana Ventura desde o início de seu mandato.

O PL 454/2022 foi aprovado com modificações pelo Senado em junho deste ano e retornou para a Câmara, onde a proposição havia sido aprovada em 2022. A proposta foi distribuída para ser discutida pelas comissões temáticas da casa.

Sobre a FPeduQ

Lançada no dia 10 de maio, a Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ) tem como objetivo discutir no Congresso Nacional melhorias nos programas de acesso à educação, como FIES e Prouni, além da qualidade do ensino, inovação e tecnologia na educação, reforma tributária e outras pautas importantes.

O setor particular de ensino é responsável pela educação de mais de 15 milhões de brasileiros, dos quais 90% são das classes C, D e E. Além disso, é responsável por 77% dos alunos no ensino superior e 20% no ensino básico.

A frente é presidida pelo deputado federal Eduardo Bismarck (PDT-CE) e tem como vice-presidente na Câmara a deputada Socorro Neri (PP-AC). No Senado, Nelsinho Trad (PSD-MS) é o vice.

Parlamentares viraram despachantes de emendas, diz senador Oriovisto

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“Nós temos um desvio de função no Brasil. Parlamentares deveriam discutir as grandes questões nacionais, como a reforma administrativa ou uma reforma tributária de verdade, mas não tocamos no assunto, e está havendo um desvirtuamento. O deputado ou senador acha que se ele levar verba para os seus estados, vai ter voto. Mas esse dinheiro é aplicado sem nenhum critério e transparência”, disse o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), ao discursar na sessão plenária desta terça-feira (12/11).

Segundo o senador, o Parlamento “come hoje 24% do orçamento” e, por isso, as emendas deveriam acabar: “De 2014 a 2016, as emendas individuais estavam na faixa de R$ 9 bilhões por ano. Em 2020, o valor passou para R$ 36 bilhões e em 2023, R$43 bilhões. Os parlamentares viraram despachantes de emendas que, na minha opinião, deveriam acabar ou, pelo menos, ter um teto”.

No pronunciamento, o senador paranaense também criticou a condução da política econômica do governo, com uma dívida interna de R$ 7,8 trilhões e, até agora, nenhum corte de gastos: “Um partido que sempre falou que gasto é vida agora fala que vai cortar despesas. Quem fez o Tico e o Teco deles conversarem? Gasto é vida até certo ponto; depois é morte sofrida. Os investidores internacionais estão com medo é já não investem no país e o dólar está escalando. Se continuar nessa trajetória, o governo Lula três vai se transformar em governo Dilma”.

Parlamentares viraram despachantes de emendas, diz Oriovisto

NOTA – POSICIONAMENTO DA FIEMG SOBRE REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO

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A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) manifesta preocupação com a proposta de redução da atual jornada de trabalho de 44 para 36 horas semanais, sem que haja redução proporcional dos salários, apresentada pela deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), uma vez que, caso seja aprovada, a medida traria uma série de possíveis implicações para o mercado de trabalho e para a economia brasileira
Entre os impactos estariam a perda de produtividade. Segundo estudo da Gerência de Economia da FIEMG, a diminuição da carga horária semanal pode resultar em uma perda de R$8,5 bilhões para as indústrias brasileiras e de R$38 bilhões para os setores produtivos de modo geral do país.
A redução da carga de trabalho conforme prevê a proposta em debate também provocaria um aumento de custos para as empresas, uma vez que, para manter a mesma escala de produção e atender à demanda de serviços durante toda a semana, muitas empresas precisarão contratar novos empregados, aumentando os seus custos operacionais.
Além disso, a medida também pode impactar a inflação, já que o aumento dos custos das empresas será repassado aos consumidores por meio elevação dos preços de produtos e serviços. Essa pressão sobre os preços pode ter impacto direto na inflação, encarecendo ainda mais o custo de vida dos cidadãos e reduzindo o poder de compra dos trabalhadores. E em um cenário de inflação alta e menor poder de compra, pode ser necessário que os trabalhadores complementem suas rendas assumindo novos trabalhos durante os dias de folga.
A FIEMG informa ainda que concorda com a manifestação do Ministério do Trabalho e Emprego e acredita que o debate sobre jornada de trabalho deve ser feito por meio de negociações coletivas, conforme já previsto e autorizado pelo texto atual da Constituição Federal.

FBHA se posiciona contra PEC que propõe redução da jornada de trabalho 

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Entidade representativa dos setores de  Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares salienta que a redução já é permitida por meio da negociação coletiva de trabalho e que mudanças não devem ser impostas por lei, mas sim negociadas entre trabalhador e empregador

Congresso Nacional – Foto Jefferson Rudy-Agência Senado

 

A Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) se posiciona de forma contrária à PEC de iniciativa da deputada federal Erika Hilton (PSOL/SP), cujo objeto se traduz na redução da carga horária máxima, de 44 para 36 horas durante, no máximo, 4 dias por semana. A entidade ressalta que a Constituição da República de 1988 já permite a redução da jornada de trabalho por meio da negociação coletiva de trabalho, ou seja, entre trabalhador e empregador.

 

Para a federação, tal redução abrupta, acompanhada de limitação do labor por apenas quatro dias na semana, impactaria diretamente na competitividade empresarial perante o mercado mundial, inclusive com prejuízos para micros e pequenas empresas, que não teriam como arcar com o aumento de custos em razão da redução da jornada de trabalho, haja vista o consequente aumento exponencial do custo da folha de pagamento, em razão da ausência de redução salarial proporcional.

 

“Portanto, o argumento apresentado por outros de que isso geraria empregos não se sustenta, pois o que gera emprego é o desenvolvimento econômico, o crescimento e a qualificação profissional”, detalha Alexandre Sampaio, presidente da FBHA.

Alexandre Sampaio – Créditos Pedro Gelio

 

Sampaio acrescenta ainda que é importante observar que a carga horária máxima estabelecida no Brasil (44h) está dentro da média mundial, sendo que países como Alemanha, Argentina, Chile, Dinamarca, Holanda, México e Inglaterra possuem regime semanal de 48 horas de trabalho. Nesse sentido, o último estudo realizado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) aponta que 22% dos empregados do mundo trabalham mais de 48 horas por semana. No Brasil, este índice chega a 18,3%, com carga horária maior, sobretudo nos setores do comércio e serviços.

 

“Entendemos e valorizamos iniciativas que tem como objetivo melhorar o bem-estar dos trabalhadores e adaptar o mercado às novas demandas sociais. No entanto, gostaríamos de destacar que a redução da jornada de trabalho sem a diminuição proporcional dos salários pode gerar um aumento significativo nos custos operacionais das empresas. Este acréscimo nas despesas com a folha de pagamento poderia sobrecarregar ainda mais o setor produtivo, que já enfrenta altos custos com obrigações trabalhistas e fiscais”, finaliza o presidente da FBHA.

 

Sobre a FBHA – A Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) é uma entidade sindical patronal constituída com a finalidade de coordenação, defesa administrativa, judicial e ordenamento dos interesses e direitos dos empresários da categoria e atividades congregadas. Integra a chamada pirâmide sindical, constituída pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), pela própria FBHA, pelos Sindicatos e pelas empresas do setor.

É uma das maiores entidades sindicais do país e tem representação nos principais órgãos, entidades e conselhos do setor empresarial e turístico do Brasil, tais como o Conselho Nacional de Turismo (CNT), do Ministério do Turismo, ou o Conselho Empresarial do Turismo (Cetur) da CNC. Está presente em todas as regiões, através de 67 sindicatos filiados. Representa em âmbito estadual e municipal cerca de 940 mil empresas, entre hotéis, pousadas, restaurantes, bares e similares.