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COMUNICADO DO DETRAN-DF

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 O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) informa que, devido a um furto de cabos que causou a interrupção do fornecimento de energia elétrica no Shopping Popular neste sábado (2), a unidade de atendimento do órgão localizada neste local não estará disponível. Assim, todos os agendamentos de serviços de veículos e habilitação previstos para esta segunda-feira (4) foram transferidos para a unidade do Detran situada no Aeroporto Internacional de Brasília.
O Detran-DF orienta que todos os usuários compareçam ao novo local de atendimento levando o comprovante de agendamento. Caso prefiram, também têm a opção de reagendar para uma data mais oportuna através do Portal de Serviços ou pelo aplicativo Detran-DF Digital.
Bancas examinadoras
Em relação às Bancas Examinadoras, mais opções de datas e locais foram disponibilizadas ao longo da semana permitindo que os candidatos e candidatas possam reagendar seus exames junto aos Centros de Formação de Condutores (CFCs).

O STF em debate:  O amigo do Rei

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Após a apresentação do excelente trabalho “Custo da insegurança jurídica”, trazido pelo professor José Pastore, presidente do Conselho de Emprego e Relações do Trabalho da Fecomercio-SP, durante evento realizado na sede da Entidade, em conjunto com o Conselho Superior de Direito, que tenho a honra de presidir, fiz aos presentes algumas considerações, que compartilho com os amigos leitores.

A primeira foi sobre a filosofia do atual governo e a presente composição do Tribunal Superior do Trabalho. Temos, indiscutivelmente, por parte do governo do presidente Lula, uma certa resistência à economia de mercado e, ao mesmo tempo, uma crença, mais do que meramente ideológica, convicção conformada por visão pessoal e não pelas regras de mercado, de que a economia funciona melhor com as empresas estatais. Nessas ele tem colocado não especialistas, mas seus amigos, que pensam da mesma forma.

Vemos a campanha feita pelo governo no sentido de reestatização de determinadas empresas e, ao mesmo tempo, a forma como cargos de empresas estatais, principalmente a Petrobras, têm sido, novamente, loteados, como eram no passado. Sabemos perfeitamente que, quando a empresa não pertence aos donos, nem aos acionistas, ou a ninguém em particular, torna-se campo fértil para a corrupção.

Essa mentalidade também levou à indicação de Ministros do Poder Judiciário. A realidade, hoje, no Tribunal Superior do Trabalho, é que nós temos 27 Ministros, dos quais 14 estão nitidamente alinhados com a filosofia do presidente Lula, e 13 ministros favoráveis à economia de mercado, os quais atuaram para que a reforma trabalhista fosse concretizada, razão pela qual a resistência do TST a seguir a reforma obriga o Supremo Tribunal Federal a ser também uma espécie de revisor das decisões tomadas pelo TST.

Aquela observação com a qual o professor José Pastore iniciou, de que muitas vezes o juiz se coloca diante do problema entre decidir de acordo com a lei ou de acordo com o humanismo, é algo que tive a oportunidade de expor ao Ministro Luís Roberto Barroso, em evento na FIESP. A função do Supremo e do Poder Judiciário é respeitar a lei, mesmo que ela não agrade.

Recordo-me de uma decisão do ministro José Néri da Silveira, em relação a um conflito de terras entre os Estados do Acre e de Rondônia. Eu havia elaborado parecer favorável ao Estado de Rondônia, e o relator, para decidir sobre aquele trecho de terra importante, que envolvia 30 mil habitantes, dos quais o Acre cuidava há muito tempo, transcreveu meu parecer em seu voto. O Ministro dizia o seguinte: “Eu gostaria de dar razão ao Estado do Acre, ele sempre cuidou da polícia, etc., mas o que está no texto constitucional me obriga a decidir de acordo com a lei, não com a minha preferência.” Assim, ele garantiu as terras para Rondônia, em conformidade com o artigo 14 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.

Durante o evento na FIESP, o Ministro Luís Roberto Barroso me disse mais ou menos o seguinte: “Professor, quando nos trazem um problema que o Congresso não solucionou, temos uma situação muito séria e precisamos resolvê-la. Às vezes, a solução não encontrada pelo Congresso obriga-nos a decidir como acharmos melhor.” Apesar de nossa amizade, livros escritos em conjunto e respeito mútuo nos debates, expliquei ao Ministro que a função de legislar é do Congresso e, se ele agir mal, caberá aos eleitores elegerem novos parlamentares, mas o papel do Poder Judiciário não é legislar. Por mais que uma decisão humanista possa parecer necessária, o juiz não pode decidir legislando. Hoje, vemos o Supremo Tribunal Federal se auto outorgar pode re s, decidindo de forma diversa do Congresso, e, quando o Legislativo ou o Executivo não agem, o Supremo intervém, conforme a visão autoformada de seus Ministros, o que, a meu ver, apesar da qualidade intelectual dos magistrados, não é o que dispõe a Carta da República.

Quem gosta de História, extremamente bem documentada no Velho Testamento, percebe que o pior período de Israel foi quando governado por juízes. Se analisarmos aqueles quase três séculos, veremos o grito do povo e a sensação de que estavam sendo mal administrados, a ponto de irem ao profeta Samuel para pedir um rei. Eles queriam ser como outros países e não aguentavam mais os juízes. Apesar das considerações de Samuel de que os reis poderiam ser piores, os juízes foram afastados.

É que os juízes não têm contato com o povo. Na democracia, os eleitores escolhem seus representantes, enquanto os juízes, que passam por concursos, não têm essa relação direta com a população. Dou muito mais valor a um juiz de primeira instância, seja federal ou estadual, que passa por um concurso exaustivo, do que a magistrados que, por melhores que sejam, precisam fazer campanha de amizade e contar com excelente relacionamento com o presidente da República.

Existem aspectos poéticos, líricos e românticos na ideia do “notável saber jurídico”. Não é algo que se equilibra simplesmente com títulos de professor, doutor ou mestre, mas está muito além disso. A verdadeira relevância não é a titulação, mas ser “amigo do rei”. Um juiz de primeira instância sofreu muito para chegar lá, enquanto um Ministro precisa apenas ter boas relações com o presidente.

Hoje, no Supremo Tribunal Federal, temos três Ministros que vieram da magistratura e oito que não vieram. São profissionais competentes, mas amigos do presidente. Apesar de eu respeitar e admirar esses Ministros, com alguns dos quais escrevi livros, essa mentalidade tomou conta do nosso Poder Judiciário, gerando a insegurança jurídica e as distorções que constatamos na excelente apresentação do professor José Pastore, que não serão facilmente reformadas.

Carl Schmitt, em seu livro “Conceito do Político”, dizia que as ciências e artes são conhecidas pelas oposições. Na moral, estudamos a oposição entre o bem e o mal; na estética, entre o belo e o feio; na economia, entre o útil e o inútil; e na política, entre o amigo e o inimigo.

O que Schmitt disse sobre o conceito de política, é verdade. No meu livreto “Uma breve teoria do poder” demonstro que aqueles que assumiram o poder, só podem ser dele afastados, porque não abrem mão do poder. É o caso do Maduro, atualmente.

Nas democracias, o eleitor tem esse poder, mas nas ditaduras, não. Quando um juiz assume o cargo, seja por concurso ou nomeação, ele sabe que permanecerá lá e no momento em que se auto outorga poderes, é difícil removê-los.

O trabalho nas faculdades e escolas é crucial para que uma nova geração enfrente esse desafio. Aos 89 anos, essa luta não é mais minha, mas de vocês. Este é o grande drama do Brasil e a verdadeira batalha que enfrentamos. A essa altura, uma batalha que não será fácil. Há de termos, entretanto, uma democracia com harmonia e independência dos Poderes, cada um nos limites constitucionais que lhe foram concedidos.

Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie, Unip, Unifieo, UniFMU, do Ciee/O Estado de São Paulo, das Escolas de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme), Superior de Guerra (ESG) e da Magistratura do Tribunal Regional Federal – 1ª Região, professor honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia), doutor honoris causa das Universidades de Craiova (Romênia) e das PUCs PR e RS, catedrático da Universidade do Minho (Portugal), presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomercio -SP, ex-presidente da Academia Paulista de Letras (APL) e do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp).

“Temos um compromisso moral com as subseções”, afirma Cleber Lopes em evento de lançamento de candidaturas regionais para a OAB/DF

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Movimento liderado pelo criminalista busca fortalecer a advocacia regional com chapa composta integralmente por advogados de subseções

Na noite de quarta-feira (30/10), a campanha “A Ordem com + Voz”, liderada pelo advogado Cleber Lopes, reuniu mais de 500 profissionais na Worlld The House para o lançamento oficial das candidaturas das subseções de Águas Claras, Guará, Núcleo Bandeirante, Candangolândia e Park Way. Em um evento marcado por entusiasmo e unidade, advogados jovens e experientes destacaram seu apoio ao movimento de renovação da OAB/DF, que promete maior proximidade e voz para as subseções.

Cleber Lopes, em discurso, enfatizou o compromisso de sua chapa com os advogados das subseções e a importância de valorizar a advocacia diária e seus desafios. “Nós temos um compromisso moral com as subseções, com advogados que ralam para sobreviver, que acordam cedo e enfrentam os desafios da profissão,” afirmou. Lopes destacou ainda o ineditismo da chapa, composta exclusivamente por advogados das subseções, e o valor desse alinhamento com a realidade de cada região do Distrito Federal.

Gisele Reis reforçou o propósito da chapa de oferecer um espaço de respeito e dignidade para todos os advogados do DF. “Estamos aqui para promover uma advocacia de excelência, inclusiva, que abrace cada profissional. Chegou o momento de resgatar a OAB para os advogados e advogadas que estão na linha de frente, enfrentando os desafios do dia a dia,” concluiu, em meio aos aplausos dos presentes.

O atual presidente da OAB no Guará, Handerson Almeida, ressaltou a luta da subseção em um contexto de pouco apoio da atual gestão. “Dizem que o Guará é um bunker do Grupo Verde, mas a realidade é que fomos isolados pela Seccional, e decidimos nos unir para acolher a advocacia e trabalhar em prol dela. Este grupo não só promete, mas demonstra diariamente que a OAB/DF precisa ser parceira das subseções,” declarou. Ele completou dizendo que confia na liderança de Cleber para essa transformação.

Helena Lariucci, candidata por Águas Claras, agradeceu o apoio e reforçou a importância de abrir espaço para todos. “Quando comecei na advocacia em Brasília, me deparei com portas fechadas. Acredito que essa nova gestão irá mudar isso, abrindo espaço para todos, especialmente para a advocacia jovem e para quem precisa de mais apoio,” disse Helena.

Mathias Ribeiro, candidato do Guará, falou sobre sua trajetória e reafirmou o compromisso com a advocacia local. “Para quem duvidou que eu estaria aqui, estou. Sou nascido e criado no Guará e, junto com Cleber, vamos dar mais voz para a advocacia da região,” disse, destacando que Cleber se mostrou disposto a promover a união entre os grupos e tratar as subseções com o respeito que merecem.

Josiane de Carvalho, representando o Núcleo Bandeirante, também reforçou a importância de união. “O Bandeirante pode ser uma cidade pequena, mas temos quase 900 advogados. Durante minha caminhada, encontrei apoio no Grupo Verde, que valoriza a advocacia autônoma e solitária. Esse grupo é essencial para a advocacia da nossa cidade e do DF,” disse.

Durante o evento, Cleber Lopes compartilhou uma notícia animadora com os presentes: uma pesquisa interna colocou sua chapa na liderança da disputa, em uma trajetória de crescimento firme. “Quando começamos essa caminhada, estávamos atrás. Mas com coragem e respeito, crescemos. Esse acolhimento e essa união nos trouxeram até aqui,” afirmou Cleber, que vê a campanha como uma jornada de superação.

DETRAN-DF: Mais um coração para transplante é transportado pelo Sentinela

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Esse já é o 73º coração transportado pelo Detran em parceria com a Central Estadual de Transplantes, garantindo agilidade necessária para salvar vidas
Zélia Ferreira
A aeronave do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), o Sentinela, transportou mais um coração para a realização de transplante no Distrito Federal, na tarde desta sexta-feira (1º).
O coração foi veio de Uberlândia (MG) em aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) até Brasília, mas foi o Sentinela quem o transportou da Base Aérea até o Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal (ITCDF).
A parceria entre Detran-DF e a Central Estadual de Transplantes existe desde 2015 e tem garantido a agilidade necessária para o transporte de órgãos, o que é indispensável ao aproveitamento deles nos transplantes realizados no Distrito Federal.
No Sentinela, estavam o comandante Sergio Dolghi, o Copiloto Ramon Chagas e o Operador Aerotático Mário César Mariones.
Balanço
Desde 2015, já foram transportados 73 corações pelo Detran-DF e, destes, 11 aconteceram em 2023 e 17 neste ano de 2024. A autarquia tem colaborado para salvar muitas tanto em ações em terra quanto no ar.

Projeto promove compartilhamento de saberes sobre as culturas tradicionais de terreiros, em Samambaia e no Paranoá

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A Escola de Saberes Tradicionais tem programação no Templo Rosa Branca e no Ilê Axé Oyá Bagan entre novembro de 2024 e janeiro de 2025

 

A Escola de Saberes Tradicionais servirá como plataforma de ensino e troca de conhecimentos sobre as Culturas Tradicionais de Terreiro, por meio de oficinas gratuitas para a comunidade brasiliense. O projeto ocorre em dois territórios culturais – o Templo Rosa Branca, na Samambaia, e o Ilê Axé Oyá Bagan, no Paranoá –, como forma de perpetuar os saberes transmitidos pela oralidade.

Entre novembro de 2024 e janeiro de 2025, a iniciativa conta com uma programação diversificada, com atividades voltadas para a imersão em saberes e tecnologias ancestrais.

 

Escola de Saberes Rosa Branca

Facilitada por Mãe Pequena Marcelle de Iansã e Juliana Albuquerque, a escola tem foco no compartilhamento de conhecimentos que vão desde utilização de plantas medicinais até expressões artísticas como dança e música.

A diversa programação contempla oficinas que abrangem áreas como percussão, contação de histórias, fotografia e uso das ervas. As atividades são desenhadas para integrar corpo e mente, em processos de aprendizado coletivo.

Um dos destaques é a oficina de agbê, um dos instrumentos percussivos mais representativos nas celebrações afro-brasileira. Outro é prática de corte e costura, em que participantes aprendem a confeccionar vestimentas tradicionais de nossa cultura herdada de África.

Marcelle Amaro, a Mãe Pequena Marcelle de Iansã, reforça que o projeto é pensado como uma forma de valorizar e partilhar conhecimentos e práticas, com a interação entre o Templo Rosa Branca e a comunidade, como em uma verdadeira escola de saberes deve ser. “Essa convivência traz consciência sobre a necessidade da manutenção de nosso espaço. Trazer a cidade para conhecer a nossa cultura também é uma forma de manter os nossos territórios ativos e produtivos”, ressalta Marcelle.

“Para nós, a iniciativa é fundamental, pois fortalece sua missão de preservação e disseminação dos saberes tradicionais. Ela cria um ponto de encontro entre a ciência ancestral e a prática cotidiana, permitindo que os ensinamentos se expandam e impactem diretamente a vida de quem participa”, assinala Mãe Cícera d´Oxum, sacerdotisa que lidera o templo.

Sobre o Templo Rosa Branca

Localizado em Samambaia, o Templo Rosa Branca tem suas raízes firmadas nas tradições de Umbanda e Jurema, oferecendo um espaço acolhedor para a espiritualidade, a educação e o fortalecimento cultural. Fundado em 2014 por Mãe Cícera de Oxum e Pai Adagoberto, o templo também se destaca por sua atuação em causas sociais, com campanhas de auxílio a famílias em situação de vulnerabilidade e promoção da acessibilidade e inclusão.

 

 Escola de Saberes Tradicionais Oyá Bagan

No Ilê Axé Oyá Bagan, a Escola de Saberes Tradicionais traz uma programação especial em novembro e dezembro, oferecendo visitas escolares ao Memorial Afro-Candango. Nessas visitas, os estudantes terão a oportunidade de vivenciar a história e os conhecimentos tradicionais de matriz africana no próprio terreiro, um espaço que celebra a ancestralidade e promove a preservação cultural.

 

Festa de Oyá

Em novembro, além das visitas, ocorre a Festa de Oyá, um evento profundamente dedicado a Iansã, Orixá dos ventos, das tempestades e do fogo, uma guerreira e protetora que simboliza transformação e força. Sua festa celebra a vitalidade, a liberdade e o movimento, resgatando valores de resistência e coragem que são centrais à cultura afro-brasileira. O ciclo de atividades da Escola de Saberes Oyá Bagan encerra-se em dezembro com mais uma visita ao Memorial, reafirmando o compromisso de integrar educação e cultura, e de honrar a ancestralidade viva nos ensinamentos de Iansã.

 

Circuito Candango de Culturas Populares

O projeto é realizado pelo Instituto Rosa dos Ventos, no âmbito do Circuito Candango de Culturas Populares, e conta com fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal e do Governo do Distrito Federal.

“Os encontros formativos representam uma oportunidade de vivenciar momentos de aprendizagem profunda sobre culturas tradicionais de terreiro, oferecendo a qualquer pessoa a chance de adquirir saberes do imaginário científico constituinte de nossa identidade”, afirma a presidente do Instituto Rosa dos Ventos, Stéffanie Oliveira.

 

Escola de Saberes Rosa Branca

Quando: sábados e domingos, de novembro a janeiro de 2024.

Local: Templo Rosa Branca | QN 317 CJ C LT 09, CEP: 72307-700 – Samambaia-DF.

Programação:

  1. Olhar da Fé – Oficina de Fotografia | 10/11, domingo, das 15h às 19h | Juliana Albuquerque e Daniel Valverde;

  2. Saberes Ancestrais das Ervas | 16/11, sábado, das 15h às 19h | Mãe Cícera D’Oxum e Mãe Pequena Marcelle de Iansã;

  3. Trabalho e Incorporação: Oficina de Dança Coletiva | 30/11, sábado, das 15h às 19h | Juliana Albuquerque e Gustavo Rodrigues;

  4. Agbê | 15/12, sábado, das 15h às 19h | Ekedy Steffanie Oliveira e Juliana Albuquerque;

  5. Expressão Corporal: Integração Corpo, Mente e Emoções | 11/01/2025, sábado, das 15h às 19h | Juliana Albuquerque;

  6. Corte e Costura de Terreiro | 18/01/2025, sábado, das 15h às 19h | Mãe Cícera D’Oxum e Mãe Pequena Marcelle de Iansã.

 

Escola de Saberes Oyá Bagan

Quando: de 07 de novembro a 5 de dezembro.

Local: Núcleo Rural Córrego Tamanduá,Trecho 07, Chácara 13 – Setor de Chácaras Lago Norte, Paranoá-DF, 70390-035.

Programação:

  1. Visita Escolar ao Memorial Ilê Axé Oyá Bagan

  • Novembro

    • 07/11 – Quinta-feira | 09h às 11h | 15h às 17h.

    • 28/11 – Quinta-feira | 09h às 11h.

  • Dezembro

    • 05/12 – Quinta-feira | 09h às 11h.

 

  1. Festa de Oyá | 30/11 – Sábado | 19h.

 

Estudantes são recebidos no Palácio do Planalto para o encerramento da 2ª Semana Brasileira de Educação Midiática

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Encontro com ministro da Secom-PR encerrou dia de visitas e oficinas com foco no fortalecimento das habilidades em educação midiática

 

O evento promoveu a troca de saberes e experiências entre educadores, estudantes, ativistas e cidadãos de todo o país – Foto: Vitor Vasconcelos/Secom PR

 

Encerrou nesta sexta-feira, 1º de novembro, a segunda edição da Semana Brasileira de Educação Midiática (SBEM). As atividades realizadas na Semana, promovida pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM-PR) em parceria com o Ministério da Educação (MEC), foram iniciadas em 29 de outubro, e tiveram como temas o fortalecimento de habilidades de comunicação dos estudantes relacionadas ao meio ambiente e mudanças climáticas, promoção do jornalismo de qualidade e direitos no ambiente digital.
Ao longo da programação, o evento promoveu ainda a troca de saberes e experiências entre educadores, estudantes, ativistas e cidadãos de todo o país, fortalecendo uma educação midiática que respeite e valorize as vozes de todas as regiões. Para simbolizar o fim das atividades, o ministro da Secom PR, Paulo Pimenta, recebeu estudantes da rede pública de ensino no Palácio do Planalto, em Brasília, após os jovens participarem de um workshop em parceria com a Safernet e a Embaixada do Reino Unido e conhecerem as estruturas da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), também na capital federal.
“Estamos falando aqui sobre um tema que hoje está colocado não só no Brasil, mas no mundo inteiro”, afirmou aos estudantes.
O ministro destacou, ainda, que os jovens convivem no cotidiano com a realidade das fake news, da desinformação, e que eles sabem o potencial nocivo que isso tem na sociedade. “E que muitas vezes pode levar o país a um desastre, ou a vida das pessoas a um desastre”, alertou.
Pimenta observou ainda que se trata de um tema muito relevante para o Governo Federal e para o fortalecimento da democracia, além de ser uma causa importante para todos aqueles que querem encontrar uma forma de proteger a sociedade do discurso de ódio, da xenofobia, do racismo e da violência. De acordo com o ministro, são crimes que encontram no espaço digital um campo propício para a multiplicação de informações e de notícias que não tem como objetivo promover o bem na sociedade ou levar a informação de forma correta e adequada às pessoas.
“São inúmeros os casos e vocês devem ter tido essa oportunidade de debaterem, de discutirem, de conhecerem. Nós apostamos muito que esse trabalho de educação midiática possa servir para a criação de uma cultura, para que as pessoas tenham essa preocupação e não aceitem qualquer informação como verdadeira”, ressaltou Pimenta.
O encontro contou ainda com a participação da embaixadora do Reino Unido, Stephanie Al-Qaq. A Embaixada é parceria da Secom-PR nas pautas relacionadas às políticas digitais. “Essa iniciativa é muito especial para nós porque é resultado da nossa parceria com a Secom-PR em assuntos digitais”, comentou.
“É uma alegria receber os estudantes junto ao Ministro Pimenta para discutirmos esses temas pela perspectiva deles”, afirmou. Al-Qaq destacou ainda a importância da Semana Brasileira na discussão do tema “Essa Semana foi muito proveitosa e espero que possamos seguir cooperando nessa pauta com a Secom-PR”, concluiu.
PARCERIA NA EDUCAÇÃO — Para o secretário de Políticas Digitais da Secom, João Brant, a parceria com o MEC é fundamental para que as políticas públicas tenham um olhar atento para os temas desenvolvidos no debate em torno do uso consciente da tecnologia. “Isso exige que a gente faça integração com os diversos programas do MEC. São esforços que permitem que a gente, no fundo, ganhe terreno de forma concreta e simultânea no Brasil inteiro”, explicou.
PROTAGONISMO DOS ESTUDANTES — Aluna do Centro de Ensino Médio 04 de Sobradinho, Isadora Helena Nascimento defendeu que reuniões e conversas como a Semana Brasileira de Educação Midiática incluam a participação da comunidade estudantil. “Isso faz a gente se sentir parte realmente do movimento democrático do nosso país”, celebrou a jovem. “É muito importante que a gente aprenda a identificar veículos confiáveis para poder se embasar, para poder usar de referência nas pesquisas e trabalhos”, observou.
Na mesma linha, a estudante paulista Júlia Teresa Fernandes, moradora do extremo-oeste de São Paulo e jovem embaixadora da Safernet também saudou a oportunidade dos jovens da periferia serem ouvidos e conhecerem diferentes realidades. “A gente falou sobre discurso de ódio, segurança na internet, privacidade. Muitas questões que, nós, jovens, que estamos conectados cada vez mais, vivemos diariamente. Hoje mostramos a nossa perspectiva diante disso, problemáticas e soluções na nossa visão”, salientou.
A SEMANA — A 2ª SBEM foi uma realização da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom PR), em parceria com o Ministério da Educação (MEC), com a Unesco e apoio da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), além de parceiros da sociedade civil. Este ano o evento abordou o tema “Conectando territórios e diversidades” e teve uma agenda de atividades híbridas ligadas ao assunto ao longo da semana. O evento se integra à Media and Information Literacy Week 2024 da Unesco, consolidando a posição do Brasil no debate global sobre Alfabetização Midiática e Informacional.
A programação contou com mesas de discussão, oficinas digitais de práticas de educação midiática, painéis sobre o papel da comunicação pública na promoção da educação midiática e sobre como identificar o jornalismo de qualidade, além de espaços de discussão com parceiros da França, Dinamarca e Reino Unido.

Indústria pode crescer mais do que os 3,1% indicados pelo IBGE, frisa Ciesp

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Rafael Cervone, presidente do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) e primeiro vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), ao analisar o crescimento de 3,1% da atividade no acumulado do ano até setembro, anunciado pelo IBGE nesta sexta-feira, salientou que o seu desempenho, embora os números sejam positivos, poderia ser ainda mais expressivo se contasse com políticas de fomento eficazes e de longo prazo. Políticas de Estado, não de Governo. “É crucial trabalhar para que sua expansão seja cada vez mais substancial e sustentada”, afirmou.

“Também é importante entender que o Custo Brasil, de R$ 1,7 trilhão anual a mais em relação à média dos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), tem peso imenso sobre uma atividade que, para ser mais competitiva, precisa investir de modo permanente – e muito – em máquinas, equipamentos, tecnologia e recursos humanos qualificados”. A economia não tem favorecido esse cenário, segundo Cervone.

Além dos tributos exagerados, os ônus dos juros, a insegurança jurídica e os custos trabalhistas elevadíssimos que permeiam a economia nacional, a indústria é atingida por medidas pontuais nocivas. “Para citar apenas dois exemplos, lembro a tributação das subvenções para investimento e custeio (incentivos de ICMS – Lei 14.789/2023), que acarreta perdas estimadas em 25,9 bilhões de reais, e a limitação temporal ao aproveitamento de créditos tributários federais decorrentes de decisão judicial (Lei 14.873/2024), com perdas estimadas em 24 bilhões”, acentua o presidente do Ciesp.

Na expectativa de que a reforma tributária racionalize os impostos e que os demais obstáculos que atingem o setor sejam removidos, Cervone espera que tenham êxito dois planos lançados este ano: Depreciação Acelerada, que favorece investimentos em modernização, e o programa Nova Indústria Brasil (NIB), que prevê financiamentos de RS$ 300 bilhões até 2026. “Reduzir os custos e viabilizar investimentos é determinante para promover a modernização, competitividade e produtividade da indústria nacional”, afirmou.

Para o presidente do Ciesp, os ganhos proporcionados pelo fortalecimento do chão de fábrica serão relevantes para todos os brasileiros, considerando o seu significado para o crescimento sustentado, como demonstram as estatísticas. Mesmo não tendo sido priorizado nas últimas décadas e enfrentando barreiras, o setor responde por 66,6% das exportações brasileiras de bens e serviços, 66,8% dos investimentos nacionais em P&D e 24,4% da arrecadação previdenciária. Mantém mais de 11 milhões de empregos formais (21,2% do total nacional) e paga os melhores salários. Também apresenta, dentre todos os ramos de atividade, o maior fator de multiplicação, gerando R$ 2,44 para cada R$ 1,00 que produz.

“Os números divulgados hoje pelo IBGE mostram a resiliência e capacidade de superação da indústria. O setor pode e precisa crescer de modo robusto e sustentado. Ao ganhar competitividade, criar mais postos de trabalho e ampliar a inclusão social, ajudará muito o Brasil a se tornar uma economia de renda alta”, enfatizou Cervone.

Os números do IBGE

Em setembro de 2024, a produção industrial brasileira subiu 1,1% frente a agosto, na série com ajuste sazonal. O resultado acontece após a variação positiva de 0,2% em agosto.

Na série sem ajuste sazonal, no confronto com igual mês do ano anterior, o total do setor cresceu 3,4% em setembro de 2024, marcando a quarta taxa positiva consecutiva. Com isso, houve avanço de 3,1% nos nove primeiros meses de 2024.

A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos 12 meses, aumentou 2,6% em setembro, permanecendo com taxa positiva e intensificando o ritmo de expansão frente aos resultados de agosto (2,4%), julho (2,2%), junho (1,5%) e maio (1,2%) de 2024.

ASSESSORIA DE IMPRENSA DO CIESP

ESPM organiza evento sobre livre concorrência no Direito Penal Empresarial

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Ao debater o enfrentamento de cartéis e outras práticas anticoncorrenciais, encontro gratuito aborda a interface entre as esferas administrativa sancionadora e penal

São Paulo –  Professores de Direito Penal na ESPM organizam encontro aberto ao mercado para debater a livre concorrência. Com o objetivo de fomentar o diálogo institucional que pense em medidas de integração da política sancionadora do Estado, o evento acontece de forma gratuita nesta quarta-feira, 06, na ESPM, Escola de referência, autoridade em Marketing e Inovação voltada para negócios. O curso de Direito na ESPM foi pensado para formar profissionais criativos, fluentes digitais, preparados para todas as áreas do setor e da sociedade da informação.

O evento “Diálogos para integração da política sancionadora do Estado” conta com a mediação dos professores Joana Siqueira e Yuri Luz, da ESPM. Durante a manhã de palestras, eles recebem nomes como:  Victor Oliveira Fernandes, Conselheiro do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), Andrey Borges de Mendonça, Procurador da República desde 2004, Leonor Cordovil, advogada e professora, Helena Lobo da Costa, advogada e professora de Direito Penal, entre outros. A inscrição para o evento pode ser realizada aqui.

Joana Siqueira, professora de Direito Penal na ESPM, destaca que o evento foi pensado para fomentar o diálogo  institucional que pense em medidas de integração da política sancionadora do Estado, inserindo os alunos no debate e reflexões relacionadas. “Atualmente, verifica-se uma intensa descoordenação, que resulta em ineficiência de recursos públicos e multiplicidade de processos e sanções. A ideia é, portanto, fomentar esse diálogo. Ao abrir o evento ao público externo, buscamos ampliar a conversa com diversos atores.”

Os painéis terão discussões sobre o relacionamento entre as esferas administrativa sancionadora e penal, abordando temas como o compartilhamento de provas e os princípios que orientam esses campos, promovendo reflexões sobre acordos de leniência e o princípio ne bis in idem.

Para Yuri Luz, professor de Direito Penal na ESPM, a formação de cartéis e a prática de outros atos contra a concorrência são problemas com que o Estado tem de lidar de modo eficiente, e para isso conta com diferentes instâncias de controle. O professor destaca o papel do CADE e do Ministério Público e quais perguntas devem ser debatidas durante o evento. “O CADE atua por meio do Direito Administrativo Sancionador e o Ministério Público atua por meio do Direito Penal. Mas essas esferas são independentes ou interdependentes entre si? Sob quais parâmetros as provas produzidas na investigação conduzida por um ator podem ser utilizadas pelo outro? Acordos de leniência com empresas infratoras podem ser celebrados em uma esfera, sem concordância da outra, e gerarem efeitos amplos? Essas são questões importantes de debatermos, não apenas durante o evento, para pensarmos uma boa regulação.”

Serviço:
“Diálogos para integração da política sancionadora do Estado”
Data: 06 de novembro de 2024
Horário: Das 9h30 às 12h
Formato: presencial
Local: Teatro ESPM, Rua Dr. Álvaro Alvim, 123 – Vila Mariana, São Paulo
Inscrições aqui
Evento gratuito

Sobre a ESPM

A ESPM é uma escola de negócios inovadora, referência brasileira no ensino superior nas áreas de Comunicação, Marketing, Consumo, Administração, Economia Criativa e Tecnologia. Seus 12 600 alunos dos cursos de graduação e de pós-graduação e mais de 1 100 funcionários estão distribuídos em quatro campi – dois em São Paulo, um no Rio de Janeiro e um em Porto Alegre. Possui quatro unidades regionais em Florianópolis, Chapecó, Goiânia e Salvador. O lifelong learning, aprendizagem ao longo da vida profissional, o ensino de excelência e o foco no mercado são as bases da ESPM.

 

Manoel de Andrade deve comandar TCDF nos próximos dois anos

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Decano do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), o conselheiro Manoel de Andrade deve assumir a presidência da Corte no biênio 2025-2026. O mandato do atual presidente, Márcio Michel, termina no último dia do ano e a eleição para a sucessão ocorrerá em 11 de dezembro. Mas Manoel de Andrade deve ser eleito, de acordo com acerto entre os conselheiros.

 

 

 

Fonte: Ana Maria Campos/Coluna Eixo Capital

Ronnie Lessa e Élcio Queiroz são condenados por matar Marielle Franco e Anderson Gomes

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Ambos fizeram delação e não devem cumprir toda a pena; Justiça do Rio chega ao veredito após seis anos dos assassinato

Os ex-policiais Ronnie Lessa e Élcio Queiroz  foram condenados nesta quinta-feira (31) pelos assassinatos da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, em março de 2018, no Rio de Janeiro.

Lessa foi condenado a 78 anos e 9 meses de prisão, além de 30 dias-multa. Élcio foi sentenciado em 59 anos e 8 meses, além de 10 dias-multa. Como ambos fizeram delação, eles não devem cumprir toda a sentença.

O veredito foi proferido após julgamento do 4º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro, que começou às 10h30 de quarta-feira (30) e foi concluído às 18h26 desta quinta-feira (31).

Eles foram condenados a pagar uma indenização por dano moral de R$ 706 mil para cada um dos seguintes parentes das vítimas: Marinete da Silva (mãe de Marielle), Mônica Benício (viúva), Luyara Franco (filha), Agatha Arnaus (viúva de Anderson) e Arthur (filho de Anderson). Também terão de pagar uma pensão ao filho de Anderson, que tem problemas de saúde, até ele completar 24 anos —ele tem 8.

A sentença foi lida pela juíza Lúcia Glioche, que presidiu o julgamento, com um duro discurso contra os acusados e um recado para sicários do Rio de Janeiro.

“Fica aqui para os acusados presentes, e serve para os vários Ronnies e vários Élcios que existem por aí soltos a seguinte mensagem: ‘A Justiça por vezes é lenta, é cega, é burra é injusta, é errada, é torta. Mas ela chega'”, disse a magistrada.

“A Justiça chega mesmo para aqueles, como os acusados, acham que jamais vão ser atingidos pela Justiça. Com toda dificuldade de ser interpretada e vivida pelas vítimas, a Justiça chega aos culpados e tira deles o bem mais importante depois da vida, que é a liberdade. A Justiça chegou para os senhores, Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz.”

Lessa e Queiroz  firmaram acordo de delação e confessaram o crime. Queiroz confessou ter dirigido o carro para que o ex-PM Lessa desse os tiros que mataram Marielle e Anderson.

Lessa também apontou o deputado federal Chiquinho Brazão e o conselheiro do TCE-RJ Domingos Brazão como os mandantes do crime. Os dois estão presos, assim como o delegado Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, acusado de ajudar os irmãos a planejar o crime.

Os três respondem a ação penal no Supremo Tribunal Federal (STF), que está na reta final da instrução.

 

 

 

  • Com informações da Folha de S. Paulo