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Nelson Wilians é alvo de operação da PF

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Na manhã desta quarta-feira (15/7) o  Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira/SP) deflagrou uma grande  operação contra suposto esquema bilionário de sonegação de impostos.  Entre os alvos dos mandados de busca e apreensão estão advogados, incluindo o escritório de Nelson Wilians, investigado por envolvimento na Fraude do INSS.

Em Londrina, no Paraná, outro alvo é a advogada Mayra de Paula, apontada pela investigação como “sócia” de Wilians nas supostas fraudes.

Segundo as investigações, escritórios de advocacia e empresas de consultoria ofereciam a empresários paulistas a possibilidade de pagar menos Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) por meio da compra de supostos créditos tributários vendidos com desconto. Os intermediários afirmavam que esses créditos eram legais e haviam sido autorizados pela Secretaria da Fazenda, apresentando a operação como forma legítima de planejamento tributário.

Essa autorização da Secretaria, no entanto, não existia. Após aderir ao esquema, a empresa deixava de pagar parte do ICMS devido ao Estado e repassava aos intermediários comissão que podia chegar a 70% do valor do imposto economizado. Assim, segundo a investigação, parte do dinheiro que deveria entrar nos cofres públicos acabava destinada aos integrantes do grupo. Foram identificadas infrações em 752 empresas, e o montante sonegado supera R$ 3,8 bilhões.

Desistências fragilizam nominata do Agir em Goiás

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A sucessão de desistências na chapa do Agir para a disputa da Assembleia Legislativa de Goiás acendeu o sinal de alerta entre os pré-candidatos que permanecem na corrida eleitoral de 2026.

A mais recente baixa é a do vereador de Goiânia Dr. Gustavo Gomides, que anunciou ter desistido da disputa por uma vaga de deputado estadual após decisão tomada em conjunto com seu grupo político.

A saída de Gomides se soma às desistências do ex-prefeito de Porangatu Eronildo Valadares e do vereador de Águas Lindas Dr. Paulo Antonietti, nomes apontados como importantes para ampliar a votação da legenda em diferentes regiões do Estado. Nos bastidores, a expectativa inicial era de que o Agir montasse uma nominata capaz de brigar por até três cadeiras na Alego.

Com as sucessivas baixas, porém, a projeção fica mais difícil e aumenta a pressão sobre os nomes que continuam no partido. Entre eles está o ex-prefeito de Planaltina de Goiás, Delegado Cristiomário. Sem uma chapa forte e equilibrada, ele poderá enfrentar uma disputa muito mais pesada por votos, inclusive contra os próprios companheiros de legenda.

Também permanecem na nominata, segundo as informações divulgadas, a deputada estadual Rosângela Rezende, a primeira-dama de Novo Gama, Joscielene Mangão, e o ex-prefeito de Cidade Ocidental Fábio Correa. Na política proporcional, não basta ter votos individualmente. O desempenho coletivo da nominata é decisivo para a conquista de cadeiras. Por isso, cada desistência reduz o potencial eleitoral do partido e pode comprometer projetos considerados competitivos.

Para Cristiomário, que deixou a Prefeitura de Planaltina de Goiás para tentar uma vaga na Assembleia Legislativa, o risco aumenta: sem votos suficientes na chapa para alcançar o quociente necessário, sua candidatura pode até obter uma votação expressiva e, ainda assim, morrer na praia.

Julho Laranja: 6 dicas para proteger a saúde bucal das crianças desde os primeiros anos de vida

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Campanha de conscientização reforça que acompanhamento odontológico na infância é decisivo para prevenir alterações no desenvolvimento da arcada dentária e promover mais qualidade de vida às crianças

Julho é o mês dedicado à conscientização sobre a saúde bucal infantil. A campanha Julho Laranja chama a atenção para a importância do diagnóstico precoce de alterações no desenvolvimento da arcada dentária, e incentiva pais e responsáveis a incluírem a avaliação odontológica na rotina de cuidados com as crianças. O objetivo é prevenir problemas que, quando identificados nos primeiros anos de vida, podem ser tratados de forma mais simples e confortável, com intervenções menos complexas.

De acordo com o dentista especialista em Ortodontia da ClearCorrect, Dr. Roberto Shimizu, ao contrário do que muitos imaginam, a ortodontia não começa apenas quando os dentes permanentes nascem ou quando surge a necessidade de colocar aparelho, seja o fixo convencional ou o alinhador transparente. A avaliação precoce permite identificar alterações na mordida, no crescimento dos ossos da face, hábitos como chupar o dedo ou usar chupeta por tempo prolongado e dificuldades respiratórias que podem comprometer o desenvolvimento infantil.

Muitos tratamentos podem ser simplificados quando o acompanhamento é iniciado precocemente. “Quanto mais cedo identificamos alterações no desenvolvimento da criança, maiores são as chances de intervir de forma preventiva, evitando problemas mais complexos na adolescência e na vida adulta”, explica o especialista. Em muitos casos, a intervenção precoce também reduz a necessidade de tratamentos mais complexos no futuro, como extrações dentárias e outros procedimentos mais invasivos.

A recomendação é que as crianças passem por avaliações odontológicas regulares e, entre os 6 e 12 anos, realizem acompanhamento ortodôntico anual. Nessa fase, é possível acompanhar o crescimento ósseo e a troca dos dentes de leite pelos permanentes. A campanha Julho Laranja reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce durante esse período do desenvolvimento infantil.

Além da saúde bucal, o diagnóstico precoce também pode contribuir para a qualidade do sono, da mastigação, da fala, da respiração e até da autoestima da criança. Atualmente, a Ortodontia dispõe de diferentes recursos terapêuticos, como os alinhadores transparentes, que podem ser indicados para casos específicos em crianças e adolescentes, sempre mediante avaliação profissional. Por serem removíveis, eles facilitam a higiene bucal, podem proporcionar maior conforto durante o tratamento e permitem que a criança mantenha sua rotina com menos restrições. Além disso, o planejamento digital e o escaneamento intraoral tornam o acompanhamento mais preciso e personalizado.

Seis cuidados para manter o sorriso infantil saudável

Durante o Julho Laranja, algumas orientações simples ganham destaque:

  • Realizar consultas odontológicas periódicas desde o primeiro ano de vida.
  • Observar alterações na mordida, no alinhamento dos dentes e no crescimento da face.
  • Incentivar hábitos adequados de higiene bucal, com escovação supervisionada e uso do fio dental.
  • Evitar hábitos prejudiciais, como chupar o dedo ou usar chupeta.
  • Manter uma alimentação equilibrada, evitando o consumo excessivo de açúcar.
  • Procurar avaliação ortodôntica durante a fase de crescimento, mesmo sem sinais aparentes de problemas.

Para Shimizu, a principal mensagem da campanha é que os cuidados com a saúde bucal devem começar cedo. “O Julho Laranja reforça que a prevenção é o melhor caminho para garantir um desenvolvimento saudável da criança. Um diagnóstico precoce permite intervenções mais simples, contribui para funções importantes, como mastigação, respiração e fala, e pode evitar tratamentos mais complexos no futuro. Cuidar do sorriso desde a infância é investir na saúde e na qualidade de vida ao longo de toda a vida”, conclui.

Sobre a ClearCorrect

A ClearCorrect é uma das principais marcas de alinhadores transparentes para tratamentos ortodônticos do mundo. A integrante do grupo suíço Straumann está presente no Brasil desde 2018, se consolidando no primeiro mercado fora dos Estados Unidos, com produção concentrada em fábrica própria em Curitiba (PR). O sistema da ClearCorrect promove a movimentação dentária por meio de pressões exercidas em determinadas regiões da arcada, resultando na remodelação óssea, além de levar à correção da má-oclusão com a elaboração de um planejamento ortodôntico virtual. Mais informações em www.clearcorrect.com.br.

Brasília recebe primeira edição do Corre pro Match, corrida que reúne esporte e experiências de conexão

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Evento será realizado em 18 de julho, no Parque da Cidade, com percursos de 5 km e 10 km, programação musical e atividades voltadas à integração entre os
participantes.

Brasília recebe, no dia 18 de julho, a primeira edição do Corre pro Match, evento que combina corrida de rua, música e experiências de integração em um formato pensado para quem quer se movimentar, conhecer pessoas e aproveitar um sábado diferente. Realizado no Parque da Cidade Sarah Kubitschek, o evento oferece percursos de 5 km e 10 km, além de uma programação que continua após a prova com atrações musicais e espaço de convivência.

Inspirado na ideia de transformar interesses em comum em oportunidades para criar novas
conexões, o Corre pro Match reúne corredores experientes, iniciantes e pessoas que enxergam o esporte como um ambiente natural para ampliar seu círculo social. A proposta é oferecer uma experiência descontraída, na qual a corrida é apenas o ponto de partida.

Depois da linha de chegada, os participantes seguem para a Arena Corre pro Match, que recebe shows ao vivo, opções gastronômicas e espaços de interação. O “after” também será aberto ao público mediante aquisição de ingresso específico. A programação musical conta com apresentação de Thiago Nascimento, às 19h15, seguida da roda de samba
Resenha do Sabido, às 20h30.

Entre os diferenciais da experiência está a meia azul, entregue no kit do atleta. O acessório faz referência a um símbolo já conhecido entre corredores solteiros e funciona como um convite para a interação entre os participantes ao longo do evento. Antes mesmo da
largada, os inscritos também podem participar do grupo oficial do Corre pro Match no Strava, plataforma voltada à comunidade de corredores, onde compartilham treinos, trocam experiências e começam a conhecer outros participantes.

Com largada prevista para o fim da tarde, o percurso percorre o Parque da Cidade Sarah
Kubitschek, permitindo que os participantes acompanhem o pôr do sol enquanto correm. A
organização também oferece um desconto para inscrições em dupla, incentivando amigos a
viverem a experiência juntos.

Apresentado pela Viveo, o Corre pro Match reforça o compromisso da companhia com
iniciativas que incentivam hábitos saudáveis e promovem qualidade de vida. Maior plataforma de soluções para o setor de saúde no Brasil, a Viveo acredita que o cuidado vai além dos ambientes assistenciais e também passa pela prevenção, pelo bem-estar e pelo estímulo à prática de atividades físicas. Ao apoiar o evento, a companhia amplia sua atuação na promoção da saúde, aproximando pessoas por meio do esporte e de experiências que fortalecem a convivência e o estilo de vida saudável.

Kit completo para os inscritos

Quem garantir a inscrição até o encerramento das vendas recebe um kit exclusivo composto por:
● Camiseta oficial do evento;
● Sacochila;
● Meia azul;
● Número de peito com chip de
quilometragem;
● Medalha (para quem concluir a prova);
● Lanche pós-corrida;
● Ingresso para o after oficial.

Os participantes também concorrem à premiação da prova, com troféus para os destaques das categorias.

Serviço
Corre pro Match – Primeira Corrida para Solteiros de Brasília
Data: 18 de julho
Local: Parque da Cidade – Estacionamento 9
Inscrições: até 13 de julho
Retirada dos kits: 16 e 17 de julho, das 8h às 18h, no Parque da Cidade – Estacionamento 9
Kit do atleta: camiseta, sacochila, meia, número de peito, medalha, lanche pós-prova e
ingresso para o after.
After oficial – Estacionamento 9 (Parque da Cidade)
● 19h15 – Thiago Nascimento (Axé)
● 20h30 – Resenha do Sabido (Roda de Samba)
Site de inscrições (Corrida + After):
https://www.sportickets.com.br/pt/event/corrida-corre-pro-match
Ingressos do After (só a parte musical):
https://www.sympla.com.br/evento/after-corre-pro-match/3479293

Instagram:
http://instagram.com/correpromatch/

Febrac participa de audiência pública no Senado e defende aperfeiçoamentos no Estatuto do Aprendiz

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Presidente da Federação, Avelino Lombardi, representou o setor durante debate na Comissão de Assuntos Sociais e reforçou a necessidade de adequar a legislação à realidade das empresas de limpeza, conservação e facilities

Créditos: divulgação

Brasília  – O presidente da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços (Febrac), Avelino Lombardi, participou nesta terça-feira (14), no Senado Federal, da audiência pública promovida pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) para debater o Projeto de Lei nº 6.461/2019, que institui o Estatuto do Aprendiz.

O encontro reuniu parlamentares, representantes de entidades empresariais, Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) ,organizações formadoras e especialistas para discutir os impactos da proposta e os aperfeiçoamentos necessários antes da votação do projeto. A Febrac participou do debate representando as empresas do setor de limpeza, conservação e facilities, segmento que enfrenta desafios específicos para o cumprimento da legislação da aprendizagem.

Durante sua manifestação, Avelino Lombardi defendeu o aprimoramento do texto por meio do diálogo entre o Congresso Nacional, o setor produtivo e as entidades envolvidas na aprendizagem profissional. A Federação apoia a emenda apresentada pelo senador Laércio Oliveira, que busca adequar a legislação à realidade operacional das empresas do setor.

Segundo a Febrac, a legislação atual gera uma incompatibilidade jurídica ao exigir o cumprimento de cotas de aprendizagem em atividades consideradas insalubres ou perigosas, ao mesmo tempo em que proíbe que menores de 18 anos atuem nesses ambientes. “O setor de limpeza e conservação emprega cerca de 2,7 milhões de trabalhadores em todo o Brasil e, há muito tempo, enfrenta dificuldades para cumprir a legislação da aprendizagem. Por isso, apoiamos a emenda apresentada pelo senador Laércio Oliveira, que exclui da base de cálculo das cotas os trabalhadores que exercem atividades proibidas para menores de 18 anos, como as atividades insalubres, perigosas e noturnas. Hoje existe uma contradição: uma lei determina que as empresas cumpram a cota de aprendizes, enquanto outra proíbe que esses jovens atuem justamente nas atividades que predominam no nosso setor”, afirmou Avelino Lombardi.

O presidente da Febrac destacou ainda que a dificuldade enfrentada pelas empresas vai além da legislação e se reflete na prática. Segundo ele, mesmo quando são abertas vagas compatíveis com a faixa etária permitida, não existe mão de obra para ocupar essas vagas.

“Defendemos um Estatuto do Aprendiz moderno, construído por meio do diálogo e capaz de contemplar as especificidades de cada setor econômico. Nosso objetivo não é reduzir oportunidades, mas criar regras que permitam ampliar a aprendizagem profissional com responsabilidade, equilíbrio e respeito à realidade das empresas e dos trabalhadores.”, ressaltou.

Para a Febrac, a audiência pública representou mais um importante espaço de construção coletiva em torno do novo marco legal da aprendizagem profissional. A entidade reafirma seu compromisso com a formação de jovens para o mercado de trabalho, desde que as normas sejam compatíveis com as características das atividades econômicas e proporcionem segurança jurídica para empresas, entidades formadoras e aprendizes.

Sobre a Febrac – A Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços (Febrac) foi criada para representar os interesses dos setores de serviços de Asseio e Conservação. Hoje, representa 12 setores ligados à terceirização de mão de obra especializada.

Com sede em Brasília, a federação agrega sindicatos nas 27 unidades federativas do país e ocupa cargos na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), nos Conselhos Nacionais do SESC e do SENAC, na Central Brasileira de Apoio ao Setor de Serviços (CEBRASSE) e na Câmara Brasileira de Serviços Terceirizáveis e na World Federation of Building Service Contractors (WFBSC). A Febrac tem como objetivo cuidar, organizar, defender e zelar pela organização das atividades por ela representadas.

Procedimentos de vistoria veicular no Distrito Federal recebem padronização

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Instrução nº 242/2026, publicada no DODF desta segunda-feira (13), define casos em que a vistoria deve ser realizada por empresa credenciada ou diretamente pelo órgão de trânsito
Zélia Ferreira
Procedimentos para realização de vistoria veicular no âmbito do Distrito Federal recebem padronização por meio da Instrução nº 242, de 10 de julho de 2026, publicada no Diário Oficial do DF desta segunda-feira (13). A medida visa fortalecer a segurança das transações de compra e venda de veículos, prevenir fraudes, garantir a autenticidade dos elementos de identificação veicular e conferir maior segurança jurídica aos cidadãos.
A vistoria veicular constitui importante instrumento de verificação da autenticidade da identificação do veículo, da existência e funcionamento dos equipamentos obrigatórios e da conformidade de eventuais alterações de características, contribuindo para a proteção da sociedade e para a confiabilidade do Registro Nacional de Veículos Automotores.
Portanto, antes de iniciar qualquer processo de transferência ou regularização, recomenda-se que proprietários, compradores, concessionárias e revendedoras consultem os procedimentos aplicáveis e verifiquem a necessidade de realização da vistoria, conforme a natureza do serviço pretendido.
De acordo com a Instrução nº 242/2026, as vistorias serão realizadas por empresa credenciada ou diretamente pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal, a depender de cada caso.
Empresas credenciadas
A vistoria veicular é obrigatória e pode ser realizada por Empresa Credenciada de Vistoria (ECV) para: transferência de propriedade; mudança de Unidade da Federação com ou sem transferência de propriedade; inclusão de gravame; cessão de direitos ou substituição de arrendatário; veículos provenientes de leilão público realizado pelo Detran/DF, mediante apresentação da Nota Fiscal emitida por leiloeiro oficial contratado pelo Detran/DF; veículos provenientes de leilão de outras Unidades da Federação, mediante apresentação do CRLV-e correspondente ao ano-exercício da emissão da ATPV-e gerada, ou de Declaração emitida pelo órgão executivo de trânsito do Estado de origem do veículo; identificação veicular de veículos de titularidade do Corpo Diplomático que não necessitem de nacionalização ou de alteração de características; veículos oriundos de seguradora cujo primeiro registro tenha ocorrido em seu próprio CNPJ; e primeiro emplacamento de caminhão e caminhão trator.
Diretamente pelo Detran/DF
Já a inspeção técnica deverá ser realizada diretamente no Detran-DF nos casos de: primeiro emplacamento cuja nota fiscal tenha sido emitida há mais de 90 (noventa) dias; primeiro emplacamento de reboques e de máquinas (tratores, retroescavadeiras e similares), independentemente da data de emissão da nota fiscal; alteração de característica original de veículo “zero quilômetro” ou já emplacado, quando exigido o Certificado de Segurança Veicular – CSV; veículo sinistrado, com dano estrutural ou com restrição de média monta, quando houver exigência de CSV; classificação ou reclassificação de monta; veículo artesanal, nos termos da Resolução Contran nº 699/2017; veículo em mau estado de conservação, quando necessária avaliação da segurança estrutural; alteração da espécie para “coleção”; remarcação do Número de Identificação Veicular – NIV ou do motor, por oxidação, adulteração, furto ou outras irregularidades; ausência de item obrigatório de identificação veicular; suspeita de manipulação ou adulteração de sinal identificador; inclusão do número do CSV no Certificado de Registro de Veículo e baixa de restrição administrativa de média monta, inclusive quando o exame tiver sido realizado em outra Unidade da Federação; troca de placa para inclusão de Registro Nacional de Veículo Automotor – Renavam (primeiro registro na Base de Índice Nacional – BIN); homologação de laudo de exame veicular emitido por órgão ou entidade executiva de trânsito (vistoria lacrada); existência de divergência no cadastro do veículo; veículos oriundos de seguradora cujo primeiro emplacamento não tenha ocorrido em seu próprio CNPJ ou que não tenham permanecido sob sua exclusiva propriedade; troca de motor;  veículo recolhido ao Depósito de Veículos; regularização de veículos restituídos de roubo/furto; identificação veicular de veículos de titularidade do Corpo Diplomático nos casos de primeiro emplacamento decorrente de processos de nacionalização; e ainda em veículos que, embora já nacionalizados, demandem procedimentos de gravação ou remarcação de itens de identificação veicular.
Dispensa de vistoria
A vistoria veicular fica dispensada nos casos de: anotação no contrato de comodato ou de posse, nos termos da Resolução Contran nº 339/2010; emissão de 2ª via do Certificado de Registro de Veículo – ATPV-e; mudança de categoria (aluguel/particular ou vice-versa); transferência de propriedade para o arrendatário em contrato de arrendamento mercantil (leasing); primeiro registro de veículo inacabado após complementação de carroceria; exclusão de gravame ou reserva de domínio; e alteração de dados cadastrais.
Validade da vistoria
A vistoria veicular realizada pelo Detran-DF ou pelas empresas credenciadas terá validade de 90 dias, a contar da data da emissão do respectivo Laudo, devendo ser utilizada para um único serviço. Para veículos comercializados por concessionárias e revendedoras, destinados ao ativo circulante (estoque), a vistoria veicular poderá ser realizada por empresa credenciada, com validade de 180 dias.

ECA completa 36 anos nesta segunda-feira (13) e se adapta aos desafios da era digital

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Estatuto amplia formas de proteção à infância com iniciativas digitais e enfrenta novos desafios, como cyberbullying, crimes virtuais e exposição de crianças e adolescentes na internet

Nesta segunda-feira (13), o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 36 anos consolidado como a principal legislação de proteção à infância e à adolescência no Brasil.

Criado em 1990 para garantir direitos fundamentais de crianças e adolescentes, o Estatuto chega ao aniversário diante de uma realidade muito diferente daquela em que foi concebido. Com a popularização da internet, das redes sociais e da inteligência artificial, a proteção integral passou a exigir novos mecanismos para enfrentar desafios como cyberbullying, exploração sexual online, vazamento de dados, violência digital e impactos na saúde mental. Nesse cenário, iniciativas como o ECA Digital surgem para aproximar a legislação da população e tornar mais acessíveis os instrumentos de garantia de direitos.

Para o advogado Max Kolbe, o maior mérito do Estatuto foi criar princípios capazes de atravessar gerações, mas a forma de aplicá-los precisa acompanhar a transformação da sociedade. “O ECA foi criado em um momento em que a realidade era completamente diferente da que vivemos hoje. A internet ainda era incipiente, não existiam redes sociais e muitos dos riscos que hoje preocupam famílias e autoridades sequer faziam parte do cotidiano. O mérito do Estatuto é justamente estabelecer princípios que continuam válidos, mas que precisam ser aplicados à luz dessas novas realidades”, afirma.

Promulgado em 13 de julho de 1990, o ECA representou uma das maiores mudanças na legislação brasileira ao reconhecer crianças e adolescentes como sujeitos de direitos. A partir da nova norma, Estado, família e sociedade passaram a compartilhar a responsabilidade pela proteção integral desse público, assegurando direitos à educação, saúde, convivência familiar, cultura, lazer e proteção contra todas as formas de violência, negligência e exploração.

Ao longo das últimas três décadas, o Estatuto impulsionou importantes políticas públicas voltadas à infância e à adolescência. A legislação fortaleceu a atuação dos Conselhos Tutelares, aperfeiçoou os processos de adoção, ampliou o combate ao trabalho infantil, à violência sexual e aos maus-tratos, além de integrar a atuação do Judiciário, Ministério Público, escolas, serviços de saúde, assistência social e forças de segurança.

Se antes os desafios estavam concentrados no acesso aos direitos básicos, hoje o ambiente digital passou a ocupar lugar central na proteção de crianças e adolescentes. O uso cada vez mais precoce da internet expôs esse público a novas formas de violência, exigindo atualização permanente das políticas públicas e maior participação das famílias na orientação sobre segurança digital.

Nesse contexto, o ECA Digital representa um dos movimentos de modernização da legislação. A plataforma reúne o texto do Estatuto, orientações, serviços, canais de denúncia e informações sobre direitos, permitindo acesso mais rápido tanto para cidadãos quanto para profissionais que atuam na rede de proteção.

Para Max Kolbe, a tecnologia também pode ser uma aliada na garantia desses direitos. Segundo ele, o desafio não está apenas em combater os riscos da internet, mas em utilizar as ferramentas digitais para fortalecer a proteção da infância.

“A tecnologia não deve ser vista apenas como um problema. Ela também amplia o acesso à informação, aproxima as famílias dos serviços públicos e fortalece a atuação dos profissionais que trabalham na proteção de crianças e adolescentes. O desafio é fazer com que inovação e direitos caminhem juntos”, destaca.

Mesmo após 36 anos, especialistas avaliam que o ECA continua sendo um dos instrumentos mais importantes da legislação brasileira. A diferença é que, agora, a proteção integral também passa pelas telas dos celulares, pelas redes sociais e pelo ambiente virtual, exigindo uma atuação cada vez mais integrada entre poder público, escolas, famílias e sociedade.

Via JK deixa de ser de trânsito rápido

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Reclassificação da via em arterial reduz a velocidade máxima de 80 para 60km/h e permite instalação de travessias sinalizadas para pedestre, além de semáforos e bolsões de motos
Zélia Ferreira
A via de ligação da Estrada Parque das Nações (DF-004) à ponte Juscelino Kubitschek passa a ser classificada como arterial, conforme a Instrução nº 231, de 2 de julho de 2026, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal desta segunda-feira (13).
Estudos técnicos realizados pela Diretoria de Engenharia do Departamento de Trânsito do Distrito Federal apontaram que, embora classificada como via de trânsito rápido, o trecho viário já operava com características de via de menor velocidade devido à densidade de ocupação no entorno.
Os técnicos observaram que a redução da velocidade de 80 para 60km/h aumenta muito pouco o tempo de percurso e em horários críticos, como a via já opera em velocidade média inferior a 60km/h, não há impacto. Logo, o aumento de tempo durante o percurso de 2,4km é considerado insignificante para o condutor comparado à preservação das vidas que transitam pela via.
Com a requalificação da via, o órgão de trânsito vai substituir a sinalização vertical e horizontal para adequar a regulamentação da velocidade, com instalação de placas de advertência ao longo da via, implantação de zebrados, tachinhas e implantação de semáforos.
Serão instalados quatro cruzamentos semafóricos próximos às paradas de ônibus, faixas de pedestres e bolsões de motos, além de quebrar as barreiras de concreto em dois pontos para fazer a acomodação dos pedestres que deverão aguardar para fazer a travessia segura.
Com as mudanças, o cidadão terá seu direito de travessia segura assegurado, podendo ir trabalhar e voltar para casa com vida.

Plano Safra: crédito recorde chega mais caro e acende alerta para produtores da safra de verão

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Leandro Marmo, advogado especialista em Direito do Agronegócio e CEO do João Domingos Advogados, explica que, apesar do volume histórico de recursos anunciado pelo governo, juros mais altos, burocracia e exigências bancárias podem dificultar o acesso ao crédito

O lançamento do Plano Safra, com a promessa de um volume recorde de recursos para o financiamento do agronegócio, reacendeu as expectativas do setor para o início da safra de verão. Na prática, porém, especialistas alertam que o aumento das taxas de juros, a predominância de recursos atrelados ao mercado financeiro e a burocracia para contratação do crédito podem tornar o financiamento mais caro e menos acessível, justamente em um momento em que muitos produtores ainda enfrentam dificuldades para reorganizar as finanças e renegociar dívidas.

Para Leandro Marmo, advogado especialista em Direito do Agronegócio e CEO do João Domingos Advogados, o valor anunciado pelo governo não reflete, necessariamente, as condições reais encontradas pelos produtores no momento da contratação do crédito.

“O anúncio de um volume recorde de recursos gera uma percepção positiva, mas é preciso olhar para a composição do Plano Safra. A maior parte desses recursos está vinculada às taxas de mercado, acompanhando a Selic, o que torna o financiamento significativamente mais caro para quem depende do crédito rural”, afirma.

Segundo o especialista, apenas parte dos recursos conta com juros equalizados pelo Tesouro Nacional. O restante é formado por linhas de crédito livres, sujeitas às condições praticadas pelas instituições financeiras, cenário que amplia o custo das operações.

Outro fator que preocupa é a diferença entre a taxa anunciada oficialmente e o custo efetivamente pago pelo produtor.

“Em muitos casos, o financiamento é condicionado à contratação de seguros, títulos de capitalização, consórcios e outros produtos financeiros. Isso faz com que o custo efetivo da operação seja muito superior ao divulgado inicialmente”, explica.

Além do custo, a burocracia permanece como um dos principais obstáculos para o acesso aos recursos. Projetos técnicos, Cadastro Ambiental Rural (CAR) regularizado, documentação da propriedade, análises financeiras e demais exigências podem atrasar a liberação do crédito e comprometer o calendário agrícola.

“Quem não consegue acessar rapidamente os recursos subsidiados acaba recorrendo às linhas de mercado, mais caras, ou perde a janela ideal de plantio, o que pode impactar diretamente a produtividade e a rentabilidade da safra”, destaca. Ressalta o Especialista.

Diversificação reduz riscos

Diante desse cenário, Leandro Marmo recomenda que produtores adotem uma estratégia diversificada de financiamento, evitando depender exclusivamente do crédito bancário tradicional.

“O ideal é combinar diferentes instrumentos financeiros. O Plano Safra continua sendo importante, mas deve fazer parte de uma estratégia mais ampla de gestão financeira da propriedade.”

Entre as alternativas está o barter, operação em que o produtor recebe insumos e realiza o pagamento com parte da produção futura por meio de uma Cédula de Produto Rural (CPR).

“O barter pode ser uma ferramenta eficiente, desde que o contrato seja cuidadosamente analisado. É fundamental negociar com empresas consolidadas e verificar cláusulas relacionadas à qualidade do produto, prazos, critérios de entrega e penalidades.”

Outra recomendação é utilizar mecanismos de proteção contra a volatilidade dos preços agrícolas, como o hedge por meio de contratos futuros.

“O hedge permite ao produtor garantir uma margem de rentabilidade previamente conhecida. Embora ele abra mão de ganhos maiores caso o preço suba, também reduz o risco de prejuízos provocados por quedas bruscas no mercado.”

Atenção aos contratos

O especialista também alerta para a importância de observar a modalidade contratual utilizada pelas instituições financeiras.

“Nem toda operação destinada ao agronegócio garante ao produtor as proteções previstas na legislação do crédito rural. Dependendo do título utilizado, direitos importantes, como a possibilidade de prorrogação da dívida em situações de frustração de safra, podem ser objeto de discussão judicial. Por isso, a análise jurídica do contrato antes da assinatura é indispensável.” Explica.

Para Leandro Marmo, o cenário atual reforça que planejamento financeiro, gestão de riscos e segurança jurídica serão fatores decisivos para o sucesso da safra de verão.

“Hoje, buscar crédito não é suficiente. O produtor precisa entender quanto realmente vai pagar, quais direitos possui e quais instrumentos podem proteger sua atividade. Uma decisão tomada antes do plantio pode definir o resultado financeiro de toda a safra.”, conclui.

Arquitetura contemporânea, biofilia e espaços amplos fazem do New York Residence referência para famílias no alto padrão

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Projetado para atender ao perfil de famílias que buscam conforto, funcionalidade e sofisticação, o New York Residence, empreendimento do Grupo Manhattan no bairro Cocó, em Fortaleza, aposta na arquitetura contemporânea e na integração dos ambientes com a natureza como alguns de seus principais diferenciais.

 

Com linhas imponentes e um projeto inspirado na estética das grandes metrópoles, o residencial alia design atemporal, fachadas modernas, iluminação natural abundante e ambientes integrados. O conceito de biofilia, cada vez mais presente na arquitetura de alto padrão, está refletido na valorização da luz natural, da ventilação cruzada, das áreas verdes e da conexão entre os espaços internos e externos, proporcionando mais bem-estar, conforto e qualidade de vida aos moradores.

 

As unidades, com metragens de 119 m², 122 m² e 155 m², oferecem opções de três e quatro suítes, privilegiando amplitude e flexibilidade para acomodar famílias maiores sem abrir mão da exclusividade. Outro destaque é o pé-direito duplo nas salas, recurso arquitetônico que amplia a sensação de espaço, favorece a ventilação e potencializa a entrada de luz natural.

 

Segundo Leide Costa, gerente comercial da Manhattan Construtora, a arquitetura exerce papel decisivo na experiência de moradia.

 

“A arquitetura de alto padrão vai muito além da estética. Ela influencia a forma como as pessoas vivem e utilizam os ambientes. No New York Residence, buscamos criar espaços amplos, integrados e conectados com elementos naturais, capazes de proporcionar mais conforto, bem-estar e qualidade de vida para as famílias.”

 

A executiva destaca que o empreendimento foi concebido para acompanhar a evolução do perfil dos compradores de imóveis de alto padrão.

 

“Observamos uma demanda crescente por apartamentos que ofereçam mais espaço, integração e ambientes que promovam uma relação mais harmoniosa com a natureza. Esse conceito de biofilia está cada vez mais presente na arquitetura contemporânea e o New York Residence incorpora essa tendência ao reunir plantas generosas, iluminação natural, ventilação e áreas de convivência que favorecem o bem-estar dos moradores”, conclui.

Sobre o Grupo Manhattan

Com 23 anos de atuação, o Grupo Manhattan é referência no mercado imobiliário de alto padrão no Ceará e no Piauí. Por meio da Manhattan Construtora, desenvolve empreendimentos residenciais, comerciais e turísticos, unindo qualidade construtiva, inovação e valorização imobiliária.

O portfólio reúne projetos como New York Residence, Manhattan Beach Riviera, Beverly Hills Residence, Sun City Rota das Emoções, Manhattan River Center e novos investimentos voltados ao turismo e à expansão regional, consolidando o grupo como uma das principais incorporadoras do Nordeste.