Início Site Página 64

Santuário Animal Francisco de Assis precisa de ajuda

0

Na Fercal, um abrigo de animais nasceu a partir da dedicação de um homem aos bichos. Charles Magalhães, 59, fala que, durante toda a vida, costumava andar com ração e água no carro, pronto para ajudar qualquer cachorro e gato que encontrasse pelo caminho.

Há três anos, após se aposentar, Magalhães comprou um sítio e transformou em realidade um desejo antigo. “Sempre foi meu sonho trabalhar com animais”, relembra. Foi assim que surgiu o Santuário São Francisco de Assis, que hoje acolhe cerca de 70 cães e gatos.

A principal necessidade do local, que recebe vários cães em situações graves de maus-tratos, é a doação de medicamentos. Um dos animais, por exemplo, chegou ao local há dois anos, após sofrer queimaduras provocadas por óleo quente em uma cozinha de restaurante.

Para cobrir todos os gastos, Magalhães fala que a ajuda é insuficiente. “Uma ou outra pessoa presta auxílio. Ainda é muito pouco”, diz. Além das despesas fixas com alimentação e cuidados básicos, ele enfrenta custos elevados com o tratamento de três cães diagnosticados com tumor venéreo transmissível (TVT), um tipo de câncer contagioso entre cães.

“Amparados em canis, gatos e baias construídos com muito amor, luta, dedicação e carinho, o Santuário Animal Francisco de Assis precisa de ajuda. Qualquer valor é bem-vindo”, afirma Ieda Magalhães.

Colabore:

Pix: 61 99533912 (Ieda Maria Jaber Magalhães)

Contato: 61 994172601 (Vizinho Charles)

 

Fonte: donnysilva.com.br

“Vai tomar um pau danado”, diz Nunes sobre Haddad em SP

0

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes  (MDB), reagiu ao ser questionado se o ministro da Fazenda, Fernando Haddad  (PT), teria chances de vencer Tarcísio de Freitas (Republicanos), caso o petista seja novamente o adversário do governador na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes.

“De jeito nenhum, vai tomar um pau danado”, afirmou em tom bem-humorado. A declaração ocorreu durante cerimônia do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo (foto em destaque), feita em homenagem ao prefeito nessa sexta-feira (20/2).

 

Banco do Nordeste participa da 5ª Corrida Contra o Câncer e reforça apoio à Fundação Napoleão Laureano

0
 
João Pessoa (PB) – A 5ª Corrida Contra o Câncer, iniciativa promovida pela Fundação Napoleão Laureano com patrocínio do Banco do Nordeste, ocorre neste domingo, 22, com largada prevista às 6h. O evento já é consolidado no calendário socioesportivo da Paraíba. Com a ação, o Banco reforça o compromisso institucional com eventos que impactam diretamente a qualidade de vida da população e fortalecem o envolvimento comunitário.

“Por meio do esporte, saúde e solidariedade, apoiamos a causa do combate ao câncer. O Banco do Nordeste é parceiro dessa ação que promove hábitos de vida saudáveis e amplia a conscientização sobre a importância do diagnóstico precoce e do tratamento humanizado”, destacou o superintendente do BNB na Paraíba, Rudrigo Araújo.

Durante a entrega dos kits, os inscritos também entregarão 2 kg de alimentos não perecíveis, que serão destinados a famílias assistidas pelo Hospital Napoleão Laureano, referência no atendimento oncológico na Paraíba.

Além de apoiar a mobilização solidária, a presença do Banco do Nordeste contribui para fortalecer o vínculo com a Fundação Napoleão Laureano e ampliar a visibilidade da importância da prevenção e do cuidado contínuo com a saúde.

Feminicídio: o fogo do ódio

0

 

Ricardo Viveiros*

 

O crescimento dos feminicídios no Brasil em 2025, com quatro mulheres assassinadas por dia (MJSP), não pode ser compreendido apenas como resultado de conflitos individuais, falhas de segurança pública ou desvios de caráter. É um fenômeno estrutural, enraizado em uma cultura histórica de rancor, controle e subalternização das mulheres, que atravessa séculos e se atualiza por meio de discursos ideológicos, religiosos e políticos. A violência letal contra mulheres é o estágio extremo de uma pedagogia social que ensina, naturaliza e legitima o domínio masculino. Triste herança do passado que perdura no presente.
Desde a formação das sociedades patriarcais, o feminino foi sendo deslocado do lugar de potência para o de ameaça. O Malleus Maleficarum (Martelo das Feiticeiras), cartilha inquisitorial publicada no século XV, é um dos exemplos mais brutais dessa construção simbólico-discursiva. Ao associar a mulher ao pecado, à sexualidade descontrolada e ao demônio, o texto consolidou uma narrativa que permitiu a perseguição, a tortura e a morte de milhares de mulheres. A caça às bruxas não foi um delírio coletivo, mas um projeto político de disciplinamento dos corpos femininos, injusto argumento na consolidação do Estado moderno, do capitalismo nascente e do controle social.
Essa misoginia institucionalizada não desapareceu com o fim das fogueiras. Ela se transformou. A narrativa que antes demonizava o corpo feminino hoje se apresenta em roupagens modernas: moralismos seletivos, discursos de ódio nas redes sociais, negacionismo da violência de gênero e ideologias que reforçam papéis tradicionais como se fossem naturais ou divinos. A lógica, no entanto, segue a mesma: controlar a autonomia das mulheres, sua sexualidade, sua presença no espaço público e sua capacidade de decisão. Enfim, o crescente empoderamento feminino é punido com agressões e mortes pelos radicais, pelos fascistas, pelos covardes.
A análise histórica revela que nem sempre foi assim. Em sociedades matrísticas, como definiram Humberto Maturana e Gerda Verden-Zöller, as mulheres ocupavam posição central, associadas à fertilidade, ao saber e à organização da vida comunitária. Eram respeitadas e cultuadas por sua importância, registra a vida de grupos sociais em várias partes do mundo. A supremacia masculina emerge quando a força física, a guerra e a propriedade passam a estruturar as relações sociais. A partir daí, o poder cultural masculino se impõe sobre o poder biológico feminino, transformando a mulher em propriedade e sua sexualidade em objeto de desconfiança e punição.
O patriarcado, ao longo dos séculos, construiu uma linguagem que inferioriza o feminino e o associa à culpa, ao descontrole e à ameaça. Essa linguagem não apenas molda imaginários, mas orienta práticas. Quando a mulher é morta por ser mulher, o agressor age amparado por uma cultura que o ensinou a ver, desde bem jovem, o corpo feminino como posse e a violência como correção. O feminicídio, nesse sentido, é um crime ideológico.
Na sociedade contemporânea, as mídias digitais amplificam esse processo. Tal como no conto O Patinho Feio (1843), de Hans Christian Andersen, a aparência, os estereótipos e os julgamentos sumários definem quem merece existir sem ser atacado. Mulheres que rompem padrões são canceladas, perseguidas e silenciadas. A desumanização simbólica antecede a violência física. É comum observar homens que, de modo dissimulado, ridicularizam e inferiorizam mulheres.
Compreender o feminicídio como herdeiro de um longo processo histórico é fundamental para enfrentá-lo. Não se trata apenas de punir crimes, mas de desmontar discursos, revisar narrativas e interromper a recorrência cotidiana do androcentrismo. Enquanto a cultura do ódio for legitimada por ideologias que exaltam a força, o controle e a submissão, as mulheres continuarão sob risco.
Romper esse ciclo exige mais do que leis: exige memória, consciência histórica e a coragem de confrontar as bases simbólicas do patriarcado. Educação. As fogueiras da Inquisição mudaram na forma, mas o fogo delas ainda queima. E só será extinto quando a sociedade deixar de naturalizar a violência contra as mulheres e passar a reconhecê-las como iguais – pessoas de direito, desejo e existência.
*Ricardo Viveiros, jornalista, professor e escritor, é doutor em Educação, Arte e História da Cultura (UPM); membro da Academia Paulista de Educação (APE) e conselheiro da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (ABERJE); autor, entre outros livros, de A vila que descobriu o Brasil, Justiça seja feita e Memórias de um tempo obscuro.

GDF encaminha projeto de lei à Câmara Legislativa com objetivo de reforçar capital do BRB

0

O BRB informa que o Governo do Distrito Federal, acionista controlador do Banco de Brasília, encaminhou à Câmara Legislativa do DF (CLDF), projeto de lei solicitando autorização para realização de aporte de capital no Banco. O documento foi protocolado nesta sexta-feira, dia 20.

A proposição legislativa autoriza a recomposição, o reforço e a ampliação do patrimônio líquido, do capital social, bem como a realização de aporte patrimonial de bens, de forma a assegurar a adequada estrutura de capital da instituição.

No âmbito do plano de capital, o pedido de autorização à Câmara Legislativa do Distrito Federal, soma-se a medidas que já estão sendo implementadas pela nova diretoria do BRB para garantir liquidez e fortalecer o capital. O objetivo prioritário é assegurar robustez dos indicadores financeiros do Banco e garantir a continuidade dos serviços prestados à sociedade. Proteger o BRB significa proteger serviços que impactam diariamente na vida de milhões de brasilienses.

A execução da proposta apresentada pelo acionista controlador estará em consonância com as normas do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central. As futuras medidas também devem observar a legislação aplicável às instituições financeiras e às alienações de bens públicos, bem como os princípios de legalidade, eficiência, economicidade, transparência e governança.

O Banco segue operando normalmente, com solidez, transparência e governança reforçada, mantendo diálogo constante com o Banco Central e demais órgãos de controle. A comunicação com o mercado e com a sociedade seguirá sendo feita de forma transparente, acompanhando o andamento dos trâmites na CLDF e a implementação das demais iniciativas previstas no plano.

Exclusão do Simples e cobrança retroativa pressionam caixa e aceleram crise em pequenas empresas

0

Desenquadramento pode gerar recálculo de tributos com multa e juros e comprometer anos de resultado financeiro

Os pequenos negócios representam 99% das empresas brasileiras e respondem por cerca de 30% do PIB, segundo dados do Sebrae com base em informações da Receita Federal e do IBGE. Ao mesmo tempo, o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação aponta que a maioria das empresas no país recolhe tributos de forma incorreta, muitas vezes pagando valores superiores ao devido.

Quando o problema envolve o enquadramento no Simples Nacional, o impacto pode ser ainda mais severo. A exclusão do regime simplificado, acompanhada da cobrança retroativa de impostos, tem levado empresas a enfrentar autuações elevadas e forte deterioração do fluxo de caixa.

Maynara Fogaça, tributarista e especialista em gestão tributária, CEO da Visão Tributária, ecossistema de soluções fiscais e empresariais com atuação nacional, afirma que o risco costuma passar despercebido até o momento da notificação. “O empresário acredita que o Simples resolve toda a complexidade tributária, mas o regime tem limites e regras claras. Quando há descumprimento, o passivo já está formado”, diz.

A exclusão do Simples pode ocorrer por excesso de faturamento, exercício de atividade vedada, existência de débitos tributários ou omissão de receitas. A Lei Complementar 123/2006 prevê que, em determinadas hipóteses, o desenquadramento produza efeitos retroativos, inclusive ao início do ano-calendário em que a irregularidade foi constatada.

Com o avanço do cruzamento eletrônico de dados, as administrações tributárias passaram a identificar inconsistências com maior rapidez. Informações declaradas via notas fiscais eletrônicas, SPED e obrigações acessórias são confrontadas de forma automatizada.

A cobrança retroativa costuma ocorrer quando há infrações como omissão de receitas, extrapolação do limite de faturamento sem comunicação obrigatória ou enquadramento indevido de atividade econômica. Nesses casos, a empresa deixa de recolher pelo Simples e passa a ter os tributos recalculados conforme o regime aplicável, como lucro presumido ou lucro real.

“O recálculo envolve não apenas a diferença de alíquotas, mas também multa e juros. Dependendo do período analisado, o valor acumulado pode comprometer completamente o capital de giro”, afirma.

A diferença entre as alíquotas do Simples e as praticadas em outros regimes pode representar vários pontos percentuais sobre a receita bruta. Em empresas com margens reduzidas, isso significa absorver praticamente todo o lucro obtido no período atingido pela retroatividade.

Além do impacto financeiro imediato, a exclusão pode gerar restrições na emissão de certidões negativas, dificultando acesso a crédito e participação em licitações. “Já vimos empresas que descobriram um passivo equivalente a anos de resultado líquido. Sem planejamento, a continuidade do negócio fica ameaçada”, relata.

O principal equívoco, segundo a especialista, é tratar o Simples como solução definitiva e automática. O crescimento da empresa, a alteração de atividades e a abertura de novas frentes de receita exigem reavaliação periódica do enquadramento.

“Muitos gestores focam apenas em vender e expandir, mas não revisam se o regime tributário ainda é o mais adequado. O problema não aparece no dia a dia e, quando surge, já está consolidado”, diz.

A especialista aponta cinco medidas para evitar exclusão do Simples e proteger o caixa

Para reduzir riscos e aumentar a previsibilidade financeira, algumas medidas são consideradas essenciais. Antes de detalhá-las, a tributarista ressalta que prevenção custa menos do que litígio e parcelamento de dívidas.

 

  • Diagnóstico periódico do enquadramento
    Revisar anualmente faturamento, CNAEs e estrutura societária para verificar se a empresa ainda atende aos critérios do Simples.
  • Monitoramento de limites e débitos
    Acompanhar o faturamento acumulado e eventuais pendências fiscais que possam motivar exclusão automática.
  • Auditoria fiscal preventiva
    Realizar análises técnicas para identificar inconsistências antes que sejam apontadas pelo Fisco.
  • Simulação de cenários de transição
    Projetar impactos financeiros de eventual migração para lucro presumido ou real, com base em dados reais da operação.
  • Contratação de assessoria especializada
    Buscar profissionais com experiência comprovada em gestão tributária consultiva, capazes de atuar tanto na prevenção quanto na defesa administrativa.

 

“A escolha do assessor não deve ser guiada apenas por honorários, mas por capacidade técnica e visão estratégica. Um erro de enquadramento pode custar anos de trabalho”, afirma.

Para Maynara, a exclusão do Simples não é apenas um problema fiscal, mas um risco estrutural de gestão. “Existe uma diferença entre cumprir a obrigação e gerir tributos com inteligência. Empresas que acompanham seus indicadores fiscais com método conseguem antecipar riscos e preservar o caixa”, conclui.

 

Sobre Maynara Fogaça

Maynara Fogaça é tributarista, especialista em gestão tributária e referência nacional em Auditoria de Crédito Tributário, com mais de 23 anos de experiência e mais de R$200 milhões recuperados para empresas. É CEO da Visão Tributária e da Mais Tributário, além de fundadora do Visão Tax, maior evento de empreendedorismo tributário do interior paulista. Formada em Direito, com pós em Gestão Tributária, atua como mentora e palestrante, ajudando empresários e contadores a transformarem o caos fiscal em lucro. Sua abordagem estratégica vai além da contabilidade tradicional, com foco em resultados reais.

Para mais informações, visite o site, Instagram ou pelo Linkedin.

Sugestão de fonte: clique aqui

Fontes de pesquisa

Sebrae – Pequenos Negócios em Números
https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/sp/sebraeaz/pequenos-negocios-em-numeros,12e8794363447510VgnVCM1000004c00210aRCRD

Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT)
https://ibpt.com.br/estudos/

Lei Complementar nº 123/2006 – Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp123.htm

 

Acontece neste sábado (21) o primeiro encontro da Fraternidade Sem Fronteiras  na capital federal

0

Encontro acontece na Casa da Caridade Inácio Daniel, em Águas Claras. Evento contará com a presença do presidente da instituição, Wagner Moura, além de várias outras personalidades que inspiram a fraternidade no Brasil e no mundo

Wagner Moura – Divulgação

Brasília vai sediar o primeiro Encontro Regional de 2026 da Fraternidade Sem Fronteiras (FSF), amanhã, sábado, 21 de fevereiro, na Casa da Caridade Inácio Daniel, em Águas Claras. A capital federal foi escolhida para abrir a agenda nacional da organização humanitária neste ano.

Com o tema “Um só povo, um só coração”, o encontro reunirá o fundador-presidente da FSF, Wagner Moura Gomes, além de lideranças religiosas, voluntários e convidados ligados aos projetos desenvolvidos pela instituição no Brasil e no exterior.

A programação prevê painéis, palestras e momentos de diálogo inter-religioso. Os recursos arrecadados com as inscrições serão destinados a iniciativas sociais como os projetos Órfãos do Congo, Clínica da Alma e ações assistenciais desenvolvidas por parceiros locais.

 

Encontro Regional FSF

O Encontro Regional da FSF em Brasília é aberto a todo público e as inscrições podem ser feitas pelo link: https://fraternidadesemfronteiras.colabore.org/fsfembsb. 

O valor é de R$120 e será destinado para os trabalhos desenvolvidos nos projetos “Órfãos do Congo”, no acolhimento de crianças órfãs pela guerra, “Clínica da Alma”, no acolhimento de pessoas em situação de rua e/ou com dependência química; e aos trabalhos assistenciais desenvolvidos por Marcos Regis, do Complexo Social Fraternidade Servos de Maria, e da Maira Rocha, da Casa da Caridade Inácio Daniel.

O evento conta com a modalidade do Ingresso Solidário, que possibilita ao participante doar uma inscrição para que pessoas em situação de vulnerabilidade financeira também possam vivenciar esse encontro de amor e acolhimento. Trata-se de um gesto simples, mas de grande impacto social, capaz de ampliar o acesso, promover a inclusão e transformar vidas por meio da solidariedade.

Programação:

Encontro Regional da Fraternidade sem Fronteiras

Um só povo, um só coração

Casa da Caridade Inácio Daniel – Brasília/DF

 21 de fevereiro de 2026

Manhã

07h – 08h00 | Credenciamento e Acolhida Fraterna

Recepção dos participantes e integração inicial.

08h00 | Abertura Musical,

Momento de boas-vindas e sintonia fraterna: Amanda Morais

08h30 | Abertura: Boas Vindas com Maria Rocha

08h45 | Missão e Valores da Fraternidade sem Fronteiras

com Wagner / espaço para perguntas

09h00 – 09h50 | Painel: Caravana e Órfãos do Congo

Com Renato e Amanda

Relato de vivências e impactos do trabalho fraterno com as crianças órfãs do Congo.

Chamada de vídeo surpresa com as crianças no Burundi

9h50 – 10h10 | Intervalo (20minutos)

10h10| Diálogo Interreligioso

Tema: Um só povo, um só coração

Um encontro de fé, respeito e união entre diferentes tradições espirituais, com a presença de:

  • Pastor Milton – Representando a tradição Evangélica
  • Irmã Aila Pinheiro – Representando o Catolicismo
  • Maira Rocha – Representando o Universalismo
  • Marcos Regis – Representando a Umbanda
  • Quincas Veloso – Representando o Espiritismo

12h00 | Almoço

Tarde

12h30 – 13h45 | Momento Musical

Apresentação com grupo Versos e Melodia

14h00 | Painel: Experiência de Caravanas

Com Taina, Danila Migliari e Everton

Compartilhamento de experiências e aprendizados nos projetos vivenciados.

14h40 | Palestra: Irmã Aila Pinheiro

Reflexão espiritual e inspiradora sobre fraternidade e fé.

15h10 | Palestra: Maria

Reflexão sobre a fraternidade e propósito

15h40 – 16h00 | Intervalo (20 minutos)

16h00 | Encenação: Mahatma Gandhi

Com João Sinhoreli

Espetáculo reflexivo sobre a vida e a mensagem de paz do líder indiano.

17h00 | Encerramento

Com Wagner e Maira

Síntese do dia e mensagem final de fraternidade.

Sobre a Fraternidade sem Fronteiras – A FSF é uma Organização humanitária e Não-Governamental, com sede em Campo Grande (MS) e atuação brasileira e internacional, com atuação em oito países, em alguns dos lugares mais pobres do planeta, com esperança e profundo desejo de ajudar, acabar com a fome e construir um mundo de paz. A instituição possui 79 polos de trabalho, mantém centros de acolhimento, oferece alimentação, saúde, formação profissionalizante, educação, cultivo sustentável, construção de casas e ainda, abraça projetos de crianças com microcefalia e doença rara. Todos os trabalhos são mantidos por meio de doações e principalmente pelo apadrinhamento com valor mensal a partir de R$25. Mais informações podem ser obtidas pelo site http://www.fraternidadesemfronteiras.org.br.

Imposto de Renda: checklist essencial ajuda declarante a evitar erros e cair na malha fina

0

A contadora Érica Gomes reforça a importância da organização prévia para evitar pendências e agilizar a restituição

Com a proximidade do período de entrega da Declaração do Imposto de Renda 2025, referente ao ano-calendário 2024, especialistas alertam que a organização antecipada dos documentos é um dos principais fatores para evitar inconsistências, cair na malha fina e até atrasos na restituição.

Segundo a contadora Érica Gomes, a preparação deve começar com a separação dos documentos pessoais e financeiros, reunindo comprovantes que detalhem a real situação patrimonial e de rendimentos do contribuinte ao longo do ano. “Ter todos os documentos em mãos antes de iniciar a declaração reduz significativamente o risco de erros e retrabalho. Além disso, garante que o contribuinte aproveite corretamente as deduções permitidas por lei”, explica.

Entre os documentos básicos, estão CPF do titular e dependentes, acesso ao Gov.br ou procuração eletrônica, comprovante de endereço atualizado, dados bancários e a última declaração do Imposto de Renda, quando houver. Essas informações facilitam o preenchimento e a conferência dos dados já registrados pela Receita Federal.

Outro ponto de atenção são os comprovantes de rendimentos, que incluem informes fornecidos por empregadores, aposentadorias do INSS, rendimentos de aluguel, atividades como autônomo ou profissional liberal, além de distribuição de lucros e pró-labore para sócios de empresas. Rendimentos provenientes de pensão alimentícia, heranças ou doações também devem ser informados.

De acordo com Érica Gomes, a omissão de rendimentos é um dos erros mais comuns. “Muitas pessoas esquecem de declarar rendas extras, como aluguéis ou trabalhos autônomos. A Receita cruza dados automaticamente, então qualquer divergência pode gerar pendências”, alerta.

A declaração também exige atenção ao patrimônio. Bens e direitos com valor acima de R$5 mil, como imóveis, veículos, aplicações financeiras, previdência privada, criptomoedas e participações societárias, devem ser devidamente informados, com documentação como escrituras, contratos, extratos e registros oficiais.

Além disso, dívidas e ônus reais superiores a R$5 mil, como empréstimos, financiamentos e parcelamentos junto à Receita Federal ou outros órgãos públicos, precisam constar na declaração para que o patrimônio seja demonstrado corretamente.

As despesas dedutíveis também desempenham papel estratégico na redução do imposto devido. Gastos com saúde, educação, previdência privada do tipo PGBL e pensão alimentícia judicial podem diminuir a base de cálculo do tributo, desde que comprovados. “Guardar recibos médicos, notas fiscais e comprovantes de pagamento ao longo do ano é fundamental. Sem comprovação, a dedução pode ser glosada pela Receita”, ressalta a contadora.

Investidores devem redobrar a atenção. As operações na bolsa de valores exigem informes das corretoras, extratos da B3, DARFs pagos sobre ganho de capital, além do controle mensal de lucros, prejuízos e posição em custódia. Outro item relevante, conforme a especialista, são as doações e incentivos fiscais, como contribuições para fundos da criança e do adolescente, idosos, cultura, esporte e saúde, que podem gerar dedução do imposto devido quando devidamente comprovadas.

Para ela, a principal recomendação é não deixar a organização para a última hora. “A declaração do Imposto de Renda não deve ser feita com pressa. Um checklist completo de documentos garante mais segurança, evita problemas com a Receita Federal e ainda pode resultar em uma restituição mais rápida”, conclui.

 

VPJ e Edu Guedes ressignificam o consumo do hambúrguer, que agora pode ser servido à mesa, com garfo e faca

0
A VPJ Alimentos, referência no mercado de carnes superpremium, escolheu o chef Edu Guedes como embaixador do primeiro hambúrguer quadrado do Brasil, lançamento que propõe uma mudança de percepção na categoria ao reposicionar o hambúrguer como refeição completa, e não apenas como lanche rápido.
 Desenvolvido com 150 gramas de carne 100% Angus, raça reconhecida mundialmente pelo sabor, maciez e qualidade superior, o produto, disponível nas lojas Pão de Açúcar, é uma alternativa de alto padrão para almoços e jantares, combinando conveniência, padronização e valor nutricional na proposta da VPJ Alimentos em democratizar a carne Angus no dia a dia da família brasileira.
A escolha de Edu Guedes vai além de uma associação publicitária tradicional. A VPJ buscou no chef uma figura que representasse a culinária brasileira, com forte conexão com as famílias, especialmente com as donas de casa que procuram soluções rápidas, nutritivas, confiáveis e saborosas. Com autoridade construída na televisão e nas plataformas digitais, Edu assume o papel de porta-voz de uma proposta considerada disruptiva, agregando credibilidade e identificação popular.
A estratégia posiciona o hambúrguer quadrado como o “centro do prato”, deslocando-o para o ambiente da refeição doméstica. “Queremos que o consumidor tenha cada vez mais acesso à carne Angus de qualidade, de forma prática, econômica e saudável”, afirma Valdomiro Poliselli Júnior, presidente da VPJ Alimentos.

Qualidade certificada

Com mais de 25 anos de atuação, a VPJ Alimentos consolidou sua reputação no segmento de carnes prime com base em rastreabilidade, manejo rigoroso e controle de qualidade desde a origem dos animais até a mesa do consumidor. Trabalha com raças de alta predisposição genética para produção de carne macia, com presença de marmoreio e sabor acentuado, como a bovina Aberdeen Angus, suína Duroc e ovina Dorper, garantindo padrão elevado de seus produtos.
A empresa é pioneira no uso do Selo Angus Gold, uma certificação minuciosa com atributos de qualidade avaliados por técnicos da Associação Brasileira de Angus. Seu portfólio de hambúrgueres inclui diversas linhas. A linha Steakburger, por exemplo, é focada na produção de blends, assim como o inovador e autêntico Hambúrguer Quadrado do Chef, que é voltado para refeições.
Hambúrgueres de cortes específicos, como os das linhas Black Angus Burger, Duroc Pork e Cordeiro Dorper também fazem parte do seu amplo mix de produtos. O Black Angus Burger de costela inclusive, foi eleito o melhor do Brasil em teste às cegas realizado pelo Paladar, suplemento de gastronomia do Estadão, com destaque para suculência, sabor de churrasco e textura surpreendente.

Câmara retoma debate sobre regulamentação da IA na educação 

0

Com a retomada dos trabalhos legislativos após o período de Carnaval, a Câmara dos Deputados volta a concentrar esforços no debate sobre a regulamentação da Inteligência Artificial (IA) no Brasil, com atenção especial aos impactos da tecnologia no setor educacional. A discussão ocorre em um contexto internacional de intensificação do tema, impulsionado por encontros globais recentes que trataram do uso da IA em áreas estratégicas.

A presidente da Comissão Especial sobre Inteligência Artificial da Câmara, Luísa Canziani (PSD-PR), também coordenadora da Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ), ressalta que o avanço do debate exige equilíbrio entre inovação e responsabilidade regulatória. Segundo a parlamentar, o Brasil precisa acompanhar a agenda internacional e construir um marco legal capaz de oferecer segurança jurídica sem comprometer o desenvolvimento tecnológico, especialmente no ambiente educacional.

“O mundo discute, em escala global, os efeitos da inteligência artificial. O Brasil precisa avançar em uma regulamentação moderna, que garanta previsibilidade e estimule a inovação, sobretudo na educação, onde os impactos são diretos sobre estudantes, professores e instituições”, afirma.

O debate está inserido no escopo do Projeto de Lei nº 2338/2023, que trata da regulamentação da IA no país e tem como relator o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). Para a deputada, é fundamental que o texto legal considere as particularidades do setor educacional, estabelecendo critérios claros para o uso de ferramentas baseadas em IA.

“A inteligência artificial pode contribuir para a personalização do ensino, o apoio à prática docente e a melhoria da gestão educacional. No entanto, é imprescindível assegurar transparência, proteção de dados e salvaguardas específicas para crianças e adolescentes”, destaca.

A Frente Parlamentar acompanha de forma contínua a tramitação da proposta e defende um debate técnico, plural e alinhado às melhores práticas internacionais, de modo que a incorporação da IA na educação brasileira ocorra com foco na qualidade da aprendizagem, na equidade e na proteção dos direitos dos estudantes.