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Inacreditável!!! Âncora da CNN diz “infelizmente” ao noticiar crescimento de empregos

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Âncora da CNN Brasil lamenta, ao vivo, ter que noticiar uma notícia sobre a alta de empregos no mês de abril.

A fala da militante Daniela Lima elucida ainda mais o posicionamento da emissora e de grande parte da imprensa tradicional.

No dia 8 deste mês, a mesma a âncora “lamentou a morte de só um policial” em referência à ação policial na comunidade do Jacarezinho, no Rio de Janeiro.

“O discurso da polícia é que estava todo mundo fortemente armado. Aparentemente, estavam muito armados, mas não sabiam atirar, né? Eram 24 armados, mataram só um [policial] do outro lado e morreram todos esses, né?” afirmou a comunista, também ao vivo na CNN.

 

Fonte: horabrasilia.com.br

ARTIGO – Brasil precisa de energia solar

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• Renata Abreu

A energia solar se destaca no mundo todo como fonte alternativa para geração de energia elétrica. Além de estimular o empreendedorismo, gerar empregos e ajudar o sistema elétrico a economizar água das hidrelétricas, ela evita a emissão de CO2 e protege o meio ambiente. E o melhor: como fonte geradora de energia, o sol permite que o consumidor, também na condição de produtor, tenha maior controle sobre a sua conta de luz.

O Brasil tem níveis de irradiação solar superiores aos países líderes onde o aproveitamento dessa energia é explorado em larga escala. Só para citar um exemplo, a Alemanha, maior referência mundial em fomento à geração de energia solar fotovoltaica, produz 43 terawats-hora da eletricidade a partir dessa fonte natural. Em nosso país, a produção ultrapassou 5 gigawatts de energia solar no ano passado.

Milhares de pessoas em todo o País já contam com sistemas para utilizar a fonte limpa e renovável para abastecer suas casas ou negócios. Pesquisa Ibope de 2020, encomendada pela Abraceel (Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia), apontou que 90% dos brasileiros gostariam de gerar sua eletricidade, seja por meio de painéis solares ou por outras fontes renováveis. Em 2014, esse índice era 77%.

A médio e longo prazos, nenhum país poderá prescindir do uso de energia solar, e o Brasil precisa desse avanço estratégico agora para impulsionar a economia, principalmente no pós-pandemia. As alternativas como painéis fotovoltaicos e energia eólica têm sido cada vez mais usadas em nosso país como fonte de energia, tanto no meio corporativo como nas residências. Mas, como se trata de um segmento ainda relativamente novo, é necessário que se tenha uma legislação específica.

O Marco Legal da Geração Distribuída Solar, que está para ser votado na Câmara dos Deputados, surge exatamente para preencher essa lacuna. A regulamentação trará mais segurança para o crescimento sustentável do país, reduzirá a conta de luz de todos e irá gerar oportunidades de emprego e renda.

Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), o Marco Legal vai atrair R$ 139 bilhões de novos investimentos até 2050. De 2012 a 2020, foram abertos 140 mil postos de trabalho no setor e, com a aprovação do PL, a expectativa é de 1 milhão de empregos, sendo 500 mil já nos próximos três anos. E a entidade calcula que, com mais geração solar, teremos a redução de custos em torno de R$ 150 bilhões até o ano de 2050 com as termelétricas. Também haverá uma economia adicional de R$ 23 bilhões no mesmo período por conta da redução de perdas elétricas na transmissão, distribuição e geração da energia elétrica em usinas de grande porte, distantes dos locais de consumo.

Outro ponto positivo que beneficia a sociedade é que a energia extraída do sol contribui no combate às mudanças climáticas, reduzindo a emissão de CO2, que tanto mal causa à saúde das pessoas e ao meio ambiente. E mais: sua produção ajuda a poupar água dos reservatórios das hidrelétricas e diminui o acionamento das termoelétricas, evitando assim as bandeiras tarifárias que pesam no bolso do consumidor.

Por isso, embora a energia solar seja realidade em nosso país tropical e ensolarado, precisamos aprovar a regulamentação do uso do sol para que todos os cidadãos possam iluminar seus lares e seus estabelecimentos colaborando para reacender o crescimento do Brasil e sem as temerárias bandeiras na conta de luz do consumidor final, que pressionam o orçamento de cada um.

• Renata Abreu é presidente nacional do Podemos e deputada federal por São Paulo

A grande pergunta sobre a Coronavac

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SÃO PAULO, SP, 21.07.2020 - VACINA-CORONAVÍRUS-SP - O governador de São Paulo, João Doria, durante entrevista coletiva no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, na capital paulista, após acompanhar o início dos testes da vacina contra o novo coronavírus, nesta terça-feira (21). (Foto: Zanone Fraissat/Folhapress)

Por quê a União européia, Israel e Estados Unidos não permitem que cidadãos de outros países adentrem seus territórios com comprovantes de terem sido vacinados com a Coronavac?

O governador de São Paulo, Joao Doria gastou bilhões do dinheiro do povo paulista para comprar a vacina mais ineficaz que existe no mercado, fechou ainda hospitais de campanha e não esclareceu o que fez com os 135 bilhões que recebeu do governo do presidente Jair Bolsonaro.

O que há por trás da Coronavac? Sua eficácia é real? Cadê a ANVISA para matar essa charada?

E por último, o que falta para a famigerada CPI convocar Doria para depor? E os governadores do nordeste? Por quê não foram convocados até agora?

 

VERGONHA!!! Para blindar Toffoli, STF anula delação de Cabral

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O STF, para blindar o ministro Dias Toffoli que foi delatado por Sérgio Cabral, simplesmente anulou a delação do ex-governador do RJ com os votos de Lewandowski, Kassio, Gilmar, Fachin, Moraes e FUx, que deu o voto de Minerva.

Detalhe: Roberto Jefferson disse certa vez que Fux beijou os pés da esposa de Cabral para agradecê-la por defender sua indicação ao STF. Pagamento de dívida?

Faltam mesmo caráter, pudor, respeito ao Judiciário e patriotismo para os atuais supremos ministros que pensam ser deuses no Olimpo. E povo paga a conta!

 

Conrado Hübner afirma que a politização de supremas cortes é uma espécie de pragmatismo de resultados

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Fachada - STF
Durante o Foro Inteligência, advogado explicou o papel do judiciário brasileiro

O advogado e mestre em Direito, pela Universidade de Harvard, Conrado Hübner debateu na noite ontem (26/5), durante o Foro Inteligência, o papel do judiciário brasileiro. Para Hübner, o maior protagonismo político dos tribunais torna cada vez mais difícil distinguir o juízo político da interpretação técnica do direito na atuação das cortes brasileiras. A politização da justiça tem dois significados em sua opinião: o abandono de uma visão muito formal, legalista e mecânica da interpretação das leis e o comportamento destoado do direito por parte de juízes, que se pautam por fatores externos a essa ciência.

Segundo Hübner, o papel tradicional das cortes brasileiras, pré-constituição de 88, e até mesmo logo após a constituição de 88, era o de resolver as disputas entre particulares e casos de abusos de poder da administração pública. A constituição de 88 torna o poder judiciário o ator mais importante do controle do sistema político brasileiro. “A natureza dessa constituição fez com que, praticamente, não haja tema da política brasileira que não possa ser judicializável. Estabeleceu limites muito abertos nesse campo, abolindo os que estavam pré-estabelecidos”, afirma Hübner.

Na opinião do advogado, pode-se dizer que a judicialização da política no Brasil é uma espécie de pano de fundo institucional da politização da justiça. Esses dois aspectos são completados pelo ativismo judicial. É este tripé que sustenta o judiciário brasileiro contemporâneo, na sua visão. “Vemos uma espécie de extrapolação das competências judiciais tradicionalmente reconhecidas nas cortes, dentro da separação de poderes. Quando se diz que um tribunal foi ativista, no geral se quer dizer que ele usurpou. Sobretudo usurpou competências do poder legislativo. Em outras palavras, o tribunal legislou, não aplicou o direito”, completa Hübner. Segundo ele, em uma gradação dessas patologias, a politização seria a mais grave. “Para combater essa prática, precisamos encontrar métodos para saber e perceber como, quando e em que medidas um juiz passa a se comportar a partir de critérios da política”, ressalta.

É importante ressaltar que o elemento político pode ser determinante para o resultado da decisão judicial. “É possível encontrar alguns padrões de fuga da legalidade, que pode ser visto como outra forma de politização. É uma espécie de populismo disfarçado de jurisprudência. Percebemos isso em uma corte quando ela apela para ideias de sentimento social, de povo e para a voz das ruas”, revela Hübner.

Dentro desse campo da parcialidade judicial, há juízes que decidem, em algum sentido, em causa própria, diz o advogado, alertando para o fato de que o ideal de imparcialidade tem se corrompido de diversas maneiras. “O mecanismo da suspeição do juiz, que o judiciário precisa cultivar, tem sido abandonado, sobretudo por cortes superiores”, destaca Hübner.

Segundo ele, um ponto importante da politização é verificar nas cortes do judiciário uma espécie de pragmatismo de resultados, que foge um pouco da legalidade, porque destoa do papel do judiciário. “Essa ideia do judiciário como facilitador das reformas no país é uma grande distorção e pode ser vista como um tipo de postura populacionista do tribunal”, afirma Hübner. Ele ressalta que os juízes devem convencer a sociedade de que são merecedores de credibilidade e confiança como indivíduos e instituição.

Para finalizar, Hübner diz que o STF está em uma escalada a alguns anos de uma crise de institucionalidade e de confiabilidade. Mais que uma corte meramente exposta, ele acredita que a corte se deixou desgovernar do ponto de vista de procedimento, da conduta pública de juízes, se fez um tribunal muito frágil. “O STF não se comportou como uma espécie de moderador”, conclui o advogado.

Sobre o Foro Inteligência:

O Foro Inteligência reúne o BRICS Policy Center e a Insight, com o apoio do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da PUC-Rio e da Casa de Afonso Arinos. Com a proposta de manter um canal aberto com países como China, Rússia, Índia e África do Sul, visa apresentar palestras, cursos e seminários abordando problemas brasileiros não convencionais e que tangenciam as nações do bloco.

O BRICS Policy Center fará a ponte com os países emergentes. Pela primeira vez, assuntos brasileiros profundos, como as facções criminosas, a questão das fronteiras do país, a ameaça dos supervírus e bactérias, gargalos da industrialização da indústria brasileira, e verdades e mentiras sobre o interesse do capital estrangeiro em investir no Brasil, serão acessados a partir de um olhar convergente com o eixo dos demais países emergentes.

Quebrando a banca

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Com receio de perder a gestão de UTIs usadas pelo Governo do Distrito Federal para pacientes com Covid-19, a Associação Saúde em Movimento (ASM) reduziu o preço da diária de R$ 3,6 para R$ 2,6 mil, tornando inexequível o contrato e levando à anulação do certame.

Curiosamente, a Secretaria de Saúde pretende, como solução, renovar o contrato que está vencendo, cujo preço da diária é R$ 3,6 mil, com a mesma empresa que baixou o valor para R$ 2,6 mil.

Quem deu o lance mais baixo pode ser beneficiado com a diária mais alta? Se o lance foi dado de má-fé para quebrar a banca, faz sentido manter a ofertante no contrato?

Quem segura essa banana de dinamite na Secretaria?

Adeus a Jaime Lerner

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“Jaime Lerner foi mais do que um grande arquiteto e urbanista. Ele foi mais do que um grande prefeito e governador. Ele tinha a capacidade de nos inspirar”. Senador Oriovisto Guimarães (PODE- PR)

 

Jaime Lerner faleceu às 5h10, desta quinta-feira (27), aos 83 anos, em Curitiba, em decorrência de complicações de doença renal crônica.

 

Jaime Lerner

 

(Curitiba, 17 de dezembro de 1937 — Curitiba, 27 de maio de 2021) foi um político, arquiteto e urbanista brasileiro, filiado ao Democratas (DEM). Foi prefeito de Curitiba por três vezes (1971–75, 1979–84 e 1989–93) e governador do Paraná por duas vezes (1995–1998 e 1999–2002).

 

Foi eleito presidente da União Internacional de Arquitetos (UIA) em julho de 2002. Atualmente, Lerner era urbanista e consultor das Nações Unidas para assuntos de urbanismo.

 

Nascido numa família de imigrantes judeus poloneses originária de Łódź, Jaime Lerner estudou em escolas públicas até o secundário. Obteve sua graduação pela Escola de Arquitetura da Universidade Federal do Paraná em 1964. Em 1965, Lerner participou da criação do Instituto de Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC), responsável pelo Plano Diretor da cidade.

 

Casou-se em 1964 com Fani Lerner (1932 – 21/05/2009), com quem teve as filhas Andrea e Ilana.

 

Pelo edifício-sede da Polícia Federal em Brasília, foi premiado no Concurso Nacional de Projetos em 1967. Em 2007, recebeu da XI Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires prêmio conjunto pela urbanização Pedra Branca.[1] Recebeu doutorados honorários da Universidade Técnica de Nova Scotia e da Universidade de Tecnologia de Cracóvia, além de ser membro honorário do Royal Institute of British Architects, do American Institute of Architects e do Royal Institute of Architects of Canada.

 

Veja mais informações em: http://oriovistoguimaraes.com.br/adeus-a-jaime-lerner/

 

Aprovado projeto de Jaqueline Silva que determina mais transparência em gastos públicos

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A Câmara Legislativa aprovou, na tarde de ontem (26), o projeto de lei da deputada distrital Jaqueline Silva (PTB) que estabelece a divulgação de informações de obras públicas através do sistema QR Code nas placas informativas.

O sistema QR Code, também conhecido como Código QR, é uma imagem formada por um conjunto de códigos de barras que permite o acesso às informações apenas apontando a câmera de um celular smartphone. Quando sancionado, o Projeto de Lei 950/2020 proporcionará que todos tenhamos ferramentas e informações para fiscalizar construções que são executadas com verba pública.

A facilidade no acesso permitirá que qualquer pessoa veja o projeto arquitetônico com imagens de projeção da obra, acompanhe os prazos e os valores gastos desde o início até a conclusão, obtenha a cópia do processo que tramita no Sistema Eletrônico de Informações (SEI) do GDF, entre outros detalhes que vão além do que já é divulgado atualmente.

Autora do projeto, Jaqueline Silva justifica a importância da aprovação, destacando que a proposta traz transparência aos gastos públicos através da tecnologia e modernização. “Ter esse PL como lei é também uma forma de colocar na palma da mão da população o acesso ao que está sendo construído através do dinheiro do contribuinte. É importante motivar e dar as ferramentas certas para o controle social do que acontece na nossa cidade”, ressaltou a parlamentar.

O secretário-geral da ONG Contas Abertas, Gil Castello Branco, elogiou o projeto afirmando que ele “fomenta a transparência e o controle social”. Lucas de Moraes, morador do Recanto das Emas, é jornalista e usa assiduamente o smartphone. Ele comemora o fato de poder acessar essas informações com mais agilidade: “É bom saber que ao passar por um canteiro de obra, eu posso acessar essa ferramenta na hora, já que todos estamos com o celular na mão o tempo todo”.

Advogado do PTB, Luiz Gustavo se reuniu com o novo ministro da Justiça Anderson Torres para tratar do assunto armamentista ao porte de armas dos IAT’S credenciados pela Polícia Federal

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O advogado Luiz Gustavo,  do PTB,  se reuniu com o novo ministro da Justiça Anderson Torres para tratar do assunto armamentista ao porte de armas dos IAT’S credenciados pela Polícia Federal .

Na reunião estava presente deputado federal Filipe Barros ( PSL-PR ) e o ministro do TCU Jorge Oliveira. Em sua rede social o advogado Luiz Gustavo escreveu: “Vem coisa boa por aí ” .

A pauta armamentista é uma promessa do Governo Bolsonaro, onde encontra muitas divergências por parte da oposição. Gustavo,  além de advogado,  também é instrutor de tiros e defende posse e o porte de armas para o cidadão credenciado.

Com perfil conciliador, Fadi Faraj pode evitar racha no PTB-DF 

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O novo presidente do PTB-DF, Fadi Faraj, pode compor com a deputada distrital Jaqueline Silva, que comandava a legenda desde 2019. Faraj foi empossada com as bênçãos de Roberto Jefferson para esse novo momento do partido, com viés conservador, na construção de uma aliança programática nacional para a reeleição do presidente Bolsonaro.

 

Fadi assume o partido com essa missão, mas reconhece e valoriza o trabalho da deputada distrital, Jaqueline Silva, que contribuiu para o crescimento do partido de forma significativa no DF. Hoje o PTB conta com mais de 18 mil filiados. Diante disso, as portas do PTB, continuam abertas para Jaqueline em lugar de destaque no diretório, com garantia de legenda para ela e seu grupo. O apóstolo, que assumiu o PTB na capital federal é conhecido como um homem de composição.

Com esse novo formato do PTB em nível nacional, é natural que a o partido seja presidido por um conservador e o apóstolo tem credibilidade para realizar essa grande composição, que pode tornar a sigla, nesta parceria, uma das mais relevantes do DF.