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ESCÂNDALO!!! Um lobista, uma líder de associação e um caso de extorsão

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Sorriso contido e olhar arisco, o lobista conhecido como Veloso é rápido no gatilho: após contar algumas vantagens, a exemplo de negócios bem-sucedidos, ele dá o lance. É tanto! Por mês, durante tal período, é tanto!

Ele atira para tudo quanto é lado. Cria associações e institutos diversos. Nelas, o dinheiro entra melado e sai limpinho. O mais interessante é que parte das entidades faz negócios e a outra parte ingressa na Justiça para prejudicar os negócios dos outros.
Mexe com agricultura e cultura ao mesmo tempo. É só retirar primeira parte da palavra. Ensinou a lição a uma amiga, com nome de cantora, aquela que pedia que se dançasse com ela uma dança de amor, mas sem tocá-la.

Envolvida com falsificação de documentos, criou uma ONG de desenvolvimento social que faz de tudo um pouco, no papel: apoia atividades de lazer, cultura e arte, envolvendo clubes de cinema, literatura, eventos folclóricos e carnavalescos, meio ambiente, causa ecológica, organizações de apoio a serviços educacionais, proteção de minorias religiosas, étnicas e culturais, feministas, movimento LGBTQI+, associações de defesa do consumidor e fraternidades, sociedades protetoras de animais, clubes e diretórios estudantis e acadêmicos, associações de bairro, comunitárias, organizações de caridade e rotary clube. Faz tudo isso com uma pessoa só, numa sala que mal cabe um computador, em um dos trechos do SIA.

A queda de duas cabeças coroadas na Secretaria de Saúde acendeu o sinal vermelho para o lobista Veloso e sua amiga líder de organização não-governamental. Ambos espalham que trabalham também com propaganda, menos bus-door.

O jogo se revelou: o chefe ou a chefe que indicou caiu, o lobista ficou com o penico na mão, sem saber o que fazer. E agora? Será que a associação da amiga continuará com a denúncia falsa apresentada em órgão de fiscalização para intimidar o extorquido?

O lobista continua espalhando que trabalha com saúde, educação, cultura, gráfica e borrifamento de plantação com herbicidas, e que nota de dinheiro só presta novinha e estalando.

Tic, tac, tic, tac…

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Sinais exteriores de riqueza, arrogância  e amizade criminosa com dois delegados aposentados e dois grandes empresários, sepultarão de vez a carreira de conhecido secretário de Estado que sonha ser deputado federal. Aliás, já está com o caixa cheio para alcançar a cadeira mas o plano não vai dar certo. A soberba precede a queda, mas o sujeito não acredita que será desmascarado, mas já foi. Só falta tornar público.

Rei do PDAF?

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O secretário-executivo da Secretaria de Educação do DF ganhou apelido recentemente, graças ao projeto de virar deputado distrital em 2022: “Fabinho Rei do PDAF”.

Nas eleições de 2018, o professor Fabio Pereira Souza obteve pouco mais de 7 mil votos para distrital pelo PDT, e antes de assumir o cargo na SEE, estava lotado no gabinete do deputado Cláudio Abrantes.

Fabio têm trabalhado intensamente junto às CRE’S. As nomeações de Coordenadores passam por suas mãos e daí, segundo fontes ouvidas pelo blog, começa a rede PDAF/campanha eleitoral.

As constantes intervenções no direcionamento de emendas parlamentares e das verbas para atender as empresas parceiras, acabaram por lhe render  o apelido de “Rei do PDAF”.

Enquanto isso, o secretário de Educação, Leandro Cruz, terá de explicar um contrato de R$67 milhões para aquisição de livros.

Segundo fontes da SEE, o governador Ibaneis precisa trocar urgentemente a cúpula da Educação ou terá problemas tão sérios quanto teve na gestão de Francisco Araújo na Saúde.

Onde há fumaça…

 

Confira a Sessão Plenária Virtual de 19/5/21 do Tribunal de Contas do Distrito Federal

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Brasília (DF), 18/11/2016 - Tribunal de Contas do Distrito Federal em diferente angulos com e sem movimentação de pessoas Local: Eixo Monumental Foto: Giovanna Bembom/Metrópoles

Governo Federal lança relatório com ações realizadas em 2020 para segurança de barragens

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Documento apresenta as principais ações realizadas a partir do acordo de cooperação técnica assinado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), Ibama e agências nacionais de Águas e Saneamento Básico (ANA), de Energia Elétrica (Aneel) e de Mineração (ANM)

O Governo Federal divulgou, nesta quarta-feira (19), um relatório que traz o resultado de ações realizadas em 2020 para segurança das barragens brasileiras. Foram monitoradas 63 ocorrências, sendo 24 acidentes, 33 incidentes e seis casos de repercussão de boatos, as chamadas fake news. Com base nas informações levantadas, foram criados protocolos de atuação e metodologia de priorização de emergências, de maneira a apoiar os órgãos públicos nas tomadas de decisão.

O documento traz, ainda, o relato de encontros promovidos pelas equipes em diferentes regiões do Brasil, que permitem o planejamento antecipado dos estados para o período chuvoso. Além dessas informações, são utilizados os relatórios de segurança de barragens para identificar os pontos mais críticos.

A iniciativa, que reuniu relatos sobre diversas situações de risco e as respostas levantadas, é fruto de um acordo de cooperação técnica entre o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), as agências nacionais de Águas e Saneamento Básico (ANA), de Energia Elétrica (Aneel) e de Mineração (ANM) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Para o coordenador de Estudos Integrados da Sedec, Rafael Machado, a gestão de riscos requer uma atuação sistêmica, com participação dos diversos entes públicos que lidam com o tema. “Esse é um trabalho colaborativo, como deve ser a atuação em casos de desastres naturais e rompimento de barragens. Quando reunimos os esforços, conseguimos superar as dificuldades e atender à população de forma efetiva e com agilidade”, explica.

O relatório também destaca as respostas às volumosas chuvas em Minas Gerais e no Espírito Santo, ocorridas em janeiro e fevereiro do ano passado. Em razão desses eventos, diversas ações de controle em barragens foram iniciadas nos dois estados, especialmente nos empreendimentos de geração de energia. Outro ponto de atenção foi a ruptura de um duto na Barragem de Jati, no Ceará. A estrutura integra o Projeto de Integração do Rio São Francisco.

Saiba mais

O Acordo de Cooperação Técnica em Segurança de Barragens tem como objetivo receber e compartilhar informações sobre segurança de barragens, promover atuação conjunta em casos de emergência e apoiar o reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública. Para isso, os representantes do grupo devem trocar experiências e conhecimento, além de oferecer cursos e treinamentos nas áreas fim.

O relatório completo está disponível neste link.

Legislação


O Congresso Nacional aprovou, por meio da Lei 14.066, de 30 de setembro de 2020, um conjunto de alterações na Lei de Segurança de Barragens (12.344/2010). Essas mudanças impactaram positivamente na Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB).

Também foi publicado o Decreto 10.593/2020, que regulamenta a Lei de Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (PNPDEC). O documento promove a unificação de conceitos de Proteção e Defesa Civil, além de definir competências institucionais e objetivos.

Deputado catarinense detona a “tirania da capa preta”

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“O ministro Alexandre de Moraes mandou a PF vasculhar a casa do ministro Salles. Ele também estabeleceu o afastamento de dez agentes de confiança do IBAMA e do Ministério do Meio Ambiente. Ministro do Bolsonaro pode ser investigado, mas do STF, jamais! Segue a tirania capa preta”, afirma o deputado estadual José Lopes (PSL-SC) no Twitter.

Deputado Éder Maduro detona mimimi das viúvas da esquerda

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A CPI circo dos horrores… A montanha que pariu um rato morto

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Convidado a participar de evento literário em rádio, onde se argumentaria sobre a obra de George Orwell, o clássico da literatura intitulado 1984, me vem à mente imediatamente o fato de que o autor publicou a obra em 1949, apenas 4 anos após o fim da segunda guerra mundial.

Entendida a genialidade do autor, seu personagem principal chama-se Winston, como Churchil e não é de surpreender que tenha imaginado um futuro distópico, tendo visto Winston, o Churchil, aliar-se a Stalin.

O inimigo do meu inimigo é meu amigo na luta pela liberdade. Eis a máxima utilizada pelo autor no desenlace de sua obra. Um de seus pensamentos dos quais mais tenho apreço é:

“Quanto mais a sociedade se afasta da verdade, mais odeia aquele que as revela.”

Não poderia concordar mais com o pensamento do autor, principalmente quando estamos observando o espetáculo circense da CPI no Senado brasileiro, tendo como presidente Omar Aziz, cuja esposa foi presa em 2019 por desvio de verbas da saúde e é novamente investigada pela PF em ações contra fraudes durante a pandemia.

É no mínimo jocoso que a operação da PF de 2016 que, referendou haver desvios de verbas no estado do Amazonas cujo governador de 2010 a 2014 era ninguém menos que Omar Aziz, tenha se chamado Operação Maus Caminhos.

Maus caminhos por óbvio são o de uma CPI que tem este presidente que parece ter a família mais poderosa no Amazonas do que imaginaria em seus melhores anos de delírios, a organização cosa Nostra.

Preste bem atenção meu caro leitor, pois, os nomes podem confundir, o Instituto Novos Caminhos era presidido por Mohamad Mustafa, compadre de Murad Abdel Aziz, que pelo sobrenome já indica pertencer à família e sim, é irmão de Omar.

Para se ter uma ideia do montante desviado, cerca de 250 milhões de reais foram movimentados na saúde amazonense e desapareceram. A PF conseguiu bloquear 92 milhões da família.

O presidente desta CPI conhece bem os seus meandros e pormenores, pois, em 2004, já havia sido inocentado por uma delas, uma CPI que investigava exploração sexual enquanto ele vice-governador, era acusado de explorar uma menina e coagir uma delegada.

Este, parece ser o futuro distópico que George Orwell escreveu há 72 anos, onde credenciais como estas são de um presidente de CPI que visa investigar ninguém mais ninguém menos do que o presidente da República no combate à pandemia.

E tudo isto sem falar do relator, guardemos munição para a próxima!

Utilizando-me de um nome técnico médico para descrever tamanha sandice, um verdadeiro circo dos horrores, a CPI da COVID é teratológica, ou seja, nasceu morta. E em alusão a um dos provérbios de Horácio que certamente o meu amigo leitor ouviu da boca diligente do ex-ministro Sérgio Moro, ‘Parturiunt montes, nascetur ridiculus mus. “A montanha pariu um rato”, em minha humilde opinião, um rato é teratológico!

Fonte: jornaldacidadeonline

General Pazuello dá coice em Renan que responde a vários processos no STF

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Sérgio Lima/Poder360 05.06.2021

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Professores debatem a formação jurídica e o mercado de trabalho para o jovem advogado 

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Evento online e gratuito é aberto ao público 

 

Brasília é a capital brasileira com o maior número de advogados por habitante. Ingressar neste concorrido mercado é um desafio para os jovens que escolheram o Direito como trajetória. Para apontar caminhos para esses jovens, a advogada e professora de Direito Trabalhista e Previdenciário, Thais Riedel, e o advogado e especialista em gestão do ensino jurídico, Pierre Tramontini, participam de um bate-papo descontraído, na próxima quinta-feira (20), às 19h, no YouTube.

 

Entre os temas que os dois abordarão está a necessidade de planejamento e desenvolvimento de habilidades necessárias para o exercício que o advogado pretende atuar. “Saber onde queremos chegar é o ponto de partida. É fundamental, se você quer ser um advogado, um magistrado ou se você é um advogado e busca seu melhor posicionamento no mercado, que você se compreenda neste processo. O que você quer, onde você está e onde você quer chegar. Trilhar esse caminho depende de planejamento, que nem sempre estamos aptos a fazê-lo, mas é necessário”.

 

Para Thais Riedel as faculdades jurídicas dão pouca atenção à gestão. “Eu busco orientar meus alunos a buscarem a experiência prática durante a formação, para que eles tenham um conhecimento mais aprofundado da gestão”.

 

Também serão abordadas as diferenças entre a formação brasileira e a Europeia. “Você tem experiências distintas, mas lá você tem uma carga teórica forte, de três anos, e depois você já ingressa no mestrado e o mestrado já te leva para uma atuação para desenvolvimento de pesquisa ou para a prática profissional, mas o simples caminhar dentro de uma especialização stricto senso já te aproxima do que de fato acontece na área conhecimento que você optou”, lembra Tramontini.

 

O bate-papo vai ocorrer no canal do YouTube Conversa Legal que aborda, quinzenalmente, sempre às quintas-feiras, às 19h temas importantes para o mundo jurídico e para a sociedade sempre de uma forma descontraída. Já participaram a procuradora federal Indira Quaresa, falando sobre os desafios da Mulher Negra no Sistema Judicial; o advogado Jacques Veloso falando sobre Gestão, Crise e Oportunidade; a presidente da Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica (ABMCJDF), Elizabeth Ribeiro, falando sobre A Advogada em seu Ambiente Profissional; e a Subprocuradora-Geral do Distrito Federal, Valéria Ilda, falando sobre As mulheres na Advocacia Pública.  Para acessar: https://www.youtube.com/channel/UC-6bUc7ajFAHpq15YEvuJKQ