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Pesquisa da SBPC/ML e da CBDL mostra que 43% dos entrevistados com alguma doença crônica interromperam tratamento e admitiram ter reduzido ida ao médico

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Segundo o estudo, 58% adiaram os exames médicos durante o mesmo período

 

Rio de Janeiro, 20 de maio de 2021 – As restrições para receber pacientes em hospitais, a transferência de leitos para o tratamento da COVID-19 e o medo de pacientes de procurar ajuda médica derrubaram o número de consultas, exames e cirurgias. Pesquisa feita pela Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML) e pela Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial (CBDL) revela que o descuido com a saúde aumentou durante o período de pandemia, tanto na prevenção com idas ao médico para acompanhamento das doenças e prevenção pelos exames laboratoriais, como pelos cuidados com uma vida mais saudável.

Durante a pandemia, 43% dos entrevistados reduziram suas consultas médicas. Somente 2% passaram a se consultar mais, sendo que destes 33% atribuíram o motivo à ansiedade, 33% ao agravamento da diabetes e outros 33% para realizar acompanhamento de exames ou de procedimentos de saúde. Outros 55% mantiveram sua frequência de visitas a médicos.

Junto com a menor ida ao médico está também a redução dos exames laboratoriais. 58% decidiram adiar ou fazer com menor frequência os exames durante o período da pandemia. Apenas 1% aumentou esta frequência e 41% disseram não ter mudado esta rotina.

Ainda entre os que adiaram ou diminuíram a frequência, 47% receberam indicação do próprio médico, mas os outros 53% tomaram a decisão eles próprios.

Considerando uma lista de 13 tipos de exames laboratoriais, os exames mais adiados ou feitos em menor frequência, de acordo com os próprios pacientes, são: sangue (30%), mamografia (27%), preventivo de colo de útero e urina (24%), eletrocardiograma (23%). Os exames que tiveram sua rotina de realização menos alterada são: Raio X (91%), Ressonância Magnética (90%) e Tomografia Computadorizada (90%).

Dos exames que sofreram algum tipo de mudança na sua frequência de realização ou mesmo o seu adiamento, os que tiveram mais influência médica nesta decisão foram Ressonância Magnética (57%) e Tomografia Computadorizada (57%). Já os que tiveram a decisão do próprio paciente, destacam-se os exames de Raio X (100%), Fezes (77%) e Mamografia (72%).

Finalmente, entre os que adiaram a realização de algum exame ou mesmo reduziram a sua frequência de realização, a maior parte admite que isso acabou deixando suas doenças descontroladas, que atrasou o início do tratamento, dificultou seu diagnóstico ou que não sabiam se a doença estava sob controle ou não.

“Algumas consequências já foram observadas ao logo dos meses. Alguns pacientes chegando aos hospitais com quadros avançados de infarto, Acidente Vascular Cerebral, processos infecciosos; ou até mesmo vindo a falecer em domicílio. Outra parcela deixou de monitorar por um período de meses suas doenças crônicas e outros receberão cuidados apenas quando a pandemia acabar – visto que ainda continuam reclusos”, comenta Carlos Eduardo dos Santos Ferreira, presidente da SBPC/ML.

Em relação ao controle da doença, é clara a percepção de que durante a pandemia a doença ficou ligeiramente menos controlada. Antes da pandemia, 95% diziam que sua doença estava totalmente controla (55%) ou um pouco controlada (40%). E agora, durante a pandemia, esse índice cai para 80%: 41% acham que está totalmente controlada e 40% está um pouco controlada. E 20% acham que, agora, ela está totalmente descontrolada (2%) ou um pouco descontrolada (18%). Antes da pandemia somavam 5% os que pensavam desta forma. E o stress e ansiedade, causados por conta da pandemia, são as principais causas deste descontrole.

“O reflexo da COVID-19 na saúde dos brasileiros será sentido ao longo dos próximos anos, pois a prevenção foi deixada de lado, e causará um impacto inevitável, principalmente no caso das doenças crônicas que necessitam de constante monitoramento.”, comenta Carlos Eduardo Gouvêa, presidente executivo da CBDL.

Hábitos saudáveis

Sobre a manutenção de hábitos saudáveis, também houve uma piora. Foi registrado um aumento de 7 pontos percentuais, de 19% para 26%, no número de pessoas que admitem ter a vida pouco ou nada saudável antes e depois da pandemia. O sentido inverso, foi uma queda de 10 pontos percentuais, passando de 43% para quem considerava ter estilo de vida muito saudável e saudável para 33%.

Quando falamos da prática de atividades físicas regulares, 31% estão fazendo menos do que antes da pandemia, sendo que destes, 22% interromperam completamente. Enquanto apenas 2% passou a se exercitar mais, 7% manteve suas atividades e a grande maioria, 49%, não praticava e continua sem praticar.

O consumo alimentar aumentou consideravelmente durante a pandemia. 51% das pessoas admitem estarem comendo mais ou muito mais, em comparação ao período antes da pandemia. Somente 10% reduziram a ingestão alimentar, sendo 3% muito menos e 39% continuam se alimentando igualmente.

COVID-19

Sobre o exame da COVID-19, ainda existe uma parcela pequena da população que fez o exame e 67% dos entrevistados não fizeram nenhum teste para COVID-19. Entre os 33% que fizeram, 61% foi por indicação médica e apenas 39% por iniciativa própria.

Amostra e Metodologia

Foram entrevistadas 200 pessoas, em São Paulo e Rio de Janeiro. Sobre os entrevistados desta pesquisa, pode-se dizer que: 53% são homens e 47% são mulheres, a idade média é de 46 anos, sendo que 37% tem de 31 a 50 anos, 22% de 18 a 30 anos e 44% tem de 51 a 75 anos. Quase a metade (ou 49%) tem ensino médio completo e 32% graduação completa. 59% são de classe C, 16% de classes D/E e outros 26% são de classes A/B.

Metade (ou 65%) dos entrevistados tem algum plano ou seguro de saúde. Esse índice aumenta entre de classes A/B (82%). 35% não o possui e são, principalmente, os de classes D/E (61%).

De modo geral, 6 em cada 7 entrevistados (ou 86%) tem alguma das nove doenças questionadas: Diabetes (33%), Cardiovascular (26%), Tireoide e Gástrica (iguais 12%), Renal (8%), Neurológica (7%), Câncer (6%), Reumática (6%) e Aids (1%). Apenas 14% não possuem nenhuma delas. Em média, os entrevistados convivem com suas doenças há nove anos.

Sobre a SBPC/ML

A Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML) é uma Sociedade de Especialidade Médica, fundada em 1944 e que atua na área de laboratórios clínicos. Com sede na cidade do Rio de Janeiro, tem como finalidade reunir médicos com Título de Especialista em Patologia Clínica/Medicina Laboratorial e profissionais de outras especialidades como farmacêutico-bioquímicos, biomédicos, biólogos e outros profissionais de laboratórios clínicos, além de empresas do setor. A especialidade médica responde por apoio a 70% das decisões clínicas do país, influenciando desfechos e resultados econômicos da assistência à saúde.

A SBPC/ML é responsável pelo PALC – Programa de Acreditação de Laboratórios Clínicos, que avalia laboratórios através de auditorias e determina se as práticas adotadas atendem requisitos pré-determinados para este tipo de serviço. O selo PALC garante a qualidade dos serviços prestados e a confiabilidade dos resultados dos exames.

Em 2019, a SBPC/ML lançou a campanha #ImportantePrevenir, uma ação de orientação e conscientização da população sobre a importância da realização de exames laboratoriais de forma racional, sobretudo na fase preventiva, de assistência primária, pois eles são usados frequentemente para prevenção, diagnóstico e monitoramento do tratamento de doenças.

A SBPC/ML dispõe de projetos de habilitação e qualificação profissional de acordo com a legislação em vigor, através de atividades voltadas para ensino, pesquisa e divulgação científica em Medicina Laboratorial, tendo como meta principal a saúde da população. Para alcançar esses objetivos a SBPC/ML realiza cursos, jornadas, congressos, eventos relacionados e publicações científicas.

Sobre o Lab Tests Online

O Lab Tests Online é um site produzido pela SBPC/ML em parceria com a American Association for Clinical Chemistry (AACC).

O canal é voltado para pacientes e dispõe de informações e curiosidades sobre diversos testes laboratoriais, que são parte da atenção à saúde de rotina e do diagnóstico e tratamento de uma grande variedade de condições e doenças.

Para o profissional médico ou atuante em laboratórios de análises clínicas, o Lab Tests Online serve como referência rápida e fonte de atualizações em Medicina Laboratorial. www.labtestsonline.org.br.

O absurdo risco de retrocesso no Marco Legal do Saneamento

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Luiz Gonzaga Alves Pereira*

No primeiro semestre de 2020, enquanto o Brasil enfrentava o primeiro impacto da pandemia da Covid-19, a expectativa também era grande quanto ao trâmite no Congresso Nacional e à sanção presidencial do novo Marco Legal do Saneamento, avanço relevante para a saúde pública e o meio ambiente. A conquista foi consolidada com a publicação da Lei 14.026, de 15 de julho de 2020, que, em síntese, instituiu a livre concorrência para sistemas de água, esgoto, coleta e destinação de resíduos sólidos, sua sustentabilidade econômica, prazos e metas para erradicação de lixões e universalização desses serviços essenciais.

Foi uma conquista da sociedade, pois os anacrônicos contratos sem licitação entre municípios e empresas públicas, com pouca eficiência e baixo investimento, estavam com os dias contados, sendo substituídos por um modelo contemporâneo de livre concorrência, que viabiliza aporte significativo de capital, para que os brasileiros tenham acesso a serviços de excelência em áreas cruciais para a qualidade da vida. Depois da sanção e publicação da lei do novo marco, surgiram ameaças à sua integralidade. Tudo isso, até o momento, foi vencido, prevalecendo o bom senso dos parlamentares.

Quando, porém, finalmente se acreditava que nada mais interferiria no direito dos brasileiros a água enganada, esgoto tratado, coleta e destinação ambientalmente corretas do lixo, eis que surge um novo risco, na forma de inoportuno e descabido projeto de lei apresentado pelo deputado federal Dr. Leonardo (Solidariedade/MT). Ele simplesmente propõe que se adiem por 12 meses, para 15 de julho de 2022, a regionalização e o estabelecimento das bases para a viabilidade econômico-financeira dos serviços de coleta, transporte e destinação correta dos resíduos sólidos; e para 31 de dezembro do próximo ano a inclusão, nos contratos em vigor, das metas de universalização do atendimento referente à água e esgoto.

Cabe esclarecer que a inclusão dessas metas nos contratos não é uma exigência legal nova. Na verdade, remonta à lei 11.445, de 5 de janeiro de 2007, de 14 anos atrás. Ninguém, portanto, foi pego de surpresa com essa determinação, simplesmente referendada pelo novo Marco Legal. Os municípios, de acordo com a regulamentação presente, deverão incluir nos contratos atuais, até o último dia do presente ano, as metas de universalização que garantam o atendimento de 99% da população com água potável e de 90% com coleta e tratamento de esgotos até 31 de dezembro de 2033.

Mudar tudo isso é inadmissível. Quem, em sã consciência, imaginaria, em 2007, que, 14 anos depois, um deputado tentaria retardar ainda mais a solução da precariedade do sistema de água e esgoto? Quem pensaria, no momento de lúcida comemoração da sanção do Marco do Saneamento, em julho de 2020, que a matéria poderia sofrer ameaça de retrocesso em itens relevantes? O projeto de lei agora proposto evidencia a falta de segurança jurídica existente em nosso país e corrobora a surrealista tese de que “no Brasil até o passado é imprevisível”.

Com sua proposição, Dr. Leonardo, médico, contradiz sua própria profissão, pois água, esgoto e gestão correta de resíduos sólidos são fundamentais para a saúde. Antagoniza, também, com a sigla de seu partido, mostrando-se não solidário com uma prioridade da população, que não pode continuar convivendo com atrasos em serviços essenciais para a qualidade ambiental do meio urbano. Um parlamentar não pode ignorar informações básicas, como, por exemplo, a conclusão da OMS de que, para cada dólar gasto em boa gestão de resíduos, economizam-se quatro dólares em saúde pública.

É urgente e prioritário atender aos anseios de 100 milhões de brasileiros que ainda vivem sem coleta e tratamento de esgoto, 35 milhões sem água potável e os que têm seu ambiente poluído pelos lixões, que continuam existindo em cerca de 2.700 municípios, impactando negativamente população superior a 60 milhões de pessoas. Tais problemas tornaram-se ainda mais graves na pandemia da Covid-19. Esperamos, assim, que prevaleça o bom senso e que o inconveniente projeto de lei de Dr. Leonardo não prospere no Congresso Nacional.

*Luiz Gonzaga Alves Pereira é presidente da Abetre (Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes).

Sexo e drogas: modelo revela mínimos detalhes da noite da morte de MC Kevin

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Bianca Dominguez conta que o cantor tentou acessar o andar de baixo, mas caiu

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Douglas Lima/Estado de Minas
(crédito: Modelo Bianca Dominguez/Reprodução/Instagram )

A modelo fitness Bianca Dominguez afirma que MC Kevin, morto no domingo(16/5), pulou da sacada do quarto 502 do hotel Riale Brisa Barra em que ambos estavam após um dos amigos dele entrar no quarto dizendo: “Estão vindo a픑.

Em depoimento nesta segunda-feira (17/5) ao delegado Henrique Damasceno, titular da 16º DP da Barra da Tijuca no Rio de Janeiro, a modelo, que é acompanhante de luxo e usava o codinome de Andreza Albuquerque em alguns sites de prostituição, revelou como conheceu o funkeiro. A modelo ouvida pela polícia é a mesma que teria discutido com a viúva do cantor na delegacia.

De acordo com as informações do site F5, a modelo estava sozinha tomando sol na praia da Barra na altura do Posto 7, quando o cantor e mais cinco amigos chegaram ao mesmo quiosque em que ela se encontrava na Zona Oeste da capital fluminense. Bianca afirma que MC Kevin e os colegas consumiram bebidas alcoólicas e fumaram maconha.

Ela revelou que não conhecia o artista pessoalmente, somente pelas redes sociais. A modelo contou que ao passar por ele, Kevin teria dito: “Não vai dizer um oi? Só porque sou casado?”. Ela apenas sorriu.

Entretanto, logo após, o amigo do funkeiro, Victor Elias Fontenelle, mais conhecido como MC VK, se aproximou dela e teria puxado assunto.

Por volta das 17h, quando o quiosque da praia estava sendo fechado, MC VK a chamou para se juntar ao grupo de amigos e ele contou para ela que MC Kevin queria ficar com ela, mas em sigilo, porque era casado. Cerca de duas semanas atrás, o artista tinha se casado com a advogada criminalista Deolane Bezerra em Tulum, no México. Inclusive, a família do cantor está procurando a aliança desaparecida após a morte de Kevin. O anel é avaliado em R$ 25 mil.

Bianca confessa que o funkeiro disse que ela seria recompensada com um “presentinho”. A modelo se dirigiu ao quarto do hotel, no local ela tomou um banho e ao sair, eles começaram a se beijar. MC Kevin teria oferecido R$ 1.000 para ela, entretanto, como o amigo do funkeiro, VK, ainda estava no dormitório, ela se negou e persistiu para receber a quantia de R$ 2.000 para ficar com os dois.

Com acordo fechado, eles iniciaram o ato, no entanto não ocorreu penetração porque não havia preservativos à disposição. Ela conta que um amigo, identificado como Jhonatas, chegou ao quarto com uma camisinha em mãos.

O artista pediu para Jhonatas deixar o dormitório, mas ele se dirigiu ao banheiro para tomar banho. Bianca e VK começaram a transar usando a única camisinha disponível. Enquanto isso, ela fazia sexo oral em Kevin.

De banho tomado o rapaz saiu do banheiro, e o funkeiro insistiu para que Jhonatas deixasse o local. “Sai fora, se não vai me arrastar porque vão ver muita gente aqui no quarto”, afirmou o cantor. O amigo do funkeiro pediu para ficar no quarto, o que teria deixado MC Kevin irritado.

O artista ainda reclamou que ele estava pagando e não estava satisfeito pois o único preservativo disponível tinha sido usado pelo MC VK, e, logo após o orgasmo do MC, Jhonatas entrou em cena novamente e, neste momento, disparou: “Estão vindo aí, vai moiá”.

VK se dirigiu para Kevin e soltou: “Sair fora” pois ia “moiá”. Neste momento, o artista se dirigiu até a varanda. A modelo conta que ele ainda chegou a chamar por ela: “Vem cá, bebê, quero ficar com você”. Bianca saiu da cama e foi até ele, a modelo encontrou MC Kevin encostado parapeito do prédio.

Ela diz que não se recorda exatamente do que aconteceu porque a sua atenção estava voltada para dentro do quarto e, quando ela voltou a olhar para o funkeiro, ele já estava passando a segunda perna sobre o parapeito da varanda.

Bianca declara que, neste momento, ninguém do dormitório disse algo sobre a ação do cantor e que já do lado de fora da sacada, Kevin teria descido o corpo e se pendurado pelo lado de fora. Ela conta que pelo o que conseguiu perceber, ele tentou tomar um impulso para supostamente alcançar o anda de baixo do prédio, mas caiu. A modelo relata que foi tudo muito rápido, aconteceu em poucos segundos e que ela ficou sem ação na hora.

A polícia carioca continua investigando o caso. Celulares foram apreendidos para obter mais informações e também foi pedido um exame toxicológico do corpo de MC Kevin.

Fonte: Correio Braziliense

Renata Abreu propõe regulamentar herança digital de valor econômico

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Com mais de 140 milhões de brasileiros navegando pela internet e, principalmente, interagindo por redes sociais e produzindo amplo patrimônio pessoal digital, a deputada federal Renata Abreu (Podemos-SP) está propondo a regulamentação da destinação ou modos de uso desses acervos após a morte do titular da conta.

O Projeto de Lei 1.144/2021, de sua autoria, autoriza que herdeiros tenham acesso aos conteúdos com valor econômico, afinal, se há valor patrimonial, cabe sucessão. Ao mesmo tempo, a proposta garante à pessoa falecida a sua privacidade e intimidade.

O objetivo da parlamentar é garantir, como herança, os conteúdos digitais e dados pessoais de natureza econômica. Se o PL for aprovado no Congresso, o Código Civil irá incluir as contas de redes sociais que gerem monetização, tais como YouTube e Instagram. A transmissão de mensagens privadas trocadas em plataformas digitais só será contemplada quando houver relação direta com a atividade financeira.

A vida real em sociedade passou a exigir proteção a tal direito. Da mesma forma como o patrimônio acumulado em vida recebe atenção acerca do seu destino após a morte, em razão de eventuais conflitos de partilha, o patrimônio virtual também precisa ser pensado e planejado, ressalta Renata Abreu.

“Em que pese o esforço legislativo realizado pelo Congresso Nacional nos últimos anos em conferir tutela jurídica adequada aos mais diversos interesses que emergem dessas novas relações sociais, como a aprovação do Marco Civil da Internet e da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), os aspectos da personalidade relacionados a contas digitais demandam regulamentação específica sobre sua destinação ou modos de uso após a morte do titular dos dados”, justifica a parlamentar.

CONTAS EXCLUÍDAS

O projeto também determina que os provedores de aplicações de internet excluam as contas públicas, mediante comprovação do óbito do usuário, exceto se houver previsão contratual em sentido contrário e manifestação do titular dos dados pela sua manutenção após a morte. Nesse caso, o encarregado do gerenciamento de contas não poderá alterar o conteúdo de escritos, imagens e outras publicações ou ações do titular, e tampouco terá acesso às mensagens privadas trocadas com outros usuários. Não tendo manifestação do titular dos dados, devem os provedores manter armazenados os dados e registros da conta por um ano a partir da data do óbito e depois excluí-las.

Foto: Robert Alves

Graças a distrital, Gama ganhará novo campo de futebol sintético

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A pedido do deputado Daniel Donizet, a Secretaria de Esporte e Lazer fechou contrato para a construção de um campo society no Setor Sul

A Secretaria de Esporte e Lazer do DF fechou contrato, nesta quarta-feira (19), com a empresa que vai construir um campo sintético de futebol society, para sete jogadores, na quadra 13 do Setor Sul do Gama. O GDF atende a um pedido do deputado Daniel Donizet (PL), que é do Gama e gosta de jogar uma bolinha de vez em quando. O distrital já foi jogador da categoria de base do clube Sociedade Esportiva do Gama.

O contrato, que foi assinado pela secretária de Esporte, Giselle Ferreira, prevê uma rápida instalação do campo sintético. Segundo o deputado Daniel, a expectativa é que, em breve, o espaço já esteja disponível pros boleiros do Gama. “O bacana é que essa construção é muito mais rápida do que a de um campo oficial, que é uma obra grande e demora pelo menos seis meses para ficar pronta”, disse ele.

Segundo o GDF, o campo contará com toda a estrutura necessária, como iluminação e drenagem de água. O serviço terá garantia de 5 anos.

“Quero agradecer à secretária Giselle por atender esse nosso pedido. Tenho trabalhado para levar novas opções de esporte e lazer pro Gama. Além do campo sintético, já conseguimos também a construção da nova ciclovia, que irá desde a saída da cidade até o Catetinho. O projeto está sendo finalizado. Agora no final de maio, o governador abrirá o processo de licitação para a obra, que conta com recursos do nosso mandato”, finalizou o deputado.

NOTA À IMPRENSA – vacinação dos profissionais da Educação começa na sexta (21)

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A Secretaria de Saúde informa que programou o início da vacinação para os profissionais da Educação para o próximo sábado (22). No entanto, a pasta conseguiu antecipar para sexta-feira (21) a abertura da vacinação na Unidade Básica de Saúde 1 do Guará, que dispõe de estrutura para receber pedestres e na modalidade drive-thru.

O planejamento inicial também previa a aplicação de 300 doses no sábado. Agora, serão mil doses aplicadas na sexta contemplando trabalhadores de creches públicas e privadas. Para a primeira etapa da vacinação dos profissionais da Educação serão destinadas 5 mil doses de imunizantes, que serão aplicadas ao longo da semana.

A vacinação para esse público não ocorrerá no sábado e domingo, retornando na próxima segunda-feira (24) somente na UBS 1 do Guará, localizada na QE 6, lote C, Área Especial.

Assessoria de Comunicação Social
Secretaria de Saúde do Distrito Federal

Detran orienta quanto a estacionamento irregular no Aeroporto

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Nessa terça-feira (18), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizou ação educativa no  Aeroporto Internacional de Brasília. A equipe de educadores do Detran conversou com cerca de 150 condutores e pedestres que circulavam pelo local.
 
O objetivo da ação é conscientizar os frequentadores da região aeroportuária quanto às normas de circulação, principalmente no que tange a estacionamento irregular e orientar a população quanto à fiscalização por meio de videomonitoramento.
 
O chefe do Núcleo de Campanhas Educativas, Miguel Videl, lembra que a legislação de trânsito considera parada o tempo estritamente necessário para efetuar embarque ou desembarque de passageiros.
 
A fiscalização por videomonitoramento busca coibir estacionamento irregular, organizar o trânsito e promover maior fluidez e segurança viária.

O Brasil sofre com dois vírus: a corrupção e a impunidade

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Uma das melhores na CPI da Covid hoje no Senado Federal: Frente a frente com o senador Renan Calheiros, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello disse que o Brasil sofre com dois vírus tão avassaladores quanto o Coronavírus: “A corrupção e a impunidade”. Renan responde a vários processos de corrupção no STF, que soltou narcotraficante e o ex-presidente Lula…

Finalmente o presidente do SINDETRAN/DF se pronuncia sobre alienígenas no Detran

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Aliado de primeira hora do atual Diretor-Geral do Detran-DF, Zélio Maia, o presidente do Sindetran/DF, Fábio Medeiros divulgou a seguinte nota. Confira:

SINDETRAN/DF notifica aglomerações e presença de alienígenas no Detran

 

Existem dois problemas que o Sindetran/DF vem a público comunicar:  o primeiro deles se refere às decisões de aumento no atendimento às unidades, o que acarreta em aglomeração, e a outra pauta está relacionada à nomeação de policiais militares para assumir funções dentro da direção da Autarquia.

 

Aglomerações na banca, biometria e atendimentos

Apesar de haver uma pequena redução nos casos de infecções e mortes pela Covid 19, os números ainda são muito altos. Mesmo assim, em plena pandemia, o Detran/DF diminuiu o intervalo entre os atendimentos na biometria, o que vem causando desconforto e falta de segurança aos nossos servidores, aos terceirizados e à própria população.

É importante destacar que nesse setor são vários terceirizados que fazem a coleta dos dados, mas apenas 1 ou 2 servidores do Detran, o que gera aglomeração e retenção de usuários no servidor do Detran.

No caso de haver tumulto, muitas pessoas sem o devido distanciamento, pedimos também que os colegas registrem fotos dos locais e enviem para o WhatsApp do SINDETRAN/DF
(61) 9 9696-5110 para as devidas providências.

 

Exoneração e nomeação na DIRPOF: A volta da PM no Detran?

Estamos indignados com o troca-troca de cadeiras na gestão do Detran e com a possível militarização na Autarquia. Prática comum na gestão Roriz e Arruda. Antes era um Coronel na Dirconv (já exonerado) e agora, um Major na Dirpof.

Primeiramente, é importante esclarecer que não temos nada contra aos colegas da Polícia Militar e sua instituição, tão importante para a Segurança Pública de nossa cidade.

Entretanto, voltamos a afirmar que defendemos que os militares devam fazer a gestão em suas corporações. E que temos alguns servidores capacitados nessa área financeira, com experiência, pós-graduação e mestrados. Muitos até ocupam cargos em outros setores do GDF, pois não são valorizados na própria Autarquia. Continuaremos defendendo nossas bandeiras e investigando os reais motivos desse troca-troca nas cadeiras.

 

Brasília, 18 de maio de 2021

 

 

DIRETORIA SINDETRAN DF

Fábio Medeiros

Presidente

 

Em 2022, é necessário renovar o Senado

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Sabem a razão do senado federal não pautar o impeachment dos togados do STF? A maioria dos senadores tem processos nas gavetas do tribunal. E o STF ofende a Constituição Federal e se mete em assuntos do Legislativo e do Executivo. É necessário renovar o Senado Federal, já que metade dos senadores não defende o Brasil, mas sim, aos seus próprios interesses. O Brasil não aguenta mais senadores do tipo Alcolumbre e Pacheco. É necessário renovar o Senado!