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Ao vivo: Agora é guerra! Pazuello na CPI da Covid

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A famigerada CPI da Covid, chefiada por adversários de Bolsonaro, criada para tentar desmoralizar o Governo Federal e ignorar denúncias contra governadores e prefeitos, ouve nesta quarta-feira (19) o ex-ministro  Eduardo Pazuello, que chefiou a pasta da Saúde entre maio de 2020 e março de 2021. Confira:

 

Manobra na CLDF para evitar a CPI da Pandemia

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Ontem teve novo embate entre governistas e oposicionistas para definir a instalação da CPI da Pandemia na Câmara Legislativa do DF. Mas novamente governistas fizeram uma manobra malandra para não aprovar a CPI. Teve distrital que sequer apareceu na sessão remota…

Apesar de constar, por decisão do Colégio de Líderes, da ordem do dia da sessão remota da Câmara Legislativa desta terça-feira (18), foi adiada a votação do recurso, de autoria do deputado Leandro Grass (Rede), contra o parecer da Comissão de Constituição e Justiça que decidiu pela inadmissibilidade da criação da CPI da Pandemia.

Depois de aprovarem três proposições, alguns parlamentares simplesmente deixaram o ambiente virtual inviabilizando a apreciação do recurso e de outras matérias, inclusive a proposta de criar um auxílio emergencial para os transportadores do setor de turismo, que faziam manifestação em frente à CLDF.

Esses distritais…

Delegada da PCDF assume cargo importante no Ministério da justiça

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A delegada da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) Ana Cristina Melo Santiago foi nomeada, nesta quarta-feira (19/5), como secretária de Gestão e Ensino em Segurança Pública do Ministério da Justiça.

Ana Cristina trilhou carreira de sucesso no combate à violência contra mulheres, crianças e adolescentes. A policial aposentada chefiou a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).

 

 

Bolsonaro: não podem eleger quem faça do Brasil uma Venezuela

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Segundo o mandatário, população tem de escolher um presidente que preze pela liberdade

AF
Augusto Fernandes

 

(crédito: AFP / Sergio Lima)

Em evento no Palácio do Planalto nesta terça-feira (18/5), o presidente Jair Bolsonaro fez comentários sobre as eleições presidenciais do Brasil que acontecerão no ano que vem, e disse que a população precisa ter consciência na hora do voto para não eleger alguém que transforme o país em uma Venezuela ou em uma Argentina, nações que são lideradas por governos de esquerda.

O mandatário disse que a população brasileira precisa valorizar pela liberdade, sugerindo que ela não existe nos vizinhos sul-americanos, e que não pode escolher um candidato para a ocupar a presidência que acabe com isso. Segundo Bolsonaro, essa liberdade está sendo ameaçada pelos partidos de esquerda do Brasil.

“Temos um bem enorme no Brasil que chama-se liberdade. Entendam, ela está sendo ameaçada. O que já flertamos com o outro lado e que alguns ainda, por cultura, flertam. Entendam o que aconteceu na Venezuela, o que está acontecendo na Argentina. Sempre tenho falado que a nossa liberdade é mais importante que a nossa vida. Um homem preso ou uma mulher presa não têm vida”, comentou o presidente.

Bolsonaro até declarou que a sua fala não se trata de “uma briga política para o ano que vem” e ainda destacou que “não temos um possível melhor candidato para o Brasil”. Mesmo assim, fez coro para que a esquerda não vença o pleito do ano que vem. “Temos a necessidade de ter alguém na Presidência em 2023 que possa atender os anseios de liberdade de cada um de nós”, afirmou.

O presidente disse que a sua vitória em 2018 evitou que o Brasil seguisse o mesmo caminho de Venezuela e Argentina. Na ocasião, ele foi eleito contra Fernando Haddad (PT), no segundo turno. “Com todo respeito, o único grande prazer de ocupar a cadeira da Presidência é saber que, se não fosse eu, olha quem estaria lá e onde estaríamos hoje”, opinou, acrescentando que Deus não vai permitir uma vitória da esquerda no ano que vem.

“A gente costuma fazer brincadeiras. Se o papa é argentino, Deus é brasileiro. Acredito que isso é uma grande verdade. Temos Deus ao nosso lado e tenho certeza, como no passado, que ele nos ajudará.”

Fonte: Correio Braziliense

Centro Universitário Facens conquista participação em três Centros de Pesquisas Aplicadas em Inteligência Artificial

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Iniciativa proposta conta com apoio da FAPESP, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações e CGI.br

No dia 4 de abril, foi divulgado o resultado do edital aberto por iniciativa conjunta da FAPESP, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e Comitê Gestor de Internet no Brasil (CGI.br), com objetivo de instituir Centros de Pesquisas Aplicadas (CPAs) em Inteligência Artificial com foco nas áreas de saúde, agricultura, indústria e cidades inteligentes. O Centro Universitário Facens , em parceria com empresas e outras instituições de ensino superior do Brasil e do exterior, participará de projetos e pesquisas nos Centros de Cidades Inteligentes, Saúde e Indústria 4.0.

O objetivo dos núcleos é o desenvolvimento de pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação, aplicadas e orientadas à resolução de problemas que possam ser resolvidos por meio de inteligência artificial. Ao todo, 19 propostas de instituições de ensino superior e pesquisa foram submetidas ao edital, aberto em 2019. A análise envolveu mais de 80 pareceres de assessores nacionais e internacionais.

“Estamos muito felizes e animados em participar de um movimento, com colaboração nacional e internacional, em prol da ciência e dos desenvolvimentos tecnológico e social. Todos os setores contemplados nestes Centros são de extrema importância para o crescimento no nosso país. Temos certeza de que nossa equipe tem muito a contribuir com todas as pesquisas e inovações que estão por vir”, afirma Paulo Roberto de Carvalho, reitor do Centro Universitário Facens.

O CPA Inteligência Artificial Recriando Ambientes (IARA), com foco em Cidades Inteligentes, terá como pesquisador principal André Ponce de Leon Carvalho e sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC-USP São Carlos). Este núcleo, que também conta com uma rede de pesquisadores de todas as regiões do país, irá focar no estudo de cinco aspectos de cidades inteligentes: cibersegurança, infraestrutura, meio ambiente, saúde e educação, sendo a última área de responsabilidade da Facens.

Já o Centro de Pesquisa Aplicada em Inteligência Artificial para a Evolução das Indústrias para o Padrão 4.0, que terá sede no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), em São Paulo, e será coordenado por Jefferson de Oliveira Gomes, conta com a colaboração da equipe da Facens, também responsável pela área de educação do Centro. Este núcleo terá foco em monitoramento e controle em tempo real, digital twin, interoperabilidade e integração da cadeia, sistemas autônomos, robótica e máquinas-ferramentas, entre outros.

O último Centro que conta com a participação da Facens é o de Inovação em Inteligência Artificial para a Saúde (CIIA-Saúde), com sede no Instituto de Ciências Exatas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), terá como pesquisador responsável Virgílio de Almeida. O Centros Universitários Facens e Newton Paiva, assim como outras instituições de ensino brasileiras e internacionais parceiras deste CPA, visam a investigação de prevenção e qualidade de vida, diagnóstico, prognóstico e rastreamento, medicina terapêutica, gestão de saúde, epidemias e desastres.

Sobre a Facens

O Centro Universitário Facens é considerado uma das melhores instituições de ensino superior no Brasil, com nota máxima (5) do MEC. A instituição possui 45 anos de história, com foco na formação cidadã e empreendedora de seus alunos, e na busca constante por inovação social e tecnológica. Oferece 14 cursos de graduação e 29 de pós-graduação, abrangendo áreas como engenharia, tecnologia, arquitetura e urbanismo, liderança e marketing digital. As instalações da Facens, que estão em um espaço verde com mais de 100 mil m², contam com mais de 50 laboratórios especializados e mais de 10 centros de inovação. O Centro Universitário possui inúmeras parcerias com empresas, centros de pesquisa e instituições de ensino no Brasil e no exterior http://www.facens.br/

Saúde contabiliza aplicação de mais de 100 mil doses em pessoas de outros estados

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Balanço indica que 63 mil foram para a primeira dose e 37 mil para a segunda

ADRIANA SILVA, DA AGÊNCIA SAÚDE-DF

Em quatro meses de campanha de vacinação contra a covid-19, a Secretaria de Saúde contabiliza a aplicação de 100.943 doses de vacina em pessoas que residem em outros estados brasileiros. Ao todo, 63.836 receberam a primeira dose e 37.107 a segunda.

Os dados são do último informativo da campanha divulgado pela pasta. Os registros estão de acordo com os dados inseridos no novo SI-PNI, plataforma digital do Ministério da Saúde. Segundo os dados compilados, foram vacinadas pessoas de todos os estados brasileiros, sendo a maioria oriundas de Goiás – 30. 139 (D1) e 17.618 (D2).

Em moradores de Minas Gerais, a Saúde do DF vacinou 7.476 pessoas com a primeira dose e 4.385 com o reforço. Dos residentes de São Paulo, foram 3.884 D1 aplicadas e 2.191 D2. Do Rio de Janeiro, foram 3.568 D1 e 2.098 D2. Veja o gráfico a seguir:

Segunda dose garantida

Quem recebeu a primeira dose no Distrito Federal tem garantida a aplicação da segunda dose e sem qualquer atraso por falta de doses – situação diferente de vários municípios brasileiros, que não reservaram as doses de reforço para aplicação nas datas determinadas. Graças ao planejamento da pasta em garantir a guarda dessas vacinas, a população do DF não sofrerá com tais problemas.

Até o momento, 853.524 doses de vacina foram administradas, sendo 559.773 como primeira dose e 293.751 como segunda. A campanha de vacinação contra a covid-19 começou no dia 19 de janeiro. O DF já recebeu 22 remessas dos imunizantes totalizando 1.141.340 doses, sendo, 612.960 Coronavac, 508.4 mil AstraZeneca e 19.980 Pfizer/Biontech.

Hoje, 65.001 doses para aplicação da D1 e 43.609 para D2 estão distribuídas nas Regiões de Saúde. Na Rede de Frio Central há 46.814 doses para primeira aplicação e 133.310 para reforço. A pasta reforça que não irá aplicar D2 como D1 para garantir a imunização completa da população.

Os quantitativos de doses distribuídas e armazenadas (Rede de Frio Central e distribuídas nas regiões) consideram 10% de perda técnica.

Deu no G1: TCU apura possíveis irregularidades no uso de recursos da União enviados ao DF para combate à pandemia

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Por Walder Galvão, G1 D

O Tribunal de Contas da União (TCU) analisa possíveis irregularidades no uso de recursos cedidos pela União ao governo do Distrito Federal (GDF), para combate à pandemia de Covid-19. De acordo com um relatório feito por analistas da Corte, há indícios de prejuízo ao patrimônio público, superfaturamento e direcionamento em contratações.

O documento, feito a pedido do Congresso Nacional, avalia o emprego de aproximadamente R$ 3 bilhões encaminhados ao governo local. A análise ocorreu entre 13 de outubro de 2020 e 12 de março deste ano, e foi aprovada pela Corte na última quarta-feira (12).

Segundo determinação do TCU, o relatório foi encaminhado à Secretaria de Saúde do DF (SES-DF), que deve prestar esclarecimentos sobre os pontos apontados pelos fiscais. Questionada sobre o caso, a pasta disse que vai responder a todos as perguntas (veja mais abaixo).

Segundo avaliação dos auditores, as possíveis irregularidades estão em contratações feitas com dispensa de licitação, devido ao estado de calamidade pública, instaurado por causa da pandemia.

O documento do TCU diz que há “possível sobreposição dos interesses privados sobre o público, direcionando os certames para empresas específicas, contrariando o princípio da impessoalidade e frustrando o caráter competitivo dos certames e, por consequência, a obtenção da proposta mais vantajosa para a administração”.

Há indícios de irregularidades, segundo a Corte, em contratos firmados para a contratação da empresa responsável pelo Hospital de Campanha Mané Garrincha, por exemplo. Além disso, os fiscais também identificaram sobrepreço na compra de testes rápidos para o novo coronavírus.

Testes rápidos

 

Testes rápidos para Covid-19 no Distrito Federal, em imagem de arquivo — Foto: Breno Esaki/Agência Saúde

Testes rápidos para Covid-19 no Distrito Federal, em imagem de arquivo — Foto: Breno Esaki/Agência Saúde

Em um dos casos analisados, o TCU identificou inconsistências em um contrato firmado para compra de testes IgG e IgM, usados para detecção da Covid-19.

Segundo o relatório, uma empresa havia ofertado o exame por R$ 73, e se propôs a fornecer o quantitativo integral pedido pela SES-DF, de 150 mil unidades, mas a pasta firmou acordo para compra de apenas 50 mil testes.

Em seguida, a Secretaria de Saúde firmou contrato de compra com outra empresa, para adquirir 150 mil testes, porém, com o valor de R$ 139,90. A diferença de gastos por conta dos preços divergentes entre os dois contratos chega a R$ 10 milhões.

Além disso, outra aquisição de exames foi firmada com uma terceira fornecedora. Foram 5 mil unidades por R$ 159 cada.

As possíveis irregularidades na compra de testes rápidos, inclusive, deram origem às investigações da operação Falso Negativo, que culminou com a prisão do ex-secretário de Saúde Francisco Araújo e da cúpula de gestores da pasta, no ano passado.

Hospital de campanha

 

Hospital de Campanha do Estádio Nacional Mané Garrincha — Foto: TV Globo/Reprodução

Hospital de Campanha do Estádio Nacional Mané Garrincha — Foto: TV Globo/Reprodução

Outra irregularidade apontada pelo relatório é a ausência de estimativa de preço para contratação da empesa responsável pela gestão do Hospital de Campanha do Mané Garrincha. Segundo o documento, o GDF não usou parâmetros definidos por lei para realizar pesquisa com potenciais fornecedores.

De acordo com a norma vigente, deve ocorrer uma análise de preços de forma ampla. A pesquisa deve conter, no mínimo, três valores válidos. A falta do procedimento, segundo o TCU, “pode ter sido causada pela intenção de favorecer fornecedores específicos”.

“Não pesquisar em pelo menos uma fonte tornou temerária a contratação, especialmente em se tratando de prestação de serviços de grande materialidade e tão relevantes para o enfrentamento da pandemia, havendo o risco de ferir o princípio da economicidade”.

 

Por outro lado, o tribunal reconhece que não se pode afirmar que o preço unitário por leito contratado teve superfaturamento, já que estava dentro da faixa de custos da rede do DF. O hospital foi inaugurado ao preço de R$ 79 milhões, em 22 de maio, e desativado após cinco meses.

O que diz a Secretaria de Saúde

 

Questionada sobre a situação, a Secretaria de Saúde disse que abriu sindicância interna para analisar todos os contratos fechados pela pasta.

“Além disso, a Controladoria-Geral do GDF também tem por praxe analisar todos os investimentos feitos pelo governo”, afirmou.

 

Fonte: G1DF

Empresa doa 5 mil cestas básicas para diminuir o impacto da pandemia no país

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A primeira entrega foi para o Instituto Guga Kuerten, em Florianópolis

Um dos reflexos mais preocupantes da pandemia no Brasil é a crise alimentar. Segundo dados divulgados recentemente pelo grupo “Alimento para Justiça”, da Universidade Livre de Berlim, em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade de Brasília (UnB), 59% das pessoas que moram no Brasil não sabiam se teriam comida no prato no dia seguinte. Sensibilizada com essa situação e ciente de sua responsabilidade social, a Imex Medical Group, com matriz na Grande Florianópolis, em Santa Catarina, vai doar 5 mil cestas básicas para entidades assistenciais de todo o país. A ação deve atingir mais de 10 mil pessoas.

O primeiro beneficiado a receber a doação foi o Instituto Guga Kurten (IGK), com sede em Florianópolis. Em duas décadas de atuação o IGK já impactou mais de 100 mil pessoas com seus projetos voltados principalmente para crianças e adolescentes. Durante a pandemia, um dos focos da entidade foram as ações para minimizar situações de fome nas comunidades onde atua. As 100 cestas básicas doadas ao IGK foram entregues em um dos núcleos do Projeto Campeões da Vida, pelos colaboradores da Imex e recebidas por Alice Kuerten, presidente do Instituto.

“Através da inclusão social buscamos resgatar a cidadania de jovens e crianças, que provavelmente não teriam grandes chances de vencer na vida. Todos são atendidos pelos nossos programas: Campeões da Vida, o Fundo de Apoio a Projetos Sociais e o Programa de Ações Especiais, que dependem quase que exclusivamente das contribuições de parcerias como esta, por isso a importância”, afirma Alice. As entregas seguem até o fim deste ano, e serão feitas em instituições em todo Brasil.

Sobre a Imex Medical Group

A Imex Medical Group do Brasil é a maior empresa nacional e uma das maiores fabricantes no segmento de equipamentos e serviços para área de diagnósticos por imagem no setor da saúde. Atua na fabricação de equipamentos e prestação de serviços especializados com foco na inovação e tecnologia. Através da inteligência mercadológica, garante uma solução completa, oferecendo soluções diversificadas e excelência na prestação de serviços com profissionais altamente capacitados.

Com sua matriz localizada na Grande Florianópolis, em Santa Catarina, possui 6.000m² de área construída, depósito especial alfandegado auditado pela receita federal, certificações (ISO 9001:2015 e BPF/ANVISA), além de suas filiais em Barueri (SP), Recife (PE), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Belém (PA) e Porto Velho (RO), garantem agilidade, segurança e comprometimento na prestação de serviços em todo Brasil. Oferecer produtos e serviços com a máxima qualidade, melhor tecnologia e inovação é o desafio da Imex Medical Group do Brasil, buscando sempre as melhores soluções para seus clientes no segmento da saúde.

Ao invés de colocar Humberto Martins no STF, que tal Bolsonaro indicar o competente jurista e patriota Luis Felipe Salomão?

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O Centrão quer o atual ministro do STJ, Humberto Martins no Supremo Tribunal Federal (STF), cujo filho, Eduardo Martins foi alvo de uma série de acusações. Martins teve Renan Calheiros e Lula como padrinhos políticos na sua carreira.

Mas o melhor nome para o STF continua sendo do ministro do STJ Luis Felipe Salomão, considerado ético, patriota, profundo conhecedor do Direito e que respeita a Constituição Federal.

EX-PRESIDIÁRIO É CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA ELETROBRAS

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O ex-presidiário Lula veio ao Twitter dizer que a privatização da Eletrobras é um crime. Crime foi a corrupção que ocorreu por tantos anos nas estatais. Estão gritando raivosos porque  com a privatização,  onde vão buscar dinheiro?