Para manter o corpo e a mente saudáveis, o governador eleito Ibaneis Rocha (MDB) resolveu retomar as atividades físicas. Neste domingo chuvoso (25/11), o advogado tirou a bike de casa e pedalou por 36km. “Uma delícia”, disse.
Ele e um grupo de seis amigos saíram da QI 11 do Lago Sul, onde o emedebista mora, e fizeram um percurso de ida e volta ao aeroporto. No meio do caminho, no Eixão Sul, parou para tomar água de coco e posar para fotos.
Em meio a uma forte agenda de reuniões e pressões para a montagem de governo, Ibaneis também decidiu voltar à academia.
Desde o resultado da eleição, em 28 de outubro, ele anunciou 35 nomes para compor seu futuro governo. No entanto, ainda precisa escolher mais 26 pessoas para os principais cargos da administração direta e indireta do Distrito Federal.
Falhas recorrentes em licitações e na execução de obras, como apontado em auditorias da Controladoria-Geral do DF, colocam em xeque a atuação desses órgãos. O próximo governo desenvolve novo modelo, com escolha de gestor por lista tríplice
HMHelena Mader
(foto: Ed Alves/CB/D.A Press )
Criadas para aproximar o governo dos cidadãos e para descentralizar a gestão, as administrações regionais tiveram o papel desvirtuado por problemas que vão desde restrições financeiras até corrupção. Sem dinheiro para grandes obras ou servidores qualificados, os órgãos usam praticamente todo o orçamento só para pagar salários, aluguel e custos de manutenção. O governador eleito do DF, Ibaneis Rocha (MDB), promete mudar o modelo de gestão, com a formação de lista tríplice para a escolha do administrador e garantia de autonomia. Será preciso, ainda, reduzir o número de comissionados sem concursos, que, em algumas delas, supera 90%.
A Controladoria-Geral do DF realizou auditorias em administrações regionais para verificar a legalidade de obras. Os levantamentos indicaram série de problemas, como falhas nos projetos básicos, duplicidade de serviços, pagamento dos valores devidos antes da conclusão da obra, execução em desacordo com as especificações dos projetos e superdimensionamento de itens. O erro mais recorrente — e antigo —, entretanto, é o fracionamento de gastos para enquadrar os contratos na modalidade convite, uma forma simplificada de licitar, em vez de realizar tomadas de preços.
A auditoria realizada na Administração Regional do Paranoá esmiuçou gastos realizados entre 2015 e 2017. Os técnicos levantaram dados entre junho e julho deste ano, e o trabalho foi concluído no mês passado. “As obras em análise foram licitadas com projeto básico insuficiente, sem orçamento detalhado, apresentando apenas orçamento sintético, com a descrição sumária dos serviços, suas quantidades e seus preços unitários, caracterizando descumprimento à Lei de Licitações”, diz um trecho do levantamento técnico. À Controladoria, a administração alegou que enfrenta limitações estruturais, mas garantiu que está “envidando esforços para que sejam tomadas as providências cabíveis quanto à formação de comissões de apuração de responsabilidade”.
Outra falha identificada foi a duplicidade de serviços nas planilhas orçamentárias. Nesse caso, a mão de obra foi consignada tanto em itens específicos quanto dentro das composições. Em três obras, de banheiros públicos, estacionamentos e pontos de encontros, a falha gerou superfaturamento de R$ 100 mil. A Controladoria recomendou a instauração de procedimento para apurar a responsabilização pelo prejuízo.
O fracionamento de despesas é o problema que mais preocupa os auditores. Isso ocorre para utilizar modalidade de licitação inferior à recomendada pela legislação. A lei veda essa prática. Parcelas de uma mesma obra, ou de empreitadas diferentes, mas que sejam da mesma natureza e no mesmo local, devem ser licitadas juntas. Mas administradores fracionam o valor total para que uma obra passível de ser licitada por concorrência seja feita por meio de tomada de contas. Ou para que serviços que deveriam ser contratados por tomadas de contas ocorram pela modalidade convite.
Na amostra avaliada na Administração do Paranoá, as empreitadas somaram R$ 399,8 mil. As três licitações tinham objeto de mesma natureza e poderiam ser realizadas conjuntamente, uma vez que tratam de execução de obras e serviços de engenharia independentes. “Não resta dúvida quanto à configuração de ‘mesmo local’, já que todas as obras foram realizadas no âmbito da região administrativa do Paranoá, e os possíveis licitantes foram os mesmos”, detalha o levantamento. “Dessa forma, restou caracterizado o fracionamento irregular de despesas a fim de enquadramento das licitações na modalidade convite”, conclui.
Vício insanável
Na Administração Regional de São Sebastião, a falha ocorreu com valores mais expressivos. Foi feita a análise de seis processos administrativos de contratação de obras e serviços de engenharia que somaram R$ 1,9 milhão. As empreitadas incluíam a construção de poços artesianos, quadra coberta, campo sintético, galpão, reformas em banheiros da feira permanente e em parques infantis. O órgão realizou licitações pelas modalidades convite e tomada de preços. “Resta caracterizado o fracionamento irregular de despesas, visto que deveria ter havido melhor planejamento por parte da administração regional em realizar todos os certames na modalidade concorrência”, explica o relatório. A Administração de São Sebastião alegou que “não realiza fracionamento irregular de licitação e que cumpre o disposto na Lei nº 8.666/93”.
O episódio em São Sebastião motivou o Ministério Público do DF e Territórios a ajuizar uma ação civil de improbidade administrativa. “Partindo-se da premissa de que os contratos podem conter vício insanável, impõe-se que os pagamentos devidos sejam bloqueados para evitar possível dano aos cofres públicos”, alegou o juiz Roque Fabrício de Oliveira Viel, da 4ª Vara de Fazenda Pública.
“Não resta dúvida quanto à configuração de ‘mesmo local’, já que todas as obras foram realizadas no âmbito da região administrativa do Paranoá”
Controladoria-Geral do DF, em auditoria
Telhado
A auditoria no Varjão revelou prejuízos por serviços superdimensionados. Em um dos casos, referente à reforma e à recuperação do telhado da administração, constatou-se que as planilhas orçamentárias tinham quantitativos de serviços superdimensionados. Isso resultou em prejuízo de R$ 51,6 mil.
Parcão
No Lago Norte, a obra do Parcão, uma área para cães, ocorreu em desacordo com o projeto. O cercamento deveria ser feito com gradil, uma grade metálica de alta resistência. Mas a delimitação foi feita com material do tipo alambrado, feito com fios de arame galvanizado, comum em quadras esportivas. A administração alegou que designou um servidor para fazer a avaliação do caso.
Há quem avalie dentro do próprio PSB, partido do governador Rodrigo Rollemberg, que a presidente da Agefis, Bruna Pinheiro, foi quem mais contribuiu para a derrota do chefe na corrida pela reeleição.
A situação ficou pior ainda para a reeleição do socialista na reta final da campanha, quando os “iluminados marqueteiros” decidiram botar Bruna Pinheiro para pedir voto ao candidato durante o horário eleitoral. Foi o fim da picada.
Não houve um discurso mais emblemático e empolgante, que alimentou o sentimento de vingança de grande parte do povo do DF contra o maldito Governo Rollemberg, durante a campanha eleitoral que não tenha sido aquele que prometia acabar com a Agefis e mandar Bruna Pinheiro “catar coquinhos nos quintos dos infernos”.
A maioria dos candidatos ao Buriti adotou o discurso ante-Agefis. Entre eles, o ex-presidente da OAB-DF e desconhecido Ibaneis Rocha (MDB), quando ainda estava com 2% nas pesquisas eleitorais.
Nesses quase 30 dias de transição de governo, em que a maioria dos secretários e dirigentes de autarquias já foi anunciado, no entanto, até agora, o governador eleito não se pronunciou como ficará a Agefis.
Durante a campanha eleitoral, o futuro chefe do Executivo prometeu extinguir e recriar o órgão de fiscalização sem que tivesse o mesmo poder de mando como o exercido atualmente pela Agência de Fiscalização do Distrito Federal.
O fato é que há uma grande expectativa sobre a manutenção ou não de Bruna Pinheiro no futuro governo, já que os pedidos são tantos e tem até campanha no estilo “#BrunaFica” patrocinada por aliados de primeira hora do governador eleito Ibaneis Rocha.
A servidora que nos últimos quatro anos mandou passar o trator por cima de mais de 20 mil casas, a maioria de famílias pobres; chamou moradores de condomínios de “grileiros”; destruiu dezenas de templos evangélicos e chamou advogados do DF de “picaretas e vigaristas” conta com a ajuda de um forte lobby para se manter no cargo.
Se Ibaneis vai ou não manter Bruna, ainda é uma incógnita.
Com apenas 15 anos, João Assunção, filho do ator global Fábio Assunção, arrancou suspiros dos internautas ao surgir com o pai em uma foto publicada nas redes sociais. Os cabelos jogados e o rosto muito semelhante ao do artista fez o garoto ser o centro das atenções na internet.
João é fruto do relacionamento do ator com a relações públicas Priscila Borgovoni. Além do rapaz, Fábio é pai de Ella, de 7 anos, de seu namoro com Karina Tavares.
Usuários da farmácia de alto custo localizada na estação de metrô da 102 Sul denunciam a precariedade do serviço oferecido pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Os pacientes se queixam da falta de funcionários, lentidão no sistema e, principalmente, da demora no atendimento. Entre quinta (22/11) e sexta (23), teve gente que esperou na fila por quase quatro horas.
Outro problema que tem tirado os usuários do sério é o descaso dos funcionários terceirizados que, segundo eles, estariam encerrando o atendimento antes do horário. Previsto para funcionar entre 8h e 17h, às 15h, os trabalhadores já estariam se recusando a atender os pacientes.
“É um verdadeiro caos. Lá é sempre cheio, mas ultimamente vive lotado. Na fila, cadeirantes e doentes esperando horas pelo remédio”, disse uma portadora de esclerose múltipla, que preferiu não se identificar. Nessa quinta, sua mãe, de 69 anos, foi buscar o remédio que ela precisa tomar e ficou quatro horas na fila.
A fiscal Gisela Temótio, 39 anos, sofre com dor crônica e precisa comparecer à farmácia todo mês. A rotina dura mais de três anos. “Da última vez, cheguei aqui às 14h e só consegui sair às 18h30”, afirma. A dona de casa Mislene Ataídes, 37, reclama do mesmo problema. Ela diz que, todo mês, tem que aguardar, no mínimo, três horas.
“O sistema já melhorou muito. Antigamente, faltava remédio. Hoje em dia, não. Claro que seria mais fácil se fosse de três em três meses, porque a espera pode gerar transtornos, mas só de conseguir já está bom”, resigna-se.
A aposentada Márcia Costa, 58, toma remédio para artrite há sete anos e conta que não conseguiu a medicação uma única vez em todo esse tempo. “O problema aqui é o sistema de computador usado pelos funcionários. Cai toda hora. Quando funciona perfeitamente, o tempo na fila é de 1h30. Quando não, demora muito mais. Mas já melhorou muito de uns tempos para cá”, afirma.
A situação precária não é de hoje. Na série DF na Real – publicada no dia 28 de outubro deste ano –, o Metrópoles mostrou o calvário dos pacientes em busca de medicamentos nas farmácias de alto custo.
A reportagem percorreu as unidades da Asa Sul, Ceilândia Norte e Gama e destacou que, apesar das longas filas, nem sempre o medicamento está disponível. Na ocasião, um levantamento da Secretaria de Saúde do DF apontou que 23 remédios estavam em falta. Ao todo, a Farmácia de Alto Custo disponibiliza 220 rótulos. Os insumos são indicados para o tratamento de aproximadamente 100 condições clínicas diferentes.
O outro lado
Em nota nesta sexta (23/11), a Secretaria de Saúde informou que são distribuídas diariamente 400 senhas para atendimento na Farmácia de Componente Especializado da Asa Sul – antiga Farmácia de Alto Custo. E, ainda, que a unidade funciona de segunda a sexta-feira, ininterruptamente, das 7h às 17h.
A pasta garante que o expediente não é encerrado antes do horário, em nenhum dia, mas reconhece que, nessa quinta, houve lentidão do sistema informatizado do Ministério da Saúde – utilizado nas três unidades (Asa Sul, Ceilândia e Gama), o que gerou atraso no atendimento.
“Devido a essa lentidão, foi necessário encerrar a distribuição de senhas às 14h40, pois havia 130 pacientes aguardando atendimento”, assinalou. Por fim, informou que às 17h ainda restavam 40 pessoas, e todas as que tinham senhas receberam a medicação.
Brasil e Chile assumiram compromissos em 24 áreas não tarifárias, na capital chilena, Santiago. o acordo vai fortalecer o livre comércio entre Brasil e Chile. A cerimônia de assinatura foi acompanhada pelos presidentes Michel Temer e Miguel Juan Sebastián Piñera.
Os países tinham um acordo desde 1996 que zerou as tarifas. Agora, o acordo dará um incentivo e uma maior previsibilidade para o colóquio comercial. O texto foi assinado pelos ministros Marcos Jorge (Ministério do Desenvolvimento) e Aloysio Nunes (Itamaraty), do Brasil. No lado chileno, o chanceler Roberto Ampuero assina o acordo.
“Passados mais de vinte anos desde a assinatura do acordo de 1996, que eliminou as barreiras tarifárias nos fluxos entre Brasil e Chile, constatamos a necessidade de aprofundar a redução de entraves não tarifários e de refletir novas dimensões do comércio internacional”, disseu o ministro Marcos Jorge.
Ademais, disse ele que “será a primeira vez que o Brasil, em acordos bilaterais, se compromete com temas como comércio eletrônico, boas práticas regulatórias, cadeias regionais e globais de valor, além de comércio e gênero, meio ambiente e assuntos trabalhistas”, arrematou na ocasião.
Conforme o secretário de Comércio Exterior do Brasil, Abrão Neto, este acordo fomenta novas regras com vertentes que vão ajudar a ampliar trocas comerciais e investimentos bilaterais. Conforme sus fala: “Esse acordo servirá como referência para diversas negociações das quais o Brasil participa ou venha a participar”.
O Itamaraty disse ainda que este acordo entre Brasil e Chile vai regular diversas questões, e que este é o mais ambicioso que a Organização Mundial do Comércio (OMC) já prevera.
A ideia é baseada em software livre de código-fonte aberto e totalmente auditável
Saiu ontem (21/11) no Diário Oficial da União a Portaria RFB nº 1.788 de 2018 acerca do uso de dados da administração pública federal dentro da Blockchain. Mais tarde, foi confirmada pelo site da Receita.
Com o nome de bCPF — Blockchain do cadastro de pessoas físicas a fim de simplificar a database de CPF’s, com mecanismos mais seguros e com mais eficiência.
Conforme o texto, a base de dados é uma das obrigações no âmbito tributário das administrações, conforme reza o art. 37 da CF/88, que dispõe sobre a administração pública federal.
Ademais, diz o Leão que a tecnologia Blockchain é “extremamente interessante para um ambiente onde a confiança é indispensável” a partir de dados distribuídos e imutáveis. A princípio, prosseguem, é que apenas as entidades autorizadas participarão da rede.
O bCPF estará, então, baseado em software livre de código-fonte aberto e, em larga escala, auditável. Além da Blockchain, a solução propõe também a adoção de smart contracts para prever funcionalidades e controles adicionais, no intuito de potencializar a segurança.
Esta solução, feita em conjunto com a Dataprev, já está em formato piloto junto ao CJF, o Conselho da Justiça Federal. Em no máximo 6 meses a migração deverá está completa.
Irmãs e sócias, Camila e Rafaela Vilasboa apresentaram a nova edição do guia VIP Noivas, na noite de terça-feira (20/11). Cerca de 150 convidados, entre fornecedores do mercado de festas em Brasília, influenciadores e noivas, prestigiaram o coquetel realizado na varanda do restaurante Rubaiyat.
O espaço foi todo decorado com inspiração romântica. A ilha de doces, repleta de bombons e bolos, se destacou na decoração.
A animação ficou por conta da apresentação da cantora Patricia Medeiros.
Confira!
Camila Vilasboa, Karina Presotto e Rafaela Vilasboa
Pri Vallone e Artur Póvoa
Daniela Azevedo, Jonas Nascimento e Michelle Chiliane
Rodrigo Zago e Mariana Carvalho
Carla Patzlaff e Maria Alice Sant’ana
Samuel Colombo, Maria Eduarda Azevedo, Pedro Abdala e Iris Mendes
Danilo Pimentel e Mayara Souza
Celia Medeiros e Larissa Vilela
Ana Helena, Roger Silvio e Cauê Giardini
André Ferreira e Paula Viana
Maria de Fátima e Veridiana Godoy
Roseli Vilasboa e Maurílio Macedo
Jakeline Alessi
Sandra e Vanda Branchine
André Nogueira e Rafaela Vilasboa
Louise Rodrigues e Rafael Leite
Andréa Goes e Mirela Lopes
Graciliano Cândido e Karyne Cardoso
Pri Vallone, Camila Vilasboa, Karina Presotto, Maurílio Macedo, Rafaela Vilasboa e Nayara Machado
Lançamento 4ª edição do anuário VIP Noivas
Lançamento 4ª edição do anuário VIP Noivas
Lançamento 4ª edição do anuário VIP Noivas
Lançamento 4ª edição do anuário VIP Noivas
Lançamento 4ª edição do anuário VIP Noivas
Decoração | Karin Von Glhen Bolos | Renata Diniz Chocolatier Doces | Aguimar Ferreira e Flor de Brigadeiro Espumantes e vinhos | Casa Perini Cerimonial | Jakeline Alessi Som | SPL Produções
O advogado Max Telesca enfrenta a disputa pela sucessão da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF). A eleição será em novembro, Telesca que é presidente do Instituto de Popularização do Direito e autor do livro 2038, a Instituição da Cleptocracia num Futuro Não Muito Distante, aparece como opção ao conhecido “rodízio” de chapas dos últimos mandatos da Ordem. Sua meta principal é valorizar os profissionais da área, com foco na inclusão de profissionais femininas não apenas no judiciário brasileiro, mas no mercado de trabalho em geral, além da inclusão do profissional recém-formado. E ainda colocará a disposição da sociedade o cadastro de advogados para auxiliar o Poder Público na solução de gargalos! Max Telesca está entre os primeiros nas pesquisas!
* Max Telesca é advogado e escritor. Foi Diretor, Conselheiro e Presidente do Tribunal de Ética da OAB/DF. É Presidente do Instituto de Popularização do Direito – IPOD e candidato à Presidência da OAB/DF!
A unidade do Senac localizada no Setor Comercial Sul (Jessé Freire) está realizando atendimentos gratuitos de cabeleireiro, de terça a sexta-feira, exceto feriados, a partir das 8h. Os serviços oferecidos são de escova, hidratação, coloração e cortes de cabelo. Os procedimentos são realizados por alunos que estão em prática supervisionada, auxiliados pelos instrutores dos cursos. Não é necessário agendar horário, pois os atendimentos são feitos por ordem de chegada. O cliente que desejar, pode levar um brinquedo novo que será doado para instituições do Distrito Federal que cuidam de crianças carentes. A unidade está localizada na Quadra 6, bloco A, Loja 172, Ed. Jessé Freire, 1º andar. Mais informações pelo telefone: 3226-5235.
ATENDIMENTOS DE CABELEIREIRO – MATUTINO
Procedimentos: escova, hidratação e corte
Horário: a partir das 8h
Data: até 14/12/2018
Dias: de terça a sexta-feira, exceto feriados
Procedimentos: Coloração
Horário: a partir das 8h
Data: 20/11 a 14/12/2018
Dias: de terça a sexta-feira, exceto feriados
ATENDIMENTOS DE CABELEIREIRO – VESPERTINO
Procedimentos: escova e hidratação
Horário: a partir das 13h30
Data: até 08/02/2019
Dias: de terça a sexta-feira, exceto feriados
Procedimento: corte
Data: de 05/11/2018 até 08/02/2019
Horário: a partir das 13h30
Dias: de terça a sexta-feira, exceto feriados
Procedimento: coloração
Data: de 04/12/2018 até 08/02/2019
Horário: a partir das 13h30
Dias: de terça a sexta-feira, exceto feriados