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NOVE EM CADA DEZ MULHERES AGREDIDAS PELOS COMPANHEIROS SOFREM CALADAS

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Todos os dias casos de agressões físicas e assassinatos de mulheres por seus companheiros estampam o noticiário policial. Recentemente, um deles ganhou grande repercussão e trouxe à tona a discussão sobre a urgência de se combater essa realidade no Brasil: a fisioculturista Renata Muggiati caiu da janela do apartamento onde morava, no 31ºandar, em Curitiba. O laudo necroscópico apontou o namorado dela como o principal suspeito do crime.
Para a representante da ONU Mulheres no Brasil, Nadine Gasman, a violência doméstica contra mulheres é um problema de ordem cultural e independe da classe social dos envolvidos. Nadine afirma que, apesar de a lei estar do lado das vítimas, elas têm medo de fazer a denúncia. Apenas uma em cada dez mulheres agredidas relata a violência às autoridades competentes. As outras nove sofrem caladas.
— A primeira questão é que a pessoa que está sofrendo saiba que a violência não é normal. Tem que buscar ajuda. Tem que denunciar. As pessoas ficam com vergonha, mas é um crime e a lei está do lado delas.
Mais de 51% das denúncias sobre algum tipo de violência contra mulheres que chegaram à Central de Atendimento da Secretaria de Políticas para as Mulheres no primeiro semestre de 2015 tratavam de violência física. Mais de 59% das vítimas disseram que os filhos presenciam as agressões (as denúncias devem ser feitas pelo telefone 180).
Nadine avalia que esses números são sintomas da cultura machista que predomina entre os brasileiros. Segundo ela, 4.500 mulheres são mortas todos os anos no País, o que indica que ser mulher por aqui já é um fator de risco.
— São relações onde os homens têm a ideia de que as mulheres não são iguais. As pessoas têm uma ideia estereotipada do que é ser homem e do que é ser mulher. É importante que os problemas sejam resolvidos no diálogo.
Mulheres em relacionamentos abusivos nem sempre percebem a que ponto os companheiros podem chegar. Além de Renata Muggiati, outros dois casos recentes ilustram o cenário apontado pela representante da ONU.
Em agosto, Gisele Santos teve suas mãos decepadas depois de decidir que queria terminar o relacionamento com o agressor. No mesmo mês, a empresária Halyne Elias fraturou o tornozelo, a mão, a bacia e o rosto depois de cair do segundo andar do prédio onde morava com o marido que a agredia constantemente.
E elas não estão sozinhas. São várias as Renatas, Giseles e Halynes que sofrem todos os dias. Algumas delas sobrevivem para contar suas histórias. Outras perdem a vida antes de conseguir sair dos relacionamentos abusivos.
Nas denúncias que chegaram à Secretaria, mais de 31% das vítimas perceberam risco de feminicídio — quando uma pessoa mata a outra pelo fato de ela ser mulher. Esse é um medo que a maioria das mulheres que sofre agressões constantes enfrenta e, exatamente por isso, tende a escolher o silêncio.
Para reverter essa realidade, Nadine acredita que há uma série de mudanças a serem construídas e uma delas é o engajamento dos homens na luta por igualdade ao lado das mulheres.
— A luta tem que estar atuando em todos os níveis da sociedade. [A agressão] não é brincadeira. É uma verdade.
Mulheres deficientes
A presidente da ONG Essas Mulheres, Marcia Gori, diz que mulheres com deficiência física são duas vezes mais vítimas de abusos dos companheiros do que as outras. Segundo ela, isso acontece porque, geralmente, os agressores são também os cuidadores daquelas mulheres. Como elas sentem que vão ficar desamparadas, não fazem a denúncia.
— Como vão cuidar dela depois? Então ela vai aguentando. Mas esse silêncio precisa ser quebrado. Quando a mulher com deficiência chega a denunciar, é porque ela não está aguentando mais.
Ela diz também que é importante que essas mulheres tenham autonomia e autoestima.

OUTUBRO ROSA: A IMPORTÂNCIA DA PREVENÇÃO

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A luta contra o câncer ganha força quando a doença é detectada logo no início
O Outubro Rosa chega colorindo os monumentos do Brasil com o objetivo de chamar a atenção para questões ligadas ao câncer de mama. Só em 2015, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), foram identificados quase 60 mil pacientes com a doença, o que representa 22% do total dos novos diagnósticos de câncer no país. Trata-se do segundo local do corpo mais atingido pela patologia, no país e, apesar das frequentes campanhas alertando para a prevenção, a taxa de mortalidade ainda é alta, justamente, pela grande frequência de diagnósticos tardios.
“A maior parte das mulheres só identifica a doença quando ela já está em desenvolvimento pelo aparecimento de irregularidades na pele, sejam marcas, caroços nos seios e até mesmo franzidos,” pontua Miguel Torres, chefe do programa de tratamento da doença na Radiocare. O radio-oncologista alerta que, muitas vezes, a enfermidade chega de forma silenciosa.
Tabagismo, sedentarismo e obesidade são fatores de risco que contribuem para um aumento da incidência da enfermidade. “Boa alimentação e prática de exercícios físicos, diariamente, são bons parceiros na prevenção de doenças, entre elas, o câncer de mama”, afirma o radio-oncologista. Torres ressalta que homens também podem ser afetados pela doença e, apesar de a incidência ser bem menor, não devem se esquecer da prevenção.
Prevenção
Márcia tinha 34 anos quando percebeu um nódulo no seu seio direito ao fazer o autoexame. À época, vivia um momento de realização profissional e pessoal. Tinha acabado de assumir um novo cargo na empresa, curtia o casamento recente e sua filha de apenas dois anos. “Não podia ser nada”, era o que imaginava. Então, ao consultar um mastologista, se deparou com o diagnóstico: há um carcinoma ductal invasor na mama direita, em linguagem simples, câncer de mama.
Mesmo sem precedentes da doença na família e com perfil fora do grupo de risco, Márcia sempre fazia o autoexame, o que foi fundamental em seu caso. Selmo Geber, professor titular do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), ressalta a importância da detecção precoce do câncer de mama. “É essencial que as mulheres façam exames preventivos periodicamente, tanto para detectar o câncer de mama como outros tipos da doença, como o câncer de cólo de útero”, lembra o médico.
Contudo, segundo pesquisa divulgada pelo IBGE, em Minas Gerais, apenas 62% das mulheres entre 50 e 69 anos fizeram o exame preventivo nos últimos dois anos.
Tratamento
O tratamento varia de acordo com a gravidade da doença e das condições biológicas do paciente. O primeiro passo é fazer o diagnóstico completo com análises clínicas e biopsia para descobrir se o tumor é benigno ou maligno. Então, o médico faz a indicação de cirurgia, quimioterapia e radioterapia ou das práticas combinadas, de acordo com cada caso.
Os tratamentos são divididos em dois tipos de terapias: local e sistêmica. “A local inclui a cirurgia e a radioterapia, que são formas de tratar o tumor sem afetar o restante do corpo. Já a sistêmica trabalha com medicações orais ou pela corrente sanguínea, como é o caso da quimioterapia, capaz de atingir as células cancerosas em qualquer parte do corpo”, afirma o radio-oncologista Miguel Torres.
O tratamento, muitas vezes, pode implicar na perda de cabelos e na realização da mastectomia – retirada da mama e isso afeta o emocional feminino. “Fui cortando meu cabelo por etapas para que minha filha não percebesse, contei uma historinha para que ela entendesse que a mamãe estava doente e que quando melhorasse, o cabelo cresceria novamente”, lembra Márcia. Ela ainda comenta que o carinho da filha, o companheirismo do marido e todo apoio dos amigos e famílias foram essenciais para que tivesse esperança e se recuperasse rápido.
Manutenção da fertilidade
Após vencer a doença, muitos pacientes acabam se deparando com um novo problema: a infertilidade. “Se ter filhos é um objetivo de vida, é essencial pensar nisso e se resguardar para concretizá-lo posteriormente. Tratamentos com quimioterapia e radioterapia, além de destruírem as células tumorais, também podem atingir as germinativas, que produzem óvulos e espermatozoides. Além disso, também interferem nas funções hormonais, responsáveis pela produção de gametas”, explica Selmo Geber, PhD em Fertilidade e Embriologia.
Segundo o médico, a urgência da doença e a necessidade imediata de se dar início aos tratamentos contra o câncer exigem decisões rápidas do oncologista. No entanto, devido à pressa, muitas vezes o fator reprodutivo não é abordado. “Aspectos do tratamento e de efeitos colaterais diretos são amplamente discutidos. Porém, a preservação da fertilidade para o futuro, através de criopreservação, por exemplo, acaba sendo deixada de lado”, avalia.
O objetivo com a criopreservação dos óvulos – seja por vitrificação, ou por congelamento -, é conservar o material para que ele possa ser utilizado no futuro, por meio de técnicas de reprodução assistida. “O óvulo, ou o espermatozoide, é submetido a uma variação de temperatura de 37ºC a -196ºC em menos de um segundo. O material congelado é, então, armazenado em nitrogênio líquido, podendo ser mantido assim por tempo indefinido”, explica o médico. Segundo ele, as taxas de gravidez utilizando óvulos congelados tem sido semelhante à obtida com exemplares frescos, de 50%.

AUMENTA O NÚMERO DE IMÓVEIS RETOMADOS POR BANCOS

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Medida pode ser adotada sem devolução das parcelas já pagas

A falta de pagamento de prestações do financiamento pode levar os bancos a retomarem imóveis. De acordo com dados da Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (Arisp), somente na cidade de São Paulo, 517 deles foram retomados ano passado, o que significa o maior número desde 2004. A previsão é de que este ano não deve ser diferente, já que, de janeiro a julho de 2015, 334 unidades foram retomadas na capital paulista, o que equivale a 64% do total registrado em todo o ano passado. Este cenário não é muito diferente no restante do país, conforme a Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH).

De acordo com o diretor executivo do escritório de representação da ABMH no Distrito Federal, Geraldo Tardin, um dos motivos para a retomada dos imóveis é a utilização da alienação fiduciária em contratos de financiamento ligados ao Sistema Financeiro da Habitação (SFH). “Atualmente, a maioria dos contratos de financiamento são feitos com base na Lei 9.514/97, que trata da alienação fiduciária de bens imóveis. Embora tenha sido criada em novembro de 1997, sua utilização ganhou força em meados da década passada, e este é um dos primeiros reflexos dessa forma de garantia: a grande facilidade da execução da dívida e retomada do imóvel pelo banco em caso de inadimplência”, explica.

Segundo a Lei, passados 30 dias do início da inadimplência, o banco pode iniciar a execução extrajudicial do contrato. “Nessa hipótese, é obrigatória a notificação pessoal do devedor (via cartório) para pagar o débito no prazo de 15 dias. Passado esse prazo, o registro de propriedade do imóvel é transferido para o nome do banco, que, em seguida – já como novo proprietário – tem que levar o imóvel a dois leilões públicos. E se não existirem arrematantes, o imóvel fica definitivamente com o banco, em pagamento da dívida (prestações vencidas e saldo devedor)”, esclarece Geraldo Tardin.

O diretor da ABMH explica que, como se trata de uma execução extrajudicial, ou seja, sem passar pelo crivo do Poder Judiciário, é possível requerer a anulação do procedimento na Justiça ou uma indenização pela diferença entre o valor real do imóvel e o valor da dívida. “Mas não é uma tarefa fácil e cada caso deve ser analisado isoladamente. A dica é não deixar que chegue nesse ponto. Se houver dificuldade no pagamento de alguma parcela, o ideal é procurar o banco ou entidade de defesa da classe e negociar, ou – numa saída mais drástica – vender o imóvel, quitar o financiamento e assim não perder tudo que investiu.”

Para os contratos do programa Minha Casa Minha Vida, ainda existe a alternativa do Fundo Garantidor, que cobre o pagamento das prestações por até 36 meses dependendo da faixa de renda. Mas existem desvantagens, conforme Geraldo Tardin. “O mutuário tem que comprovar o desemprego ou a perda da renda no momento da assinatura. Além disso, o Fundo não paga a prestação: ela é incorporada ao saldo devedor e cobrada ao final do financiamento. Ou seja: se o prazo inicial era de 240 meses e o beneficiado utilizou o fundo por 12 meses, o novo prazo será de 252, e assim por diante. É bom lembrar que sobre essas prestações incidirão os mesmos juros e correção monetária do restante do financiamento.”

O diretor da ABMH ressalta que o importante é não ficar de braços cruzados diante dos contratos que não possuem a cobertura do Fundo Garantidor. “Uma alternativa é pedir a utilização do FGTS para pagamento das prestações em atraso. Embora esta saída não seja aceita diretamente nas agências bancárias, basta que o trabalhador faça o requerimento na via judicial para conseguir o benefício e, assim, evitar a perda do imóvel.”

Parcelas pagas não são devolvidas – Além de perder o imóvel, o consumidor pode arcar com outro prejuízo: a perda dos valores pagos. De acordo com Geraldo Tardin, a lógica adota pelos agentes financeiros é a seguinte: “o banco não vende imóveis, no financiamento habitacional, o mutuário toma um empréstimo financeiro (como outro qualquer) para aquisição de um imóvel, o qual é dado em garantia da dívida. Assim, no caso de inadimplemento das prestações, o banco credor executa o débito, levando o imóvel dado em garantia a leilão. No leilão, se não houver nenhum interessado (arrematante) ou se o maior lance for menor que a dívida, não haverá nenhum valor a ser repassado ao mutuário.”

Segundo a Lei 9.514, após 30 dias do vencimento de uma ou mais parcelas, o banco pode iniciar o procedimento de execução. Entretanto, a maioria dos contratos prevê que a execução só pode começar em caso de atraso de três ou mais prestações. “Nesse caso, vale a regra mais benéfica ao consumidor. O banco não tem praticamente nenhum risco de ficar no prejuízo. Quando o imóvel vai a leilão, o valor da arrematação é utilizado para quitação integral da dívida (prestações vencidas e vincendas) e se não houver arrematante, ele fica com o bem e pode, em seguida, vendê-lo como outro imóvel qualquer.”

Direitos do consumidor

Em caso de execução da dívida através da Lei 9.514, alguns requisitos devem ser observados:

• O consumidor deve ser notificado pessoalmente para quitar a dívida no prazo de 15 dias, quando o contrato tiver mais de um titular (um casal, por exemplo), todos devem ser notificados individualmente
• O mutuário tem a possibilidade de pagar a dívida até a data do leilão (e não até o fim do prazo da notificação – 15 dias), podendo utilizar o seu FGTS
• O imóvel deve ser levado a leilão por, no mínimo, 60% de seu valor de mercado; se for arrematado por montante inferior, o leilão pode ser invalidado
• Quando o valor da arrematação for maior que a dívida, o banco deve repassar a diferença ao devedor, no prazo de cinco dias, contados da data do leilão

Dr. Geraldo Tardin
Diretor executivo do escritório de representação da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH) no Distrito Federal
Telefone: (61) 9994-0518

13º SALÁRIO: COMO UTILIZÁ-LO DE FORMA CONSCIENTE

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[xtestimonial_item name=”Janine Brito” title=”Advogada” avatar=”3″ avatar_url=”http://jornaldoplanalto.com.br/web/wp-content/uploads/2015/12/Janine_Brito_web.jpg”] Advogada; empresária; diretora da Ferragens Pinheiro, empresa com mais de 50 anos na capital; e especialista em Gestão Financeira.
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Todo ano é a mesma história: o 13º salário vira a “salvação da lavoura” para muita gente. Há quem, inclusive, o comprometa meses antes de recebê-lo.
Criado pelo governo de João Goulart, por meio da Lei 4.090, de 13/07/1962, regulamentada pelo Decreto 57.155, de 03/11/1965, como uma espécie de gratificação natalina, ao final de um ano inteiro de trabalho, o 13º é um recurso extra para o empregado que, em 2015, mais do que nunca, deve tirar muita gente do sufoco.
No que aplicar? Como gastar, de forma consciente, o dinheiro? O que priorizar? Mais uma vez, o planejamento pode ser fundamental para organizar a sua vida financeira.
Que tal começar por um diagnóstico de sua situação econômica? Se está endividado e inadimplente, é importante saber se o cenário está sob controle ou não. O primeiro ponto é deixar claro: inadimplência acontece depois que o consumidor se compromete com o pagamento de algum valor em uma data e, seja pelo motivo que for, não consegue realiza-lo dentro do prazo. Em função disso, ocorrem cobranças, tendo até o risco de o consumidor ter o seu nome em lista de devedores de alguns órgãos, como Serasa e SPC. Se este for o seu caso, procure utilizar o dinheiro extra para liquidar esta dívida.
A questão é tão complexa que a tendência é interferir, diretamente, na relação familiar e profissional do indivíduo. Portanto, repensar a educação financeira da família (e na sua própria) pode se um importante passo para não agravar ainda mais o problema.
Ademais, quase sempre esquecida, a readequação do padrão de vida é um bom começo para mudar o cenário. Mas por que isso acontece? Por que, em geral, quem tem dificuldades em lidar com a questão financeira tende a repetir o padrão comportamental, ano após ano? A resposta talvez seja: precisamos educar mais os nossos filhos do ponto de vista financeiro.
Meu velho pai Getúlio Pinheiro de Brito já dizia: “quem não sabe lidar com o pouco, com o muito também não saberá”. Sábias palavras, que alguns anos depois passaram a fazer cada vez mais sentido para mim, ao ponto de transmiti-las, no meu dia a dia, não só para as minhas filhas, mas para todos os quais quero bem e que estão próximos pessoal ou profissionalmente.
A recomendação é que o décimo terceiro seja utilizado para a realização de sonhos e objetivos de curto, médio e longo prazos, o que inclui quitar as dívidas. Para quem está endividado, mas não inadimplente, a obrigação é honrar com seus compromissos e, para que isso ocorra, os valores devem estar no orçamento mensal.
Tudo, na teoria, parece fácil. Na verdade, é um gigantesco desafio. Uma questão de hábito. No final, educar-se financeiramente pode ser recompensador e extremamente gratificante ver materializados os sonhos que antes pareciam tão distantes. Pense nisso e que tenhamos todos nós um excelente final de ano.

 

TAGUATINGA SHOPPING É PALCO PARA CARAVANA DE NATAL COCA-COLA

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Como parte das suas ações de Natal, a Coca-Cola Brasil dá início às tradicionais Caravanas Iluminadas, que vão percorrer 11 estados brasileiros e o Distrito Federal. No dia 14 de dezembro, às 19h, a Caravana desembarca no Taguatinga Shopping para encantar os clientes e iluminar ainda mais o natal dos brasilienses. Os caminhões natalinos estão com novas alegorias e um deles terá uma tela móvel de led de alta definição para exibir o conto de Natal da Coca-Cola. As estrelas principais, Papai Noel e os ursos, ficam em destaque durante todo o percurso, no caminhão cenário. O roteiro prevê a exibição do emocionante conto “Uma Ponte para Noel”, em todas as paradas e em seguida, a interação do Papai Noel e os ursos Coca-Cola com a plateia. O filme fala sobre a mobilização dos habitantes de uma pequena cidade para a construção de uma ponte que permitirá a chegada do Papai Noel e da Caravana de Natal.
Link para assistir o conto: https://www.youtube.com/watch?v=0DEfCsW2_xk
Serviço do Taguatinga Shopping
Site: www.taguatingashopping.com.br
Twitter: @Taguashopping

 

TAGUATINGA SHOPPING PATROCINA PROJETO “TRATO NA MAGRELA”

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Muitas pessoas têm histórias relacionadas as bicicletas, a primeira que ganhou, o primeiro tombo, as libertadoras voltas sem as rodinhas, quem aprende a andar uma vez nunca esquece. A bike representa o primeiro momento de independência, o poder de escolha dos caminhos e novos itinerários. O projeto Trato na Magrela resgata o tradicional valor das bicicletas e conta com patrocínio do Taguatinga Shopping para dar oportunidade a outras pessoas de ter uma bike e experimentarem a maravilhosa sensação de pedalar sobre duas rodas.
A iniciativa oferece a possibilidade de resgatar a “velha” bicicleta, esquecida em um cantinho para ser consertada e doada. O projeto recolherá as bikes doadas até 15 de dezembro em qualquer uma das unidades do Colégio Alub.
Os interessados em ganhar uma bike reformada, devem depositar uma cartinha contando sua história ligada a bicicleta no Balcão de informações, 1º Piso, do Taguatinga Shopping, ou enviar por e-mail para: tratonamagrela@gmail.com, até o dia 20 de dezembro. Uma comissão escolherá as melhores, para serem premiadas com a
“nova” magrela.
A reforma das bicicletas será feita pelo movimento Brasília Amiga da Bike, que fomenta a cultura do uso de bicicletas em Brasília. O mote da organização é uma mobilidade urbana sustentável, limpa e saudável, usar as bikes além do lazer.

SERVIÇO:
Projeto Trato na Magrela
Depósito de cartinhas: até 20 de dezembro
Local: Balcão de Informações, 1º Piso, no Taguatinga Shopping

HOMENS COM MAIS DE 50 ANOS TÊM DE FAZER EXAME DE TOQUE E PSA ANUALMENTE. SAIBA POR QUÊ

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Isoladamente, o exame de toque – realizado na investigação de câncer de próstata – não oferece altas taxas de confiabilidade. Quando associado ao exame PSA (antígeno prostático específico), a dupla oferece 92% de acerto no diagnóstico. Por isso é tão importante conhecer em detalhes esse exame laboratorial. Quanto maior o nível de PSA no sangue, maior também é a chance de o paciente ter câncer de próstata – que é o segundo mais comum entre brasileiros, com quase 70 mil novos casos por ano. De acordo com o médico radiologista Leonardo Piber, do Centro de Diagnósticos Brasil (CDB), em São Paulo, é fundamental que homens entre 50 e 75 anos se submetam a esse simples exame de sangue todos os anos.

 

Piber diz que conhecer os fatores de risco para o câncer de próstata contribui muito para evitar negligência ou alarmismo. “A maioria dos casos acontece por volta dos 65 anos, mas a investigação diagnóstica deve acontecer entre 50 e 75 anos. Quando há parentes diretos que já enfrentaram a doença, o recomendado é iniciar os exames anuais a partir dos 40 anos. Trata-se de um tipo de câncer que mata mais de 13 mil pessoas todos os anos e é particularmente agressivo para homens com uma dieta rica em gorduras ou que são de fato obesos”.

 

O médico afirma que, quando a análise do sangue detecta alteração importante, normalmente o paciente é encaminhado a novos exames de imagem para diagnosticar precocemente o câncer de próstata, já que a doença oferece boas chances de cura quando tratada logo no início”. “O PSA é uma proteína encontrada em grandes quantidades no sêmen e em pequena quantidade no sangue, mas é o suficiente para indicar quando há risco. Pode acontecer de o nível de PSA estar alto por conta de alguma inflamação ou infecção na glândula prostática. Daí a importância de o médico fazer o toque retal e encaminhar o paciente para exames de imagem, considerando idade, histórico familiar, medicamentos de uso contínuo e até mesmo determinados suplementos que afetam o tamanho da próstata”.

 

Quando tanto o toque retal quanto o nível de PSA apontam para o câncer de próstata, Leonardo Piber diz que outros exames costumam contribuir para chegar a um diagnóstico preciso, como o ultrassom transretal e a biópsia. “A ressonância magnética também costuma ser empregada para sabermos a localização exata do tumor, bem como se ele se espalhou pela próstata”. Independentemente dos exames que serão realizados, o médico chama atenção para o fato de que inicialmente a doença costuma ser assintomática, ou seja, não apresenta sintomas relevantes. Mesmo assim, o paciente pode começar a sentir dificuldade ou dor ao urinar, urgência em urinar (principalmente à noite), urinar em pouca quantidade e mais vezes, verificar sangue na urina, e sentir dor persistente nas costas ou nos quadris.

 

“Quando o câncer de próstata atinge outros órgãos, o paciente também pode ter dor nos ossos, fraqueza generalizada, perda de peso sem motivo aparente, anemia e falência renal. Por se tratar de uma doença que pode ser diagnosticado e tratado com sucesso logo no início, é importante que os homens levem a sério os exames preventivos, principalmente essa dobradinha entre toque retal e exame de PSA assim que atingem a meia-idade”, adverte o médico radiologista.

 

MATERIAL ESCOLAR DEVE FICAR, EM MÉDIA, ATÉ 10% MAIS CARO EM 2016

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Segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (ABFIAE), desvalorização do real, aumento dos insumos e da mão de obra contribuem para o aumento

Em dezembro, já é grande a procura por material escolar e muitos pais já se queixam do preço deste item tão importante para a educação e que impacta tanto no orçamento familiar.

Segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares e de Escritório (ABFIAE), nos últimos 12 meses, o preço do material escolar teve um aumento, em média, de 10% e para 2016, a expectativa é de que esta elevação se mantenha.
“Por conta da desvalorização do real, do aumento dos insumos, e da mão de obra, os artigos de papelaria estão mais caros”, explica Rubens Passos, presidente da ABFIAE.
O presidente ainda diz que os produtos fabricados no país, como caneta, borracha e massa escolar, podem ter um aumento de até 12% e que os produtos importados, como mochilas, lancheiras e estojos terão aumento entre 20% e 30%. “ Nossa dica é que os pais façam pesquisas de preços e antecipem a compra de materiais”, finaliza Passos.

Carga Tributária

A população ainda não está totalmente informada da absurda tributação sobre material escolar. O Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) divulgou que esses artigos são taxados em até 47%, como no caso das canetas. Itens como apontador e a borracha escolar têm alíquota de 43%; caderno e lápis, 35%.

A Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (ABFIAE) lembra que há o Projeto de Lei 6705/2009, que tramita há mais de cinco anos na Câmara Federal e que dispõe sobre a isenção do IPI e alíquota zero de PIS/ Pasep/Cofins para materiais escolares e que reduziria o preço destes produtos.
“Em um país onde os governantes cansam de afirmar que educação é prioridade, é uma vergonha convivermos com uma carga tributária superior a 40% que incide sobre canetas, borrachas, lápis, apontadores e outros materiais básicos. Ainda nos dias de hoje 25% dos estudantes não completam o ensino básico! Continua-se a construir um Brasil desigual, pois famílias de menor renda têm dificuldades em formar seus filhos. A aprovação do PL no. 6.705 seria uma forma de demonstrar que nossos parlamentares e governantes realmente levam a sério o tema da educação”, explica Rubens Passos, presidente ABFIAE.

 

TAXA DE HOMICÍDIO

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Balanço foi apresentado nesta terça-feira (8) pelo governador Rodrigo Rollemberg. Programa Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida contribuiu para redução dos crimes

Por Saulo Araújo e Mariana Damaceno – A política de segurança pública do governo de Brasília contribuiu, mais uma vez, para reduzir os principais indicadores de criminalidade da capital federal. Nos primeiros 11 meses de 2015, registraram-se 548 homicídios, o menor número dos últimos sete anos (veja tabela). Em relação a 2014, a diminuição foi de 14,4%, quando houve 640 assassinatos.

Outras modalidades de crimes contra a vida apresentaram queda de janeiro a novembro em comparação ao mesmo período de 2014. Os latrocínios (roubos com morte) caíram de 44 para 40 (-9,1%). As estatísticas constam do balanço divulgado na manhã desta terça-feira (7) pela Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social.
Desde o início do ano, 986 policiais militares que desenvolviam atividades burocráticas foram transferidos ao patrulhamento ostensivo. Além disso, 48 policiais civis foram nomeados. A presença de mais agentes de segurança nas ruas fez a quantidade de roubos de veículos encolher 33,8% (de 6.651 para 4.401) e a de furtos, 30% (de 14.805 para 10.364).
O roubo em comércio teve decréscimo de 32,6%. De janeiro a novembro, ocorreram 1.163 assaltos a estabelecimentos a menos do que o computado nos 11 primeiros meses de 2014.
Viva Brasília
As ações do programa Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida são apontadas pela gestão da segurança pública como fundamentais para a redução da criminalidade. Os roubos a pedestres — difíceis de ser evitados por se tratarem de crimes de oportunidade — também decresceram no acumulado de janeiro a novembro em comparação com 2014. De acordo com o levantamento da pasta, 27.583 pessoas foram assaltadas em 2015, 1.568 a menos do que no ano passado (29.151).
As delegacias de Brasília calcularam menos 165 estupros no período comparado — queda de 22,4% de 2014 (736 casos) a 2015 (571).
Mais drogas apreendidas
O trabalho de repressão às drogas das Polícias Civil e Militar resultou no aumento de 27,1% das ocorrências por tráfico de entorpecentes e de 42% por uso e porte de drogas. Outro indicador positivo das ações policiais é o incremento de 1,6% de armas de fogo retiradas das ruas. De janeiro a novembro de 2015, foram 1.449 revólveres, pistolas e outros tipos apreendidos, contra 1.426 do ano passado.
Integração
Segundo os gestores dos principais órgãos envolvidos no Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida, a medida primordial para alcançar o sucesso no programa é a integração entre as forças de segurança e com a população. O governador Rodrigo Rollemberg ressaltou a importância de ações sociais e iniciativas como o Voz Ativa na Segurança, que passou por quatro regiões administrativas (Ceilândia, Estrutural, Planaltina e Santa Maria), onde foi possível colher impressões da comunidade sobre o tema.
O Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida busca a redução da criminalidade por meio da colaboração entre as forças de segurança, a população e outros órgãos do governo, que atuam de forma transversal. Melhorar a iluminação pública, cortar o mato alto e aprimorar a infraestrutura de certas localidades, por exemplo, são ações que resultam em maior sensação de segurança pública.
Agora, as forças de segurança do DF focam em estratégias para reduzir a quantidade de roubos em residências, que cresceram 16,6% em 2015, elevando a quantidade de ocorrências de 517 para 603, e roubo em coletivo, que em novembro aumentaram 34% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Foram 256 registros para 191. “Faremos uma ação integrada em que a PM intensifique as abordagens e a Polícia Civil também trabalhe no sentido de identificar autores contumazes para conseguir tirá-los de circulação por meio de prisões”, detalhou a secretária interina da Segurança Pública e da Paz Social, Isabel Seixas.
Desde o início de 2015 até o mês passado, policiais militares fizeram 45.973 abordagens a ônibus e, de acordo com o comandante-geral da PM, coronel Florisvaldo Ferreira Cesar, esse número aumentará de forma considerável em dezembro. Para isso, a corporação iniciou uma operação especial de fim de ano.
De acordo com ele, as estatísticas mostram que a maior incidência criminal começa às 10 horas e vai até as 22 horas. “É nesse período que a gente tem que colocar nosso maior efetivo.” No comparativo dos 11 primeiros meses do ano, houve redução nos casos de roubo em coletivos — 2.144 em 2015 contra 2.147 em 2014, uma redução de 0,1%.
Para o governador Rodrigo Rollemberg, o balanço dos 11 primeiros meses do Viva Brasília — Nosso Pacto pela Vida é positivo. “Temos convicção de que estamos no caminho certo, mas entendemos que os números ainda são elevados. Nosso esforço é para reduzir ao máximo os índices de criminalidade.”