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Mulheres do DF têm espaço garantido na cultura por meio da Lei Paulo Gustavo 

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A legislação vem financiando projetos voltados para o público feminino e também propostos por mulheres

O mês das mulheres reforça a luta pela igualdade de gênero nos mais diversos âmbitos da sociedade, o que inclui a cultura. E é nesse sentido que a Lei Paulo Gustavo (LPG) vem fomentando projetos que têm as mulheres como foco no Distrito Federal.

Foram contempladas pela legislação 166 mulheres na ampla concorrência, considerando os editais de Demais Áreas e Audiovisual, além do edital de premiação – sendo esse o total somado entre eles. Já nas cotas específicas para mulheres, quatro foram selecionadas nos dois tipos de edital.

Um desses projetos contemplados pela LPG é a terceira edição do Art Brasil. A proposta é realizar oficinas de trabalho manual (artesanato e crochê) e percussão terapêutica, focadas na expressão corporal e bem-estar. O programa de seis meses inclui 24 oficinas destinadas a mulheres do Itapoã, além de dois eventos: abertura com inscrições e apresentação dos professores, e encerramento com show artístico e exposição das criações das participantes.

“As aulas serão todas as quintas, no período da tarde, das 14h às 17h, a partir do dia 20 de março. A abertura do projeto e as inscrições acontecem no sábado (15), durante uma manhã cultural no Kanzuá do Batukenjé, que fica no Itapoã”, explica  Rosangela Rodrigues, também conhecida como Rosa Brincante, Arte Educadora e coordenadora do projeto.
O objetivo é promover o fortalecimento da identidade cultural das mulheres da cidade, além de difundir o artesanato e a percussão como atividades culturais na comunidade.

Expressão artística e conscientização ambiental

O projeto “Assemblagem com ressignificação feminina”, que também contou a LPG para sua realização, ofereceu capacitação e promoção de um ambiente que estimula a expressão artística através da assemblagem como linguagem e técnica,  o que implica a reutilização de objetos descartados, conferindo-lhes novos significados por meio da arte e do fazer feminino.

O projeto contou com uma exposição pop-up, ocorrida em 8 de março, e com o lançamento de um catálogo, gratuito e disponível na versão digital,  que reúne obras de 10 artistas mulheres do DF. Na exposição, foram apresentadas obras do catálogo e outras criadas durante o programa. Por meio de um edital de seleção, o Vilarejo 21 – que lançou a iniciativa – reuniu as artistas para participar de um ciclo de oficinas a partir do qual criaram as obras.

A produtora e proponente Sofia Rodrigues Barbosa ressalta que sem a LPG não haveria projeto. “Para materializar, viabilizar e produzir propostas artísticas que dignificam as agentes culturais, precisamos do fomento. No caso da ‘Assemblagem como ressignificação do feminino’, conseguimos realizar todas as ações e objetivos do projeto através da Lei Paulo Gustavo”, revela Sofia.

O catálogo físico está disponível no Vilarejo 21, localizado no Altiplano Leste. Sua versão digital e com audiodescrição podem ser encontradas no site do espaço cultural.

 

Amplitude

De acordo com dados fornecido pelo Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável (Cieds), organização da sociedade civil selecionada por meio de edital público para a gestão da Lei Paulo Gustavo no DF, a LPG promove não apenas o financiamento de iniciativas culturais, mas também a representatividade e inclusão na execução dos projetos, com diversidade etária e racial entre os envolvidos.

Os dados, retirados dos relatórios de prestações de contas entregues por grupos e agentes culturais contemplados, indicam que a maior parte dos profissionais da ficha técnica pertence à faixa de 30 a 39 anos (32,8%), seguida pela de 20 a 29 anos (23,0%) e 40 a 49 anos (20,7%), mostrando um equilíbrio geracional na execução dos projetos.

Já a distribuição racial evidencia uma predominância de pessoas negras (pretas e pardas), que representam 55,7% dos membros da ficha técnica e compõem a maioria em 52,7% dos projetos analisados. A presença significativa de profissionais indígenas (3,3%) e em projetos liderados por essa população (1,8%) também demonstra diversidade na ocupação dos espaços culturais.

Serviço – LPG/DF

8ª Conferência Nacional de PCHs e CGHs reunirá especialistas para debater o futuro do setor elétrico no Brasil

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*Ao todo, foram investidos cerca de R$3,11 bilhões, nos últimos 5 anos, em novas PCHs e CGHs. O evento acontece nos dias 18 e 19 de março e contará com presença de autoridades do setor energético nacional*

 

legenda: PCH Cavernoso 2, localizada no Paraná

 

O setor elétrico brasileiro será o centro dos debates durante a 8ª Conferência Nacional de PCHs e CGHs, que acontecerá nos dias 18 e 19 de março, em Brasília. O evento – que se consolida como um dos principais fóruns de discussão sobre o tema no país – reunirá representantes do governo, especialistas, empresários, parlamentares e lideranças do setor para discutir temas cruciais como transição energética, sustentabilidade e o papel estratégico das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs) na matriz energética nacional.

 

Reconhecida como um dos mais importantes do setor, a 8ª Conferência Nacional de PCHs e CGHs é realizada pela Associação Brasileira de PCHs e CGHs (ABRAPCH) e terá painéis para debater entraves e contribuições que as pequenas hidrelétricas podem oferecer para a matriz elétrica nacional, bem como desafios e oportunidades na geração de energia a partir de fontes hídricas.

 

Números Inéditos

Segundo os dados mais recentes da ANEEL, o Brasil conta com 425 PCHs e CGHs em Operação, 28 empreendimentos em construção, 56 empreendimentos que ainda não iniciaram a construção, outras 655 estão em fase de de Despacho de Registro de Intenção à Outorga de Autorização (DRI) ou Declaração de Reserva de Disponibilidade Hídrica (DRS), para que o interessado requeira o Licenciamento Ambiental pertinente nos órgãos competentes na ANEEL. Outros 428 processos encontram-se em estágio de eixo disponível, que quer dizer aptos para usuários interessados no desenvolvimento de estudos de inventário hidrelétrico.

 

Entre os anos de 2020 a 2025 foram inauguradas no Brasil 64 PCHS e 38 CGHS, sendo 15 PCHS e 10 CGHS em 2020; 10 PCHs e 7 CGHs em 2021; 11 PCHs e 8 CGHs em 2022; 9 PCHs e 7 CGHs em 2023; 6 PCHs e 6 CGHs em 2024 e 3 PCHs em 2025. Ao todo, foram investidos cerca de R$3,11 bilhões, nos últimos 5 anos (2021–2025) em PCHs e CGHs para 311 MW de nova capacidade instalada, o que equivale a R$10 milhões por MW instalado ou R$10 mil por kW.
“Sendo um país de vocação hídrica, com 12% da água doce do mundo e uma das maiores expertises do mundo no setor hidrelétrico, o Brasil sabe fazer o que há de melhor em geração de energia e precisa avançar na expansão de novas usinas com e sem reservatórios, usinas reversíveis, PCHs e CGHs, fonte limpa e renovável, estratégica e confiável”, afirma a presidente da Abrapch, Alessandra Torres de Carvalho .

Ela diz ainda que durante a 8a Conferência serão debatidos gargalos que ainda persistem, principalmente sócios ambientais, comerciais, regulatórios e ideológicos.
“A 8ª Conferência Nacional de PCHs e CGHs chega em um momento crucial para o setor elétrico brasileiro, quando discutimos a modernização do sistema e buscamos alternativas sustentáveis que garantam a segurança energética do país”, destaca a presidente. “Além disso é um espaço consolidado e fundamental para o diálogo entre o setor público e privado sobre políticas que fortaleçam e modernizem o setor elétrico brasileiro”, completa Alessandra.

 

Entenda

A diferença entre PCHs e CGHs está na potência instalada. A PCH é um empreendimento com potência superior a 5 MW e igual ou inferior a 30 MW. Cada MWH gerado é capaz de alimentar um entorno de mil residências. Já a Central Geradora Hidrelétrica (CGH) é uma unidade que gera energia elétrica com potência instalada entre 500 kW e de até 5 MW (megawatts). Menores que as CGHs existem as Micro Centrais Hidrelétricas (MCH), que podem ter até 75 kW (quilowatts), e as Mini Geradoras Hidrelétricas (MGHs), com até 500 KW.

 

Palestrantes

O Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, foi convidado para a abertura da Conferência. Entre os palestrantes estão nomes como como Davi Rabelo, Assessor Técnico da Diretoria da ANEEL; o Secretário Nacional de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, Gentil Nogueira de Sá Júnior; o presidente do Fórum de Meio Ambiente do Setor Elétrico Brasileiro, Marcelo Moraes; o Diretor Técnico do Comitê Brasileiro de Barragens, José Marques Filho; o Diretor da AHRPI Consultoria, Antonio Harley Anselmo; a Analista de Pesquisa Energética na EPE, Rafaela Pillar; CEO da Voith Hydro América Latina, Hans Günther Poll; o diretor da Abrapch, Jorge Ribeiro; o sócio-fundador & CEO da RPI Energy Partners, Ricardo Nino Machado Pigatto; o Engenheiro Eletricista ,Vinícius Murussi; o Gerente Regulatório na CCEE, Gustavo Scrignoli, o Gerente do Departamento de Centro de Negócios de Energia, Casiano Rodrigo Lehmert e o Vice-presidente Institucional e Regulatório do Grupo Delta Energia, Luiz Fernando Leone Vianna, entre outros nomes do setor.

 

Programação

Durante os dois dias, a conferência abordará temas estratégicos em cinco painéis principais:

*18 de março (1º dia)*

•⁠ ⁠*Painel 1: O Setor Elétrico Brasileiro e a Transição Energética e Climática*

Discussões sobre a modernização do setor, governança e planejamento da matriz elétrica brasileira, com participação de representantes do Ministério de Minas e Energia, ANEEL, EPE e ONS.

•⁠ ⁠*Painel 2: Hidrelétricas e seus Reservatórios para a Sustentabilidade do SEB*

Debate sobre a necessidade de novas hidrelétricas na matriz energética nacional, incluindo usinas reversíveis como “baterias naturais” para o sistema.

•⁠ ⁠*Painel 3: Perspectivas de Mercado para a Viabilização das Usinas Hidrelétricas/PCHs*

Análise dos novos mercados, incluindo hidrogênio, mobilidade, data centers, serviços ancilares e geração distribuída como oportunidades para o setor.

*19 de março (2º dia)*

•⁠ ⁠*Painel 4: Mudanças Climáticas e Sustentabilidade Ambiental do Setor Elétrico Brasileiro*

Foco na descarbonização da matriz elétrica, usos múltiplos dos reservatórios e créditos de carbono.

•⁠ ⁠*Painel 5: Programa de Reinserção das PCHs/CGHs Ambientalmente Sustentáveis na Matriz Elétrica Brasileira*

Discussão sobre como as PCHs representam uma opção hidrelétrica viável no médio prazo, abordando temas como financiabilidade, licenciamento ambiental e contribuição para a rede de distribuição.

A conferência contará com a participação de representantes de instituições-chave como ANEEL, EPE, ONS, CCEE, FMASE, WEG, VOITH, ELETROBRAS, entre outras organizações relevantes do setor.

 

Serviço

*8ª Conferência Nacional de PCHs e CGHs*

*Data:* 18 e 19 de março de 2025

*Local:* Centro de Convenções Ulysses Guimarães

*Inscrições e informações:* pelo site.

Veto à não incidência do imposto seletivo na exportação

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Plenário do Congresso Nacional durante sessão solene para homenagear a 5ª Marcha das Margaridas. A marcha faz parte da agenda do Movimento Sindical de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, de movimentos feministas e de mulheres, que buscam erradicar todas as formas de discriminação e violência de gênero. O objetivo da sessão é chamar atenção da sociedade para as reivindicações de trabalhadores e trabalhadoras rurais no que se refere principalmente às questões de gênero no campo e na floresta. Em discurso, deputado federal Zé Silva (Solidariedade-MG). Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

A Frente Parlamentar da Mineração Sustentável (FPMin) manifesta profunda preocupação com o veto interposto ao dispositivo que desonera as exportações de minerais do Imposto Seletivo.

 

Trata-se de um elevado risco para a competitividade do setor mineral brasileiro e para a economia do país, pois viola o princípio da não exportação de tributos, essencial para garantir a competitividade dos produtos brasileiros no mercado global e desconsidera as necessidades estratégicas do setor.

 

Além disso, o veto desincentiva a produção de minerais críticos e estratégicos, que são fundamentais para a transição energética e para a indústria de alta tecnologia. Em um momento em que o mundo busca acelerar a exploração desses recursos, o Brasil, ao invés de se posicionar como líder nesse processo, cria barreiras que afastam investimentos e comprometem sua reconhecida capacidade de atender à demanda global.

 

Finalmente, cabe destacar que o setor mineral já é amplamente onerado. A título de exemplo, o minério de ferro, responsável por 68,7% das exportações brasileiras em 2024, detém a maior tributação do mundo quando comparada aos principais concorrentes. Neste contexto, a manutenção do veto representará um acréscimo significativo à carga tributária do setor, que já opera em um ambiente de custos elevados e desafios logísticos.

 

A FPMin defende, portanto, que o Congresso Nacional reafirme seu compromisso com a competitividade e a sustentabilidade do setor, derrubando o veto e assegurando que o Brasil continue a ser um player relevante no mercado global de minerais, garantindo a manutenção de empregos e a captação de investimentos essenciais para o desenvolvimento econômico do país.

 

DEPUTADO FEDERAL ZÉ SILVA (Solidariedade/MG)
Presidente da Frente Parlamentar da Mineração Sustentável (FPMin)

Justiça de São Paulo condena Nubank e MercadoPago a ressarcirem vítima da “falsa central de atendimento”

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anexo 1.pdf

 

Decisão recente do Tribunal de Justiça de São Paulo (em anexo) condenou o Nubank e o MercadoPago ao ressarcimento, de forma solidária, de R$ 9.400,00 a uma mulher que foi vítima da “falsa central de atendimento”. A fraude ocorreu em 11 de outubro de 2023, quando a vítima foi induzida a pagar um boleto fraudulento com seu cartão de crédito, após ser enganada por um falso atendente do Nubank. O boleto foi emitido pela plataforma do MercadoPago e direcionado a uma conta de terceiros.

 

A 7ª Vara Cível de São Paulo determinou que Nubank e MercadoPago ressarcissem solidariamente a autora com juros e correção monetária desde a data do golpe e destacou que as empresas falharam em proteger a consumidora, seja pela emissão de boletos sem critérios rigorosos ou pela demora na resposta após a consumidora relatar o golpe.

 

A advogada que representou a vítima do golpe, Janaina Amadeu, do escritório Mauro Menezes & Advogados, destaca que o caso reforça a obrigação de bancos e plataformas de pagamento em adotar mecanismos mais eficazes de segurança.

 

“Neste caso, a vítima foi enganada por um falso atendente do Nubank e induzida a pagar um boleto fraudulento, emitido através da plataforma do MercadoPago. Não houve medidas eficazes para prevenir a fraude ou cancelar a transação em tempo hábil. A facilidade com que boletos são emitidos, sem critérios rigorosos de verificação, contribui diretamente para a concretização de golpes. A ausência de informações claras sobre o emissor e o beneficiário no boleto torna ainda mais difícil para o consumidor identificar a fraude, criando um ambiente propício para a ação de criminosos”, afirma.

 

A fraude conhecida como “falsa central de atendimento” é antiga, mas continua causando prejuízos significativos. Nesse tipo de golpe, criminosos se passam por funcionários de instituições financeiras e utilizam informações sigilosas para persuadir as vítimas a realizarem transações fraudulentas.

 

“O caso ressalta a necessidade urgente de maior fiscalização e rigor por parte das instituições financeiras na proteção de seus clientes. Em um ambiente digital cada vez mais vulnerável a crimes cibernéticos, é indispensável que as instituições financeiras priorizem tanto a prevenção quanto a resposta rápida e eficaz em situações de risco”, pontua a advogada.

Roxette UK Tour no Brasil: A trilha sonora da sua vida, agora ao vivo!

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Na próxima semana, inicia uma turnê emocionante para quem viveu – e para quem sempre quis viver – a magia da era dourada do pop-rock. O primeiro show acontece em Belo Horizonte, no dia 21 de março

Pela primeira vez no Brasil, banda inglesa promete sucessos como “It Must Have Been Love”, “Spending My Time” e “Fading Like a Flower”.

Fotos em alta, clique aqui

Na próxima semana, a banda inglesa Roxette UK desembarca no Brasil para uma turnê histórica, passando por 10 cidades entre março e abril, trazendo um espetáculo que promete fazer o tempo voltar.

Quando It Must Have Been Love tocou na icônica cena do filme “Uma Linda Mulher”, o mundo inteiro sentiu. A música, que originalmente foi escrita como uma canção de Natal na Suécia, tornou-se um dos maiores sucessos do Roxette e se eternizou na cultura pop. Quem não se lembra de Julia Roberts e Richard Gere naquela limusine, com essa canção ao fundo, selando uma das histórias de amor mais marcantes do cinema?

Algumas músicas não são apenas hits – elas fazem parte da nossa história. São aquelas canções que tocavam no rádio enquanto você dirigia sem destino, que marcaram um amor inesquecível ou que embalaram noites em claro entre lágrimas e sonhos. Agora, chegou a hora de reviver tudo isso!

Se você já cantou It Must Have Been Love com o coração apertado, se jogou ao som de The Look ou se emocionou com Listen to Your Heart, essa é a sua chance de sentir tudo isso outra vez – e, desta vez, ao vivo!

The Look, Joyride, Dangerous, Fading Like a Flower e tantos outros sucessos embalaram momentos inesquecíveis para milhões de fãs.

Agora, essas músicas ganham vida novamente nos palcos brasileiros, com uma performance arrebatadora e uma produção impecável que transporta o público diretamente para os anos dourados da música.

Roxette UK promete entregar ao público uma apresentação fiel à essência da banda original, com um repertório impecável e uma produção que recria toda a magia das apresentações que conquistaram o mundo. Será uma produção impecável, transformando cada show em um espetáculo visual e sonoro memorável.

Libbi Cooper, no papel de Marie Fredriksson, impressiona com sua presença de palco magnética e uma voz que resgata a essência da cantora sueca com autenticidade. Já Matt Black, como Per Gessle, incorpora o carisma e o talento do músico em cada acorde. Ao lado de músicos extraordinários – Jake Graham (guitarra), Joe Lally (baixo) e Andy Mapp (bateria) –, a banda entrega um espetáculo eletrizante, que vai além de um show.

A turnê terá início em Belo Horizonte/MG, no dia 21 de março, com um espetáculo emocionante no BeFly Minascentro, seguido por uma apresentação em Divinópolis/MG, no dia 22 de março, no Espaço HIT. No dia 23 de março, é a vez de São Paulo/SP, onde os fãs poderão reviver os clássicos de Roxette no palco do Tokio Marine Hall.

A jornada musical segue para Vitória/ES, no dia 26 de março, no Espaço Patrick Ribeiro, e depois para Curitiba/PR, no dia 27 de março, no Teatro Positivo. Em Joinville/SC, no dia 28 de março, o show acontece no Teatro da Liga, e no dia 29 de março, a emoção toma conta do Palácio Sunset, em São José dos Campos/SP.

No dia 4 de abril, Porto Alegre/RS recebe o espetáculo no Opinião Bar; no dia 5 de abril, é a vez de Florianópolis/SC, no Teatro do CIC; e, fechando a turnê com chave de ouro, Blumenau/SC recebe o último show no dia 6 de abril, no Teatro Michelangelo.

 

SERVIÇOS – TURNÊ BRASIL 2025 

 

  • BELO HORIZONTE 

Data:  21 de março de 2025 (sexta-feira)

Local: BeFly Minascentro – Belo Horizonte/MG

Endereço: Av. Augusto de Lima, 785 – Centro, Belo Horizonte – MG

Horário: 21h (Abertura dos portões às 20h)

Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/101908/d/295309

 

  • DIVINÓPOLIS 

Data:  22 de março de 2025 (sábado)

Local: Espaço HIT – Divinópolis/MG

Endereço: R. Iate Clube, 227 – São José dos Salgados, Carmo do Cajuru – MG, 35510-000

Ingressos: https://osmelhoreseventos.com.br/comprar/2843/wine-sense

 

  • SÃO PAULO 

Data:  23 de março de 2025 (domingo)

Local: Tokio Marine Hall – São Paulo/SP

Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281 – Vila Cruzeiro, São Paulo – SP

Horário: 20h (Abertura dos portões às 18h)

Ingressos: https://www.eventim.com.br/artist/tokio-marine-hall/roxette-uk-brazil-tour-2025-tokio-marine-hall-3752577/

 

  • VITÓRIA 

Data:  26 de março de 2025 (quarta-feira)

Local: Espaço Patrick Ribeiro – Vitória/ES

Endereço: Av. Roza Helena Schorling Albuquerque – Goiabeiras, Vitória – ES

Horário: 21h

Ingressos: https://www.blueticket.com.br/evento/36993

 

  • CURITIBA

Data:  27 de março de 2025 (quinta-feira)

Local: Teatro Positivo – Curitiba/PR

Endereço: Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido, Curitiba – PR

Horário: 21h

Ingressos: https://www.diskingressos.com.br/event/8889

 

  • JOINVILLE 

Data:   28 de março de 2025 (sexta-feira)

Local: Teatro da Liga – Joinville/SC

Endereço: Rua Jaguaruna, 100 – Centro, Joinville – SC

Horário: 21h30

Ingressos: https://www.blueticket.com.br/evento/36836

 

  • SÃO JOSÉ DOS CAMPOS  

Data:   29 de março de 2025 (sábado)

Local: Palácio Sunset – São José dos Campos/SP

Ingressos: https://www.clubedoingresso.com/evento/roxetteuk-palaciosunset

 

  • PORTO ALEGRE 

Data:   4 de abril de 2025 (sexta-feira)

Local: Opinião Bar – Porto Alegre/RS

Endereço: Rua José do Patrocínio, 834 – Cidade Baixa, Porto Alegre – RS

Horário: 21h

Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/99621/d/284186/s/1941294

 

  • FLORIANÓPOLIS

Data:   5 de abril de 2025 (sábado)

Local: Teatro do CIC – Florianópolis/SC

Endereço: Av. Gov. Irineu Bornhausen, 5600 – Agronômica, Florianópolis – SC

Horário: 21h30

Ingressos: https://www.blueticket.com.br/evento/36696/roxette-uk-em-florianopolis-sc

 

  • BLUMENAU

Data:   6 de abril de 2025 (domingo)

Local: Teatro Michelangelo – Blumenau/SC

Endereço: Rua 7 de Setembro, 2043 – Centro, Blumenau – SC

Horário:19h30

Ingressos: https://www.blueticket.com.br/evento/36916

 

Assista amanhã (14) online: pesquisadores do RS apresentam estudos para subsidiar enfrentamento de catástrofes climáticas no estado

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Seminário Científico – RS: Resiliência & Sustentabilidade


Data: 14/03/2025


Horário: 9h

Conheça a programação no site do evento

Acompanhe as palestras no Canal Youtube FESPSP aqui

 

As inundações de 2024 no Rio Grande do Sul representam um ponto crítico no debate sobre o impacto das mudanças climáticas no Brasil. O Projeto “RS:Resiliência & Sustentabilidade”, cujos resultados serão apresentados nesta sexta-feira (14), reuniu universidades federais do Rio Grande do Sul, durante os últimos seis meses, para produzir reflexões que também podem inspirar outras regiões do país.

Propostas serão apresentadas em evento aberto e gratuito, na UFRGS,

com a presença de especialistas do Brasil e do exterior.

A Economista Sara Ahmed – conselheira do V20, grupo de países mais vulneráveis às mudanças do clima, e uma das autoridades internacionais no campo das emergências climáticas, abrirá o evento com palestra. Diretora de Políticas para Adaptação e Resiliência à Mudança do Clima do

Ministério do Meio Ambiente, Inamara Mélo, ex-secretária de Meio Ambiente de Pernambuco, falará em painel sobre “Mudanças Climáticas no Brasil: Perspectivas e Políticas.

Durante o evento, pesquisadores e especialistas das universidades federais gaúchas

apresentarão propostas essenciais para o futuro do RS e do Brasil (veja a programação).

Mais detalhes sobre o projeto e o evento aqui neste release.pdf

 


Solicitação de entrevistas
Whatsapp/telefone 11-98774-1135
E-mail imprensa@fespsp.org.br


Sobre a FESPSP

Há 91 anos a FundaçãoEscola de Sociologia e Política está comprometida com o futurodo Brasil, por meio de seus cursos de graduação, pós-graduação, MBA e extensão. Instituição de ensino e pesquisa sem fins lucrativos, a Sociologia e Política é igualmente reconhecida por sua área de projetos para a iniciativa pública e privada em todo o Brasil. Atua também junto a governos interessados na formulação de políticas públicas mais bem conectadas aos problemas e demandas da sociedade. Passaram pela FESPSP personalidades expressivas das ciênciassociais e da gestão pública e privada do Brasil como Florestan Fernandes, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Carlos Trabuco Cappi (ex-presidente do Bradesco), Darcy Ribeiro, Paulo Henrique Amorim, Mário de Andrade, Horácio Berlinck, Roberto Simonsen, Sérgio Buarque de Holanda, Luiza Erundina e mais recentemente Gabriel Galipolo, que assumirá a Presidência do Banco Central do Brasil em 2025.

Hugo Motta assume compromisso com a educação e anuncia comissão especial para debater o PNE

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Presidente da Câmara garante prioridade ao Plano Nacional de Educação, ao Sistema Nacional de Educação e, também, à primeira infância, durante o encontro “Educação Já!”, em São Paulo, ao lado do deputado Rafael Brito, presidente da Frente Parlamentar Mista da Educação

 

Em encontro nesta quinta-feira (13), o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), reafirmou seu compromisso com a pauta educacional e anunciou a criação de uma comissão especial para debater o novo Plano Nacional de Educação (PNE). A expectativa, segundo Motta, é que a proposta seja votada até o fim do ano. Além do PNE, o Sistema Nacional de Educação e a primeira infância
também serão prioridades na Câmara este ano.

“Nós vamos priorizar a educação. O PNE é a matéria mais importante desse ano, para que a gente possa estabelecer as metas dos próximos anos e fazer um trabalho que atenda os desafios que o nosso país tem. Temos o SNE também e queremos ouvir a todos. Quando o parlamento abre as portas para dialogar e ouvir, aumenta a chance de acertar as matérias que serão votadas. Não podemos ficar presos nos gabinetes, distantes das realidades. Tratar de educação é tratar da realidade de um país inteiro. E, por fim, temos a pauta da primeira infância. Que o Brasil possa, o mais rápido possível, ter vagas em creches para todas as crianças que precisam. Começando com a alfabetização, passando pela juventude e chegando ao ensino superior: que todos os jovens tenham uma formação até chegarem ao mercado de trabalho”, elencou Hugo Motta.

O anúncio atende às expectativas da Frente Parlamentar Mista da Educação, que havia elencado o PNE e o Sistema Nacional de Educação (SNE) como pautas prioritárias para 2025. O presidente da Frente, deputado Rafael Brito (MDB-AL), destacou a importância desse avanço. “A celeridade na tramitação dessas pautas, como o PNE e o SNE, é fundamental para garantir avanços concretos na educação brasileira. E a primeira infância também é um dos grandes desafios que precisamos enfrentar. O papel da frente, composta por mais de 200 parlamentares, é facilitar o trabalho no plenário e nas comissões. Vamos buscar o melhor texto possível, que realmente transforme a realidade das salas de aula”, afirmou Brito.

O painel “Agenda Legislativa do Congresso Nacional para o biênio 2025-2026”, do qual Rafael Brito e Hugo Motta foram participantes, abordou propostas estratégicas para fortalecer o setor educacional nos próximos anos. A atualização do PNE, a aprovação do SNE e a educação básica estão entre as principais pautas que devem guiar o debate legislativo sobre educação em 2025. Organizado pelo movimento Todos Pela Educação, o encontro “Educação Já! 2025” reuniu especialistas, gestores públicos e lideranças políticas para discutir o futuro da educação no Brasil.

Durante o evento, Brito destacou que a renovação do PNE, que define metas para o ensino brasileiro nos próximos dez anos, é essencial para enfrentar problemas como evasão escolar e desigualdade no acesso à educação. Além disso, reforçou a necessidade de regulamentação do SNE, que busca articular ações entre União, estados e municípios para garantir um ensino mais eficiente e equitativo.

Outro tema prioritário apresentado pelos deputados foi um pedido: que os parlamentares separem a polarização política dos debates de educação. Motta fez um apelo para que essas matérias não sejam politizadas. “Meu papel não é só fazer a pauta, mas sim protegê-la. Não podemos deixar que questões periféricas atrapalhem debates fundamentais como o da educação”, disse.

Brito reforçou o quórum. “Pensar diferente faz parte do processo político, e isso pode trazer benefícios. Mas não pode atrapalhar. Na prática, nossos alunos não querem saber de ideologia. Eles querem dignidade, água potável, alimentação e uma escola de qualidade. É isso que precisamos defender. Esse é um tema essencial para toda a sociedade”, concluiu.

Organizado pelo “Todos pela Educação”, o evento reuniu diversas autoridades, como o ministro da Educação, Camilo Santana, governadores, prefeitos, secretários de educação e especialistas do setor, com o objetivo de reforçar a importância de um diálogo contínuo entre o Congresso e a sociedade civil para a construção de políticas públicas eficazes no setor educacional.

“A gente tem que sempre lembrar que faz a defesa dos estudantes e dos professores das escolas públicas. Se não somar com as vozes dos deputados, do Congresso como um todo, a gente não avança o quanto tem que avançar. Esse é o nosso compromisso: fazer com que a escola pública seja o nosso grande orgulho nacional”, destacou a presidente-executiva do Todos pela Educação, Priscila Cruz

Saúde da mulher: Clínica-Escola de Medicina do CEUB oferece atendimentos em Ginecologia, Obstetrícia e Pré-natal

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Consultas ambulatoriais e acompanhamento da gestação podem ser feitos no Centro de Atendimento à Comunidade, no Setor Comercial Sul de Brasília

O Centro Universitário de Brasília (CEUB) disponibiliza consultas em Ginecologia, Obstetrícia e Pré-natal, proporcionando cuidado integral à saúde da mulher. Pelo valor de R$ 40, os atendimentos são conduzidos por médicos professores, orientadores de práticas e estudantes do curso de Medicina do CEUB. Além de oferecer diagnósticos e tratamentos ginecológicos, o serviço inclui acompanhamento completo durante toda a gestação, até o nascimento do bebê.
O agendamento da especialidade deve ser realizado por meio da Central de Atendimento da Clínica-Escola de Medicina do CEUB, pelo telefone ou WhatsApp no número (61) 3966-1660, com a opção da marcação presencial nos guichês de atendimento do Edifício União, no Setor Comercial Sul. A iniciativa é coordenada pelo Centro de Atendimento à Comunidade (CAC) do CEUB.
SERVIÇO 
CEUB oferece atendimento para a saúde da mulher
Especialidades: Ginecologia, Obstetrícia e Pré-natal
Atendimentos: Segunda a Sexta, das 8h às 12h e das 14h às 17h30
Local: Edifício União | SCS Quadra 01, 12º andar
Consulta: R$ 40 (pagamento em dinheiro, cartão de crédito ou débito)
⁠Agendamento: www.uniceub.br/atendimentos-de-medicina ou (61) 3966-1660

Corecon-SP alerta para a necessidade de debater as reais causas e os efeitos da inflação

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Em carta pública, entidade alerta que usar somente a Selic como instrumento de combate à alta dos preços é nocivo à sociedade

O Conselho Regional de Economia da 2ª Região – SP (Corecon-SP) acaba de publicar uma carta aberta à sociedade brasileira alertando para os limites do uso da taxa Selic para o combate à inflação. Segundo o documento, assinado pelos conselheiros da instituição, a utilização recorrente e quase exclusiva desse instrumento, sem considerar as causas estruturais e conjunturais da inflação, desencadeia uma série de problemas para a sociedade brasileira.

“Um dos efeitos negativos de uma taxa Selic muito elevada é o impacto sobre a trajetória da dívida pública, uma vez que as expressivas despesas com juros têm sido o principal fator a impulsionar o aumento do endividamento e a deterioração da percepção sobre o risco fiscal. Em 2024, os gastos com juros atingiram R$ 950 bi, contribuindo para um déficit nominal de R$ 998 bi”, observa o documento. Comparativamente, em 2024, foram despendidos R$ 193 bilhões, em Saúde, e outros R$ 137 bilhões, em Educação.

Outro ponto colocado pelos economistas do Corecon-SP é que as taxas de juros e de câmbio, bem como o salário real, formam os chamados macropreços, ou seja, parâmetros que impactam significativamente a estabilização da economia. “A gestão equilibrada dessas variáveis é central para evitar ciclos de euforia seguidos de crises, ambos prejudiciais ao desenvolvimento econômico sustentável”, destaca o Corecon-SP.

De acordo com a entidade, os fatores usados como justificativa para o aumento de juros na ata do Copom são questionáveis, pois os bens industriais, que ajudaram a conter a inflação em 2024, foram incluídos na explicação do Bacen, apesar de sua variação ter ficado abaixo do centro da meta. A questão levantada é de que a alta dos preços dos produtos industriais reflete, em grande parte, os impactos da desvalorização do real.

Outro ponto é que o maior impacto inflacionário veio da alta dos preços dos alimentos, influenciada por fatores climáticos, como as secas e as enchentes, além do ciclo do boi, que afeta a oferta de carne. “Nessas situações, o aumento da Selic tem pouca ou nenhuma eficácia, pois os juros elevados não reduzem o preço dos alimentos nem alteram as condições climáticas. Ao contrário, aumenta o custo do capital para todos e isso vai ser repassado aos preços. O sacrifício da redução da inflação recai sobre toda a sociedade, especialmente para os tomadores de recursos financeiros”, alertam os conselheiros que assinam a carta.

O Conselho ainda destaca que o Banco Central baseia suas decisões de política monetária em expectativas de inflação captadas pela pesquisa Focus, realizada com 170 instituições, majoritariamente do setor financeiro. Notavelmente, apenas três federações industriais (FIERGS, FIEMG e FIRJAN), além da CNI, participam do levantamento, enquanto há banco que contribui duplamente. A entidade defende que é importante estudar melhor o viés informacional que advém deste levantamento, já que ele é determinante para a decisão Copom sobre juros. “Faz-se necessário que outros setores da economia além do financeiro como industrial, de serviços e trabalhadores sejam ouvidos”, diz a carta.

Por último, os conselheiros destacam que a questão fiscal tem uma importância mais limitada, do que a alegada pelo mercado, para a definir a paridade entre o real e o dólar, com reflexos na inflação. Primeiro porque, sem nenhum novo pacote fiscal, o real foi uma das moedas que mais se valorizou em janeiro de 2025. Fatores externos e o próprio exagero especulativo de 2024 mostraram-se mais proeminentes, comparativamente. Segundo, o governo cumpriu a meta primária do orçamento com déficit de R$ 11 bilhões, equivalente a 0,1% do PIB, dentro da margem de tolerância, sem que isso tenha suscitado declarações em favor de uma interrupção na trajetória de juros, por parte dos “fiscalistas”.

“Isso não significa dizer que a responsabilidade fiscal deva ser negligenciada. Ao contrário, é essencial combater os desperdícios, a sonegação, a corrupção, as desonerações sem contrapartidas aferíveis e as ineficiências. No mesmo sentido, é fundamental trabalhar para a melhor eficiência de todo o aparato público, de forma que o contribuinte possa perceber o retorno do seu esforço a partir da qualidade na contraprestação ao seu sacrifício”, diz o documento.

A íntegra da carta pode ser conferida em https://coreconsp.gov.br/nota-do-corecon-sp-os-limites-da-politica-monetaria-consequencia-para-a-economia-brasileira/

Governo Federal Realiza Consulta Pública Sobre o Plano Setorial de Adaptação do Turismo

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A participação popular no plano, por meio da consulta pública aberta no último dia 10, será recebida até o dia 25 de abril deste ano

O governo federal está convocando cada cidadão do país a participar da consulta pública para a construção do Plano Clima Adaptação, iniciativa coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) que contempla 16 planos setoriais, entre eles, o de turismo.

 

As contribuições ao Plano Clima Adaptação, por meio da consulta pública aberta no último dia 10, serão recebidas até o dia 25 de abril deste ano. Para participar e contribuir, qualquer cidadão pode acessar AQUI os textos dos planos setoriais.

Esse é o primeiro plano setorial de adaptação climática de âmbito nacional a envolver o setor de turismo, ferramenta que vai auxiliar diretamente nas contribuições nacionalmente determinadas (NDCs, em inglês) pelo governo brasileiro, para o alcance das metas definidas no Acordo de Paris, no contexto da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima.

O Plano Setorial de Adaptação do Turismo está entre as entregas previstas no Plano Nacional de Turismo 2024-2027. e trará ações específicas para reduzir as vulnerabilidades do setor de turismo aos impactos das mudanças climáticas.

A nova consulta é a última fase para recebimento de contribuições externas, além das recebidas na primeira etapa do Plano Clima Participativo, antes da aprovação pelo Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima (CIM) e do lançamento oficial do Plano Clima Adaptação, pelo Governo Federal.

O Coordenador de Sustentabilidade e Ações Climáticas no Turismo da Secretaria Nacional de Políticas de Turismo, Edson Barros, explica que o objetivo dessa fase final da consulta é receber as contribuições da sociedade. “Especialmente daquela vinculada ao turismo, para avaliar se o que foi proposto no âmbito técnico possui representatividade com as necessidades do setor, pois o plano possui horizonte de execução até o ano de 2035”, explica.

Após o encerramento da consulta pública, em 25 de abril, as contribuições populares serão avaliadas por cada área técnica setorial, para inclusão do que for pertinente ao documento final, previsto para ser lançado em agosto deste ano.