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A Influência das Redes Sociais na Percepção do Amor: Uma Realidade Distorcida?

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O avanço das redes sociais transformou a forma como nos comunicamos, interagimos e até mesmo como compreendemos o amor e os relacionamentos. Se antes a construção das relações amorosas era influenciada por interações presenciais e referências culturais como livros, filmes e músicas, hoje as redes sociais desempenham um papel central na modelagem das expectativas e percepções sobre o amor. Mas será que essa influência nos aproxima de uma compreensão mais genuína ou cria uma realidade distorcida?

O Amor Romântico nas Redes Sociais: Entre Ideais e Expectativas

As redes sociais estão repletas de imagens, vídeos e histórias que retratam o amor como algo idealizado. Perfis de casais perfeitos, gestos grandiosos de afeto e declarações públicas de amor dominam plataformas como Instagram, TikTok e Facebook. Essas postagens, muitas vezes cuidadosamente curadas, sugerem que o amor deve ser uma experiência constante de felicidade, paixão e momentos extraordinários.

Esse padrão idealizado pode criar uma pressão para que os indivíduos busquem relacionamentos que atendam a essas expectativas. Ao comparar sua realidade com o que é apresentado nas redes, muitas pessoas podem sentir insatisfação, mesmo em relações saudáveis e reais. Isso ocorre porque as redes sociais frequentemente destacam apenas os momentos positivos, ignorando os desafios naturais dos relacionamentos, como conflitos, frustrações e períodos de estagnação.

A Influência dos Algoritmos e o Consumo de Conteúdo

Além das postagens dos usuários, os algoritmos das redes sociais desempenham um papel significativo na maneira como percebemos o amor. Ao identificar o interesse de uma pessoa em conteúdo relacionado a relacionamentos, os algoritmos podem inundar o feed com vídeos, conselhos amorosos e histórias de casais. Isso pode reforçar visões distorcidas, ao mostrar apenas aspectos glamorosos ou superficiais dos relacionamentos, como presentes caros e viagens luxuosas.

Por outro lado, há também a disseminação de conteúdos que promovem ideias tóxicas sobre o amor. Frases como “quem ama, sofre” ou “se é difícil, é verdadeiro” podem normalizar comportamentos abusivos e relações disfuncionais. Assim, as redes sociais não só moldam nossas expectativas, mas também contribuem para perpetuar mitos prejudiciais sobre o que é estar em um relacionamento.

Os Relacionamentos à Distância e a Conexão Digital

Outro aspecto relevante é a forma como as redes sociais possibilitam relacionamentos à distância. Ferramentas como videochamadas e mensagens instantâneas tornaram possível manter a conexão mesmo entre pessoas que vivem em lugares diferentes. No entanto, esses relacionamentos também são afetados pela pressão das redes sociais, já que a necessidade de compartilhar momentos “perfeitos” pode ser ainda mais intensa em casos onde a distância física dificulta o contato direto.

A Busca por Validação e o Impacto na Autoestima

A validação social é outro ponto crucial no impacto das redes sociais sobre o amor. Muitos usuários compartilham aspectos de seus relacionamentos buscando curtidas, comentários e aprovação de seus seguidores. Essa necessidade de validação pode transformar o relacionamento em um espetáculo, onde o foco deixa de ser a conexão entre os parceiros e passa a ser a percepção que os outros têm sobre a relação.

Além disso, a constante exposição a relacionamentos idealizados pode afetar a autoestima de quem está solteiro ou passando por dificuldades amorosas. Comparações constantes podem levar ao sentimento de inadequação e à crença de que algo está errado consigo mesmo ou com a forma como se relaciona.

Um relacionamento amoroso pode ser comparado a uma splove, repleto de descobertas, desafios e momentos inesquecíveis. Assim como em uma jornada, cada passo dado juntos contribui para o crescimento e o fortalecimento da conexão, seja explorando novos lugares ou desvendando os sentimentos um do outro. As experiências compartilhadas ao longo do caminho criam memórias que se tornam o verdadeiro destino dessa viagem a dois, onde o mais importante não é o ponto de chegada, mas sim o percurso vivido lado a lado.

Promovendo uma Relação Saudável com as Redes Sociais

Para lidar com a influência das redes sociais na percepção do amor, é essencial adotar uma postura crítica em relação ao conteúdo consumido. Reconhecer que as postagens nas redes são, muitas vezes, versões editadas e idealizadas da realidade pode ajudar a reduzir a pressão de corresponder a padrões irreais. Além disso, buscar fontes confiáveis de informação sobre relacionamentos e investir na comunicação autêntica com o parceiro são passos importantes para construir relações saudáveis.

O amor não precisa ser perfeito para ser real. Os desafios, imperfeições e momentos difíceis fazem parte da construção de um relacionamento verdadeiro e significativo. As redes sociais podem ser uma ferramenta poderosa para compartilhar momentos felizes e conectar pessoas, mas é importante lembrar que a vida fora das telas é onde o amor verdadeiramente floresce.

Em última análise, cabe a cada indivíduo questionar até que ponto as redes sociais estão moldando suas expectativas e decisões amorosas. A conscientização sobre essas influências é o primeiro passo para libertar-se da necessidade de seguir padrões irreais e buscar relacionamentos que reflitam suas próprias necessidades, valores e desejos. Afinal, o amor genuíno transcende filtros, hashtags e curtidas.

HRSM é o primeiro hospital a receber visita técnica da Coordenação Distrital do Registro Hospitalar de Câncer

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A visita abre o cronograma de 2025 da Secretaria de Saúde nos hospitais públicos do DF
Jurana Lopes
Nesta terça-feira (11), o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) recebeu a visita técnica da equipe da Coordenação Distrital do Registro Hospitalar de Câncer, da Assessoria de Política de Prevenção e Controle do Câncer (ASCCAN), da Secretaria de Saúde. A data marca o início das visitas em unidades hospitalares em 2025.
O objetivo é acompanhar as ações do Registro Hospitalar de Câncer da rede pública de saúde do DF, conforme normas do Instituto Nacional do Câncer (INCA), através da Portaria n.º 688/SAS/MS, de 28 de agosto de 2023 e normativa distrital (Portaria n.º 180 GAB/SES/DF, de 21 de março de 2019), que definem a implantação e regulamentam o funcionamento dos Registros de Câncer como ferramenta de vigilância de câncer no Distrito Federal.
“A visita técnica está prevista dentro do manual do INCA e nós fazemos o acompanhamento das equipes, trazendo também o perfil do que eles registraram para a melhoria desses dados dentro do hospital, para a gente poder atender esse paciente oncológico da melhor forma possível. Trazemos esses dados, informando e fazendo essa educação continuada, também, a importância desses dados do registro hospitalar para o acompanhamento desse paciente oncológico”, explica a coordenadora do Registro Hospitalar de Câncer da SES-DF, Patrícia Baia Lira.
Desta maneira, o INCA formaliza a entrada do novo sistema de Registro Hospitalar de Câncer, o RHCWeb, em 2025. Esse sistema permitirá uma maior agilidade nas rotinas de trabalho, na manutenção, incorporação de melhorias e segurança dos dados. As datas dos treinamentos para toda a equipe serão divulgadas posteriormente.
Durante a reunião, que teve a participação da Diretoria Clínica do HRSM, foi exposto o relatório de incompletude de variáveis dos registros e destacada a importância dos prontuários terem o máximo de informações possíveis sobre o paciente, pois isso é fundamental na hora de analisar os registros e criar políticas públicas voltadas para o tratamento do câncer.
Dentre as incompletudes mais comuns identificadas estão local de nascimento, raça/cor, escolaridade, ocupação, estado civil, história familiar de câncer, histórico de consumo de álcool e tabaco, entre outras.
“O nosso trabalho é com a qualificação desses dados, então a gente conseguiu elevar muito o número de registros hospitalares, o número de casos dentro de Brasília, inclusive, hoje nós somos referência nacional no registro hospitalar de câncer. Trabalhamos essa qualificação de dados, que é trazer mesmo para o hospital quais são as dificuldades que eles têm diante dessas variáveis, e é o que a gente demonstra na reunião para a gente conseguir melhorar e trazer números mais fidedignos ao registro hospitalar”, ressalta Patrícia.
“São informações simples, que precisam ser incorporadas nos prontuários. Pretendo traçar estratégias internas para mudar essa cultura e ter mais dados disponíveis para ajudar na hora de analisar os registros”, destaca o diretor clínico do HRSM, Thiago Martins Neves.
A coordenadora do Registro Hospitalar de Câncer do HRSM, Cleidiane Alves, considera essa visita técnica da ASCCAN no hospital de extrema importância. “É algo que alinha e consolida o trabalho feito com todo empenho do nosso setor. O diretor clínico tem autonomia de acessos e gestão sobre campos de busca ativa do Comitê do Registro Hospitalar de Câncer. Estou muito feliz com o crescimento do registro e com todo apoio da direção, clínica e gestores, estamos avançando. O trabalho em equipe faz isso, fortalece”, afirma.
Foto: Divulgação/IgesDF

Alexandra Loras é destaque da abertura do Mês da Mulher na AASP

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Palestra gratuita realizada na última segunda-feira (10) abordou diversidade étnica e de gênero. Programação segue até 31/3 com palestras online sobre temas fundamentais ligados à questão feminina

 

São Paulo – Considerado um dos eventos mais importantes da AASP – Associação dos Advogados, o Mês da Mulher teve início na noite de ontem em São Paulo, com a presença da consultora de diversidade Alexandra Loras, em uma cerimônia especial com transmissão ao vivo e totalmente gratuita. Até o final de março, outras palestras sobre temas relevantes ligados ao universo feminino acontecerão de forma remota (online) e gratuita para facilitar a participação de advogadas, advogados e entusiastas de todo o país.

Apresentada pela presidente da AASP, Renata Castello Branco Mariz de Oliveira, e pela vice-presidente, Paula Lima Hyppolito Oliveira, a palestrante falou sobre diversidade, equidade de gênero e liderança feminina, um debate essencial para a construção de uma sociedade mais justa.

“Para que possamos avançar como sociedade, é fundamental que continuemos lutando por mais espaços de poder para mulheres e pessoas pretas”, destaca Loras. A discussão, crucial para todos os setores sociais e profissionais, torna-se ainda mais relevante no exercício da Advocacia, cujos cargos de liderança até hoje são, predominantemente, ocupados por homens brancos.

“Quando você encontra um cenário judicial majoritariamente branco e masculino responsável pelas tomadas de decisão de toda uma sociedade, isso traz vieses inconscientes que contribuem para a manutenção da desigualdade racial e de gênero. Por isso, é muito importante atuarmos em prol da diversidade nesses espaços”, pondera a palestrante.

Com uma trajetória inspiradora na luta por igualdade racial e de gênero, Loras é também sensitivity reader da revista Harper’s Bazaar e atua na capacitação de líderes empresariais para promover ambientes mais diversos e inclusivos.

Para Renata Mariz, o tema da abertura marca o compromisso da AASP com a ampliação da presença feminina em cargos de liderança no Direito brasileiro. “Temos a responsabilidade, como uma das mais importantes entidades representativas da Advocacia, de somar forças nessa luta que é de todas as pessoas”, salienta.

Ao longo de todo o mês de março, serão realizadas palestras sobre demais temas fundamentais para a atuação das mulheres na advocacia e no mercado de trabalho, trazendo perspectivas inovadoras e práticas para o fortalecimento profissional:

  • 11 de março: Ações afirmativas
  • 13 de março: Educação financeira
  • 18 de março: Jovem advocacia
  • 20 de março: Atuação em departamento jurídico
  • 25 de março: Proteção de dados
  • 27 de março: Influenciadoras digitais
  • 31 de março: Lançamento da 165ª edição da Revista do Advogado

O evento contará com a participação de profissionais de destaque, entre elas: Záira Jesus Pereira, advogada criminalista especialista em gênero; Camila Moura de Carvalho, juíza do Trabalho no TRT-15; Lívia Madeira, advogada criminalista especialista em Ciências Penais; Fernanda Gomes Barjud Silva, diretora jurídica geral do Grupo Pão de Açúcar; Ana Paula Camelo, doutora em Política Científica e Tecnológica; Lucia Ancona Lopez de Magalhães, advogada e autora do livro Publicidade e Direito.

Para conferir todos os detalhes sobre a programação e garantir vaga gratuita, basta acessar a página do evento.

 

AASP – Associação dos Advogados

Fundada há 82 anos, a AASP – Associação dos Advogados está presente em todo o Brasil e tem a missão de potencializar e facilitar o exercício da advocacia. A entidade é experiente, visionária e está, cada vez mais, disruptiva. Sua trajetória e conquistas são o combustível para ir ainda mais longe, proporcionando aos seus milhares de associados (aproximadamente 75 mil) inúmeros cursos sobre temas jurídicos relevantes e serviços de excelência, que incluem: intimações on-line, pesquisa por termos nos Diários Oficiais, emissão e renovação de certificado digital, biblioteca digital, revistas e boletins periódicos, clipping diário de notícias, plataforma de assinaturas digitais, espaços de coworking, além de disponibilizar um avançado sistema de pesquisa de jurisprudência e um programa de gestão de processos.

 

Calor extremo atrapalha aprendizado

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Saiba como garantir o bem-estar e o desempenho escolar das crianças

As crianças são particularmente vulneráveis às altas temperaturas devido a fatores fisiológicos e comportamentais. Seus corpos aquecem e perdem calor mais rapidamente, e a desidratação pode ocorrer de forma acelerada, afetando funções cerebrais e a capacidade de concentração.
A desidratação é um dos principais perigos nesse cenário. “Bebês e crianças pequenas não manifestam sede da mesma forma que os adultos, por isso é essencial oferecer líquidos regularmente. A desidratação pode causar fadiga, tontura, dor de cabeça e até confusão mental, interferindo diretamente na concentração”, alerta Andrea Dambroski, médica pediatra do Departamento de Saúde Escolar dos colégios da Rede Positivo.
Além disso, o calor excessivo sobrecarrega o sistema cardiovascular e metabólico, resultando em cansaço e irritabilidade. “Isso afeta diretamente o comportamento e a disposição para atividades cognitivas. Crianças cansadas e desconfortáveis têm mais dificuldade para prestar atenção e absorver informações”, complementa.
Diversos estudos indicam que o ambiente térmico influencia o desempenho cognitivo. Uma pesquisa publicada na revista PLOS Medicine revelou que o aumento das temperaturas médias em salas de aula reduz significativamente a capacidade de aprendizado. Segundo o estudo, alunos expostos a temperaturas superiores a 26°C apresentam queda no desempenho em testes de matemática e leitura.
Outro estudo realizado pela Universidade de Harvard mostrou que estudantes que frequentam escolas sem climatização têm 13% menos chances de obter boas notas em comparação com aqueles que estudam em ambientes refrigerados. Isso ocorre porque o calor excessivo prejudica a memória de curto prazo e reduz a capacidade de resolver problemas.
“A aprendizagem depende de diversos fatores, e a temperatura do ambiente tem um impacto significativo”, reforça Andrea. “Ambientes muito quentes provocam sonolência, desconforto e menor capacidade de raciocínio lógico, comprometendo o rendimento escolar”, complementa.
Medidas essenciais para proteger as crianças
Com o aumento das ondas de calor, torna-se fundamental adotar estratégias para minimizar os impactos das altas temperaturas no aprendizado, como a adaptação do ambiente escolar e o reforço dos cuidados com hidratação, roupas e alimentação. “Garantir que as crianças estejam confortáveis e saudáveis é essencial para um melhor desempenho escolar e um desenvolvimento mais equilibrado”, destaca a especialista, que recomenda alguns cuidados cruciais para os momentos de estudo, seja em casa ou na escola:
1. Hidratação constante
“O ideal é que as crianças bebam água ao longo do dia, mesmo sem sentir sede. A garrafinha de água deve ser um item indispensável na mochila escolar”, destaca a médica. Além disso, sucos naturais, frutas com alto teor de água, como melancia e laranja, e água de coco ajudam a manter a hidratação. “Os líquidos devem estar sempre disponíveis e à vista da criança”, reforça.
2. Roupas confortáveis
O tipo de vestimenta também influencia a regulação térmica do corpo. “O melhor é optar por roupas leves e soltas, feitas de tecidos como algodão, e de cores claras, que refletem a luz solar e evitam o superaquecimento”, sugere Dambroski. Molhar a nuca, os pulsos e os pés com água fria durante intervalos regulares também ajuda no resfriamento do corpo, proporcionando um alívio imediato.
3. Ventilação
A infraestrutura escolar tem papel essencial no bem-estar dos alunos. “É importante que as salas sejam bem ventiladas e, sempre que possível, climatizadas. Caso não haja ar-condicionado, é recomendável manter portas e janelas abertas para a circulação do ar e utilizar ventiladores”, indica a pediatra. Já em casa, o professor de Física do Curso Positivo, Fábio Carneiro, recomenda abrir portas e janelas opostas no início da manhã e à noite, criando correntes de ar, para que o vento circule melhor e resfrie o ambiente. “Durante os períodos do dia mais quentes, próximo ao meio dia, feche as janelas para evitar a entrada do ar quente e ligue ventiladores”, explica.
4. Proteção contra o sol
Durante os intervalos e atividades ao ar livre, é importante buscar sombra e evitar o sol direto  entre 10h e 16h. “O uso de protetor solar, chapéus e bonés deve ser incentivado para proteger a pele das crianças”, lembra a especialista. “Em casa, mantenha cortinas fechadas para bloquear o sol direto. Pendurar toalhas claras e lençóis úmidos na janela também impede a exposição direta ao sol e ajuda a resfriar o ar que entra”, sugere Fábio.
5. Soluções caseiras
O professor de Física recomenda algumas soluções simples para amenizar o calor. “Recipientes com água gelada ou gelo nos ambientes de estudo ajudam a resfriar o ar quando evaporam. Uma garrafa pet cheia de água congelada na frente do ventilador cria um efeito de ar-condicionado improvisado”.
6. Fontes de calor
Um ambiente claro é fundamental para os estudos, porém, as lâmpadas podem aquecer ainda mais o ambiente. Nesse caso, a dica é dar preferência às lâmpadas LED, que esquentam menos do que as incandescentes. Além disso, aparelhos eletrônicos e carregadores também emitem calor, por isso, nos dias mais quentes é importante mantê-los desligados durante os estudos.
7. Alimentação leve e nutritiva
Nos dias mais quentes, o metabolismo trabalha mais para equilibrar a temperatura corporal. Refeições pesadas podem causar desconforto e reduzir a disposição para atividades escolares. “O ideal é oferecer alimentos leves, de fácil digestão e ricos em água, como frutas, legumes e carnes magras”, sugere a pediatra.
8. Sono de qualidade 
O calor também interfere no sono das crianças, impactando diretamente o aprendizado. “O ambiente de descanso deve estar sempre arejado. Se necessário, ventiladores ou ar-condicionado podem ser utilizados em temperatura amena, idealmente em torno de 23°C”, aconselha a médica. Evitar roupas e cobertas pesadas também contribui para noites mais tranquilas.
Sinais de alerta
Mesmo com os devidos cuidados, é imprescindível estar atento aos sinais de desidratação e estresse térmico. “Fraqueza, sonolência, dor de cabeça, lábios secos, olhos fundos, tontura e irritabilidade são indicativos de que algo não está bem. Se houver vômitos ou febre baixa persistente, a criança deve ser levada ao médico imediatamente”, alerta a médica.

Sobre o Colégio Positivo

O Colégio Positivo, reconhecido como líder e referência no setor educacional, teve sua origem como um prestigiado curso pré-vestibular, expandindo sua atuação para se tornar uma instituição de destaque no campo da educação. Integrante do Grupo Positivo, sua história é marcada pelo compromisso de formar indivíduos éticos, conscientes e solidários, preparados para os desafios futuros com excelência. Desde os primeiros estágios da jornada educativa, o Colégio Positivo se distingue por sua abordagem transformadora, presente em todos os níveis de ensino. Com uma presença consolidada em 20 unidades distribuídas pelos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, a instituição acolhe aproximadamente 16,5 mil alunos, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio.

Glaucoma afeta 2,5 milhões de brasileiros e é a segunda maior causa de cegueira no mundo 

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Especialista reforça a importância do diagnóstico precoce

12 de março é o Dia do Glaucoma, uma data para alertar sobre os riscos dessa doença silenciosa, que pode levar à cegueira irreversível. Segundo a Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG), mais de 2,5 milhões de brasileiros vivem com a condição. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 64,3 milhões de pessoas entre 40 e 80 anos já apresentam alguma deficiência visual causada pelo glaucoma, e as projeções indicam que esse número pode ultrapassar 111,8 milhões até 2040.

De acordo com o Dr. Antônio Sardinha, oftalmologista do Hospital de Olhos de Cuiabá (HOC), o glaucoma é uma doença progressiva que pode levar à cegueira se não for diagnosticada e tratada a tempo. Ele destaca a importância do acompanhamento oftalmológico regular, especialmente para pessoas com fatores de risco, como histórico familiar da doença, diabetes e idade acima de 40 anos.

O oftalmologista afirma que a conscientização é essencial. “O glaucoma não apresenta sintomas no início, e é exatamente por isso que muitas pessoas descobrem a doença quando já há um comprometimento significativo da visão. Quanto antes o diagnóstico for feito, maiores são as chances de evitar a progressão para a cegueira.” Além disso, ele explica que alguns fatores aumentam a predisposição ao glaucoma. “A hereditariedade, a idade avançada e o diabetes estão entre os principais fatores de risco. Quem tem histórico familiar da doença deve ter ainda mais atenção e realizar exames oftalmológicos regulares.”

O diagnóstico precoce pode fazer toda a diferença no controle do glaucoma. “Quando identificado a tempo e tratado corretamente, entre 60% e 80% dos casos de cegueira podem ser evitados. O ideal é que as pessoas consultem o oftalmologista pelo menos uma vez ao ano para monitorar a saúde ocular e detectar qualquer alteração antes que cause danos irreversíveis”, ressalta o especialista.

Além das consultas regulares, alguns cuidados ajudam a preservar a visão:

• Evitar coçar os olhos, pois isso pode causar lesões e aumentar o risco de infecções

• Não usar colírios sem orientação médica, já que alguns podem agravar o glaucoma

• Reduzir o tempo de exposição a telas eletrônicas para evitar fadiga ocular

• Manter uma alimentação saudável, rica em antioxidantes e nutrientes benéficos para a visão

• Evitar o consumo excessivo de álcool e outras substâncias que podem prejudicar a saúde ocular

• Usar óculos de sol com proteção UV para proteger os olhos dos danos causados pela radiação solar

“O cuidado com a saúde ocular deve ser contínuo. Pequenas atitudes no dia a dia fazem toda a diferença para manter a visão saudável por mais tempo”, conclui o Dr. Antônio Sardinha.

IV FAMEL, em Avaré, visa impulsionar o desenvolvimento sustentável das cadeias produtivas da apicultura e meliponicultura em São Paulo

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Exposições, feira de produtos, competições culinárias com receitas elaboradas com mel, food trucks, palestras, minicursos, atividades culturais e shows musicais fazem parte da programação da IV Feira de Apicultores e Meliponicultores do Estado de São Paulo, que será realizada nos dias 13 e 14 de março no município de Avaré

 

Organizado pela Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI) – Regional Avaré e pela Faculdade Eduvale, com apoio de parceiros, o evento acontece nos dias 13 e 14 de março, com o objetivo de atender os públicos das áreas rural e urbana que, além de adquirirem os produtos das colmeias de várias regiões paulistas, poderão participar de palestras e vivências práticas junto a apicultores e meliponicultores, em uma programação abrangente que visa ampliar o conhecimento da apicultura e meliponicultura, bem como da importância das abelhas para manutenção da biodiversidade e a produção de alimentos.

 

Entre os temas em pauta nas palestras e nos minicursos estão: Como ganhar dinheiro com a polinização; Mel na merenda escolar; Manejo e captura de abelhas nativas; Cosméticos com produtos derivados da abelha; Custo de produção do mel; SISP Artesanal; Produção de hidromel; Orientações para crianças do Ensino Fundamental.

 

A CATI estará presente com sua equipe de extensionistas da Regional Avaré, que apresentará as ações, os projetos e os programas da instituição, bem como estará à disposição para esclarecer dúvidas sobre as cadeias produtivas da apicultura e da meliponicultura; e da CATI Sementes e Mudas, que, entre suas ações, apresentará e comercializará mudas de plantas e árvores essenciais para a vida das abelhas. Em uma ação coordenada com a CATI, a Defesa Agropecuária estará presente, apoiando os apicultores e meliponicultores no cadastro de suas atividades e com informações importantes sobre sanidade das abelhas.

 

Serviço

 

IV Feira de Apicultores e Meliponicultores do Estado de São Paulo (FAMEL)

Data: 13 e 14 de março

Local: Centro Universitário Eduvale – Av. Pref. Misael Eufrásio Leal, 347 – Centro – Avaré (SP), Contato: (14) 3733-8383

Inscrições gratuitas: https://l1nq.com/ivfamel

 

São Paulo dá o passo que o governo federal pede, mas ICMS zero nos alimentos realmente reduz preços?

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Especialista avalia os possíveis efeitos para consumidores, empresas, governos e para a economia

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), usou suas redes sociais para responder ao apelo do governo federal para que os estados zerem o ICMS sobre produtos da cesta básica. No vídeo publicado, Tarcísio destacou que a isenção já está em vigor em São Paulo desde o início de sua gestão e foi prorrogada até o final de 2026.
Para Gustavo Defendi, diretor da Real Cestas, empresa especializada no segmento de benefícios em cestas básicas, São Paulo está na frente ao adotar a medida, mas é necessário observar se a redução do imposto será efetivamente repassada ao consumidor ou se será absorvida por outros elos da cadeia, como fornecedores e supermercados. “Em um primeiro momento, a isenção do ICMS pode trazer um alívio para os preços dos alimentos, pois reduz o custo da cadeia de distribuição e pode refletir no valor final pago pelo consumidor, e para as famílias de baixa renda, qualquer redução no preço da cesta básica é positiva”, explica.
De acordo com Defendi, do ponto de vista empresarial, a isenção do ICMS pode significar maior competitividade para os produtos locais, já que reduz custos operacionais e melhora a margem de lucro. No entanto, ele alerta que os benefícios podem ser limitados se a medida não vier acompanhada de um suporte mais amplo ao setor produtivo. “Se por um lado há alívio na carga tributária, por outro, produtores continuam enfrentando desafios como custos elevados de insumos, transporte e logística. Sem uma política integrada que garanta produção estável e incentivo à indústria nacional, o impacto pode ser menor do que o esperado”, analisa.
Para o governo, o desafio está no equilíbrio entre arrecadação e benefício social. A perda de receita do ICMS pode comprometer o orçamento estadual, reduzindo investimentos em serviços públicos. Segundo Defendi, a compensação desse impacto financeiro deve ser considerada. “Estados que dependem fortemente do ICMS podem enfrentar dificuldades para equilibrar suas contas. A arrecadação precisa ser substituída de alguma forma para evitar cortes em áreas essenciais”, afirma.
Além disso, Defendi avalia que a isenção do ICMS, por si só, não resolve a inflação dos alimentos. “Os preços dos alimentos são influenciados por fatores mais complexos, como oferta e demanda, câmbio, custo dos combustíveis e até crises climáticas. O ICMS zero pode ajudar, mas não é uma solução definitiva”, alerta.
Outro ponto de debate é a recente decisão do governo federal de zerar o imposto de importação sobre alguns alimentos. Defendi pondera que essa medida pode trazer alívio momentâneo, mas também pode afetar produtores nacionais. “A entrada de produtos importados sem tributação pode prejudicar os agricultores brasileiros, que já operam com margens apertadas. A longo prazo, isso pode reduzir a produção local e criar uma dependência externa, o que não é sustentável”, explica.
“A iniciativa paulista reforça a necessidade de uma estratégia coordenada entre estados e governo federal para garantir que as medidas tributárias resultem em preços mais acessíveis sem comprometer a economia e o financiamento de serviços públicos essenciais”, finaliza Defendi.

UFLA é a única do País certificada para projetos com Cannabis medicinal geneticamente modificada

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O Centro Biotecnológico de Plantas Psicoativas (CBPP) da Universidade Federal de Lavras (UFLA), dedicado à pesquisa e ao desenvolvimento de tecnologias inovadoras sobre plantas psicoativas, acaba de alcançar um novo marco. Além da autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para conduzir pesquisas de cultivo in vitro de Cannabis medicinal, o CBPP obteve o Certificado de Qualidade em Biossegurança (CQB), garantindo que suas atividades sejam realizadas seguindo os mais altos padrões de segurança biológica e ampliando a sua capacidade de atuação.

Com essa recente conquista, concedida pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, o CBPP consolida-se no cenário nacional, como o único laboratório de pesquisa do País com certificação para realizar projetos in vitro com Cannabis medicinal geneticamente modificada.

O desenvolvimento de Cannabis geneticamente modificada permite a criação de variedades com perfis específicos de canabinoides, otimizando a produção de compostos terapêuticos e consequentemente, aumentando a eficácia dos tratamentos. Esse avanço abre novas possibilidades de pesquisas inovadoras.

Essa abordagem também contribui para a padronização da produção, garantindo a qualidade e segurança dos medicamentos derivados da planta. “A biotecnologia aplicada à Cannabis representa um passo fundamental para a evolução da medicina e para a democratização do acesso a tratamentos baseados nessa planta de grande relevância terapêutica. A obtenção desse certificado reforça o nosso compromisso com a excelência científica, garantindo um ambiente seguro para descobertas inovadoras e avanços na biotecnologia de Cannabis medicinal, beneficiando a comunidade científica, a sociedade, que necessita de novas opções terapêuticas, e a formulação de políticas públicas que garantam acesso a esses tratamentos”, destaca a coordenadora do Laboratório, professora Vanessa Cristina Stein.

CBPP

Criado com o objetivo de promover avanços significativos na biotecnologia aplicada à plantas psicoativas, o CBPP tem como missão explorar o potencial terapêutico dessas espécies e desenvolver novos medicamentos e terapias para o tratamento de diversas condições médicas. Além disso, desempenha um papel fundamental na formação de recursos humanos qualificados, capacitando pesquisadores e profissionais para atuar no setor.

Desde a sua inauguração, em 2023, o CBPP, localizado no Setor de Botânica do Departamento de Biologia do Instituto de Ciências Naturais, tem desempenhado um papel crucial na pesquisa científica com Cannabis medicinal. Apesar de sua recente implementação, o Laboratório já conduz duas teses de doutorado e uma dissertação de mestrado, todas vinculadas ao Programa de Pós-Graduação em Botânica Aplicada, coordenadas pela professora Vanessa Cristina Stein em colaboração com os professores Fernando Henrique Ferrari Alves (UFLA), Jaime Eduardo Cecilio Hallak e Alexandre Crippa, do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Medicina Translacional (INC-MT) da Universidade de São Paulo (USP), ao qual o laboratório é conveniado, permitindo abordagem multidisciplinar na área.

 

FIESC inaugura SENAI em Pinhalzinho  

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Ações reforçam compromisso da entidade de levar educação de qualidade a todas as regiões de Santa Catarina, fortalecendo indústria, emprego e desenvolvimento.

A Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) inaugurou nesta segunda-feira (10), com dirigentes, empresários, autoridades e convidados, o SENAI de Pinhalzinho, no Oeste do estado.

A inauguração realça o propósito da entidade de levar educação profissional de qualidade a todas as regiões de Santa Catarina, fortalecendo a indústria, o emprego e o desenvolvimento social e econômico.

“Estamos investindo em tecnologias modernas e inovadoras para atender às necessidades da indústria local. O sistema FIESC, por meio do SESI e do SENAI, tem o grande desafio de qualificar a mão de obra catarinense. Nossa indústria é inovadora e precisa, cada vez mais, de profissionais qualificados”, frisou o presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar.

O vice-presidente regional Oeste da FIESC, Waldemar Antônio Schmitz, relembrou a trajetória da região para o crescimento industrial e felicitou a concretização de um grande projeto. “Capacitar pessoas para o mercado de trabalho significa formar profissionais qualificados e fomentar o surgimento de novos empresários. Esse é o caminho para um desenvolvimento regional sustentável.”

Foram investidos R$ 16,8 milhões no SENAI de Pinhalzinho, que atenderá 20 municípios da região. A unidade, com 2,2 mil metros quadrados, atuará nas áreas de automação industrial, energias renováveis, eletroeletrônica, metalmecânica, vestuário e tecnologia da informação (software).

Além do presidente, a comitiva da FIESC na série de inaugurações e lançamentos no Oeste e Meio-Oeste conta com o diretor regional do SENAI de Santa Catarina, Fabrízio Pereira, o diretor de inovação e competitividade na FIESC, José Eduardo Fiates, e o diretor institucional e jurídico da FIESC, Carlos José Kurtz.

AGENDA PARA TERÇA-FEIRA – INSTITUTO DE TECNOLOGIA

Na terça (11), em Chapecó, a comitiva da FIESC visita as obras no Instituto SENAI de Tecnologia, focado no segmento de alimentos e bebidas.

Com 6 mil metros quadrados, a unidade terá laboratórios de prestação de serviços (ensaios de microbiologia, físico-químico, microscopia, biologia molecular e análises sensoriais) e um laboratório dedicado ao desenvolvimento de produtos, disponível para pesquisas e para uso pela indústria.

Também haverá uma área destinada ao desenvolvimento de ensaios de proficiência e materiais de referência, serviços que atenderão ao mercado internacional.

            A nova estrutura incluirá uma biblioteca, novos laboratórios pedagógicos para uso didático e um hub de inovação, disponível para indústrias locais e startups.

PROJETO DE ESCOLA EM CHAPECÓ

Ainda nesta terça, a FIESC apresentará o projeto da Escola SESI de Referência em Chapecó, com investimento de R$ 79 milhões.

Serão 14,7 mil metros quadrados, 21 salas de aula, nove laboratórios, biblioteca, auditório, áreas de convivência, duas quadras para esportes e espaço maker (ambiente especial com educação fundamentada no fazer).

A escola atenderá 1,3 mil famílias, 80% dependentes de trabalhadores da indústria, com turmas de educação infantil e ensinos fundamental e médio.

INVESTIMENTOS

Os investimentos no SENAI em Pinhalzinho, no Instituto SENAI de Tecnologia e na Escola SESI de Chapecó estão previstos em um plano de ação da FIESC que, até 2030, destina mais de R$ 1 bilhão em iniciativas educacionais no estado.

PRESIDÊNCIA

Durante a visita ao Oeste, a presidência da FIESC será transferida temporariamente à região, um gesto de reconhecimento pela sua contribuição com o desenvolvimento de Santa Catarina.

A agenda em Pinhalzinho e Chapecó também prevê encontros com empresários, presidentes de sindicatos, secretários municipais, prefeitos e outros políticos da região (detalhes abaixo).

SAIBA MAIS

SENAI/SC – O SENAI/SC é referência em educação profissional há mais de 70 anos. Oferece cursos técnicos, cursos profissionais e aprendizagem industrial (mescla aulas no SENAI e trabalho na empresa contratante). Só ano passado, em todo o estado, teve 258,6 mil matrículas.

Institutos de Tecnologia – O SENAI/SC tem sete institutos de tecnologia (alimentos e bebidas, ambiental, cerâmica, excelência operacional, mobilidade elétrica e energias renováveis, madeira e mobiliário, e têxtil, vestuário e design) e três de inovação (processamento a laser, sistemas de manufaturas e sistemas embarcados). Eles fazem parte de rede que usa pesquisa aplicada, desenvolvimento tecnológico e de novos produtos para impulsionar a competitividade da indústria.

Escolas SESI/SC – A rede de Escolas SESI atende educação infantil e ensinos fundamental e médio em 20 cidades de Santa Catarina. Um dos diferenciais é a abordagem de ensino STEAM, que integra Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática, estimulando criatividade, pensamento crítico e aprendizado dinâmico.

 

AGENDA

10/03, Pinhalzinho

15h30 – Agenda com imprensa

18h30 – Reunião seguida de jantar (empresários, presidentes de sindicatos, prefeitos e políticos)

11/03, Chapecó

08h30 – Reunião com prefeito e secretários municipais de Chapecó

09h30 – Visita à obra do Instituto de Tecnologia e SESI Chapecó

11h – Deslocamento para Seara

Projeto de Lei que amplia suporte para público PcD nas escolas pode ser votado nesta semana no plenário da Câmara

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O Projeto de Lei 3035/2020, que propõe a criação da Política para Educação Especial e Inclusiva, pode ser votado nesta semana no plenário da Câmara dos Deputados. A proposta amplia o suporte a pessoas com deficiência, transtorno mental, Transtorno do Espectro Autista (TEA), deficiência intelectual, múltiplas deficiências e altas habilidades. O regime de urgência para votação do PLP foi aprovado pelos deputados federais em agosto de 2023.

O projeto já tem um novo relatório finalizado pelo deputado federal Duarte Júnior (PSB-MA), integrante da Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ). Ele reforça a necessidade de um conjunto de leis robusto para garantir o direito à educação inclusiva.

“A inclusão escolar precisa ser real, com suporte adequado para estudantes, professores e famílias. Pessoas com deficiência não são dignas de pena, são dignas de direito. E é nesse sentido que estamos atuando fortemente na Câmara, tratando essa temática com a prioridade que ela merece para garantir uma educação inclusiva e de qualidade para todos”, destacou o integrante da FPeduQ.

A proposição é de autoria do ex-deputado federal Alexandre Frota (PSDB/SP) e reúne outros 14 projetos de lei que modificam o Plano Nacional de Educação, a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com TEA e a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI).

Sobre a FPeduQ

A Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ) tem como objetivo discutir no Congresso Nacional melhorias nos programas de acesso à educação, como Fies e Prouni, além da qualidade do ensino, inovação e tecnologia na educação, reforma tributária e outras pautas importantes.

 

O setor particular de ensino é responsável pela educação de mais de 15 milhões de brasileiros, dos quais 90% são das classes C, D e E. Além disso, é responsável por 77% dos alunos no ensino superior e 20% no ensino básico.

 

Presidida pela deputada federal  Socorro Neri (PP-AC), a Frente tem como vice-presidente o senador Nelsinho Trad (PSD-MS).