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NOTA DE PESAR Keila Ferreira, bispa da Assembleia de Deus

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É com profundo pesar que recebi a notícia do falecimento da bispa Keila Ferreira, uma das principais lideranças da Assembleia de Deus do Brás. Esposa do bispo Samuel Ferreira, sua partida precoce é sentida não apenas pela família, mas por toda a comunidade, a que tanto se dedicou.

Importante liderança das mulheres, a bispa Keila era uma referência de fé inabalável e amor genuíno ao próximo. Sua vida foi marcada pelo compromisso incansável em servir, inspirando muitos com seu exemplo e ensinamentos.

Neste momento tão doloroso, elevo minhas orações a Deus, pedindo que Ele proporcione conforto, força e consolo à família Ferreira, à Igreja e a todos os amigos que estão sofrendo com essa perda inesperada. Que a memória da bispa Keila seja um exemplo vivo para todos.

Luiz Inácio Lula da Silva

Presidente da República Federativa do Brasil

 

Luto no Gospel: Izalci Lucas lamenta morte da bispa Keila Ferreira

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O seguimento evangélico no Brasil amanheceu de luto neste sábado (1º/2)

Morreu, aos 52 anos, a bispa Keila Ferreira, presidente da Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil (CONAMAD) e líder da Assembleia de Deus Ministério de Madureira no Brás, em São Paulo, ao lado do marido, bispo Samuel Ferreira.  A causa da morte de Keila foi um infarto.

Keila Ferreira, nascida na cidade de Campinas (SP), em 3 de abril de 1972, era formada em Direito e destacou-se pelo fortalecimento de contribuições das mulheres na vertente evangélica da Assembleia de Deus.

Samuel Ferreira e Keila Ferreira

Então presidente da Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil, ela já ocupou cargos de lideranças na Confederação de Irmãs Beneficentes Evangélicas Nacional (CIBEN), o Congresso Feminino de Oração e Ação do Estado de São Paulo (CORAFESP) e o Instituto de Desenvolvimento Educacional e Assistência Social (IDEAS). Ela também organizou o Encontro Nacional de Esposas de Pastores (ENEP).

A morte da Bispa Keila Ferreira gerou grande comoção no meio evangélico e político. O senador Magno Malta, o governador de SP, Tarcísio de Freitas, a cantora Elaine de Jesus e o senador Izalci Lucas lamentaram a perda,  destacando seu legado de fé e serviço.

“Recebi com pesar a noticia do falecimento da Bispa Keila Ferreira, que teve uma vida dedicada ao Senhor e compreendia bem o sacrifício de Cristo na cruz. Minha solidariedade a todos os irmãos e irmãs da Assembleia de Deus do Brás, ao Bispo Samuel, seus familiares e amigos. Que a dor vire saudade e esperança na vida com Cristo.”, afirmou o governador Tarcísio.

O cantor Mattos Nascimento também se manifestou, ressaltando que a Bispa era “simples, moderada, amiga, conselheira, humilde e sempre tratava as pessoas com muito carinho.” O pastor Silas Malafaia publicou: “Que o Deus Todo-Poderoso console o Bispo Samuel Ferreira e toda sua família pela perda de sua estimada esposa, Bispa Keila.”

No Distrito Federal, o senador Izalci lamentou a morte da bispa Keila, esposa do bispo Samuel Ferreira. “O seguimento evangélico está de luto neste domingo. Exemplo de esposa, mãe, avó e líder admirada, a bispa Keila deixa um legado importante para o cristianismo brasileiro. Que Deus console o coração do bispo Samuel Ferreira e de sua família neste momento de dor e saudade”, disse.

 

Nota de congratulação ao novo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta

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Parabenizo o deputado Hugo Motta pela sua eleição para a Presidência da Câmara dos Deputados. Estou certo de que avançaremos ainda mais nessa parceria exitosa entre Executivo e Legislativo, para a construção de um Brasil cada vez mais desenvolvido e mais justo, com responsabilidade fiscal, social e ambiental.

Um forte abraço,

Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da República Federativa do Brasil.

 

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

Neymar Jr está oficialmente de volta ao Santos

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Nesta sexta-feira (31), o  jogador de futebol Neymar Jr viveu um dia memorável. Ele oficializou o seu retorno ao Santos como atleta e também reuniu todos os filhos pela primeira vez e estava acompanhado da namorada, que está grávida de mais uma menina.

Neymar não atua no futebol brasileiro desde 2013, ano em que foi vendido ao Barcelona. Com a camisa do Santos, o atacante atuou a partir de 2009 no time principal e marcou época com a conquista de uma CONMEBOL Libertadores (2011), uma Copa do Brasil (2010), uma CONMEBOL Recopa (2012) e três títulos do Campeonato Paulista (2010, 2011 e 2012).

Depois da festa na Vila Belmiro nesta sexta-feira (31), o atacante respondeu sobre seu contrato de apenas seis meses de duração. O camisa 10 explicou o porquê de adotar um período curto no contrato e despistou sobre renovar ou não por mais tempo com a equipe.

“Estou aqui diante da minha família, dos meus amigos e da torcida mais maravilhosa deste mundo. Este dia ficará guardado pelo resto da minha vida. Obrigado por cada um que está fazendo parte deste momento. Obrigado pelas pessoas que estão acompanhando de longe e aos que torcem pela minha felicidade e por mim — e que a partir de agora, vão torcer para o Santos também. Vamos que vamos.”, afirmou o jogador

Empresas conquistam vitórias na Justiça contra tributação de benefícios fiscais

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“A Fazenda Nacional tenta limitar o direito dos contribuintes, desafiando a autonomia dos estados e o próprio Pacto Federativo”, alerta tributarista

 

A disputa entre contribuintes e a Receita Federal em torno da tributação de incentivos fiscais ganhou novo capítulo com a Lei das Subvenções (Lei nº 14.789/2023). Desde sua sanção, empresas têm recorrido ao Judiciário, e têm conseguido reverter a cobrança de IRPJ e CSLL sobre benefícios estaduais. O embate reflete um problema maior: até que ponto a União pode tributar valores concedidos por estados sem comprometer o pacto federativo?

 

Para Marcelo Costa Censoni Filho, sócio do Censoni Advogados Associados, especialista em Direito Tributário e CEO do Censoni Tecnologia Fiscal e Tributária, a judicialização dessas questões impacta diretamente a previsibilidade e a segurança jurídica das empresas. “As empresas no Brasil, independentemente de possuírem benefícios fiscais como subvenções, vivem em constante insegurança jurídica, o que afeta diretamente sua capacidade de planejamento”, afirma.

 

O advogado explica que a União entendeu ser legal a cobrança de IRPJ e CSLL sobre valores decorrentes do pagamento adiado de ICMS, levando empresas a questionarem a medida na Justiça. “As empresas têm obtido decisões favoráveis sob o argumento de que a União, ao tributar o ICMS adiado, acaba, mesmo que de forma indireta, retirando o incentivo fiscal concedido pelos estados, reduzindo seu impacto econômico”, destaca Censoni Filho.

 

Além disso, a resistência de alguns tribunais em aplicar o entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre a exclusão dos créditos presumidos de ICMS da base de cálculo do IRPJ e da CSLL tem gerado insegurança. “A Fazenda Nacional tem tentado limitar esse direito com base em uma interpretação controversa da Lei 14.789/2023, desconsiderando o princípio do pacto federativo. Ainda há tribunais que apostam em um julgamento favorável ao Fisco, dada a ausência de um precedente vinculante definitivo”, explica o especialista.

 

Censoni Filho acredita que o pacto federativo pode ser um dos principais argumentos para afastar a tributação de benefícios fiscais. “A tributação pela União de valores relativos a incentivos fiscais concedidos pelos estados representa uma questão complexa que envolve princípios constitucionais e impactos econômicos. O desrespeito ao princípio federativo e o estímulo à competição desleal entre os entes federativos são pontos fundamentais para a defesa dos contribuintes”, ressalta.

 

A reforma tributária, segundo o especialista, tem o potencial de resolver algumas dessas questões, mas também pode gerar novas controvérsias. “Uma das principais motivações da reforma foi acabar com a guerra fiscal, mas a forma como serão tratados os benefícios fiscais ainda exige acompanhamento. A Lei Complementar nº 214/2025, que regulamenta a reforma, trouxe mudanças profundas, incluindo um fundo de compensação para os benefícios concedidos entre 2029 e 2032. Ainda assim, a transição e a implementação dessas medidas precisarão de ajustes para evitar insegurança jurídica”, conclui.

 

Fonte: Marcelo Costa Censoni Filho, sócio do Censoni Advogados Associados, especialista em Direito Tributário e CEO do Censoni Tecnologia Fiscal e Tributária.

 

AMIG critica indicação de ex-executivo da Vale para diretoria da ANM

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A Associação dos Municípios Mineradores de Minas Gerais e do Brasil (AMIG) recebeu com indignação a informação da indicação de José Fernando de Mendonça Gomes Junior para a diretoria da Agência Nacional de Mineração (ANM). Ex-executivo da Vale e ex-presidente do Sindicato das Mineradoras do Pará (Simineral), Gomes construiu sua carreira atuando em defesa dos interesses do setor privado, o que, segundo a AMIG, “compromete sua imparcialidade para comandar um órgão regulador.”

“A ANM enfrenta um momento crítico, com dificuldades estruturais para fiscalizar a atividade mineral como um todo e garantir a arrecadação de tributos devidos ao país. Indicar um nome diretamente ligado às mineradoras reforça os riscos de captura regulatória, colocando em xeque a independência da agência”, alerta Waldir Salvador, consultor de Relações Institucionais e Econômicas da AMIG.

A entidade lembra que o Tribunal de Contas da União (TCU) já apontou fragilidades na atuação da ANM, que, segundo o relatório do órgão, não consegue cumprir suas funções de fiscalização e regulação de forma eficaz. Um levantamento recente do TCU revelou que, entre 2017 e 2022, quase 70% das concessões ativas não recolheram a CFEM de forma espontânea. Isso gerou perdas de até R$ 12,4 bilhões em apenas cinco anos. A AMIG alerta que os números mostram que a mineração no Brasil opera com amplas margens de lucro, enquanto municípios mineradores e o país acumulam prejuízos. “É fundamental que cargos em agências reguladoras sejam ocupados por profissionais isentos, com trajetória voltada ao interesse público, e não por representantes diretos das mineradoras”, ressalta Salvador.

A indicação de Gomes foi feita pela Presidência da República em 16 de dezembro, dentro de um pacote de 17 nomes para diferentes agências reguladoras. Durante 15 anos, ele atuou na Vale, onde tinha entre suas atribuições a gestão de relacionamentos institucionais com governos e a negociação de licenças ambientais e projetos estratégicos da mineradora. Entre 2011 e 2021, também comandou o Simineral, entidade patronal que representa as mineradoras no Pará.

Atualmente, Gomes presta consultoria na Aura Minerals, multinacional do setor, e se apresenta como especialista em direito ambiental, minerário e ESG. Seu histórico inclui passagens por diversas federações empresariais do Pará, sempre atuando na defesa dos interesses privados da mineração.

Diante desse cenário, a AMIG solicitará formalmente ao Senado, por meio de ofício, que avalie com cautela a indicação, defendendo que a diretoria da ANM seja composta por técnicos independentes e sem vínculos com o setor regulado. “O Brasil precisa de uma mineração responsável e transparente, e isso só será possível com uma agência reguladora forte e imparcial”, defende a associação.

Pediatras do corpo clínico do IgesDF passam por capacitação focada no enfrentamento da sazonalidade das doenças respiratórias

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Treinamentos têm a finalidade de preparar os profissionais para a alta demanda de pacientes pediátricos
Jurana Lopes
Visando preparar os profissionais da área de Pediatria da melhor forma possível para enfrentar o período de sazonalidade das doenças respiratórias, entre fevereiro e junho, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) está promovendo uma grande capacitação sobre a temática.
Nesta semana, duas turmas já participaram do curso de Matriciamento em Urgência e Emergência em Pediatria, que ocorreu no Centro de Simulação Realística do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), referência em atendimento pediátrico.
“O curso foi pensado e planejado para o período de sazonalidade das doenças respiratórias, que ocorre todos os anos. O objetivo principal é agregar e engajar todos os pediatras que atuam nas unidades do IgesDF, não só os pediatras, mas também os clínicos, que quiserem participar do treinamento. Além das equipes médicas do Entorno Sul para a melhoria do atendimento e desfecho positivo das crianças afetadas por essas doenças”, explica a chefe do serviço de Pediatria do HRSM, Débora Cruvinel.
Segundo a pediatra, o curso é uma ferramenta de preparação que faz parte do plano de ação de enfrentamento da sazonalidade das doenças respiratórias, que atinge, principalmente, crianças menores de dois anos.
“Estamos estudando e mapeando todos os processos de melhoria desde novembro, e um dos pilares disso é o matriciamento dos colegas, tanto da rede do IgesDF quanto do Entorno Sul. Vamos ofertar o curso semanalmente em todo o mês de fevereiro para que todos consigam participar, inclusive quem atua nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), para passarmos pela sazonalidade de 2025 de uma maneira mais engajada e fortalecida”, destaca Débora.
Temática abordada 
O curso está sendo ministrado pela médica intensivista pediátrica Thaís Mendonça, que já atua no box de emergência do pronto-socorro infantil do HRSM desde 2018. Dentre os temas trabalhados durante a capacitação estão: atendimento inicial do paciente pediátrico, bronquiolite aguda viral (BAV), reconhecimento de sinais clínicos de potencial gravidade, suporte ventilatório, intubação, sedação, drogas vasoativas e o manejo clínico do paciente pediátrico.
“No ano passado, a gente enfrentou cenários com a alta procura de crianças nas unidades de pronto atendimento, diversos pacientes intubados nas UPAs e precisando de vagas de UTI. Então, quem atua nas emergências precisa estar pronto para lidar com esses pacientes graves, é de suma importância o treinamento.”
De acordo com Thaís, a bronquiolite é uma infecção causada por vírus que afeta, geralmente, crianças abaixo dos dois anos. A doença começa com um quadro leve, como se fosse um resfriado. Então, é importante que a família já reconheça os sintomas no início.
“O bebê pequeno ficou resfriado, está com o narizinho escorrendo, está tossindo, tem que começar o processo de higiene nasal e, a medida que a família reconheça que esse paciente está evoluindo com algum sinal de desconforto respiratório, a orientação é buscar atendimento médico em alguma unidade”, orienta.

Com aulas e oportunidade de emprego, projeto amplia presença feminina na construção civil

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Voltado à capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade, curso Rejunte é com Elas possibilita independência financeira e equidade de gênero

Por Thaís Umbelino, da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader

A oportunidade de aprender e colocar os conhecimentos em prática em um curto espaço de tempo levou mais qualidade de vida e segurança para Alessandra Ribeiro, 45 anos. Por meio do curso Rejunte é com Elas, Alessandra se aprofundou na área da construção civil, um mercado praticamente restrito aos homens. A iniciativa é da Secretaria de Justiça (Sejus-DF) em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF) e com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do DF (Senai-DF) e contempla 23 formandas que compõem o Programa Direito Delas.

“Nós tivemos aulas teóricas, práticas de rejuntamento, assentamento de cerâmica e também nos foi dado uma visão panorâmica sobre a limpeza pós-obra. Tivemos também aulas sobre equipamentos e como elaborar um currículo. Foi um curso muito proveitoso”, conta Alessandra.

Com duração de 40 horas de aulas, o curso serviu de pontapé profissional para Alessandra, que decidiu pela especialização após perder uma oportunidade de emprego na área. “Ano passado, eu havia me candidatado a uma vaga de rejunte, mas como não tinha experiência, acabei não sendo selecionada. Porém, fiquei com isso na cabeça, de que queria fazer o curso e entender sobre o assunto. Quando surgiu a oportunidade, fui lá, fiz a inscrição, e foi muito legal”, relembra. “Agora eu tenho prática na área e não vou ter mais insegurança. Acho que estou pronta para desbravar o ramo da construção”.

Segundo a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, o objetivo do programa é oferecer às mulheres em situação de vulnerabilidade a possibilidade de conquistar a independência financeira, além de promover a equidade de gênero. “O Rejunte é com Elas fortalece a autonomia financeira das mulheres e amplia a participação das mulheres no mercado de trabalho. Promover a equidade de gênero passa por abrir oportunidades reais em todas as áreas e a construção civil também precisa dessa inclusão”, destaca.

Especialização e emprego

Azilene Lopes, 45, trocou a área de atuação na saúde para se arriscar na construção civil, buscando mais qualidade de vida. “Os horários na área de enfermagem estavam atrapalhando minha rotina. Optei por mudar de profissão, e o curso me possibilitou adquirir experiência e ampliar meu currículo, para mais oportunidades de emprego”, conta a moradora do Itapoã, que também aproveitou os conhecimentos adquiridos para trabalhar na própria casa. “Aproveitei para fazer o de pedreiro de alvenaria pelo Senai, e isso foi importante para conseguir fiscalizar o serviço dos profissionais que estão construindo minha casa, além de me permitir também colocar a mão na massa”, comemora.

Novas perspectivas

“Quando vem uma oportunidade, você tem que encarar. Tem que dizer assim: ‘eu já peguei’”, aconselhou Maria Irene Alves, 57, que deu o exemplo para a filha e amigas ao se inscrever imediatamente na vaga de rejuntamento. “Assim que vi a possibilidade, mandei para todo mundo e me inscrevi. Na época, estava desempregada há mais de dois anos e o curso meu deu um novo horizonte”, relembra.

Além de ajudar na vida financeira, o emprego também ativou motivação e alegria, tirando a profissional da depressão. “Eu passei uns momentos muito difíceis, e com a chance me senti com mais dignidade. Porque eu acho que com um emprego, as pessoas passam a olhar para você como alguém honesto, que quer trabalhar, que quer pegar no pesado”, conta, agradecida. “Essa oportunidade realmente mudou minha vida”.

Ministro Silvio Costa Filho apresenta ao presidente Lula a maior carteira portuária da história e ações de investimentos da Pasta para 2025 e 2026

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Costa Filho e secretários do MPor apresentaram o planejamento de trabalho para os próximos dois anos ao presidente Lula. Além de outras ações importantes para o governo

Ministro Silvio Costa Filho apresenta ao presidente Lula planejamento de trabalho do Ministério para os próximos dois anos – Foto: Ricardo Stuckert

 

O ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, reuniu-se nesta sexta-feira (31) com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para definir as metas estratégicas da pasta para os próximos dois anos. O titular da Pasta apresentou a maior carteira de investimentos portuários da história do país, que receberá R$ 20 bilhões até 2026. O encontro contou com a participação da secretária executiva do MPor, Mariana Pescatori, dos secretários de Aviação Civil, Tomé Franca, de Portos, Alex Ávila, e de Hidrovias, Dino Antunes, e teve como foco também debater sobre o crescimento econômico e a modernização da infraestrutura do país.

Durante a reunião, os dirigentes discutiram estratégias para ampliar os investimentos públicos e privados em portos, aeroportos e hidrovias. A iniciativa busca impulsionar a economia e otimizar o escoamento da produção nacional, tornando o setor logístico mais eficiente e competitivo.

Costa Filho destacou que o setor portuário se consolidou como uma das prioridades para o desenvolvimento econômico do Brasil. Segundo ele, os investimentos já ultrapassaram R$ 20,65 bilhões nos últimos dois anos, mais que o dobro do registrado no governo anterior.

“A expectativa é que, até o fim do governo do presidente Lula, os investimentos do setor privado superem R$ 50 bilhões, reforçando nosso compromisso com a modernização da infraestrutura e o crescimento sustentável do país”, afirmou o ministro.

Entre 2013 e 2022, foram realizados 43 leilões portuários no Brasil, resultando em R$ 6 bilhões em investimentos. Sob a gestão do presidente Lula, a previsão é de que sejam realizados 50 novos leilões até 2026, ampliando os investimentos e a capacidade do setor.

No último ano, foram concedidas oito áreas portuárias em três diferentes regiões brasileiras, com destaque para o arrendamento do terminal localizado no porto de Itaguaí, no Rio de Janeiro, cujo valor de investimento ultrapassou R$ 3,5 bilhões — o maior já realizado no setor.

Para 2025, o Ministério de Portos e Aeroportos prevê a concessão de 21 empreendimentos portuários em quatro regiões do país. No total, essas áreas licitadas devem receber quase R$ 9 bilhões em investimentos.

Já em 2026, as concessões portuárias terão continuidade, com pelo menos 21 novos empreendimentos, sendo 17 arrendamentos de áreas portuárias e quatro concessões de canais, consolidando a maior carteira de leilões da história do setor portuário.

No setor aeroportuário, 2024 já registrou avanços significativos, com a entrega de 42 obras em aeroportos de todo o país. Os investimentos totalizaram R$ 3,2 bilhões, sendo R$ 2,7 bilhões oriundos de concessões e R$ 509,6 milhões provenientes de recursos públicos e privados, por meio do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) e da Infraero.

Para os próximos anos, está prevista a entrega de 40 obras públicas em 33 aeroportos, com um investimento estimado de R$ 1,5 bilhão por meio do FNAC e da Infraero.

 

Além disso, o Ministério de Portos e Aeroportos lançou o programa AmpliAR, que visa possibilitar a contratação simplificada das atuais concessionárias que operam no país. O objetivo é garantir a administração e manutenção de 102 aeródromos considerados estratégicos para o Brasil, com remuneração por meio do reequilíbrio dos contratos vigentes.

 

Cerca de 50 aeroportos da Amazônia Legal e do Nordeste poderão ser beneficiados pelo programa, com um potencial de investimentos que pode alcançar R$ 3,4 bilhões, fortalecendo a conectividade aérea e o desenvolvimento regional.

Deepseek: entenda os impactos da IA chinesa na corrida tecnológica

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Professor da Hayek Global College explica como a plataforma desafia gigantes como o ChatGPT e cria novas oportunidades para profissionais de TI no cenário global

A empresa chinesa DeepSeek, especializada em inteligência artificial (IA), ganhou destaque em todo o mundo. Seu aplicativo, com funcionalidades similares às do ChatGPT, foi lançado e rapidamente se tornou o mais baixado da App Store nos Estados Unidos. O sucesso se repetiu em outros países, incluindo o Brasil, onde também liderou o ranking de downloads na loja de aplicativos da Apple.

Entre os diferenciais da DeepSeek, está o fato de que a startup chinesa teria atingido um nível tecnológico comparável – ou até superior – ao das gigantes do setor, porém com um custo significativamente menor. A possibilidade de um chatbot de IA mais acessível e com qualidade equiparada à do ChatGPT gerou impactos não apenas nos debates sobre tecnologia, mas também no mercado financeiro e profissional.

Para entender melhor essa inovação, conversamos com Igor Agatti, profissional de TI e professor da Hayek Global College.

O que é a DeepSeek e quais são suas principais funcionalidades?

A DeepSeek é uma plataforma de LLM (Large Language Model) com funcionalidades semelhantes às do ChatGPT. No site oficial (deepseek.com), é possível encontrar três modelos disponíveis para treinamento: LLM, Código e Matemática. Recentemente, a empresa lançou a versão V3, que se mostra extremamente eficiente.

A principal diferença é que a DeepSeek é open source, permitindo que qualquer pessoa baixe o código, estude-o e até colabore com melhorias. Ele é baseado no modelo LLaMA, criado pela Meta, mas foi otimizado para exigir menos tempo de treinamento, tornando-se mais eficiente. Um fator limitante é a censura imposta pelo governo chinês, que pode restringir alguns conteúdos. No entanto, nada impede que usuários rodem a DeepSeek sem essas restrições em máquinas locais ou servidores próprios.

Qual o impacto da DeepSeek no mercado de tecnologia e no avanço da inteligência artificial?

O impacto ainda é especulativo, mas o modelo da DeepSeek já se destaca por sua eficiência e código aberto. Isso significa que outras empresas podem estudar sua estrutura e desenvolver aprimoramentos a partir dela.

Além disso, a DeepSeek pode ser implementada em empresas para atender a demandas específicas, otimizando processos internos com dados personalizados. Já existiam soluções open source semelhantes, como o LLaMA, mas a DeepSeek trouxe um modelo mais barato e eficiente para o treinamento de IA.

Como a DeepSeek pode ser aplicada no dia a dia das empresas e dos usuários comuns?

Empresas podem utilizar a DeepSeek para criar modelos próprios baseados em suas necessidades, carregando bancos de dados internos e documentações específicas. Dessa forma, o sistema pode responder de forma mais precisa sobre os temas desejados. Para os usuários finais, a experiência não difere muito do que já temos hoje com outros LLMs. No entanto, para empresas que decidirem integrar a tecnologia, o impacto pode ser grande, proporcionando respostas mais customizadas e aprimoradas.

Existem preocupações éticas ou de segurança com o uso da DeepSeek?

Sim. Por ser um sistema open source, seu código pode ser analisado pela comunidade, permitindo maior transparência e detecção de possíveis falhas de segurança ou violações éticas. No entanto, justamente por ser aberto, qualquer empresa ou indivíduo pode modificar o código para usos potencialmente antiéticos. Nesses casos, as consequências seriam limitadas aos usuários que utilizam versões modificadas da plataforma.

Para profissionais e estudantes de TI, vale a pena estudar e investir na DeepSeek?

Com certeza. O estudo da DeepSeek pode trazer aprendizados valiosos, especialmente sobre código aberto e modelos de IA. Para quem puder rodar o sistema localmente e testar diferentes implementações, pode ser uma excelente forma de aprendizado e experimentação.

Graduação global

Compreender novas tecnologias e obter uma formação global são diferenciais importantes para quem deseja atuar em TI em grandes empresas ao redor do mundo. Entre as opções de ensino superior que oferecem essa visão internacional está o American College, um programa de duplo diploma Brasil-EUA, lançado pela Hayek Global College, em Brasília.

No modelo 2+2, os alunos estudam no Brasil por dois anos e, depois, seguem para os Estados Unidos para concluir a graduação presencialmente em uma universidade parceira, em áreas como Ciência da Computação, Administração, Finanças, Contabilidade, Economia, Marketing, Relações Internacionais, entre outras. Todas as aulas são ministradas em inglês, por professores de diferentes nacionalidades.

“O mundo passa por uma revolução digital e de inteligência artificial sem precedentes, criando uma verdadeira ‘corrida do ouro’ no setor. Empresas de todos os portes – Big Techs, startups de tecnologia e grandes corporações – buscam especialistas em TI para otimizar processos e automatizar operações”, destaca Edson Agatti, diretor executivo da Hayek Global College. Para ele, profissionais com uma base técnica sólida e conectividade global têm mais chances de crescer e acessar oportunidades internacionais. “Construir uma base técnica sólida e aproveitar a conectividade global aumenta as chances de crescimento profissional. E é exatamente isso que oferecemos na Hayek”, conclui Edson.