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O que empresários brasileiros esperam do novo governo Trump no mercado imobiliário americano

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Taxas de juros, inflação e políticas econômicas prometem ditar as regras do setor nos próximos anos, enquanto investidores avaliam os desafios e oportunidades

O relatório “Perfil de Transações Residenciais Internacionais de 2023 na Flórida”, mostrou que os brasileiros ocuparam a terceira posição entre os estrangeiros que mais compraram imóveis no estado, atrás apenas de canadenses e colombianos. Em termos de valor investido, os brasileiros ficaram na segunda posição, com um total de US$ 1,451 bilhão investidos, superando os US$ 486 milhões registrados em 2022.

Esse aumento de 200% em um ano reforça a tendência de diversificação de investimentos e proteção patrimonial. No entanto, ainda pairam muitas dúvidas sobre como serão as políticas do segundo governo de Donald Trump para o setor, e também para os estrangeiros.

Reconhecido por sua gestão voltada para cortes fiscais e desregulamentações, Trump sinaliza um cenário de estímulos ao empresariado e ao mercado imobiliário. Durante sua gestão anterior, políticas como incentivos fiscais impulsionaram alguns setores, incluindo o imobiliário. No entanto, o impacto dessas medidas sobre o déficit fiscal e a inflação levanta questões sobre o comportamento futuro do Federal Reserve e as implicações para o custo do crédito.

Flávio Rodrigo Marçal, empresário em Winter Garden, acredita em um impacto positivo. “Historicamente, o primeiro ano de governo é sempre otimista. O governo Trump focará muito em deixar a máquina pública mais eficiente e cortará muitos gastos. Boa parte desses gastos deve retornar à economia em forma de menos tributos, o que impulsionará bem a economia”, analisa. Ele também destaca o potencial para simplificar regulações no mercado imobiliário, criando um ambiente favorável para projetos sólidos.

Para o empresário Antônio Clementino Rezende dos Santos, engenheiro da construção civil de Belém do Pará, o novo governo pode ser um catalisador de oportunidades. “Nossa perspectiva é extremamente positiva. Como empresário, admiro profundamente a sua capacidade de gestão e acredito que ele aplicará sua visão estratégica na administração de um país tão relevante como os Estados Unidos. Essa vitória nos traz otimismo, pois uma administração conservadora oferece um ambiente mais seguro e estável para continuarmos investindo aqui”, afirma Rezende.

Taxas de juros e inflação em jogo

As taxas de juros devem desempenhar um papel decisivo, já que o mercado imobiliário é muito dependente de financiamentos. A possibilidade de um Federal Reserve mais rígido no controle da inflação pode resultar em juros mais altos, impactando o custo do crédito.

“O impacto das taxas de juros vai além do custo de financiamento; ele redefine o apetite por investimentos e a valorização dos ativos”, explica Thiago Davila, sócio da Davila Finance. Por outro lado, cortes fiscais e incentivos podem equilibrar esse cenário, mantendo a atratividade para investidores.

Rezende reforça essa visão. “Acredito que cortes fiscais e incentivos econômicos são fatores importantes para a valorização dos ativos de qualquer investidor. Com sua mentalidade empresarial, Trump tem o potencial de reposicionar os Estados Unidos como o país de oportunidades e segurança que todos buscam para investir”, afirma.

Oportunidades na Flórida

A Flórida continua sendo um dos estados mais atrativos para investimentos, combinando crescimento populacional com incentivos fiscais. A ausência de imposto de renda estadual e a valorização consistente de imóveis fazem do estado um destino estratégico para investidores brasileiros. Em Miami, por exemplo, o valor médio de imóveis de luxo ultrapassa US$ 1,3 milhão, enquanto Orlando se destaca com propriedades a partir de US$ 450 mil, atraindo empresários interessados em diversificação e dolarização de seus portfólios.

Flávio Marçal acredita que o equilíbrio do mercado será mantido. “A valorização histórica deve prevalecer, o que é extremamente positivo para os ativos. Minha estratégia de investimentos é mais focada nos bons projetos, naqueles que têm um bom histórico e que desempenham resultados constantes no mercado”, declara.

Perspectivas para 2025

Com políticas voltadas ao fortalecimento da economia interna, o mercado imobiliário da Flórida promete um ano dinâmico. No entanto, especialistas alertam para a necessidade de equilíbrio entre estímulos econômicos e controle fiscal. Rezende conclui com otimismo: “Estamos confiantes e preparados para continuar investindo neste país que escolhemos como nossa segunda casa”, finaliza.

O papel da Davila Finance

Para quem busca acessar esse mercado com segurança, a Davila Finance oferece soluções confiáveis. Especializada em gestão de ativos imobiliários, a empresa combina expertise acumulada em mais de 2.500 unidades entregues, somando US$ 1 bilhão em Valor Geral de Vendas (VGV). Com uma taxa média de retorno de 1,5% ao mês, paga ao final de cada ciclo ou obra, a empresa garante previsibilidade e resultados consistentes para seus investidores.

“Os investidores precisam diversificar e dolarizar seus ativos para proteger seu patrimônio de variações cambiais. A Davila Finance atua para oferecer essa segurança, aliando governança e transparência”, explica Leandro Sobrinho, sócio da empresa.

 

Sobre a Davila Finance

A Davila Finance é uma empresa gestora de investimentos imobiliários na região central da Flórida. Com uma equipe que acumula experiência de décadas combinada em investimentos imobiliários, a empresa está bem posicionada para guiar projetos e receber investidores dentro de seu portfólio. Fundada com base em expertise em Corporate & Investment Banking, Finanças Estruturadas e empréstimos para construção, a Davila Finance se orgulha de construir relacionamentos de longo prazo com seus clientes.

Para mais informações, acesse https://davilafinance.com.

 

Sobre Leandro Sobrinho

É co-fundador e sócio da Davila Finance, onde concentra seus esforços no planejamento estratégico e no relacionamento com investidores. O empresário possui mais de 20 anos de experiência, atuando como empreendedor, sócio e gestor de mais de 40 empresas em setores diversos ao longo de sua carreira. Especialista em estruturar empresas e avaliar oportunidades, construiu uma trajetória baseada na confiança e na comunicação transparente com sócios, fornecedores e investidores. Além disso, é membro do conselho de empresas no Brasil e nos EUA, dedicando-se a otimizar a gestão com foco no melhor aproveitamento de oportunidades e no ciclo contínuo de novos investimentos. Para mais informações, acesse  https://www.linkedin.com/in/leandro-otavio-sobrinho-90980b165/

 

Sobre Thiago Davila

É co-fundador, construtor, desenvolvedor e empreendedor visionário com mais de duas décadas de experiência em construção e desenvolvimento. Fundador da US Aluminum Services e CEO da Davila Homes, é reconhecido por construir residências de qualidade com designs únicos. Recebeu múltiplas honrarias, incluindo o Inc. 5000 Honor Roll e a lista Inc. 500 em 2009. Certificado como Empreiteiro na Flórida desde 2015, Thiago se destaca pela criatividade, habilidades excepcionais e compromisso com a excelência.

Plano Nacional da Educação será prioridade em 2025, destaca Senadora Dorinha Seabra

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A senadora Dorinha Seabra (União Brasil-TO) ressaltou que uma das principais prioridades da Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ) para 2025 será a tramitação e votação do Projeto de Lei n.º 2.614/2024, que institui o novo Plano Nacional de Educação (PNE). O projeto estabelece diretrizes e metas estratégicas para aprimorar a qualidade do ensino no Brasil ao longo da próxima década.

 

Segundo a parlamentar, o novo PNE trará diretrizes essenciais para o avanço da educação no país, com ênfase no aumento do número de vagas em creches, pré-escola e ensino profissionalizante. Além disso, o plano prevê medidas para garantir que os estudantes concluam o ensino fundamental e médio na idade adequada, além da melhoria contínua da qualidade do ensino em todas as suas etapas.

 

Dorinha reforçou que a implementação de políticas públicas eficazes na educação é fundamental para o desenvolvimento do Brasil. “A aprovação do novo PNE será um passo decisivo para garantir um ensino inclusivo e de qualidade, capaz de atender às necessidades dos estudantes e preparar o país para os desafios do futuro”, afirmou a senadora.

 

A votação do novo Plano Nacional de Educação (PL 2.614/2024) deve ocorrer ao longo do ano no Congresso Nacional, e a expectativa da FPeduQ é de que o debate tenha participação da sociedade, incluindo educadores, especialistas e gestores públicos. O objetivo é consolidar um planejamento educacional que promova equidade e eficiência no ensino em todas as regiões do país.

 

A proposição, de autoria do Executivo, aguarda a escolha do relator na Câmara dos Deputados.

 

Sobre a FPeduQ

Lançada no dia 10 de maio de 2023, a Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ) tem como objetivo discutir no Congresso Nacional melhorias nos programas de acesso à educação, como Fies e Prouni, além da qualidade do ensino, inovação e tecnologia na educação, reforma tributária e outras pautas importantes.

 

O setor particular de ensino é responsável pela educação de mais de 15 milhões de brasileiros, dos quais 90% são das classes C, D e E. Além disso, é responsável por 77% dos alunos no ensino superior e 20% no ensino básico.

 

Presidida pelo deputado federal Eduardo Bismarck (PDT-CE), a Frente tem como vice-presidente na Câmara a deputada Socorro Neri (PP-AC). No Senado, Nelsinho Trad (PSD-MS) é o vice.

Mulheres na Tecnologia: liderança feminina cresce no setor de TI no DF

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Com iniciativas de capacitação e políticas de diversidade, o Distrito Federal se destaca como um polo de inovação, abrindo novas oportunidades para mulheres na área

A presença feminina no setor de Tecnologia da Informação (TI) tem se consolidado de forma impressionante no Distrito Federal, um dos principais polos de inovação do Brasil. A região se tornou referência na expansão das oportunidades para mulheres no setor tecnológico, com um número crescente de mulheres ocupando posições de destaque em empresas, startups, órgãos governamentais e institutos de pesquisa. O DF tem se mostrado um terreno fértil para o empoderamento feminino na tecnologia.

Um dos maiores marcos desta evolução foi a recente eleição de Cristiane Pereira, a primeira mulher a assumir a presidência da ASSESPRO DF (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação do Distrito Federal) para o biênio 2025/2026. Com 28 anos de experiência no setor, Cristiane representa não apenas uma vitória pessoal, mas também o fortalecimento da presença feminina em espaços tradicionalmente dominados por homens. “Assumir a presidência da ASSESPRO DF é uma grande responsabilidade, mas também uma honra. Estou comprometida em ampliar o apoio às mulheres no setor, incentivando a diversidade e a inclusão em todos os níveis”, afirma Cristiane.

O crescimento da liderança feminina na TI no DF pode ser atribuído a vários fatores, como programas de capacitação, iniciativas de empresas e o fortalecimento das redes de apoio. Organizações como o Women Techmakers e Mulheres na TI têm sido essenciais nesse processo, oferecendo mentorias, treinamentos e bolsas de estudo específicas para mulheres. Esses programas não só preparam as mulheres para cargos de liderança, mas também garantem que elas possam competir de igual para igual no mercado de trabalho.

Além disso, muitas empresas e startups do DF têm implementado políticas de diversidade e inclusão, criando ambientes de trabalho mais igualitários. Ewerton Stabile, Diretor de Comunicação do Sindesei-DF, destaca a importância desses avanços: “Estamos vendo um movimento positivo em direção à equidade no setor de TI. No DF, mais mulheres estão sendo reconhecidas por seu talento, e isso é um reflexo do esforço conjunto entre empresas, entidades e a própria sociedade para garantir mais espaço para elas.”

A expansão da liderança feminina no setor de TI no DF, portanto, reflete o movimento global por mais inclusão e equidade nas áreas de tecnologia e inovação. “O desafio agora é garantir que esse crescimento se consolide, criando mais oportunidades para as futuras gerações de mulheres que irão escolher a tecnologia como campo de atuação”, conclui Stabile.

Marcelo Bolzan, estrategista de investimentos, planejador financeiro e sócio da The Hill Capital, faz análise sobre reunião do Copom

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Comunicado manteve o tom hawkish do último com uma decisão mais do que esperada pelo mercado. Essa é a primeira reunião do Gabriel Galípolo e essa nova configuração da diretoria. Tivemos a decisão de aumentar a Selic em 1 ponto percentual, então a taxa Selic passou de 12,25% para 13,25%. Já era uma decisão amplamente aguardada e esperada, já que na reunião de dezembro eles tinham sinalizado mais dois aumentos de 1%, então foi uma decisão unânime.

Em relação aos balanços de risco, eles repetiram exatamente o mesmo parágrafo falando a respeito do cenário internacional, referente as preocupações que eles têm em relação a Estados Unidos, então não teve nada de diferente em relação aos últimos comunicados.

Em relação aos balanços de riscos domésticos, o comunicado fala que permanece uma assimetria altista, e aí eles elencam aqui todos os mesmos itens anteriores, então é uma desancoragem das expectativas de inflação, a inflação de serviços pressionada, então assim, exatamente parecido com os últimos comunicados. Eles também repetem o mesmo comentário em relação a uma política fiscal que impacta a política monetária. Comunicado realmente muito parecido com os últimos repetindo o tom hawkish.

E acho que vale destacar aqui que a magnitude do ciclo total, a Selic terminal, eles dizem que vai depender da dinâmica da inflação, ou seja, eles vão deixar ali a porta aberta e conforme evoluir a inflação, eles vão ajustando ali a Selic, então acho que é o cenário mais correto mesmo, na minha opinião, a ser feito.

Então, para concluir, tudo em linha com o imaginado. No comunicado confirmam mais uma alta para março, e a partir daí deixam em aberto, o que é bom, porque até lá pode acontecer muita coisa para depois de março.

Como ficam os investimentos com a alta da Selic?

Ana Paula Carvalho, planejadora financeira e sócia da AVG Capital

Pensando nesse cenário, eu acredito que ativos ligados ao IPCA ainda são interessantes, especialmente para prazos mais longos. A proteção contra a inflação continua sendo um atrativo, na minha visão, principalmente quando as taxas oferecidas nos títulos do governo estão em níveis acima de 7% ao ano. Isso proporciona ao investidor não só a proteção da variação da inflação, mas também um retorno real consistente ao longo do tempo. Para quem busca mais segurança, títulos atrelados ao IPCA tendem a ser uma escolha mais coerente.

Já os ativos prefixados, nesse momento, são uma escolha mais arriscada. A expectativa de elevação da Selic e o cenário de inflação ainda elevado tornam esses ativos mais vulneráveis. Minha recomendação seria limitar a exposição a 2,5% para clientes com perfil arrojado e evitar para perfis conservadores, dada a volatilidade que esse tipo de ativo pode apresentar.
Em termos de alocação, a combinação de ativos indexados ao IPCA com um pouco de exposição a prefixados pode fazer sentido para investidores mais agressivos, mas sempre com cautela. Para quem tem um perfil conservador, manter a exposição maior em ativos ligados ao IPCA ou até mesmo em fundos de renda fixa mais conservadores pode ser mais adequado neste momento.

Carolina Bohnert, especialista em investimentos e sócia da The Hill Capital

Nesse cenário, acredito que vale muito a pena investir em ativos atrelados ao IPCA. São opções sempre interessantes para se proteger contra a inflação, ter um ganho real e diversificar a carteira de Investimentos. Lembrando que este tipo de ativo precisa estar bem alinhado com o perfil e expectativas do cliente.

Com a tendência de elevação de juros, os ativos que mais se beneficiam neste cenário, na minha visão, são os ativos pós-fixados. Os investidores podem acessar esses ativos através do Tesouro Selic, CDB LCA ,fundos de investimentos de renda fixa e outros títulos emitidos por empresas.

Eu, particularmente, gosto muito também dos ativos prefixados, uma vez que permite ter uma previsibilidade de rendimento e um planejamento mais seguro. Como são taxas pré-definidas no momento da aplicação, elas são protegidas contra a volatilidade de mercado. Os tipos de ativos a serem escolhidos vão depender do apetite a risco e os objetivos de cada investidor.

Se o investidor está disposto a assumir mais riscos em busca de maior retorno, o crédito privado pode ser mais adequado. Agora, se a segurança e a liquidez são as prioridades, penso que o Tesouro Selic é uma escolha mais prudente.

A escolha de investimento vai depender do perfil de risco do investidor e horizonte de investimento. Se estiver buscando maior segurança e liquidez, o Tesouro Selic continua sendo uma opção interessante, mas para quem tem um perfil mais arrojado e busca rentabilidades superiores, fundos de crédito privado e debêntures isentas de IR podem ser mais atraentes.

Johnny Mendes comenta sobre a Selic

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”A expectativa de alta da inflação vem se confirmando nas últimas 15 semanas, de acordo com o Relatório Focus. Desde a reunião do COPOM em setembro de 2024, quando a Selic Meta foi elevada de 10,50% a.a. para 10,75% a.a., a inflação apresentou uma trajetória ascendente. Com a expectativa de inflação consistentemente superando a meta superior de 4,5% a.a., o COPOM intensificou os ajustes na Selic Meta. Nas duas reuniões mais recentes, a taxa foi aumentada em 1,50 pontos percentuais, atingindo o nível atual de 12,25% a.a. Esse cenário deverá persistir na próxima reunião do COPOM, que deve dar continuidade à política monetária restritiva para combater a inflação elevada, ainda acima do limite superior da meta. Atualmente, o mercado projeta que a inflação feche o ano de 2025 em 5,50% a.a., conforme o último Relatório Focus divulgado em 27/01/2025. Esse dado reflete a média das estimativas de 113 instituições financeiras consultadas pelo BACEN. Diante desse contexto, espera-se que a Selic Meta seja elevada para 13,25% na próxima reunião, com uma projeção de atingir 15% a.a. ainda no primeiro semestre de 2025”, comenta Johnny Mendes, professor da Faculdade ESEG, do Grupo Etapa, especialista em Finanças.

Coopershow: Secretaria de Agricultura de SP anuncia reativação da Câmara Setorial de Açúcar, Etanol e Bioenergia

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Câmara setorial do setor sucroenergético mobiliza a cadeia produtiva com foco em governança, sustentabilidade e inovação

 

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo anunciou a reativação da Câmara Setorial de Açúcar, Etanol e Bioenergia, nesta terça-feira (28/01), durante a cerimônia de abertura da 18ª Coopershow, em Cândido Mota, no Vale do Paranapanema.

Após três anos em processo de transição, a Câmara Setorial do setor sucroenergético foi reaberta com um plano de ação em prol do avanço da cadeia produtiva da cana-de-açúcar paulista. Com iniciativas amplas de governança, políticas públicas, sustentabilidade e inovação tecnológica, com um foco especial na reestruturação do Programa Etanol Mais Verde, o objetivo é colocar SP, líder nacional na produção de cana e seus derivados, na vanguarda do setor.

“Estamos há três anos trabalhando com o setor para essa indicação, que representa um marco na governança do setor sucroenergético. A estruturação de um plano setorial sólido, como este apresentado, demonstra o compromisso com a sustentabilidade e a competitividade, características que refletem a força da maior cadeia produtiva do estado e uma das mais influentes do país e do mundo”, destacou o secretário de Agricultura e Abastecimento, Guilherme Piai.

A Secretaria de Agricultura deu posse ao novo presidente da Câmara Setorial de Açúcar, Etanol e Bioenergia, Bruno Garcia, representando a Orplana. Bruno, também presidente da Assocana, assume a liderança do colegiado em um momento estratégico, com a missão de conduzir a cadeia produtiva no processo de transição energética e na implementação de medidas sustentáveis e inovadoras. A câmara é um fórum permanente entre setor privado e público, apoiado pela Secretaria Estadual de Agricultura.

O plano estratégico da Câmara, que orientará as ações para os próximos anos, inclui iniciativas amplas de governança, sustentabilidade, modernização tecnológica e fortalecimento institucional, com destaque para a reestruturação do Programa Etanol Mais Verde, fundamental para promover práticas sustentáveis, prevenir incêndios e ampliar a regularização ambiental por meio de ferramentas como o Cadastro Ambiental Rural (CAR) e o Programa de Regularização Ambiental (PRA).

“O plano setorial para o desenvolvimento da cadeia produtiva é muito bem estruturado e reflete a força de uma das cadeias produtivas mais robustas do mundo. Essa transição de liderança marca um novo ciclo de integração e inovação, essencial para fortalecer ainda mais o setor no cenário global”, acrescentou José Carlos de Faria, coordenador das Câmaras Setoriais.

O setor da cana bateu recorde na balança comercial do agronegócio paulista em 2024 com 40,1% de participação nas exportações, totalizando R$74,16 bilhões, de acordo com os dados consolidados pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta), da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), órgão da SAA.

Na safra 2023/2024, São Paulo respondeu por 54% da cana-de-açúcar processada no País, gerando 62% da produção nacional de açúcar e 38% de etanol. O território paulista conta com 143 unidades produtoras em atividade, de um total de 345 no país. O setor produtivo gera mais de 280 mil empregos formais, sendo cerca de 850 mil pessoas empregadas de forma indireta pela cadeia da cana.

Os derivados da cana-de-açúcar são a principal fonte de energia renovável do Estado de São Paulo, responsável por 36,6% da oferta interna bruta de energia do Estado. Essencial para a descarbonização da economia paulista, o conjunto biogás/biometano encontra no setor sucroenergético o seu maior potencial de aproveitamento energético. Além de reduzirem as emissões de gases de efeito estufa, melhoram a gestão de resíduos sólidos urbanos e industriais e podem substituir o diesel e o gás natural veicular (GNV), um combustível mais barato e limpo, que ainda emite menos carbono.
A 18ª Coopershow ocorre de 28 a 31 de janeiro de 2025 em Cândido Mota (SP) e conta com a participação deengenheiros agrônomos, extensionistas, industriais do setor mandioqueiro e produtores. Na edição anterior, em 2024, a feira alcançou cerca de 23 mil pessoas e 200 expositores em quatro dias de evento.

A Apta Regional e o Instituto Agronômico (IAC-Apta), juntamente com os técnicos da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati) e da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), ligados à SAA, estarão presentes no evento reforçando o compromisso com a disseminação de informações e pacotes tecnológicos para o setor agropecuário.

 

Além da reativação da Câmara Setorial, a gestão paulista já anunciou outras medidas para o setor sucroenergético, como procedimentos para licenciamento ambiental visando facilitar a geração de biogás e biometano nas propriedades agrícolas, a sanção do projeto de isenção de IPVA para veículos híbridos flex e a criação da Coordenadoria de Transição Energética.

Eleições no Congresso Nacional: Câmara e Senado definem seus novos presidentes neste sábado

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O cientista político Elias Tavares analisa os bastidores das articulações e o que está em jogo nas disputas que consolidam Hugo Motta e Davi Alcolumbre como favoritos.

No próximo sábado, 1º de fevereiro, as eleições para as presidências da Câmara dos Deputados e do Senado Federal definirão não apenas os novos líderes do Legislativo, mas também os rumores políticos do Brasil no próximo biênio. Além de serem cargos estratégicos para o funcionamento do Congresso, as presidências e as mesas diretoras terão papel fundamental nas articulações nacionais e na construção de coligações que poderão influenciar diretamente a sucessão presidencial em 2026.

“O poder centralizado nessas casas vai além da administração das Casas Legislativas. Eles terão protagonismo na condução de pautas que dialogam com os interesses regionais, nacionais e, principalmente, na articulação de alianças que podem moldar o cenário político das próximas eleições presidenciais”, analisa o cientista político Elias Tavares .

Hugo Motta e Davi Alcolumbre: os favoritos

Na Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) desponta como o grande favorito. Com o apoio de uma ampla coalizão de 17 partidos, que vai do PL ao PT, Motta representa a continuidade do modelo de governabilidade articulado pelo atual presidente da Casa, Arthur Lira. Deputado desde 2011, sua candidatura é vista como um ponto de convergência para partidos que buscam preservar espaços estratégicos e evitar o isolamento político.

No Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) liderou as articulações com o apoio de partidos como PT, PL, PP, MDB e PSD, além de contar com o respaldo do atual presidente, Rodrigo Pacheco. Senador desde 2015, Alcolumbre já ocupou a presidência da Casa entre 2019 e 2021, consolidando-se como um articulador político habilidoso, capaz de negociar com diversas forças em prol da estabilidade institucional.

“Esses dois nomes são a síntese do pragmatismo político. Os partidos que os apoiam, mesmo sendo antagônicos, priorizam a preservação do espaço e a participação nas mesas diretoras, que controlam recursos, cargas e decisões administrativas importantes. Além disso, estão de olho em como essas lideranças podem pavimentar o caminho para 2026”, explica Tavares.

O papel estratégico das mesas diretoras

Mais do que as presidências, as mesas diretoras da Câmara e do Senado possuem relevância crucial para os próximos dois anos. Cargos como primeiro e segundo vice-presidente, além das secretarias, desempenham funções administrativas e políticas que influenciam diretamente o dia a dia das Casas Legislativas. Para Tavares, a composição dessas mesas será estratégica para a construção de alianças que possam impactar diretamente as eleições presidenciais de 2026.

“Os partidos sabem que o controle das mesas diretoras é uma oportunidade de se posicionarem estrategicamente para o futuro. É onde começam os músculos que, nos bastidores, podem influenciar coligações e decisões que moldam o cenário eleitoral nacional”, destaca.

Outros candidatos e disputas simbólicas

Embora Hugo Motta e Davi Alcolumbre sejam considerados favoritos, as eleições contam com outros candidatos, que, segundo Elias Tavares, têm papel mais simbólico do que competitivo. Na Câmara, nomes como Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ) e Marcel van Hattem (Novo-RS) se lançaram para fortalecer pautas ideológicas e posicionar suas respectivas legendas como alternativas. No Senado, Marcos Pontes (PL-SP) e Eduardo Girão (Novo-CE) seguem a mesma estratégia.

“Esses nomes sabem que suas chances de vitória são mínimas, mas utilizam as eleições como um espaço para marcar presença política e dialogar com suas bases eleitorais. É mais uma questão de estratégia discursiva do que de competitividade real”, analisa Tavares.

O que está em jogo

As eleições do próximo sábado definirão os rumores do Legislativo e, consequentemente, da política nacional. Com a votação da Câmara às 10h e do Senado às 16h, o Brasil conhecerá os novos presidentes e as contribuições das mesas diretoras que terão influência direta em questões como as reformas tributária e administrativa, além de diretrizes de impacto regional e setorial.

“O que vemos é uma disputa que vai muito além do presente. A formação dessas alianças e o controle do Congresso Nacional serão fundamentais para os próximos dois anos e, principalmente, para a construção de um cenário eleitoral em 2026. É uma disputa onde o poder e o pragmatismo se sobrepõe à ideologia, em nome de estratégias maiores”, conclui Elias Tavares.

 

 

Planejamento sucessório e gestão profissional são pilares para a longevidade de empresas familiares

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Estratégias como governança corporativa, cultura organizacional forte e liderança qualificada ajudam negócios familiares a superar gerações e evitar conflitos internos

Segundo dados do Sebrae e do IBGE, 90% das empresas brasileiras são familiares, respondendo por 65% do Produto Interno Bruto (PIB) e empregando 75% da força de trabalho nacional. Apesar de sua relevância econômica, apenas 36% dessas empresas sobrevivem à segunda geração, 19% à terceira e apenas 7% conseguem passar para a quarta geração.

Esses negócios são peças centrais da economia global, sustentando milhões de empregos e gerando riqueza significativa. No entanto, sua longevidade não é garantida. Conflitos internos, sucessões mal planejadas e falta de profissionalização estão entre os maiores obstáculos enfrentados por essas empresas.

A transição de liderança é um momento crítico para empresas familiares. Uma pesquisa realizada pela Fundação Dom Cabral revelou que 70% das empresas familiares fecham as portas por falta de um planejamento sucessório adequado.

“Disputas internas e escolhas mal preparadas podem comprometer décadas de trabalho. Por isso, criar um plano de sucessão bem estruturado, que inclua critérios de seleção de líderes e preparação de sucessores, é essencial para evitar conflitos e garantir a continuidade do negócio”, revela Marcus Marques, mentor e CEO do Grupo Acelerador.

Além disso, o especialista ressalta que a profissionalização é indispensável para a sustentabilidade de longo prazo. “A inclusão de gestores externos pode trazer novos conhecimentos e uma visão mais ampla sobre o mercado. No entanto, a resistência de membros da família a essa prática é comum. Equilibrar o conhecimento interno com a experiência de profissionais qualificados fortalece a empresa, permitindo uma gestão mais estratégica e focada no futuro”, pontua.

Planejamento estratégico e governança

De acordo com um levantamento do Sebrae, aproximadamente 48% das empresas brasileiras fecham nos primeiros três anos de operação devido à falta de planejamento estratégico. “Para as empresas familiares, um plano de ação detalhado, que inclua metas claras e indicadores de desempenho, é vital para assegurar um crescimento mais sustentável”, alerta.

Estruturas de governança bem definidas também fazem diferença. “Conselhos de administração com membros independentes ajudam a separar os interesses pessoais dos profissionais, proporcionando uma visão mais equilibrada. Além disso, políticas de remuneração justas e códigos de conduta também garantem uma gestão transparente, reduzindo o risco de conflitos internos”, declara Marques.

Cultura e valores como motores do crescimento

Para muitos negócios, a cultura organizacional baseada em valores familiares sólidos torna-se um diferencial competitivo. “Empresas que conseguem manter sua identidade ao mesmo tempo em que se adaptam às mudanças do mercado têm mais chances de sucesso. Investir na educação e no desenvolvimento contínuo dos membros da família e dos colaboradores fortalece a cultura corporativa e cria um ambiente propício à inovação”, relata.

Para o especialista, o sucesso das empresas familiares depende de uma combinação harmoniosa entre tradição e modernização. “Planejamento estratégico e uma gestão baseada em valores sólidos são os pilares que transformam negócios familiares em legados que atravessam gerações”, finaliza.

 

Sobre Marcus Marques

Marcus Marques possui mais de 2 milhões de seguidores em suas redes sociais e tem como propósito acelerar o Brasil, ajudando as empresas a se tornarem extraordinárias. É o principal influenciador em gestão para donos de pequenas e médias empresas no Brasil. No total, mais de 15 mil empresários já participaram de sua imersão Acelerador Empresarial, um programa que já teve mais de 65 turmas. É fundador e líder do Giants, a maior comunidade de empresários de alto valor no Brasil, que conta com mais de 700 empresários de diferentes segmentos. Esses números fizeram  com que ele se tornasse a principal referência em gestão e aceleração de pequenas e médias empresas.

O Grupo Acelerador, além da empresa de educação, tem uma empresa de participações societárias que é sócia de oito empresas que empregam mais de 750 colaboradores. Para mais informações, acesse o site ou pelas redes sociais @marcusmarquesoficial.

1ª Corrida das Indústrias celebra força da comunidade industrial de Araucária

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Evento é patrocinado pela Valmet, multinacional finlandesa que completa 65 anos no Brasil

Com o objetivo de unir a comunidade industrial de Araucária por meio do esporte, a Valmet promove a primeira edição da “Corrida das Indústrias”, uma ação comemorativa em homenagem aos 135 anos da cidade que acolheu a multinacional.

A competição, aberta ao público, oferece percursos variados para todas as idades, com largada e chegada no Parque Cachoeira. As modalidades principais incluem corridas de 5 km, com idade mínima de 16 anos, e 10 km, sem limite de idade. Para crianças e adolescentes, os circuitos variam de 100 m a 800 m, conforme a faixa etária. Atletas com deficiência terão uma categoria exclusiva, com largada 5 minutos antes da largada geral. A competição terá duração aproximada de uma hora e meia, com troféus para os primeiros colocados de cada categoria. Todos os participantes receberão medalhas ao final do percurso como forma de reconhecimento.

O evento, patrocinado pela Valmet, será realizado no dia 16 de fevereiro, marcando o encerramento das comemorações dos 135 anos de Araucária. É também o pontapé inicial para uma série de festividades que a multinacional planeja para celebrar seus 65 anos de atuação no Brasil. “Acreditamos que podemos retribuir a Araucária todo o carinho que recebemos desde que chegamos ao Brasil e fomos acolhidos de braços abertos. A Valmet acredita no poder transformador da atividade física, reafirmando seu compromisso com um estilo de vida saudável e ativo para a sociedade. Com isso em mente, planejamos um 2025 muito especial, para celebrar mais esse marco da Valmet no país”, destaca o diretor de Estratégia, Qualidade e Marketing da Valmet na América do Sul, Pedro Paciornik.

As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas pelo site www.ticketsports.com.br. Os participantes receberão um kit contendo uma camiseta de manga curta e um número de peito com chip de cronometragem.

Sobre a Valmet

A Valmet possui uma base global de clientes em diversas indústrias de processo. Somos líderes globais no desenvolvimento e fornecimento de tecnologias de processo, automação e serviços para as indústrias de celulose, papel e energia e, com nossas soluções de automação e controle de fluxo, atendemos uma base ainda mais ampla de indústrias de processo. Nossos mais de 19.000 profissionais em todo o mundo trabalham próximos aos nossos clientes e estão comprometidos em impulsionar o desempenho de nossos clientes – todos os dias. A empresa tem mais de 220 anos de história industrial e um forte histórico de melhoria e renovação contínuas. As vendas líquidas da Valmet em 2023 foram de aproximadamente 5,5 bilhões de euros. As ações da Valmet estão listadas na Nasdaq Helsinki e sua sede fica em Espoo, na Finlândia.

Serviço Geológico do Brasil é premiado por projetos de desenvolvimento sustentável

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Iniciativas estão alinhadas ao conceito de Cidades MIL da Unesco e foram apresentadas no XI Encontro Internacional Cultura, Comunicação, Marketing e Comunidade, realizado em Havana, capital de Cuba

Foto: SGB/Divulgação

 

Brasília (DF) – O Serviço Geológico do Brasil (SGB) foi reconhecido internacionalmente por iniciativas voltadas à prevenção de desastres e ao desenvolvimento sustentável, alinhadas ao conceito da Unesco Cidades MIL (Cidades Alfabetizadas em Mídia e Informação, em inglês). A premiação ocorreu durante o XI Encontro Internacional Cultura, Comunicação, Marketing e Comunidade, realizado em Havana, capital de Cuba, nos dias 22 e 23 de janeiro.

O tema central foi: Alfabetização Midiática e Inteligência Artificial para Cidades MIL: Sustentáveis ​​e Resilientes. Esse é um novo conceito, criado em 2018 pela Unesco, e refere-se à construção de espaços urbanos mais humanos, inteligentes e sustentáveis.

Projetos premiados
Na ocasião, o chefe do Departamento de Gestão Territorial, Diogo Rodrigues, e o chefe da Divisão de Geologia Aplicada, Tiago Antonelli, apresentaram os projetos e receberam certificado em reconhecimento pelos esforços realizados. Tiveram destaque a elaboração dos Planos Municipais de Redução de Riscos (PMRRs), atualmente desenvolvido em parceria com o Ministério das Cidades, e os Cursos de Capacitação para Prevenção de Desastres.

“A premiação mostra a importância dos produtos voltados para prevenção de desastres, desenvolvidos pelo SGB, e o quanto ele pode promover o desenvolvimento das cidades de forma sustentável e segura”, destaca Rodrigues.

As ações também são relevantes pela participação social. Nesses projetos, os cidadãos são também protagonistas e podem contribuir para a construção de cidades mais humanas e preparadas para os desafios das mudanças climáticas e possíveis desastres.
O chefe do DEGET acrescenta que o SGB tem participado ativamente dos debates: “Até hoje, nesse programa de Cidades Mil, nunca havia sido abordado o tema desastres. Com o advento das mudanças climáticas, foi vista a importância das cidades tornarem-se resilientes, e nós, do SGB, fomos inseridos nos grupos de discussões para trazer o assunto para o programa”.

Prêmio e certificado foram entregues pela diretora de Cultura do Distrito Cultural Praça da Revolução, Eilen Vinales Tamayo

Sobre o evento
O XI Encontro Internacional Cultura, Comunicação, Marketing e Comunidade foi realizado pelo Distrito Cultural Praça da Revolução e pelo Centro de Estudos de Avaliação e Mensuração em Comunicação e Marketing (CEACOM) da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP), com apoio de diversos parceiros, entre eles a Unesco.
Participaram do evento (presencialmente e de forma remota) especialistas de 10 países, com apresentação de 45 trabalhos e nove painéis. Esse encontro foi uma oportunidade estratégica para trocar experiências com pesquisadores e buscar soluções para os desafios brasileiros.