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Astros internacionais e estrelas nacionais estão na programação de 2025 do Teatro Positivo

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Norah Jones, The Pretenders, Alcione e Pitty são alguns dos nomes já confirmados

PARANÁ – Não é de hoje que o Teatro Positivo é palco para os shows mais importantes de Curitiba. Nomes como Bruce Dickinson, Laura Pausini, Caetano Veloso e Roberto Carlos já passaram por ali, encantando os espectadores na plateia do terceiro maior teatro do país. E, em 2025, a tradição de bons espetáculos segue firme, com mais de duas dezenas de atrações já confirmadas para vários meses do ano.

A programação completa ainda não está fechada, mas os fãs já podem começar a se preparar para ver de perto, por exemplo, os icônicos The Pretenders, Norah Jones, Pitty e Alcione. Em fevereiro, Louvor Eterno 43 anos – o legado continua abre a programação na quarta-feira, dia 5. No domingo, dia 9, os Clássicos Encantados ocupam o espaço a partir das 15h e, no mesmo dia, às 18h, é a vez de Broadway Night’s – O Musical e, às 20h30, de AC/DC Experience in Concert. No sábado (15) a banda Reação em Cadeia, sucesso absoluto no início dos anos 2000, apresenta a Tour Até Parar de Bater.

Março tem no cardápio sons para todos os gostos. Os apaixonados por rock nacional poderão cantar de pertinho todos os hits da baiana Pitty, que faz show na quinta-feira (20). Já o sábado (22) é dia de sertanejo com Gustavo Mioto e o domingo (23) tem um espetáculo especial para as crianças, com a dupla de palhaços mais amada do Brasil: Patati Patatá, às 15h. Também no domingo, mas à noite, a partir das 19h, o Teatro Positivo apresenta Cinema Classics. O mês acaba também com um show infantil, com Maria Clara e JP, no domingo (30).

Grandes nomes ainda fazem a alegria do público em abril. Na quinta-feira (3), a programação traz As Quatro Estações da Alma – da Angústia à Esperança e, na sexta-feira (4), Zezé di Camargo e Luciano ocupam o Teatro com seus maiores sucessos, em um show para não deixar ninguém parado. No sábado (5), a dupla Di Paullo e Paulino volta ao palco do Positivo para mais uma apresentação cheia de clássicos sertanejos. E, no domingo (6), as crianças tomam conta da plateia para assistir ao espetáculo A Bela e a Fera – O Musical in Concert, às 15h. Ainda no dia 6, mas às 19h, é hora de muita nostalgia com Abba Experience Extreme Coro & Orquestra. Para fechar os shows já confirmados de abril, o domingo (13) tem Moacyr Franco e Banda.

Em maio, o Padre Fábio de Melo traz a Curitiba, mais uma vez, seu já tradicional show Especial Dia das Mães, no domingo (11). No sábado seguinte (17), o celebrado Amado Batista também volta ao Teatro Positivo para mais uma noite de muitos sucessos junto ao público curitibano. Três dias depois, na terça-feira (20), The Pretendersdesembarcam na capital paranaense para mais um espetáculo recheado de canções inesquecíveis. E os clássicos internacionais não param por aí: o Queen Experience Extreme – Coro & Orquestra chega no domingo (25) executando só as melhores canções da banda britânica. Por fim, a norte-americana Norah Jones faz um dos shows mais aguardados do ano na quinta-feira (29). O primeiro semestre tem confirmado, ainda, o show Amazing Tenors – World Classics, no dia 1º de junho (domingo).

Já no segundo semestre, julho começa com dois espetáculos no mesmo dia. O domingo (13) tem arte em dose dupla com Moisés, Príncipe do Egito – Épico Musical às 15h e Embalos de Sábado à Noite às 19h. E, para fechar com chave de ouro as promessas de ano novo do Teatro Positivo, a inigualável Alcione se apresenta no sábado (19).

Esses são apenas os primeiros nomes confirmados para abrilhantar o palco do Positivo em 2025. Segundo Willian Carneiro de Oliveira, diretor administrativo da UP Experience, da qual o Teatro faz parte, a expectativa é de que o novo ano tenha uma programação ainda mais especial que a de 2024 nos espaços do complexo. “Em 2024, recebemos apresentações muito especiais. É o caso da banda britânica Keane e dos americanos do The Calling, só para citar dois exemplos. Sabemos que, como o terceiro maior teatro brasileiro, temos capacidade de continuar sediando alguns dos melhores shows do país. Nossa parceria de sucesso com as grandes produtoras de eventos deve seguir sendo uma tônica em 2025, trazendo ainda mais artistas de renome mundial para perto do público de Curitiba.”

Os ingressos para todos os shows do Teatro Positivo e do Teatro UP Experience podem ser adquiridos no site do Disk Ingressos.

 

Serviço

Teatro Positivo – Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 – Campo Comprido

 

Sobre a UP Experience

Formada por Teatro Positivo, UP Expo e pelos campi da Universidade Positivo (Ecoville, Osório e Santos Andrade), e projetada pelo arquiteto Manoel Coelho, a UP Experience é o maior e mais completo centro cultural, esportivo e científico do Paraná para a realização dos mais diversos tipos de eventos. Com mais de 500 mil m², sendo 153 mil m² de área verde, UPX é parte indispensável do ecossistema de eventos e turismo do Paraná e de todo o Brasil. Atuando para ser referência nacional, a UP Experience supera as expectativas do mercado e da sociedade realizando ações com qualidade e sofisticação, e democratizando o acesso de todos à cultura e ao conhecimento. upx.art.br

Governo discute estratégias para reduzir preços dos alimentos com foco no estímulo à produção nacional

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Redução da alíquota de importação de produtos que estiverem com preços mais elevados no mercado interno em relação ao internacional será uma das medidas adotadas; governo não terá nenhuma ação intervencionista

 

Os ministros Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar), Rui Costa (Casa Civil) e Carlos Fávaro (Agricultura e Pecuária), com o diretor-presidente da Conab, Edegar Pretto, durante entrevista coletiva após reunião com o presidente Lula – Foto: Wallisson Breno / PR

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu nesta sexta-feira (24), com ministros para discutir estratégias a fim de conter a alta dos alimentos. Durante o encontro, foram avaliadas possíveis medidas, como a redução da alíquota de importação de alimentos que estiverem com preços mais elevados no mercado interno em relação ao mercado internacional.
“Quero reafirmar taxativamente: nenhuma medida heterodoxa será adotada, não haverá congelamento de preço, tabelamento, fiscalização, não terá rede estatal de supermercado ou de lojas para vender produtos, isso não existe, isso sequer foi apresentado nesta reunião ou em qualquer outra”

Rui Costa
Ministro da Casa Civil
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, destacou a preocupação do presidente Lula com o acesso da população a alimentos a preços justos. “Os produtos que estejam com preço interno maior do que o preço externo, nós atuaremos na redução de alíquota para forçar o preço a vir, pelo menos, para o patamar internacional. Não justifica nós estarmos com preços acima do patamar internacional. Não tem a menor explicação para isso, já que o Brasil se constitui como um dos maiores produtores de alimentos de grãos do mundo”, explicou.
De acordo com o ministro, o governo seguirá buscando soluções dentro dos parâmetros técnicos e de mercado, e descartou a ideia de adoção de medidas intervencionistas ou heterodoxas, que fujam das práticas convencionais de mercado. “Quero reafirmar, taxativamente: nenhuma medida heterodoxa será adotada, não haverá congelamento de preço, tabelamento, fiscalização, não terá rede estatal de supermercado ou de lojas para vender produtos, isso não existe, isso sequer foi apresentado nesta reunião ou em qualquer outra”, frisou Rui Costa.
PERSPECTIVAS PARA 2025 — O governo espera uma melhora no cenário econômico devido ao aumento da produção agrícola esperado para este ano. Rui Costa afirmou que o impacto positivo da supersafra deverá contribuir para a redução dos preços. “A expectativa é extremamente positiva de uma supersafra este ano. A nossa expectativa é que na lei de mercado uma maior oferta leve a um menor preço”, argumentou.
O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, destacou que o Brasil se consolida como um grande produtor de alimentos e que, em 2025, o aumento da produção fará com que a estabilidade de preços dos alimentos possa ser estabelecida. “É importante dizer que o presidente determinou que a gente já comece a discutir medidas de estímulo, um novo Plano Safra que estimule mais, principalmente os produtos que chegam à mesa da população. E é a partir disso então que nós vamos nos debruçar”, pontuou.
“É importante dizer que o presidente determinou que a gente já comece a discutir medidas de estímulo, um novo Plano Safra que estimule mais, principalmente os produtos que chegam à mesa da população. E é a partir disso então que nós vamos nos debruçar”

Carlos Fávaro
Ministro da Agricultura
CESTA BÁSICA — A pedido do presidente Lula, será dada maior atenção à definição de políticas públicas e recursos já existentes para o estímulo da produção, com foco em produtos que fazem parte da cesta básica. “Nós também vamos dialogar com o mercado, vamos chamar aqui reuniões de produtores para dialogar com eles sugestões de como reduzir os preços, aumentar a produção, vamos chamar mais uma vez a rede de supermercados, vamos chamar os frigoríficos grandes para conversar, os frigoríficos pequenos e médios, dialogando portanto com o mercado, que é onde o preço se realiza. Medidas que a gente pode somar no mercado mais as medidas institucionais de estímulos para a produção”, disse Rui Costa.
“Fazer com que esses alimentos cheguem à mesa do povo, de uma maneira que caiba no salário do povo brasileiro, essa é a preocupação central do presidente e acho que nossa tarefa é apoiar o produtor com crédito acessível e barato. Então nós lançamos dois Planos Safras que foram recordes, que aumentaram o valor e aumentaram o subsídio no Plano Safra”, frisou o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira.
“O segundo esforço é concentrar na produção de alimentos da cesta básica. Esses créditos têm que ir para a produção de alimentos e estímulos, nós diminuímos os juros para os alimentos, além de aumentar a produtividade do agricultor, do pequeno e médio agricultor, para que ele tenha um resultado melhor e que esse alimento chegue mais barato na mesa do povo”, elucidou.
COMMODITIES — O ministro Rui Costa destacou o impacto de fatores como o preço das commodities e o valor do dólar para o comércio de alimentos. “Num passado recente, o Brasil era grande exportador de produtos in natura, e hoje o Brasil vem se tornando o que os economistas chamam de supermercado do mundo, o que é positivo, porque gera emprego, porque nós passamos a processar esses alimentos e vender alimentos processados para o mundo inteiro”, afirmou, ao pontuar que o país tem se consolidado como uma referência positiva no contexto econômico. “Vocês podem constatar isso na balança de exportação já de 2023, 2024, o crescimento da exportação brasileira de processamento de alimentos”.
Participaram da reunião os ministros Rui Costa (Casa Civil), Fernando Haddad (Fazenda), Carlos Fávaro (Agricultura e Pecuária), Esther Dweck (Gestão e da Inovação em Serviços Públicos) e Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar), e o diretor-presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto. Também estavam presentes o secretário-executivo do Ministério da Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa; a secretária-executiva do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Fernanda Machiaveli; e o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello.

 

Principais estratégias de marketing utilizadas em shoppings

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Principais estratégias de marketing utilizadas em shoppings. Veja como essas ações ajudam a atrair e engajar consumidores em um ambiente cada vez mais conectado

 

O ambiente dos shoppings mudou bastante nos últimos anos. Com o aumento do uso de tecnologias digitais e a busca por experiências mais personalizadas, os shoppings precisaram se reinventar para continuar atraindo e engajando o público. As estratégias de marketing, antes concentradas em ações físicas e tradicionais, agora estão cada vez mais conectadas ao digital.

De acordo com um estudo da Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers), cerca de 75% dos consumidores pesquisam preços na internet antes de irem ao shopping, o que mostra que a jornada de compra começa muito antes de alguém colocar os pés no local.

Com isso, os shoppings passaram a investir em ferramentas de marketing que vão desde programas de fidelidade a campanhas em redes sociais, buscando uma presença mais forte tanto no mundo físico quanto no digital.

Vamos explorar as principais estratégias utilizadas pelos shoppings para se manterem competitivos e relevantes.

O FPP e seu papel no shopping

O FPP, ou Fundo de Promoção e Propaganda, é uma ferramenta essencial para a gestão de marketing de um shopping. Ele funciona como um fundo coletivo, formado pela contribuição de todos os lojistas que fazem parte do mix comercial do shopping.

O principal objetivo do FPP é financiar ações de marketing, promoções, eventos e outras iniciativas que visam atrair mais consumidores e gerar mais vendas para os lojistas.

A gestão estratégica é feita por uma comissão, composta por representantes dos lojistas e da administração do shopping. No entanto, a gestão estratégica do orçamento geralmente fica a cargo de um gerente ou diretor de marketing contratado especificamente para esse fim.

A transparência é garantida por meio de relatórios financeiros periódicos, que detalham as receitas e despesas do fundo, dando aos lojistas uma visão clara de como o dinheiro está sendo utilizado.

A eficácia do FPP está diretamente ligada ao nível de participação e engajamento dos lojistas. Quando todos estão comprometidos e colaboram com a definição das estratégias e na implementação das ações promocionais, os resultados são muito mais significativos.

Esse engajamento não só beneficia os lojistas e o shopping, mas também cria uma conexão mais forte com os consumidores, fazendo com que eles enxerguem o shopping como uma extensão de suas próprias casas.

Marketing digital e presença online se tornam obrigatórios

Não dá mais para negar: o marketing digital se tornou uma necessidade para os shoppings.

As pessoas estão conectadas 24 horas por dia e, muitas vezes, o primeiro contato com o shopping acontece através de uma busca online, de um anúncio em redes sociais ou de uma recomendação de influenciadores.

Essa presença online vai muito além de ter um site atualizado. Hoje, é essencial estar presente nas redes sociais, responder a dúvidas dos clientes em tempo real e oferecer experiências digitais que complementam a visita física.

Integração entre o físico e o digital

A combinação do mundo físico com o digital, chamada de “figital”, é uma das grandes tendências nos shoppings. Ao integrar esses dois ambientes, os shoppings conseguem oferecer uma experiência mais completa para o consumidor.

Um exemplo prático dessa integração é o uso de aplicativos que permitem aos clientes realizarem reservas de produtos online para retirada na loja física.

Outra estratégia é o uso de QR Codes espalhados pelo shopping, permitindo que os clientes acessem promoções exclusivas ou informações adicionais sobre produtos diretamente pelo celular.

Além disso, muitos shoppings estão investindo em vitrines interativas, onde o cliente pode experimentar produtos virtualmente antes de tomar a decisão de compra.

Essa junção do físico com o digital não apenas facilita a jornada de compra, mas também a torna mais interessante e divertida.

Uso de influenciadores digitais

Os influenciadores digitais também são peças-chave no marketing de shoppings. Ao trabalhar com pessoas que têm grande engajamento nas redes sociais, os shoppings conseguem alcançar públicos muito maiores e mais variados.

Um exemplo comum é convidar influenciadores para eventos exclusivos, como a inauguração de uma nova loja ou uma ação promocional dentro do shopping. Esses influenciadores compartilham suas experiências com os seguidores, gerando visibilidade e desejo de visitar o local.

Além disso, muitos shoppings criam parcerias de longo prazo com influenciadores locais, que fazem campanhas sazonais ou recomendam o shopping como um lugar ideal para compras, lazer e entretenimento.

Essa estratégia ajuda a humanizar a marca do shopping e criar uma conexão mais próxima com os clientes.

Programas de fidelidade e atendimento ao cliente

Os programas de fidelidade vêm ganhando cada vez mais espaço nos shoppings.

Além de recompensar os clientes por suas compras, essas ações ajudam a melhorar o relacionamento entre o consumidor e o shopping, oferecendo vantagens exclusivas, como descontos, brindes e acesso a eventos especiais.

Esses programas são aliados importantes de uma boa estratégia de atendimento ao cliente, que é fundamental para garantir que o consumidor volte e recomende o shopping.

Incentivos à recompra

Incentivar a recompra é uma das formas mais eficientes de manter o cliente conectado ao shopping.

Uma estratégia comum é oferecer pontos a cada compra realizada, que podem ser trocados por descontos, produtos ou experiências exclusivas, como acesso a áreas VIPs ou convites para eventos especiais.

Além disso, promoções relâmpago enviadas por aplicativos ou redes sociais também são um ótimo incentivo para que o cliente volte ao shopping.

Com essas ações, o cliente sente que está sendo valorizado, e isso aumenta as chances de ele fazer novas compras e recomendar o shopping para amigos e familiares.

Gerenciamento de crises e reclamações

Nenhum shopping está imune a crises e reclamações, e saber lidar com esses problemas de forma eficiente é crucial para a fidelização dos clientes.

Um bom gerenciamento de crises envolve não apenas responder rapidamente às reclamações, mas também oferecer soluções que satisfaçam o consumidor.

Muitas vezes, uma reclamação bem resolvida pode até transformar um cliente insatisfeito em um defensor da marca.

Para isso, os shoppings investem em equipes treinadas para resolver conflitos, tanto no ambiente físico quanto no digital, garantindo que os problemas sejam solucionados da melhor forma possível.

Eventos e experiências únicas

Outra estratégia muito utilizada pelos shoppings é a realização de eventos e experiências únicas que atraem o público.

Ao criar ações exclusivas, como shows, exposições ou festivais gastronômicos, os shoppings conseguem se destacar da concorrência e oferecer algo a mais para o consumidor.

Esses eventos não só aumentam o fluxo de visitantes, mas também geram um grande engajamento nas redes sociais. As pessoas compartilham suas experiências, atraindo mais gente e fortalecendo a imagem do shopping como um lugar de entretenimento e lazer, além de compras.

Um bom exemplo disso são as exposições de arte, que atraem tanto quem busca cultura quanto quem quer uma experiência diferenciada.

Chamando atenção com marketing de guerrilha

O marketing de guerrilha é uma estratégia criativa e, muitas vezes, surpreendente, que tem como objetivo chamar a atenção do público de forma inusitada.

No contexto dos shoppings, essas ações podem acontecer tanto dentro do espaço físico quanto no digital, sempre buscando criar um bom e longo impacto.

Campanhas sazonais e promoções

As campanhas sazonais são ótimas para atrair mais clientes em períodos específicos, como Natal, Páscoa e Black Friday. Essas ações costumam envolver promoções exclusivas, decorações temáticas e até eventos especiais que ajudam a criar um clima festivo e atraente para os consumidores.

As promoções de fim de ano, por exemplo, são amplamente divulgadas e sempre oferecem algo a mais para o público, como sorteios de carros ou viagens.

Além de impulsionar as vendas, essas campanhas criam uma expectativa nos clientes, que acabam aguardando essas datas para aproveitar as oportunidades.

Com tudo isso, percebemos que o marketing em shoppings evoluiu para acompanhar as novas demandas dos consumidores, integrando ações físicas e digitais para proporcionar uma experiência mais completa.

Ao adotar estratégias criativas e focadas no engajamento, os shoppings conseguem se manter competitivos, atraindo e fidelizando clientes em um cenário de constante mudança.

Atraindo o público com atrações temáticas

As atrações temáticas são uma forma eficaz de gerar buzz e atrair o público para o shopping.

Um exemplo marcante foi a exposição da DC Comics realizada no MorumbiShopping, que trouxe personagens icônicos como Batman e Superman para perto dos fãs. Essa ação foi um grande sucesso, chamando a atenção de diferentes gerações e criando uma experiência nostálgica e divertida para os visitantes.

A integração dessas atrações com redes sociais, por meio de hashtags e desafios fotográficos, fez com que o evento ganhasse ainda mais visibilidade.

Esse tipo de estratégia mostra como o marketing de guerrilha pode ser utilizado para criar momentos especiais e que geram grande repercussão nos mais diversos canais de mídia.

Crescimento no setor de shoppings centers paranaense impulsiona aumento de 7,2% no Ventura Shopping ao longo de 2024

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Pesquisa da Abrasce aponta que o estado responde por 6% da área bruta locável (ABL) nacional e tem investido em inovações para engajar o público

O setor de shopping centers no Brasil apontou sinais de crescimento robusto em 2024. Em plena expansão, o mercado do varejo apresenta resultados consistentes e promissores. Segundo dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), o Brasil conta atualmente com 665 shoppings centers, distribuídos pelas cinco regiões do país. No último ano, o setor bateu um novo recorde de faturamento, com negócios superiores a R$ 200 bilhões, o que representa um aumento de 3,6% em relação a 2023.

Ainda segundo a Abrasce, o Sul do Brasil se destacou no último trimestre de 2024, com um aumento de 3,1% nas vendas. A pesquisa também revelou que 6 em cada 10 paranaenses visitaram um shopping no último ano. Alinhado a esse crescimento, o Ventura Shopping, localizado em Curitiba, apresentou um aumento de 7,2% nas vendas em relação a 2023. “Esses números consolidam um setor impulsionado por estratégias de diversificação de serviços e investimentos em novos empreendimentos.  Além de focar em inovações, os shoppings evoluíram para destinos de lazer que oferecem muito mais que vitrines e promoções”, afirma o superintendente do Ventura Shopping, Matheus Vitti de Aguiar.

Com um mix consolidado em moda, gastronomia, serviços que conta com cerca de 200 operações, incluindo sete lojas âncoras, 20 opções de fast-food, cinco salas de cinema Cinesystem, o Ventura Shopping vem se tornando um grande centro de entretenimento e bem estar com três novas operações: boliche, a mais moderna operação da rede PHD Academias e a maior pista de kart indoor de Curitiba. “Tivemos 47 novas operações no espaço em 2024. Nosso foco está em proporcionar facilidades para melhor qualidade de vida, com uma experiência completa de compras, diversão e entretenimento e saúde, declara Matheus.

Nos últimos quatro anos, o Ventura Shopping passou por transformações positivas, com a abertura de uma média de 50 novas operações por ano. “Nesse período, os lojistas do empreendimento alcançaram crescimento nas vendas acima da inflação, o que contribui para a saúde financeira das operações e atrai novos lojistas. Com a consolidação dessas tendências, temos observado crescimento do interesse dos clientes, confirmado pelo aumento no fluxo de veículos e pessoas”, finaliza o superintendente.

Para 2025, a expectativa é de muitas novidades e a continuidade do crescimento. Novas operações, atrações, eventos e exposições estão previstos para o espaço.

Sobre o Ventura Shopping

Inaugurado em dezembro de 1994, o Ventura Shopping apresenta um mix especializado em moda, gastronomia, serviços e entretenimento com cerca de 200 operações, sendo sete lojas âncoras, 20 opções de fast-food, cinco salas de cinema Cinesystem, boliche, e a maior reta em pista de kart indoor em Curitiba. Localizado no bairro Portão, o Ventura possui 81 mil m² e é administrado pelo Grupo Tacla Shopping — que possui outros 11 empreendimentos nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Mais informações: www.venturashopping.com.br.

Aktion T4: o aspecto pouco lembrado do Holocausto

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André Naves (*)

 

O Dia Internacional da Memória do Holocausto, celebrado em 27 de janeiro, não é apenas um momento para lembrar as atrocidades cometidas pelo regime nazista, mas também para refletir sobre as diferentes faces dessa tragédia. Uma das menos lembradas é a operação Aktion T4, um programa que vitimou pessoas com deficiência sob o pretexto de “purificação racial” e “eficiência social”.

 

A Aktion T4 foi um programa de eutanásia conduzido pelo regime nazista entre 1939 e 1945, cujo objetivo era eliminar indivíduos considerados “improdutivos” ou “incapazes” de contribuir para a sociedade. Estima-se que mais de 275.000 pessoas, incluindo crianças, adultos e idosos com deficiências físicas e mentais, foram assassinadas durante esse programa.

 

Os métodos incluíam câmaras de gás, injeções letais e inanição deliberada, executados em instituições médicas transformadas em centros de extermínio. Em muitos casos, as famílias eram convencidas a entregar seus entes queridos para “tratamento”. Essas mortes eram frequentemente justificadas como “alívio para a família” ou “economia para o Estado”.

 

A lógica subjacente ao Aktion T4 era a da pureza racial e do produtivismo vazio, fundamentos da ideologia nazi-fascista. De acordo com essa visão, o valor de uma pessoa era determinado exclusivamente por sua capacidade de contribuir para o progresso material do coletivo. A pessoa humana não era vista como um fim em si mesma, mas como um instrumento para a prosperidade do Estado. Essa perspectiva desumanizadora não só justificava a eliminação dos considerados “inúteis”, mas também privava a sociedade de reconhecer o valor intrínseco da diversidade humana.

 

A crença de que as pessoas com deficiência eram um fardo para a sociedade foi amplamente disseminada. Famílias, pressionadas por um contexto social capacitista, muitas vezes consentiam em enviar seus parentes para a chamada solução. Essa situação revela como a desumanização e a estigmatização podem infiltrar-se profundamente no tecido social, levando a escolhas trágicas.

 

O pensamento nazista ignorava o fato de que a humanidade de cada indivíduo reside em sua individualidade. Características únicas, sejam habilidades, limitações ou perspectivas, enriquecem a coletividade. Ambientes plurais e inclusivos são mais criativos, inovadores e resilientes. A exclusão, por outro lado, empobrece e fragiliza a sociedade.

 

A construção de ambientes inclusivos exige a eliminação do capacitismo e de outras formas de preconceito. Todos devem ter a oportunidade de se desenvolver e serem protagonistas de suas vidas, independentemente de suas limitações. É um dever moral e social garantir que a diversidade seja celebrada e respeitada.

 

Lembrar o Aktion T4 não é apenas rememorar as vítimas, mas também reconhecer as armadilhas de um pensamento que prioriza a produtividade em detrimento da dignidade humana. Como disse Hillel, o Sábio: “Se não eu por mim, quem por mim? Se eu for só por mim, quem sou eu? Se não for agora, quando?”.

 

A luta por um mundo inclusivo é urgente, e passa pela reflexão sobre tragédias como essa e pela ação concreta em direção a um futuro mais justo e humano.

 

 

* André Naves é Defensor Público Federal formado em Direito pela USP, especialista em Direitos Humanos e Inclusão Social, mestre em Economia Política pela PUC/SP. Cientista político pela Hillsdale College e doutor em Economia pela Princeton University. Comendador cultural, escritor e professor (Instagram: @andrenaves.def).

Secretaria de Agricultura de SP anuncia reabertura da Câmara Setorial de Açúcar, Etanol e Bioenergia na 18ª Coopershow

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Na próxima terça-feira (27/01), o secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Guilherme Piai, participa da cerimônia de abertura da 18ª edição da Coopershow, o maior evento de agronegócio na região do Vale do Paranapanema, em Cândido Mota.

Durante a abertura do evento, a Secretaria de Agricultura de SP anuncia a reabertura da Câmara Setorial de Açúcar, Etanol e Bioenergia, após três anos em processo de transição. No evento, será apresentado o plano de ação da câmara e as atribuições do fórum para desenvolver ainda mais o setor sucroenergético em São Paulo.

 

Vale ressaltar que o setor da cana bateu recorde na balança comercial do agronegócio paulista em 2024, com 40,1% de participação, sendo R$74,16 bilhões, com o açúcar representando 93,0% e o etanol 7,0%, de acordo com os dados consolidados pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), órgão da SAA.

 

A Apta Regional e o Instituto Agronômico (IAC-Apta), juntamente com os técnicos da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati) e da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), ligados à SAA, participarão do evento permitindo a transferência de informações e a prospecção de novas demandas de pesquisa.
A presença das instituições da SAA na Coopershow reforça o compromisso com a disseminação de informações e pacotes tecnológicos para o setor agropecuário, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e a competitividade da produção rural na região do Vale do Paranapanema e em todo o estado.

 

Ao final da abertura, o secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Guilherme Piai, estará disponível para entrevistas. Para agendamento prévio, favor entrar em contato pelo e-mail: imprensa.agricultura@sp.gov.br 

 

Serviço: Abertura da 18º Coopershow

Data: 28/01/2025
Horário: 10h00

Local: Centro de Difusão de Tecnologia Agrícola da Coopermota

Endereço: Rua Antônio Paulino Barreiros, 714 – Cândido Mota/SP

Luciano Frontelle, do Partido Verde, é anunciado como facilitador da COP-30 para a Juventude

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Conferência da ONU de Juventude sobre mudanças climáticas acontecerá concomitantemente à COP-30, em Belém.

 

Luciano Frontelle, membro do Partido Verde, foi escolhido para compor o time de facilitadores da COY – 20ª Conferência de Crianças e Jovens Sobre Mudanças Climáticas, da ONU. O evento, acontece no âmbito da COP-30, em Belém.

 

Membro da Secretaria Nacional de Juventude, do Partido Verde, ele integra os quadros do Conselho Nacional de Juventude, da Presidência da República. Ativista, atua há 6 anos à frente da organização Plant-for-the-Planet, de educação ambiental e sensibilização de crianças e jovens sobre a crise climática, iniciativa que acontece em vários países do mundo.

 

Luciano se manifestou sobre a posição. “Estou muito feliz em poder anunciar que fui selecionado juntamente com Roaa Dafaallah, do Sudão. O nosso papel será o de ser o ponto de contato da organização local da conferência com a YOUNGO, garantido que o evento siga os guias e princípios da constituinte. Além disso, temos a responsabilidade de apoiar na busca por parceiros, ser ponto de contato com outros atores interessados e garantir que o evento aconteça da melhor forma possível, na posição de facilitadores”, comentou.

 

Emocionado, Luciano agradeceu a oportunidade e reforçou o compromisso de impulsionar a participação significativa de crianças e jovens junto à COP, que será presidida pelo embaixador André Corrêa e terá a direção executiva de Ana Toni.

 

Frontelle participou em 2014 da COY em Lima. “Essa será a minha última como parte da constituinte. Me despeço numa posição de grande responsabilidade”, finalizou.

 

Reforma tributária: IVA de 28% e os impactos no Brasil

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“O setor de serviços é um dos mais afetados, com tendência de aumento da carga tributária, o que pode resultar em aumento para os consumidores”, diz especialista

 

Com a sanção da reforma tributária, o Brasil está prestes a enfrentar mudanças profundas em seu sistema fiscal, incluindo a criação de novos impostos como o Imposto de Valor Agregado (IVA). Entre as estimativas mais discutidas, destaca-se uma alíquota média de 28%, colocando o Brasil entre os países com a maior carga tributária do mundo. A reforma visa a simplificação do sistema, mas também levanta questões sobre os efeitos dessa mudança na economia e no bolso dos consumidores.

 

De acordo com o advogado tributarista e mestre em Direito pela PUC-SP, Thulio Carvalho, as projeções que indicam a alíquota de 28% refletem a manutenção da carga tributária atual, com a substituição de tributos como ICMS, IPI, ISS, PIS e Cofins pelo novo imposto. Ele explica que, embora a reforma traga maior transparência sobre a tributação sobre o consumo, a carga continua elevada e pode ter efeitos na economia.

 

“A reforma tributária traz mais visibilidade à carga tributária sobre o consumo, que antes estava escondida em um sistema complexo. Isso pode gerar desafios para a competitividade do Brasil e para os consumidores, já que a alta carga tributária sobre o consumo continua existindo, só que de forma mais clara”, afirma Carvalho.

 

Eduardo Froehlich Zangerolami, sócio do Barcellos Tucunduva Advogados e especialista em Direito Tributário, explica que a reforma trará reduções significativas para produtos essenciais, como alimentos, medicamentos, saúde, educação e transporte. “Produtos como itens da cesta básica, hortaliças, frutas, ovos, dispositivos médicos e medicamentos terão redução nas alíquotas, podendo chegar a zero”, diz Zangerolami.

 

Por outro lado, ele destaca que o setor de serviços é um dos mais afetados, com uma tendência de aumento da carga tributária, o que provavelmente resultará no encarecimento desses serviços para os consumidores.

 

“Com a unificação do sistema tributário e a implementação do IVA, a tendência é que serviços, que antes tinham uma carga tributária mais baixa, enfrentem um aumento considerável. Já os produtos industriais devem ver uma carga tributária mais estável ou, em alguns casos, ligeiramente reduzida”, complementa Zangerolami.

 

Além disso, um mecanismo de cashback será implementado, beneficiando famílias de baixa renda com a devolução de tributos sobre itens essenciais. Zangerolami explica que as famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) poderão receber de volta 100% da CBS e 20% do IBS nas compras desses itens, como energia elétrica, água, gás de cozinha e serviços de telecomunicação.

 

A reforma tributária começará a ser implementada de forma gradual a partir de 2025. Durante os próximos dois anos, setores deverão se adaptar à nova estrutura tributária, com a implementação financeira acontecendo em 2027. No início, o foco será testar os sistemas e calibrar as novas obrigações tributárias, com efeitos financeiros reais começando a ser sentidos a partir de 2028.

 

“O processo de transição será longo e gradual, com consumidores percebendo os efeitos a partir de 2028 e a implementação completa ocorrendo entre 2029 e 2033”, afirma Zangerolami.

 

Fontes:

Eduardo Froehlich Zangerolami, sócio do Barcellos Tucunduva Advogados, especialista em Direito Tributário pelo Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) com extensão em Contabilidade Tributária no Instituto Brasileiro de Estudos Tributários (IBET).

Thulio Carvalho, advogado tributarista e mestre em Direito pela PUC-SP.

 

“Não podemos mudar o Brasil sem educação”, defende Izalci Lucas em podcast sobre políticas educacionais

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O senador Izalci Lucas (PL-DF), membro da Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ), participou de uma entrevista no Podcast Bastidores da Educação, em Brasília, onde destacou a importância de colocar a educação no centro das prioridades nacionais. A transmissão, que durou uma hora, abordou temas como o Plano Nacional de Educação (PNE), orçamento público, uso de celulares nas escolas e os desafios da educação no Distrito Federal.

O programa também contou com a participação de Luiz Bandeira, ex-secretário executivo do Ministério da Educação (MEC), e do ex-senador por Minas Gerais, Aelton Freitas, que contribuíram para enriquecer o debate.

Izalci defendeu que o PNE precisa de uma lei de responsabilidade educacional que garanta a efetiva implementação das metas propostas. Segundo ele, essa lacuna foi um dos problemas enfrentados pelo plano anterior. “O Congresso pode ajudar muito na legislação, mas a execução das políticas públicas cabe ao Executivo, e a população precisa participar”, pontuou o membro da FPeduQ.

O senador afirmou que o Plano está sendo debatido no Congresso. “Nós precisamos aprovar uma lei de responsabilidade educacional. Isso faltou no Plano Nacional anterior para que as metas fossem de fato cobradas”, ressaltou.

Vontade política e engajamento social

Izalci Lucas destacou a urgência de um planejamento estratégico com metas claras, colocando os estudantes no centro das decisões. Ele também criticou a falta de compromisso com a continuidade das políticas públicas educacionais.

“As autoridades precisam deixar de lado o triunfalismo vazio e enfrentar a realidade com a seriedade que ela exige. Somente assim poderemos reconstruir a educação brasileira e garantir um futuro melhor para todos”, afirmou.

Ao comentar sobre o papel do Congresso Nacional, Izalci destacou que a criminalização da política e a baixa participação popular prejudicam construir políticas públicas de qualidade. “A população precisa participar mais da política. Não dá para fazer política pública sem política. E não podemos mudar o Brasil sem educação”, concluiu.

Sobre a FPeduQ

A Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ) tem como objetivo discutir no Congresso Nacional melhorias nos programas de acesso à educação, como Fies e Prouni, além da qualidade do ensino, inovação e tecnologia na educação, reforma tributária e outras pautas importantes.

O setor particular de ensino é responsável pela educação de mais de 15 milhões de brasileiros, dos quais 90% são das classes C, D e E. Além disso, é responsável por 77% dos alunos no ensino superior e 20% no ensino básico.

Presidida pelo deputado federal Eduardo Bismarck (PDT-CE), a Frente tem como vice-presidente na Câmara a deputada Socorro Neri (PP-AC). No Senado, Nelsinho Trad (PSD-MS) é o vice.

 

 

 

 

Fonte: Donny Silva

Contrato de Seguro: Regras do Código de Defesa do Consumidor são aplicáveis em benefício do Produtor Rural

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O seguro rural é um verdadeiro instrumento de política agrícola, na medida em que possibilita a mitigação dos inúmeros riscos da atividade agrária. A contratação de um seguro acaba evitando ou minimizando o endividamento do produtor pela frustração do empreendimento e isso certamente traz uma maior tranquilidade em meio as incertezas presentes na atividade rural.

Dentre as espécies de seguro rural, uma das mais comuns é o seguro agrícola que tem o objetivo de cobrir as explorações agrícolas contra perdas decorrentes principalmente de fenômenos meteorológicos. Nesse seguro se inserem várias modalidades, como o seguro de custeio, de produção, de faturamento ou receita, etc.

Apesar de vários produtores se preocuparem em contratar o seguro agrícola para garantir a reparação de possíveis danos por riscos predeterminados, não é raro que após a comunicação do sinistro a seguradora crie embaraços para o pagamento da indenização. Muitas vezes é atribuído ao produtor o descumprimento de suas obrigações ou até mesmo questionada a existência do sinistro.

Em casos de negativa indevida de indenização pela seguradora, o produtor rural deve se recorrer ao Poder Judiciário para buscar a efetiva indenização securitária, sendo que o contrato de seguro agrícola será interpretado conforme o Código de Defesa do Consumidor.

O entendimento dos Tribunais é de que o produtor rural se adequa à definição de consumidor quando o assunto é contratação de seguro rural, na medida em que ele o faz para proteger seu próprio patrimônio, mesmo que vise resguardar insumos utilizados na atividade produtiva.

Sendo ele consumidor, é verificado que nessa relação o produtor é parte vulnerável em face da seguradora, que detém privilégio técnico, jurídico e econômico, os quais muitas vezes são utilizados em prejuízo do produtor rural, que nem mesmo pode discutir as cláusulas do contrato de seguro.

Na prática, o Código de Defesa do Consumidor prevê mecanismos que ajudam a proteger os direitos do produtor rural, inclusive permitindo que ele se recorra ao Poder Judiciário sem ter que assumir o dever de provar tudo o que alega, desde que sua reclamação seja convincente ou que ele esteja em desvantagem, o que se dá na maioria dos casos, nos quais a seguradora que está em posse das provas e possui melhores condições para apresenta-las em juízo.

Isso não significa que o produtor rural não precise reunir provas que estejam ao seu alcance para comprovar os fatos apresentados. Por isso, quando se deparar com a negativa da indenização securitária, ele deve se recorrer primeiramente a uma orientação por meio de um advogado especializado que irá orientá-lo adequadamente sobre os passos a serem seguidos junto à Seguradora, como também para que não perca o prazo para propor a ação.

Esperar ou deixar para depois não é uma boa escolha para o produtor, pois, se bem orientado por um bom advogado, poderá providenciar laudos e relatórios técnicos a tempo e ingressar com a ação com provas consistentes, a fim de demonstrar que a recusa da seguradora é indevida.

Portanto, havendo conflitos envolvendo o seguro agrícola, o contrato deve ser interpretado de forma que beneficie o consumidor segurado, sendo de extrema importância que ele receba orientação jurídica adequada logo após a recusa da seguradora para escolher a melhor estratégia e garantir o direito à indenização do seguro.

  

Marcella Leite de Andrade, advogada, sócia do ALE Advogados, especialista em direito civil e processual civil, família e sucessões e direito do agronegócio.