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ORPLANA celebra sanção do PATEN e reforça importância da valorização dos produtores rurais

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Novo programa posiciona o agronegócio brasileiro como líder global em práticas sustentáveis e inovação

 

O Governo Federal sancionou o Programa de Aceleração da Transição Energética (PATEN), consolidando um importante passo para a descarbonização e o avanço sustentável do Brasil. Publicada no Diário Oficial, nesta quinta-feira (23), a nova legislação traz significativos benefícios para os setores energético e agropecuário, com destaque para a criação do Fundo Verde, que será administrado pelo BNDES e destinado ao financiamento de projetos sustentáveis.

 

Representando mais de 12 mil produtores de cana-de-açúcar, por meio de 35 associações, a ORPLANA (Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil) comemora a aprovação da medida e enaltece a inclusão dos pequenos e médios produtores rurais como beneficiários diretos.

 

“Esse reconhecimento consolida os produtores como fornecedores essenciais de matéria-prima para biocombustíveis, fortalecendo seu papel estratégico na cadeia de energia limpa e na construção de um futuro mais sustentável para o Brasil”, ressalta o CEO da ORPLANA, José Guilherme Nogueira.

 

A Organização destaca o empenho da deputada federal Marussa Boldrin, relatora do projeto de lei, que garantiu que os produtores rurais fossem contemplados no PATEN. “Graças ao trabalho incansável da deputada, o PATEN não só incentiva a modernização tecnológica e a sustentabilidade no campo, como também amplia as oportunidades de financiamento com custos reduzidos para nossos produtores”, afirma Nogueira.

 

Com a implementação do PATEN, a expectativa é de avanços significativos para o agronegócio brasileiro, incluindo maior acesso a financiamentos, inovação tecnológica e integração às cadeias produtivas verdes.

 

“Além de posicionar o agronegócio nacional como líder global em práticas sustentáveis e competitivas, essa conquista reafirma o compromisso do Brasil com a sustentabilidade e a transição energética”, conclui Nogueira.

 

Governadora em exercício visita centro logístico e conhece projeto de verticalização do IgesDF

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Novo modelo de armazenagem otimiza recursos, reduz custos e melhora a distribuição de insumos na rede de saúde do DF
 
Por Pollyana Cabral
O Centro de Distribuição da Saúde do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), localizado no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), tornou-se referência em logística hospitalar no serviço público. O espaço, que conta com cinco pavimentos, galpões com câmaras frias e estrutura verticalizada, recebeu a visita da governadora em exercício, Celina Leão, nesta quinta-feira (23/01). Acompanhada de autoridades do IgesDF, a governadora conheceu de perto o projeto de verticalização do estoque.
Recepcionada pelo presidente em exercício do IgesDF, Dr. Cleber Monteiro Fernandes, pelo diretor de Administração e Logística (Dalog), Dr. Rubens de Oliveira Pimentel Júnior, pela superintendente de Administração e Logística, Bárbara Santos, e pela diretora de Inovação, Ensino e Pesquisa, Dra. Emanuela Ferraz, a governadora percorreu as instalações do centro de distribuição e foi apresentada ao funcionamento da nova logística.
Bárbara realizou uma apresentação sobre como era o local antes do projeto e destacou os benefícios da verticalização, que trouxe melhorias significativas na gestão de insumos hospitalares, como medicamentos e materiais, distribuídos diariamente às unidades administradas pelo instituto: Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), Hospital Cidade do Sol (HSol) e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).
A superintendente explicou que, antes da verticalização, o armazenamento era feito de forma linear, com caixas empilhadas diretamente no chão. Agora, estruturas de aço, porta-paletes e prateleiras permitem o uso eficiente do espaço físico. “A verticalização do nosso estoque é uma estratégia que visa utilizar o espaço físico disponível na nossa Central de Distribuição no SIA em sua integralidade, do chão ao teto, para melhor organização e otimização dos recursos”, afirmou.
Além disso, o projeto implementou o sistema de Endereçamento Logístico, no qual cada insumo possui um endereço no estoque, facilitando o processo de reposição. Essa mudança trouxe uma economia significativa para a instituição.
Controle e redução de perdas
Dr. Rubens destacou os avanços no controle de estoque. Com a adoção de métodos como FIFO (First In, First Out) e PVPS (Primeiro que Vence, Primeiro que Sai), foi possível evitar desperdícios e garantir que medicamentos e insumos sejam utilizados antes do vencimento. “Isso reduziu as perdas de medicamentos por prazo de validade, aumentou a nossa capacidade de controle de estoque e permitiu uma melhor distribuição com menor custo”, ressaltou o Dalog.
A modernização também trouxe benefícios para os colaboradores, com a utilização de empilhadeiras e transpaleteiras elétricas, melhorando as condições de trabalho e a eficiência operacional.
Ao final da visita, Celina Leão destacou o impacto positivo do projeto. “Com essa transformação, além da agilidade e do medicamento de qualidade para a população do Distrito Federal, nós já economizamos mais de um milhão de reais com essa obra. E é neste galpão que todos os materiais são separados, encaminhados às unidades administradas pelo Instituto. Nós inauguraremos mais um galpão deste tamanho que será incorporado, já na semana que vem. Nosso compromisso é com o DF.”
Impacto na saúde pública
O presidente em exercício do IgesDF, Dr. Cleber Monteiro, enfatizou a importância do projeto. “A verticalização do Centro de Distribuição representa um avanço significativo na logística de insumos hospitalares, garantindo mais eficiência e segurança na distribuição. É um reflexo do nosso compromisso com a saúde pública do Distrito Federal.”
Segundo Bárbara, a nova estrutura está completamente operacional, consolidando um sistema que economiza recursos e assegura que os pacientes recebam insumos no tempo, na quantidade e na qualidade adequados. “Com a verticalização, temos mais segurança, redução no risco de falta de itens e maior agilidade na distribuição entre estoques”, concluiu.
A visita da governadora simbolizou um marco no avanço logístico promovido pelo Instituto, reafirmando o compromisso com a modernização e o aprimoramento do atendimento à saúde no Distrito Federal.

O Centro Científico e Cultural da Urca inclui o MCTer, seus laboratórios e o Centro de Referência em Geociências

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Rio de Janeiro (RJ) – O Serviço Geológico do Brasil (SGB) e a Petrobras assinaram nesta quinta-feira (23) os termos de cooperação para obras e aquisição de equipamentos do Centro de Referência em Geociências do SGB. Esta iniciativa representa o primeiro passo para a concretização do que será o futuro Complexo Científico e Cultural da Urca, no Rio de Janeiro.

O diretor-presidente do SGB, Inácio Melo, destacou a importância da parceria com a Petrobras: “Agradeço imensamente por essa parceria estratégica, que torna possível a construção do Centro de Referência em Geociências. Esse projeto simboliza o compromisso conjunto com a valorização do conhecimento geológico, da ciência e da cultura, promovendo um legado de inovação e educação para as futuras gerações”.

No total, o projeto terá investimentos no valor de cerca de R$ 271 milhões provenientes das Cláuslas de PDI da ANP. Após a assinatura de hoje , o projeto avançará para a fase de obras e aquisição dos equipamentos.

A diretora executiva de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos, representando a presidente Magda Chambriard, destacou a parceria histórica com o SGB. “Este Centro representa o que nós acreditamos que é desenvolvimento de conhecimento e de tecnologia. Hoje é apenas o início de uma atividade muito importante. O SGB tem uma longa trajetória de trabalho, com avanços significativos. É uma grande satisfação colaborar com instituições que fortalecem nossa atuação pela competência de suas equipes. Estou certa de que muitos projetos ainda virão”. A diretora Sylvia destacou ainda que o Termo de Cooperação para revitalização do MCTer e seus laboratórios associados será feito em um evento específico em data ainda a ser definida.
O assessor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), representando a diretora-geral Patricia Baran, enfatizou a relevância para a área de pesquisa em geociências. “Acredito que hoje damos um grande passo e fazemos história. Esse é um dos mais importantes investimentos em estrutura laboratorial em geociências dos últimos 30 anos. Revitalizar e modernizar vai ser fantástico. É um ganho para as geociências e para o Brasil”, afirmou.
Já a presidente da Associação Brasileira de Geólogos de Petróleo (ABGP), Carla Viviane Araújo ressaltou que o conhecimento profundo dos recursos minerais é o pilar da construção da soberania e segurança energética de um país. E que que o conjunto de projetos do Complexo Científico e Cultural da Urca representa um marco para o avanço nas geociências nacionais.

 

Centro Científico e Cultural da Urca

A construção do Centro de Referência em Geociências é um marco para o SGB. A instalação ocupará uma área de 2.400 m² e contará com laboratórios de ponta, como: Laboratório de Microimageamento e Análises Minerais, Laboratório de Isótopos Avançados, Laboratório de Petrocronologia e Traçadores Isotópicos e espaços de exposições científicas e culturais.
Além de ser um centro de excelência em geociências, a localização é privilegiada, pois está próximo às principais empresas de exploração de Petróleo, além de estar muito próxima de pólos geradores de ciência e tecnologia no Rio de Janeiro como a COPPE da UFRJ, CENPES e outros.
Impacto científico e cultural

O projeto integra iniciativas de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), com destaque para análises isotópicas e geocronológicas que permitirão o estudo detalhado de bacias sedimentares e a descoberta de áreas com alto potencial mineral. Essas análises também contribuirão para o desenvolvimento de soluções voltadas à transição/diversificação energética e descarbonização.
Impacto para o setor de óleo e gás

De acordo com Noevaldo Teixeira, chefe do Centro de Geociências Aplicadas (CGA), “os laboratórios do Centro de Referência em Geociências colocam o SGB, em termos isotópicos e geocronológicos colocam o SGB no mesmo nível dos principais serviços geológicos mundiais. Além disso, o CRG irá fortalecer parcerias com o setor privado em temas como energia e metais , contribuindo para novas descobertas de minerais críticos essenciais para a diversificação energética.
O projeto reflete o compromisso do SGB e da Petrobras com o desenvolvimento científico e tecnológico, consolidando o Brasil como referência global em geociências.

Esportes da Sorte entra na lista de empresas autorizadas pelo Governo Federal

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O Grupo Esportes da Sorte entrou, na noite desta quarta-feira (22), na lista de empresas autorizadas a operar apostas de quota-fixa no Brasil através da licença da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA/MF). A concessão tem prazo de cinco anos e contempla as duas empresas do grupo: Esportes da Sorte e Onabet.

A outorga foi concedida após a empresa atender a todos os requisitos legais e normativos estabelecidos pela legislação e suas respectivas portarias, o que culminou em uma decisão judicial que considerou ilegal o motivo do indeferimento administrativo inicialmente proferido pela Secretaria de Prêmios e Apostas.

O Grupo Esportes da Sorte realizou o pagamento da aludida outorga de concessão no dia 13/01/2025 e iniciou os trâmites transitórios dos sites de suas marcas para os respectivos novos domínios: www.esportesdasorte.bet.br e www.ona.bet.br.

Reforçamos nosso compromisso com o jogo responsável e com o mercado legal e suas consequências benéficas para os consumidores e toda cadeia de serviços que envolvem o setor.

Abuso de autoridade: AGU NÃO É UM ÓRGÃO QUE DEFINE POLÍTICAS PÚBLICAS

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Irritado e indignado, o advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, criticou nesta quarta-feira (22) a ausência das plataformas de redes sociais na audiência pública que discutiria moderação de conteúdo das plataformas digitais no Brasil.

As chamadas big tech, grandes empresas de tecnologia detentoras das redes sociais como Facebook, Instagram, X e TikTok, foram convidadas pelo governo federal para debater o assunto, mas não enviaram representantes, por motivos óbvios.

O que ocorre no regime petista é o DESVIO DE FINALIDADE da Advocacia-Geral da União (AGU), que deveria se restringir à defesa jurídica de autoridades e da União em processos judiciais, nada além disso.

Criaram a tal “Procuradoria de Defesa da Democracia”, nome que parece ter saído do livro 1984, como um instrumento de censura e perseguição aos opositores do governo, cometendo assim outro crime: ABUSO DE AUTORIDADE.

No ordenamento jurídico brasileiro, quem tem a prerrogativa de investigar e acusar pessoas nos tribunais é o Ministério Público. Ou seja, além de tudo, a AGU está usurpando essa função constitucional. Por fim, fica patente o viés de extrema-esquerda do órgão, ao convidar apenas instituições alinhadas à esquerda radical para falar sobre moderação nas redes sociais, chegando ao ponto de trazer até mesmo a milícia digital “Sleeping Giants” para “debater o tema”.

Eles nem precisariam perder tempo ouvindo tantas entidades, pois todos esses aparelhos esquerdistas têm a mesma opinião sobre o assunto: as redes sociais devem ser censuradas para impedir a expressão de ideias não alinhadas à agenda socialista. O objetivo de convidar mais gente é simplesmente passar a ideia de um debate democrático, que obviamente não acontecerá.

Plataformas não comparecem ao circo… ops, audiência pública (que não é transmitida) da AGU. Plenamente IGNORADO!

Cagaram para o governo esquerdista brasileiro que está prestes a cair com o inevitável impeachment do despreparado, destemperado e desastrado Lula. Efeito Trump?
Fonte: Donny Silva

 

Farmácia ocupa segundo lugar em empregabilidade no país

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Professor do UNICEPLAC destaca as diferentes atuações na carreira

 

Pesquisa realizada pelo Instituto Semesp revela a Farmácia como um dos cursos com maior empregabilidade no mercado brasileiro. O estudo foi realizado, entre agosto e setembro de 2024, baseado nas respostas de 5.681 egressos do ensino superior das redes pública e privada de ensino em todo o país. O levantamento apontou os cursos na área da saúde e de informática como os que registraram os índices mais elevados de brasileiros que trabalham em sua própria área de formação.

A graduação em Medicina lidera a pesquisa. Segundo o levantamento, 92% das pessoas que possuem diploma universitário nessa área exercem atividades remuneradas. A Farmácia vem em segundo lugar, com 80,4% de empregabilidade. Odontologia (78,8%), Gestão da Tecnologia da Informação (78,4%) e Ciência da Computação (76,7%) aparecem na sequência.

O professor João Marcos Torres, coordenador do curso de Farmácia do UNICEPLAC, explica que a área oferece uma carreira diversificada. “O profissional pode atuar em farmácias comunitárias, hospitais, indústrias de medicamentos e cosméticos, ciências forenses e diversos outros campos. Na área estética, por exemplo, o farmacêutico desenvolve fórmulas e procedimentos inovadores que melhoram a qualidade de vida e a autoestima. Além disso, a farmácia magistral permite a personalização de medicamentos”, explica o coordenador.

Recém-formada em Farmácia pelo UNICEPLAC, Eduarda Siqueira, 21 anos, já conquistou uma vaga no mercado de trabalho. “A profissão tem uma área bastante abrangente, que permite atuação em diversos segmentos. É impossível não se identificar com alguma especialidade”. Entre as dicas para se destacar, ela orienta aproveitar ao máximo as oportunidades oferecidas pela faculdade, como os laboratórios e os estágios. “Fiz estágio em uma indústria farmacêutica e, hoje, consegui emprego em uma grande empresa”, completa Eduarda.

Empresas podem solicitar vagas nas turmas de Aprendizagem Rural do SENAR/SC até o dia 27/01

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O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Estado de Santa Catarina (Senar/SC) oferece neste mês de janeiro, às empresas do meio rural, oito turmas de Aprendizagem Rural (Canoinhas, Fraiburgo, Papanduva e São Joaquim). A solicitação poderá ser feita até às 12 horas da próxima segunda-feira (27).

A iniciativa é destinada às empresas rurais interessadas em contratar jovens aprendizes entre 14 e 24 anos (exceto pessoas com deficiência que não há limite de idade), para cumprir a Lei de Aprendizagem (Lei 10.097/2000).

O presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, informa que asempresas poderão optar pelos cursos de Aprendizagem Rural – Auxiliar Administrativo e Financeiro (960 horas), oferecido nos municípios de Canoinhas e Fraiburgo, e Aprendizagem Rural – Supervisor Agrícola (800 horas), à disposição em Fraiburgo, Papanduva e São Joaquim.

As solicitações devem ser enviadas para o e-mail aprendizagem@senar.com.br, com as seguintes informações: Razão Social da Empresa, CNPJ, número de vagas para aprendizes, curso e município (Canoinhas, Fraiburgo, Papanduva ou São Joaquim).

O Senar/SC responderá aos e-mails com a confirmação de disponibilidade de vagas, além de orientações sobre a documentação necessária e os prazos para matrícula dos jovens aprendizes. Dúvidas também podem ser encaminhadas ao e-mail aprendizagem@senar.com.br.

Acesse os canais de comunicação do Sistema Faesc/Senar:

 

Alta no preço dos alimentos exige medidas concretas

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Na Real Cestas, empresa especializada no mercado de cestas básicas, o diretor Gustavo Defendi ressalta a importância de políticas econômicas voltadas para o setor

Após a declaração do ministro Rui Costa sobre possíveis “intervenções” para reduzir o custo dos alimentos, a Casa Civil esclareceu que o governo estuda medidas em parceria com os produtores. Segundo o IBGE, o grupo de alimentação e bebidas registrou uma alta acumulada de 8% em 2024, com os alimentos ficando 1,47% mais caros em dezembro. Esses números reforçam a necessidade de ações urgentes para amenizar os impactos sobre os consumidores.

O preço dos alimentos no Brasil continua subindo, afetando diretamente o consumidor e direcionando a economia. Na Real Cestas, empresa especializada no segmento de benefícios em cestas básicas, o diretor Gustavo Defendi, aponta que a alta é reflexo de uma combinação de fatores econômicos e climáticos, como a valorização do dólar, o impacto das exportações e as quebras de safra. “O dólar é a principal variável quando falamos de commodities. Além disso, os eventos climáticos e as movimentações do mercado interno e externo influenciam muito”, afirma.

A situação do café é um exemplo emblemático citado pelo especialista. “Houve quebra de safra no mercado externo, o que aumentou a demanda por produtos brasileiros. Para os produtores, é mais vantajoso exportar, e isso eleva os preços no mercado interno”, explica. “O mesmo aspecto se repete em outros itens essenciais, ampliando a pressão sobre os orçamentos familiares”, continua Defendi.

Sem uma solução imediata o presidente Lula debate alternativas para frear a escalada dos preços.

“Entre as possibilidades, o governo deve considerar novas diretrizes para exportação e maior regulação das quantidades enviadas ao mercado externo, firmando acordos com outros países e envolvendo órgãos como a CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento) para equilibrar as exportações e proteger o mercado interno”, sugere o executivo da Real Cestas.

Gustavo também propõe um incentivo direto aos agricultores: “Subsidiar parte dos insumos agropecuários seria uma medida viável e eficiente para reduzir os custos de produção, o que pode ajudar no controle dos preços finais.”

Além disso, o especialista afirma ser imperativo que o governo desenvolva um conjunto de ações coordenadas. “Eventos climáticos extremos, inflação, a alta do dólar e custos elevados no setor agropecuário estão entre os fatores que pressionam os preços. O país tem que ter como prioridade colocar alimentos mais acessíveis na mesa dos trabalhadores, alinhando políticas econômicas e sociais para isso”, finaliza Defendi.

Gustavo Defendi é sócio-diretor da Real Cestas, empresa que atua há 25 anos no mercado de cestas de Alimentos, Higiene/Limpeza e de Natal

Artigo – Tributação de empresas digitais: desafios e oportunidades

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Por Mauricio Cunha, professor da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)

A economia digital está redefinindo fronteiras e normas, apresentando desafios únicos para os sistemas tributários tradicionais. Nesse cenário, as empresas digitais, notadamente as de tecnologia e as plataformas virtuais, operam em múltiplos territórios, levantando questões sobre a localização da receita e a aplicação adequada de impostos.

Um dos principais desafios é a localização dos lucros em ambientes virtuais, ambiente em que a presença física é mínima ou inexistente. A ausência de diretrizes claras sobre onde a receita deve ser tributada cria complexidades e abre portas para estratégias agressivas de elisão fiscal.

Nesse sentido, as criptomoedas surgem como um elemento disruptivo, apresentando dificuldades para enquadramento regulatório e tributário. A volatilidade dos ativos digitais e a característica descentralizada do blockchain complicam ainda mais questões como o cálculo de ganhos de capital e a identificação de transações para fins fiscais. É por isso que, para lidar com esses desafios, os governos e órgãos reguladores estão explorando novos frameworks.

Dessa forma, espera-se assegurar que as empresas digitais possam contribuir de forma justa para os sistemas fiscais globais, promovendo ao mesmo tempo inovação e crescimento.

O autor: Maurício Lopes da Cunha possui mestrado em Ciências Contábeis pela Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP). É coordenador do curso de Pós-Graduação em Gestão Tributária e docente da FECAP nos programas de pós-graduação e de graduação nas áreas de contabilidade e tributos.


Sobre a FECAP

FECAP, localizada na Liberdade, região central da capital paulista. Foto: Divulgação.

A Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) é referência nacional em Educação na área de negócios desde 1902. A Instituição proporciona formação de alta qualidade no Ensino Médio (técnico, pleno e bilíngue), Graduação, Pós-graduação, MBA, Mestrado, Extensão e cursos corporativos e livres. Diversos indicadores de desempenho comprovam a qualidade do ensino da FECAP: nota 5 (máxima) no ENADE (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes) e no Guia da Faculdade Estadão Quero Educação 2021, e o reconhecimento como melhor centro universitário do Estado de São Paulo segundo o Índice Geral de Cursos (IGC), do Ministério da Educação. Em âmbito nacional, considerando todos os tipos de Instituição de Ensino Superior do País, a FECAP está entre as 5,7% IES cadastradas no MEC com nota máxima.

Madureira divulga Nota de Repúdio

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O Madureira Esporte Clube vem, por meio desta nota, manifestar sua perplexidade diante da atitude do Vasco da Gama, que impediu que a delegação do Madureira viajasse junto com a sua no mesmo voo contratado para os dois clubes para Manaus.

Ações como essa não condizem com a grandeza histórica do Vasco, clube com o qual sempre mantivemos relações respeitosas e até carinhosas pela proximidade entre os clubes da Zona Norte do Rio.

O Vasco para nós sempre foi e sempre será um símbolo da vitória das camadas populares do Rio de Janeiro.

O Madureira estava acostumado a lidar com grandes dirigentes como Antônio Soares Calçada, Eurico Miranda e Roberto Dinamite, figuras que, independentemente de seus estilos e visões, sempre souberam valorizar o espírito esportivo e a dignidade entre os clubes.

Lamentamos muito que o Vasco, sob sua atual gestão, se é que tem alguma, demonstre estar em total desalinho com esses princípios. A Nau está à deriva. Que o Vasco reencontre seu caminho e sua grandeza, voltando a fazer a tua imensa torcida bem feliz.

Madureira Esporte Clube