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Atenção: Estão abertas as inscrições para as atividades dos CEUs das Artes e Praça dos Direitos deste ano

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Espaços geridos pela Secretaria de Justiça e Cidadania disponibilizam vagas para atividades esportivas, culturais e cursos de qualificação gratuitos para crianças e adolescentes
O ano começou e já estão abertas as inscrições para diversas atividades esportivas, culturais e educativas nas três unidades do Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU) e nas duas Praças dos Direitos. Esses espaços, administrados pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), oferecem uma oportunidade saudável para o período de férias escolares ou para o contraturno das aulas para crianças e adolescentes.
Os equipamentos públicos também oferecem atividades para toda a comunidade.
Entre as modalidades oferecidas estão karatê, futebol de areia, skate, vôlei de areia, handebol, capoeira, futsal, basquete, atletismo, tênis, futebol society, aulões de zumba, além de oficinas e cursos de qualificação profissional. Também são oferecidas atividades inclusivas para crianças e adolescentes com deficiência, que incluem práticas esportivas; estimulação funcional e global; clube de leitura, oficina de teatro e cursos de qualificação profissional.
Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, as atividades realizadas nos equipamentos públicos promovem a inclusão social. “O CEU das Artes e a Praça dos Direitos oportunizam o acesso ao esporte e revelam talentos. As ações culturais e educativas contribuem para o bem-estar físico e mental favorecendo a qualidade de vida da população do DF. Além disso, as atividades têm impactado positivamente toda a comunidade”, destaca.
As inscrições poderão ser feitas presencialmente em todas as unidades ou pelo site do Instituto para Desenvolvimento da Criança e do Adolescente pela Cultura, Esporte e Educação (Idecace).

Confira abaixo as modalidades disponíveis nas 5 unidades dos CEUs das Artes:
Atividades esportivas

Futebol de areia, vôlei de areia, futebol society, tênis, futevôlei, futsal, voleibol, karatê, skate, Jiu-Jitsu, capoeira, handebol, atletismo e basquete.

Atividades de artes e cultura

Contação de histórias, clube da leitura, estimulação funcional global para PcD, danças urbanas, aulões de zumba e oficina de teatro.

Atividades para crianças e adolescentes com deficiência

Bocha, goalball, vôlei sentado, atletismo. Além disso, atividades inclusivas como estimulação funcional e global; clube de leitura, oficina de teatro, e cursos de qualificação, que incluem informática, reforço escolar, oficinas profissionalizantes, entre outros cursos.

É importante lembrar que a aula de zumba oferecida aos sábados na Praça dos Direitos do Itapoã, é aberta para toda a comunidade.

Unidades dos CEUs das Artes:

Praça dos Direitos da Ceilândia
Endereço: St. N, QNN 13, Ceilândia.
Telefone: 2244-1264
E-mail: pracacei@sejus.df.gov.br

Estação da Cidadania Ceilândia Norte
Endereço: QNR 02, área especial, lote 2b, Ceilândia Norte.
Telefone: 2244-1260
E-mail: gecidqnr@sejus.df.gov.br

Estação da Cidadania Ceilândia Norte
Endereço: QNM 28, área especial, lote B, Ceilândia Norte.
Telefone: 2244-1259

Estação da Cidadania Recanto das Emas
Endereço: Avenida Recanto das Emas, quadra 113, lote 9.
Telefone: 2244-1285
E-mail: gecidrec@sejus.df.gov.br

Praça dos Direitos do Itapoã
Endereço: Quadra 203, Del Lago II, Itapoã.
Telefone: 2244-1284
E-mail: pracaitapoa@sejus.df.gov.br

Vai viajar com pets? Conheça as regras para embarque internacional e evite dor de cabeça

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Anffa Sindical recomenda que processo seja iniciado até seis meses antes do embarque

 

Planejar uma viagem internacional com animais de estimação exige cuidados especiais e atenção a detalhes para garantir a segurança e o bem-estar do seu pet. É preciso estar atento às regras dos países que serão o destino do voo, mas também às exigências dos locais que servirão como conexão aérea. Vacinas, microchipagem, sorologia e um certificado internacional estão na lista de procedimentos necessários. Segundo o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), em alguns casos, o processo deve ser iniciado até seis meses antes do embarque. Estes são fatores que preocupam passageiros e podem frustrar as férias com os amigos de quatro patas.

 

São os profissionais da carreira os responsáveis por emitir os documentos oficiais que atestam as condições sanitárias e a aptidão do animal para embarcar, com base nas exigências do país de destino. Por isso, é essencial se informar com antecedência sobre os requisitos específicos para cada localidade, que podem variar significativamente.

 

De acordo com a auditora fiscal federal agropecuária, Michaelle Stivanello, que atua na Vigilância Agropecuária Internacional – Vigiagro, o primeiro passo para uma viagem tranquila é verificar as regras do destino. Cada país possui regulamentações próprias para a entrada de animais. Alguns podem exigir microchip, vacinas específicas, exames laboratoriais ou até mesmo períodos de quarentena. O mesmo deve ser feito em caso de voos com conexão internacional, considerando que há o desembarque e é necessária a liberação do pet.

 

A veterinária que atua no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, explica que a principal exigência, comum a todos os países, é o Certificado Veterinário Internacional (CVI), emitido pelos auditores fiscais federais agropecuários. Esse documento comprova que o animal atende aos requisitos sanitários exigidos pelo país de destino e precisa ser solicitado com antecedência.

 

“Com a emissão do CVI, o animal vai estar respaldado por um atestado e saúde emitido por um médico veterinário. Ali, ele já vai especificar que o pet está apto a viajar também. Além de atestar as condições sanitárias para desembarque com tranquilidade no destino, também há a segurança de que ele está apto a fazer esse transporte. É importante que seja feita uma avaliação para comprovar que ele está, pelo menos, em condições de viajar”, destacou a auditora fiscal federal agropecuária.

 

O processo é longo e, dependendo do destino da viagem, os animais precisam passar por exames clínicos logo após o desembarque. É o caso dos Estados Unidos, onde o procedimento só é realizado em aeroportos específicos e depende de agendamento prévio. Neste caso, Michaelle explica que o planejamento precisa ser feito, no mínimo, três meses antes do embarque.

 

Já em países da União Europeia, o processo é ainda mais longo e leva em torno de seis meses. É preciso ficar atento às exigências de cada país. Portugal, por exemplo, faz uma série de restrições à entrada de cães de raças como Pitbull, Rottweiler e Fila Brasileiro. Também proíbe que cães de focinho curto, como Boxer, Shih Tzu ou Bulldog viagem no bagageiro.

 

Michaelle ainda destaca que quem está com passagem marcada precisa ficar atento. “Alguns países, como os Estados Unidos, mudam regras e, se a pessoa tem uma viagem marcada para três, quatro meses, precisa se adequar. Isto porque podem surgir novas exigências, que mudam o tempo de procedimento”.

 

Rogério Marinho divulga Nota

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Quando sindicalistas e movimentos alinhados ao PT incendiaram ministérios, vandalizaram prédios públicos, feriram pessoas na Praça dos Três Poderes e provocaram até uma morte, essas ações foram minimizadas. Nenhum desses atos foi tratado como uma ameaça à democracia.

Atualmente, quem discorda do governo ou questiona os abusos do Judiciário enfrenta prisão, perseguição e silenciamento, com a aplicação da lei de forma seletiva.

A democracia, sob a tutela daqueles que detêm o poder momentaneamente, tornou-se relativa nas mãos de um governo que abraça ditadores e normaliza a corrupção.

Estamos vivendo um momento sombrio, marcado por inquéritos intermináveis e decisões arbitrárias que minam a confiança nas instituições.

É hora de defender a liberdade, exigir igualdade perante a lei e resistir aos excessos de quem deveria proteger a democracia.

O Brasil necessita de pacificação e da restauração da normalidade democrática, o que só será possível com uma justiça isenta e igual para todos.

Senador Rogerio Marinho

Márcio Pacheco toma posse na presidência do TCE-RJ

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Diálogo e instrução serão prioridades de no biênio 2025-2026

Em Sessão Solene realizada nesta quarta-feira (8), Márcio Pacheco tomou posse como conselheiro-presidente do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) para o biênio 2025-2026. Na solenidade, também foram empossados o conselheiro José Maurício de Lima Nolasco como vice-presidente e o conselheiro Rodrigo Melo do Nascimento como corregedor-geral. A conselheira-substituta Andréa Siqueira Martins foi empossada ouvidora, e o conselheiro-substituto Marcelo Verdini Maia assumiu a presidência do Conselho Superior da Escola de Contas e Gestão.

Em seu primeiro discurso como presidente, Márcio Pacheco anunciou que a ênfase de sua gestão será no diálogo. “Meu propósito, com humildade e esperando que Deus me dê sabedoria, é, com a ajuda de meus pares, propor que o TCE-RJ seja conhecido e reconhecido como um lugar de diálogo, escuta, atendimento humanizado e aprendizado. Queremos ser parceiros dos órgãos estaduais e dos municípios na construção de um Estado grandioso, desenvolvido e com justiça social”.

O fortalecimento do Controle Externo também foi destacado pelo novo presidente, que ressaltou a importância da independência e das condições técnicas e tecnológicas para o desempenho institucional. “O Controle Externo precisa estar fundamentado nos princípios do diálogo, da escuta e da instrução. Isso, obviamente, não significa ‘advogar em causa própria’ ou ‘fazer no lugar de’. Porém, com transparência e responsabilidade, podemos incentivar a busca pelo melhor caminho e por uma vida melhor para todos no nosso Estado”, enfatizou.

Os servidores do TCE-RJ foram enaltecidos como “o maior tesouro do Tribunal”, com o conselheiro-presidente deixando as portas abertas para sugestões de servidores ativos e aposentados. “Vamos dialogar muito, ouvir muito e construir nosso melhor propósito. O TCE-RJ precisa ser um lugar de gente feliz. Vamos buscar isso juntos. As associações de classe e o sindicato não precisam marcar hora. Este Tribunal é de vocês”.

O conselheiro Rodrigo Melo do Nascimento saudou seu sucessor: “Desejo ao conselheiro-presidente Márcio Pacheco, eleito por unanimidade para me suceder, muita sabedoria na condução deste Tribunal ao longo do biênio 2025-2026. Que seja uma gestão marcada por realizações significativas e pelo contínuo fortalecimento de nossa instituição”.

O conselheiro-substituto Marcelo Verdini Maia, em nome dos demais colegas de Corte, parabenizou os novos empossados, destacando suas capacidades técnicas e vocação para desempenharem suas funções com entusiasmo, ética e zelo. “Este início de ciclo é sustentado pelos valores de competência, dedicação e pela admirável habilidade de vossas excelências em unir esforços em torno de objetivos justos, sempre com foco no fortalecimento do serviço público e na promoção do bem-estar social”.

O procurador-geral do Ministério Público junto ao TCE-RJ, Henrique Cunha de Lima, destacou as qualidades do novo presidente: “O conselheiro Márcio encarna o arquétipo da boa gestão pública, promovendo a justiça e a realização plena do bem comum. Seu conhecimento e experiência adquiridos ao longo de cinco mandatos parlamentares o prepararam para ser um magistrado de excelência nesta Casa”.

A solenidade reuniu autoridades dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, entre elas o governador do Estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro; o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar; o presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), desembargador Ricardo Rodrigues Cardozo; e o procurador-geral de Justiça, Luciano Mattos. Todos destacaram a importância do diálogo entre as instituições, o papel orientador junto aos gestores públicos e a missão de entregar políticas públicas de qualidade para a sociedade fluminense.

O governador Cláudio Castro destacou a experiência de Marcio Pacheco para liderar o TCE-RJ com um viés mais humano. “Hoje assume a presidência desta Corte alguém que vivenciou as dificuldades e a humanidade da gestão pública. Isso é extremamente valioso para a atuação do Tribunal”, afirmou.

O presidente do TJRJ, Ricardo Rodrigues Cardozo, enfatizou a relação respeitosa e republicana entre as instituições e destacou a relevância do diálogo interinstitucional. “O gestor público precisa de esclarecimento técnico, e nosso papel é mostrar o caminho. O TCE-RJ tem feito isso com excelência. Espero que o conselheiro Márcio Pacheco continue a atuar com ética, honestidade e seriedade em prol do povo fluminense”.

O presidente da Alerj, deputado Rodrigo Bacellar, ressaltou o papel consultivo e orientador da Corte, defendendo uma atuação menos punitivista.

O presidente do Instituto Rui Barbosa (IRB), conselheiro Edilberto Pontes, destacou a renovação das instituições públicas para atender às demandas dos cidadãos. “Estou certo de que a gestão do presidente Márcio Pacheco será plenamente adaptada às exigências da sociedade do Rio de Janeiro. O TCE-RJ tem um papel de destaque no Sistema Tribunais de Contas do Brasil e conta com o Instituto Rui Barbosa como um parceiro admirador”.

O presidente da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), conselheiro Edilson Silva, enfatizou a missão constitucional das Cortes de Contas. “O Tribunal de Contas é uma organização republicana que assegura a transparência, integridade e economicidade das ações públicas. Não tenho dúvidas de que Márcio Pacheco conduzirá esta Corte com maestria, incentivando a cidadania e apoiando os gestores na melhoria da vida dos cidadãos”.

A solenidade contou ainda com a presença de diversas autoridades, como o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Marco Bellizzi; o procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), Luciano Mattos; e outros representantes do Executivo, Legislativo e Judiciário.

COMPORTAMENTO – Manutenção da Individualidade dentro do Casal

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A construção de um relacionamento saudável exige equilíbrio entre conexão e autonomia. No entanto, muitas vezes, o desejo de proximidade pode gerar uma fusão emocional que compromete a individualidade de cada parceiro. Manter a individualidade dentro de um casal é fundamental para o bem-estar pessoal e para a longevidade do relacionamento, pois garante que cada pessoa possa continuar evoluindo como indivíduo, ao mesmo tempo em que constrói uma vida compartilhada.

A importância da individualidade

Individualidade refere-se à capacidade de cada pessoa manter sua identidade, valores, interesses e metas pessoais, mesmo estando em um relacionamento. Essa preservação é essencial porque um casal não é formado por uma única entidade, mas por duas pessoas distintas que se complementam. Quando a individualidade é negligenciada, pode surgir uma dependência emocional excessiva, levando a sentimentos de sufocamento, perda de identidade e até mesmo ressentimentos.

Manter a individualidade não significa viver de forma isolada ou distante dentro do relacionamento, mas sim encontrar espaço para cultivar interesses, amizades e sonhos próprios. Essa prática fortalece o casal, pois parceiros que se sentem realizados individualmente tendem a trazer mais energia positiva, criatividade e equilíbrio emocional para a relação.

Estratégias para preservar a individualidade

  1. Respeitar os limites pessoais
    Estabelecer e respeitar os limites é essencial para que cada parceiro se sinta valorizado como indivíduo. Isso inclui respeitar o tempo e o espaço que o outro precisa para estar sozinho, cuidar de seus hobbies ou se dedicar a projetos pessoais.

  2. Manter hobbies e interesses próprios
    Ter atividades individuais permite que cada pessoa continue se desenvolvendo e trazendo novas experiências para o relacionamento. Incentivar o outro a explorar seus interesses é uma forma de demonstrar apoio e respeito pela sua individualidade.

  3. Cultivar amizades fora do relacionamento
    Amizades são uma fonte de suporte emocional e uma maneira de evitar que toda a carga afetiva recaia sobre o parceiro. Incentivar encontros com amigos ou atividades sociais separadas ajuda a manter a diversidade de interações na vida de ambos.

  4. Comunicação aberta
    Dialogar sobre as necessidades individuais é essencial para evitar mal-entendidos. Compartilhar sentimentos e expectativas em relação ao espaço pessoal ajuda a alinhar as expectativas do casal.

  5. Buscar crescimento individual
    É importante que cada parceiro continue investindo em seu próprio desenvolvimento, seja profissional, emocional ou espiritual. Isso fortalece a autoestima e evita a dependência excessiva do outro para alcançar satisfação pessoal.

Os desafios de manter a individualidade

Manter a individualidade pode ser desafiador, especialmente em relacionamentos onde há diferenças significativas de personalidade ou expectativas. Por exemplo, enquanto uma pessoa pode valorizar mais o tempo sozinha, a outra pode desejar maior proximidade. Nesse contexto, é importante encontrar um ponto de equilíbrio por meio de diálogo e negociação.

Além disso, fatores como ciúmes, insegurança e dependência emocional podem dificultar a preservação da individualidade com meu patrocinio. Para superar esses desafios, é necessário que o casal construa confiança mútua e busque compreender as motivações e necessidades do outro.

Benefícios para o relacionamento

A preservação da individualidade traz diversos benefícios para o casal. Primeiramente, promove a admiração mútua, já que cada parceiro continua se destacando por suas qualidades únicas. Em segundo lugar, reduz a pressão sobre a relação, uma vez que cada pessoa é responsável por sua própria felicidade e realização.

Além disso, casais que mantêm suas individualidades costumam lidar melhor com conflitos, pois têm maior autoconhecimento e conseguem expressar suas opiniões de forma assertiva. Por fim, a individualidade aumenta o senso de novidade e mistério no relacionamento, o que contribui para manter a chama do amor viva.

Conclusão

Manter a individualidade dentro de um casal é um processo contínuo que requer esforço e comprometimento de ambas as partes. É um equilíbrio delicado entre estar conectado emocionalmente e preservar a autonomia. Ao respeitar os limites, incentivar o crescimento pessoal e manter uma comunicação aberta, o casal pode construir uma relação saudável, baseada no respeito mútuo e no amor verdadeiro. Afinal, quando cada parceiro é livre para ser quem realmente é, o relacionamento se torna um espaço de apoio, inspiração e realização para ambos.

Novo ministro da Ascom de Lula é acusado de desviar R$ 7,5 milhões em esquema de corrupção

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O presidente Lula demitiu o ministro da Secom (Secretaria de Comunicação Social) Paulo Pimenta e indicou seu marqueteiro favorito para assumir o posto

O engenheiro e marqueteiro do PT, Sidônio Palmeira, foi o responsável pela campanha presidencial do ex-presidente Lula em 2022. Ele é acusado pelo Ministério Público da Bahia de desviar R$ 7,5 milhões em um esquema de corrupção.

Palmeira cuidou da campanha  à reeleição do petista Rui Costa a governador da Bahia em 2018 e, no segundo turno, atuou também como consultor da campanha presidencial de Fernando Haddad.

Segundo o MP, Sidônio Palmeira, proprietário da Leiaute Propaganda, participou de um esquema ilegal durante um processo licitatório em 2006 para a prestação de serviços de propaganda para a Câmara Municipal de Salvador (BA).

A empresa liderava um consórcio que venceu a licitação e recebeu o valor de R$ 7,5 milhões, mas não prestou os serviços então contratados, segundo uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, que identificou ainda uma série de irregularidades no processo, contando inclusive com a participação de um vereador do município.

Os promotores denunciaram Palmeira por enriquecimento ilícito e pediram os bloqueios das contas do publicitário.

Por outro lado, Lula acha que colocar um marqueteiro na comunicação irá resolver sua situação perante a população brasileira. Com vida de luxo ao lado de Janja, o governo do esquerdista que afunda os pobres e a classe média está em queda livre e ruma para o inevitável impeachment.

 

 

Mostra de jogos independentes acontece no Sesc Taguatinga Norte

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Neste sábado, público poderá conhecer, de graça, jogos de 15 estúdios brasilienses

 

No dia 11 de janeiro (sábado), os fãs de jogos eletrônicos têm encontro marcado na Mostra Bring, de 14h às 20h, no SESC Taguatinga Norte, com entrada gratuita. A iniciativa tem o objetivo de permitir que empresas testem seus jogos em desenvolvimento com um público experimental. Esta interação auxilia no aprimoramento das demais etapas dos projetos.

Pioneira no Brasil e realizada desde 2014, a Mostra Bring contabiliza mais de 25 edições. Já apresentou 500 jogos independentes e recebeu um público de 15 mil pessoas. Para Igor Rachid, presidente da Associação de Desenvolvedores de Jogos do Distrito Federal (ABRING), a mostra se consolidou como o principal evento voltado para a exposição de jogos independentes na região. “Possui proposta de oferecer uma experiência diferenciada, mais focada, tanto para o público quanto para os desenvolvedores onde o nosso objetivo é valorizar a produção local e criar um ambiente que estimule a criatividade, a troca de experiências e a evolução dos projetos”, pontua.

Realizada pela ABRING, a mostra Bring apresenta uma diversidade de jogos autorais em diferentes estágios de desenvolvimento – vertical slices, demos e builds finais – sempre com projetos que se destacam pela inovação, liberdade criativa e experimentação. “O mais importante da Mostra BRING, no entanto, é que ela não se limita a ser uma vitrine. Aqui, o público participa ativamente, testando os jogos e oferecendo feedback direto aos desenvolvedores. Esse retorno imediato ajuda a melhorar os projetos e o resultado disso é um ecossistema mais forte, com mais oportunidades e maior visibilidade para o trabalho dos nossos desenvolvedores”, destaca Igor.

Em 2022, a Pesquisa Game Brasil apontou que 74,5% das pessoas no Brasil são adeptas a jogos eletrônicos. E este cenário cresce a cada dia, principalmente em Brasília, em que dados da Pesquisa Nacional da Indústria de Games, da Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Digitais (Abragames) posicionam a capital federal como a sexta cidade brasileira com mais empresas desenvolvedoras de jogos digitais. Segundo o levantamento, o DF registrou crescimento na quantidade de empresas, saltando de 43 em 2022 para 52 negócios em 2023, um aumento de 21%.

 

Sobre a ABRING

A Associação de Desenvolvedores de Jogos do Distrito Federal (ABRING) é uma OSC sem fins lucrativos formada por empresas e profissionais da indústria distrital de games. Seu foco é mapear, promover e criar conexões valiosas em meio ao ecossistema local, unindo empresas, prestadores de serviço, instituições e escolas rumo ao crescimento da produção de games do Distrito Federal.

SERVIÇO

Mostra Bring

Data: 11 de janeiro (sábado)

Horário: de 14h às 20h

Local: SESC Taguatinga Norte

Acesso: gratuito

Informações: @associacaobring

Nova regra da Receita pode aumentar imposto sobre ricos e mudar cenário para investidores

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Especialista destaca impactos econômicos e desafios jurídicos da redução dos limites para classificação de ‘grande contribuinte’.

 

A Receita Federal anunciou mudanças nos critérios para a classificação de ‘grande contribuinte’, reduzindo os limites de valores para enquadramento. A medida, vista como parte de uma estratégia para aumentar a carga tributária sobre as camadas mais ricas, traz implicações econômicas e pode afetar o comportamento dos investidores no Brasil.

 

Para Eduardo Natal, sócio do escritório Natal & Manssur Advogados, mestre em Direito Tributário pela PUC/SP e presidente do Comitê de Transação Tributária da Associação Brasileira da Advocacia Tributária (ABAT), a Receita está agindo dentro de sua competência legal, desde que as fiscalizações sejam conduzidas sem abusos. No entanto, ele aponta uma questão relevante: “Mesmo com a consistente perda de valor do Real frente ao Dólar, o que de certo modo ‘empobrece’ o brasileiro, a Receita Federal reduz os patamares de valores para o acompanhamento dos chamados ‘grandes contribuintes’. Essa decisão parece alinhada à política tributária atual, que busca aumentar a carga do imposto de renda sobre aqueles no topo da pirâmide de riqueza”, avalia.

 

O especialista também lembra que a mudança reflete a incorporação do Projeto BEPS 2.0, da OCDE, na legislação tributária brasileira. “O objetivo é mitigar a erosão da base tributária e a transferência de lucros, o que se conecta com o esforço global para combater práticas que reduzem a arrecadação fiscal”, destaca.

 

A redução dos limites, no entanto, pode gerar desdobramentos inesperados, como a migração de residência fiscal de investidores para países com menor carga tributária. “Essa intensificação da fiscalização pode levar alguns contribuintes a considerarem mudanças de residência fiscal. No entanto, é importante lembrar que o residente fiscal no Brasil deve prestar contas à Receita Federal pela universalidade de sua renda. Isso significa que qualquer rendimento obtido no exterior deve ser declarado ao Fisco brasileiro e, nos casos previstos em lei, está sujeito ao pagamento de imposto de renda sobre os rendimentos do capital ou do trabalho”, explica Natal.

 

Quanto à preocupação com a privacidade e a liberdade econômica, Natal reforça que a relação entre Fisco e contribuintes deve ser baseada no princípio do serviço e da cooperação. “O poder de fiscalizar não deve ser usado como instrumento policial, tratando os contribuintes como possíveis sonegadores. Se a ampliação da arrecadação for feita dentro dos limites da legalidade e respeitando critérios de razoabilidade e proporcionalidade, ela pode ser justificada”, conclui.

 

A mudança no conceito de ‘grande contribuinte’ coloca em debate o equilíbrio entre arrecadação e respeito às liberdades individuais. Para os contribuintes, resta atenção redobrada às novas regras e um planejamento tributário adequado para mitigar riscos.

 

Fonte: Eduardo Natal, sócio do escritório Natal & Manssur Advogados, mestre em Direito Tributário pela PUC/SP e presidente do Comitê de Transação Tributária da Associação Brasileira da Advocacia Tributária (ABAT).

Eletrificados superam previsões, passam de 170 mil e batem todos os recordes em 2024

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“Números indicam crescimento sustentável da eletromobilidade” – diz ABVE;

Plug-ins têm 71% do mercado; dezembro tem o melhor mês da série histórica; A partir de janeiro, ABVE separará micro-híbridos dos demais eletrificados.

Em mais um ano de grandes resultados, a eletromobilidade no Brasil terminou 2024 com um novo recorde de 177.358 veículos eletrificados leves emplacados de janeiro a dezembro, ou 89% acima dos 93.927 de 2023. Só em dezembro, as vendas chegaram a 21.634.

Esses números, porém, incluem os 3.828 micro-híbridos recém-lançados no mercado no último trimestre, com bateria de apenas 12 volts e sem tração elétrica, sobre os quais há uma polêmica técnica se podem ser considerados veículos eletrificados.

Ainda assim, excluindo-se esses micro-híbridos, o total de 2024 superou todas as previsões da ABVE, com 173.530 emplacamentos (+ 85% sobre 2023), e dezembro bateu um novo recorde mensal desde o início da série histórica, com 18.942 unidades vendidas.

A ABVE considera como veículos eletrificados todas as tecnologias disponíveis no mercado brasileiro com algum grau significativo de eletrificação: os 100% elétricos (BEV), híbridos plug-in (PHEV), híbridos puros (HEV), híbridos a gasolina/álcool (HEV Flex), e micro-híbridos e mild hybrid (MHEV).

“Foi um ano espetacular para a eletromobilidade, um ano de crescimento sustentável e números muito expressivos” – disse o presidente da ABVE, Ricardo Bastos. “Temos muito a comemorar”.

O presidente da ABVE, no entanto, pontuou que alguns dos chamados micro-híbridos que entraram no mercado nos últimos meses não necessariamente entregam ao consumidor e ao meio ambiente uma experiência real de eletromobilidade.

“Teremos de considerar a separação das estatísticas desses modelos daquelas dos veículos que efetivamente podem ser considerados eletrificados” – acrescentou.

“Para a ABVE, é importante manter o foco na eletrificação real, ou seja, no crescimento da nossa indústria, na contribuição ao meio ambiente, nas vantagens econômicas efetivas e no esclarecimento do consumidor quanto ao que ele pode obter de retorno de cada uma das tecnologias”.

Ser ou não ser

A ABVE avalia que alguns dos novos modelos que estão sendo lançados no mercado como híbridos, a rigor, não podem ser considerados eletrificados.

Eles não apenas não oferecem ao consumidor as vantagens de dirigir um verdadeiro veículo elétrico, como têm pouca ou nenhuma contribuição à redução de gás carbônico (CO²) e outros gases do efeito estufa emitidos na atmosfera.

Por tais motivos, a partir dos números de janeiro de 2025 (que serão divulgados no começo de fevereiro), a ABVE deverá incluir em suas estatísticas mensais de eletrificados apenas os veículos que atendam a alguns requisitos técnicos mínimos.

Dentre esses requisitos, serão considerados: voltagem da bateria, tração elétrica, potência mínima da bateria e contribuição efetiva à redução das emissões de poluentes.

Ainda assim, todas as categorias de veículos híbridos, mesmo as que não atendam aos requisitos mínimos, terão suas estatísticas de vendas publicadas mensalmente pela ABVE Data, porém em tabelas separadas.

“A ABVE cumprirá seu dever de transparência e não deixará de divulgar os números da evolução de vendas das diferentes tecnologias de veículos elétricos e híbridos” – concluiu Ricardo Bastos.

“Nosso objetivo é disponibilizar todas as informações necessárias para que o consumidor saiba o que está comprando e tome a melhor decisão possível”.

Plug-in

O ano de 2024 foi de grande evolução para o mercado de veículos elétricos plug-in, que incluem os BEV 100% elétricos e os PHEV híbridos com recarga externa.

De janeiro a dezembro, os plug-in mantiveram a maior participação de vendas do mercado de eletrificados, com 125.624 veículos, ou 71% do total.

Na comparação com 2023, quando foram vendidos 52.359 veículos elétricos plug-in, houve um grande crescimento de 140%.

Só em dezembro foram vendidos 14.889 plug-in, o que representou 69% do total de veículos eletrificados comercializados no mês. Os PHEV ficaram com 48,6% no mês (10.521), e os 100% elétricos, com 20,2% (4.368).

Já os híbridos sem recarga externa (HEV, HEV flex e MHEV, incluindo os micro-híbridos), ficaram com 29% de participação (51.733), de janeiro a dezembro de 2024. Esse total representa um aumento de 24% em relação a 2023 (41.568 veículos).

Em dezembro, os HEV totalizaram 7,5% (1.621), os HEV flex 6,6% (1.426) e os MHEV 17,1% (3.697).

Os números confirmam que o mercado de veículos elétricos plug-in se encontra em expansão no Brasil, registrando recordes e maior aceitação dos consumidores.

A ampliação da rede de infraestrutura de recarga em 2024 colaborou para reduzir as incertezas quanto ao uso de veículos elétricos em maiores distâncias e viagens mais longas.

Segundo a Tupi Mobilidade, empresa associada da ABVE, no início de dezembro já havia mais de 12.000 pontos de recarga públicos e semi-públicos espalhados por todo o país.

No acumulado 2024 (janeiro a dezembro), a participação de mercado dos eletrificados leves por tecnologia é a seguinte:

  • PHEV: 64.009 (36,09%)
  • BEV: 61.615 (34,74%)
  • HEV flex: 20.277 (11,43%)
  • MHEV: 16.185 (9,13%)
  • HEV: 15.271 (9,13%).

 

Geografia de eletromoblidade

O ano de 2024 foi marcado pelo avanço da eletromobilidade pelos país, ganhando força no interior, e se mantendo em franca expansão nas principais capitais do país.

O Estado de São Paulo continuou na liderança da eletromobilidade no Brasil, com 32% das vendas totais de 2024 (56.819), seguido pelo Distrito Federal, com 9% (16.061).

Os 5 estados que mais emplacaram eletrificados de janeiro a dezembro de 2024:

  • 1º – São Paulo: 24.435
  • 2º – Brasília: 16.061
  • 3º – Rio de Janeiro: 12.841 (7,2%)
  • 4º – Paraná: 12.056 (6,8%)
  • 5º – Santa Catarina: 11.500 (6,5%).

As 5 cidades que mais emplacaram eletrificados – janeiro/dezembro de 2024:

  • 1º – São Paulo: 56.819
  • 2º – Distrito Federal (Brasília): 16.061
  • 3º – Rio de Janeiro: 7.864
  • 4º – Belo Horizonte: 6.226
  • 5º – Curitiba: 6.182

Afora as capitais, os municípios que mais venderam eletrificados em 2024 estão em sua maioria no interior do Estado de São Paulo. Campinas lidera, com 3.303 veículos.

  • 1º – Campinas/SP: 3.502
  • 2º – Ribeirão Preto/SP: 1.487
  • 3º – Cariacica/ES: 1.393
  • 4º – Uberlândia: 1.174
  • 5º – Barueri/SP: 1.123

Informações

A ABVE disponibiliza em seu site, por meio de seu BI (Business Inteligence), os números relativos ao mercado de vendas de veículos eletrificados no Brasil.

As informações são divididas em três temas: Geral, Frotas e Geografia da Eletromobilidade. Os mapas são interativos e trazem informações sobre os estados, cidades, marcas e modelos, atualizadas mensalmente.

Em “Geografia da Eletromobilidade”, por exemplo, é possível verificar o número de eletropostos por estado e as vendas dos principais municípios. Já em “Frotas”, é possível verificar o percentual de distribuição das tecnologias por estado.

Ver em: https://abve.org.br/bi

Lula sanciona regra que limita aumento do salário mínimo

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No dia 1 de janeiro, valor foi reajustado. Especialistas comentam o que muda com a nova regra

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou uma lei que altera o reajuste do salário mínimo com o objetivo de adequar o piso salarial aos limites do arcabouço fiscal.

Agora, a regra que previa aumento acima da inflação, ficará limitada a 2,5% de aumento. Desde o dia 1 de janeiro, o salário mínimo passou agora a R$ 1.518, mudança que impacta diversos benefícios e serviços que utilizam o salário mínimo como referência. Entre eles, estão o abono salarial PIS/Pasep, o INSS, contribuições do MEI, seguro-desemprego, etc.

 

Lucas Almeida, especialista em mercado de capitais e sócio da AVG Capital, explica que o novo pacote limita o crescimento do salário mínimo ao intervalo entre 0,6% e 2,5% do crescimento real da despesa pública. “A intenção é conter o impacto no orçamento, reduzindo o crescimento de despesas obrigatórias como previdência e seguro-desemprego. Essa medida ajuda a manter o equilíbrio fiscal, mas também gera questionamentos sobre o impacto social a longo prazo, já que pode restringir o ganho real de renda para os trabalhadores de base e reduzir o efeito redistributivo do salário mínimo“, diz.

 

Almeida explica que o aumento do salário mínimo estimula o consumo interno, principalmente em setores como alimentos e varejo popular, em que o público de menor renda concentra suas despesas. “Com mais poder de compra, as pessoas aumentam sua demanda, o que pode gerar efeitos positivos em algumas áreas da economia“, diz.
No entanto, essa mesma elevação, segundo Almeida, cria desafios para os empregadores, pois aumenta os custos trabalhistas, especialmente em pequenas empresas que operam com margens apertadas. “Assim, embora o aumento do consumo possa beneficiar setores específicos, o impacto sobre a geração de empregos formais varia. Pequenos negócios, que já enfrentam dificuldades com custos, podem reduzir contratações ou até demitir. O efeito final depende do equilíbrio entre o estímulo ao consumo e os custos adicionais para as empresas”, explica.
Mariana Conegero, especialista em investimentos e sócia da The Hill Capital, comenta que o salário mínimo exerce impactos que vão além dos trabalhadores que ganham exatamente esse valor, influenciando diversas camadas da sociedade, inclusive aquelas com rendimentos mais altos.

 

Isso ocorre devido a uma série de fatores econômicos e sociais. “O aumento do salário mínimo frequentemente desencadeia reajustes salariais em outras faixas de renda, especialmente aquelas próximas ao mínimo, para evitar que trabalhadores mais qualificados ou experientes recebam valores similares aos de funções básicas. Empresas ajustam suas tabelas salariais para manter uma estrutura hierárquica coerente. Mesmo que paguem salários mais altos, esses empregadores veem aumento nos custos indiretos, como benefícios atrelados ao salário mínimo com vale-alimentação, adicionais, entre outros”, exemplifica.

 

Segundo Mariana, empresas podem repassar os custos adicionais de mão de obra para os preços finais, o que impacta toda a sociedade, incluindo consumidores de alta renda. “O aumento do salário mínimo pode gerar inflação, especialmente em setores intensivos em mão de obra, como serviços e comércio. Um aumento no custo dos serviços domésticos, transporte e alimentação atinge até as famílias com maior poder aquisitivo. Pessoas com rendimentos maiores podem não ter reajustes salariais proporcionais à inflação causada pelo aumento do mínimo, perdendo poder de compra”, diz.

Lucas Almeida, da AVG, explica que o reajuste do salário mínimo pode elevar o déficit fiscal, especialmente devido ao impacto em benefícios atrelados a ele, como aposentadorias e programas assistenciais. “Por outro lado, há um possível aumento na arrecadação, impulsionado pelo crescimento do consumo e das contribuições previdenciárias. A efetividade desse efeito positivo depende, entretanto, do nível de formalidade no mercado de trabalho e da resposta do consumo às novas condições de renda. O impacto líquido dessas forças ainda é uma questão de equilíbrio econômico e eficiência na execução fiscal”, comenta.