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“Porto de Itajaí voltará a ter protagonismo no desenvolvimento econômico de Santa Catarina”, destaca Silvio Costa Filho

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Após retomada da gestão pelo Governo Federal, ministro de Portos e Aeroportos acredita que o complexo voltará a ser um dos principais do país na movimentação de contêineres

 

Com expectativa de forte crescimento na movimentação de carga ao longo dos próximos anos, o porto de Itajaí, que já, voltou a ser administrado pelo Governo Federal. Iniciado há cerca de 15 dias, o processo de transição para a retomada da gestão pela União foi concluído nesta segunda-feira (30). A partir de agora, o complexo, que já foi um dos principais portos do Brasil, reconhecido por ser o maior exportador de grãos do país, será conduzido pela Autoridade Portuária de Santos (APS). A decisão pela federalização do ativo de Itajaí foi tomada após um amplo debate com os agentes do setor.

 

O ministro Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos) destacou que o retorno da gestão à União vai garantir à ampliação das atividades no complexo, o que deve elevar a economia do estado e a melhoria da logística local. “Estamos realizando um trabalho conjunto com a sociedade e todo setor portuário, com objetivo de resgatar o que mais importa para gente: o desenvolvimento da cidade, a melhora na qualidade de vida dos moradores, a geração de novos postos de trabalhos, o aumento da renda e a continuidade das operações portuárias”, ressaltou.

 

Quando teve suas atividades paralisadas em 2022, quando a intenção do Governo Federal, na época, era pela sua privatização, o porto demitiu cerca de 2 mil funcionários. Parte dos trabalhadores retornaram aos postos de trabalhos no ano seguinte, quando o atual governo assinou um contrato provisório para retomada dos serviços; possibilitando, assim, a regularização do complexo, bem como a retorno do interesse econômico do porto catarinense.

 

“Agora estamos trabalhando para fortalecer a competitividade logística, facilitar a otimização de rotas e operações e melhorar a eficiência no atendimento ao mercado internacional, impulsionando o desenvolvimento econômico do país. Com a APS, vamos avançar no fortalecimento de Itajaí, para que o porto possa voltar a operar o que se viu em um passado recente, quando alcançou a segunda posição em movimentação de contêineres”, acrescentou.

 

O Ministério de Portos e Aeroportos tem ações direcionadas ao complexo, que foco na ampliação dos serviços e na modernização da infraestrutura.

 

Mesmo sendo administrado pela Autoridade Portuária de Santos, responsável pela gestão do maior complexo portuário da América Latina, é importante destacar que todos os valores destinados de tarifas e taxas relacionadas à movimentação do porto serão alocadas na cidade catarinense, uma vez que a APS é uma empresa pública do Governo Federal.

BETS: Solução do Ministério da Fazenda de conceder autorizações definitivas e provisórias é sensata e justa

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Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) entende que governo compreendeu as dificuldades burocráticas enfrentadas por várias casas de apostas

 

A Associação Nacional de Jogos e Loterias avalia que a decisão da Secretariar de Prêmios e Apostas (SPA), do Ministério da Fazenda, de conceder autorizações definitivas e outras provisórias para as casas de apostas atuarem no país a partir desta quarta-feira (1º) foi a mais sensata e justa para o mercado. A ANJL entende que o governo federal compreendeu as dificuldades burocráticas enfrentadas por várias casas de apostas.

 

Como a ANJL já havia alertado à SPA, por meio de ofício, no dia 24 de dezembro, algumas operadoras não estavam conseguindo, por exemplo, obter a certificação da integração entre os sistemas dos provedores de jogos on-line e as plataformas de apostas, fato alheio à vontade das casas de apostas, tendo ocorrido pela incapacidade das entidades certificadoras autorizadas pela Fazenda atenderem à enorme demanda até 31 de dezembro.

 

Conforme publicado em portaria pela SPA, no Diário Oficial da União, agora as operadoras que tiverem essas e outras pendências terão o prazo de 30 dias para resolver, prorrogáveis por igual período. A medida é fundamental para a continuidade da operação de dezenas de bets sérias que, se fossem suspensas, certamente perderiam boa parte da sua carteira de clientes para o mercado ilegal.

 

 

Sobre a ANJL

Lançada em março de 2023, a Associação Nacional de Jogos e Loterias defende os interesses de seus associados, do setor e do jogo responsável e íntegro, sempre pautados pelo incentivo ao esporte, pela segurança das apostas e pela contribuição ao desenvolvimento econômico do país. Entre os associados estão BetNacional, Mr. Jack, Parimatch, Big Brazil, PagBet, BetFast, Aposta Ganha, Liderança Capitalização, ZRO Bank, Propane, PAAG, Clear Sale, BetBox tv, StarsPay, 1xBet, PG Soft, Jogalimpo, Oddfair, Responsa, Lucky Gaming, Zona de Jogo e OIG (One Internet Group).

 

 

Bets: Mercado regulado de apostas inicia no Brasil – entenda o que muda

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Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) destaca que principal missão e desafio do país a partir de 1º de janeiro será o combate aos sites ilegais

 

O mercado regulado de apostas esportivas e jogos on-line terá início no Brasil nesta quarta-feira (1º de janeiro), data que representará um divisor de águas para o setor, após quase cinco anos de ausência de regras. Para a Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), trata-se de um marco com grande potencial de inserir o país no rol das nações que são referência nesse setor, como Estados Unidos, Reino Unido e Austrália.

 

A ANJL destaca que a principal missão do Brasil, e também o principal desafio, será o combate às bets ilegais, que, infelizmente, pela falta de um arcabouço regulatório e de fiscalização, se proliferaram de forma descontrolada. Para se ter uma ideia da dimensão de atuação desses sites, a Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), do Ministério da Fazenda, afirmou, neste mês, à CPI das Bets no Senado Federal, que mais de 5,2 mil endereços ilegais já haviam sido bloqueados pela Anatel. “As casas de apostas aventureiras, que nunca tiveram intenção de se submeterem à regulamentação, precisam ser limadas do mercado. Isso só será possível por meio de uma vigilância conjunta, do poder público, dos órgãos de controle, do próprio mercado e da sociedade”, destaca o presidente da ANJL, Plínio Lemos Jorge.

 

Para orientar os apostadores a conseguirem separar o joio do trigo a partir desta quarta-feira, a ANJL preparou uma lista com as principais mudanças que entrarão em vigor no mercado, tornando-o mais saudável, responsável e íntegro. Confira:

 

Sites legais terão domínio “bet.br: apenas as plataformas autorizadas pela União, ou seja, com licença federal, poderão usar essa terminação. A medida será fundamental para os apostadores identificarem imediatamente se estão jogando em um site legal ou não. A ANJL alerta que é preciso ter cuidado com domínios semelhantes, de casas ilegais, com o intuito de confundir os usuários, como, por exemplo, “betonline.br” ou “bet.online.br”.

 

Reconhecimento facial: as casas de apostas legalizadas terão que possuir um sistema de cadastramento de usuários com reconhecimento facial. O principal objetivo desse recurso é coibir o uso dos sites por menores de idade, além de trazer maior controle sobre a identidade do apostador.

 

Regras de pagamento: O pagamento dos prêmios será feito exclusivamente em contas bancárias mantidas em instituições autorizadas pelo Banco Central. A regulamentação também determina que os prêmios serão pagos aos apostadores vencedores no prazo de até 120 minutos, contado do encerramento do evento esportivo ou da sessão do evento virtual de jogos on-line. Vale lembrar que o uso de cartão de crédito para apostas passa a ser totalmente proibido, o que já vinha, no entanto, sendo adotado de forma voluntária pela maioria das bets.

 

Tributação: além dos 12% sobre o GGR (Gross Gaming Revenue – a receita bruta das apostas), as betslegalizadas deverão recolher todos os impostos inerentes às empresas de serviços no Brasil. No total, a carga tributária do setor já está em torno de 36%, uma das mais altas do mundo. Além disso, anualmente os apostadores deverão pagar 15% de Imposto de Renda sobre o valor líquido que tiverem recebido em prêmios ao longo do ano anterior, desde que o total seja maior que o limite da primeira faixa de isenção do IR, atualmente de R$ 2.259,20.

 

Ferramentas de combate à compulsão: As casas de apostas deverão disponibilizar ferramentas que ajudem os apostadores que por acaso identifiquem que estão desenvolvendo compulsão pelo jogo. Entre elas está a autoexclusão, que pode ser por tempo determinado ou de forma definitiva. As bets também poderão suspender o uso do sistema de apostas nos casos de apostadores em risco alto de dependência e de transtornos do jogo patológico.

 

A Associação Nacional de Jogos e Loterias enfatiza que essas e outras medidas previstas tanto na Lei 14.790/2023 quanto nas portarias publicadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), do Ministério da Fazenda, são fundamentais para a consolidação de um mercado íntegro e responsável no Brasil. Com a divulgação e o cumprimento das regras, a ANJL acredita que os operadores ilegais terão cada vez menos espaço e, consequentemente, os apostadores brasileiros estarão mais protegidos.

 

 

Sobre a ANJL

Lançada em março de 2023, a Associação Nacional de Jogos e Loterias defende os interesses de seus associados, do setor e do jogo responsável e íntegro, sempre pautados pelo incentivo ao esporte, pela segurança das apostas e pela contribuição ao desenvolvimento econômico do país. Entre os associados estão BetNacional, Mr. Jack, Parimatch, Big Brazil, PagBet, BetFast, Aposta Ganha, Liderança Capitalização, ZRO Bank, Propane, PAAG, Clear Sale, BetBox tv, StarsPay, 1xBet, PG Soft, Jogalimpo, Oddfair, Responsa, Lucky Gaming, Zona de Jogo e OIG (One Internet Group).

 

Fiscalização do CRLV-e 2024 começa nesta quarta-feira, 1º de janeiro de 2025

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Prazo para licenciar veículos com placas final 9 e 0 termina nesta terça-feira (31/12)
 Jaqueline Costa 
O prazo para a renovação do licenciamento anual dos veículos com placas final 9 e 0 termina nesta terça-feira, 31 de dezembro. A partir de 1° de janeiro de 2025, para a circulação desses veículos será exigido o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo em meio digital (CRLV-e) 2024.
O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) deu início a exigência do CRLV-e 2024 em 1° de outubro para os veículos com placas final 1 e 2 e em 1° novembro para os de placas final 3,4 e 5. Nesse mês (1°/12), o documento também passou a ser obrigatório para a circulação dos veículos com placas terminadas em 6, 7 e 8.
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), transitar com o veículo não licenciado é considerado infração gravíssima e resulta em sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), recolhimento do veículo e multa de R$ 293,47. De janeiro a novembro deste ano, os órgãos de fiscalização de trânsito do DF registraram 63.682 infrações por conduzir veículo que não esteja devidamente registrado ou licenciado.
CRLV-e 2024
Para obter o documento, o proprietário deverá pagar o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), a taxa de Licenciamento e, se houver, as multas pendentes. Após a quitação dos débitos, o proprietário deverá emitir o CRLV-e 2024 por meio do portal de serviços (https://portal.detran.df.gov.br/) ou pelo aplicativo Detran-DF Digital. O documento também pode ser obtido no aplicativo do Governo Federal: Carteira Digital de Trânsito (CDT).
Desde 2021, o certificado de licenciamento é emitido apenas no formato digital. O CRLV-e pode ser apresentado na versão digital, por meio dos aplicativos oficiais, ou na versão impressa em papel A4 branco comum.

Bacalhau Confitado: especialista em Gastronomia do CEUB ensina a impressionar na ceia de Réveillon

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Com a técnica, o bacalhau e os acompanhamentos adquirem um sabor ainda mais intenso para o jantar da virada

Com a chegada do Réveillon, é hora de preparar uma ceia especial para celebrar o ano novo com sabor e sofisticação. A tradição de reunir familiares e amigos ao redor da mesa para o jantar é uma forma simbólica de começar 2025 com boa sorte. Com uma grande diversidade de receitas e significados para celebrar a virada, Eduardo Duó, Chef de Cozinha e professor do Centro Universitário de Brasília (CEUB), sugere uma receita para a data: o Bacalhau Confitado. A técnica garante um sabor profundo, ideal para as festividades de fim de ano.
Eduardo afirma que a receita eleva o sabor do bacalhau a um novo patamar, utilizando ingredientes simples, mas cheios de sabor. Segundo o professor, o segredo está na técnica do confitado.
“O que é confitado? Trata-se de cozinhar o alimento em gordura, neste caso, no azeite de oliva. O azeite pode ser reutilizado, ficando aromatizado, perfeito para outras preparações, como maionese ou para temperar saladas”, explica o professor.
Além do azeite, o bacalhau é confitado com alho, louro, tomilho e alecrim, que são colocados em um sachê de especiarias, o famoso Sachê d’Épices, uma trouxa que mantém as ervas presas, evitando que as folhas se soltem durante o preparo. “O fogo deve ser bem baixo. O ideal é que a temperatura do azeite fique em torno de 60ºC, sem ferver. Quando começarem a aparecer bolhas ao redor do bacalhau, é hora de desligar o fogo e deixar o bacalhau terminar de cozinhar no azeite por mais 10 minutos”, ensina Eduardo.
Para acompanhar a proteína, Duó acrescenta que outros ingredientes são preparados de forma similar, como o tomate cereja e as batatinhas. O professor explica que os tomates são confitados por cerca de 5 minutos no azeite com manjericão, enquanto as batatas bolinhas, após cozidas, são douradas no forno com o azeite do bacalhau e alecrim. “Cada ingrediente vai absorvendo o sabor do azeite, criando uma combinação perfeita de aromas e texturas”, comenta o chef.
De acordo com o docente do CEUB, com esse prato, a ceia de Réveillon se torna um evento repleto de sabor. Eduardo Duó garante que, quem experimenta o bacalhau confitado, dificilmente vai querer prepará-lo de outra forma. “É um prato simples, mas com uma profundidade de sabor que faz toda a diferença na sua celebração”, afirma.
Confira a Receita completa do Chef Duó:
Bacalhau Confitado para o Réveillon
Ingredientes:
1 litro de azeite
1 kg de bacalhau dessalgado em postas
50g de alcaparras
1 maço de alecrim fresco
1 maço de manjericão
1 maço de tomilho
1 maço de cheiro-verde
4 folhas de louro
1 cabeça de alho
1 kg de batata bolinha
500g de tomate cereja
250g de azeitona chilena
Sal e pimenta-do-reino branca a gosto
Modo de preparo:
• Enxugue bem as postas do bacalhau. Coloque-as em uma panela com dois dentes de alho amassados (com casca), o alecrim, o tomilho e o louro. Cubra com azeite de oliva e leve ao fogo bem baixo (a 60ºC, sem deixar ferver). Quando começar a formar bolhas em volta do bacalhau, desligue o fogo e deixe o bacalhau confitar por mais 10 minutos. Reserve o bacalhau neste azeite.
• Coloque os alhos inteiros em uma panela pequena com tomilho e cubra com parte do azeite do bacalhau. Leve ao fogo bem baixo por cerca de 20 minutos, sem ferver.
• Coloque os tomates em uma panela pequena com manjericão e cubra com parte do azeite do bacalhau. Deixe no fogo baixo por cerca de 5 minutos.
• Cozinhe as batatas em água com sal até ficarem al dente (aproximadamente 30 minutos). Depois, coloque as batatas em uma assadeira com azeite do bacalhau e alecrim, e leve ao forno a 180°C por 20 a 30 minutos para dourar.
• Em uma travessa, coloque as postas de bacalhau ao centro. Ao redor, disponha as batatas bolinhas com salsinha, os tomatinhos com manjericão, o alho confitado e as azeitonas chilenas. Finalize com alcaparras e cebolinha picada.

 

Reforma Tributária: Eduardo Bismarck comemora aprovação de isenção para o setor educacional

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O deputado federal Eduardo Bismarck (PDT-CE), presidente da Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ), comemorou a recente aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2024 pela Câmara dos Deputados. A proposta, que regulamenta a Reforma Tributária, estabelece regimes diferenciados para setores essenciais, como o da educação, permitindo a aplicação de isenções ou redução de alíquotas tributárias.

A medida marca um avanço significativo para o fortalecimento da educação no Brasil, especialmente no setor privado, que desempenha um papel fundamental ao complementar a rede pública e ampliar o acesso ao ensino. “Essa aprovação é histórica para o setor educacional. Reduzir a carga tributária é indispensável para assegurar a qualidade e a acessibilidade do ensino, sem onerar as famílias que dependem das instituições particulares”, destacou o deputado Eduardo Bismarck.

Eduardo Bismarck ressaltou o compromisso da FPeduQ em monitorar os próximos passos, visando assegurar que as novas regras sejam implementadas para beneficiar o setor educacional.

“A atuação no Congresso continua, e em 2025 estaremos atentos para assegurar a isenção e a redução de alíquotas para as instituições educacionais brasileiras, que complementam o trabalho do setor público. Essa iniciativa alivia o peso financeiro para as famílias e também estimula as instituições a manterem investimentos na qualidade do ensino”, afirmou o presidente da FPeduQ.

Sobre a FPeduQ

A Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ) tem como objetivo discutir no Congresso Nacional melhorias nos programas de acesso à educação, como Fies e Prouni, além da qualidade do ensino, inovação e tecnologia na educação, reforma tributária e outras pautas importantes.

 

O setor particular de ensino é responsável pela educação de mais de 15 milhões de brasileiros, dos quais 90% são das classes C, D e E. Além disso, é responsável por 77% dos alunos no ensino superior e 20% no ensino básico.

 

Presidida pelo deputado federal Eduardo Bismarck (PDT-CE), a Frente tem como vice-presidente na Câmara a deputada Socorro Neri (PP-AC). No Senado, Nelsinho Trad (PSD-MS) é o vice.

PP-DF Mulheres Progressistas encerra o ano com jantar e balanço de conquistas

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Celina destaca avanços em políticas públicas e defende igualdade de gênero

Por Pollyana Cabral

Na última sexta-feira de 2024, o Partido Progressista do Distrito Federal reuniu grandes líderes comunitárias e mulheres progressistas em um jantar de encerramento no restaurante Coco Bambu. O evento foi marcado pela celebração das conquistas alcançadas ao longo do ano e pelo fortalecimento da liderança feminina na política e na sociedade.

A governadora em exercício e presidente do partido Progressista no Distrito Federal, Celina Leão, destacou em seu discurso a importância do trabalho realizado pelas mulheres em posições de liderança e enfatizou os avanços nas políticas públicas voltadas para o gênero. Celina iniciou sua fala ressaltando a relevância da preservação do Fundo Constitucional do Distrito Federal, mas deixou claro que o foco do encontro era a valorização das mulheres e suas conquistas.

Outro ponto de destaque no discurso foi a apresentação de iniciativas como o programa “Órfãos do Feminicídio” e o “Auxílio Vulnerabilidade”, criados para apoiar mulheres em situação de violência. “Quando falo de mulheres, falo de sociedade. Somos 51% da população e precisamos estar em todos os espaços. Nossa luta não é por privilégio, mas por igualdade. E isso passa pela proteção, qualificação e respeito às nossas mulheres”, afirmou Celina, reiterando o compromisso de ampliar a representatividade feminina.

A presidente também enfatizou a importância das filiações e do engajamento de novas lideranças no PP-DF, destacando que eventos como este são essenciais para mobilizar, capacitar e unir as mulheres progressistas.

A especialista em estratégia parlamentar, comunicação e marketing político, Gisele Meter, ministrou a palestra “Estratégias para Fortalecer Lideranças Femininas e Amplificar o Impacto Digital”. Durante sua apresentação, abordou pilares fundamentais para o sucesso no cenário político e digital, como conexão, autenticidade e legado. “Fortalecer a liderança feminina passa pela capacidade de se conectar com as pessoas e construir uma autoridade sólida baseada em resultados”, explicou Gisele, incentivando as participantes a liderar com confiança e autenticidade.

A psicóloga Andrea Chaves também teve um papel fundamental no evento, destacando os avanços sociais conquistados pelo governo e o legado construído ao longo do ano. “Temos um governo que valoriza as mulheres e combate a desigualdade de forma efetiva. A governadora Celina Leão e a presidente do PP Mulher em Brasília, Milena Câmara, têm sido incansáveis em seus esforços”, afirmou Andrea.

Andrea também lembrou o trabalho da doutora Karla Daniela, elogiando sua dedicação e competência. “Karla é uma verdadeira leoa quando se trata de servir. Este evento só aconteceu graças ao esforço coletivo de muitas pessoas.”

Encerrando sua fala, Andrea convidou todas as participantes a refletirem sobre as oportunidades de 2025. “O próximo ano será marcado por abundância, união e novos desafios. É um momento de esperança e de reforçar nosso compromisso com as mulheres e com o futuro.”

O evento encerrou com um tom de otimismo, união e celebração. A mensagem central do encontro reforçou o papel das mulheres como protagonistas na construção de uma sociedade mais justa e igualitária, reafirmando o compromisso do PP-DF com as lideranças femininas e com os desafios que virão em 2025.

Com investimentos de R$ 6 Bi, projeto do Túnel de Santos é enviado para análise do Tribunal de Contas da União

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O túnel Santos-Guarujá deve beneficiar 2 milhões de pessoas e ajudar no escoamento do Porto. A concessão será em 2025

 

ministro Silvio Costa Filho, de Portos e Aeroportos, encaminhou nesta segunda-feira (30), o projeto do Túnel de Santos para o Tribunal de Contas da União (TCU), para análise daquela corte. Segundo o estudo, serão investidos mais de R$ 6 bilhões no empreendimento, sendo 50% do Governo Federal e 50% do governo do Estado de São Paulo, e deve beneficiar mais de 2 milhões de pessoas.

 

Esse é o projeto de maior porte dentro da carteira do Novo PAC e a previsão do governo é de que tenha início ainda em 2025. De acordo com o ministro de Portos e Aeroportos, esse projeto também representa o fim de uma espera de mais de 100 anos para a população local. “Essa obra é fundamental para ajudar na mobilidade urbana e a qualidade de vida da Baixada Santista e, principalmente, vai ajudar no escoamento da produção do Porto de Santos, no sentido de contribuir para a segregação do tráfego portuário do urbano”, garantiu.

 

O túnel de Santos é uma construção coletiva entre o governo do presidente Lula e o governo do Estado de São Paulo, liderado pelo governo do Tarcísio de Freitas e faz parte de um planejamento estratégico para o fortalecimento da infraestrutura do estado de São Paulo e de todo o país. E é importante e fundamental para melhorar e ampliar a competitividade do Porto de Santos.

 

Costa Filho disse ainda que além das obras do túnel, será feita a concessão do Canal do Porto de Santos, garantindo não só a manutenção, mas o aprofundamento do calado do Porto, para fortalecer a atividade portuária e ajudar no escoamento da produção brasileira. “O Porto de Santos representa 30% da corrente de exportação e importação do Brasil, por isso é fundamental que a gente possa ampliar os investimentos nos próximos anos. Atualmente o Porto conta com calado de 15 metros, em 2025 faremos investimentos para 16 metros e com a concessão iremos atingir 17 metros no curto prazo”, afirmou.

 

A futura empresa contratada será responsável pela construção, operação e manutenção do ativo, que permitirá o tráfego de veículos de passeio e de transporte público, além de caminhões, bicicletas (ciclovia) e pedestres. A solução não irá limitar o desenvolvimento e a expansão do porto de Santos.

 

“O túnel de Santos, a concessão da dragagem, são obras de mobilidade urbana, é o grande projeto de descarbonização dos nossos navios, toda essa infraestrutura será primordial para o crescimento do Brasil”, destacou o ministro.

 

Túnel Santos-Guarujá

O projeto prevê a construção de um túnel, instalado embaixo do mar, entre as cidades de Santos e Guarujá, ambas no estado de São Paulo. O túnel deve ter cerca de 870m de extensão, com 21m de profundidade. Esse é o primeiro modelo de túnel embaixo do mar na América Latina.

 

Em março de 2024, o Ministério de Portos e Aeroportos, em parceria com o governo de São Paulo, abriu consulta pública para o projeto do túnel imerso Santos-Guarujá. No mês de setembro, o MPor realizou uma sondagem de mercado (Market Sounding), para consultar investidores sobre a viabilidade de novas emissões ou propostas.

O trecho vai ligar as regiões de Outeirinhos e Macuco, em Santos, ao bairro Vicente de Carvalho, em Guarujá. Além da passagem de veículos, o túnel contará com uma área de circulação para ciclistas e pedestres instalada entre as seis vias de pista – três faixas por sentido, sendo uma delas adaptável ao VLT (Veículo Leve sobre Trilhos).

 

Como Regularizar um Casamento Realizado no Exterior aqui no Brasil

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Vice-presidente da Comissão de Direito Internacional da OAB explica o procedimento

 

Quem se casa fora do país e retorna ao Brasil precisa tomar algumas providências para garantir que o casamento tenha validade legal por aqui. A averbação da certidão de casamento é um processo fundamental nesse contexto, e o primeiro passo é o apostilamento do documento no país onde ele foi emitido.

Segundo Marco Túlio Elias Alves, advogado com especialização em Direito Civil, o apostilamento é uma etapa que valida documentos estrangeiros para que eles sejam reconhecidos em países que fazem parte da Convenção de Haia, como o Brasil. “Esse processo funciona como um carimbo internacional que atesta a autenticidade da certidão de casamento”, explica.

Com o documento apostilado, o próximo passo é reunir os papéis necessários, como a certidão de casamento, documentos pessoais e comprovante de residência, e comparecer a um Cartório de Registro Civil. O cartório será responsável por registrar o casamento estrangeiro no sistema brasileiro.  Esse procedimento também é feito em consulados.

A regularização é essencial para o casamento ter efeitos jurídicos no Brasil, afirma Marco Túlio. “Sem a averbação, o casamento não será reconhecido oficialmente, o que pode causar complicações em casos de herança, benefícios previdenciários e até divórcios. Além disso, a situação regularizada facilita outros trâmites, como mudanças de nome e partilha de bens.”

Quando o casamento ocorre em um país que não é signatário da Convenção de Haia, o processo exige etapas adicionais, como o reconhecimento do documento no consulado e a validação no Ministério das Relações Exteriores no Brasil.

Para evitar transtornos, o advogado reforça a importância de buscar orientação especializada para conduzir o processo corretamente. “A regularização pode parecer burocrática, mas é essencial para garantir a segurança jurídica do casal e evitar problemas futuros”, conclui.

Caso tenha dúvidas sobre o processo, procure informações detalhadas nos órgãos competentes, consulte um advogado especializado ou a defensoria pública de sua cidade.

 

Divórcio no Brasil: O Que Fazer Quando o Casamento Foi Realizado no Exterior?

 

Casamentos realizados no exterior são cada vez mais comuns, mas, quando chega o momento do divórcio, surgem dúvidas sobre como proceder no Brasil. Afinal, o casamento foi oficializado em outro país, mas um ou ambos os cônjuges podem estar morando no Brasil, ou ter interesses legais aqui. Vamos entender como funciona esse processo?

Segundo o especialista, a principal questão é garantir que o casamento esteja devidamente registrado no Brasil antes de iniciar o pedido de divórcio. “Se o casamento realizado no exterior não foi averbado no Brasil, ele não terá validade legal aqui. Isso significa que, primeiro, será necessário regularizá-lo, seguindo o procedimento de averbação no Cartório de Registro Civil”, explica Marco Túlio.

O registro do casamento no Brasil pode ser feito por meio da apresentação da certidão de casamento estrangeira devidamente apostilada (ou autenticada via consulado, caso o país de origem não seja signatário da Convenção de Haia). Somente após a regularização será possível formalizar o divórcio no Brasil.

 

Como funciona o divórcio no Brasil?

Uma vez que o casamento estrangeiro esteja averbado, o processo de divórcio pode ser realizado no Brasil, seguindo as mesmas regras aplicáveis aos casamentos realizados em território nacional. Existem duas possibilidades:

Divórcio consensual:

Quando ambos os cônjuges estão de acordo com o divórcio e não há litígios sobre partilha de bens, guarda de filhos ou pensão alimentícia, o processo pode ser feito extrajudicialmente, diretamente em um cartório. “É uma alternativa mais rápida e menos onerosa, desde que as partes estejam de comum acordo e não haja filhos menores ou incapazes envolvidos”, explica o advogado.

Divórcio litigioso:

Se há conflitos entre as partes ou questões pendentes, como divisão de patrimônio ou disputa pela guarda dos filhos, o divórcio deve ser judicial. Nesse caso, será necessário ingressar com uma ação na Justiça brasileira.

E quando o divórcio já foi realizado no exterior?

Se o divórcio já foi homologado em outro país, ele precisa ser reconhecido pelo Brasil para produzir efeitos legais aqui. Esse reconhecimento é feito pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), em um processo chamado de homologação de sentença estrangeira.

Para isso, é necessário apresentar a documentação completa do divórcio estrangeiro, incluindo a sentença judicial traduzida por um tradutor juramentado, além de comprovar que ambas as partes foram notificadas e que o processo respeitou as leis do país de origem.

 

Por que é importante regularizar o divórcio no Brasil?

A regularização do divórcio é fundamental para evitar problemas futuros. Sem ela, você continuará sendo considerado(a) casado(a) no Brasil, o que pode dificultar novos casamentos, regularização de bens ou outros trâmites legais. Além disso, a falta de reconhecimento pode gerar complicações em casos de herança e direitos patrimoniais.

Segundo Marco Túlio Elias Alves, “o divórcio em casos de casamentos internacionais pode parecer mais complexo, mas, com a orientação certa, é possível conduzir o processo de forma tranquila e eficaz. A chave está em cumprir todas as etapas legais e garantir que os documentos estejam conforme as exigências brasileiras”.

Se você se casou no exterior e precisa iniciar um processo de divórcio no Brasil, procure a ajuda de um advogado especializado ou da defensoria pública para entender as particularidades do seu caso e garantir que tudo seja feito de forma segura.

 

BALANÇO SAA 2024: Com recorde de investimentos e iniciativas pioneiras, Agro de São Paulo encerra o ano ainda mais fortalecido

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Ações da Secretaria de Agricultura de São Paulo impulsionam setor que é líder nacional na balança comercial agrícola com superávit de R$140 bilhões

 

Em meio às adversidades climáticas, 2024 foi um ano marcado por recordes em diversas áreas do agro paulista: superávit da balança comercial, liberação de linhas de crédito e maior regularização fundiária da história de São Paulo. O Governo de SP, por meio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado, criou e ampliou ações que beneficiaram os produtores rurais durante todo o ano, promovendo o desenvolvimento sustentável e garantindo a produtividade das lavouras, a segurança jurídica e a prosperidade das populações rurais.

 

Em 2024, o agronegócio paulista bateu recordes na balança comercial, consolidando São Paulo na liderança das exportações brasileiras do agro. São Paulo é responsável por 18,6% de participação nas exportações do agronegócio brasileiro, com um superávit de R$140 bilhões no acumulado de janeiro a novembro de 2024, 10% a mais em relação ao mesmo período de 2023.

Outro número para ficar na história foram os R$290 milhões em crédito rural disponibilizados pela Secretaria de Agricultura, um montante que potencializou a produtividade no campo e amenizou os impactos da estiagem. Entre linhas de crédito e subvenções, essa é a maior liberação da história do Estado de SP, que inclui seguro rural, pagamento por serviços ambientais, créditos emergenciais, subvenção do projeto Pró-trator, entre outros.

No âmbito da regularização fundiária, essencial à segurança jurídica e à paz nos campos paulistas, SP promoveu as maiores ações na história do Estado. Cinco propriedades rurais são regularizadas a cada dia, somando 3,4 mil propriedades desde 2023. São mais de 130 mil hectares de terra regularizados em 2024. A iniciativa atrai investimentos e prosperidade para o agronegócio paulista, principalmente em regiões em que haviam conflitos de terra, como o Pontal do Paranapanema.

Com o processo de titulação da terra, a líder quilombola Selma França já reconhece mudanças para a sua comunidade, o quilombo Nhunguara, que fica entre os municípios de Iporanga e Eldorado. “A nossa comunidade é bem extensa, com 8.500 hectares de terra. Somos, aproximadamente, 140 famílias. Antigamente, tínhamos um espaço disponível e não podíamos aproveitá-lo. Agora, temos o projeto Viveiro, voltado para o turismo, possibilitando um futuro melhor para nós”, afirmou.

O compromisso ambiental do agro paulista também teve avanços importantes no ano de 2024. SP chegou ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado de número 100 mil, um marco no âmbito da regularização ambiental.

A transição energética, uma crescente exigência mundial para a substituição de poluentes por energia verde, encontra condições favoráveis em São Paulo, estado que responde por 38,9% de todo o etanol fabricado no país, com 60% dos canaviais de cana em território paulista. O setor sucroenergético possui grande potencial de descarbonização, com o pioneirismo da produção de biogás e biometano, combustíveis renováveis e limpos.

A Secretaria de Agricultura não poupou esforços para contribuir com o Plano Estadual de Energia 2050, que pretende gerar R$20 bilhões por parte da iniciativa privada, gerando emprego e renda para os paulistas. Entre as ações, a regulamentação do licenciamento ambiental para a implantação de biodigestores de biogás/biometano e bioinsumo em todas as cadeias agropecuárias, instalação de biodigestores em propriedades rurais; a criação de uma coordenadoria de transição energética; estímulo a projetos de ILPE (Integração Lavoura Pecuária e Energia) e a atualização do Protocolo Etanol Mais Verde, que promove, junto com as usinas, o desenvolvimento sustentável do setor.

Entre agosto e setembro, o estado de São Paulo sofreu com incêndios nas áreas rurais durante severa estiagem, gerando prejuízo de pelo menos R$ 2 bilhões. O clima adverso reforça a importância do seguro rural entre as políticas públicas. Por isso, no primeiro semestre deste ano, o governo de SP anunciou o maior seguro rural da história do estado, com valor recorde de R$100 milhões. No final de agosto, SP lançou um pacote de R$ 10 milhões para socorrer produtores afetados pelos incêndios florestais. Por meio do Feap, o produtor afetado pode acessar um crédito de R$50 mil, com juro zero, para custeio, como despesas de manutenção e recuperação da produção.

Em outra medida para garantir a produtividade das lavouras paulistas em meio às condições climáticas extremas, a Secretaria de Agricultura também estimulou a irrigação nas propriedades rurais, assinado um decreto indutor, instituindo a Câmara Temática de Irrigação Sustentável, órgão vinculado à Pasta como instância de implementação e gestão do Plano Estadual de Irrigação Sustentável, o Irriga + SP. Um plano que prevê a liberação de R$200 milhões em crédito para a irrigação no Estado, que atenderá cerca de 200 propriedades rurais, incentivando a implementação de sistemas de irrigação, energia fotovoltaica e agricultura de precisão.

Em maio, durante a Agrishow, em maio, a Secretaria de Agricultura apresentou a captação de R$500 milhões para financiar produtores rurais via Fundo de Investimentos de Cadeias Agroindustriais (Fiagro). Em dezembro, a Pasta anunciou o primeiro aporte de R$50 milhões, para modernização da infraestrutura produtiva.

SP também avançou no combate ao greening e criou um Comitê Estadual, e anunciou investimento de R$90 milhões para um Centro de Pesquisa Aplicada em Inovação e Sustentabilidade para o setor citrícola, visando desenvolver pesquisas e transferir tecnologia para o setor. Também há uma linha de crédito de R$ 300 mil para pequenos produtores. “Estamos adquirindo insumos e mudas para tentar conviver com o greening, continuando a nossa atividade citrícola. O pequeno produtor estava descapitalizado, não conseguindo acompanhar as inovações”, destaca Tarciso Sardinha, produtor rural de Limeira, beneficiário do crédito para combate ao greening.

 

A Secretaria de Agricultura também possui uma linha de crédito voltada às mulheres agricultoras. Foram R$ 4,2 milhões liberados para o FEAP Mulher, com R$ 25 mil por produtora, fortalecendo a presença feminina do agro paulista. “São muitos anos de lutas incessantes, e jamais desistimos. As mulheres no agro são uma parcela muito importante, mas ainda com pouca voz. A partir do momento que o Governo de SP nos incentiva, a participação feminina no setor é fortalecida”, destaca Célia Biscaro, produtora de leite e queijos do Capril Caprioles, de Jundiaí.

Além do tradicional concurso que elege os melhores cafés de SP, este ano, pela primeira vez, a Secretaria de Agricultura elegeu as melhores cachaças produzidas no Estado. O 1º Concurso Estadual de Qualidade da Cachaça Paulista premiou 78 rótulos reconhecidos, todos com alta qualidade certificada. Além disso, criou o Programa Rotas do Vinho de São Paulo, que organiza a cadeia produtiva e promove o enoturismo.

Na esfera da tecnologia e transferência de conhecimentos foi desenvolvido o AptaHub. Ao todo, sete espaços de inovação foram criados para promover a cultura de inovação com foco no desenvolvimento científico e tecnológico.

 

Pecuária

Na esfera animal, a Secretaria de Agricultura, por meio da Defesa Agropecuária (CDA), anunciou ações de sanidade, bem estar animal e valorização da pecuária paulista. A principal feira do setor, a Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne (Feicorte), foi retomada após 10 anos e ocorreu em Presidente Prudente. Na ocasião, SP anunciou o Sistema de Identificação Individual e Rastreabilidade de Bovinos e Bubalinos do Estado de São Paulo (SIRBOV-SP), que deve gerar mais competitividade e abrir novas oportunidades de mercado à pecuária paulista.

 

SP também lançou uma iniciativa pioneira no bem estar animal: um novo modelo não obrigatório de identificação de vacinação contra a Brucelose que dispensa a marcação a fogo utilizada nas bezerras de três a oito meses de idade vacinadas, dando a opção da utilização de um bottom. Essa é uma forma de estimular a qualidade do manejo, a segurança do trabalhador rural e do médico veterinário e a produtividade.

Outro importante anúncio foi o FUNDESA-PEC, fundo complementar indenizatório criado para ressarcir o pecuarista caso haja focos de febre aftosa em decorrência da retirada da vacinação contra a doença, que entrou em vigor em 2024. Neste ano, SP foi reconhecido nacionalmente com o status de zona livre de aftosa sem vacinação.

A pedido da SAA, também foi aprovado este ano o projeto de lei do Passaporte Equestre, que dispensa a emissão de GTA física, que nestes casos, será substituída pelo passaporte, emitido diretamente pelo aplicativo.