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A regulamentação da Reforma Tributária, aprovada pelo Senado Federal, marca um passo importante para a economia brasileira. Ela fortalece a segurança jurídica e promove a competitividade nacional, respeitando as diretrizes constitucionais. Nesse contexto, a Zona Franca de Manaus (ZFM) se consolida como um modelo fundamental para o desenvolvimento regional sustentável na Amazônia, gerando empregos, renda e contribuindo para a preservação ambiental da região.
Ao mesmo tempo, a reforma garante a manutenção da competitividade em todo o país.
Com a transição para o novo modelo tributário, a alíquota interestadual sobre produtos da ZFM será aumentada de 13,64% para 18%, enquanto a alíquota interna nos estados consumidores será reduzida de 21,95% para 18%. Teremos um acréscimo de 32% e os produtos importados, ou hipoteticamente, produzidos por outros estados terão redução de 18%.
Apenas esta mudança sistêmica, como está demonstrado, retira parte do diferencial competitivo da atividade industrial no Polo Industrial da Zona Franca de Manaus. Adicionar a esta perda uma redução de mais 1/3 dos mecanismos fiscais hoje existentes é colocar em risco a atividade industrial e seu papel como mola impulsionadora da economia local. É comprometer a geração de emprego e renda. É jogar milhares de amazonense no desemprego, É dizimar a alternativa econômica que pela oferta do emprego formal, evitou a debacle ambiental, possibilitando a manutenção de mais de 96% da floresta em pé.
Precisamos desvelar interpretações equivocadas. O Brasil precisa conhecer a realidade dos fatos, afastar narrativas equivocadas.
A regulamentação aprovada no Senado não concede novos privilégios à ZFM, apenas transpõe os mecanismos existentes na legislação do ICMS. Nada além disso.
A decisão do Senado reafirma o valor estratégico da ZFM e o papel compensatório dos tributos como essencial para garantir a competitividade da indústria em uma região com altos custos e uma importância ambiental única. Este modelo, respaldado pela Constituição, é vital para assegurar que a produção industrial na Amazônia participe de forma justa do mercado nacional e internacional, evitando a migração de empresas para outros países e protegendo mais de 96% da floresta amazônica.
A decisão do Senado é resultado de um amplo e democrático processo de diálogo, que envolveu senadores, a Receita Federal, a Secretaria Especial da Reforma Tributária, assessores legislativos e representantes de diversas entidades da sociedade civil organizada. A regulamentação da reforma elimina incertezas tributárias que poderiam prejudicar os investimentos, garantindo estabilidade para negócios tanto na ZFM quanto em outras regiões do Brasil.
A decisão fomenta a economia nacional e consolida um ambiente de negócios estável em todas as regiões do Brasil assegura sustentabilidade ambiental, justiça tributária e competitividade econômica.
O Senado demonstrou responsabilidade ao consolidar um modelo que harmoniza interesses regionais e nacionais, desfazendo mitos sobre vantagens exclusivas para a ZFM, assegurando que todos os estados sejam tratados de maneira justa, representando um marco de visão e equilíbrio que beneficia a nação inteira.
*Federação das Indústrias do Estado do Amazonas – FIEAM *
O Acordo entre Mercosul e União Europeia, após décadas de negociações, representa um marco para o comércio internacional, com impactos expressivos para o agronegócio brasileiro. Entre os principais benefícios, destaca-se a potencial expansão das exportações em até 26%, conforme estimativas do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). Produtos de grande relevância, como carnes, frutas, grãos, açúcar e etanol, terão acesso preferencial ao mercado europeu. Esse novo cenário favorece a consolidação do Brasil como líder global no fornecimento de alimentos, promovendo não apenas o aumento do volume exportado, mas também a diversificação dos mercados consumidores.
Além do crescimento nas exportações, o acordo contempla a redução e, em muitos casos, a eliminação de tarifas de importação. Para o setor agrícola, isso significa maior competitividade nos preços dos produtos brasileiros na União Europeia. Carnes bovinas, suínas e de aves, por exemplo, terão tarifas significativamente reduzidas ou até isentas dentro das cotas definidas. Outros itens, como frutas e café, terão suas tarifas eliminadas em prazos que variam entre quatro e dez anos. Essa medida amplia a competitividade dos produtos brasileiros em relação a fornecedores de outras regiões, permitindo um acesso mais amplo e sustentável ao exigente mercado europeu.
Outro aspecto positivo é a definição de regras claras e transparentes para a comercialização entre os blocos. O acordo estabelece padrões unificados, incluindo normas sanitárias e fitossanitárias, que buscam garantir previsibilidade e facilitar o comércio. Com isso, os produtores brasileiros poderão se planejar melhor para atender às exigências europeias, reduzindo custos e diminuindo entraves burocráticos. A adoção do sistema de “pré-listing”, por exemplo, simplifica processos de habilitação de exportadores, acelerando o acesso a novos mercados dentro da União Europeia.
Ademais, o capítulo de regras de origem e facilitação comercial contribui para uma maior integração do Brasil em cadeias globais de valor. Ao flexibilizar requisitos de origem e reduzir barreiras técnicas ao comércio, o acordo favorece a inserção de pequenos e médios produtores no mercado internacional, ampliando a geração de emprego e renda no setor agropecuário. As medidas de cooperação e harmonização regulatória reforçam a segurança jurídica para exportadores e investidores, fomentando novas parcerias e investimentos no agronegócio brasileiro.
Por fim, o Acordo Mercosul-União Europeia é mais do que um avanço comercial; ele representa uma oportunidade para o agronegócio brasileiro se consolidar como um dos mais competitivos e sustentáveis do mundo. Ao combinar vantagens tarifárias, expansão de mercados e modernização de processos comerciais, o pacto fortalece a posição do Brasil no cenário internacional, promovendo crescimento econômico e integração global.
Por: Leonardo César Dias Filho, advogado inscrito na OAB/GO sob o nº 66.434, atuante na área de direito empresarial aplicado ao agronegócio, bacharel em direito pela Universidade Federal de Goiás, com especializações na FGV/SP, IBDA/SP e IGD/GO.
O fim de ano no Brasil, com suas festividades de Natal e Ano Novo, é tradicionalmente acompanhado por um aumento significativo nos preços das passagens aéreas. Em 2024, o cenário se intensificou, com as tarifas atingindo níveis recordes. Um estudo recente realizado pelo movimento Livres traz uma análise aprofundada sobre os principais fatores que explicam esse fenômeno, destacando elementos econômicos, estruturais e de políticas públicas que influenciam o setor de aviação.
Alta do Dólar Pressiona Custos Operacionais
De acordo com o estudo do Livres, os custos das companhias aéreas brasileiras são amplamente dolarizados, abrangendo despesas como leasing de aeronaves, manutenção e combustível. Em 2024, o dólar alcançou R$ 6,07, representando um aumento expressivo que pressiona diretamente os custos operacionais e, consequentemente, as tarifas cobradas dos consumidores.
O querosene de aviação (QAV), que compõe cerca de 40% dos custos operacionais das companhias, também sofreu aumentos expressivos. Ainda segundo o Livres, desde 2020, o preço do QAV subiu mais de 50%, impulsionado por crises internacionais, como a guerra na Ucrânia, que mantém o preço dos combustíveis em patamares elevados.
Falta de Concorrência: um Gargalo Persistente
O mercado aéreo brasileiro continua concentrado em poucas empresas, como Gol, Latam e Azul, que juntas controlam a maior parte das rotas domésticas. Conforme analisado pelo estudo do Livres, essa concentração limita aconcorrência e resulta em tarifas mais altas, especialmente em períodos de alta demanda.
O estudo destaca que iniciativas como a política de “céus abertos“, adotada em países como o Chile, poderiam trazer maior concorrência ao mercado brasileiro e contribuir para a redução de preços. No entanto, a implementação dessa política enfrenta resistência regulatória no Brasil, deixando os consumidores sujeitos a tarifas elevadas e a um mercado pouco dinâmico.
Subsídios e Programas de Governo: Solução ou Problema?
O programa “Voa Brasil”, lançado em 2024, é outro aspecto analisado pelo estudo do Livres, que questiona sua eficácia no enfrentamento dos problemas estruturais do setor. O programa propõe passagens aéreas a R$ 200 para aposentados do INSS e, posteriormente, para estudantes do ProUni. Apesar de não depender diretamente de recursos públicos, o estudo aponta que medidas desse tipo podem desbalancear o mercado e criar distorções, beneficiando grupos específicos sem resolver os gargalos de custos operacionais e infraestrutura.
O estudo do Livres alerta que políticas similares, como o extinto PDAR (Programa de Desenvolvimento da Aviação Regional), falharam em atingir seus objetivos, consumindo recursos públicos consideráveis e impactando negativamente o mercado.
Infraestrutura e Taxas Elevadas
Outro ponto analisado pelo estudo do Livres é o impacto das taxas aeroportuárias no preço final das passagens. Muitas das taxas cobradas nos aeroportos brasileiros são consideradas elevadas, principalmente nos terminais administrados pelo poder público. Em contrapartida, aeroportos concedidos à iniciativa privada, como os de Brasília e Confins, têm apresentado melhor desempenho em qualidade e eficiência.
O estudo destaca que a ampliação das concessões à iniciativa privada poderia reduzir custos operacionais e tarifas aéreas, além de promover maior modernização e competitividade no setor.
Judicialização e Endividamento Agravam o Cenário
O estudo do Livres também chama atenção para a alta judicialização no setor de aviação brasileiro. Atualmente, o Brasil lidera globalmente em ações judiciais contra companhias aéreas, representando 98,5% dos processos do setor em todo o mundo. Esses litígios custam, em média, R$ 1 bilhão por ano para as empresas, que já enfrentam desafios financeiros devido ao endividamento acumulado durante a pandemia de Covid-19.
O Que Fazer?
Com base nas conclusões do estudo do Livres, algumas recomendações para enfrentar o problema incluem:
Movimento Livres*
O Livres é um movimento político suprapartidário em defesa do liberalismo, que atua como associação civil sem fins lucrativos desde 2018 no desenvolvimento de lideranças e na curadoria de políticas públicas por meio de campanhas educativas e advocacy por reformas.
Curso da Universidade de Helsinki tem 360 horas de duração; colégio inicia atividades em fevereiro de 2025
Os professores do Colégio Donaduzzi, localizado no Parque Tecnológico do Oeste do Paraná — Biopark, estão passando por uma capacitação da Universidade de Helsinki, na Finlândia. A instituição iniciará as aulas para turmas do sétimo ano do Ensino Fundamental ao terceiro ano do Ensino Médio em fevereiro de 2025, adotando o modelo PBL (Problem Based Learning), uma metodologia ativa de ensino baseada em problemas que vem transformando a forma de estudar, focada na personalização do ensino.
“Nós tivemos bastante cuidado na seleção dos professores, porque acreditamos que eles são um pilar fundamental para o sucesso do colégio. Criamos uma banca com especialistas em educação, que analisou currículos, realizou entrevistas e assistiu a uma aula simulada de cada um dos docentes”, conta o vice-presidente do Biopark Educação, Paulo Rocha. “Escolhemos professores que demonstraram conhecer bem o conteúdo e ministraram aulas com uma abordagem moderna e individualizada”, enfatiza.
O curso Star Lessons, da Universidade de Helsinki, tem 360 horas de duração e é realizado com toda a equipe. Nele, os participantes desenvolvem propostas a partir das orientações recebidas e refletem coletivamente sobre elas, criando o modelo que será utilizado na própria instituição. “A educação finlandesa é conhecida por sua abordagem única, frequentemente vista como um modelo de promoção da equidade e da qualidade. Nossos professores são altamente qualificados, com foco no aprendizado em vez de avaliações, além de currículo e aprendizado baseados em competências”, explica o CEO da HY+, Kimmo Kärpijoki.
Especialização
O foco do curso de capacitação está nas práticas de sala de aula, ou seja, em todas as ações que o professor realiza junto aos alunos, desde a apresentação do conteúdo e o método de trabalho até as diferentes formas de acompanhar a aprendizagem, dar feedback e motivá-los a continuar estudando. “Estamos trabalhando com o modelo de sala de aula invertida, em que os docentes recebem uma unidade de microaprendizagem por semana, acompanhada de uma proposta prática”, explica a diretora da BvStaa Tecnologia e Educação, Betina von Staa. “Essa proposta deve ser entregue e discutida tanto nos momentos presenciais com o professor quanto de forma remota, para aprofundar a discussão”, complementa.
Os momentos presenciais envolvem atividades colaborativas, resolução de dúvidas e aprofundamento das questões propostas pelo Star Lessons. Além do conteúdo formal do curso, os professores têm acesso a vídeos extras que apresentam exemplos de aulas ministradas por docentes e alunos finlandeses, bem como contribuições de professores brasileiros de diversas regiões e níveis de ensino que estudaram na Finlândia e aplicam essas estratégias didáticas com suas turmas no Brasil.
Sobre o Biopark
O Biopark está localizado em Toledo, região Oeste do Paraná, em uma área de mais 5 milhões de m². Com o foco no desenvolvimento regional por meio da educação, da pesquisa e da geração de negócios, o Biopark já conta com mais de duas mil pessoas circulando diariamente em seu território. Atualmente, mais de 180 empresas já atuam no local, gerando empregos e progresso. Três instituições federais de ensino estão instaladas no Biopark, a Universidade Federal do Paraná (UFPR), a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e o Instituto Federal do Paraná (IFPR). Em 30 anos, o Biopark deve receber mais de 500 empresas, ofertar 30 mil postos de trabalho e ter população de 75 mil moradores.
Acessibilidade, protagonismo feminino e geração de trabalho estão entre os pilares que nortearam a última temporada do festival
A 4ª edição do Festival Divas do Samba chegou ao fim deixando um legado que vai além da música. O evento mostrou como o samba pode ser um motor de transformação cultural, social e econômica, contribuindo diretamente para a economia criativa do Distrito Federal.
O projeto, realizado pela Guia Acessibilidade Inclusiva, conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC DF) e incentivo da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF.
Acessibilidade e compromisso social
Durante o festival, o impacto positivo foi sentido tanto nos palcos quanto nos bastidores. Entre as iniciativas de destaque, estão a arrecadação e entrega de mais de 80 kg de alimentos para comunidades em situação de vulnerabilidade e as ações de acessibilidade.
“Os alimentos que recebemos nos dois dias de festival foram doados para a Casa do Ceará, uma importante entidade de assistência social, sem fins lucrativos que precisa de ações como esta. É gratificante poder contribuir. Além disso, também tivemos ações específicas, voltadas para as Pessoas com Deficiência, garantindo que o Divas do Samba fosse acessível”, afirma a coordenadora de acessibilidade do Festival, Cássia Lemos.
As ações de acessibilidade atenderam a dezenas de pessoas com algum tipo de deficiência e incluíram intérpretes de Libras, audiodescrição, abafadores para o público neurodivergente e transporte exclusivo, com uma equipe dedicada ao acolhimento e suporte para PcD.
Para a cantora pernambucana Karynna Spinelli, recentemente diagnosticada com transtorno do espectro autista, o cuidado com esse público tem se tornado uma preocupação frequente em todos os shows. E no Divas, não foi diferente.
“Eu sou TDH e estou no espectro autista nível um, com altas habilidades. Cada neurodivergente tem as suas peculiaridades, mas há algo comum em nós que é a questão sensorial. Luzes, sons, muito movimento, me tiram do prumo. Desde que recebi o diagnóstico, oferecemos nos shows uma área reservada e disponibilizamos os abafadores, para que essas pessoas consigam aproveitar a apresentação da maneira mais confortável possível”, explica Spinelli.
Protagonismo feminino e geração de trabalho
O festival impulsionou a economia criativa do DF, criando 86 postos de trabalho diretos e indiretos. Além disso, o protagonismo feminino foi um pilar importante da edição, reforçando e ampliando o compromisso com a inclusão e a representatividade das mulheres no cenário cultural:
82% da equipe de produção foi formada por mulheres, um avanço significativo em relação à última edição, que contou com 60%.
Todas as artistas que brilharam nos palcos eram mulheres, e 72% dos grupos musicais que estavam com elas também, evidenciando o poder e influência feminino no samba.
Muito além da música
Para Ellen Oliveira, nesta 4ª edição, o Divas do Samba se consolidou como um importante movimento cultural para a cena candanga.
“Conectamos comunidades, geramos oportunidades, fortalecemos a cultura e fomentamos a economia criativa. O evento provou que o samba, além de ser um símbolo da nossa identidade, é também um instrumento para construir um futuro mais inclusivo e sustentável”, finaliza.
O Sicredi, instituição financeira cooperativa presente em todo país e com mais de 8,5 milhões de associados, registrou alta de 92,2% nas transações realizadas em suas máquinas de cartão durante a Black Friday deste ano em comparação com a data comercial de 2023. Considerando as vendas registradads no dia 29/11, foram R$ 261,9 milhões transacionados . O dado considera as compras em débito, crédito e PIX QR Code realizadas nos estabelecimentos que utilizam as máquinas de cartões do Sicredi. As transações via Pix cresceram 267% em relação a 2023.
“Temos registrado um aumento consistente nas vendas realizadas por meio de nossas máquinas neste ano e a Black Friday confirmou esse movimento. Facilidades como a entrega das máquinas no momento do credenciamento e a possibilidade de aceitar pagamento via Pix direto na máquina, além do nosso relacionamento próximo com os Associados, têm gerado cada vez mais conveniência, potencializando a utilização das máquinas de cartão do Sicredi”, contextualiza Bruno Carcagnoli, gerente de Aceitação do Sicredi.
Entre os segmentos de destaque estão Comércio, que representou 64,1%, e Serviços, com 24% das vendas. Em termos de participação de mercado entre as vendas da Black Friday, com base na estimativa prévia de movimentação de R$ 15,8 bilhões divulgada pela Abecs, o Sicredi alcançou uma participação de 1,5% no volume de transações da data, um crescimento de 88,2% em relação ao alcançado em 2023.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 8,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.800 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.
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O deputado federal Átila Lira (PP-PI), coordenador de Acesso e Permanência da Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ), participou, na última terça-feira (10), de uma discussão estratégica sobre o Plano Nacional de Educação (PNE) na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados.
A reunião reuniu especialistas, gestores educacionais e representantes do setor privado para avaliar os avanços e os desafios do PNE, que serve como base para as políticas públicas de educação no país.
Segundo os especialistas ouvidos, as habilidades desenvolvidas na creche e na pré-escola são determinantes para a trajetória escolar do aluno. Durante sua fala, Átila Lira destacou a importância de garantir uma educação mais justa e acessível para todos.
“Um país que não tem educação como prioridade não tem perspectiva de futuro para sua juventude. Portanto, buscar soluções em conjunto é fundamental, e o objetivo do seminário sobre o PNE é colher subsídios para orientar nossa atividade legislativa para garantir uma educação de qualidade a todos”, explica o coordenador da FPeduQ.
Já a presidente da Associação Nacional das Universidades Particulares (ANUP), Elizabeth Guedes. criticou a superficialidade das metas do PNE, especialmente no Ensino Superior, e fez um apelo aos parlamentares: “É fundamental que o PNE seja reformulado com base em ideias inovadoras e na colaboração de especialistas comprometidos com a construção de um sistema educacional que inspire, transforme e prepare o Brasil para o futuro. Nós não iremos a lugar nenhum com esse sistema de ensino obsoleto, mal avaliado, mal executado”, afirmou.
O novo PNE deve ser aprovado pelo Congresso até o final do próximo ano e será válido por dez anos. O governo já encaminhou o Projeto de Lei 2614/24, sobre o tema. O texto em análise na Câmara prevê 18 objetivos nas áreas de educação infantil, alfabetização, ensinos fundamental e médio, educação integral, diversidade e inclusão, educação profissional e tecnológica, educação superior, estrutura e funcionamento da educação básica.
Sobre a FPeduQ
A Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ) tem como objetivo discutir no Congresso Nacional melhorias nos programas de acesso à educação, como Fies e Prouni, além da qualidade do ensino, inovação e tecnologia na educação, reforma tributária e outras pautas importantes.
O setor particular de ensino é responsável pela educação de mais de 15 milhões de brasileiros, dos quais 90% são das classes C, D e E. Além disso, é responsável por 77% dos alunos no ensino superior e 20% no ensino básico.
Presidida pelo deputado federal Eduardo Bismarck (PDT-CE), a Frente tem como vice-presidente na Câmara a deputada Socorro Neri (PP-AC). No Senado, Nelsinho Trad (PSD-MS) é o vice.
SANTA CATARINA – “Somos as milhares de histórias que escrevem a nossa”. Sob essa inspiração, a Aurora Coop promove na próxima quarta-feira (18 de dezembro), o lançamento do seu novo filme institucional. O evento acontece no Cinema do Pátio Shopping Chapecó, com início às 9 horas no welcome coffee, seguido pela exibição do filme às 10 horas. Após a estreia, a produção também estará disponível no canal do Youtube da cooperativa.
Para o diretor-presidente da Aurora Coop, Neivor Canton, o lançamento representa um marco histórico. “Este é o primeiro filme institucional com a marca Aurora Coop, no qual mostramos as pessoas, nossas marcas e a excelência presente em todas as etapas do nosso sistema cooperativo”, afirma.
A coordenadora corporativa de Comunicação Social, Jaqueline Schmitt, reforça o impacto da produção. “O filme reflete a grandiosidade da nossa cooperativa e das pessoas que a compõem. O resultado final superou nossas expectativas e nos enche de orgulho”, ressalta.
SOBRE A PRODUÇÃO
Com duração de aproximadamente cinco minutos, o filme destaca a atuação da Aurora Coop desde o campo até a entrega de alimentos para consumidores no Brasil e em mais de 80 países. A narrativa combina uma linguagem acessível com uma estética cinematográfica. As imagens valorizam as pessoas, paisagens e ambientes relacionados à cooperativa.
O projeto envolveu cerca de 30 profissionais durante seis meses, com gravações realizadas em unidades industriais, propriedades rurais e outros cenários, totalizando 10 dias de filmagem. “Nosso objetivo foi criar uma obra que conectasse os diversos contextos da Aurora Coop de forma coesa e inspiradora”, explica Jaqueline.
AURORA COOP
A Aurora Coop é uma cooperativa central que une a força de 14 cooperativas agropecuárias presentes nos estados de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. A elas estão associadas mais de 85 mil famílias de empresários rurais, que produzem com técnica e esmero a matéria-prima que dá origem aos produtos das marcas Aurora, Aurora Premium, Aurora Bem Leve, Nobre e Alegra em mais de 700 municípios brasileiros.
A Aurora Coop atua na industrialização e comercialização de carnes suínas e de aves, lácteos, massas, vegetais, pescados e suplementos para nutrição animal, possuindo um mix com mais de 850 produtos. O carinho com que produz a matéria-prima no campo, a transparência nas relações e a excelência empregada em cada etapa de produção dos alimentos garantem o reconhecimento dos consumidores em todo o mundo. A Aurora Coop situa-se entre os três principais grupos industriais de proteína animal do Brasil.
A imprensa é convidada a prestigiar o evento, que marca um momento significativo para a Aurora Coop.
SERVIÇO
PAUTA: Lançamento do filme institucional da Aurora Coop.
DATA: 18 de dezembro (quarta-feira).
HORÁRIO: 9h welcome coffee | 10h exibição do filme.
LOCAL: Cinema do Pátio Shopping Chapecó (Av. Fernando Machado, 4000 D – Líder, Chapecó – SC).