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Brasil apresenta a primeira norma de qualidade para as latas de alumínio em todo o mundo

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A ABNT NBR 17194, publicada pela ABNT em parceria com a Abralatas, foi apresentada oficialmente
nesta quarta-feira (11) em São Paulo

São Paulo – O setor de latas de alumínio para bebidas agora conta com a sua primeira NBR. Com isso, o Brasil se torna o primeiro no mundo a contar com uma norma técnica de qualidade chancelada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o que garante ainda mais segurança e confiança para quem trabalha e consome bebidas em latas de alumínio.
A norma, que irá proporcionar ao mercado brasileiro uma referência de padrão de qualidade para a lata de alumínio, foi publicada no dia 4 de novembro, e apresentada oficialmente nesta quarta-feira (11) em evento realizado na FIESP com a presença da ABNT e da Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas).

Guilherme Canielo, da Abralatas; e Mario William Esper, da ABNT, apresentam a NBR da Lata de Alumínio

 

A norma ABNT NBR 17194 trata de conceitos básicos, define características visuais, dimensionais e funcionais da lata de alumínio e especificações para transporte, manuseio, armazenagem e até mesmo envase das bebidas. São requisitos, procedimentos, recomendações e cuidados que asseguram o mais alto padrão de qualidade em termos de embalagens para bebidas.
Com 35 anos de história completados recentemente em outubro, a indústria de latas de alumínio atende com diferentes formatos, tamanhos, tecnologias de impressão desde a tradicional cerveja até a água mineral. Em 2024, a expectativa é superar o patamar de 34 bilhões de unidades vendidas no Brasil, um recorde, equivalente a mais de 93 milhões de latas por dia. O Brasil já é o 3º maior mercado mundial. Essa expansão exige instrumentos que não apenas acompanhem, mas sustentem esse avanço, garantindo segurança para todos—da indústria ao consumidor – que lidam com a lata de alumínio.
“A NBR 17194 não é apenas um ganho de eficiência para a indústria, mas também uma conquista para o consumidor, que terá à disposição um produto ainda mais confiável e seguro. Esta iniciativa reafirma o compromisso do setor com a excelência em tudo o que faz. É uma demonstração clara de um trabalho colaborativo do setor, por um mercado cada vez mais sólido e competitivo”, explicou Guilherme Canielo, da Abralatas.
Segundo o presidente da ABNT, Mario William Esper, a oferta de embalagens para bebidas seguras, confiáveis, sustentáveis e padronizadas é fundamental para a sociedade. “Ao publicarmos a série de normas ABNT NBR 17194 estamos oferecendo benefícios tais como o aumento da confiança dos clientes, ao aumentar a qualidade dos produtos, bem como a contribuição para a economia do país ao reduzir desperdícios adotando a circularidade dos resíduos. A ABNT acompanha constantemente as inovações de mercado buscando que suas Normas Brasileiras estejam sempre alinhadas com as práticas mais atuais e a NBR melhora o relacionamento do produtor de latas e envasador”, afirmou o presidente.

A NBR
É uma norma voluntária e pública que padroniza processos para o bem da sociedade. Ela estipula diretrizes de caráter técnico que tem como função padronizar processos para a elaboração de produtos e serviços no Brasil.
As NBRs são desenvolvidas publicamente de maneira democrática, transparente, neutra e objetiva pela ABNT de forma colaborativa e cooperam para o estabelecimento de altos padrões de produção.

Inclusão transformadora: o valor do emprego para pessoas com deficiência 

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Por Pedro Sampaio*

 

Muitas pessoas ainda têm a crença de que a oportunidade de emprego para pessoas com deficiência é tão somente uma atitude “generosa”, ancorada em uma lei que obriga as organizações a terem representatividade. Mas a verdade é que investir em pessoas e gerar oportunidades reais vai muito além disso. Desenvolver e oferecer caminhos e condições para a ascensão profissional de pessoas com deficiência traz um valor imensurável não apenas para nós, como também para toda a sociedade.

 

Iniciativas voltadas à absorção de pessoas com deficiências são mais que necessárias em um país com baixa empregabilidade dessas pessoas. Menos de 30% das pessoas com alguma deficiência tem alguma atividade profissional, de acordo com estudo do IBGE de 2022. E delas, mais da metade (55%) trabalha na informalidade.

 

Ter um emprego formal estimula o desenvolvimento da autonomia, proporcionando vidas mais independentes, dignas e de qualidade. Além disso, a expansão de oportunidades para pessoas com deficiência potencializa o conhecimento coletivo sobre a inclusão e sobre comportamentos respeitosos, essencial para que as pessoas convivam com as diferenças, combatendo preconceitos enraizados e vieses inconscientes que, aí sim, nos limitam de fato.

 

Quando desenvolvidos de forma estratégica, os treinamentos e programas de inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho ajudam a revelar habilidades muitas vezes inexploradas pela falta de estímulo, como a liderança, inteligência emocional, gestão, socialização, compromisso, entre outras. O x da questão é que para que essa pessoa alcance seu máximo potencial é imprescindível que as empresas compreendam e respeitem as individualidades, o tempo de aprendizagem de cada um e esteja disposta a oferecer as metodologias, as ferramentas e a acessibilidade necessária para que possam ter o ambiente adequado para exercer suas funções.

 

Neste compromisso de impulsionar a inclusão para além da cota, temos empresas como a Arcos Dorados, operadora da marca McDonald’s na América Latina e Caribe, que além de reconhecida por ser uma das maiores empregadoras de jovens, tem uma estratégia socioambiental chamada Receita do Futuro, que orienta as decisões da companhia e tem a inclusão como um princípio e a diversidade como uma prioridade. Só no Brasil, a companhia conta com cerca de 2 mil pessoas colaboradoras com diferentes tipos e graus de deficiência, sendo sua grande maioria (72%) deficiência intelectual, o que é ainda mais raro de encontrar no mercado.

 

Todos nós, sem exceção, temos virtudes e pontos de desenvolvimento, alguns deles aparentes, outros nem tanto, alguns já identificados, outros não. Mas fato é que a inclusão de pessoas com deficiência a partir do trabalho remunerado adequado, do desenvolvimento, da possibilidade de uma carreira e com respeito às demandas individuais, se torna um verdadeiro motor de transformação para a sociedade.

 

*Pedro Sampaio é Analista de Diversidade & Inclusão na Arcos Dorados, homem trans, autista e especialista na pauta LGBTQIAPN+ e PcD(s).

Ceia de Natal fica 9% mais cara em 2024

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Dicas práticas da nutricionista Paula Uessugue, professora do UNICEPLAC, ajudam a montar uma ceia deliciosa, saudável e acessível

 

A ceia de Natal é um dos momentos mais aguardados do ano, reunindo familiares e amigos ao redor da mesa para compartilhar pratos que remetem a afeto e celebração. Porém, com o aumento de 9,16% nos preços dos produtos típicos deste período, segundo levantamento da Fipe, é preciso criatividade para manter a tradição sem pesar no bolso.

Para ajudar a montar uma ceia saborosa e econômica, a nutricionista Paula Uessugue, professora do curso de Nutrição do Centro Universitário UNICEPLAC, oferece dicas valiosas. “É possível planejar uma ceia completa, equilibrada e deliciosa sem gastar muito. O segredo está em substituir ingredientes caros, aproveitar alimentos do dia a dia e apostar em preparos simples e nutritivos”, explica.

Você pode substituir o tradicional peru por um frango assado com batatas ou o pernil por um lombo suíno, que são opções mais acessíveis e igualmente saborosas. Outra alternativa é trocar o arroz com bacalhau por arroz com lentilha, que mantém a tradição de pratos festivos sem pesar no orçamento”, afirma.

Além das substituições, reaproveitar alimentos pode render pratos incríveis e evitar desperdícios. “Se sobrar chester ou frango, você pode desfiá-lo e preparar uma farofa para o dia seguinte. Já o arroz branco pode se transformar em um arroz colorido, basta adicionar legumes ou frutas secas, como passas”, orienta a nutricionista.

Sobremesas acessíveis e criativas

Sobremesas festivas não precisam ser caras para agradar. Paula recomenda receitas simples e econômicas, como mousse de maracujá ou creme de papaia. “Frutas frescas são excelentes opções: além de econômicas, são ricas em enzimas que facilitam a digestão após a ceia”, complementa.

Cardápio completo e econômico

A nutricionista sugere um menu prático e acessível:

Entrada: salada de alface, tomate e manga.

Prato principal: frango assado com legumes e arroz com passas.

Acompanhamentos: farofa de cenoura e arroz com lentilha.

Sobremesa: mousse de maracujá ou frutas frescas picadas.

Com planejamento e criatividade, é possível celebrar o Natal com pratos deliciosos e memoráveis, mantendo a tradição e respeitando o orçamento”, finaliza a nutricionista.

BYD Song Pro GS será o carro sorteado em campanha de Natal do Shopping Iguatemi Bosque

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O Shopping Iguatemi Bosque já entrou no clima natalino e, em parceria com a BYD Carmais, referência em carros 100% elétricos e super híbridos (plug-in hybrid), traz uma campanha especial para tornar o final de ano ainda mais inesquecível para os seus clientes. Até o dia 5 de janeiro, o shopping presenteia os consumidores com panetones e a chance de concorrer a dois carros BYD Song Pro GS, o SUV híbrido mais desejado do mercado.

Para participar, os consumidores devem acumular R$ 500 em compras nas lojas do Iguatemi Bosque e cadastrar as notas fiscais no aplicativo oficial do shopping. Após o cadastro, será gerado um número da sorte para participar do sorteio dos carros. O posto de troca está localizado próximo às lojas Farm e Cacau Show. Os números da sorte podem ser acumulados a cada R$ 500 em compras, aumentando as chances de ganhar um dos veículos.

“A parceria com o Shopping Iguatemi Bosque é um marco para a BYD Carmais no Ceará. Presentear dois clientes com um carro exclusivo como o BYD Song Plus, em um momento tão especial como o fim do ano, é motivo de grande satisfação. Acreditamos que essa ação irá fortalecer ainda mais a nossa marca no Estado e aproximar os cearenses da mobilidade elétrica”, destaca Leonardo Dall’Olio, diretor do Grupo Carmais.

Segundo o superintendente do shopping, Wellington Oliveira, a ação reforça a conexão do Iguatemi Bosque com o público. “O Natal é um momento de celebração e magia, e nossa campanha foi pensada para presentear nossos clientes com o que há de melhor”, afirma.

O BYD Song Pro GS é um SUV híbrido plug-in que oferece performance superior com consumo reduzido de combustível, destacando-se por sua autonomia elétrica e conectividade avançada.

Sobre o Grupo Carmais

Grupo Carmais é uma das maiores empresas do setor automotivo nos estados do Ceará, Maranhão, Piauí e Rio Grande do Norte. Com uma trajetória de décadas, a empresa se consolidou como um dos principais players do mercado, oferecendo uma ampla gama de serviços, desde a venda de veículos novos, seminovos, motos, caminhões, locadoras de veículos, assistência técnica e peças.

O Grupo Carmais busca proporcionar uma experiência completa ao cliente, prezando pela qualidade no atendimento e pela satisfação dos consumidores. A empresa também investe em inovação e tecnologia, buscando estar alinhada às novas tendências do mercado automotivo, como a sustentabilidade e a digitalização dos processos de compra e venda.

Reforma Tributária – Aumento em mais de 30% para setor imobiliário e aluguéis recebidos por pessoa física

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Por Eduardo Araújo, especialista tributário e CEO da Tax All

A reforma tributária, regulamentada pelo Projeto de Lei Complementar n° 68/2024 (PLP 68/2024), introduz mudanças significativas no sistema tributário brasileiro. Dentre as alterações propostas, destacam-se os impactos sobre as operações imobiliárias, com novas alíquotas e regras que afetam tanto pessoas físicas quanto jurídicas. O texto a seguir explora esses pontos em detalhes, apresentando cálculos para esclarecer o alcance das mudanças e suas implicações práticas.

No modelo atual, a carga tributária sobre rendimentos de aluguéis varia de acordo com o regime escolhido pelo contribuinte. Uma pessoa física que possui mais de três imóveis, com receita anual de locação de R$ 241 mil, paga 27,5% de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF). Nesse caso, não há incidência de ISS, PIS ou COFINS. Alternativamente, ao optar por uma holding no regime de lucro presumido, a carga tributária efetiva cai para 11,33%, considerando a tributação simplificada desse regime.

A proposta da reforma introduz o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que, juntos, constituem um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual. Sob o novo modelo, as pessoas físicas pagarão 7,95% de IVA e continuarão sujeitas à alíquota de 27,5% de IRRF sobre as receitas de aluguel, totalizando uma carga efetiva de 35,45%. Para pessoas jurídicas, ao optarem pela constituição de uma holding de investimentos no regime de lucro presumido, a tributação consolidada será de 15,63%, sendo 7,68% de IRPJ e CSLL, somados aos mesmos 7,95% de IVA.

A alíquota de 7,95% aplicada às receitas de aluguel deriva de um mecanismo específico do PLP 68/2024, que reduz a base da alíquota efetiva do IVA para operações imobiliárias. A alíquota nominal total do IVA, formada pelo IBS e pelo CBS, é de 26,5%. Entretanto, para as operações relacionadas ao setor imobiliário, aplica-se uma redução de 70% na base, resultando na alíquota efetiva de 7,95% (26,5% × 30%).

Ao compararmos o modelo atual e o proposto, evidencia-se um aumento expressivo na carga tributária sobre receitas de aluguel para pessoas físicas. No exemplo acima, a carga passa de 27,5% para 35,45%, um incremento de quase 30%. Para as holdings, embora o aumento seja menos drástico, a carga tributária efetiva sobe de 11,33% para 15,63%, o que representa um acréscimo de aproximadamente 38%. Essa mudança, especialmente para pessoas físicas, reflete o alinhamento da tributação ao conceito de valor agregado do novo sistema.

O PLP 68/2024 estabelece que pessoas físicas com receitas superiores a R$ 240 mil anuais provenientes de mais de três imóveis distintos serão enquadradas no regime regular do IBS e do CBS. As regras também abrangem operações de alienação, cessão e arrendamento, ampliando a base de contribuintes sujeitos ao novo sistema tributário.

Para as holdings, o impacto é significativo, mas o planejamento tributário continuará sendo uma ferramenta essencial para mitigar os efeitos do novo regime. A alíquota de 15,63%, embora maior do que a do sistema atual, permanece inferior à tributação das pessoas físicas, reforçando a atratividade do regime jurídico empresarial para investidores do setor imobiliário.

A Reforma Tributária proposta pelo PLP 68/2024 reflete uma tentativa de modernizar o sistema tributário brasileiro, trazendo simplificação e uniformidade. No entanto, as mudanças, especialmente as novas alíquotas de IVA, podem representar desafios significativos para pessoas físicas e jurídicas. Dessa forma, o planejamento tributário detalhado e a adaptação estratégica serão essenciais para mitigar os impactos e aproveitar as oportunidades no novo cenário fiscal.

Por fim, tributos, especialmente aqueles incidentes diretamente sobre a receita, tendem a ser encarados como custos pelos contribuintes e repassados ao consumidor final. No caso do mercado imobiliário, a tendência natural é de que os proprietários ajustem os valores de aluguel para preservar suas margens de receita líquida diante do aumento de 30% ou 38% na carga tributária, como explicado acima. Esse repasse pode ocorrer rapidamente, ao longo de poucos meses, e resultar em um aumento significativo nos valores dos aluguéis. Tal movimento pode inflar o mercado imobiliário, elevando os preços não por fatores econômicos diretos, mas como consequência dos ajustes tributários introduzidos pela reforma.

Preparado e carismático, André Kubitschek fecha 2024 com agenda cheia

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No Distrito Federal, quem está fechando o ano de 2024 com motivos de sobra para comemorar é o jovem empresário André Kubitschek, filho do querido casal Anna Christina (neta de JK) e do empresário e presidente do PSD-DF Paulo Octávio.

Neste ano, ele participou ativamente de reuniões, encontros  e festividades, revelando ter nas veias o carisma que herdou do bisavô Juscelino Kubitschek,  o presidente que trouxe progresso ao planalto central.

Com ideias e propostas próprias, André vem ganhando espaço junto aos jovens do Distrito Federal e região Metropolitana, para a construção de uma agenda positiva com vistas ao futuro.

André se mostra preparado para ingressar na política em 2026, quando disputará uma vaga de deputado federal ou distrital. Até lá, ele continuará atendendo às centenas de convites de simpatizantes ávidos por vê-lo com mandato parlamentar.

André, além de carismático e profissional competente, tem demonstrado nobres valores como por exemplo, amor à Deus e respeito ao Distrito Federal.

Assinatura de acordo coletivo de trabalho representa avanço no diálogo e na cooperação entre bancadas patronal e laboral

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Conquistas refletem a maturidade das negociações e o compromisso com um ambiente de trabalho mais justo, produtivo e harmonioso

 

Foto: Victor Oliveira/SGB

 

Rio de Janeiro (RJ) – O diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil (SGB), Inácio Melo, participou da assinatura do 36º Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), referente ao período 2024/2025, nesta terça-feira (10). O evento ocorreu no escritório do Rio de Janeiro, com a presença de representantes da Comissão Patronal, das entidades sindicais, da Coordenação Nacional das Associações de Empregados da CPRM (CONAE-CPRM) e associações dos empregados e ex-empregados.

Melo reforçou a importância do diálogo e da cooperação no processo de negociação: “A assinatura deste acordo coletivo simboliza a concretização de um esforço conjunto. Nos unimos para avançar com medidas que respeitam os interesses de todas as partes, visando sempre a valorização dos trabalhadores. As conquistas refletem a maturidade das negociações e o compromisso com um ambiente de trabalho mais justo, produtivo e harmonioso”.

O diretor-presidente também destacou seu compromisso com o fortalecimento do SGB e com a valorização de seus colaboradores, ressaltando a continuidade dos esforços para atender outras demandas, como teletrabalho e questões relativas à unidade-padrão dos últimos cinco anos.

O novo acordo traz conquistas esperadas há anos, como o pagamento de insalubridade no grau máximo, nas diárias de campo (até emissão de laudos definitivos), e o adicional de qualificação para técnicos com graduação.

Foto: Victor Oliveira/SGB

Para o presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo (Fetramico) e do Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Minérios e Derivados de Petróleo de Minas Gerais (Sitramico MG), Leonardo Luiz de Freitas, é um momento importante, porque se consagra toda uma negociação coletiva e todo o diálogo realizado durante as quatro reuniões deste ano. “A assinatura formaliza a pauta de reivindicações elaborada pelos empregados”, enfatizou

A assinatura do ACT representa um marco na trajetória do SGB, consolidando avanços significativos para os trabalhadores e reafirmando o compromisso mútuo e a cooperação como pilares para superar desafios futuros. Além disso, é fruto de um trabalho conjunto entre as bancadas patronal e laboral, a Diretoria-Executiva, o Conselho de Administração e a Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST).

Auditores fiscais do Vigifronteiras participam de operação contra o tráfico no DF

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Ação realizada em parceria com a Polícia Civil reforça expertise da carreira no combate aos ilícitos

 

Um total de 195 frascos lacrados de cetamina foram apreendidos e uma casa agropecuária foi interditada por auditores fiscais federais agropecuários durante a Operação Hermanos, realizada em conjunto com a Polícia Civil do Distrito Federal, na última quinta-feira (5). Drogas como maconha e cocaína também foram encontradas, além de armas e dinheiro.

Entre os alvos, estavam dois empreendimentos que comercializavam a substância de uso veterinário – um anestésico de uso controlado, conhecido pelos efeitos alucinógenos quando utilizado de forma recreativa. De acordo com o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), profissionais da carreira são, frequentemente, convocados para ações da área de segurança pública, o que demonstra a importância, a expertise e a necessidade de melhores condições de trabalho aos servidores.

 

A Operação Hermanos, é um desdobramento da Operação Ronda Agro, de coerção a atividades ilícitas com produtos agropecuários. Os infratores estão sujeitos a responder, além das penalidades administrativas e do crime de tráfico de drogas, por crimes contra as relações de consumo, pela venda não autorizada de produtos de uso veterinário e agrotóxicos, bem como por crimes relacionados a maus tratos com os animais.

 

Os auditores fiscais agropecuários que participaram da operação atuam no Programa de Vigilância em Defesa Agropecuária para Fronteiras Internacionais (Vigifronteiras), do Ministério da Agricultura e Pecuária. Ele surgiu a partir da necessidade de combate às atividades e aos produtos agropecuários ilícitos que entram no Brasil ou são comercializados irregularmente e geram concorrência desleal com quem produz e comercializa dentro da lei.

 

De acordo com o diretor de Política Profissional do Anffa, Henrique Pedro Dias, os auditores fiscais atuam em diversas operações conjuntas com outros órgãos e são rotineiramente convidados a colaborar, tendo em vista que são a carreira com maior grau de conhecimento técnico e expertise relacionada aos produtos de interesse agropecuário, bem como os diversos ilícitos relacionados. Porém, apesar do trabalho técnico e de inteligência empregado, ainda não há estrutura para o fortalecimento das atividades e para a garantia da segurança dos profissionais.

 

“O Mapa tem atuado em operações conjuntas com outros órgãos, combatendo não somente ilícitos relacionados à agropecuária, mas crimes contra as relações econômicas e tráfico de drogas e armas. Nessas operações, os auditores se expõem ao risco e não temos prerrogativas que outras carreiras já possuem, como porte de armas, por exemplo. Utilizamos técnicas de inteligência e investigação e esse trabalho em conjunto nos leva a ser, também, uma carreira de segurança pública, envolvida com os mais diversos crimes em defesa da sociedade”, destacou o diretor do Anffa.

 

Cetamina

A cetamina é um anestésico injetável dissociativo amplamente utilizado na medicina veterinária, em pequenos e grandes animais. Porém, tem se observado o crescente desvio de uso de produtos veterinários que contém cetamina como droga recreativa ou de abuso, em festas tipo rave, danceterias e boates.

 

Estudos científicos apontam que a substância tem ação semelhante a outras drogas, como cocaína e anfetamina. O uso repetido da cetamina pode levar a um padrão compulsivo, em baixas doses. Dados mostram alterações comportamentais e psicoativas que podem causar prejuízos aos usuários, uma vez que podem desenvolver síndrome clínica que compreende dores na bexiga, obstrução ureteral, necrose papilar e disfunção hepática, agravando os riscos à saúde pública desse uso indevido.

 

Lista de Alto Risco, divulgada pelo TCU, evidencia falhas críticas na mineração e demanda respostas imediatas

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Falta de fiscalização compromete a arrecadação de municípios, estados e União, além de intensificar os riscos de tragédias ambientais

 

A lista de Alto Risco da Administração Pública Federal de 2024 trouxe à tona questões críticas no setor de mineração no Brasil, apontando falhas na fiscalização e na governança que agravam os riscos econômicos, ambientais e sociais. O documento recém divulgado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), confirma o que a Associação dos Municípios Mineradores de Minas Gerais e do Brasil (AMIG) já vem alertando: a atividade mineral no país carece de políticas públicas mais robustas e eficientes, urgentemente.
O relatório destaca que a fiscalização insuficiente e a falta de infraestrutura adequada na Agência Nacional de Mineração (ANM) resultam em perda bilionária de arrecadação. Apenas entre 2017 e 2022, a sonegação de royalties minerais (CFEM) chegou a 40%, com um impacto potencial de R$ 12,4 bilhões em perdas. Além disso, a demora na análise de títulos minerários e o baixo índice de penalizações facilitam práticas desordenadas, prejudicando comunidades e o meio ambiente.
“Os dados são alarmantes e comprovam que estamos lidando com uma fragilidade estrutural no setor mineral. Precisamos de uma mudança drástica na forma como o governo federal lida com a mineração, garantindo transparência, eficácia na fiscalização e segurança para as comunidades afetadas,” afirma Waldir Salvador, consultor de Relações Institucionais e Econômicas da AMIG.
Com um faturamento de R$ 248,2 bilhões em 2023, a mineração responde por 32% do saldo da balança comercial brasileira, segundo o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). Apesar de sua relevância econômica, o setor enfrenta graves desafios na gestão de passivos ambientais, como o abandono de minas sem planos de recuperação.
“A falta de um marco regulatório robusto para o fechamento de minas e a ausência de instrumentos econômicos para a recuperação de áreas degradadas são um convite ao desastre ambiental. Isso sem falar na insegurança jurídica para investidores e na concorrência desleal entre empresas que cumprem suas obrigações e as que não cumprem “, pontua Salvador.
Histórico de falhas persistentes

Desde 2014, quando o TCU identificou falhas no planejamento e regulação do setor, pouco foi feito para mitigar os riscos. A criação da ANM em 2017 não eliminou os problemas. Entre 2020 e 2024, foram identificadas deficiências como a morosidade na outorga de títulos, baixa fiscalização in loco e sistemas de informação obsoletos.
“É preciso modernizar urgentemente a ANM com recursos tecnológicos, aumentar o quadro de pessoal e criar procedimentos padronizados. Sem isso, continuaremos perdendo bilhões de reais em arrecadação e colocando vidas e o meio ambiente em risco” enfatiza o consultor da AMIG.
O que precisa ser feito?

O relatório do TCU apresenta uma série de recomendações para fortalecer a governança no setor mineral. Entre elas, destaca-se a necessidade de implementar um monitoramento eficaz da arrecadação da CFEM, firmar parcerias com órgãos estaduais para promover o cruzamento de dados e combater a sonegação, além de criar instrumentos para a recuperação de áreas degradadas e regulamentar o fechamento de minas. O documento também ressalta a importância de aumentar o orçamento da ANM e realizar concursos públicos para suprir o déficit de pessoal, garantindo uma atuação mais eficiente e estruturada no setor.
Para a AMIG, o relatório é uma oportunidade para o governo federal reavaliar suas políticas para o setor de mineração. “Não podemos esperar por mais desastres ambientais ou pela perda de credibilidade do setor. A mineração precisa ser tratada como prioridade estratégica, com governança eficiente, transparência e compromisso com o desenvolvimento sustentável”, enfatiza.
Denúncia ao MPF

 

A AMIG protocolou no Ministério Público Federal (MPF) uma denúncia sobre o sucateamento da Agência Nacional de Mineração, alertando para graves riscos econômicos, sociais e ambientais. O documento, enviado no dia 10 de novembro deste ano, destaca que o subfinanciamento crônico da agência desrespeita a legislação, que determina a destinação de 7% da arrecadação da CFEM à ANM, enquanto o orçamento para 2025 é de apenas R$ 136 milhões, bem abaixo dos R$ 499,5 milhões necessários.
A denúncia também aponta que a precariedade estrutural da ANM, agravada pela falta de pessoal e recursos tecnológicos, compromete a fiscalização do setor minerário, que resulta em perdas bilionárias para o país. A AMIG ainda alerta para o aumento do risco de novas tragédias, como as de Mariana e Brumadinho, e cobra ações urgentes para reestruturar a agência, garantindo autonomia financeira, ampliação do quadro de servidores e reforço nas fiscalizações.

A associação ainda aguarda uma resposta por parte do MPF.

 

 

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Nota à Imprensa – Reforma Tributária

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A ABRAINC reconhece progressos relevantes no relatório do senador Eduardo Braga (MDB-AM) ao Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2024, lido na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal nesta terça-feira (10). As melhorias no texto foram fruto de contínuo diálogo com o Congresso Nacional e o Executivo, e aprimoram a versão aprovada pela Câmara dos Deputados.

Entre os principais avanços, destacam-se a adoção de um regime de transição, que garante maior segurança jurídica e previsibilidade para os investimentos, e a ampliação dos redutores de alíquota. Para o mercado de incorporação imobiliária, o redutor foi ampliado de 40% para 50%, enquanto para o setor de locação, o redutor passou de 60% para 70%. Com o novo relatório, a tendência é de simplificação do sistema, redução de custos tributários e menor impacto nos preços finais dos imóveis.

A reforma tributária é um passo fundamental para a modernização do país e para a manutenção da competitividade do setor de incorporação imobiliária, beneficiando diretamente consumidores e investidores. A ABRAINC reforça a importância da aprovação do relatório no Senado e da manutenção de seus principais pontos na Câmara, assegurando um ambiente de previsibilidade e segurança jurídica essencial para o planejamento e execução de empreendimentos no país.

O diálogo construtivo estabelecido com o governo federal e o Congresso Nacional, baseado em estudos técnicos, cálculos e simulações, foi essencial para alcançar avanços que equilibram as necessidades do setor com os objetivos da reforma tributária. A ABRAINC segue confiante de que as etapas finais do processo legislativo consolidarão um texto que atenda às demandas do setor e contribua para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.