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UNB e IPEA participarão do “XXIX Congresso Internacional do CLAD sobre a reforma do Estado e da Administração Pública”

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O Congresso é organizado pelo Centro Latino-Americano de Administração para o Desenvolvimento (CLAD), Ministério de Gestão e da Inovação em Serviços Públicos e Escola Nacional de Administração Pública

Entre os dias 26 a 29 de novembro, Brasília vai receber especialistas de todo mundo para debater experiências e pesquisas realizadas sobre a reforma do estado e da administração pública.

O XXIX Congresso Internacional do CLAD sobre a Reforma do Estado e da Administração Pública é organizado pelo Centro Latino-Americano de Administração para o Desenvolvimento (CLAD), pelo Governo Federal, por meio do Ministério de Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e pela Escola Nacional de Administração Pública (ENAP). Este ano, o lema do evento é “A transformação necessária para um Estado inclusivo, democrático e eficaz”.

A expectativa é de reunir mais de 700 participantes em uma programação de 150 horas de atividades presenciais, incluindo 19 oficinas, 18 mesas redondas e diversos debates acadêmicos e internacionais.

Entre os participantes estão pesquisadores da London School of Economics (Reino Unido), Goethe Universitat Frankfurt (Alemanha), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), NYU Wagner Graduate School of Public Service (Estados Unidos), KU Leuven (Bélgica) e Universidade de Brasília (UnB).

O congresso estabeleceu 11 áreas temáticas para serem debatidas pelos painelistas. São elas:

  • Democracia, transformação do Estado e Desenvolvimento;
  • Mudança climática e políticas de desenvolvimento sustentável;
  • Políticas sociais, culturais e de direitos humanos;
  • Regulação e políticas econômicas e de infraestrutura;
  • Inovação e transformação digital;
  • Igualdade e diversidade na administração pública;
  • Burocracia e gestão pública;
  • Ética pública, governo aberto e integridade da informação;
  • Direito administrativo, gestão e políticas públicas;
  • Participação e governança colaborativa;
  • Relações intergovernamentais e governos locais.

Além de pesquisadores, o Congresso também reúne ministros, secretários de Estado, parlamentares, consultores, funcionários públicos e sindicalistas. O evento busca promover o intercâmbio de experiências, pesquisas, estudos e publicações relacionados ao processo de reforma do Estado e de modernização da administração e gestão dos assuntos públicos nos países da Ibero-América e do Caribe.

A Universidade de Brasília será representada por Rebecca Abers, professora titular do Instituto de Ciência Política; Janaina Angelina Teixeira, professora da Faculdade de Educação; Andrea de Oliveira Gonçalves, professora do programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis da Faculdade de Administração, Economia, Ciências Contábeis e Politicas Públicas; e Michelle Fernandez, uma das coordenadoras científicas do CLAD e professora adjunta do Instituto de Ciência Política.

Órgão do Governo Federal para avaliação, formulação e acompanhamento de políticas públicas e programas de desenvolvimento, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) participará do evento com três representantes e painelistas: Luciana Servo, presidente do órgão; Pedro Lucas de Moura Palotti, pesquisador da diretoria de Estudos e Políticas do Estado; e Maurício Pinheiro Fleury Curado, assessor técnico da Coordenação-Geral de Planejamento e Articulação Institucional.

Conheça mais sobre os painelistas da UnB e IPEA

  • Rebecca Abers, professora titular do Instituto de Ciência Política

Ph.D em Planejamento Urbano pela Universidade de California, Los Angeles (1997), é professora titular do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília. A professora estuda ação criativa, ativismo e movimentos sociais na sua relação com instituições políticas e políticas públicas, sendo autora de obras como “Inventing Local Democracy: Grassroots Politics in Brazil” e “Practical Authority: Agency and Institutional Change in Brazilian Water Politics”.

No XXIX Congresso Internacional do CLAD, a professora da UnB participará de painel, na sexta-feira (29), sobre participação social e governança colaborativa.

  • Janaina Angelina Teixeira, professora da Faculdade de Educação

Doutora em Educação, a professora é especialista em educação a distância, e em temas relacionados a educação e tecnologias, formação de professores e tutores e engajamento estudantil mediado pelas Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC).

Janaina participará do painel O papel da burocracia profissionalizada na transformação do Estado brasileiro na sexta-feira (29).

  • Andrea de Oliveira Gonçalves, professora do programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis da Faculdade de Administração, Economia, Ciências Contábeis e Politicas Públicas.

Doutora em Integração Latino-Americana pela Universidade de São Paulo – USP, ela é professora associada da Universidade de Brasília – UnB. Membra do Centro de Administração Pública e Políticas Públicas (CAPP) da Universidade de Lisboa, líder do Grupo de Gestão de Serviços Públicos e editora científica da Revista Gestão e Saúde. É especializada em gestão pública, com ênfase em organizações públicas, governança pública, gestão participativa, monitoramento e avaliação de políticas públicas de saúde; gestão de serviços públicos.

Andrea participará, na sexta-feira (29), do painel Para além da governança pública e a implementação de projetos na saúde e educação no Brasil e Portugal

• Luciana Servo, presidente do IPEA

É funcionária pública do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – Ipea desde 1998, tendo como atribuições realizar pesquisas, avaliações e ser assessora de políticas públicas. É doutora em Economia pela Universidade Federal de Minas Gerais e mestre, também em Economia, pela Universidade de São Paulo (FEA/USP), com especialização em economia da saúde. É autora de numerosos estudos sobre financiamento e despesas em saúde, contas de saúde, monitorização e análise de políticas de saúde pública, mercado de trabalho e economia regional. Conduziu e coordenou avaliações, inclusive aquelas relacionadas ao Conselho de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas (CMAP). É presidente do Ipea desde janeiro de 2023.

Luciana participará da Conferência plenária: Estado e Democracia: tendências e projeções futuras, que acontece na sexta-feira (29/11)

• Pedro Lucas de Moura Palotti, pesquisador da diretoria de Estudos e Políticas do Estado

Doutor em Ciência Política pela Universidade de Brasília (2017). Mestre em Ciência Política pela Universidade Federal de Minas Gerais (2012) e graduado em Administração Pública pela Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho da Fundação João Pinheiro (2008) e em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (2009). Desde 2011, é membro da carreira de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental no IPEA. É especialista nas áreas de gestão pública, serviço civil, federalismo e relações intergovernamentais.

A participação de Pedro ocorrerá no painel Sistemas Nacionais de Políticas Públicas no Brasil: origens, dinâmicas e desafios, na sexta-feira (29/11).

• Maurício Pinheiro Fleury Curado, assessor técnico da Coordenação-Geral de Planejamento e Articulação Institucional

Assessor técnico da Coordenação-Geral de Planejamento e Articulação Institucional do IPEA, Maurício é economista com pós-graduação em economia pela Universidade George Washington (Estados Unidos).

Curado participará da Oficina: O uso de estudos futuros no planejamento de longo prazo cujo objetivo é colocar os participantes em contato com os métodos, ferramentas e casos práticos de estudos futuros aplicados ao planejamento de longo prazo.

 

Detran-DF oferece curso gratuito de Transporte Escolar para mulheres

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Ser maior de 21 anos e possuir habilitação na categoria D estão entre os requisitos mínimos necessários para se inscrever; aulas começam em 27 de novembro
 
Zélia Ferreira
O Departamento de Trânsito do Distrito Federal está com inscrições abertas para o curso especializado de Condutores de Transporte de Escolares (CTE) voltado para mulheres. As aulas acontecerão de 27 de novembro a 16 de dezembro, no período noturno, das 18h às 22 horas.
Para participar do curso, que possui carga horária de 50h/a, as candidatas precisam ser maior de 21 anos e possuir habilitação válida na categoria D ou E.
As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas presencialmente na Escola Pública de Trânsito, localizada na 706/906 Sul, das 8h às 18h, mesmo local onde acontecerão as aulas. O número de vagas é limitado a 20 mulheres.
Mulheres que dirigem vão mais longe 
A capacitação integra o projeto “Mulheres que dirigem vão mais longe”, uma iniciativa do Detran-DF que capacita mulheres para cursos especializados de trânsito de forma totalmente gratuita, dando-lhes mais oportunidade de ingressar ou se manter no mercado de trabalho como condutoras profissionais.

Prefeito Rodrigo Manga de Sorocaba anuncia pacto econômico com os EUA, após vitória de Trump

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O prefeito de Sorocaba-SP, Rodrigo Manga (Republicanos), anunciou a elaboração de um pacto de desenvolvimento econômico com os Estados Unidos, logo após a vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais desta quarta-feira (6). Trump ganhou a eleição com 51% dos votos válidos, superando a então candidata e vice-presidente Kamala Harris.

 

Manga declarou que a nova liderança dos EUA representa uma oportunidade estratégica de crescimento para Sorocaba. “Nós não podemos perder essa oportunidade”, disse o prefeito no vídeo publicado em suas redes sociais, em que aparece em frente ao Paço Municipal, segurando a bandeira dos EUA (assista: Link).

 

Manga explicou que o pacto contará com a participação de diversas secretarias municipais, incluindo o Parque Tecnológico, o qual desenvolve tecnologia de ponta para todo o Brasil e exterior. Sorocaba já tem acordo de cooperação técnica e troca de tecnologia com outros países, a exemplo de Israel.

 

O objetivo, segundo Manga, é promover esse intercâmbio tecnológico, facilitar a captação de recursos internacionais e atrair empresas e investimentos estrangeiros, promovendo o desenvolvimento econômico e a geração de empregos para a cidade de Sorocaba. O prefeito ressaltou que a parceria será benéfica para todos, permitindo uma troca de experiências valiosas entre Sorocaba e os Estados Unidos.

 

Ele informa que o prazo para a conclusão da elaboração do pacto é de aproximadamente 15 dias. Após essa etapa, Manga planeja se reunir com representantes do novo governo norte-americano. “Há, também, a troca de experiência entre Sorocaba e os EUA. E, após a elaboração desse pacto, que deve ser concluída em 15 dias, eu estarei me reunindo com o novo governo americano”, afirmou o prefeito Manga.

 

Proclamação da República: entenda a simbologia da data para o brasileiro

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Para cientista político do CEUB, um dos principais feriados nacionais celebra a história da mudança do regime político e prova lições de cidadania

A Proclamação da República, celebrada no dia 15 de novembro, marca um dos momentos mais significativos da história do Brasil. Para além da troca de regimes – da monarquia parlamentarista ao período republicano presidencialista – simboliza a transformação na forma de governo, com impacto nas estruturas políticas nacionais e nos princípios que ainda hoje moldam o ideal de cidadania no Brasil. Cientista político e professor de Direito Constitucional do Centro Universitário de Brasília (CEUB), Alessandro Costa detalha a importância do episódio para o país.
Apesar de ser feriado nacional, a Proclamação da República muitas vezes é confundida com o Dia da Independência, celebrado em 7 de setembro. Segundo Costa, os dois eventos são fundamentais, mas refletem momentos e objetivos históricos distintos: “A Independência, em 1822, simbolizou o grito de soberania do jovem Estado brasileiro, enquanto a Proclamação da República, em 1889, representou o rompimento com a monarquia e a redefinição da estrutura política. Ambos moldaram a formação da identidade nacional, mas a república buscava afirmar a figura do cidadão em substituição ao súdito do império.”
Segundo o docente do CEUB, a transição do status de súdito para cidadão brasileiro foi um processo que levou tempo e enfrentou inúmeras limitações. Embora a república representasse uma nova organização política, a estrutura da pirâmide social permaneceu praticamente inalterada. “As camadas mais baixas, compostas em grande parte por ex-escravos e seus descendentes, continuaram em posição desprivilegiada. Somente as oligarquias locais, as camadas mais altas da sociedade, inicialmente se beneficiaram, assumindo o poder e moldando o novo sistema político a favor de seus interesses próprios”, explica.
Após o ato da proclamação, o professor considera que o cenário começou a mudar à medida que o sistema republicano foi consolidando direitos e garantias para a população. Para Costa, a atual Constituição foi fundamental nesse processo, pois incorporou plenamente os direitos e garantias individuais dos cidadãos, ampliando a rede de proteção e assegurando a cidadania a todos os brasileiros. “A Constituição de 1988 cumpre esse papel ao consolidar direitos que, anteriormente, não tinham a mesma proteção e aplicabilidade”, ressalta o especialista.
Coisa pública
A título de curiosidade: do latim res publica, que significa “coisa pública”, a palavra República reforça a noção de que os bens e os interesses do Estado pertencem ao povo. Nesse sentido, o docente do CEUB salienta a importância desse princípio no texto constitucional. “Nossa Constituição deixa claro, no artigo 1º, que ‘todo o poder emana do povo’, o que fundamenta a noção de que o Estado deve satisfazer as necessidades de seus cidadãos, protegendo seus direitos fundamentais, como o direito à vida, à liberdade, à educação e à cultura”.
Sobre a ideia de ser um cidadão republicano, Alessandro explica que o conceito se baseia em indivíduos que acreditam na igualdade civil e no equilíbrio entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, que atuam como contrapesos. “Ser republicano é respeitar os direitos de todos, acreditar na lei e na democracia, preservando a ética pública e os valores que fundamentam a república”, finaliza o cientista político.

CONSERV é apresentado como mecanismo seguro de incentivo à conservação

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IPAM lança modelos de negócio para dar escala à iniciativa em evento com participação do governo federal, diplomatas e representantes do agronegócio.

Após quatro anos de funcionamento, o CONSERV prova que é possível reduzir o desmatamento legal por meio de compensação financeira a médios e grandes produtores rurais que mantêm conservado o excedente de vegetação nativa. Os resultados do mecanismo foram apresentados nesta terça-feira (5), pelo IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), em evento na Embaixada dos Países Baixos com a participação de representantes do governo brasileiro, embaixadas e empresas do agronegócio.

O CONSERV tem 31 contratos firmados no Estado de Mato Grosso, no Pará e Maranhão, somando 24.290 hectares de vegetação protegida que poderia ser legalmente suprimida. “Este é um resultado impressionante que, espero, possa ser replicado muitas vezes. Precisamos de incentivos econômicos e uma mudança no modo de pensar, além das vias legislativas, para um novo uso do solo e uma economia mais sustentável”, afirmou André Driessen, Embaixador dos Países Baixos, durante o evento.

Para Annette Bull, Ministra-conselheira da Embaixada da Noruega, a conservação da vegetação nativa não é apenas uma questão do proteger o meio ambiente, mas de promover uma economia inclusiva e resiliente que valoriza a ciência e o uso racional dos recursos. “Iniciativas como o CONSERV demonstram que florestas em pé podem ser um ótimo negócio, gerar renda, proteger as propriedades e beneficiar a sociedade”, ressaltou.

Além da comprovação de que produtores rurais conservam mais florestas em troca de remuneração, outro resultado do CONSERV mencionado por André Guimarães, diretor executivo do IPAM, durante o evento, foi a valorização da floresta. “Eles começam associar àquela vegetação não só um valor monetário, mas também um valor intangível que é o da chuva, por exemplo. Começa-se a ter realmente um olhar para os ativos florestais”, explicou.

A empresa Amaggi é uma das beneficiadas pelo mecanismo. “Até então, não se acreditava em pagamento para florestas. Quando fechamos o contrato, foi uma grande comemoração”, afirmou Juliana Lopes, diretora de ESG, Comunicação e Compliance da Amaggi.

Segundo Pedro Neto, secretário de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, a abordagem com o setor faz a diferença. “Precisamos melhorar a nossa capacidade de governança e de aproximação de produtores rurais. O produtor abrirá mão de desmatar legalmente quando isto fizer sentido economicamente”, complementou.

O maior desafio, segundo Leonardo Fleck, Chefe Sênior de Inovação Sustentável do Banco Santander, não é o de convencimento do produtor, mas levantar recursos financeiros para o pagamento. “O que gosto do CONSERV, comparado a outros mecanismos, é que ele é simples: paga-se para o produtor não exercer seu direito de desmatar o excedente de vegetação nativa. O desafio é achar solução financeira. Com financiamento, conseguimos escalar”, projetou.

Segundo André Guimarães, com mecanismos como o CONSERV, os compromissos do Brasil para agenda global de combate às mudanças climáticas podem representar oportunidades para o país. “O cumprimento das NDCs (Contribuições Nacionalmente Determinadas), do próprio Código Florestal Brasileiro, tudo isso pode contribuir para redesenharmos nossa fronteira agrícola e avançar numa agenda de melhor produção e maior conservação concomitantemente. Essa é a grande oportunidade do Brasil para as próximas décadas e o CONSERV se encaixa nisso”, ressaltou.

 

CONSERV

Lançado em 2020, o CONSERV coloca em prática um modelo de negócio eficiente e rentável para produtores, ao mesmo tempo em que identifica o esforço que esses atores desempenham na conservação.

Desenvolvido pelo IPAM em parceria com o Woodwell Climate Research Center e EDF (Environmental Defense Fund), a primeira fase do CONSERV tem apoio da Embaixada dos Países Baixos e da Noruega.

O mecanismo iniciou uma nova fase de contratações no oeste do Mato Grosso e no Maranhão. Além da remuneração, esta segunda etapa do mecanismo prevê ATER (Assistência Técnica Rural) para apoiar boas práticas no uso da terra e melhorias para aumento da produtividade.

Serão protegidos mais sete mil hectares de vegetação nativa excedente e os serviços ecossistêmicos prestados por ela – cerca de 4.000 hectares no Oeste de Mato Grosso e 3.000 no Maranhão. Ainda, 114 mil hectares serão acompanhados para melhoramento da produção agrícola em Mato Grosso.

Considerada uma ação coletiva inovadora para o agronegócio em nível de paisagem, a nova faze é uma parceria entre o IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), a Produzindo Certo e o Instituto PCI (Produzir, Conservar e Incluir), do Governo do Mato Grosso, com apoio do SCF (Soft Commodities Forum)/Abiove.

Publicados editais do Serviço Geológico do Brasil para leilões de ativos minerários de ouro e diamantes

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Aberto à participação de empresas nacionais e internacionais, o evento será realizado no dia 27 de novembro, em Brasília

Foto: RHJ/GettyImages

 

Os editais do Serviço Geológico do Brasil (SGB) para os leilões de recursos minerários de ouro, de Natividade (TO), e diamante, em Santo Inácio (BA), foram publicados nesta segunda-feira (4), no Diário Oficial da União (DOU). O certame, de ouro e diamantes, ocorrerá às 9h do dia 27 de novembro, em Brasília.

“Nosso propósito com esse leilão é estimular e diversificar a economia regional por meio da implantação de projetos de mineração e atração dos investimentos indispensáveis para o crescimento socioeconômico de nosso país. Por meio desta iniciativa, vamos contribuir para impulsionar a geração de empregos, aumentar a renda per capita e ampliar a arrecadação de impostos locais, com o desenvolvimento de atividades minerais sustentáveis e responsáveis”, afirma o diretor-presidente do SGB, Inácio Melo.

Podem participar do leilão empresas brasileiras ou estrangeiras, entidades de previdência complementar e fundos de investimento, isoladamente ou em consórcio. O certame será formalizado por meio de contrato de Promessa de Cessão de Direitos Minerários, a ser assinado após o leilão, pelos representantes da organização ou entidade vencedora.

A chefe do Departamento de Recursos Minerais do SGB, Maisa Abram, destaca: “Por meio do leilão, ocorre a cessão dos direitos minerários, o que pode viabilizar mais investimentos nos ativos e futuramente permitir a produção mineral, seja de ouro e diamantes. Esse é o nosso principal objetivo como serviço geológico: transferir esses direitos minerários para impulsionar a pesquisa e o setor”.

Uma vez cumpridas as exigências do edital, incluindo a realização de estudo de pesquisa complementar, deve ser celebrado o contrato de Cessão de Direitos Minerários. Nessa fase, o licitante vencedor do certame assumirá todos os direitos e responsabilidades relativos à área leiloada, englobando a prerrogativa de extração de recursos naturais. Tais direitos perduram enquanto houver recursos disponíveis a serem explorados.

O evento irá ocorrer na sala Plenária da Agência Nacional de Mineração (ANM), em Brasília, e é uma uma parceria com o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) da Presidência da República.

Saiba mais sobre os ativos minerários:

Diamantes em Santo Inácio (BA): contendo cerca de 245 milhões de toneladas de cascalho diamantífero, as áreas do depósito de Santo Inácio serão disponibilizadas através de leilão. A previsão de investimentos em pesquisas é de R$ 5 milhões.

Projeto Ouro de Natividade (TO): com investimentos previstos de R$ 1 milhão em pesquisas e potencial estimado em cerca de 725 mil toneladas de ouro, a possibilidade de instalação de um empreendimento mineiro na porção sul do estado de Tocantins poderá gerar empregos e receita para a região, além de promover o desenvolvimento econômico e a infraestrutura local. Com uma gama de aplicações, o ouro é utilizado desde a indústria de componentes eletrônicos até a fabricação de joias.

Questão de coerência

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JOSÉ ZEFERINO PEDROZO

Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (Faesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC)

O sucesso das atividades do setor primário – agricultura, pesca, pecuária, fruticultura e extrativismo – depende da gestão sustentável dos recursos naturais, essencial para garantir a continuidade econômica e ecológica dessas atividades. O produtor/empresário rural sabe que a sustentabilidade assegura a perenidade do setor rural, permitindo que produção e preservação ambiental coexistam de forma harmônica e interdependente.

O setor agrícola é altamente vulnerável a variáveis externas, como mudanças climáticas, flutuações de mercado, crises ambientais e políticas, além de pragas e doenças. Para enfrentar esses desafios, o uso de tecnologia, ciência, planejamento integrado e políticas públicas de incentivo torna-se fundamental. Esses elementos promovem não apenas a produtividade, mas posicionam o Brasil como líder em um agronegócio sustentável, capaz de aumentar a produção sem comprometer a biodiversidade.

Nesse sentido, a legislação ambiental brasileira é essencial para a conservação, mas sua complexidade representa desafios para os produtores rurais. Fiel a sua vocação preservacionista, Santa Catarina foi pioneira no Brasil na criação de um código estadual, em 2009, depois de amplo debate com especialistas, produtores e toda a sociedade barriga-verde.

A legislação catarinense leva em conta as características geográficas e as especificidades da economia de Santa Catarina e, além de ter sido exaustivamente debatido com a sociedade catarinense, já foi validado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O sucesso dessa legislação pode ser concretamente aferido, em grande parcela, porque Santa Catarina tem cerca de 40% de matas nativas preservadas e mais de 1 milhão de hectares de florestas plantadas.

Infelizmente, reiteradas decisões judiciais vêm sistematicamente desconsiderando o Código Ambiental Catarinense e prejudicando o produtor rural e as atividades industriais, criando insegurança jurídica e provocando conflitos na aplicação das leis ambientais em SC. Exemplo disso é que a Polícia Ambiental e o Instituto do Meio Ambiente (IMA) estão notificando e multando agricultores sob a alegação de que não estão observando a Lei da Mata Atlântica.

Ocorre que, além da Lei Ambiental Estadual, a União tem uma Lei Florestal, cujas regras devem ser observadas dentro do contexto em que tais legislações foram editadas. A Lei da Mata Atlântica não prevalece ao Código Florestal Brasileiro e ao Código Ambiental de SC. As legislações são harmônicas entre si e os institutos criados nos códigos nacional e estadual, como por exemplo, o instituto das áreas rurais consolidadas, devem ser respeitados. Uma simples leitura nas notas taquigráficas relativas à exaustiva discussão que deu origem ao Código Florestal Brasileiro revela a intenção do legislador quando criou a lei, sendo que a intenção é a de que o Código Florestal aplica-se em todo território nacional, independente do bioma.

O setor primário já tem pesados encargos. O compromisso do agronegócio com a preservação ambiental se evidencia na manutenção de áreas de Reserva Legal, matas ciliares e encostas de morros em propriedades rurais, fundamentais para a proteção da biodiversidade e dos recursos hídricos, além de prevenir desastres naturais como deslizamentos de terra e erosão. Essas áreas contribuem significativamente para o sequestro de carbono, ajudando a mitigar as mudanças climáticas. O Código Florestal define que áreas de Reserva Legal devem representar um percentual específico de cada propriedade: 80% na Amazônia Legal, 35% no Cerrado Amazônico e 20% nas demais regiões do país.

Cumprir essas obrigações exige investimentos do produtor/empresário rural, mas quem se beneficia? Toda a sociedade. A preservação da vegetação nativa coloca o produtor rural como um guardião dos ecossistemas, assegurando a continuidade dos recursos naturais para as futuras gerações.

Em Santa Catarina, o apoio e o reconhecimento a essas práticas são fundamentais para um modelo de produção agropecuária que alie eficiência econômica com responsabilidade ambiental, tornando-se uma referência global em sustentabilidade no agronegócio. Mas é preciso coerência na proteção ambiental.

 

Direita vence e Donald Trump é eleito presidente dos EUA

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Em retorno histórico à Casa Branca, o estadista conservador Donald Trump declarou vitória sobre a esquerdista Kamala Harris na eleição presidencial dos EUA

O republicano disse aos apoiadores que os EUA assistirão a  “uma nova era de ouro para a América”. E Trump também terá maioria absoluta no Senado.

Elon Musk, o homem mais rico do mundo e megadoador de Trump, estava com o candidato republicano quando os resultados chegaram. O bilionário postou uma mensagem cada vez mais positiva no X – que ele possui – durante toda a noite.

Donald Trump declarou a vitória na manhã desta quarta-feira (6/11) depois de tomar o principal estado decisivo da Pensilvânia. O republicano Trump derrotou a democrata esquerdista Kamala Harris.

Segundo projeção da emissora conservadora Fox News, Trump garantiu pelo menos 277 votos no colégio eleitoral, sete a mais que os 270 necessários, e será o primeiro governante a exercer dois mandatos presidenciais não consecutivos no país desde o democrata Grover Cleveland, no fim do século 19.

Bolsonaro acompanhou o resultado da eleição presidencial ao lado de Trump

“Hoje, testemunhamos o ressurgimento de um verdadeiro guerreiro. Um homem que, mesmo após enfrentar um processo eleitoral brutal em 2020 e uma injustificável perseguição judicial, ergueu-se novamente, como poucos na história foram capazes de fazer”, disse Bolsonaro, por meio das redes sociais.

Lula terá sérios problemas com o governo Trump, que não aceitará apoio do governo brasileiro a ditadores e terroristas.

O mundo amanheceu feliz com vitória de Trump, que é experiente, conservador, patriota e democrático. A esquerda comunista chora e no Brasil não é diferente.

A esquerdista Harris não fez nenhuma declaração até agora.

 

 

Fonte: donnysilva.com.br

Martinelli Advogados aponta os destaques do PLP 108/24, que regulamenta a Reforma Tributária, aprovado pela Câmara dos Deputados

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A Câmara dos Deputados aprovou no dia 30 de outubro o PLP 108/24, que agora segue para apreciação e votação no Senado Federal. O PLP 108/24 é o segundo projeto de lei de regulamentação da Reforma Tributária, seguindo o PLP 68/2024 aprovado pela Câmara dos Deputados e remetido ao Senado Federal em 19 de julho de 2024. O Martinelli Advogados, um dos principais escritórios de advocacia do País, está acompanhando de perto a tramitação e aponta os destaques do texto enviado aos senadores:

 

  • Rejeição da emenda para a instituição de imposto sobre grandes fortunas (IGF);
  • Exclusão das disposições que previam a incidência do ITCMD sobre distribuição desproporcional de dividendos, e sobre os recursos aplicados em planos de previdência privada (VGBL e PGBL) quando fossem transferidos a beneficiários via herança;
  • Aprovação da emenda pela incidência do ITCMD sobre a cessão não onerosa de quaisquer bens e direitos para os quais se possa atribuir valor econômico, sem mencionar expressamente os planos de previdência;
  • Exclusão da definição de valor venal para fins de base de cálculo do ITBI;
  • Regulamentação do comitê gestor do IBS e quanto ao julgamento de recursos administrativos do tributo;
  • Alterações quanto às responsabilidades por infração do IBS no que tange à retenção dos tributos;
  • Aprovação da permissão para a transferência de créditos do saldo credor do ICMS para terceiros de mesmo grupo econômico ou a terceiros.

Sobre o Martinelli Advogados

O Martinelli Advogados é um escritório full-solution voltado à advocacia empresarial, que também atua com forte viés em Consultoria Jurídica, Tributária, Fiscal e em Finanças Corporativas. Fundado em 1997 em Joinville, Santa Catarina, o escritório evoluiu rapidamente de uma pequena sala para a lista dos 10 escritórios mais admirados do Brasil. Hoje conta com mais de 900 profissionais atuando com unidades próprias em algumas das principais cidades brasileiras, incluindo São Paulo, Ribeirão Preto e Campinas (SP); Rio de Janeiro (RJ); Brasília (DF); Belo Horizonte (MG); Curitiba, Maringá e Cascavel (PR); Porto Alegre, Caxias do Sul e Passo Fundo (RS); Joinville, Florianópolis, Criciúma e Chapecó (SC); e Sinop (MT).

Ano novo, carro novo: Como começar 2025 com carro zero sem “passar perrengue” e ainda economizar?

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Aquisição de veículo novo pode ser complicada e custosa, mas há alternativas mais econômicas e menos burocráticas que permitem trocar de carro todo ano

Renovação é uma palavra que simboliza bem o Ano Novo, quando muitas pessoas buscam formas de melhorar suas vidas. Para motoristas, não é diferente: se o ano vira, por que não renovar o carro também? Segundo uma pesquisa da empresa de classificados OLX, divulgada em setembro, cerca de 20% dos brasileiros trocam de carro a cada dois anos, enquanto 26% o fazem a cada cinco anos. Os principais motivos incluem a busca por um modelo mais moderno, o interesse em novas tecnologias, a redução de custos com um carro mais econômico e a substituição de um automóvel já com muito tempo de uso.

A compra de um carro exige um planejamento que vai além do financeiro. Um dos primeiros passos é a vistoria cautelar — um procedimento que garante que o carro usado está em boas condições, sem  multas, impostos atrasados, sinistros ou registros de roubos. Para quem opta por um carro zero, o processo é mais simples, pois a vistoria geralmente não é necessária, a menos que o veículo tenha passado por modificações mecânicas ou estéticas. No entanto, há custos com seguro, impostos, emplacamento, licenciamento e documentação que impactam o orçamento.

O Detran precifica o emplacamento de acordo com cada estado. Ainda, para realizar o serviço, é necessário quitar o DPVAT e o IPVA. Além disso, ao retirar o carro da concessionária, o motorista precisa arcar com as taxas de registro e lacração do veículo.

O IPVA, por exemplo, custa entre 1% e 6% do valor do veículo, representando até 12% dos gastos anuais com o carro. Além disso, a depreciação começa no momento em que o carro sai da concessionária, resultando em uma perda de 10% a 20% do valor já no primeiro ano. E, caso o financiamento seja necessário, é preciso considerar os juros e o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

Como economizar e ainda sair com um carro zero?

Uma pesquisa da consultoria EY, divulgada no início do ano, mostrou que 70% dos brasileiros gostariam de adquirir um automóvel novo em 2024. Para realizar essa compra de forma econômica e sem burocracia, a assinatura de carros surge como uma alternativa. O gerente de marketing do V1, Vinícius Carneiro, explica que “contratar o serviço de assinatura garante ao motorista que ele não precisará se preocupar com gastos em manutenção e revisão, que estão entre os maiores custos de um carro próprio. Além disso, despesas como emplacamento, seguro, IPVA, IOF e documentação estão todas incluídas na assinatura”.

A assinatura também permite ao condutor trocar de carro anualmente, sem preocupação com a desvalorização do veículo ou a burocracia de troca ou venda. O V1 Assinatura oferece ao motorista um carro zero km  por um ou dois anos, eliminando a necessidade de lidar com burocracias associadas à posse. A mensalidade é fixa, e há diversos modelos disponíveis, como hatches, sedãs e SUVs.

O V1 Assinatura também traz simplicidade e conforto, pois todo o processo é realizado via aplicativo. Assim, o usuário não perde tempo com deslocamentos e pode escolher o carro ideal para suas necessidades, com a possibilidade de assinar outro zero km ao final do contrato. “No V1, valorizamos a experiência do cliente; nosso processo é ágil e simplificado para proporcionar o máximo  conforto. O motorista pode optar por receber o carro no endereço que preferir. Assim, além de evitar os altos custos com financiamento, documentação e impostos, nossos usuários desfrutam de conforto e de um atendimento de qualidade”, finaliza Vinícius.

 

Sobre o V1

O V1 é uma plataforma de mobilidade urbana que atua no aluguel e assinatura de carros de forma 100% digital, para uso pessoal e empresarial.  Oferece soluções em gestão de frotas terceirizadas para empresas, fleet service, traslado de pessoas e outras demandas personalizadas. Considerado um dos maiores players do setor no país, o V1 faz parte do Grupo Águia Branca e atua nas cidades de Vitória (ES) e Curitiba (PR). O app está disponível na Apple Store e Google Play. Mais informações: https://v1.com.br/blog.