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Boutique corporativa atinge R$ 2 bilhões em M&A e espera crescer 25% em 2026

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Focada em médias empresas e negócios familiares, consultoria mineira atinge marco financeiro e acelera sua frente de M&A, combinando valuation, governança e educação executiva

A consultoria mineira FC Partners alcançou a marca de R$ 2 bilhões em volume transacionado, e com base em transações que já estão em andamento espera crescer mais de 25% no ano de 2026. Com cerca de 450 clientes atendidos, a empresa, especializada em médias empresas e negócios familiares, entra em 2026 com o objetivo de ampliar ainda mais sua atuação em fusões e aquisições (M&A) e reforçar seu modelo integrado de suporte ao crescimento empresarial.

A atuação da FC Partners ocorre em um momento em que pequenas e médias empresas respondem por cerca de 26,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil e representam 97% do total de empresas do país, além de liderarem a geração de empregos formais no país com 74% das vagas, segundo dados do Sebrae.

Por outro lado, no acumulado de 2025, mais de 1.160 transações de fusões e aquisições foram registradas no Brasil, reforçando a dinâmica do mercado em que médias empresas ganham protagonismo, segundo a Pesquisa Fusões & Aquisições 2025 da KPMG.

“O mercado atravessa um ciclo especialmente favorável para nossas operações, com um volume crescente de empresas em fase de profissionalização e crescimento, ao mesmo tempo em que investidores buscam ativos com potencial de escala”, afirma Lucas Della-Sávia, sócio-diretor da FC Partners.

De acordo com Della-Sávia, o crescimento da consultoria estratégica está diretamente ligado ao entendimento das necessidades do empresário brasileiro. “Desde o início, nossa preocupação foi entender a realidade do empresário e caminhar ao lado dele nos momentos mais sensíveis da jornada, quando é preciso organizar a casa, acelerar a expansão ou decidir os próximos passos societários”, afirmou. “Muitos chegaram até nós ainda em fase de estruturação e, ao longo dos anos, passaram a fazer movimentos mais sofisticados. Nosso trabalho é dar método, informação e segurança para essas decisões”.

Lucas Della-Sávia, sócio-diretor da empresa

A consultoria mineira FC Partners alcançou a marca de R$ 2 bilhões em volume transacionado, e com base em transações que já estão em andamento espera crescer mais de 25% no ano de 2026. Com cerca de 450 clientes atendidos, a empresa, especializada em médias empresas e negócios familiares, entra em 2026 com o objetivo de ampliar ainda mais sua atuação em fusões e aquisições (M&A) e reforçar seu modelo integrado de suporte ao crescimento empresarial.

A atuação da FC Partners ocorre em um momento em que pequenas e médias empresas respondem por cerca de 26,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil e representam 97% do total de empresas do país, além de liderarem a geração de empregos formais no país com 74% das vagas, segundo dados do Sebrae.

Por outro lado, no acumulado de 2025, mais de 1.160 transações de fusões e aquisições foram registradas no Brasil, reforçando a dinâmica do mercado em que médias empresas ganham protagonismo, segundo a Pesquisa Fusões & Aquisições 2025 da KPMG.

“O mercado atravessa um ciclo especialmente favorável para nossas operações, com um volume crescente de empresas em fase de profissionalização e crescimento, ao mesmo tempo em que investidores buscam ativos com potencial de escala”, afirma Lucas Della-Sávia, sócio-diretor da FC Partners.

Fundada em 2012, a FC Partners evoluiu para um modelo integrado que reúne M&A, governança, valuation, financiamento à inovação, além de manter um braço educacional voltado ao desenvolvimento de líderes empresariais. A empresa se posiciona como uma “boutique corporativa”, capaz de acompanhar clientes em diferentes fases de maturidade.

De acordo com Della-Sávia, o crescimento da consultoria estratégica está diretamente ligado ao entendimento das necessidades do empresário brasileiro. “Desde o início, nossa preocupação foi entender a realidade do empresário e caminhar ao lado dele nos momentos mais sensíveis da jornada, quando é preciso organizar a casa, acelerar a expansão ou decidir os próximos passos societários”, afirmou. “Muitos chegaram até nós ainda em fase de estruturação e, ao longo dos anos, passaram a fazer movimentos mais sofisticados. Nosso trabalho é dar método, informação e segurança para essas decisões”.

Outras informações: https://www.fcpartners.com.br/

Referências

https://boanoticiabrasil.com.br/cotidiano/geracao-empregos-pmes-setembro-2025

https://agenciasebrae.com.br/dados/confira-os-grandes-numeros-dos-pequenos-negocios-no-brasil

https://kpmg.com/br/pt/home/insights/2026/01/pesquisa-fusoes-aquisicoes-2025-3-trimestre.html

Coco de Ninar marca trajetória de Martinha do Coco com trabalho voltado para o público infantil 

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Coco de Ninar já está disponível nas plataformas digitais; o clipe da faixa Baloeiro também também já está disponível on-line

O álbum Coco de Ninar, da Mestra Martinha do Coco, já está disponível em todas as plataformas digitais e convida o público a mergulhar na cultura popular por meio de canções que dialogam com a infância, a memória e as tradições do Nordeste. O clipe da faixa Baloeiro já está disponível no YouTube.

Celebrando o coco pernambucano como tecnologia ancestral de cuidado e transmissão de saberes, o álbum reúne histórias cantadas que transitam entre o lúdico e o afetivo, aproximando diferentes gerações. A sonoridade é marcada pela presença de instrumentos tradicionais como sanfona, pífano, rabeca, cavaquinho, violões e uma rica percussão, compondo uma atmosfera que convida a brincar, dançar e cantar.

Nascida na maternidade da Encruzilhada em Olinda (PE), Martinha do Coco chegou ao Distrito Federal nos anos 1960, no final de sua adolescência, e se consolidou como uma das principais representantes da cultura nordestina na capital. Ao longo de sua trajetória, tem levado sua maestria aos palcos nacionais e internacionais, reafirmando a potência da tradição oral brasileira.

“O Coco de Ninar nasce desse desejo de cuidar, de embalar e de manter viva a nossa cultura, principalmente para as crianças. É um trabalho que fala de afeto e da força que vem das nossas raízes”, afirma Martinha do Coco.

O projeto

Além do lançamento musical, o projeto também se desdobra em ações formativas e de acessibilidade. Serão distribuídos 50 livros e 800 CDs físicos para a Secretaria de Estado de Educação do DF, além de 100 CDs e Encartes em braille para o Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV), ampliando o alcance do conteúdo e promovendo a inclusão. “A ideia é que o projeto chegue às escolas como um instrumento que facilite a formação cultural e também o acesso. Estamos organizando a distribuição para que aconteça em diferentes regiões administrativas ao longo dos próximos meses”, destaca Rodrigo Werneck, coordenador-geral do projeto.

O aspecto visual do projeto também ganha destaque na proposta. “A parte visual brinca junto das músicas, misturando estilos como minha aquarela, colagem com elementos da cultura nordestina, arte digital e obras feitas por crianças da Escola Classe 06 do Paranoá. O tempo de criação foi longo, 4 anos de atividades pedagógicas com o tema Vila Paranoá,   muita diversão e invenção nesse processo de pesquisa.”, explica o ilustrador e designer gráfico, Alex Oliveira.

O álbum reúne compositores, músicos e artistas comprometidos com a preservação e reinvenção da cultura popular, fortalecendo o coco como expressão viva e contemporânea, com arranjos de Rodrigo Zolet, Lirys Catharina, Thiago DeLimacruz e Janary Gentil. O clipe de Baloeiro, parceria com Isaac Nunes, amplia a experiência estética do projeto e reforçando sua proposta artística.

Marta Leonardo de Oliveira, mais conhecida como Mestra Martinha do Coco, é cantora, compositora e brincante, nascida em Olinda (PE) em 1961 e radicada em Brasília (DF) desde os 17 anos. Após trabalhar como babá e gari, consolidou sua carreira compondo e interpretando ritmos como Maracatu, Ciranda e Samba de Coco. Seu estilo musical único, chamado por muitos de “Coco do Cerrado”, é marcado pelo bom humor e pela valorização da cultura cerratense. Gravou dois discos, Rodas Griô (2017) e O Perfume Dela (2019), e é reconhecida como uma das principais referências no cenário cultural do Distrito Federal, com prêmios do Ministério da Cultura e órgãos locais.

O Projeto Coco de Ninar é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).

Serviço – Coco de Ninar, de Martinha do Coco

Instagram: https://www.instagram.com/martinhadococoparanoa/
Álbum Coco de Ninar no Spotify: https://open.spotify.com/album/1jiryuFWUK508pg2bbg0KN
Baloeiro no youtube: https://www.youtube.com/watch?v=yPDZ18ynpE8&list=RDyPDZ18ynpE8&start_radio=1

Maio Amarelo: Detran-DF realiza Operação Sossego em Taguatinga

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Ao todo, as equipes abordaram 100 motociclistas 
Valquíria Cunha/Ascom Detran-DF
O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizou, nesta terça-feira (5), a Operação Sossego Maio Amarelo, na Avenida Hélio Prates, ao lado do cemitério de Taguatinga. A ação ocorreu das 9h30 às 12h e teve como foco a fiscalização de motocicletas, com ênfase em irregularidades que comprometem a segurança viária e o sossego público.
Durante a operação, foram abordadas 100 motociclistas. Desse total, oito condutores estavam sem habilitação e dois com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida. Os agentes também identificaram quatro veículos com sistema de iluminação irregular e oito com escapamentos adulterados, prática que provoca ruído excessivo e gera incômodo à população. Ao todo, foram registradas 28 outras infrações e cinco motocicletas foram removidas ao depósito.
A operação contou com a atuação de 12 agentes do Detran-DF, distribuídos em seis viaturas, além do apoio de dois guinchos. A ação também teve reforço da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), com dois policiais e uma viatura.
De acordo com o diretor de Policiamento e Fiscalização de Trânsito do Detran-DF, Danilo Lino, a iniciativa integra o conjunto de ações voltadas à redução de sinistros de trânsito, especialmente durante o Maio Amarelo: “Nosso objetivo é intensificar a fiscalização e conscientizar os condutores sobre a importância do cumprimento das normas, especialmente no caso das motocicletas, que estão entre os veículos mais vulneráveis. Também buscamos coibir práticas que afetam diretamente a qualidade de vida da população, como o uso de escapamentos adulterados”, destacou.
A Operação Sossego integra o cronograma de ações do Detran-DF durante o Maio Amarelo, com foco na coibição de infrações e na promoção de um trânsito mais seguro e humano.

Aeroporto Salgado Filho supera níveis pré-enchente e consolida retomada com crescimento no fluxo de passageiros

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Dois anos após desastre que paralisou operações, terminal de Porto Alegre (RS)registra alta na movimentação

Aeroporto Salgado Filho durante inundação em 2024. – Foto: Mpor/Vosmar Rosa

 

Dois anos após o alagamento histórico que interrompeu as operações por cerca de cinco meses em 2024, o Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre (RS), não apenas retomou suas atividades como já supera os níveis de movimentação anteriores ao desastre. No primeiro trimestre de 2026, o terminal registrou 1,8 milhão de passageiros, acima dos 1,6 milhão contabilizados no mesmo período de 2024.

No segmento internacional, o avanço também é evidente. Foram 101.587 passageiros no primeiro trimestre de 2026, frente a 95.745 no mesmo período de 2024, uma alta de 6,1%. O resultado sinaliza não apenas a normalização das operações, mas o fortalecimento da conectividade aérea da região após o maior desastre ambiental já registrado em um aeroporto brasileiro.

A retomada foi viabilizada por um robusto conjunto de obras e investimentos que ultrapassaram R$ 560 milhões. Desse total, R$ 426 milhões foram por medida cautelar do Governo Federal no âmbito do contrato de concessão com a Fraport Brasil.

“O que vemos hoje em Porto Alegre é mais do que a recuperação de um aeroporto. É a demonstração da capacidade do Estado brasileiro de responder com rapidez, coordenação e eficiência a uma situação extrema. O Salgado Filho volta a crescer, mais resiliente e preparado para o futuro”, destacou o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca.

A recuperação da pista de pousos e decolagens, com 3.200 metros de extensão, foi uma das etapas mais complexas. Submersa por cerca de 23 dias, a estrutura exigiu um processo detalhado que incluiu limpeza, inspeção das placas de concreto, fresagem, remoção de detritos e recomposição das camadas de pavimento em um trecho de 1.400 metros. Também foram recuperados ou substituídos sistemas essenciais, como o elétrico e a sinalização luminosa.

Além disso, o aeroporto recebeu novos equipamentos operacionais, como esteiras de bagagem, aparelhos de raio X, escadas rolantes e elevadores. Foram ainda implementadas melhorias estruturais no sítio aeroportuário voltadas à drenagem e ao escoamento de águas pluviais, com ampliação das bacias de contenção.

O secretário de Aviação Civil, Daniel Longo, reforçou que as obras foram conduzidas com rigor técnico e observância aos padrões operacionais e de segurança da aviação civil. “Hoje, o aeroporto opera com maior capacidade e preparado para sustentar o crescimento da demanda com eficiência e previsibilidade”, afirmou o secretário.

A dimensão da operação de recuperação impressiona. Mais de duas mil pessoas trabalharam 24 horas por dia, permitindo que o aeródromo fosse restabelecido em aproximadamente três meses. Veja alguns números:

  • 32 mil m2 do terminal de passageiros passaram por obras de recuperação;
  • mais de 300 mil metros de cabos de TI foram substituídos;
  • cerca de 20 mil metros de cabos elétricos foram substituídos;
  • 10 subestações de energia e 20 grupos de geradores recuperados;
  • quase 100 mil toneladas de asfalto;
  • 55 mil m2 de concreto.

Outback expande presença em Curitiba com inauguração de unidade no Shopping Palladium

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Nova unidade contou com investimento médio de R$ 6 milhões e gerou 86 empregos diretos

O Outback Steakhouse segue avançando em sua estratégia de expansão no Brasil e inaugura sua quarta unidade em Curitiba. Desta vez, a rede chega ao Shopping Palladium Curitiba, com investimento médio de R$ 6 milhões e geração de 86 empregos diretos. A nova unidade abre as portas em 4 de maio, e este será o primeiro restaurante da marca em Curitiba que conta com o novo conceito arquitetônico do Outback, que é mais contemporâneo e descontraído.

A nova operação reforça a relevância de Curitiba como um mercado estratégico, com demanda consistente e abertura para novas experiências gastronômicas.

Instalada em um dos principais centros de compras da cidade, a unidade evidencia o papel cada vez mais relevante dos shoppings como polos de convivência. Esses espaços vêm ampliando sua atuação ao integrar gastronomia, lazer e entretenimento, acompanhando as mudanças no comportamento do consumidor e incentivando permanências mais longas.

Conhecido pelo conceito casual dining e pela inspiração na cultura australiana, o Outback aposta na experiência como diferencial competitivo. O ambiente temático, o atendimento descontraído e o cardápio icônico contribuem para transformar a visita ao restaurante em um momento de lazer entre amigos e família.

“A inauguração de uma nova unidade em Curitiba reforça a importância da cidade para a estratégia de expansão da marca, especialmente em um mercado que apresenta demanda consistente e abertura para novas experiências”, afirma Wagner Villaverde, sócio do Outback Steakhouse.

“A proposta é oferecer aos clientes uma experiência completa, que vai além da refeição e está alinhada ao perfil do público local”, complementa.

Para o Shopping Palladium, a chegada da nova unidade fortalece o posicionamento do empreendimento como um dos principais destinos gastronômicos da cidade, ampliando a diversidade do mix e a presença de marcas reconhecidas nacionalmente.

 

Serviço

Outback Steakhouse – Shopping Palladium Curitiba

Endereço: Av. Presidente Kennedy, 4121 – Portão, Curitiba (PR)

Inauguração:

Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 11h30 às 23h; domingos e feriados, das 11h30 às 22h

Mais informações: www.outback.com.br | https://palladiumcuritiba.com.br/

Sobre o Outback

O Outback Steakhouse possui 190 restaurantes no Brasil e está presente em 87 cidades, 21 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer. Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback.

Mudança de hábitos redefine a alimentação no Brasil

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Rotina acelerada impulsiona busca por praticidade sem abrir mão da qualidade nutricional

Créditos: iStock

A mudança de hábitos tem redesenhado a rotina alimentar dos brasileiros, impulsionada por jornadas cada vez mais dinâmicas e pela necessidade de conciliar trabalho, deslocamentos e cuidados pessoais. Nesse cenário, o tempo disponível para o preparo de refeições se torna escasso, o que influencia diretamente as escolhas alimentares no dia a dia.

Esse movimento não se restringe às grandes capitais, mas se espalha por diferentes
regiões do país, acompanhando transformações no estilo de vida. A busca por soluções
práticas ganha protagonismo, ao mesmo tempo em que cresce a preocupação com a
qualidade dos alimentos consumidos e com o equilíbrio nutricional.

Mudança de hábitos e a rotina acelerada

A mudança de hábitos alimentares está diretamente ligada à reorganização do cotidiano. O
planejamento das refeições ganha caráter estratégico, priorizando opções que combinem
rapidez no preparo e valor nutricional. Nesse contexto, alimentos prontos ou semiprontos
passam a ocupar mais espaço nas cozinhas, desde que atendam a critérios de qualidade.

Esse cenário é intensificado por rotinas urbanas cada vez mais dinâmicas, marcadas por
deslocamentos longos e agendas cheias. Mesmo nos períodos em casa, o tempo tende a
ser limitado, o que reforça a busca por praticidade. Assim, o preparo das refeições se
adapta a intervalos mais curtos e a uma lógica mais funcional.

Tecnologia e praticidade na alimentação

O avanço tecnológico tem papel relevante nesse processo, especialmente com a
popularização de eletrodomésticos que otimizam o tempo na cozinha. Nas casas brasileiras,
o uso de equipamentos como o microondas tornou-se essencial para viabilizar o consumo
de refeições caseiras e nutritivas mesmo em dias atarefados.

Essas soluções permitem tanto aquecer alimentos quanto preparar pratos completos de
forma rápida, reduzindo etapas e facilitando a organização alimentar. A tecnologia, nesse
sentido, atua como aliada na manutenção de uma dieta equilibrada, mesmo diante de
limitações de tempo.

Equilíbrio entre conveniência e saúde

Embora a praticidade seja um fator determinante, há uma preocupação crescente com a
qualidade dos alimentos. A mudança de hábitos não implica necessariamente em escolhas
menos saudáveis; ao contrário, há uma tendência de adaptação, com foco em ingredientes
naturais, porções equilibradas e preparações simples.

Esse equilíbrio se reflete no aumento da busca por alimentos frescos, combinados com
soluções práticas de preparo. Marmitas caseiras, congelamento de refeições e
planejamento semanal surgem como alternativas viáveis para manter uma alimentação
adequada sem comprometer a rotina.

Transformações que vieram para ficar

A mudança de hábitos observada na rotina alimentar dos brasileiros reflete transformações
mais amplas no comportamento e no estilo de vida. A busca por praticidade tende a se
manter como uma tendência relevante, especialmente em um cenário marcado pela
valorização do tempo e da eficiência.

Ao mesmo tempo, cresce a percepção de que alimentação e bem-estar estão diretamente
conectados. Esse entendimento impulsiona soluções que conciliam agilidade e qualidade,
indicando que o futuro da alimentação passa por adaptações cada vez mais alinhadas às
demandas do cotidiano.

Maio Vermelho reforça alerta: casos de câncer de boca devem ultrapassar 15 mil por ano no Brasil

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Healthy teeth, bright smile.

 

Campanha nacional de conscientização ganha força e se conecta ao Dia Mundial Sem Tabaco, em 31 de maio, para destacar sinais precoces e estratégias de prevenção além do óbvio

O mês de maio concentra duas importantes mobilizações de saúde pública: o Maio Vermelho, dedicado à conscientização sobre o câncer de boca, e o Dia Mundial Sem Tabaco, em 31 de maio. Juntas, as datas ampliam o debate sobre um ponto ainda pouco explorado: os primeiros impactos do cigarro tradicional e dos dispositivos eletrônicos, como o vape, costumam surgir na cavidade oral, muitas vezes de forma silenciosa.

Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) estimaram cerca de 15,1 mil novos casos de câncer de boca por ano no entre 2023 e 2025. Ainda assim, muitos diagnósticos ocorrem em estágios avançados, o que pode comprometer as chances de sucesso no tratamento. Quando a doença é identificada precocemente, porém, as taxas de cura podem ultrapassar 80%. A doença, apesar de pouco conhecida, é o oitavo câncer mais frequente no Brasil. Esse cenário ganha relevância diante de dados do Vigitel (Ministério da Saúde), que apontam desaceleração na queda do tabagismo nas capitais desde 2015. A prevalência caiu de 15,7% em 2006 para 9,3% em 2023 (redução média anual de 3,3%). Mantido esse ritmo, a projeção para 2030 é de 7,96%, acima da meta de 6,24% prevista no plano nacional de enfrentamento das DANTs.

O dentista especialista em Implantodontia da Neodent, Dr. Sérgio Bernardes, chama a atenção para o fato de que alterações aparentemente simples podem ser os primeiros indícios de problemas mais graves. Feridas que não cicatrizam em até 15 dias, manchas esbranquiçadas ou avermelhadas, caroços, dor persistente, dificuldade para mastigar ou engolir e até mudanças na voz são sinais que merecem atenção. “A boca funciona como uma porta de entrada e como um termômetro da saúde. Muitos pacientes ignoram sintomas iniciais por não associarem ao risco de câncer”, destaca.

O uso de cigarros eletrônicos, frequentemente visto como uma alternativa menos nociva, também preocupa. O vape pode provocar inflamações na mucosa oral, alterações celulares e maior ressecamento bucal, criando um ambiente propício para lesões e infecções. Em alguns casos, essas alterações podem evoluir para quadros mais graves quando não identificadas precocemente.

Prevenção além do “não fumar”

Embora evitar o tabaco continue sendo a principal recomendação, o especialista reforça que a prevenção do câncer de boca envolve um conjunto de cuidados no dia a dia:

  • Atenção aos sinais persistentes: qualquer alteração na boca que dure mais de duas semanas deve ser avaliada por um dentista.
  • Higiene bucal adequada: a escovação correta, o uso diário do fio dental e as visitas regulares ao dentista ajudam a identificar lesões precocemente.
  • Proteção solar labial: a exposição prolongada ao sol pode estar associada ao câncer de lábio.
  • Moderação no consumo de álcool: o consumo frequente pode potencializar os efeitos nocivos do tabaco e agride a mucosa oral.
  • Alimentação equilibrada: dietas ricas em frutas, verduras e antioxidantes podem contribuir para a saúde celular.
  • Autoexame da boca: simples e rápido, pode ser feito em frente ao espelho, observando língua, gengivas, bochechas e céu da boca.
  • Idade avançada: o risco de câncer de boca aumenta com o envelhecimento, especialmente após os 50 anos.

Para quem possui implantes dentários, os cuidados preventivos são os mesmos, mas o acompanhamento profissional ganha ainda mais importância. “O dentista consegue identificar qualquer alteração durante as consultas de manutenção, o que é imprescindível não só para manter a integridade dos implantes, como também para investigar afundo possíveis lesões que mereçam mais atenção. Pacientes com implantes devem manter a rotina de higiene e acompanhamento profissional, assim como qualquer outro paciente”, reforça Bernardes.

A integração entre o Maio Vermelho e o Dia Mundial Sem Tabaco reforça a necessidade de ampliar a conscientização, fazer avaliações periódicas com o dentista, pelo menos a cada seis meses, e realizar o autoexame da boca com regularidade. “O alerta é: antes de qualquer outro sintoma, é na boca que podem surgir os primeiros sinais de que algo não vai bem no organismo”, finaliza o especialista.

Sobre a Neodent

A Neodent é a marca de implantes dentários mais utilizada pelos dentistas no Brasil. Com o propósito de criar novos sorrisos todos os dias e contribuir para a democratização da saúde bucal, vai além do desenvolvimento e fornecimento de soluções odontológicas de alta qualidade e tecnologia, promovendo programas como o Neodent+, que conecta correntistas Bradesco aos dentistas Neodent e oferecem condições especiais para a realização de tratamentos, e a Expedição Novos Sorrisos, que leva cuidado odontológico e ações educativas a comunidades carentes em todo o Brasil.

Carta Aberta “Belo Monte: dez anos de operação, mais de uma década de danos sem reparação”

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Sociedade civil divulga, nesta segunda-feira, documento que evidencia os impactos da hidrelétrica e reforça necessidade de justiça

 

Às vésperas de completar dez anos desde o início de sua operação, em 5 de maio de 2016, a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, volta a ser objeto de atenção pública com a divulgação da carta aberta Belo Monte: dez anos de operação, mais de uma década de danos sem reparação. O documento, assinado por organizações da sociedade civil que atuam na defesa de direitos humanos e socioambientais — Associação Interamericana para a Defesa do Ambiente (AIDA); Conselho Indigenista Missionário (CIMI); Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB); Diocese de Altamira; Justiça Global; Movimento Xingu Vivo Para Sempre; Observatório dos Povos Indígenas Isolados (OPI); e Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH) – apresenta um balanço crítico do período e aponta a persistência de violações sem reparação adequada.
A carta destaca que comunidades indígenas, ribeirinhas e pescadores do médio Xingu seguem enfrentando impactos estruturais em seus modos de vida, sem terem sido devidamente consultadas durante a implementação do empreendimento. O caso, em tramitação desde 2011 na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, reúne evidências dessas violações. Entre os principais pontos está a alteração do regime hidrológico da Volta Grande do Xingu, com mais de cem quilômetros afetados pela redução do volume de água, comprometendo a biodiversidade aquática, a pesca artesanal e a segurança alimentar dessas populações, cenário agravado por eventos extremos de seca na Amazônia.
À luz do Parecer Consultivo OC-32 da Corte Interamericana de Direitos Humanos,as organizações defendem a adoção de medidas concretas pelo Estado brasileiro, como mitigação dos impactos, cumprimento da consulta prévia, livre e informada, implementação de um hidrograma ecologicamente adequado, reparação integral das comunidades afetadas e suspensão de novos empreendimentos de alto impacto na região. Para as entidades, os dez anos de operação — somados a mais de quinze anos de impactos — reforçam a necessidade de avanço no caso, com expectativa de que a Comissão Interamericana dê seguimento à análise e o submeta à Corte Interamericana.
“A carta sistematiza mais de uma década de impactos de Belo Monte e evidencia a persistência de um quadro de violações que ainda não foi devidamente enfrentado. O caso demanda uma resposta institucional compatível com os padrões do Sistema Interamericano de Direitos Humanos”, afirma Marcella Torres, coordenadora jurídica do Programa de Direitos Humanos da AIDA.

Leia a íntegra da Carta.

 

SOBRE – Belo Monte é a quarta maior usina hidrelétrica do mundo, construída no rio Xingu, no estado do Pará, no coração da Amazônia. Com capacidade instalada de 11.233 MW, foi inaugurada em 5 de maio de 2016. Sua operação desvia 80% do fluxo do rio Xingu por um canal de 500 metros de largura e 75 km de comprimento. A área inundada entre o canal e o reservatório é de 516 km², maior que a cidade de Chicago, dos quais 400 km² eram de floresta nativa.

SOBRE A AIDA – A Associação Interamericana para a Defesa do Ambiente (AIDA) fortalece a capacidade das pessoas para defender seu direito a um meio ambiente saudável por meio do direito e da ciência, com o objetivo de proteger ecossistemas e comunidades em toda a América Latina. Link

Atleta indígena conquista prata e transforma resultado em símbolo de superação

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Roraima — A conquista da medalha de prata pelo estudante-atleta Carlos Elielson já entrou para a história do esporte escolar em Roraima, não apenas pelo resultado em si, mas pelo contexto em que foi alcançado.

Competindo com atletas não paralímpicos, o jovem demonstrou desempenho de alto nível, resistência e preparo técnico, reforçando a ideia de que o esporte é, antes de tudo, um espaço de superação. O feito ganha ainda mais relevância ao evidenciar o potencial de atletas oriundos de comunidades indígenas, frequentemente invisibilizados nos grandes cenários esportivos.

Mais do que uma disputa, a prova se transformou em vitrine de talento e persistência. O resultado também amplia o debate sobre inclusão e igualdade de oportunidades no esporte brasileiro. Ao subir ao pódio, Carlos levou consigo uma mensagem clara: limites podem ser questionados e, muitas vezes, superados. A medalha, nesse caso, carrega um peso simbólico que vai além do desempenho físico. Trata-se de uma conquista coletiva, construída com apoio, disciplina e oportunidade.

Representando a Escola Estadual Indígena Professor Ednilson Lima Cavalcante, localizada na Comunidade Tabalascada, o atleta colocou em evidência o papel estratégico da educação escolar indígena no desenvolvimento de talentos. A instituição, situada no município de Cantá, tem se consolidado como um espaço de formação que integra conhecimento acadêmico, valorização cultural e incentivo ao esporte. Nesse cenário, a trajetória de Carlos não surge como um caso isolado, mas como reflexo de um trabalho contínuo. A presença da escola no pódio simboliza mais do que uma vitória esportiva: é o reconhecimento de um modelo educacional que respeita identidades e potencializa habilidades.

Em um país marcado por desigualdades regionais, iniciativas como essa mostram caminhos possíveis para reduzir distâncias sociais. O esporte, nesse contexto, atua como ferramenta de transformação. E a educação, como base que sustenta esse processo. A combinação dos dois elementos revela resultados concretos. E, acima de tudo, inspira novas trajetórias.

A participação do atleta em uma competição com atletas não paralímpicos reforça a importância da inclusão no esporte de alto rendimento. Esse tipo de experiência amplia horizontes, desafia padrões e contribui para a construção de um ambiente mais diverso e competitivo.

Ao enfrentar adversários em condições distintas, Carlos não apenas demonstrou capacidade técnica, mas também resiliência emocional. Esse tipo de vivência é fundamental para a formação de atletas completos. Além disso, evidencia a necessidade de ampliar políticas que incentivem a participação de jovens indígenas em competições de maior visibilidade. A inclusão, nesse sentido, deixa de ser discurso e passa a ser prática. O desempenho alcançado revela que, quando há acesso a treinamento e estrutura, os resultados aparecem. E, muitas vezes, surpreendem.

O caso de Carlos é um exemplo claro disso. Ele rompe barreiras e redefine expectativas. E mostra que o talento não escolhe origem.

Por trás da medalha, há uma rotina intensa de treinos, disciplina e acompanhamento técnico especializado. O trabalho conduzido pelo técnico Dr. Rômulo Terminelis da Silva, foi determinante para o desempenho do atleta. Segundo ele, o resultado é fruto de um processo estruturado, baseado em planejamento, dedicação e apoio institucional. A preparação envolveu não apenas aspectos físicos, mas também estratégicos e psicológicos.

Esse conjunto de fatores foi essencial para garantir competitividade em alto nível. O papel do treinador, nesse contexto, vai além da orientação técnica. Ele atua como mediador de oportunidades e incentivador de potencialidades. A relação entre atleta e treinador se mostra, portanto, um dos pilares do sucesso. E reforça a importância de profissionais qualificados no desenvolvimento do esporte educacional. O resultado obtido valida esse trabalho. E abre espaço para novos investimentos na área.

A conquista também reacende o debate sobre a necessidade de políticas públicas voltadas ao esporte em comunidades indígenas. O acesso a infraestrutura adequada, materiais esportivos e acompanhamento técnico ainda é limitado em muitas regiões do país. Mesmo assim, histórias como a de Carlos mostram que, quando há incentivo, os resultados podem ser expressivos. O esporte se apresenta como uma ferramenta poderosa de inclusão social.

Ele contribui para o fortalecimento da autoestima, o desenvolvimento de habilidades e a construção de perspectivas de futuro. Em comunidades indígenas, esse impacto é ainda mais significativo. Isso porque o esporte dialoga com valores culturais e coletivos. Ao investir nessa área, o poder público não apenas forma atletas, mas também fortalece comunidades. E promove cidadania. A medalha de prata, nesse cenário, funciona como um alerta. E também como um convite à ação.

Na Comunidade Tabalascada, o feito foi celebrado como uma vitória coletiva. Moradores, professores e colegas de escola acompanharam com orgulho a trajetória do jovem atleta. A conquista reforça o sentimento de pertencimento e identidade. E mostra que é possível alcançar grandes resultados sem abrir mão das raízes culturais. Para os mais jovens, Carlos se torna uma referência concreta. Alguém próximo, real e inspirador. Esse tipo de representatividade é fundamental para estimular novos talentos. E para manter viva a esperança de transformação por meio da educação e do esporte. O impacto vai além do momento da premiação. Ele se prolonga no cotidiano da comunidade. E influencia decisões futuras. A medalha, portanto, não encerra uma história. Ela inaugura novas possibilidades.

O reconhecimento também contribui para dar visibilidade à educação escolar indígena, muitas vezes negligenciada no debate público. Ao associar esse modelo educacional a resultados concretos, como o desempenho esportivo, amplia-se a percepção sobre sua relevância. A escola deixa de ser vista apenas como espaço de ensino formal. E passa a ser reconhecida como agente de transformação social. Esse reposicionamento é essencial para fortalecer políticas educacionais específicas. E para garantir investimentos adequados. A experiência de Tabalascada mostra que é possível conciliar tradição e inovação. E que o respeito à cultura indígena pode caminhar lado a lado com a excelência acadêmica e esportiva. O caso de Carlos sintetiza essa proposta. E a projeta para além das fronteiras locais.

Ao subir ao pódio, o atleta não apenas conquistou uma medalha. Ele construiu um símbolo. Um símbolo de resistência, de capacidade e de futuro. Sua trajetória desafia estereótipos e amplia horizontes. Mostra que o talento pode emergir em qualquer lugar. Desde que haja oportunidade. E reforça a importância de olhar com mais atenção para as periferias geográficas e sociais do país. Ali, muitas histórias ainda aguardam visibilidade. E reconhecimento. O esporte, nesse contexto, se revela um caminho potente. E transformador. A prata conquistada em pista se traduz em ouro no campo simbólico. E deixa um legado que vai muito além da competição.

Mais do que um resultado esportivo, a conquista de Carlos Elielson se consolida como um marco para o esporte escolar indígena em Roraima. Ela aponta caminhos, inspira políticas e mobiliza comunidades. E reforça uma mensagem essencial: investir em educação e esporte é investir em futuro. A história do jovem atleta ainda está em construção. Mas já carrega elementos suficientes para ser lembrada. E, principalmente, replicada. Porque, quando talento encontra oportunidade, o resultado é inevitável. E, muitas vezes, extraordinário.

EDUCAÇÃO INDÍGENA E ESPORTE: COMO A FORMAÇÃO ESCOLAR ESTÁ REVELANDO NOVOS TALENTOS NO BRASIL

O avanço da educação escolar indígena no Brasil tem revelado um impacto que vai além da sala de aula, alcançando áreas como o esporte de alto rendimento. Cada vez mais, escolas localizadas em comunidades indígenas têm se destacado na formação de jovens atletas, mostrando que o desenvolvimento educacional pode caminhar lado a lado com a descoberta de talentos esportivos. Esse movimento reflete uma mudança importante na forma como a educação indígena é estruturada, passando a integrar práticas que valorizam o corpo, a cultura e a coletividade. O resultado é o surgimento de atletas `preparados não apenas tecnicamente, mas também conscientes de sua identidade. Esse modelo rompe com visões limitadas sobre o papel da escola. E amplia seu alcance social. Ao incentivar o esporte, essas instituições promovem saúde, disciplina e oportunidades. E criam novas perspectivas para jovens que, historicamente, tiveram menos acesso a esse tipo de estrutura.

A relação entre esporte e educação em comunidades indígenas não é recente, mas vem ganhando novos contornos com políticas públicas mais direcionadas. Programas de incentivo, ainda que insuficientes, têm contribuído para ampliar o acesso a competições e treinamentos. Esse cenário permite que estudantes experimentem realidades antes distantes. Como viagens, intercâmbios e participação em eventos de maior visibilidade. Essas experiências são fundamentais para o desenvolvimento pessoal e profissional dos jovens. Elas ampliam repertórios e fortalecem a autoconfiança. Ao mesmo tempo, ajudam a quebrar barreiras sociais e geográficas. O esporte, nesse contexto, funciona como ponte. Ligando comunidades a oportunidades. E revelando talentos que poderiam permanecer invisíveis. A educação, por sua vez, oferece a base necessária para sustentar esse crescimento.

Um dos principais desafios ainda enfrentados é a falta de infraestrutura adequada em muitas escolas indígenas. Quadras esportivas, equipamentos e acompanhamento técnico especializado ainda são escassos em diversas regiões. Apesar disso, iniciativas locais têm buscado contornar essas limitações com criatividade e engajamento comunitário. Professores, líderes e treinadores desempenham papel fundamental nesse processo. Muitas vezes, atuam com recursos limitados, mas com alto grau de comprometimento. Esse esforço coletivo tem gerado resultados importantes. E mostrado que, mesmo diante de dificuldades, é possível avançar. No entanto, especialistas apontam que, para consolidar esse modelo, é necessário ampliar investimentos. E garantir políticas contínuas. O potencial existe. Mas precisa ser sustentado.

Outro ponto relevante é o impacto do esporte na autoestima dos estudantes indígenas. Ao participarem de competições e conquistarem resultados, esses jovens passam a se enxergar de forma diferente. Eles se reconhecem como capazes. E passam a ocupar espaços que antes pareciam inacessíveis. Esse processo tem efeitos diretos na permanência escolar e no desempenho acadêmico. Estudantes mais motivados tendem a se engajar mais nas atividades escolares. E a construir trajetórias mais consistentes. O esporte, nesse sentido, atua como fator de permanência. E também como ferramenta pedagógica. Ele ensina valores como disciplina, respeito e trabalho em equipe. Elementos fundamentais para a formação cidadã.

A valorização da cultura indígena também é um aspecto central nesse modelo educacional. Diferentemente de abordagens tradicionais, a educação escolar indígena busca integrar saberes ancestrais ao currículo formal. Isso inclui práticas corporais, jogos tradicionais e formas próprias de organização social. Ao incorporar esses elementos, a escola se torna mais significativa para os alunos. E fortalece o vínculo com a comunidade. No esporte, essa valorização se traduz em identidade. Os atletas carregam consigo não apenas habilidades técnicas, mas também uma história. E uma cultura. Isso agrega valor simbólico às suas conquistas. E amplia seu impacto social.

O reconhecimento de atletas indígenas em competições regionais e nacionais também contribui para mudar percepções sobre essas comunidades. Muitas vezes associadas a estereótipos, elas passam a ser vistas sob uma nova perspectiva. Como espaços de talento, organização e potencial. Essa mudança de narrativa é fundamental para combater preconceitos. E para promover inclusão. O esporte, nesse caso, funciona como vitrine. E também como instrumento de transformação social. Ao ganhar visibilidade, essas histórias inspiram outras. E criam um efeito multiplicador.

Especialistas defendem que o fortalecimento do esporte escolar indígena pode trazer benefícios de longo prazo para o país. Além de revelar atletas, esse modelo contribui para a formação de cidadãos mais preparados. E para a construção de uma sociedade mais diversa e inclusiva. O investimento nessa área deve ser visto como estratégico. E não apenas como ação pontual. Isso envolve planejamento, संस recursos e continuidade. Sem esses elementos, os avanços tendem a ser limitados. Com eles, o potencial é enorme.

A integração entre escolas, comunidades e instituições esportivas também é apontada como caminho para ampliar resultados. Parcerias podem facilitar o acesso a treinamentos, competições e infraestrutura. Além disso, permitem a troca de conhecimentos. E o fortalecimento de redes de apoio. Esse tipo de articulação é essencial para sustentar o crescimento do esporte indígena. E para garantir que talentos não se percam ao longo do caminho. A colaboração, nesse contexto, é chave.

Casos de sucesso, como o de Carlos Elielson, ajudam a ilustrar esse cenário. Eles mostram que, quando há oportunidade, os resultados aparecem. E reforçam a importância de continuar investindo. Cada atleta que se destaca abre caminho para outros. E contribui para consolidar um movimento maior. O esporte indígena, ainda em desenvolvimento, tem potencial para ganhar protagonismo nos próximos anos. E para transformar realidades.

No fim das contas, a combinação entre educação e esporte se mostra uma das estratégias mais eficazes para promover inclusão e desenvolvimento em comunidades indígenas. Ela gera impacto imediato. E também resultados duradouros. Ao apostar nesse modelo, o Brasil não apenas revela talentos. Mas também constrói um futuro mais equilibrado e representativo.

Pré-candidato a Deputado Federal, Jornalista Donny Silva Repudia Ataques Contra Celina Leão

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Sem ser citada em investigações, governadora vira alvo de fake news e articulações que tentam vinculá-la ao caso Master/BRB;  jornalista revela que advogado de Paulo Henrique Costa é sócio do advogado de José Roberto Arruda

O conhecido jornalista investigativo brasiliense e pré-candidato a deputado federal pelo Democracia Cristã (DC),  se pronunciou neste domingo (3/5) nas redes sociais sobre os constantes ataques à governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), que tentam envolvê-la no escândalo do Banco Master e o Banco de Brasília (BRB).

Desde a deflagração da Operação Compliance Zero, em novembro de 2025, adversários políticos da governadora têm intensificado uma ofensiva para desqualificá-la publicamente, atribuindo-lhe, sem provas, supostos crimes no âmbito do caso Master/BRB. Apesar das insinuações, Celina Leão não foi sequer citada nas investigações nem figura como alvo de qualquer apuração oficial. O que chama atenção, no entanto, é a articulação por trás da disseminação de informações falsas que buscam desgastar sua imagem, especialmente em um momento de pré-disputa eleitoral.

Neste domingo (3/5), uma fonte não identificada afirmou ao colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, que o nome da governadora estaria mencionado em uma possível delação premiada do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa — informação que carece de confirmação oficial.

Desde que assumiu o Palácio do Buriti, após a renúncia de Ibaneis Rocha para disputar o Senado, Celina Leão adotou postura de distanciamento em relação a decisões controversas da gestão anterior envolvendo o BRB. Entre as medidas adotadas, determinou o afastamento de funcionários ligados à aprovação de operações com o Banco Master e formalizou pedido ao governo federal para viabilizar uma operação de crédito junto ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC), com garantia de imóveis públicos do GDF.

A governadora também se reuniu com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e descartou publicamente qualquer possibilidade de venda ou liquidação do BRB, sinalizando compromisso com a estabilidade da instituição financeira.

Para o pré-candidato a deputado federal pelo Democracia Cristã (DC),  jornalista Donny Silva, há indícios de uma articulação coordenada por trás das sucessivas manchetes que tentam associar o nome da governadora ao escândalo.

“Diante de mais uma fake news envolvendo Celina Leão, é possível identificar sinais claros sobre a origem dessas informações. O atual advogado de Paulo Henrique Costa, Eugênio Aragão — que atuou na campanha presidencial de Lula em 2022 — é sócio de Willer Tomaz, figura já conhecida em investigações conduzidas pela Polícia Federal e advogado do ex-governador José Roberto Arruda. Willer esteve envolvido em diferentes apurações ao longo dos anos, incluindo denúncias de denunciação caluniosa, suspeitas de corrupção e obstrução de Justiça em casos ligados à JBS, além de ter sido preso em 2017 sob suspeita de intermediar pagamento de propina a membro do Ministério Público Federal”, afirmou.

Donny Silva também destacou que eventuais acordos de delação premiada exigem a apresentação de fatos novos e provas consistentes. “Insinuações infundadas contra adversários políticos podem comprometer a validade do acordo e gerar consequências jurídicas severas para o delator”, acrescentou.

O jornalista defendeu ainda a necessidade de apuração rigorosa sobre a origem das informações divulgadas. “É fundamental que as autoridades investiguem de onde partiu a informação repassada ao colunista Lauro Jardim. Trata-se de uma tentativa evidente de fragilizar a governadora perante a opinião pública do Distrito Federal”, afirmou.

VideoCelina5-26

Em vídeo, Celina Leão já declarou que a possibilidade de seu envolvimento no caso Master/BRB é “zero”. Para Donny Silva, a disseminação de notícias falsas contra Celina revela uma estratégia deliberada de desgaste político. “Brasília é um ambiente onde as articulações rapidamente vêm à tona. É possível identificar tanto o ‘fogo amigo’ quanto o ‘fogo inimigo’. O que está em curso precisa ser investigado com profundidade. E alguém precisa questionar Paulo Henrique Costa se foi ele quem vazou a suposta fala sobre uma  suposta delação e o suposto envolvimento de Celina. Ele não pode adiantar nada antes de ter homologada a delação. Então, de onde Lauro Jardim tirou tal fake news? Ou Costa fez acordo com Arruda para fragilizar e tirar Celina da corrida eleitoral? São questões que precisam ser imediatamente investigadas e respondidas pelas autoridades”, disse.

Donny Silva e Celina Leão

Por fim, ele classificou os ataques como parte de uma ofensiva que também carrega viés discriminatório. “É preciso dar um basta em ataques de natureza misógina. O protagonismo feminino deve ser respeitado e garantido em todos os espaços”, concluiu.