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Senior leva Guga da quadra para o universo dos negócios em nova fase de campanha

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Produzida pela Cuka Filmes, ação será lançada nesta terça-feira (07) e evidencia o lado empresário do ex-tenista em uma narrativa que aproxima esporte e gestão

A Senior Sistemas, uma das maiores empresas de software de gestão do Brasil, lança, nesta terça-feira (07), a quarta fase de sua campanha institucional com Guga Kuerten. Produzida pela Cuka Filmes, a ação será veiculada em plataformas digitais, canais de TV fechada, emissoras de rádio e pontos selecionados de DOOH (Digital Out of Home), como aeroportos. Desta vez, a campanha leva Guga para o ambiente corporativo e o apresenta sob uma nova perspectiva, a de empresário, em uma narrativa que reforça o posicionamento da Senior em torno de inteligência artificial, integração de dados e apoio à tomada de decisão.

Guiada pelo conceito “Ver o todo muda o jogo”, a nova fase aposta na ideia de que, em contextos de maior complexidade, desempenho depende menos de execução isolada e mais da capacidade de conectar informações, antecipar cenários e decidir com clareza.

“O objetivo desta etapa é consolidar a Senior como uma marca que combina tecnologia com visão estratégica de negócio. A campanha avança nessa direção ao reforçar o papel da empresa no apoio a organizações que precisam decidir melhor em ambientes cada vez mais complexos”, afirma o diretor-executivo de Marketing e Produto da Senior, Jean Paul Vieira.

No filme principal, essa proposta é traduzida por uma narrativa que associa a trajetória de Guga no esporte a elementos como estratégia, disciplina, dados e inteligência artificial, reforçando a ideia de que resultado não nasce do improviso, mas da capacidade de enxergar o todo.

A campanha foi estruturada em uma plataforma de comunicação que reúne um filme de 60 segundos, uma versão reduzida de 30 segundos, peças de 15 segundos para segmentos e linhas de produto, vídeos institucionais, bumpers e materiais fotográficos. Os desdobramentos contemplam agronegócio, logística, indústria, construção e varejo, além de soluções como ERP e HCM.

Com isso, a Senior passa a levar o conceito da campanha também para recortes setoriais e frentes específicas do portfólio, conectando a comunicação institucional a diferentes contextos de negócio.

Confira o vídeo da campanha: https://hubs.ly/Q049N46C0

Exposição “Com arte o lixo pode virar luxo” do artista visual Dacruz é prorrogada no MAG

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A exposição composta por 25 obras de geometria personalizada, reproduzidas em Fine Art e óleo sobre tela segue aberta para visitações gratuitas até domingo (12/04)

 

 

O artesão das cores Dacruz é um artista intenso, que filosofa por meio de pincéis e telas. O artista surgiu na década de 1970, consolidou-se na década de 1980 e continuou produzindo, tornando-se assim um homem do seu tempo. Possui um amor imensurável pela pintura e uma índole lírica. Acredita no poder transformador das artes visando um mundo melhor, mais igualitário e menos “quadrado e materialista”, como ele bem diz.

Dacruz explora, predominantemente, formas circulares e ovóides, volumosas, cromáticas sobrepostas e justapostas. Sua arte é capaz de provocar a “ilusão” de deslocamento dos planos. A plasticidade poética em formas ovais representa a integração entre o misticismo, a lucidez e a racionalidade. Para o artista visual, a concepção de mundo em que é preciso ter para ser precisa ser superado. A mostra é um convite para que o público saia, por meio do movimento de cores e formas muito melhor como ser-humano.

Muitas obras do Dacruz unem os elementos da natureza: terra, ar, água e fogo. Existem outras que apresentam concepções de cidades e pessoas arredondadas, ou seja, “menos quadradas”. O trabalho artístico dele também é um convite para silenciar, observar e aquietar. “Tudo, tudo, tudo faço devagar. Porque a pressa é inimiga da perfeição. Então, vou fazer devagarinho, porque devagar a gente faz tudo muito melhor”, enfatiza.

O projeto “Com arte o lixo pode virar luxo” foi aprovado no Edital 005/2024 da Política Nacional Aldir Blanc de fomento às Artes Visuais (PNAB), do Governo do Estado de Goiás. “Essa exposição, considero uma inovação para o mercado. O público terá acesso a fotogravuras reproduzidas em Fine Art. São trabalhos criados digitalmente, partindo do original. E o resultado está muito satisfatório e acredito que o público irá gostar também”, antecipa Dacruz.

Após essa mostra gratuita em Goiânia, a exposição vai para Itapirapuã, região Oeste/Rio Vermelho de Goiás, com abertura prevista para o dia 21 de abril. Na capital a emoção tem sido a de rever o público apreciando sua arte, depois de um hiato de duas décadas. Na terra que vive, a expectativa é levar alunos de escolas públicas para se inspirarem e refletirem na busca por uma sociedade mais igualitária e menos materialista.

Serviço:

Assunto: Exposição | “Com arte o lixo pode virar luxo”

Quando: até domingo (12/04), às 18h

Onde: MAG – Museu de Arte de Goiânia (Rua 01, 605, Setor Oeste, Goiânia-GO)

Mais informações: @crcarloscesar

Entrada franca!

Vinícola Brasília conquista Grande Ouro na França e se destaca entre os vinhos do mundo todo no Vinalies 2026 

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Grupo responde por parcela expressiva das amostras do Brasil e soma nove premiações em um dos concursos mais prestigiados do mundo

 

A Vinalies Internationales 2026, realizada entre os dias 25 e 28 de março, na França, marcou mais um avanço dos vinhos brasileiros no cenário internacional, com destaque para o grupo Vinícola Brasília. Ao todo, o Brasil conquistou 38 medalhas na competição, sendo nove delas atribuídas ao grupo. Entre os resultados, a Vinícola Brasília garantiu três premiações, incluindo um Grande Ouro.

O principal reconhecimento veio com o rótulo Monumental, que recebeu a medalha de Grande Ouro, a mais alta da competição. Além disso, os vinhos Alvorada Syrah e Alvorada Malbec foram premiados com medalhas de Ouro, reforçando a qualidade e consistência da produção do Distrito Federal.

No total, o grupo Vinícola Brasília somou nove premiações no concurso. O desempenho expressivo evidencia não apenas a força do terroir do Planalto Central, mas também a consolidação de um polo vitivinícola emergente no Brasil.

“Receber um Grande Ouro em um concurso dessa relevância internacional é um reconhecimento muito significativo para o nosso trabalho. Isso reforça que estamos no caminho certo, investindo em qualidade, inovação e no potencial único da nossa região”, afirma Isabella Bonato, uma das sócias da Vinícola Brasília.

Promovido pela Union des Œnologues de France e sob a patronagem da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) e da VINOFED, o Vinalies Internationales é reconhecido como um dos concursos mais prestigiados do mundo no setor vitivinícola. Em 2026, a competição reuniu 2.654 amostras de 44 países, avaliadas por 107 jurados de 31 nacionalidades, distribuídos em 20 mesas de degustação. Do total de vinhos inscritos, 43% eram brancos, 23% rosés e 34% tintos. Ao final, foram concedidas 796 medalhas, sendo 138 de Grande Ouro, 621 de Ouro e 37 de Prata, reforçando o alto nível de exigência e a relevância internacional da premiação.

Premiações do grupo Vinícola Brasília no Vinalies 2026:

  • Vinícola Brasília – Monumental – Grande Ouro
  • Vinícola Brasília – Alvorada Syrah – Ouro
  • Vinícola Brasília – Alvorada Malbec – Ouro
  • Casa Vitor – Quatro Altitudes Gran Reserva – Grande Ouro
  • Miro – PIPE – Grande Ouro
  • Oma Sena – Dialeto – Ouro
  • Villa Triacca – Tempranillo Speciale – Ouro
  • Monte Alvor – Syrah – Ouro
  • Monte Alvor – Sauvignon Blanc – Prata

Inaugurada em abril de 2024, a Vinícola Brasília nasceu da união de dez vinhedos do Distrito Federal e rapidamente passou a acumular reconhecimento dentro e fora do país. Com mais de 1.800 m² dedicados à vinificação e degustações, o espaço alia arquitetura contemporânea, sustentabilidade e tecnologia para produzir rótulos que expressam a identidade da região.

Divulgação Vinícola Brasília – Fernanda Coutinho

Divulgação Alvorada Syrah – Fernanda Coutinho

De Neymar a Gisele, celebridades reforçam aposta em imóveis nos EUA

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Busca por ativos em dólar e mercados mais estáveis leva artistas, atletas e influenciadores a diversificar patrimônio fora de seus países de origem

Nomes como Neymar Jr., que possui propriedades em Miami, Anitta, que adquiriu imóvel na mesma região como parte de sua estratégia de internacionalização de carreira, e a influenciadora digital Camila Coelho, com residência nos Estados Unidos, ilustram uma tendência que ganhou força entre celebridades brasileiras.

Atletas como Kaká e Thiago Silva também investiram em imóveis no país, movimento que se repete entre outros nomes conhecidos, como Gisele Bündchen, com histórico de propriedades na Flórida, e o cantor Gusttavo Lima, que já demonstrou interesse em ativos internacionais. O padrão se consolida entre perfis de alta renda que buscam diversificação patrimonial e proteção em moeda forte.

Esse comportamento acompanha um cenário global marcado por instabilidade geopolítica e busca por ativos mais previsíveis. Em 2025, a economia dos Estados Unidos mantém inflação em torno de 2,7% e juros entre 4,25% e 4,50%, segundo o Federal Reserve, o que reforça a percepção de segurança do mercado. A Flórida segue como principal destino, concentrando cerca de 23% das aquisições de imóveis por estrangeiros no país, de acordo com a National Association of Realtors.

Leandro Sobrinho, cofundador da Davila Finance, avalia que o movimento vai além da exposição midiática e reflete uma mudança estrutural na forma de gestão de patrimônio. “O investimento internacional deixou de ser algo pontual e passou a fazer parte da estratégia de proteção patrimonial. A busca por ativos em dólar está diretamente ligada à preservação de valor em cenários de incerteza”, afirma.

Dados da Florida Realtors mostram que estrangeiros responderam por cerca de 21% das transações residenciais no estado entre 2024 e 2025, com cidades como Miami, Orlando e Tampa liderando a preferência de investidores. A valorização média dos imóveis na região tem se mantido entre 6% e 9% no período recente, sustentada pelo crescimento populacional e pela forte demanda por moradia.

Thiago Davila, empreendedor com mais de 20 anos de experiência no setor imobiliário, destaca que a presença de celebridades reforça a credibilidade do mercado, mas o interesse vai além da visibilidade. “Esses investidores buscam previsibilidade, segurança jurídica e ativos que gerem renda em moeda forte. O mercado americano oferece estabilidade e um ambiente pró-negócios que favorece esse tipo de estratégia”, afirma.

O avanço desse movimento também impacta a dinâmica econômica. Nos Estados Unidos, o aumento da demanda fortalece o setor imobiliário e impulsiona cadeias produtivas ligadas à construção civil. Já no Brasil, a saída de capital para investimentos internacionais contribui para uma maior diversificação de portfólio entre investidores de alta renda, reduzindo a exposição a riscos locais.

Apesar das vantagens, especialistas alertam para cuidados necessários. A aquisição de imóveis no exterior envolve custos operacionais, regras tributárias específicas e exposição cambial. Além disso, a escolha do ativo e da região influencia diretamente o desempenho do investimento.

“O erro mais comum é investir sem planejamento. Não basta seguir uma tendência ou replicar o movimento de outros investidores. É preciso entender o objetivo daquele ativo dentro da estratégia patrimonial”, afirma o executivo.

Na avaliação de Davila, o cenário atual deve sustentar a atratividade do mercado imobiliário americano nos próximos anos. “Mesmo com oscilações globais, a demanda por ativos seguros continua. O diferencial está em estruturar o investimento com visão de longo prazo e critérios bem definidos”, diz.

Com a continuidade de incertezas internacionais e a valorização de ativos em moeda forte, a tendência é que celebridades e investidores de alta renda sigam ampliando presença no mercado imobiliário dos Estados Unidos, consolidando o país como destino estratégico para proteção patrimonial.

 

Sobre a Davila Finance

A Davila Finance é uma empresa investidora e administradora de empreendimentos imobiliários na região central da Flórida. Com uma equipe que acumula experiência de décadas combinada em investimentos imobiliários, a empresa está bem posicionada para guiar projetos e receber investidores dentro de seu portfólio. Fundada com base em expertise em Corporate & Investment Banking, Finanças Estruturadas e empréstimos para construção, a Davila Finance se orgulha de construir relacionamentos de longo prazo com seus clientes. Para mais informações, acesse https://davilafinance.com.

 

Sobre Leandro Sobrinho

É co-fundador e sócio da Davila Finance, onde concentra seus esforços como investidor e Real Estate Developer. O empresário possui mais de 18 anos de experiência, atuando como empreendedor, sócio e administrador de mais de 40 empresas em setores diversos ao longo de sua carreira. Especialista em estruturar empresas e avaliar oportunidades, construiu uma trajetória baseada na confiança e na comunicação transparente com sócios, fornecedores e investidores. Além disso, é membro do conselho de empresas no Brasil e nos EUA, dedicando-se a otimizar a gestão com foco no melhor aproveitamento de oportunidades e no ciclo contínuo de novos investimentos. Para mais informações, acesse  https://www.linkedin.com/in/leandro-otavio-sobrinho-90980b165/

 

Sobre Thiago Davila

Thiago Davila é empreendedor do setor imobiliário com mais de 20 anos de experiência em desenvolvimento, estruturação e administração de projetos residenciais e comerciais. Atua principalmente no mercado da Flórida, com foco em eficiência operacional, geração de fluxo de caixa e visão estratégica de longo prazo. É reconhecido por analisar tendências do real estate sob a ótica do investidor, com atenção a fundamentos econômicos, políticas pró-negócios e dinâmica de demanda imobiliária.

 

 

9 em cada 10 lares com usuários de canetas emagrecedoras reduziram o consumo de algum alimento ou bebida

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Pesquisa do Instituto Locomotiva mostra queda em gastos com alimentação, pedidos de delivery e ida a restaurantes entre famílias com usuários do medicamento

 

O avanço do uso de canetas emagrecedoras no Brasil já começa a provocar mudanças concretas na forma como as famílias consomem alimentos e organizam suas rotinas de compra. Pesquisa nacional realizada pelo Instituto Locomotiva mostra que 95% dos domicílios em que há usuários desses medicamentos registraram redução no consumo de pelo menos uma categoria de alimentos ou bebidas, indicando que o fenômeno, inicialmente associado ao debate médico e à perda de peso, começa a produzir efeitos mais amplos no comportamento de consumo das famílias brasileiras.

 

A redução no consumo aparece distribuída por diferentes itens da alimentação cotidiana. Entre os domicílios em que houve diminuição no consumo de alimentos ou bebidas, as categorias que mais registraram queda foram doces, snacks e salgadinhos (70%), bebidas açucaradas (50%), massas e outros carboidratos (47%), bebidas alcoólicas (45%) e alimentos ultraprocessados (42%).

 

As mudanças também aparecem na forma como as famílias organizam suas refeições fora de casa. Entre os domicílios em que há uso das canetas emagrecedoras, 47% registraram diminuição na frequência de ida a restaurantes, enquanto 56% apontam redução nos pedidos de delivery e fast food. Um dos fatores que ajudam a explicar essas mudanças é a diminuição do apetite associada ao uso do medicamento. Em 8 de cada 10 domicílios onde há moradores que utilizam as canetas, os entrevistados relatam ter percebido redução do apetite após o início do uso.

 

Ao mesmo tempo, também aparecem sinais de reorganização do consumo em direção a outros tipos de alimentos. Em cerca de 4 em cada 10 domicílios, houve aumento no consumo de pelo menos uma categoria, com destaque para proteínas magras (30%), frutas e vegetais (26%), alimentos integrais (25%) e água ou chás sem açúcar (22%).

 

A percepção social sobre esse movimento também é elevada. Entre os brasileiros que conhecem as canetas emagrecedoras, 93% acreditam que esses medicamentos estão mudando a forma como as pessoas se alimentam no dia a dia, sendo que 40% avaliam que essa mudança é intensa.

 

Para Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva, os dados indicam que o fenômeno das canetas emagrecedoras começa a produzir efeitos que vão além da experiência individual de quem utiliza o medicamento.

 

“O que os dados revelam é que o fenômeno tem uma segunda camada. Além da aprovação de quem usa, existe uma mudança concreta no padrão de consumo. Redução de ultraprocessados, menos bebidas açucaradas, menos conveniência e, em alguns casos, queda de gasto. Isso significa que a discussão não é só sobre um medicamento, é sobre comportamento. Se o acesso ampliar, o mercado precisa se preparar para um consumidor que compra diferente. E, como sempre, quem entende primeiro essa mudança consegue responder melhor, seja na indústria, no varejo ou nas políticas públicas.”

 

Para setores como supermercados, atacarejo, restaurantes e indústria de alimentos, os resultados indicam um movimento de adaptação nos padrões de consumo das famílias, com mudanças na frequência de compra de diferentes categorias e na forma como as pessoas organizam sua alimentação no dia a dia.

 

Metodologia

A pesquisa foi realizada pelo Instituto Locomotiva entre 3 e 9 de fevereiro de 2026, com 1.004 entrevistados em todo o país, por meio de questionário digital de autopreenchimento. A amostra foi ponderada por região, gênero, idade e renda, de acordo com o perfil da população brasileira medido pela PNAD/IBGE.

 

Crediamigo injeta R$ 2,2 bilhões e gera mais de 17 mil empregos na Bahia

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Salvador (BA) – As contratações do Crediamigo, programa de microcrédito urbano do Banco do Nordeste, somaram R$ 2,2 bilhões na Bahia em 2025 e geraram impacto estimado de R$ 1,5 bilhão no valor bruto da produção estadual. Os dados são do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), que aponta ainda efeitos positivos na geração de emprego, massa salarial e arrecadação.

A estimativa elaborada pelo Etene indica que os investimentos contribuíram para a geração ou manutenção de 17,2 mil empregos diretos e indiretos, além de impulsionar renda e arrecadação. Os financiamentos realizados pelo programa resultaram em incremento de R$ 350,1 milhões na massa salarial, R$ 65,9 milhões na arrecadação tributária e impacto de R$ 756,4 milhões no valor adicionado à economia no ano.

De acordo com o Etene, os impactos estimados foram calculados a partir da matriz insumo-produto, metodologia que permite mensurar os efeitos indiretos dos investimentos na economia, considerando a inter-relação entre os diversos setores produtivos.

Segundo o superintendente estadual do Banco do Nordeste na Bahia, Pedro Lima Neto, o microcrédito tem grande efeito multiplicador porque chega diretamente ao pequeno, que reinveste no próprio negócio e movimenta a economia local. “Estamos falando de recursos que geram emprego, aumentam renda e fortalecem as cadeias produtivas em todo o estado. O Crediamigo materializa a missão do Banco do Nordeste de promoção do desenvolvimento econômico com inclusão”, reforça o gestor.

Caso de sucesso – Os números evidenciam o papel do microcrédito como instrumento de dinamização da economia do estado, especialmente entre microempreendedores formais e informais, que utilizam os recursos para capital de giro, ampliação do negócio e geração de renda. É o caso de Maridalva Barreto, cliente do Crediamigo em Andaraí, na Chapada Diamantina.

Com o apoio do programa, ela expandiu as vendas de roupas e perfumaria, adquiriu uma moto para realizar as entregas e realizou um sonho antigo: abrir uma loja própria. “Antes, eu não tinha acesso nem a banco, nem a crédito. Com o Crediamigo, comecei a ver outras possibilidades, construí aos poucos e, hoje, tenho meu próprio negócio”, destaca a empreendedora.

Cliente desde 2002, ela fala com orgulho da Dalva Fashion Modas e incentiva os empreendedores a não desistirem do sonho. “Comecei com pouco e com muita vontade de vencer e, hoje, sou reconhecida na minha cidade pelo meu trabalho. Então, digo a quem é empreendedor ou deseja empreender, que não desista, dê o primeiro passo”, fala Maridalva.

Maridalva Barreto mostra orgulhosa a fachada do negócio em Andaraí. Crédito: Arquivo pessoal.

Dia Nacional do Aço reforça importância do material para o desenvolvimento do país

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Celebrada em 9 de abril, data destaca a história da siderurgia brasileira e o papel do aço na construção de cidades, como Brasília

Presente em pontes, edifícios, indústrias e até em objetos do cotidiano, o aço é um dos materiais mais estratégicos para o desenvolvimento econômico e urbano. No Brasil, essa relevância ganha destaque no dia 9 de abril, data em que se celebra o Dia Nacional do Aço.

A escolha do dia está ligada à história da siderurgia brasileira e à criação da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), marco fundamental para a industrialização do país durante o século XX. A partir desse movimento, o Brasil passou a desenvolver uma cadeia produtiva própria, reduzindo a dependência de importações e impulsionando setores como construção civil, infraestrutura e indústria de base.

Desde então, o aço se consolidou como um insumo essencial para o crescimento das cidades. Sua resistência, versatilidade e durabilidade permitem aplicações que vão desde grandes obras estruturais até soluções mais modernas na arquitetura e no design. Em Brasília, cidade marcada por sua arquitetura arrojada e planejamento urbano singular, o aço também teve papel relevante ao longo das décadas. O crescimento da capital federal e das regiões administrativas esteve diretamente ligado à expansão da construção civil e, consequentemente, à demanda por materiais estruturais de qualidade.

Nesse contexto, empresas do setor tiveram papel importante na consolidação desse mercado local. A Pinheiro Ferragens, com mais de meio século de atuação no Distrito Federal, acompanha de perto a evolução da construção na região, fornecendo materiais que atendem desde pequenas obras até grandes empreendimentos.

Segundo Roil Pinheiro, diretor comercial da empresa, o aço permanece como um dos pilares do desenvolvimento urbano. “O aço é um material que acompanha a evolução das cidades. Ele está presente em todas as fases da construção, desde a fundação até o acabamento. Ao longo dos anos, vimos Brasília crescer e se transformar, e o aço sempre esteve no centro desse processo”, afirma.

Ele destaca que a relevância do material vai além da construção civil tradicional. “Hoje, o aço também ganha espaço em soluções mais modernas, como estruturas aparentes e projetos arquitetônicos que valorizam design e durabilidade. Isso mostra como o material continua atual e essencial para diferentes aplicações”, explica.

Ao longo de sua trajetória, a Pinheiro acompanhou diferentes fases do desenvolvimento do setor no Distrito Federal, adaptando seu portfólio às mudanças do mercado e ampliando sua atuação. A empresa se consolidou como fornecedora de materiais para diversos segmentos, contribuindo para obras residenciais, comerciais e industriais.

A celebração do Dia Nacional do Aço, portanto, vai além de uma data simbólica. Ela reforça a importância de um material que sustenta o crescimento das cidades e evidencia o papel de empresas que fazem parte dessa cadeia produtiva, acompanhando a transformação do país ao longo do tempo.

Sobre a Pinheiro Ferragens – Fundada em 1960, a empresa nasceu com o objetivo de comercializar aço para a construção civil. De base familiar e pioneira na capital, foi responsável por oferecer grande parte dos materiais para a construção de Brasília. Atualmente, a empresa trabalha com um mix de mais de dois mil produtos comercializados e industrializados. Localizada no Setor de Indústrias de Brasília e Taguatinga, a loja possui moderna estrutura e serviços diferenciados.

Dia Mundial da Saúde reforça importância de hábitos alimentares mais saudáveis e conscientes

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Crescimento no consumo de orgânicos no Brasil reflete maior preocupação com qualidade de vida e bem-estar

No dia 7 de abril, quando é celebrado o Dia Mundial da Saúde, o debate sobre a relação entre alimentação e qualidade de vida ganha ainda mais relevância. Em meio à busca por uma rotina mais equilibrada, os alimentos orgânicos se destacam como aliados na promoção da saúde e na prevenção de doenças.

Esse movimento já aparece nos números. Atualmente, cerca de 46% dos brasileiros consomem alimentos orgânicos, com crescimento de aproximadamente 16% nos últimos anos. Em outro recorte, 31% da população afirma ter consumido esses produtos nos últimos 30 dias, indicando uma mudança consistente nos hábitos alimentares.

Mais do que uma tendência, o consumo de orgânicos vem se consolidando como uma mudança de comportamento. O interesse por alimentos mais naturais está diretamente ligado a uma visão mais ampla de saúde, que envolve não apenas a nutrição, mas também o bem-estar, a procedência dos alimentos e o impacto ambiental das escolhas diárias.

Ao mesmo tempo, o Brasil segue entre os maiores consumidores de agrotóxicos do mundo, com mais de 800 mil toneladas utilizadas anualmente. O cenário reforça a importância de escolhas mais conscientes e o interesse crescente por alimentos livres de substâncias químicas.

No Distrito Federal, a Fazenda Malunga se consolidou como uma das principais referências na produção de orgânicos no país. Fundada pelo produtor rural Joe Valle, a iniciativa é pioneira na adoção de práticas agrícolas sustentáveis, com foco na preservação do meio ambiente e na oferta de alimentos mais saudáveis.

Com uma produção diversificada, a fazenda abastece o mercado local e contribui para o fortalecimento da cadeia de orgânicos na região.

Além da ausência de agrotóxicos e fertilizantes sintéticos, estudos indicam que os alimentos orgânicos podem apresentar maior concentração de compostos antioxidantes, associados à prevenção de doenças crônicas e ao fortalecimento do sistema imunológico.

“A adoção de alimentos orgânicos traz benefícios tanto a curto quanto a longo prazo. No dia a dia, a redução da ingestão de resíduos de agrotóxicos já contribui para o melhor funcionamento do organismo, incluindo digestão, disposição e até a resposta imunológica. A longo prazo, esse hábito pode estar associado à prevenção de doenças crônicas, como problemas cardiovasculares e metabólicos, já que estimula uma alimentação mais rica em nutrientes e menos baseada em produtos ultraprocessados” explica o nutricionista Mateus Mendes.

“Além disso, observamos uma tendência crescente de pessoas mais conscientes em relação à alimentação. Hoje, o consumidor não busca apenas saciedade, mas qualidade, origem e impacto dos alimentos, o que fortalece o papel dos orgânicos dentro de um estilo de vida mais saudável e equilibrado”, finaliza o especialista.

O crescimento do setor também reflete uma mudança no comportamento do consumidor. O Brasil já conta com mais de 25 mil produtores orgânicos cadastrados, número que vem aumentando nos últimos anos, impulsionado pela demanda por produtos mais naturais e sustentáveis.

Neste contexto, o Dia Mundial da Saúde surge como um convite à reflexão sobre escolhas diárias. A inclusão gradual de frutas, verduras e legumes orgânicos na alimentação pode ser um passo importante para quem busca mais equilíbrio, bem-estar e qualidade de vida.

Flamengo vence o Santos no Maracanã

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Fla vira para 3 a 1 e sobe na tabela

Neste domingo (5/4), o Flamengo venceu o Santos neste domingo, 5/4, pela 10ª rodada do Brasileirão, por 3 a 1. Neste jogo no Maracanã, para público de 68.615, os  gols foram no segundo tempo.

O Rubro-Negro, mesmo não fazendo um grande jogo e levando o primeiro gol, belíssimo, de Lautaro Díaz, conseguiu a reação. Primeiramente, teve um gol anulado de Léo Ortiz. E  conseguiu a virada com gols de Pedro,  Jorginho, de pênalti, e Lucas Paquetá.

Este tento de Pedro, aliás, foi o seu 161º com a camisa do Flamengo. Assim, empata com Gabigol (agora no Santos) como o sexto maior artilheiro do Flamengo na história e maior goleador do time no século.

Com a vitória, o Flamengo se recupera da derrota que levou no meio da semana passada (Bragantino 3 a 0) e vai aos 17 pontos na parte de cima da tabela. Já o Santos, nesta que foi a primeira derrota sob o comando de Cuca,  parou nos 11 pontos, em 14º, com risco de perder uma posição no fim da rodada.

 

 

*Com informações do Correio Braziliense

 

 

STF barra abertura de cursos de Medicina sem aval do MEC e reforça exigência técnica

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A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu a abertura de cursos de Medicina sem autorização do Ministério da Educação (MEC) recoloca no centro do debate um tema sensível: a expansão do ensino médico no Brasil. O ministro Alexandre de Moraes derrubou uma autorização judicial que permitia a oferta de vagas sem análise técnica prévia, reforçando o entendimento já consolidado pela Corte na ADC 81. Na prática, o recado é claro: não há espaço para flexibilizações quando se trata da formação de profissionais da saúde.

O caso teve origem em uma decisão de primeira instância que havia liberado, de forma provisória, a atuação de uma instituição de ensino em cidades do interior paulista. A justificativa foi a suposta demora da União na análise do pedido administrativo. O Judiciário, nesse cenário, teria atuado para evitar prejuízos à instituição. O problema, segundo o STF, é que essa intervenção ultrapassou limites constitucionais.

Ao analisar o recurso, Moraes foi direto ao ponto: decisões judiciais não podem substituir o papel técnico do MEC. Isso porque a abertura de cursos de Medicina envolve critérios complexos, que vão desde infraestrutura hospitalar até a capacidade de formação prática dos alunos. Ignorar essas etapas, segundo o ministro, compromete a qualidade do ensino e, por consequência, a segurança da população.

A decisão também reafirma que não existe direito automático à criação de cursos superiores na área da saúde. Mesmo quando há decisão judicial determinando o prosseguimento de um processo administrativo, isso não significa aprovação garantida. Cada pedido precisa passar por uma análise criteriosa, baseada em parâmetros técnicos definidos pela legislação.

Para Marco Túlio Elias Alves, advogado e doutor em Direito, o julgamento reforça um princípio fundamental da administração pública. “O STF deixa evidente que o controle judicial não pode substituir a expertise técnica dos órgãos reguladores. No caso da Medicina, isso é ainda mais crítico, porque estamos falando de uma atividade diretamente ligada à vida humana”, afirma.

Na avaliação do especialista, decisões que flexibilizam esse tipo de exigência podem gerar um efeito cascata perigoso. Instituições poderiam buscar o Judiciário como atalho, criando um ambiente de insegurança regulatória. “A decisão do Supremo traz estabilidade ao sistema e evita a banalização da abertura de cursos”, completa.

Outro ponto relevante é o impacto sobre os estudantes. A autorização provisória de cursos sem reconhecimento pode gerar incertezas quanto à validade do diploma. Isso significa que alunos poderiam investir anos de estudo e recursos financeiros em uma formação que, ao final, não teria respaldo oficial.

A posição do STF também dialoga com um debate mais amplo sobre a qualidade do ensino superior no Brasil. Nos últimos anos, houve uma expansão significativa de cursos de Medicina, muitas vezes criticada por especialistas que apontam falta de estrutura adequada em algumas instituições.

Ao final, a decisão reafirma um equilíbrio delicado entre acesso à educação e garantia de qualidade. Expandir vagas é importante, mas não pode ocorrer à custa de critérios técnicos. O Supremo, ao intervir, sinaliza que o crescimento do setor precisa seguir regras claras e, sobretudo, responsáveis.

Expansão de cursos de Medicina reacende debate sobre qualidade e regulação no ensino superior

A discussão sobre a abertura de novos cursos de Medicina no Brasil vai muito além de decisões judiciais. Trata-se de um tema estratégico, que envolve desde políticas públicas de saúde até o futuro da formação profissional no país. Nos últimos anos, o aumento no número de vagas foi visto como uma solução para a falta de médicos em determinadas regiões, mas também levantou preocupações sobre a qualidade do ensino.

O principal desafio está em equilibrar quantidade e excelência. Abrir novos cursos pode ampliar o acesso, especialmente em áreas mais afastadas dos grandes centros. No entanto, a formação médica exige uma estrutura robusta, incluindo hospitais conveniados, laboratórios equipados e corpo docente qualificado — requisitos que nem sempre são atendidos.

Segundo Marco Túlio Elias Alves, advogado e doutor em Direito, a regulação rigorosa é essencial para evitar distorções. “A expansão sem controle pode comprometer não apenas o ensino, mas também a prestação de serviços de saúde. Médicos mal formados representam um risco direto à população”, explica.

Outro fator importante é o papel do MEC como órgão regulador. Cabe ao ministério avaliar criteriosamente cada proposta de novo curso, considerando aspectos técnicos e regionais. Essa análise não pode ser substituída por decisões judiciais, justamente porque envolve conhecimento especializado.

Além disso, há um impacto econômico significativo. Cursos de Medicina estão entre os mais caros do país, o que cria um mercado altamente competitivo. Sem uma regulação firme, existe o risco de que interesses comerciais se sobreponham à qualidade acadêmica.

O debate também passa pela distribuição geográfica dos profissionais. Embora haja um aumento no número de médicos formados, muitos ainda se concentram em grandes centros urbanos. A simples abertura de cursos em regiões específicas não garante, por si só, a fixação desses profissionais no interior.

Outro ponto crítico é a experiência prática dos estudantes. A formação médica depende fortemente do contato com pacientes e da vivência em ambientes hospitalares. Sem essa estrutura, o aprendizado fica incompleto, comprometendo a preparação do futuro profissional.

A recente decisão do STF, nesse contexto, funciona como um freio institucional. Ela reforça que a expansão do ensino deve ocorrer de forma planejada e responsável, evitando soluções rápidas que possam gerar problemas estruturais no longo prazo.

Para especialistas, o caminho ideal envolve políticas integradas, que combinem abertura de vagas com investimentos em infraestrutura e incentivos à fixação de médicos em áreas carentes. Não se trata apenas de formar mais profissionais, mas de garantir que eles estejam preparados para atender às demandas da população.

No fim das contas, o debate sobre cursos de Medicina reflete um dilema maior: como crescer sem perder qualidade. A resposta, ao que tudo indica, passa por respeitar critérios técnicos e fortalecer o papel das instituições responsáveis pela regulação do ensino superior no país.