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Sanidade avícola e controle de Gumboro ganham espaço durante o 26º SBSA

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Os avanços no controle sanitário das doenças que impactam a produção avícola estarão em pauta no 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA).

Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), a palestra Gumboro em foco: avanços recentes e novas fronteiras no controle da doença, integra o Bloco Sanidade e será ministrada pelo pesquisador Gonzalo Tomás, no dia 9 de abril, às 10h30, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC).

Gonzalo é professor da Secção de Genética Evolutiva da Faculdade de Ciências da Universidade da República, no Uruguai. É licenciado em Ciências Biológicas, mestre em Biotecnologia e doutor em Ciências Biológicas. Sua linha de pesquisa concentra-se no estudo de agentes patogênicos virais que afetam aves comerciais, com ênfase na diversidade genética e na dinâmica evolutiva do vírus de Gumboro. Ao longo de sua trajetória acadêmica, publicou mais de 30 artigos científicos em revistas internacionais arbitradas, contribuindo para o avanço do conhecimento na área de sanidade avícola.

A doença de Gumboro, também conhecida como Doença Infecciosa da Bursa, é considerada uma das principais enfermidades virais que afetam a avicultura mundial. O tema ganha relevância diante da constante evolução dos agentes patogênicos e da necessidade de aprimorar estratégias de prevenção, monitoramento e controle nas granjas comerciais.

Para Gonzalo, compreender a diversidade genética dos vírus é fundamental para aprimorar as estratégias de controle sanitário. “Discutir o controle das doenças na avicultura é fundamental para manter a sustentabilidade sanitária e produtiva do setor. No caso do vírus de Gumboro, a caracterização molecular das cepas permite conhecer quais variantes virais estão circulando em cada região. Essas informações são essenciais para ajustar as estratégias de controle e vacinação à realidade sanitária de cada país ou região”, explica.

De acordo com a presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin, a sanidade animal é um dos pilares da produção avícola. “O Simpósio traz especialistas que contribuem para o avanço do conhecimento e para o aprimoramento das práticas adotadas no campo. Discutir sanidade e novas estratégias de controle de doenças é essencial para manter a competitividade e a sustentabilidade da avicultura”, destaca.

A presidente da comissão científica do SBSA, Daiane Albuquerque, ressalta que a programação científica contempla temas estratégicos para a cadeia produtiva. “O controle de doenças é um dos principais desafios da produção animal. Trazer especialistas que trabalham diretamente com pesquisa e monitoramento de patógenos contribui para ampliar o conhecimento técnico e fortalecer as estratégias de prevenção adotadas pelo setor”, afirma.

O 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura será realizado entre 7 a 9 de abril de 2026 e é considerado um dos principais eventos técnicos da avicultura latino-americana. Paralelamente ao Simpósio ocorre a 17ª Brasil Sul Poultry Fair, feira que reúne empresas nacionais e multinacionais ligadas à cadeia produtiva avícola.

Para acompanhar a palestra e os demais conteúdos da programação científica é necessária inscrição no evento. O segundo lote segue disponível até o dia 26 de março, com investimento de R$ 750,00 para profissionais e R$ 450,00 para estudantes. O acesso à 17ª Brasil Sul Poultry Fair custa R$ 100,00. As inscrições podem ser realizadas no site: https://nucleovet.com.br/simposios/avicultura/inscricao.

PROGRAMAÇÃO GERAL

  • 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura
  • 17ª Brasil Sul Poultry Fair

 

DIA 07/04 – TERÇA-FEIRA

 

13h30 – Abertura da Programação

13h40 – Painel Gestão de Pessoas

            Capital humano em crise: o futuro da mão de obra na avicultura.

Palestrantes:

Delair Bolis

Joanita Maestri Karoleski

Vilto Meurer

Luciana Dalmagro – Coordenadora da mesa redonda

15h40 – Intervalo

16h – Commodities em foco: superando barreiras logísticas e incertezas do futuro.

Palestrante: Arene Trevisan

 (15 minutos de debate)

17h- Solenidade de Abertura Oficial

17h40 – Palestra de abertura: Cenários Globais 2026

Palestrante: Heni Ozi Cukier – HOC

19h15 – Coquetel de Abertura na 16ª Brasil Sul Poultry Fair

DIA 08/04 – QUARTA-FEIRA

 

Bloco Abatedouro

8h – Velocidade de processamento e qualidade do abate.

Palestrante: Darwen de Araujo Rosa

(15 minutos de debate)

9h – Comparativo microbiológico entre países no contexto da ciência da segurança alimentar.

Palestrante: Dianna V. Bourassa

 (15 minutos de debate)

10h – Intervalo

            Bloco Nutrição

10h30 – Granulometria e seu impacto no trato digestivo.

Palestrante: Wilmer Pacheco

(15 minutos de debate)

11h30 – Níveis de Ca e P nas dietas modernas do frango de corte.

Palestrantes: Roselina Angel

 (15 minutos de debate)

12h30 – Intervalo almoço

Eventos Paralelos

         Painel Manejo

14h00 – Manejo do Frango de Corte Moderno

Palestrantes:

Lucas Schneider

Rodrigo Tedesco Guimarães

16h – Intervalo

            Bloco Conexões que Sustentam o Futuro

  16h30 – Do conhecimento à ação: como transformar orientações em resultados na avicultura.

Palestrante: Kali Simioni e João Nelson Tolfo

(15 minutos de debate)

  17h30 – Porque bem-estar é crucial para a sustentabilidade?

Palestrante: Prof. Celso Funcia Lemme

(15 minutos de debate)

18h30 – Eventos Paralelos

19h30 – Happy Hour na 18ª Brasil Sul Poultry Fair

DIA 09/04 – QUINTA-FEIRA

Bloco Sanidade

8h – Tríade do diagnóstico de Laringotraqueíte infecciosas – enfoque nos diferentes métodos de diagnóstico das doenças respiratórias

Palestrante: Prof. Renata Assis Casagrande

(15 minutos de debate)

9h Micotoxinas: a ameaça silenciosa à saúde intestinal das aves.

Palestrante: Dr. Ricardo Rauber

 (15 minutos de debate)

10h – Intervalo

10h30 – Gumboro em foco: avanços recentes e novas fronteiras no controle da doença.

Palestrante: Gonzalo Tomás

 (15 minutos de debate)

11h30 – Influenza aviária – plano de contingência em caso real.

Palestrante: Taís Barnasque

(15 minutos de debate)

Sorteios de brindes.

 

 

Resultados do Enamed colocam formação médica no centro do debate na Câmara

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A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados realizou, nesta terça-feira (10), audiência pública para discutir os impactos dos resultados do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) 2025 na regulação dos cursos de Medicina e na formação profissional no país. O debate foi solicitado por meio do Requerimento nº 1/2026, de autoria da deputada federal Adriana Ventura (Novo-SP), coordenadora da Frente Parlamentar Mista pela Inclusão e Qualidade na Educação Particular (FPeduQ).

Durante a audiência, especialistas e representantes de órgãos públicos analisaram os dados divulgados pelo Ministério da Educação e discutiram os reflexos da avaliação na qualidade da formação médica, no provimento de profissionais e na assistência prestada à população. “Precisamos debater esse tema para garantir que a aprendizagem e os resultados sejam eficientes, sempre baseados em evidências com objetivos claros. Por isso, temos que colocar os alunos no centro do debate. O debate aqui não é ideológico, é um debate sério, onde a gente quer buscar dados e evidências”, afirmou Adriana Ventura.

Participaram do debate Alcindo Cerci Neto, conselheiro do Conselho Federal de Medicina pelo estado do Paraná; Francisca Valda da Silva, integrante da mesa diretora do Conselho Nacional de Saúde (CNS); Ulysses Tavares Teixeira, diretor de Avaliação da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep); Felipe Proenço de Oliveira, secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde; Pedro Carvalho Leitão, diretor de Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação; e Daniel Beltrammi, vice-presidente da Ebserh, vinculada ao MEC.

A audiência integra uma série de debates promovidos pela Comissão de Saúde para aprofundar a análise sobre os resultados do Enamed e seus desdobramentos para a regulação do ensino médico no Brasil. A deputada Adriana Ventura informou que novas audiências públicas deverão ser realizadas para ampliar a discussão com especialistas, entidades médicas e representantes do setor educacional, reunindo subsídios para o aprimoramento das políticas de avaliação e da formação de profissionais da saúde no país.

CRIOLA destaca a urgência de combater o racismo algorítmico e a violência digital em principal conferência sobre gênero da ONU e aponta caminhos para acesso à justiça

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Ministra das Mulheres Márcia Lopes e Lia Manso consultora de para incidência política de CRIOLA (Créditos: Élida de Aquino/ CRIOLA)

Combater a violência digital contra mulheres negras, regular as plataformas e ampliar o acesso à justiça são prioridades inadiáveis, uma vez que somos o alvo principal dessas agressões, seja por meio do racismo algorítmico no uso cotidiano das redes ou por retaliações diretas à sua atuação política como defensoras de direitos humanos”, pondera Lia Manso, consultora para incidência política de CRIOLA em evento paralelo da 70ª sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW70) da ONU, que acontece em Nova Iorque, nos Estado Unidos. Também estiveram presentes a Ministra das Mulheres do Brasil Márcia Lopes, a primeira-dama do país Janja da Silva, além de representantes de governos de países da América Latina e organizações da sociedade civil.
O encontro Regulamentação, Proteção e Justiça: Respostas à violência digital de gênero contra as mulheres abordou os desafios e barreiras estruturais que restringem o acesso de mulheres e meninas a sistemas de justiça formais e informais. O painel foi promovido pelo Estado Brasileiro em parceria com México, Colômbia e o Mecanismo de Acompanhamento da Convenção de Belém do Pará (MESECVI).
Para Lúcia Xavier, coordenadora geral de CRIOLA, o avanço da implementação da Lei Modelo Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência Digital de Gênero contra as Mulheres, proposta pela Organização dos Estados Americanos (OEA) na pauta do Ministério das Mulheres é um passo fundamental para que se haja mudanças efetivas na temática. “Há uma vantagem importante porque a Lei Modelo vem da experiência dos países latino-americanos e caribenhos, pensando nos marcos legais de proteção a meninas e mulheres em todos os contextos, levando em consideração pontos como as dimensões da interseccionalidade e os processos econômicos, sociais, políticos e climáticos. Esse processo está sob a guarda da Convenção de Belém do Pará, mecanismo da Convenção Interamericana contra a violência contra as mulheres. Isso faz com que esse novo modelo possa se tornar também um instrumento de garantia da construção dos direitos baseados nas dimensões relacionadas ao gênero”, explica
Ainda sobre a Lei Modelo, Lia Manso reforça que pensar em estratégias colaborativas regionais é essencial. “Ela vem como uma alternativa concreta para a América Latina pensar na proteção, prevenção e compensação em casos de violência digital, além de estabelecer uma corregulação da própria internet, que proteja também grupos como mulheres, pessoas negras, crianças, adolescentes e idosos“, lembra.
Apesar do otimismo com o dispositivo legal, Lúcia Xavier faz um alerta sobre as lacunas que ainda precisam de atenção. “Vamos continuar chamando atenção para a inclusão das dimensões raciais, étnicas, de identidade de gênero, que ainda não estão bem absorvidas. As populações negras são duplamente vitimizadas, pois figuram como os grupos mais vulneráveis aos ataques nas redes sociais e também sofrem com a profunda exclusão digital, afastados de tecnologias de ponta, do conhecimento que é gerado a partir dessas tecnologias e, mais do que isso, nos processos econômicos de acesso à comunicação”, conclui.

CRIOLA afirma que sem uma ação efetiva do sistema de justiça aliada à corregulação da internet para proteger grupos vulneráveis, torna-se impossível avançar para o bem viver, tanto no contexto digital quanto fora dele.

 

SOBRE A CSW

A Comissão sobre a Situação da Mulher CSW é uma instância da Organização das Nações Unidas criada pelo ECOSOC (Conselho Econômico e Social) em 1946, com as seguintes funções: preparar relatórios e recomendações ao ECOSOC sobre a promoção dos direitos das mulheres nas áreas política, econômica, civil, social e educacional. Além disso, a CSW formula recomendações ao ECOSOC sobre problemas de caráter urgente que requerem atenção imediata aos direitos das mulheres. Nesta edição, os debates terão como foco: a garantia e o fortalecimento do acesso à justiça para mulheres e meninas; a participação política e enfrentamento às violências contra as mulheres; e o empoderamento de mulheres idosas.
SOBRE CRIOLA

CRIOLA é uma organização da sociedade civil fundada em 1992 e conduzida por mulheres negras. Atua na defesa e promoção de direitos das mulheres negras em uma perspectiva integrada e transversal, tendo por missão trabalhar para a erradicação do racismo patriarcal cisheteronormativo, contribuindo com a instrumentalização de meninas e mulheres negras, cis e trans, para a garantia dos direitos, da democracia, da justiça e pelo Bem Viver.

Alta do diesel pressiona custos do transporte e pode impactar preço de produtos no Paraná, alerta SETCEPAR

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O recente aumento do preço do diesel, impulsionado pela elevação do ICMS nacional sobre o combustível em janeiro de 2026 e pela instabilidade no mercado internacional de petróleo causada pelos conflitos no Oriente Médio, já começa a pressionar os custos do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) no Brasil. Na última semana, distribuidores indicam reajustes superiores a 10% no diesel S10, o que representa aproximadamente R$ 0,60 por litro e amplia a preocupação do setor com os reflexos sobre o frete e o custo de produtos em toda a cadeia produtiva.

A alta ocorre em um momento de sensibilidade para o setor logístico. Além do aumento da carga tributária, as tensões envolvendo o Irã e a região estratégica do Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial, elevaram os custos de importação de combustíveis e trouxeram volatilidade ao mercado de energia, pressionando os preços no Brasil.

De acordo com o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (SETCEPAR), Silvio Kasnodzei, o aumento do combustível impacta diretamente a estrutura de custos das empresas transportadoras. “O diesel é o principal insumo da nossa atividade e representa cerca de 35% do custo do frete. Quando há uma elevação nesse nível, o impacto é imediato na operação das transportadoras e inevitavelmente acaba se refletindo em toda a cadeia logística”, afirma.

O transporte rodoviário responde por 65% da movimentação de mercadorias no país, conectando a produção industrial, agrícola e comercial aos centros consumidores. Por isso, qualquer variação no custo do combustível tende a influenciar diretamente o valor do frete e, consequentemente, o preço final de diversos produtos.

Segundo Kasnodzei, o setor acompanha o cenário com atenção e destaca a importância de mecanismos de recomposição de frete para manter o equilíbrio econômico das operações. “Quando há aumentos expressivos no preço do diesel, é fundamental que existam mecanismos de ajuste, como o gatilho do diesel nos contratos de transporte. Sem essa recomposição, as empresas ficam expostas a uma pressão de custos que compromete a sustentabilidade das operações”.

Para o presidente do SETCEPAR, o momento exige acompanhamento constante do cenário econômico e energético internacional. “O transporte rodoviário de cargas é essencial para o abastecimento do país. Garantir condições para a sustentabilidade das operações significa também preservar a eficiência da logística e a regularidade no abastecimento da economia”, conclui.

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Sobre o SETCEPAR:

 

Fundado em 1943, o Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas no Estado do Paraná (SETCEPAR), entidade que representa as empresas de transportes de carga no estado do Paraná, nasceu visando representar os empresários do setor de Transporte Rodoviário de Cargas da região em variadas atividades, como em negociações coletivas de trabalho e em aproximação com autoridades e com autarquias municipais, estaduais e federais, bem como com a imprensa.

 

Com 80 anos de história, a entidade hoje representa empresas em 265 cidades do estado, oferecendo aos associados diversos serviços e eventos para fomentar melhorias no Transporte Rodoviário de Cargas local e nacional.

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Hospital São Marcelino Champagnat é reconhecido entre os melhores do mundo em ranking da Newsweek

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Levantamento mundial de 2026 avaliou instituições em 32 países; hospital de Curitiba se destaca por padrões de qualidade assistencial, segurança do paciente e desfechos clínicos

O Hospital São Marcelino Champagnat foi reconhecido como uma das principais referências em saúde no mundo na edição 2026 do ranking World’s Best Hospitals, elaborado pela revista norte-americana Newsweek em parceria com a Statista, plataforma global especializada em análise de dados.

A avaliação contemplou hospitais de 32 países, selecionados com base em critérios como expectativa de vida, tamanho da população e disponibilidade de dados em saúde. O ranking reconhece instituições que se destacam por excelência médica, inovação e atendimento centrado no paciente.

A metodologia considera quatro pilares: recomendações feitas por mais de 85 mil profissionais da saúde; métricas oficiais de qualidade hospitalar; pesquisas públicas de experiência do paciente; e a adoção de PROMs (Medidas de Desfecho Reportadas pelo Paciente, na sigla em inglês), além da produção científica da instituição, avaliada por meio de pontuação bibliométrica.

Segundo Luciane Zanetti, gerente de Gestão da Qualidade do hospital, a excelência é resultado de um monitoramento contínuo e estruturado, que inclui reuniões diárias de alinhamento, aplicação de checklists de segurança antes dos procedimentos, capacitação permanente das equipes e transparência nos indicadores.

O modelo de gestão adotado, que alia excelência técnica e cuidado humanizado, sustenta esse padrão. “A consistência dos processos e o engajamento dos profissionais são fundamentais. O principal impacto é para o paciente, que encontra um hospital orientado por padrões rigorosos de qualidade e segurança. Nosso desafio é manter a consistência e seguir avançando na melhoria contínua”, afirma.

 

Sobre o Hospital São Marcelino Champagnat

O Hospital São Marcelino Champagnat faz parte do Grupo Marista e nasceu com o compromisso de atender seus pacientes de forma completa e com princípios médicos de qualidade e segurança. É referência em procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade. Nas especialidades destacam-se: cardiologia, neurocirurgia, ortopedia, cirurgia robótica e cirurgia geral e bariátrica, além de serviços diferenciados de check-up. Planejado para atender a todos os quesitos internacionais de qualidade assistencial, é o único do Paraná certificado pela Joint Commission International (JCI).

Dia do Consumidor: saiba como evitar golpes bancários

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Presidente da Abradeb Raimundo Nonato alerta que bancos não costumam pedir senha, token ou transferência por telefone

 

No próximo domingo, 15 de março, celebra-se o Dia do Consumidor, e a data serve como um importante lembrete sobre a necessidade de estar atento à segurança financeira.

 

Com o aumento das transações online, os golpes têm se tornado cada vez mais sofisticados. “Os criminosos acompanham as inovações tecnológicas e criam armadilhas cada vez mais convincentes. O consumidor precisa estar vigilante e entender que o banco jamais solicita dados sigilosos por telefone, mensagem ou e-mail”, alerta o presidente da Associação Brasileira de Defesa Cidadã do Consumidor e Empresário (Abradeb), Raimundo Nonato.

 

Entre as fraudes mais comuns está o golpe do PIX, no qual criminosos se passam por funcionários de bancos para convencer a pessoa a fazer transferências urgentes. “Pedidos de PIX para desbloquear conta ou cartão são sempre golpe. Nenhum banco trabalha assim”, explica. Outra prática recorrente é o phishing, com mensagens falsas que imitam comunicações oficiais para roubar dados. Raimundo Nonato também alerta para o golpe do falso funcionário: “Se alguém ligar pedindo senha, token ou instalação de aplicativo de acesso remoto, desligue na hora. É golpe.”

 

Diante desse cenário, o presidente da Abradeb reforça as regras básicas de segurança. “A primeira delas é nunca fornecer senhas ou códigos por telefone ou mensagem. Desconfie sempre de contatos não solicitados com tom de urgência”, orienta. Ele recomenda ainda não clicar em links recebidos por SMS ou WhatsApp: “Para acessar o banco, digite o endereço diretamente no navegador e verifique se o site começa com ‘https://’.”

 

Caso o consumidor perceba que foi vítima de um golpe, Raimundo Nonato orienta agir rapidamente: “Bloqueie os cartões pelo aplicativo, conteste as transações com o banco e registre boletim de ocorrência nas primeiras 24 horas. Nos dias seguintes, acompanhe seu CPF no sistema Registrato, do Banco Central.” Para ele, a informação é a principal defesa: “Conhecer as táticas dos golpistas e adotar hábitos seguros é a melhor forma de evitar prejuízos.”

 

Serviço Geológico do Brasil identificou mais de 17,7 mil áreas de risco no país

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Ao todo, foram realizados levantamentos em 1,8 mil municípios; os estudos são essenciais para apoiar o poder público municipal em ações para prevenção de desastres

Foto: Tânia Rego/ Agência Brasil

 

Com o intuito de contribuir para prevenção de desastres e apoiar os esforços para proteger vidas, o Serviço Geológico do Brasil (SGB) realiza em todo país estudos que identificam áreas de risco. Mais de 1,8 mil municípios já foram contemplados pelos levantamentos e foram mapeadas mais de 17,7 mil áreas de risco. Os dados constam em dashboard do SGB, atualizado em fevereiro de 2026.
Além disso, é realizado o monitoramento dos níveis de rios de 19 bacias hidrográficas por meio dos Sistemas de Alerta Hidrológico (SAH). O trabalho ganha ainda mais relevância diante da chegada do período chuvoso e de eventos climáticos extremos.
Essas ações ajudam na formulação de políticas públicas e de medidas que garantam mais segurança às populações, contribuindo para prevenir ou reduzir impactos de desastres como deslizamentos, erosões e enchentes.
“Os estudos evidenciam nosso compromisso com os municípios e toda a população brasileira”, destaca o diretor-presidente do SGB, Vilmar Medeiros Simões. Ele ressalta que os relatórios disponibilizados “fornecem a gestores públicos e às defesas civis instrumentos valiosos para que possam tomar decisões assertivas para salvaguardar vidas e evitar perdas materiais”. Os mapeamentos também ajudam os municípios na captação de recursos destinados a obras preventivas e de resposta a desastres.

Foto: Agência Pará

Áreas de risco
Um dos trabalhos realizados é a Cartografia de Áreas de Risco que indica as áreas de risco alto e muito alto associadas a processos de inundações, enchentes, erosões e de movimentos gravitacionais de massa – como deslizamentos e queda de blocos. Os estudos foram realizados em 1.803 municípios (até fevereiro de 2026), nas áreas urbanizadas das cidades e identificaram mais de 4,6 milhões de pessoas vivendo em áreas de risco no Brasil.
De acordo com os dados, nos municípios mapeados, já foram identificadas 17,7 mil áreas de risco, sendo 5,5 mil de risco muito alto e 12,1 mil de risco alto. A maior parte dos riscos geológicos está associada a processos de deslizamentos, com 8,8 mil áreas mapeadas. Em seguida, estão os processos de inundação, com 5,7 mil registros.

Áreas de risco nos estados considerando os 1,8 mil municípios mapeados pelo SGB

Estado Municípios mapeados Áreas de risco
MG 218 3,6 mil
SC 294 3 mil
RS 133 2,4 mil
ES 77 1,2 mil
PA 96 1,1 mil
PE 115 928
SP 126 904
BA 95 846
AM 62 800
CE 72 459
MA 93 379
RJ 5 346
PR 46 244
AL 27 220
PB 40 192
RO 52 178
AC 22 165
MT 28 163
GO 29 136
SE 31 131
PI 48 102
RN 332 94
AP 8 49
MS 24 42
RR 5 33
DF 1 22
TO 15 9

Estudos realizados
Outros estudos desenvolvidos nas cidades e que também geram subsídios para planejamento territorial, gestão de riscos e prevenção de desastres, são:

Monitoramento e previsão de níveis de rios
O SGB opera 19 Sistemas de Alerta Hidrológico (SAH), que geram previsões sobre os níveis dos rios e possibilitam antecipar cenários para prevenir ou reduzir o impacto de inundações ou secas. São mais de 10 milhões de pessoas beneficiadas, em mais de 100 municípios atendidos.

Em períodos chuvosos que provocam aumento do nível dos rios, o SAH entra em operação e inicia o disparo de boletins de alerta hidrológicos. Esses boletins apresentam previsões de níveis das águas para as próximas horas, além de informações sobre as chuvas. Dessa forma, o SGB auxilia defesas civis e órgãos municipais nas atividades de prevenção e apoio às populações afetadas. Uma das ações que podem ser realizadas, por exemplo, é a remoção de pessoas de áreas com possibilidade de serem inundadas.

Desempenho feminino no ENEM impulsiona presença de mulheres em cursos mais concorridos

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Mulheres já representam mais de 60% dos inscritos no exame e ampliam protagonismo no acesso ao ensino superior

As mulheres são maioria entre os inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e têm ampliado o protagonismo na disputa por vagas em cursos tradicionalmente concorridos nas universidades brasileiras. Dados do Painel Enem 2025 mostram que 60,06% dos mais de 4,8 milhões de participantes do exame são do sexo feminino, consolidando a presença das estudantes na principal porta de entrada para o ensino superior no país.

Além da participação mais expressiva, o desempenho das candidatas também tem contribuído para fortalecer a presença feminina em graduações como medicina, direito e engenharias, áreas historicamente disputadas nos processos seletivos das universidades públicas e privadas.

Nos cursinhos preparatórios, essa tendência já é percebida no perfil das turmas. Cada vez mais alunas chegam com metas acadêmicas bem definidas e foco em carreiras de alta competitividade, refletindo em rotinas de estudo organizadas e maior comprometimento com a preparação para o exame.

“Temos observado que muitas alunas chegam ao cursinho com objetivos muito claros e uma organização de estudos bastante consistente. Essa disciplina, aliada a estratégias de preparação como simulados e acompanhamento pedagógico, contribui diretamente para um bom desempenho no ENEM”, afirma Luís Bogado, professor da Academia das Específicas.

Segundo o educador, além do domínio de conteúdo, o exame exige habilidades específicas relacionadas à interpretação, ao raciocínio e à gestão do tempo. “O ENEM é uma prova extensa e estratégica. Quando o estudante treina com frequência e se familiariza com o formato da avaliação, ele consegue transformar a dedicação em resultado”, explica.

Para o professor, o avanço da presença feminina em cursos concorridos representa uma mudança importante no perfil das universidades brasileiras e contribui para ampliar a diversidade nas diferentes áreas do conhecimento. O cenário também reforça a importância de incentivar jovens mulheres a acreditarem em seu potencial e a ocuparem espaços em qualquer área profissional que desejarem seguir.

Com a proximidade das provas, a recomendação é que os estudantes mantenham uma rotina equilibrada de estudos, com revisão de conteúdos, resolução de provas anteriores e momentos de descanso, fatores que ajudam a melhorar o desempenho e aumentar as chances de aprovação.

Irregularidade no título eleitoral pode gerar restrições legais e multa, alerta especialista

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Advogado especialista em Direito Eleitoral orienta eleitores sobre riscos de manter o documento irregular

Com a proximidade do calendário eleitoral, cresce a atenção para a regularização do título de eleitor. Quem deixa de votar e não justifica a ausência pode enfrentar uma série de consequências legais, que vão desde o pagamento de multa até restrições em serviços públicos e atos da vida civil.

Segundo o advogado especialista em Direito Eleitoral Newton Lins de Carvalho, manter a situação eleitoral regular é fundamental para evitar impedimentos que muitas pessoas desconhecem.

“Quem não resolve essa pendência pode continuar com o título irregular e, em alguns casos, até ter o documento cancelado. Na prática, isso pode impedir a pessoa de votar e trazer outros transtornos no dia a dia”, explica.

Além dessas limitações, a legislação eleitoral prevê multa para quem deixa de votar e não apresenta justificativa dentro do prazo determinado pela Justiça Eleitoral.

“Quem deixou de votar e não justificou a ausência normalmente precisa pagar multa para regularizar a situação. Hoje isso pode ser resolvido de forma mais simples, inclusive pelos canais digitais da Justiça Eleitoral”, afirma o especialista.

Outro ponto de atenção envolve quem deixou de votar em mais de um turno eleitoral. Segundo o advogado, muitas pessoas não sabem que cada turno é considerado uma eleição diferente pela Justiça Eleitoral.

“Para a Justiça Eleitoral, cada turno conta como uma eleição. Então, se a pessoa faltou ao primeiro e ao segundo turno, já são duas ausências. Se houver ausência em três eleições consecutivas, sem justificativa ou pagamento das multas, o título pode ser cancelado”, alerta.

A irregularidade também pode trazer restrições em diversos serviços e direitos civis.

“A pessoa pode ter dificuldade para tirar passaporte, tomar posse em concurso público, renovar matrícula em instituição oficial de ensino e obter documentos que exigem quitação eleitoral”, destaca.

Por isso, a recomendação é verificar a situação eleitoral com antecedência e evitar transtornos.

“A orientação é consultar a situação eleitoral nos canais oficiais da Justiça Eleitoral, como o portal do TSE, o Autoatendimento Eleitoral, o aplicativo e-Título ou diretamente no cartório eleitoral”, orienta.

Para o especialista, resolver a pendência o quanto antes pode evitar problemas futuros.

“O eleitor não precisa entrar em pânico porque está com uma pendência vinculada ao título, mas também não deve deixar para depois. Título irregular pode virar dor de cabeça justamente quando a pessoa precisa resolver outra questão da vida civil”, conclui.

 

ARKA 2026 propõe vivência que une saberes ancestrais, diversidade étnica, espiritualidade, cultura e olhar coletivo

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Com atrações variadas, evento do Instituto Regenera Hub acontece no dia 25 de abril, no barco White Swan, navegando pelas águas do Lago Paranoá

Créditos: divulgação

O Instituto Regenera Hub, organização da sociedade civil (OSC) brasiliense que desenvolve projetos de regeneração do ser, das relações e dos biomas, realiza no dia 25 de abril, sábado, das 15h às 20h, no Lago Paranoá, o ARKA 2026 – Cacau Cerimonial. A iniciativa se apresenta como uma plataforma cultural de convergência entre saberes ancestrais, arte contemporânea e projetos de impacto socioambiental.

“Em um momento histórico marcado por polarizações profundas, extremismos ideológicos e conflitos que atravessam continentes, um movimento silencioso começa a emergir em diferentes partes do mundo: o desejo coletivo de reconstruir pontes. De lembrar que, antes das fronteiras, crenças ou identidades políticas, existe algo que nos une como humanidade”, afirma Alisson Sindeaux, presidente do Instituto Regenera Hub e guardião do evento.

Segundo ele, é nesse espírito que nasce a ARKA, um encontro que reúne espiritualidades, etnias e culturas diversas em um cenário simbólico: o Lago Paranoá, em Brasília. “Mais do que um evento, a ARKA se propõe como um gesto simbólico e prático de cultura de paz — um espaço onde arte, espiritualidade, sustentabilidade e ativismo socioambiental se encontram para celebrar aquilo que nos conecta”, contextualiza.

Com foco na regeneração das relações humanas e na reconexão com a natureza, o evento propõe um espaço de diálogo entre matrizes indígenas, afro-brasileiras, orientais e urbanas. Entre os objetivos estão a valorização das culturas tradicionais e dos povos originários, a apresentação de projetos socioambientais no DF, o estímulo a práticas regenerativas e a promoção de experiências coletivas de transformação.

A programação reúne lideranças e representantes de diferentes tradições. Álvaro Tukano e Naiara Tukano compartilham a cosmologia do povo Tukano. Adriana Castelianos, indígena do povo Zapoteca, apresenta a Medicina do Cacau como planta sagrada mediadora de relações. Mãe Neuma (Iyálorixá Neuma de Nanã) participa com reflexões a partir de sua trajetória na tradição afro-brasileira.

Isabela Gusman leva ao evento sua vivência junto ao povo Nyawanawá e experiências culturais realizadas em cidades como Alto Paraíso, São Paulo e Brasília. Babaji Shivo, adepto do Shivaísmo e idealizador do projeto Arte da Positividade, destaca a integração entre espiritualidade e ação social por meio da distribuição de marmitas veganas para pessoas em situação de rua.

Na área artística, Rebeca Deusa conduz experiências musicais e de dança meditativa, enquanto Alisson Sindeaux apresenta canções que dialogam com o conceito de regeneração cultural e ambiental. Maria Cleudes contribui com reflexões sobre o protagonismo da mulher negra na construção de novas realidades.

O evento também conta com a participação de Paloma Senna Rodrigues, advogada e especialista em Inovação pela USP, atualmente presidente da Associação Movement Regenera, entidade composta exclusivamente por mulheres em sua diretoria e conselho.

“Assim como uma arca guarda sementes para o futuro, o encontro reúne pessoas, projetos e iniciativas que carregam visões de regeneração: ações que cuidam da terra, da água, das comunidades e da consciência coletiva. Diferente de um festival tradicional, a ARKA acontece literalmente em movimento. O evento se realiza a bordo do barco White Swan, que navega pelas águas do Lago Paranoá durante o encontro”, explica Rebeca Deusa.

A travessia transforma a experiência em algo simbólico: enquanto o barco percorre o lago, os participantes também atravessam um percurso interior de reflexão, encontro e celebração da diversidade espiritual e cultural.

“Navegar pelo Paranoá oferece ainda uma perspectiva rara da cidade. Ao longo da jornada, o público pode contemplar Brasília vista da água, observando sua arquitetura monumental, o horizonte do cerrado e a relação entre natureza e urbanismo que define a capital do país”, complementa.

“A paisagem se torna parte da experiência — um lembrete silencioso da importância de proteger as águas, os ecossistemas e o equilíbrio da vida”, finaliza.

Além da programação cultural e formativa, o ARKA prevê ações práticas, como a distribuição de mudas nativas do Cerrado e a arrecadação de alimentos não perecíveis destinados ao projeto Arte da Positividade.

De acordo com Alisson Sindeaux, o evento consolida a atuação do Instituto Regenera Hub no DF. “O ARKA reúne cultura, espiritualidade e responsabilidade socioambiental em uma proposta integrada. Nosso objetivo é fortalecer redes e transformar conexões em ações concretas”, afirma.

O ARKA 2026 integra a agenda da OSC brasiliense voltada ao desenvolvimento de projetos de impacto e à articulação de iniciativas que promovam a transformação social no território.

SERVIÇO:

ARKA 2026 – CACAU CERIMONIAL

Data: 25 de abril (sábado), das 15h às 20h

Lago Paranoá – Brasília/DF – Barco White Swan

Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/arka-um-encontro-de-regeneracao-nas-aguas-do-coracao-do-brasil/3327010