Início Site Página 54

IgesDF reforça transparência e planejamento nos processos de compras

0
Capacitação reúne profissionais de diversas áreas para padronizar contratações e aprimorar a gestão dos recursos públicos
Por Ivan Trindade
Transparência, planejamento e controle dos recursos públicos. Esses foram os principais focos de uma capacitação promovida nesta sexta-feira (13) pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal para fortalecer os processos de compras e contratações da instituição. O treinamento reuniu profissionais de diversas áreas com o objetivo de padronizar procedimentos, aprimorar o planejamento das aquisições e garantir mais segurança e eficiência na gestão dos contratos.
A iniciativa buscou alinhar procedimentos, esclarecer etapas das contratações e fortalecer boas práticas que contribuem para maior transparência e eficiência na gestão dos recursos públicos. Um planejamento adequado das compras também é fundamental para garantir que medicamentos, equipamentos e insumos cheguem às unidades de saúde no tempo necessário para o atendimento da população.
A atividade foi conduzida pela Superintendência de Contratos e realizada no PO700, sede administrativa do instituto. Durante o encontro, os participantes tiveram acesso a orientações práticas sobre as etapas que envolvem uma contratação, desde o planejamento inicial da demanda até o acompanhamento da execução contratual após a escolha da empresa fornecedora.
Um dos destaques foi a apresentação de um checklist elaborado com base no Regulamento Próprio de Compras e Contratações do IgesDF. O material reúne, de forma didática, os principais pontos que devem ser observados antes da abertura de um processo, como a definição clara do objeto a ser contratado, os critérios para seleção de fornecedores e as informações necessárias para instrução do processo.
Segundo a superintendente de Contratos do IgesDF, Lorraynne Ribeiro, a capacitação também representa um espaço importante para ouvir as áreas que vivenciam os processos no dia a dia.
“Estamos trabalhando tanto com o regulamento atual quanto com a construção de um novo marco normativo de compras. É importante que as áreas participem, tragam sugestões e compartilhem as dificuldades da operação para que possamos construir normas cada vez mais claras e eficientes”, destaca.
Planejamento para compras mais eficientes
Outro ponto discutido durante o treinamento foi a importância do planejamento nas contratações. De acordo com Lorraynne Ribeiro, definir previamente as características da demanda é essencial para garantir processos mais ágeis e seguros.
“Antes de iniciar uma compra ou contratação, é essencial que as áreas definam com clareza qual é a demanda, quais são os prazos, os quantitativos e as características do produto ou serviço necessário. Esse cuidado ajuda a evitar retrabalhos, atrasos e dificuldades durante a execução dos contratos”, pontua.
A coordenadora da Corregedoria da Controladoria Interna do IgesDF, Vanessa Tchelzoff, ressaltou que a clareza nos processos também protege os profissionais envolvidos nas contratações.
“Todas as vezes que recomendamos que algo esteja bem descrito ou documentado, isso é para a própria proteção dos gestores e do instituto. Quanto mais claros e alinhados forem os processos, maior será a segurança para todos os envolvidos”, explica.
Durante a apresentação, a assessora técnica da Superintendência de Contratos, Isa Figueiredo, reforçou que, embora existam diretrizes gerais aplicáveis a todas as contratações, cada tipo de aquisição pode exigir cuidados específicos.
“Temos obrigações que são padrão em todas as contratações do IgesDF, mas também existem exigências que variam de acordo com o tipo de serviço ou produto. Por isso, é fundamental que todas as áreas compreendam bem cada etapa do processo até a escolha final da empresa”, afirma.
A capacitação já foi realizada no início do mês na Unidade Central de Administração (UCAD) do IgesDF, localizada no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). De acordo com a assessora técnica Thaís Lopes, o objetivo dos encontros é fortalecer o planejamento das contratações e incentivar a padronização dos procedimentos internos.
“Quando todos seguem um mesmo modelo de trabalho, os processos se tornam mais organizados e eficientes. No fim, esse alinhamento interno se reflete diretamente na capacidade do instituto de adquirir equipamentos, serviços e insumos de forma adequada, garantindo melhores condições de trabalho para as equipes”, finaliza.

PERTO DA MAIOR EDIÇÃO DO SMART SUMMIT E COM FATURAMENTO RECORDE, INVESTSMART XP COMEMORA BOM MOMENTO E SE PREPARA PARA IPO 

0

 

​​​Em 2025, empresa faturou R$ 200 milhões, cerca de 20% a mais do que no ano anterior, e sonho da abertura de capital é plano para 2030

 

O plano do IPO para 2030 é real, estratégico e organizado”. É o que diz Samyr Castro, CEO da InvestSmart XP, uma das maiores assessorias de investimentos do Brasil. A abertura de capital, que antes era um sonho, se tornou mais palpável em 2025, quando o escritório registrou recorde de faturamento.

 

Perto de patrocinar a maior edição do Smart Summit, que acontecerá nos dias 12 e 13 de março, no Rio de Janeiro, e contará com 21 horas de conteúdos e quatro palcos que abordarão temas como Macroeconomia, Política, Investimentos, Marketing, Negócios, Liderança e Mercado de Trabalho, o executivo comemora o bom momento da empresa, que alcançou ​​receita de R$ 200 milhões em 2025, quatro vezes mais do que a registrada no ano anterior. O montante representa um índice de 470% na Regra dos 40 em relação a 2024 e o resultado foi o maior lucro da história da companhia. Fruto de uma reorganização interna e boa gestão de despesas, o desempenho positivo fez com que o escritório recalculasse a rota.

 

Em 2025 passamos por um processo de reestruturação, que trouxe ainda mais robustez jurídica e governança para a InvestSmart. Sonhando com o IPO, buscávamos um sócio estratégico. Nossa reformulação funcionou de tal forma que conseguimos lucrar sozinhos e hoje já não buscamos mais uma sociedade”, conta Samyr.

 

Segundo o executivo, o bom resultado alcançado pelo escritório foi impulsionado pela diversificação do portfólio, principalmente com aportes internacionais, e a venda de consórcios. “Muitos investidores apostaram na diversificação internacional como forma de proteção patrimonial e o cenário de taxa de juros alta foi muito favorável para a aquisição de consórcios”, explica ele. Prova disso foi o recorde nas vendas de consórcios alcançado por be.smart, parceira comercial do escritório. Somente em agosto do ano passado, be.smart Consórcios comercializou mais de R$ 0,5 bi.

 

O CEO da InvestSmart XP, Samyr Castro, na palestra de abertura do Smart Summit 2026 | Foto: Rafa Pereira

 

Para a InvestSmart, 2025 começou com R$ 25 bilhões sob custódia e encerrou com R$ 4 bilhões a mais. Hoje, a empresa administra uma carteira de R$ 29 bi e a expectativa é encerrar 2026 com R$ 35 bilhões. Para isso, ao longo deste ano o escritório pretende expandira oferta de serviços financeiros. “Nosso objetivo é galgar mais espaço para operações de ativos judiciais e vendas de cartas contempladas de consórcios”, afirma Samyr.

 

Segundo ele, a verticalização na cadeia produtiva pode levar ainda mais valor ao cliente final, por meio de parcerias estratégicas com players já consolidados no mercado. A empregabilidade, um pilar forte na companhia, também é meta para o ano. Samyr espera contratar três mil assessores de investimentos até o final de 2026.

 

Para isso, apostamos muito no Smart Campus, nossos escritórios dentro de universidades. Já temos uma unidade na Unisuam e inauguramos recentemente um na UniCarioca. Buscamos formar novos profissionais, apresentar a carreira de assessor de investimentos e fomentar a educação financeira local”, destaca o executivo.

 

Por trás do IPO, há ainda o sonho da perpetuação da empresa. Até 2030, a porta de entrada para o seleto grupo de 358 empresas de capital aberto listadas na bolsa brasileira reserva um caminho de crescimento, mas não é a única saída. “Também vislumbramos a possibilidade de um IPO fora do Brasil ou um crowdfunding equity, um novo mercado que a CVM está começando a regular”, projeta Samyr.

 

Sobre a InvestSmart XP

A InvestSmart XP é o maior escritório de investimentos do Rio de Janeiro, com mais de 100 escritórios pelo Brasil e 2 mil pessoas. Eleito pela XP Investimentos o Maior Escritório da Região Sudeste e Maior Expansão do Brasil, possui R$ 29 bilhões sob custódia, 12 anos de existência e ​​mais de 200 mil clientes. Saiba mais sobre a InvestSmart XP aqui.

Talento não tem gênero, mas o funil tem: o que os números revelam sobre liderança feminina no Brasil

0

Janine Brito*

No Dia Internacional da Mulher, costumo ouvir discursos sobre avanço, superação e protagonismo. Eles são importantes. Mas os números recentes do IBGE e do Ministério do Trabalho mostram que ainda estamos longe de uma estrutura verdadeiramente equilibrada.

No setor privado brasileiro, as mulheres ganham, em média, cerca de 21% a menos que os homens. Ocupam apenas 39,3% dos cargos de gerência. A taxa de participação feminina no mercado de trabalho é de 53,3%, bem inferior aos 73,2% masculinos. E há outro dado que raramente entra nas discussões estratégicas: mulheres dedicam, em média, 21,3 horas semanais a tarefas domésticas, quase o dobro do tempo dos homens, que dedicam 11,7 horas.

Esses números não refletem falta de competência. Refletem um sistema que ainda distribui responsabilidades, oportunidades e reconhecimento de forma desigual.

Quando observamos a liderança corporativa, a pergunta persiste: por que ainda somos minoria nos cargos mais altos? A resposta não está na capacidade técnica ou na formação. Está no caminho até o topo.

A desigualdade começa na base. Uma taxa de participação menor significa menos mulheres no pipeline de liderança. Maior informalidade implica menos acesso a planos de carreira estruturados, mentorias e programas de desenvolvimento. A sobrecarga doméstica reduz o tempo disponível para networking, qualificação adicional e exposição estratégica dentro das empresas.

Além disso, critérios de promoção ainda valorizam, muitas vezes, traços de visibilidade imediata em detrimento de consistência, capacidade de gestão e visão de longo prazo. Não se trata de ausência de ambição feminina, mas de ambientes que nem sempre oferecem regras claras e iguais para todos.

Quando mulheres ocupam apenas 39,3% das posições de gerência, o funil já está estreito muito antes da disputa por cargos executivos. O topo é apenas o reflexo de decisões acumuladas ao longo da trajetória profissional.

Precisamos tratar esse debate com maturidade. Igualdade não se constrói apenas com discursos inspiradores, mas com revisão de critérios, políticas de promoção mais transparentes e uma discussão franca sobre a divisão de responsabilidades dentro e fora das empresas.

Não é sobre capacidade. Os dados mostram que o problema é estrutural.

Enquanto não ajustarmos as bases que sustentam o mercado de trabalho, continuaremos discutindo os sintomas, e não as causas reais da sub-representação feminina na liderança.

*Presidente do LIDE Mulher Brasília e CEO do Grupo Pinheiro de Brito.

Sobre a Pinheiro Ferragens – Fundada em 1960, a empresa nasceu com o objetivo de comercializar aço para a construção civil. De base familiar e pioneira na capital, foi responsável por oferecer grande parte dos materiais para a construção de Brasília. Atualmente, a empresa trabalha com um mix de mais de dois mil produtos comercializados e industrializados. Localizada no Setor de Indústrias de Brasília e Taguatinga, a loja possui moderna estrutura e serviços diferenciados.

Comissário da OEA lamenta crescimento de antissemitismo “com agressões a judeus responsabilizados por decisões do governo israelense”

0

O advogado brasileiro Fernando Lottenberg, que ocupa o cargo de Comissário da Organização dos Estados Americanos (OEA) para o Monitoramento e Combate ao Antissemitismo, lamentou mais um dia de violência contra a comunidade judaica, dessa vez em Michigan (EUA) e em Trondheim, na Noruega, que só não se transformaram em tragédias por conta da rápida ação de seguranças.

“Responsabilizar judeus que não vivem em Israel por decisões do governo de lá é um dos exemplos de antissemitismo previstos na definição da IHRA. Trata-se de uma conduta agressiva e criminosa e que, se não for combatida com rigor, encorajará cada vez mais antissemitas a agirem dessa forma”, alerta Lottenberg.

Em Michigan, um suspeito foi morto após tentar invadir a sinagoga Templo Israel, na região de Detroit, onde também funciona uma creche e uma escola. Na Noruega, um homem foi preso após ser identificado em comportamento suspeito próximo à sinagoga.

Imposto de exportação de petróleo anunciado pelo governo tem fins meramente arrecadatórios, analisa Martinelli Advogados

0

 

Esse custo incremental pode retardar a expansão produtiva, o que mitiga, consequentemente, o recolhimentos dos royalties e participações especiais repassados aos estados e municípios

 

O governo federal anunciou hoje (12/03) um pacote de medidas para frear a alta nos preços dos combustíveis ocasionada pela instabilidade no Oriente Médio. As medidas fazem parte da MP 1.340, que prevê zerar as alíquotas de PIS e Cofins sobre o diesel para importação e comercialização e estabelecer um imposto com alíquota de 12% sobre a exportação de óleos brutos de petróleo, como uma medida para elevar o refino interno e garantir a disponibilidade de combustíveis à população.

 

Na visão do Martinelli Advogados, um dos maiores escritórios de advocacia do Brasil, o imposto de exportação, além de onerar as vendas de petróleo para o mercado externo, caracteriza uma medida com fins meramente arrecadatórios.

 

“O governo surpreendeu a indústria de Óleo & Gás no País ao instituir, hoje (12.03.26), o Imposto de Exportação sobre as vendas de petróleo ao mercado externo. Trata-se de uma medida precipitada, e que não contou com qualquer participação do setor em discussões sobre sua implementação e consequências, afetando a segurança jurídica por conta da instabilidade das regras aplicadas ao setor”, afirma Vinicius Cardoso Cavalcanti, sócio do Martinelli Advogados, e Especialista em Tax para o segmento de Óleo & Gás.

 

Em sua avaliação, o novo tributo criado pelo Governo Federal tem fins meramente arrecadatórios. “A interpretação sistemática e histórica da legislação tributária nos leva a concluir que o Imposto de Exportação não pode ter caráter eminentemente arrecadatório como ocorre no caso em tela”, alerta o sócio do Martinelli.

 

Cavalcanti também destaca outro ponto que merece menção: a prática internacional, em que a própria Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) ressalta, em diversos estudos, que os países devem adotar o princípio da não-exportação de tributos. Ademais, o Imposto de Exportação possui um caráter extrafiscal, cujas finalidades devem obrigatoriamente estar associadas aos objetivos da política cambial e do comércio exterior do País, conforme disposto no artigo 26 do Código Tributário Nacional.

 

Outro importante aspecto que esta cobrança desencadeia, segundo Cavalcanti, é o impacto da insegurança jurídica para o Setor de Óleo & Gás no País, gerando graves consequências para o desenvolvimento nacional, uma vez que novos investimentos são repensados e os maiores prejudicados são outros entes federativos, mais precisamente, os estados e municípios produtores.

 

“A instituição deste novo imposto atende aos anseios da atual administração federal em aumentar, no curto prazo, a sua arrecadação. Entretanto, com este custo incremental, temos um enorme obstáculo para novos investimentos no País, podendo retardar a expansão produtiva, o que mitiga – consequentemente – o recolhimentos dos royalties e participações especiais repassados aos estados e municípios”, observa o sócio do Martinelli. “Com a possível redução de novos investimentos no setor, o impacto é sentido em todos os níveis, mas os estados e municípios produtores são ainda mais prejudicados, pois a receita do Imposto de Exportação pertence exclusivamente ao Governo Federal, não havendo qualquer parcela a ser repartida com os demais entes da Federação.”

 

Experiência anterior negativa

Cavalcanti lembra que esta mesma técnica foi utilizada pelo Governo Federal em 2023, mais precisamente quando da edição da Medida Provisória 1.163/2023, que instituiu o Imposto de Exportação sobre as exportações de petróleo à uma alíquota de 9,2%, de forma temporária – por quatro meses – tendo seu período de vigência se encerrado em 28 de junho de 2023.

 

Como consequência desta medida, tomada naquela época pela atual administração federal, foram ajuizadas diversas ações judiciais pelas empresas de Óleo & Gás, além de três Ações de Declaração de Inconstitucionalidade (ADI) ajuizadas junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) e tendo como autores – respectivamente – o Partido Novo, o Partido Liberal e a ABEP (Associação Brasileira de Empresas de Exploração e Produção de Petróleo e Gás). O objetivo de tais ações judiciais foi questionar a legalidade/constitucionalidade de uma medida adotada pelo Governo Federal através do Imposto de Exportação.

 

Após a grande reverberação negativa da açodada medida instituída pelo Executivo Federal, houve um consenso por parte do Governo em não prorrogar a medida além do prazo de quatro meses estipulado na Medida Provisória ou até mesmo tornar permanente este imposto sobre exportações de petróleo.

 

Ademais, baseando-se na perda da eficácia da Medida Provisória, o Supremo Tribunal Federal considerou prejudicada a análise do tema, seguindo a linha já estabelecida pela jurisprudência desta Corte em não analisar o mérito quando do exaurimento da eficácia do ato impugnado.

 

Sobre o Martinelli Advogados

O Martinelli Advogados é um escritório que oferece soluções completas voltado à advocacia empresarial, que também atua com forte viés em Consultoria Jurídica, Tributária, Fiscal e em Finanças Corporativas. Fundado em 1997 em Joinville, Santa Catarina, o escritório evoluiu rapidamente de uma pequena sala para a lista dos 10 escritórios mais admirados do Brasil. Hoje conta com mais de 900 profissionais atuando com unidades próprias em algumas das principais cidades brasileiras, incluindo São Paulo, Ribeirão Preto e Campinas (SP); Rio de Janeiro (RJ); Brasília (DF); Belo Horizonte (MG); Curitiba, Maringá e Cascavel (PR); Porto Alegre, Caxias do Sul e Passo Fundo (RS); Joinville, Florianópolis, Criciúma e Chapecó (SC); e Sinop (MT).

 

Acordo Mercosul-UE amplia previsibilidade regulatória e reduz barreiras para empresas brasileiras

0

 

Especialista da TMF Group analisa impactos práticos do acordo para planejamento empresarial, exportações e estrutura de negócios

O acordo entre Mercosul e União Europeia, firmado oficialmente em janeiro, reúne 31 países e 700 milhões de consumidores, criando uma das maiores áreas de livre comércio do mundo. Embora já tenha sido formalmente assinado, o Parlamento Europeu o encaminhou ao Tribunal de Justiça da União Europeia, uma decisão que pode atrasar sua ratificação em até 18 a 24 meses. Ainda assim, a Comissão Europeia pode optar por avançar com a aplicação provisória de algumas disposições enquanto aguarda a análise do Tribunal, criando um cenário em que as empresas precisam se preparar para diferentes prazos e ritmos de implementação.

Segundo a TMF Group, provedora global de serviços administrativos, contábeis, fiscais e de compliance, o principal efeito prático vai além da simples eliminação de tarifas. Ele muda a forma como as empresas planejam suas operações e estruturam seus negócios.

O novo cenário exige revisões em modelos tributários, estruturas societárias e estratégias operacionais, especialmente para companhias com atuação internacional. Ao mesmo tempo, processos consistentes de compliance regulatório, fiscal e societário se tornam cada vez mais importantes, diante das exigências europeias mais rigorosas relacionadas à governança, rastreabilidade e diligência prévia.

“O acordo amplia a previsibilidade, mas também aumenta o nível de exigência regulatória. Empresas que não incorporarem essas mudanças ao planejamento podem enfrentar custos adicionais e até restrições operacionais. A competitividade passa a depender não só da eficiência comercial, mas da capacidade real de adaptação às novas regras”, afirma Carolina Secches, Global Entity Manager Director da TMF Group no Brasil.

Impacto nos setores brasileiros

Os efeitos do acordo alcançam uma ampla gama de atividades econômicas no Brasil, incluindo serviços, logística, energia, mineração, tecnologia e bens de consumo. Segundo levantamento da CNI, deve elevar de 8% para 36% o acesso do Brasil ao comércio global de bens, impulsionado pelo peso da UE, responsável por 28% do comércio mundial.

No agronegócio, o impacto tende a ser mais expressivo. Exportações de carne bovina, soja, café, açúcar, etanol e suco de laranja devem crescer com a redução de tarifas prevista no acordo. Os benefícios tarifários abrangem 99,5% das exportações do setor, sendo que 70% estarão sujeitos à eliminação imediata das tarifas de importação. Além disso, o avanço das exportações agrícolas dependerá do cumprimento de critérios mais rigorosos de rastreabilidade, sustentabilidade e diligência prévia, tornando a conformidade regulatória essencial para a competitividade no mercado europeu.

Na indústria, os impactos se refletem tanto no volume de exportações quanto na necessidade de ajustes estruturais. Em 2025, o Brasil exportou US$49,8 bilhões para a União Europeia e, no mesmo ano, o comércio bilateral atingiu US$100 bilhões, equivalente a 16% do comércio exterior brasileiro. Esse cenário reforça a importância de revisar estruturas produtivas, cadeias de fornecimento e modelos de governança para sustentar o acesso ao mercado europeu.

O movimento aponta que a adaptação das empresas brasileiras é um fator-chave para competir de forma sustentável no mercado internacional.

Reflexos operacionais e de investimento

“Na prática, empresas que não se anteciparem às novas exigências podem enfrentar atrasos operacionais, custos adicionais e restrições de acesso ao mercado europeu”, explica Carolina Secches, Global Entity Manager Director da TMF Group.

Um ambiente mais previsível abre espaço para investimentos produtivos e permite reorganizar cadeias industriais, especialmente em setores estratégicos. A combinação entre redução de tarifas, ajustes nas cadeias de suprimentos e direito de estabelecimento cria condições para ampliar a presença do Mercosul em cadeias globais de valor e atrair capital estrangeiro.

Segundo Carolina, empresas que internalizam esses ajustes e acompanham de perto as mudanças regulatórias podem transformar o desafio do acordo em oportunidades estratégicas, garantindo conformidade e aproveitamento efetivo do mercado europeu. “Nosso desafio é apoiar nossos clientes a se adequarem às novas regras, para que possam aproveitar plenamente as oportunidades internacionais que o acordo oferece”, completa.

Para as empresas brasileiras, o cenário reforça que competitividade internacional não se constrói apenas com acesso a mercados, mas com estruturas sólidas, conformidade regulatória e governança eficiente. Antecipar ajustes e alinhar operações a padrões internacionais pode ser decisivo para transformar exigências regulatórias em vantagens concretas e capturar os benefícios do novo ambiente comercial.

 

Sobre a TMF Group

A TMF Group é uma provedora líder de serviços administrativos essenciais, apoiando clientes a investir e operar com segurança ao redor do mundo. Com 12.000 especialistas e 125 escritórios em 87 jurisdições, atendemos empresas, instituições financeiras, gestores de ativos, clientes privados e family offices, oferecendo uma combinação de serviços de contabilidade, tributos, folha de pagamento, administração de fundos, compliance e gestão de entidades – fundamentais para o sucesso de negócios globais.

Trabalhamos com a maioria das empresas listadas na Fortune Global 500 e no FTSE 100, atuando em setores diversos como mercado de capitais, private equity, imobiliário, farmacêutico, energia e tecnologia.

TMF Group – simplificando um mundo complex. www.tmf-group.com

Brasília será a sede do primeiro Festival do Patrimônio Brasileiro 

0

O encontro será nos dias 20 e 21 de março, na Praça da Juventude, em Ceilândia, com apresentações artísticas, shows musicais e feira gastronômica

Brasília será palco de um encontro inédito dedicado à valorização das tradições culturais do país. Nos dias 20 e 21 de março, a capital federal recebe a primeira edição do Festival do Patrimônio Brasileiro, que acontece na Praça da Juventude, em Ceilândia (DF), a partir das 16h, reunindo mestres, guardiões, artistas e representantes de diferentes expressões culturais do Brasil em dois dias de celebração, reconhecimento e partilha.

O festival nasce com o propósito de valorizar o patrimônio cultural imaterial brasileiro — saberes, práticas e expressões transmitidas de geração em geração e que formam a identidade do povo. Da música à dança, do artesanato aos saberes populares, o evento celebra uma cultura viva, construída coletivamente e presente no cotidiano de comunidades.

A escolha do Distrito Federal para sediar a primeira edição reforça o caráter plural do festival. Brasília é um território de encontro entre culturas de todas as regiões do Brasil, e Ceilândia, a região administrativa mais populosa do DF, representa a força dessa diversidade. “Formada pelas histórias dos trabalhadores que ajudaram a construir a capital, a cidade tornou-se um dos principais polos de produção cultural candanga, reunindo manifestações artísticas que traduzem a riqueza cultural brasileira. Por isso, Ceilândia acaba sendo o local ideal para prestar essa grande homenagem a esses bens tão valiosos”, reforça Stéffanie Oliveira, presidente do Instituto Rosa dos Ventos, que também assina como curadora do festival.

Honraria

Um dos momentos centrais do festival será a entrega de homenagens a patrimônios culturais imateriais brasileiros registrados nos últimos anos. A cerimônia reconhece mestres, saberes e tradições que mantêm viva a cultura do país. Ao todo, 18 patrimônios serão celebrados durante o evento, entre eles: Prática das Parteiras Tradicionais; Samba de Bumbo Paulista; Marujadas do Pará; Arte Santeira do Piauí; Grafismo Huni Kuí; Saberes do Rosário – Congadas e Congados; Choro; Ofício das Tacacazeiras; Maracatu de Baque Virado; Maracatu de Baque Solto; Samba de Roda; Hip Hop; Samba Pisado; e Mamulengo.

Ainda serão homenageados quatro bens que foram reconhecidos pelo  Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) mais recentemente, em 10 de março deste ano: Festa de Nosso Senhor Bom Jesus dos Passos de Lençóis (BA); Saberes e Práticas Tradicionais Associados aos Engenhos de Farinha de Mandioca; Registro da Pesca com Botos no Sul do Brasil; e Circo de Tradição Familiar. As honrarias entregues no evento pelo Iphan destacam a diversidade de expressões que compõem o patrimônio cultural brasileiro e reconhecem os guardiões e guardiãs dessas tradições.

“Chegamos ao Festival do Patrimônio com muito a comemorar, e não há lugar mais simbólico para isso do que Brasília, o coração do país e a síntese do Brasil. Desde 2023, expandimos nosso alcance por todo o território, reconhecendo novos bens e garantindo uma reparação histórica fundamental às matrizes indígenas e afro-brasileiras. Nossa política de preservação agora reflete melhor a verdadeira diversidade regional do Brasil. Este festival na nossa capital é o palco onde celebramos não apenas a nossa história, mas as ações concretas de valorização do nosso povo”, afirma o presidente do Iphan, Leandro Grass.

Atividades

Além da cerimônia de reconhecimento, o Festival do Patrimônio Brasileiro contará com uma programação diversa. O público poderá acompanhar apresentações artísticas e shows musicais, visitar uma feira gastronômica com sabores tradicionais de diferentes regiões do país e conhecer a feira de artesanato, que reúne produções feitas por mãos que guardam saberes ancestrais.

A programação inclui ainda o Seminário de Mestres e Mestras, que acontece no dia 21 de março, às 16h, com o tema Patrimônio Imaterial e as Leis de Incentivo. A atividade propõe um diálogo entre detentores do patrimônio cultural, representantes de instituições públicas e agentes culturais sobre os mecanismos de fomento e financiamento da cultura no Brasil.

Comprometido com o cuidado e a inclusão, o festival também contará com estruturas voltadas ao acolhimento do público. Entre elas está o Espaço Pela Vida Delas, dedicado ao apoio e à orientação de mulheres em situação de violência, assédio ou importunação sexual, com atendimento realizado por profissionais especializadas. O evento também terá recursos de acessibilidade, como intérpretes de Libras, estruturas adaptadas para pessoas com deficiência e abafadores auditivos para o público autista.

Mais do que um evento cultural, o Festival do Patrimônio Brasileiro se apresenta como um território de encontro e celebração da identidade nacional. Em Ceilândia, no coração do Brasil, mestres, artistas, artesãos, brincantes e o público se reúnem para celebrar a memória, a ancestralidade e a continuidade das tradições que fazem do patrimônio cultural brasileiro um dos maiores tesouros do país.

O Festival do Patrimônio Brasileiro é uma realização do Instituto Rosa dos Ventos, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), do Ministério da Cultura e do Governo Federal. O festival conta com fomento da Lei Rouanet e patrocínio da Vale e da Caixa Econômica Federal.

Serviço – Festival do Patrimônio Brasileiro

Quando: 20 e 21 de março, das 16h à 0h

Onde: Praça da Juventude, QNN 13, Ceilândia

Instagram: https://www.instagram.com/festivalpatrimoniobrasileiro/

Gratuito

Instabilidade no mercado de trabalho impulsiona busca por concursos públicos em 2026

0

Reitora do Centro Universitário UniProcessus, Claudine Fernandes, destaca a importância da preparação antecipada diante do aumento do interesse por concursos públicos no país.

A instabilidade no mercado de trabalho e a busca por maior segurança profissional têm levado cada vez mais brasileiros a considerar os concursos públicos como alternativa de carreira. A expectativa é que mais de 130 mil vagas sejam abertas em seleções públicas ao longo de 2026, em diferentes esferas e áreas do serviço público, segundo levantamento do portal educacional Quero Bolsa.

O cenário inclui concursos previstos para órgãos federais, estaduais e municipais, com oportunidades em áreas administrativas, jurídicas, fiscais e de segurança pública. Em algumas carreiras, os salários iniciais podem ultrapassar os R$ 30 mil, fator que reforça o interesse de candidatos em busca de estabilidade e melhores perspectivas profissionais.

Para a reitora do Centro Universitário UniProcessus, Claudine Fernandes, o cenário reforça a importância de iniciar a preparação antes mesmo da publicação dos editais.

“Este será, sem dúvida, um ano de muitas oportunidades em concursos públicos. Os candidatos que se anteciparem na preparação terão vantagem competitiva significativa, principalmente diante da alta concorrência que esses certames costumam registrar”, afirma.

Segundo a reitora, um dos erros mais comuns entre candidatos é esperar o edital ser publicado para começar a estudar.

“Muitos candidatos esperam o edital sair para começar a estudar, mas isso pode ser um erro. Quando o edital é publicado, o tempo costuma ser curto. Por isso, iniciar antes é uma decisão inteligente”, pontua.

Diante desse cenário, especialistas recomendam que candidatos utilizem editais anteriores como base de estudo e adotem um planejamento estratégico de preparação. Carreiras jurídicas, administrativas e de controle seguem entre as mais disputadas entre os concurseiros, principalmente pela estabilidade e pelos benefícios associados ao serviço público.

Concursos previstos para os próximos meses

Entre os concursos previstos ou com expectativa de edital para os próximos meses estão seleções para órgãos federais como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Há ainda expectativa de novos concursos para instituições como o Banco Central do Brasil e a Receita Federal do Brasil.

Concessão do canal de acesso ao Porto de Paranaguá (PR) terá investimento de R$ 1,23 bilhão

0

Projeto fortalece logística portuária no Paraná e integra pacote de investimentos federais em infraestrutura de transportes no estado

Novo modelo de gestão para canais de acesso portuários no Brasil – Foto: Jonilton Lima/MPor

O Governo Federal anunciou nesta quinta-feira (12) o valor de R$ 1,23 bilhão para o contrato de concessão do acesso aquaviário ao Porto de Paranaguá (PR), ao longo de 25 anos. Os investimentos são destinados à dragagem, manutenção e gestão da infraestrutura aquaviária que conecta o porto ao mar aberto. A cerimônia de assinatura ocorreu no Palácio do Planalto e contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa filho, entre outras autoridades.

Para o ministro Silvio Costa Filho, hoje é um dia histórico para o setor portuário brasileiro. “Esta é a primeira concessão de canal de acesso do Brasil, uma ação fundamental para o desenvolvimento do setor portuário brasileiro, que fará com que o Porto de Paranaguá tenha um planejamento estratégico, garantindo previsibilidade e segurança ao setor produtivo. Com essa concessão pelos próximos 25 anos, também teremos dragagem de manutenção sendo feita ano a ano”, disse.

 

O ministro também falou sobre o aumento do calado, que vai possibilitar receber navios maiores e, com isso, mais cargas. “O Porto de Paranaguá tem uma característica estratégica nas operações de granéis vegetais. Também é estratégico para o agronegócio, já que movimenta o maior volume de fertilizantes do país. Com esse calado feito, as capacidade das operações e a logística serão ampliadas no Porto, que é uma referência hoje no Brasil”, completou.

Porto de Paranaguá (PR)

Inaugurando um novo modelo de gestão para canais de acesso portuários, iniciado em 2023, a assinatura do contrato de concessão do canal de acesso ao Porto de Paranaguá (PR) marca um avanço relevante para a logística portuária brasileira.

Com a iniciativa, o canal terá o calado ampliado para 15,5 metros, permitindo a operação de navios de maior porte e aumentando a capacidade operacional do complexo portuário. A medida tende a reduzir custos logísticos e fortalecer o escoamento da produção agrícola do Sul e do Centro-Oeste do país.

O Porto de Paranaguá (PR) é um dos principais corredores logísticos do país, com forte atuação no escoamento de grãos e outras commodities agrícolas, conectando a produção nacional aos mercados internacionais.

Assinatura do Contrato de Concessão

 

O complexo portuário também passa por outras intervenções estruturantes, como a obra do Moegão, novo sistema de descarga ferroviária do corredor de exportação, cujas obras já superaram 95% de execução, sendo o maior projeto público portuário em andamento no Brasil. Com mais de R$ 500 milhões investidos via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o projeto irá aumentar em 60% a capacidade ferroviária do Porto de Paranaguá, passando dos atuais 550 para 900 vagões por dia.
Em seu discurso, Costa Filho também comentou a entrega das obras do Moegão. “Isso vai ampliar em 60% as operações de movimentações de carga no porto, o que é fundamental para fortalecer sua logística”, finalizou.

O empreendimento deve ampliar a eficiência logística do porto, aumentando a capacidade de recepção de grãos e reforçando a integração entre ferrovia e terminal portuário.

Donny Silva lamenta prisão do coronel Naime

0

O jornalista investigativo Donny Silva lamentou a prisão do coronel da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Jorge Eduardo Naime (foto em destaque). Por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), Naime e mais quatro PMs se entregaram à Corregedoria da corporação para dar início ao cumprimento da pena de 16 anos. Os militares foram condenados por omissão no 8 de Janeiro de 2023.

Eles foram conduzidos ao 19º Batalhão, conhecido como Papudinha, onde estão presos o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o ex-diretor geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, e o ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do DF Anderson Torres.

Em 2023, a  esposa do coronel da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) Jorge Eduardo Naime, Mariana Adorno Naime foi às redes sociais pedir doações via Pix após o seu marido ter o salário cortado. Naime, que  se encontrava preso, teve o salário e todas as gratificações suspensas a contar a partir do dia 18 de agosto, após determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão foi publicada no último dia 28 no Diário Oficial do DF.

Em entrevista ao jornalista Cláudio Dantas, Mariana mencionou atritos com o então interventor federal na Segurança Pública do DF, Ricardo Cappelli, que assumiu a coordenação das ações após os ataques. A defesa do coronel sustenta que Naime foi alvo de retaliação após se recusar a cumprir essas ordens.

Cappelli, por sua vez,  declarou que Naime foi o “único oficial resistente” a suas determinações e que essa resistência teria prejudicado a resposta policial. A defesa nega, afirmando que ele agiu tecnicamente, tentou prevenir riscos e não participou do planejamento dos atos por estar de férias.

Mariana diz que Cappelli pressionou o coronel por ações que ele considerava ilegais, como a autorização do uso de munição letal contra pessoas desarmadas.

O jornalista Cláudio Dantas afirmou que o coronel pode ter sido “o único oficial a não cumprir ordens ilegais” e fez um apelo ao STF: “Leiam a defesa, considerem as provas. Não façam condenações automáticas.”

“Naime estava de folga naquele 8 de janeiro, recebeu um telefonema, colocou o uniforme e se dirigiu à Esplanada dos Ministérios na área central de Brasília. Foi agredido e mesmo assim cumpriu bravamente seu papel. E com um histórico impecável dentro da Corporação, Moraes achou por bem colocá-lo junto com colegas no fantasioso inquérito do 8/1. O tempo é o senhor da razão e vai demonstrar os absurdos que envolvem a prisão de pessoas inocentes para sustentar a “narrativa” do governo esquerdista. E por onde anda o ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, G. Dias? Cadê as filmagens de todas as câmeras da Esplanada? Existem muitos mistérios, narrativas,  dúvidas e constatações a respeito do que de fato ocorreu naquele domingo. A justiça de Deus é a única esperança para o Brasil.”, afirmou Donny Silva.