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ELEIÇÃO DO TCU: DISPUTA NA CÂMARA GANHA FORÇA E NOME DE DANILO FORTE SE CONSOLIDA COMO O MAIS PREPARADO

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A eleição para o novo ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), prevista para o início de março, transformou-se em uma das principais disputas políticas dentro da Câmara dos Deputados. Com votação secreta e turno único, a escolha do sucessor do ministro Aroldo Cedraz tem mobilizado lideranças de todos os blocos parlamentares.

 

Atualmente, quatro nomes estão colocados na disputa:

Odair Cunha (PT-MG), indicado oficialmente pelo PT e apoiado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta;

Hélio Lopes (PL-RJ), nome respaldado pela bancada bolsonarista;

Hugo Leal (PSD-RJ), articulado pelo PSD;

e Danilo Forte (União Brasil-CE), que desponta como o candidato mais técnico e com maior capacidade de unificação entre centro e direita.

 

A articulação em torno de um nome petista tem gerado forte resistência no Parlamento. Deputados de vários partidos afirmam que a indicação do PT pode comprometer a autonomia e a independência do Tribunal de Contas, órgão responsável por fiscalizar a execução orçamentária do governo federal. Parlamentares de centro e direita avaliam que entregar ao PT uma vaga vitalícia na Corte representa risco institucional.

 

Nesse cenário, o deputado Danilo Forte tem emergido como o nome com maior consistência técnica e apoio político. Ele é amplamente reconhecido pela defesa firme das emendas parlamentares, do orçamento impositivo e da autonomia do Parlamento. Sua trajetória o coloca, segundo líderes de diferentes bancadas, como o candidato com o currículo mais robusto e alinhado ao papel fiscalizador do TCU.

 

A movimentação recente do governo para estimular múltiplas candidaturas no campo do centro e da direita preocupa lideranças partidárias. A avaliação geral é que a fragmentação de votos favorece a eleição do candidato do PT. Nesse sentido, cresce o entendimento de que a unificação das bancadas não governistas é essencial para que um nome técnico e representativo da Câmara seja eleito.

 

Entre os parlamentares, a percepção consolidada é de que Danilo Forte reúne experiência, preparo e equilíbrio para ocupar a vaga no TCU, além de representar de forma legítima os interesses institucionais da Câmara dos Deputados. Lideranças avaliam que, caso haja união entre centro e direita, o deputado cearense se torna o favorito para vencer a disputa.

 

A escolha final ocorrerá em março, em votação secreta no plenário, e deverá definir o equilíbrio político e institucional entre Legislativo e Executivo pelos próximos anos.

Kim Tataguiri quer limitar cobrança do IPVA a 1% do valor do veículo

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Nesta terça-feira (24/2), o  deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil-SP) protocolou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para limitar a cobrança do IPVA a 1% do valor do veículo.

Segundo o parlamentar, o texto reuniu o apoio de 224 deputados. Eram necessários 171 para iniciar a tramitação.

Kataguiri disse a jornalistas na Câmara que pretende se reunir com o presidente da Casa, Hugo Motta  (Republicanos-PB), para que ele encaminhe o texto à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Depois, a proposta seguirá para uma comissão especial e, em seguida, ao plenário, onde precisará de 308 votos em dois turnos.

Com o texto, haveria uma perda R$ 38 bilhões em arrecadação, segundo Kataguiri. O deputado apresentou sugestões de compensação:

  • Corte de 50% das emendas parlamentares: R$ 30,5 bilhões;
  • Revisão de incentivos da Sudam e Sudene: R$ 22,51 bilhões;
  • Fim de crédito presumido de IPI para montadoras: R$ 7,77 bilhões;
  • Limite para gastos com publicidade pública: R$ 6,5 bilhões;
  • Combate aos supersalários no setor público: R$ 5 bilhões.

 

Resta saber se o desgoverno Lula aceitará cortar na “própria carne” para ajudar o sofrido povo brasileiro.

A exaustão emocional em relações instáveis: quando o amor vira desgaste

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Relações instáveis não são apenas desafiadoras — elas podem ser exaustivas. Quando o vínculo entre duas pessoas é marcado por altos e baixos constantes, brigas recorrentes, inseguranças e uma sensação contínua de incerteza, o impacto emocional vai muito além do que se imagina. A exaustão emocional é silenciosa, mas devastadora. E, muitas vezes, ela surge quando tentamos manter de pé algo que já perdeu o equilíbrio há muito tempo.

Instabilidade: o ciclo que desgasta

Em relacionamentos instáveis, há um padrão comum: momentos intensos de afeto seguidos por períodos de distanciamento, discussões ou desentendimentos. Esse ciclo pode gerar uma falsa esperança de que, depois de cada crise, tudo vai melhorar — e esse pensamento prende muitas pessoas em um looping emocional.

O problema é que esse vai e vem constante gera tensão psicológica. Nunca se sabe quando a próxima crise vai acontecer, e isso obriga os envolvidos a estarem sempre em alerta, tentando evitar conflitos, agradar o outro ou adivinhar o próximo passo. Essa instabilidade emocional mina a paz, desgasta a autoestima e prejudica a saúde mental.

O peso de carregar o relacionamento nas costas

Um dos sinais mais claros de exaustão emocional é sentir que você está tentando sozinho. Quando apenas uma pessoa se esforça para manter a relação, a balança emocional se desequilibra. O outro lado, muitas vezes, se acomoda ou contribui de forma insuficiente, e o peso do relacionamento passa a ser sustentado por um esforço unilateral.

Nesse processo, a pessoa começa a negligenciar a si mesma: abre mão de seus limites, se afasta de amigos e familiares, tenta justificar comportamentos tóxicos e passa a viver em função de fazer a relação dar certo. É um esgotamento emocional que se acumula dia após dia, e que pode levar a sintomas como ansiedade, insônia, irritabilidade, falta de motivação e até depressão.

Por que é tão difícil sair?

Mesmo diante da dor e do desgaste, muitas pessoas continuam presas a relações instáveis por medo, apego ou ilusão. O medo de ficar sozinho, a esperança de que o outro mude, ou a crença de que o amor verdadeiro exige sofrimento, são crenças que aprisionam.

Além disso, a instabilidade também pode criar um vínculo emocional forte, conhecido como trauma bonding. Nesse tipo de conexão, o cérebro se acostuma ao ciclo de dor e alívio — brigas seguidas de reconciliações — e isso gera uma sensação viciante de intensidade emocional, confundida com amor.

O que fazer diante da exaustão emocional

O primeiro passo é reconhecer que amar alguém não deve significar abrir mão de si mesmo. Nenhum relacionamento saudável exige sofrimento constante. Quando a relação está prejudicando sua saúde emocional, é necessário parar, refletir e entender até que ponto vale continuar.

Buscar apoio psicológico é fundamental para compreender os padrões da relação, fortalecer a autoestima e tomar decisões mais conscientes. Terapia pode ajudar a romper ciclos de autossabotagem, desenvolver o amor-próprio e entender que a paz interior deve sempre vir antes de qualquer vínculo externo.

O amor não deve doer todos os dias

Relacionamentos exigem esforço, sim — mas não sofrimento contínuo. Quando o amor se transforma em um campo de batalha emocional com sugar baby, é hora de olhar com coragem para essa realidade. Você não está fracassando ao perceber que precisa sair de uma relação que te esgota — pelo contrário, você está escolhendo se priorizar.

O verdadeiro amor deve ser um espaço de segurança, crescimento mútuo e acolhimento. Qualquer coisa diferente disso merece ser questionada. Lembre-se: a sua saúde mental vale mais do que qualquer tentativa de manter algo que só te desgasta. E você merece viver uma relação que te fortaleça — não que te consuma.

94 anos do voto feminino e mulheres seguem minoria na política brasileira: por quê?

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Apesar de representar mais da metade da população, presença feminina em cargos eletivos permanece abaixo de 20%, alerta especialista da UNIASSELVI

 

Em 24 de fevereiro de 2026, o Brasil comemora 94 anos da conquista do voto feminino, marco histórico da democracia. Mas a presença das mulheres no poder ainda está longe de ser proporcional à população: ocupam apenas 18,4% das cadeiras na Câmara dos Deputados, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral. Em comparação, países como Argentina e México registram 39% e 49% de representação feminina em seus legislativos nacionais, respectivamente, conforme a ONU Mulheres.

O quadro se repete nos executivos estaduais e municipais brasileiros, evidenciando que as barreiras não são apenas legais. “O desafio é estrutural e cultural: há obstáculos que dificultam a permanência e a ascensão das mulheres na política”, aponta a professora Fernanda Vaucher, advogada e professora do curso de Direito da UNIASSELVI.

Mesmo com cotas de gênero obrigatórias desde 1995, muitas candidaturas femininas são lançadas apenas para cumprir a lei, sem acesso a financiamento ou apoio político adequado. Isso impacta diretamente a competitividade eleitoral. Estudos do TSE mostram que candidatas recebem, em média, menos recursos de campanha e menor tempo de exposição em mídias, comprometendo sua visibilidade.

Além da desigualdade estrutural, a sobrecarga doméstica e de cuidado, historicamente atribuída às mulheres, limita sua disponibilidade para atuação política. Somam-se ainda casos de violência política de gênero, com assédio, ataques e desinformação, que afastam mulheres do debate público e prejudicam a qualidade da democracia.

Para a docente da UNIASSELVI, a solução exige mais do que ajustes legais. “É preciso investir em formação política, redes de apoio e mudanças culturais que permitam às mulheres ocupar cargos de liderança com autonomia”, afirma.

A presença feminina no poder tem impacto direto nas políticas públicas. Parlamentares mulheres tendem a priorizar áreas como educação, saúde, combate à violência e políticas de equidade social, de acordo com relatório da ONU Mulheres.

O aniversário do voto feminino não é apenas simbólico, evidencia os limites da democracia representativa brasileira. “Após quase um século, o direito ao voto é realidade, mas o direito à plena participação no poder ainda é uma construção em curso. Avançar na representatividade feminina é mais do que uma pauta de gênero: é essencial para uma democracia plural, inclusiva e legítima, capaz de refletir a diversidade da sociedade brasileira”, conclui a especialista da UNIASSELVI.

Sobre a UNIASSELVI

A UNIASSELVI é uma das mais conceituadas instituições de ensino superior do Brasil. Com uma oferta diversificada de mais de 500 cursos, que incluem Graduação, Pós-Graduação, Profissionalizantes e Técnicos, nas modalidades presencial, semipresencial e a distância (EAD), a instituição se destaca pela sua abrangência e qualidade educacional. Presente em todos os estados brasileiros, a UNIASSELVI conta com uma ampla rede de mais de 1,3 mil polos e mais de 16 unidades de ensino presencial. É reconhecida como a única instituição de grande porte nacional a receber nota máxima no Recredenciamento Institucional, concedido pelo Ministério da Educação (MEC). A missão da UNIASSELVI é fornecer os recursos e o suporte necessários para que os alunos construam suas próprias histórias e alcancem o sucesso acadêmico e profissional, promovendo assim o desenvolvimento pessoal e profissional de cada estudante.

LUTO: Sinpol-DF manifesta pesar pela morte da agente de polícia Fernanda Duarte França

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O Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF) recebe com profunda tristeza e consternação a notícia da morte da agente da Polícia Civil do DF (PCDF) Fernanda Duarte França de Castro Costa, 41 anos, encontrada sem vida na madrugada desta terça-feira (24), em uma parada de ônibus localizada na Vila do Sossego (DF), às margens da BR-020.

Lotada na Delegacia de Combate à Ocupação Irregular do Solo e aos Crimes contra a Ordem Urbanística e o Meio Ambiente (Dema/Cepema), Fernanda havia ingressado recentemente na PCDF e exercia sua função com compromisso, responsabilidade e dedicação ao serviço público e à proteção da sociedade.

A perda de uma colega de instituição, de uma servidora do Estado e de uma mulher que escolheu a missão de defender vidas causa dor profunda e comove toda a família policial civil do Distrito Federal.

O caso está sob apuração da 16ª Delegacia de Polícia (Planaltina), com o acionamento do Instituto de Medicina Legal (IML). O Sinpol-DF acompanha atentamente as investigações e confia na elucidação dos fatos.

Neste momento de luto, o Sinpol-DF manifesta sua mais sincera solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho, desejando força para enfrentar uma perda tão dolorosa.

#sinpoldfnaluta #luto #policiaiscivisdodf #policiaiscivis #policiacivil

Carnaval impulsiona turismo e gera mais de R$ 900 milhões no Ceará

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O Carnaval de 2026 reforçou o turismo como um dos principais vetores de desenvolvimento econômico e social do Ceará. Durante o feriado, o Estado recebeu mais de 211 mil turistas, crescimento de aproximadamente 13% em relação ao ano anterior. A receita turística superou R$ 517 milhões, enquanto a movimentação econômica total ultrapassou R$ 905 milhões, representando avanço superior a 20%. Os dados foram levantados pela Secretaria do Turismo do Ceará (Setur), em contato com os órgãos municipais e as administradoras das rodoviárias e do Aeroporto de Fortaleza.

A rede hoteleira acompanhou o aumento da demanda. A taxa média de ocupação foi de 84%, acima do registrado em 2025, com oferta superior a 14,8 mil unidades habitacionais distribuídas em diferentes regiões do Estado. As informações também foram consolidadas pela Secretaria do Turismo do Ceará, a partir de levantamento junto aos municípios e ao setor hoteleiro.

Em Fortaleza, a ocupação hoteleira ficou próxima de 80%, com destaque para os flats, que superaram 90%. Nos principais destinos turísticos, a média foi superior a 88%. Na serra, Guaramiranga registrou ocupação próxima a 97%. No litoral, localidades como Jijoca de Jericoacoara, Paracuru e Canoa Quebrada ultrapassaram 90%, além de resultados consistentes em Camocim, Cumbuco e Porto das Dunas. Os percentuais integram o balanço realizado pela Setur, em articulação com as secretarias municipais de turismo.

O município de Aracati destacou-se na programação carnavalesca. Ao longo dos cinco dias de festa, mais de um milhão de foliões passaram pela cidade, gerando impacto econômico estimado em cerca de R$ 350 milhões. Apenas na segunda-feira de Carnaval, aproximadamente 450 mil pessoas circularam pela principal avenida. Os números foram informados pela gestão municipal e consolidados pela Secretaria do Turismo do Ceará.

A movimentação foi intensa também nos modais de transporte. Mais de 55 mil passageiros utilizaram o transporte rodoviário intermunicipal durante o período, com viagens extras para atender à demanda. No Aeroporto Internacional de Fortaleza, foram registrados mais de 620 voos, incluindo operações adicionais. Os dados foram obtidos pela Setur junto às administradoras das rodoviárias e ao Aeroporto de Fortaleza.

Segundo o secretário do Turismo do Ceará, Eduardo Bismarck, os resultados refletem uma estratégia estruturada de fortalecimento do setor. “O Carnaval deixou de ser apenas um evento festivo e passou a ser tratado como investimento estratégico. A ampliação de voos, as operações extras e o fortalecimento da programação nos municípios geram emprego, renda e oportunidades para os cearenses”, afirmou.

O desempenho do Carnaval de 2026 evidencia a capacidade do Ceará de articular promoção turística, infraestrutura e descentralização da oferta, consolidando o evento como um ativo relevante para a economia estadual.

Principais obstáculos para levar tecnologia às clínicas de pequeno porte

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Quando clínicas menores tentam dar o salto digital, enfrentam desde estrutura defasada até resistência cultural. Ainda assim, aquelas que superam essas barreiras abrem caminho para inovação real, ganhos operacionais e melhoria concreta no atendimento ao paciente

O avanço da saúde digital tem transformado a forma como diagnósticos são feitos, dados são registrados e atendimentos são conduzidos. Prontuários eletrônicos, sistemas de gestão, inteligência artificial e automação já fazem parte da rotina de grandes hospitais e redes estruturadas. Para clínicas de pequeno porte, no entanto, essa realidade ainda parece distante.

Pesquisas sobre maturidade digital na saúde apontam que falta de infraestrutura de TI, escassez de capital e dificuldade de integração entre sistemas figuram entre os principais entraves à adoção tecnológica. Soma-se a isso a pressão diária por produtividade, a limitação de equipes enxutas e a percepção de que inovação exige investimentos incompatíveis com a realidade financeira dessas instituições.

Este cenário cria um paradoxo: clínicas menores são justamente as que mais poderiam se beneficiar da tecnologia para ganhar eficiência, reduzir erros e melhorar a experiência do paciente, mas são também as que encontram mais obstáculos para iniciar esse processo.

Barreiras estruturais e financeiras que bloqueiam a inovação

O primeiro grande desafio enfrentado pelas clínicas de pequeno porte está na base da operação. Estruturas físicas antigas, equipamentos defasados e ausência de suporte técnico contínuo dificultam qualquer iniciativa de modernização. Muitas vezes, o simples ato de implantar um novo sistema exige mudanças que vão além do software, envolvendo rede, hardware e capacitação básica.

Além disso, a conectividade ainda é um problema recorrente. Internet instável ou de baixa velocidade compromete o funcionamento de soluções em nuvem e gera insegurança operacional. Sem uma base mínima confiável, a tecnologia passa a ser vista como risco, não como aliada.

Infraestrutura antiga, internet lenta e falta de suporte técnico

Em clínicas menores, é comum que a gestão de TI seja inexistente ou terceirizada de forma pontual. Quando algo falha, não há resposta rápida. Isso gera receio de depender de sistemas digitais para atividades críticas, como registro de consultas, exames ou prescrições.

Custo alto de implantação e retorno demorado

O fator financeiro aparece logo em seguida como um bloqueio relevante. Muitos gestores associam tecnologia a investimentos elevados e retorno incerto. Licenças, implantação, treinamento e manutenção são percebidos como custos difíceis de absorver em um fluxo de caixa já apertado.

Essa percepção, embora compreensível, nem sempre reflete a realidade atual do mercado, onde soluções escaláveis e modelos de assinatura vêm reduzindo significativamente as barreiras de entrada.

Case de superação financeira

Há clínicas que conseguiram avançar ao adotar uma estratégia gradual. Em vez de tentar digitalizar toda a operação de uma vez, priorizaram gargalos específicos, como tempo excessivo em tarefas administrativas ou retrabalho na documentação clínica. Com ganhos mensuráveis nessas áreas, o investimento inicial passou a se pagar, abrindo espaço para novas etapas de inovação.

Desafios operacionais, humanos e de integração

Mesmo quando a estrutura e o orçamento permitem, outro tipo de obstáculo costuma surgir: o fator humano. A adoção de tecnologia implica mudança de rotina, revisão de processos e adaptação da equipe, o que nem sempre acontece de forma natural.

Profissionais da saúde, especialmente em ambientes menores, estão acostumados a fluxos consolidados ao longo dos anos. Qualquer alteração pode ser percebida como aumento de trabalho ou ameaça à produtividade.

Resistência da equipe, cultura organizacional e mudança de fluxo

A resistência não nasce, necessariamente, da rejeição à tecnologia, mas do medo de perder tempo, cometer erros ou não conseguir acompanhar o ritmo das mudanças. Quando não há treinamento adequado ou comunicação clara sobre os benefícios, a inovação encontra barreiras invisíveis, porém poderosas.

Por isso, clínicas que conseguem avançar costumam investir não apenas em ferramentas, mas em gestão da mudança, envolvendo a equipe desde o início e mostrando como a tecnologia pode facilitar, e não complicar, o dia a dia.

Falta de integração entre sistemas e dados dispersos

Outro desafio recorrente é a fragmentação de dados. Sistemas que não conversam entre si geram retrabalho, inconsistências e perda de informações. Em clínicas pequenas, isso pode resultar em múltiplas plataformas para agendamento, prontuário, faturamento e relatórios, tornando a operação mais complexa do que antes da digitalização.

A ausência de integração reforça a sensação de que a tecnologia não entrega o valor prometido, quando, na verdade, o problema está na escolha e na combinação das soluções adotadas.

Rumo ao futuro digital com tecnologia em clínicas de pequeno porte

Apesar dos obstáculos, o movimento rumo à digitalização é irreversível. A pressão por eficiência, qualidade assistencial e conformidade regulatória tende a aumentar, não a diminuir. Para clínicas de pequeno porte, o desafio não é competir em escala com grandes hospitais, mas usar a tecnologia de forma estratégica e adequada à sua realidade.

O caminho passa por escolhas conscientes, implementação gradual e foco em soluções que resolvam problemas reais do cotidiano. Mais do que seguir tendências, trata-se de construir uma base digital sólida, capaz de sustentar o crescimento e a qualidade do atendimento ao longo do tempo.

Nesse contexto, ferramentas como reconhecimento de voz médico surgem como aliadas para reduzir a carga administrativa, otimizar registros clínicos e tornar a inovação acessível também às clínicas menores, desde que integradas a uma estratégia bem planejada e alinhada à rotina dos profissionais de saúde.

Luxo elétrico ganha espaço no Nordeste e impulsiona crescimento do segmento premium

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O mercado brasileiro de carros elétricos vive um novo capítulo: o luxo e a sofisticação tecnológica deixam de ser nichos para se consolidarem como protagonistas na escolha do consumidor brasileiro. Nos últimos anos, a curva de crescimento do segmento premium vem surpreendendo analistas e marcas, impulsionada pela consciência ambiental e também pelo desejo por experiências de direção sofisticadas, desempenho elevado e tecnologia de ponta.

Esse movimento é especialmente perceptível no Nordeste, onde o Grupo Carmais vem se destacando como um dos principais articuladores da chegada e consolidação de marcas elétricas premium. Com um portfólio que inclui BYD, Denza, Geely e Leapmotor, o grupo tem protagonizado uma expansão estratégica de soluções em eletromobilidade que dialoga com o novo perfil do consumidor brasileiro: exigente, conectado e disposto a investir em tecnologia automotiva de alto padrão.

“Nós estamos observando um novo momento de consumo no Brasil. Os clientes não procuram mais apenas um carro elétrico, mas uma experiência completa que combine design sofisticado, performance e tecnologia avançada. A demanda por modelos premium tem crescido consistentemente, e marcas como BYD, Denza, Geely e Leapmotor representam exatamente esse equilíbrio entre inovação técnica e refinamento, o que nos coloca em uma posição de liderança neste movimento de revitalização e expansão da eletromobilidade no Nordeste”, afirma Leonardo Dall’Olio, diretor comercial do Grupo Carmais.

Entre as marcas que lideram esse avanço, a BYD tem se consolidado como protagonista no processo de eletrificação no Brasil, reunindo escala global, tecnologia própria de baterias e forte investimento em inovação. A Denza traz ao mercado brasileiro uma proposta de luxo futurista, combinando interiores premium com sistemas de conectividade que rivalizam com referências internacionais. A Geely alia tradição automotiva e engenharia de ponta para oferecer modelos que unem performance elétrica e conforto elevado. Já a Leapmotor se destaca pela tecnologia de baterias e soluções inteligentes que ampliam a experiência de condução urbana e viagens de longa distância.

O avanço das marcas especializadas em veículos elétricos ocorre em paralelo ao movimento das montadoras tradicionais, que aceleram seus planos de eletrificação e ampliam seus portfólios com modelos híbridos e 100% elétricos. O cenário indica uma transformação estrutural no setor automotivo, impulsionada por metas globais de descarbonização, avanços tecnológicos e mudanças no comportamento do consumidor.

Para Leonardo Dall’Olio, o desafio agora é continuar ampliando sua presença, expandindo a rede de concessionárias e serviços e educando o consumidor sobre os diferenciais desses veículos, desde a eficiência energética até os sistemas avançados de assistência ao motorista.

“À medida que a infraestrutura de recarga evolui e mais consumidores reconhecem o valor agregado dos carros elétricos premium, a expectativa é que o segmento continue em ascensão, redefinindo padrões de consumo e colocando o Brasil, e o Nordeste em particular, no mapa global da eletromobilidade de luxo”, conclui Leonardo.

Sobre o Grupo Carmais
Com mais de 50 anos de atuação no mercado automotivo, o Grupo Carmais consolidou-se como uma das maiores e mais respeitadas redes de concessionárias do Nordeste. Presente em diversos Estados da região, o grupo representa marcas de relevância nacional e internacional, oferecendo um portfólio diversificado e alinhado às principais tendências do setor.

Reconhecido pela excelência no atendimento, gestão inovadora e forte compromisso com o desenvolvimento sustentável, o Grupo Carmais investe continuamente em soluções de mobilidade, programas de capacitação profissional e iniciativas de responsabilidade social.

 

Golpes prometem permissão de trabalho e acabam levando imigrantes à corte de deportação nos EUA

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Escritórios falsos oferecem soluções ilegais para quem está fora de status; vítimas recebem notificação inicial e, semanas depois, são intimadas a comparecer diante de um juiz de imigração

Empresas que se apresentam como consultorias migratórias estão prometendo regularização rápida para imigrantes indocumentados nos Estados Unidos, com oferta de autorização de trabalho e até carteira de motorista. O que começa com o protocolo de um pedido aparentemente formal termina, em muitos casos, com a emissão de uma Notice to Appear, a NTA, documento que convoca o estrangeiro a comparecer à corte de imigração para responder a um processo de deportação.

O alerta é do advogado Daniel Toledo, especialista em Direito Internacional e sócio da Toledo e Associados, no Brasil, e LeeToledo PLLC, nos Estados Unidos. Segundo ele, os golpistas utilizam informações falsas para protocolar pedidos sem base legal, o que expõe o imigrante às autoridades migratórias. “Essas empresas prometem um work permit e dizem que a pessoa poderá até obter uma driver’s license. Protocolam um pedido frágil, sem fundamento jurídico, e o cliente recebe uma notificação inicial do governo. Ele acredita que está com o caso encaminhado. Pouco tempo depois, chega a NTA e começa um processo formal de deportação”, afirma.

De acordo com dados do Transactional Records Access Clearinghouse, da Universidade de Syracuse, o estoque de processos pendentes nas cortes de imigração dos Estados Unidos ultrapassa 3 milhões de casos, o maior volume já registrado. O acúmulo revela a pressão sobre o sistema e indica que qualquer inclusão indevida pode resultar em anos de insegurança jurídica para o imigrante.

Toledo explica que, ao protocolar um pedido inconsistente, o próprio interessado fornece endereço, telefone e demais dados pessoais ao governo americano. Caso a fraude seja identificada, essas informações passam a integrar o processo migratório. “O problema é que muitos desses pedidos são baseados em narrativas inventadas. Quando o governo detecta inconsistências, em vez de conceder benefício algum, inicia a remoção. A pessoa que antes estava fora do radar passa a ter um processo ativo na corte”, diz.

Segundo o Migration Policy Institute, cerca de 11 milhões de imigrantes viviam em situação irregular nos Estados Unidos em 2022. Esse contingente, mais vulnerável a mudanças legislativas e a operações de fiscalização, também se torna alvo frequente de promessas de regularização imediata divulgadas em redes sociais.

Além do risco jurídico, há prejuízo financeiro. Os valores cobrados pelas falsas consultorias costumam ser elevados e não são recuperados. “Esses grupos não são escritórios de advocacia e não têm advogados habilitados. Cobram caro, vendem uma solução inexistente e deixam o cliente em situação pior do que estava. Depois, ele precisa contratar um especialista em deportação para tentar reverter o dano”, afirma.

Mudanças recentes em regras estaduais também têm sido usadas como argumento para convencer imigrantes a ingressar com pedidos sem respaldo legal. Desde 2025, alguns estados passaram a exigir documentos compatíveis com o Real ID para determinadas finalidades federais, como embarques domésticos. No Texas, alterações implementadas a partir de janeiro de 2026 passaram a exigir carteira de habilitação estadual válida para renovação do registro veicular. Na Flórida, segundo relatos de advogados e associações comunitárias, há variações de exigências entre unidades do departamento de trânsito, o que aumenta a insegurança entre estrangeiros.

Para o advogado, o cenário de incerteza facilita a atuação de oportunistas. “Quando surgem mudanças nas regras de carteira de motorista ou exigências adicionais de identificação, muitas pessoas entram em pânico. É nesse momento que aparecem consultores prometendo resolver tudo com um protocolo milagroso. Imigração não funciona assim”, diz.

Ele recomenda que qualquer pessoa interessada em regularizar a situação busque profissionais devidamente licenciados e verifique se o nome do advogado consta nos registros da ordem estadual correspondente. Também orienta que o próprio imigrante participe ativamente do entendimento do caso. “O cliente deve perguntar qual é a base legal do pedido, qual categoria de visto está sendo utilizada e quais são os riscos. Pesquisar junto com o advogado é uma forma de confirmar se a estratégia faz sentido. Promessa rápida e garantida é sinal de alerta”, afirma.

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos mantém, por meio do Executive Office for Immigration Review, uma lista pública de representantes autorizados a atuar perante as cortes de imigração. Especialistas recomendam que imigrantes consultem essas bases antes de contratar qualquer serviço.

Para Toledo, a principal arma contra o golpe é a informação qualificada. “Resolver uma questão migratória exige anos de estudo e experiência prática. Não existe atalho seguro. O dinheiro investido em fraude não volta e o impacto pode comprometer de forma definitiva a permanência nos Estados Unidos”, diz.

 

Sobre Daniel Toledo

Daniel Toledo é advogado da Toledo e Advogados Associados especializado em Direito Internacional, consultor de negócios internacionais, palestrante e sócio da LeeToledo PLLC. Toledo também possui um canal no YouTube com 900 mil seguidores com dicas para quem deseja morar, trabalhar ou empreender internacionalmente. Ele também é membro efetivo da Comissão de Relações Internacionais da OAB Santos, professor honorário da Universidade Oxford – Reino Unido, consultor em protocolos diplomáticos do Instituto Americano de Diplomacia e Direitos Humanos USIDHR.

Para mais informações, acesse o site.

Clínica Dellor inaugura nova unidade no Lago Sul e aposta em modelo multidisciplinar de saúde integrativa em Brasília

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Novo espaço marca expansão da clínica com foco em longevidade, performance e protocolos personalizados que unem medicina, nutrição e estética avançada

 

A busca por saúde personalizada, longevidade e acompanhamento multidisciplinar ganha um novo capítulo em Brasília com a inauguração da nova unidade da Clínica Dellor, no Lago Sul. Em um momento em que cresce o interesse por medicina integrativa baseada em ciência, a clínica apresenta uma proposta que une medicina, nutrição clínica e estética avançada em protocolos individualizados voltados à performance, emagrecimento saudável e qualidade de vida.

 

Localizada no Edifício Victoria Medical Center, a nova unidade surge acompanhando uma mudança no perfil dos pacientes do Distrito Federal, cada vez mais interessados em prevenção, bem-estar e acompanhamento contínuo. A inauguração marca a expansão da Dellor e a consolidação de um modelo de cuidado que integra avaliação clínica aprofundada, exames laboratoriais, bioimpedância e análise detalhada do estilo de vida para a construção de estratégias personalizadas de emagrecimento, saúde e alta performance.

Fundador da clínica, o nutricionista Danillo Freitas é especialista em performance e longevidade, com formação em nutrição clínica, esportiva e fitoterapia. Criador do protocolo HPM, ele desenvolve estratégias que integram nutrição, comportamento e acompanhamento individualizado, voltadas à saúde metabólica e resultados consistentes.

 

À frente da condução médica está a Dra. Ana Delgado (CRM-DF 11.994 | RQE 8.697), formada pela Universidade de Brasília e com mais de 24 anos de atuação. Há mais de uma década dedicada à saúde integral e ao emagrecimento sustentável, a médica defende uma abordagem responsável da medicina integrativa, com foco em avaliação criteriosa, acompanhamento longitudinal e qualidade de vida.

Na área estética, a biomédica Suzana Sudré (CRBM 24.454) é responsável pelos procedimentos minimamente invasivos, alinhados ao conceito de saúde integral proposto pela clínica. Seu trabalho conecta autoestima, naturalidade e bem-estar, reforçando a ideia de que estética e saúde caminham juntas.

 

A inauguração simboliza um novo momento para a Clínica Dellor, que passa a operar em um espaço mais sofisticado e alinhado ao posicionamento premium da marca, voltado a quem busca acompanhamento estratégico em saúde, performance e longevidade.

 

Serviço

Inauguração da nova unidade Lago Sul para imprensa e convidados – Clínica Dellor

Data: 5 de março, quinta-feira

Local: SHIS QI 15, Trecho 5, Bloco “O”, Consultório T-01B, Edifício Victoria Medical Center – Brasília/DF

Instagram: https://www.instagram.com/dellorclinica/