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Fundo da Marinha Mercante prioriza R$ 4,6 bilhões para projetos na Região Norte em 2025

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Investimentos contemplaram 524 projetos no Amazonas e no Pará e geram mais de 23 mil empregos diretos

Os investimentos do FMM integram uma estratégia estruturante do Governo Federal para ampliar a eficiência logística e potencializar o desenvolvimento regional. Foto: PortosRio

 

Os projetos da Marinha Mercante priorizados para a Região Norte em 2025 somaram R$ 4,6 bilhões em recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM), com 524 iniciativas aprovadas nos estados do Amazonas e do Pará. As ações contemplam construção e modernização de embarcações, implantação e melhoria de terminais portuários, além de atividades de docagem e reparo, reforçando a navegação interior e o fortalecimento da infraestrutura aquaviária.

Os investimentos têm potencial para gerar 23.774 empregos diretos, contribuindo para o desenvolvimento econômico regional e a sustentabilidade da indústria naval, em especial onde a navegação fluvial é ferramenta essencial de transporte, mobilidade e integração territorial.

Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, os investimentos do FMM integram uma estratégia estruturante do Governo Federal para ampliar a eficiência logística e potencializar o desenvolvimento regional. “O Fundo é um instrumento central da política pública para o setor aquaviário. Ao priorizar investimentos na Região Norte, fortalecemos a navegação interior, ampliamos a capacidade logística e promovemos desenvolvimento econômico com geração de empregos e integração regional em uma área estratégica para o Brasil”, afirmou o ministro.

Líder em projetos
No Pará, os recursos priorizados pelo FMM somam R$ 3,7 bilhões para 430 projetos, com potencial de geração de 20.613 empregos diretos. Entre as empresas beneficiadas estão Kanoé Brasil Hidrovias Ltda, Mobile Port Logística e Navegação Ltda, Navegações Unidas Tapajós S.A., Plataforma Logística do Amapá SPE Ltda, LHG Logística Ltda, Wilson Sons Serviços Marítimos Ltda e Navegação Guarita S.A. Os projetos contemplados no estado abrangem construção e modernização de embarcações, implantação e ampliação de terminais portuários, além de atividades de docagem e reparo.

Navegação interior
No Amazonas, o valor priorizado pelo Fundo da Marinha Mercante alcança R$ 858,9 milhões em 94 projetos, com previsão de 3.161 empregos diretos. As iniciativas são voltadas principalmente à construção de embarcações para navegação interior e ao apoio portuário. Empresas como Edlopes Transportes Ltda, LHG Logística Ltda, CT Log Transportes Ltda, Navegação Cunha Ltda, Companhia de Navegação da Amazônia (CNA) e Corrêa & Santos Ltda serão beneficiadas com recursos que impulsionam a infraestrutura logística fluvial e reforçam o papel estratégico dos rios na economia regional.

Com a regionalização dos dados do FMM, o Ministério de Portos e Aeroportos reforça a transparência da política pública, ao mesmo tempo em que evidencia o impacto dos investimentos na ampliação da infraestrutura aquaviária, na geração de empregos e no desenvolvimento sustentável da Região Norte.

Advogado brasileiro é recebido na Embaixada do Brasil nos Emirados Árabes Unidos

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O advogado brasileiro e CEO do Escritório Marcelo Lucas Advocacia, Marcelo Lucas, foi recebido na Embaixada do Brasil nos Emirados Árabes Unidos em encontro institucional com o embaixador Sidney Leon Romeiro. A reunião teve como objetivo ampliar o diálogo e fortalecer as relações entre o Brasil e os Emirados Árabes Unidos, com foco em comércio, investimentos e cooperação institucional.

 

Na ocasião, foram abordados temas ligados ao ambiente de negócios, segurança jurídica e oportunidades de parcerias internacionais. O embaixador destacou que as demandas apresentadas serão encaminhadas às autoridades locais, contribuindo para o avanço da cooperação entre os dois países.

 

A agenda integra uma missão internacional de 27 dias do advogado pelo Oriente Médio, com passagens pela Arábia Saudita e por Omã, reforçando o posicionamento do escritório na promoção de relações institucionais e comerciais entre o Brasil e a região.

Queda de Bolsonaro na prisão acende alerta para a importância da investigação clínica

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“Exames complementares são indispensáveis para esclarecer o que está por trás do episódio”

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta tarde (7/1) que o ex-presidente Jair Bolsonaro deixe a superintendência da Polícia Federal para realizar exames médicos em hospital, após sofrer uma queda na cela que resultou em traumatismo cranioencefálico leve, conforme laudo inicial da equipe médica.

O episódio ocorreu na madrugada do dia 6 e, embora o diagnóstico preliminar não indicasse necessidade de transferência imediata, a defesa apresentou pedido para que fossem realizados exames mais aprofundados, como tomografia, ressonância magnética e eletroencefalograma, em unidade hospitalar externa. Após análise das informações médicas e do pleito da defesa, Moraes autorizou a saída temporária para os procedimentos, determinando que os laudos sejam apresentados posteriormente.

A decisão reforça a importância da investigação clínica diante de um quadro que vai além do trauma aparente. A médica Caroline Daitx, especialista em medicina legal e perícia médica, destacou que a boa prática médica começa ao questionar a causa da queda, e não apenas tratar a consequência.

Segundo ela, o relatório médico oficial levanta quatro hipóteses cruciais: interação medicamentosa, crise epiléptica, hipoxemia relacionada ao uso de CPAP e processo inflamatório pós-operatório. “A busca pela causa é o que define a medicina de excelência. Não se trata de preciosismo, mas da diferença entre um atendimento protocolar e um ato que realmente salva uma vida”, afirma Daitx, ressaltando que exames complementares são indispensáveis para esclarecer o que está por trás do episódio.

Com histórico de cirurgias e idade avançada, Bolsonaro será submetido aos exames indicados e retornará à custódia após os procedimentos, conforme determinação do STF. A autorização judicial evidencia a necessidade de conciliar protocolos de segurança com garantias fundamentais à saúde do custodiado, em um caso que segue mobilizando atenção médica, jurídica e política.

Fonte: Caroline Daitx: médica especialista em medicina legal e perícia médica. Possui residência em Medicina Legal e Perícia Médica pela Universidade de São Paulo (USP). Atuou como médica concursada na Polícia Científica do Paraná e foi diretora científica da Associação dos Médicos Legistas do Paraná. Pós-graduada em gestão da qualidade e segurança do paciente. Atua como médica perita particular, promove cursos para médicos sobre medicina legal e perícia médica.  CEO do Centro Avançado de Estudos Periciais (CAEPE), Perícia Médica Popular e Medprotec. Autora do livro “Alma da Perícia”. Doutoranda do departamento de patologia forense da USP Ribeirão Preto.

Outback aposta na personalização e leva mais de 600 combinações de tábuas aos restaurantes

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“Outback Boards – Você cria, a gente prepara” é o conceito da campanha que chega aos restaurantes em janeiro, reforçando a liberdade de escolha e colocando o cliente no centro da experiência.

O Outback Steakhouse dá mais um passo para elevar a experiência do consumidor e lança uma nova fase das suas tábuas, apresentadas ao cardápio em março de 2025. Entre 5 de janeiro e 8 de março, a marca amplia as possibilidades de escolha e passa a oferecer 600 combinações diferentes entre proteínas e acompanhamentos, mantendo o Bold Flavor que já conquistou os fãs da casa.

A novidade foi pensada para transformar encontros entre casais, famílias e amigos em momentos ainda mais descontraídos e memoráveis. Com mais autonomia à mesa, os clientes podem viver o Outback do seu próprio jeito, criando combinações que atendem a diferentes gostos e ocasiões — com preços a partir de R$ 119,90.

Na prática, os consumidores assumem o protagonismo da escolha: a Jr. Ribs segue como uma das proteínas fixas da tábua, enquanto a segunda proteína e os acompanhamentos podem ser definidos livremente, seja para dividir em dupla ou em grupo. Ao todo, são quatro opções de proteínas e nove opções de acompanhamentos, com a possibilidade de escolher até três acompanhamentos por tábua, resultando em até 600 combinações possíveis e tornando a experiência ainda mais democrática e personalizada.

“Cada pessoa tem seu jeito preferido de viver o Outback, e isso sempre nos inspirou a criar experiências que façam sentido de verdade para os nossos consumidores. Estamos atentos aos feedbacks e entendemos como a liberdade de escolha torna o momento à mesa mais leve, espontâneo e memorável. Com essa novidade, queremos que os clientes sejam protagonistas da experiência: eles escolhem as combinações que mais gostam, e a nossa cozinha prepara tudo com ingredientes frescos e de qualidade”, comenta Claudia Vilhena, vice-presidente de marketing e vendas do Outback.

As tábuas passam a integrar o cardápio junto com a já conhecida “Ribs & Steak”, em todos os 188 restaurantes da marca distribuídos pelo país, não estando disponíveis no delivery.

Sobre o Outback 

O Outback Steakhouse possui 188 restaurantes no Brasil e está presente em 86 cidades, 21 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer. Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback.

Crédito fundiário do BNB cresce 219% e possibilita que mais de 800 famílias adquiram imóveis rurais

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Salvador (BA) –  O Banco do Nordeste (BNB) beneficiou 830 famílias com liberação de R$ 184 milhões em crédito fundiário em 2025 para aquisição de imóveis rurais.

Com isso, esses produtores familiares passaram a ser donos de cerca de 11.190 hectares, permitindo-lhes acesso a uma unidade produtiva própria, capaz de gerar renda, fortalecer a produção e garantir condições dignas de vida no campo. As operações ocorreram no âmbito do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF), no qual o Banco atua como agente repassador dos recursos.

Segundo dados do BNB, o número de famílias atendidas pelo programa saltou de 388 em 2024 para 830 no ano passado. Um crescimento de 114%. Em volume de crédito contratado, o crescimento foi ainda maior: de R$ 57,6 milhões para R$ 184,4 milhões de um ano para o outro. Alta de 219%.

Com mais famílias sendo atendidas, foi possível realizar a aquisição de mais imóveis rurais. Em 2024, foram 6.155 hectares de terras adquiridas. Em 2025, a área foi 81,8% maior. Para se ter ideia, os 11.190 hectares comprados no ano passado correspondem a 110 km² – o equivalente a um terço da área total de Fortaleza (CE).

Para o presidente do BNB, Wanger de Alencar, o PNCF é uma importante política de desenvolvimento porque beneficia a população que mais precisa de instrumento para sua produção. “O imóvel rural é muito mais do que um lugar para morar, o que já é uma importante conquista para qualquer pessoa. No caso da agricultura familiar, esse terreno representa área de plantio e criação que vão impulsionar o desenvolvimento econômico e social dessas pessoas”, afirma.

Na Bahia, as contratações do PNCF somaram R$ 16 milhões que beneficiaram 62 famílias. Em área adquirida, o impacto foi de 121 hectares.

Quem pode contratar

Agricultores familiares que desejam adquirir imóveis rurais ou realizar benfeitorias em seus bens podem solicitar o crédito fundiário do Governo Federal. O Programa é operacionalizado por meio de quatro linhas de financiamento: PNCF Social, PNCF Jovem, PNCF Mais e PNCF Empreendedor, de acordo com o perfil dos beneficiários. Para solicitar os recursos, o agricultor precisa apresentar a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), Cadastro de Agricultor Familiar (CAF) ou outra forma de cadastro que atenda o Regulamento Operativo do Fundo de Terras e da Reforma Agrária.

Os financiamentos abrangem 100% do valor do bem adquirido, com teto de até R$ 293 mil. A taxa de juros varia de 0,5% a 4% ao ano . O prazo das operações é determinado em função da capacidade de pagamento do mutuário, de acordo com o cronograma apresentado na proposta, sendo de até 25 anos, incluídos até 36 meses de carência. Os recursos são do Fundo de Terras e da Reforma Agrária.

Segundo o superintendente de Agronegócio e Agricultura Familiar do BNB, Luiz Sérgio Farias Machado, o principal objetivo da linha é dar condições ao agricultor de ter sua propriedade rural. “A aquisição do imóvel rural traz dignidade ao homem e à mulher do campo. Muitas vezes, essa família não possui sua própria terra para produzir. O Governo Federal vem melhorando os programas e o Banco do Nordeste é parceiro nessa estratégia para agilizar a inclusão produtiva das famílias e solucionar conflitos agrários, além de aumentar a produção de alimentos saudáveis produzidos de forma sustentável”, afirma.

Como contratar

O superintendente esclarece que os interessados no crédito fundiário precisam apresentar um projeto, que é feito pelo agricultor com ajuda de uma entidade de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), devidamente credenciada para operacionalizar o Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF). O Governo Federal disponibiliza o sistema Obter Crédito Fundiário, que é um serviço público digital que facilita o pedido do financiamento e permite o acompanhamento das etapas de análises, aprovações, envio de documentos, correção de pendências e solicitações.

A proposta de financiamento é encaminhada à Unidade Técnica Estadual de Crédito Fundiário com todos os documentos exigidos, que após análise de viabilidade é encaminhada para análise do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar. Depois de aprovado pelas análises estadual e federal, cabe ao banco checar documentação, efetuar cadastro e instrumento de crédito e realizar o desembolso. Para facilitar o processo, o BNB criou uma cartilha que explica o “passo a passo”, a qual está disponível no portal do Banco do Nordeste e pode ser acessada no endereço: www.bnb.gov.br/pncf-social.

 

Renda imobiliária alcança R$ 697 bilhões e muda estratégia patrimonial para 2026

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Com o aluguel crescendo quase o dobro da inflação e nova oferta de crédito chegando ao mercado, 2026 abre espaço para o investidor transformar imóveis em fluxo de renda previsível

 

O mercado imobiliário fecha 2025 com sinais evidentes de que a renda imobiliária pode se tornar o ativo mais lucrativo do próximo ciclo. Os preços de venda de imóveis residenciais subiram 0,54% em outubro e 5,61% em 12 meses, desempenho sendo quase o dobro do IPCAacumulado no período. Paralelamente, os preços de venda de imóveis residenciais cresceram 7,31% em 12 meses.

Essa combinação de valorização real e renda crescente ocorre em um ambiente em que investidores já acumulam R$ 7,9 trilhões no sistema financeiro, parte deles buscando alternativas à renda fixa tradicional. Somado a isso, a nova política habitacional em análise no governo prevê injeção de até R$ 150 bilhões no crédito imobiliário, com R$ 35 bilhões já na fase inicial.

Esse conjunto de fatores desloca o debate do “vale a pena investir em imóveis?” para “qual é a estratégia mais eficiente de renda imobiliária para 2026?”. Com o aluguel subindo muito acima da inflação e com a possibilidade de crédito mais barato ao longo do ano, o investidor que entrar antes da virada tende a capturar a valorização da renda e o efeito da queda dos juros no preço dos ativos.

As projeções indicam que o próximo ano deve privilegiar quem agir com planejamento, selecionando ativos que conciliam solidez, rentabilidade real e capacidade de gerar renda independentemente das oscilações do crédito.

Para Pedro Ros, CEO da Referência Capital, esse momento exige visão de ciclo e estrutura, “O investidor que entender a lógica da renda imobiliária agora entra em 2026 com duas vantagens: a renda recorrente que já cresce acima da inflação e a valorização gradual dos imóveis conforme o crédito melhorar. É um ciclo duplo de retorno, raro no mercado brasileiro. O ponto não é apenas comprar um imóvel, mas construir um plano patrimonial que converte capital em fluxo mensal e ganho real”, diz Ros.

O avanço da renda imobiliária também tem estimulado a procura por soluções que ajudem o investidor a organizar o processo de entrada no mercado, especialmente em um período marcado por juros elevados e maior seletividade nas decisões de compra. A Referência Capital atua nesse segmento ao estruturar operações de aquisição por meio de consórcios e modelos parcelados, o que permite distribuir o comprometimento financeiro ao longo do tempo.

Com XXX negociados em consórcios imobiliários e previsão de atingir XXX até meados de 2026, a empresa tem observado maior interesse por ativos que combinam liquidez e possibilidade de geração de renda, como unidades urbanas voltadas à locação tradicional ou de curta temporada. Os movimentos de preços indicam que ativos em regiões consolidadas seguem oferecendo maior estabilidade,

“O comportamento recente do mercado indica que a construção de renda depende menos de aposta e mais de processo. Quando analisamos de perto o comportamento do mercado, o que realmente sustenta a renda não é o ciclo de juros, mas a capacidade do imóvel de se manter útil e ocupado. É isso que dá estabilidade ao investidor, mesmo quando o crédito fica mais caro”, afirma Ros.

As projeções indicam que o desempenho da renda imobiliária seguirá no centro das discussões econômicas em 2026. A combinação de oferta limitada, demanda consistente e maior participação do setor no mercado de capitais sustenta a expectativa de um ciclo de crescimento mais ordenado. O avanço para a marca de R$ 697 bilhões mostra que a renda gerada por imóveis ganhou escala e relevância na estrutura financeira do país. “O ponto central é entender como cada ativo se comporta ao longo do tempo. Quando observamos o mercado com mais detalhe, vemos que a estabilidade da renda depende menos do ciclo e mais do uso real do imóvel”, afirma Pedro Ros.


Sobre a Referência Capital

www.referenciacapital.com.br

                                           

Com sede em Brasília e quase 10 anos de história, o Grupo Referência , fundador da Referência Capital possui mais de 3 mil clientes em 48 países. Com  R$ 840 milhões negociados em consórcios imobiliários,  atingirá a marca de R$ 1 bilhão ainda em 2025. Com uma equipe de 50 profissionais qualificados, os resultados são expressivos: seus clientes já adquiriram R$ 90 milhões em imóveis, com uma rentabilidade média de 1,5% a 2,5% ao mês, enquanto a empresa alcançou um crescimento de faturamento de mais de 700% em 2024, em comparação com o ano anterior.

A Referência Capital é uma consultoria imobiliária especializada em estratégias inteligentes para investir no mercado imobiliário, com foco em auto quitação imobiliária, auxiliando novos investidores a investirem estrategicamente em imóveis no Brasil, oferecendo um serviço completo que inclui desde a aquisição de cartas de consórcio, compra do imóvel e gestão de locação por temporada, garantindo alta rentabilidade do patrimônio.

Com planos ambiciosos, a empresa hoje tem escritórios em Brasília, São Paulo e Nova York, reforçando sua atuação global. Entre os diferenciais da empresa foi criado o Referência Bank, uma instituição financeira voltada para operações de câmbio comercial, que oferece agilidade e segurança em transações internacionais. Além disso, a empresa realiza uma criteriosa seleção de imóveis situados em regiões estratégicas, garantindo maior valorização e liquidez. Para potencializar a rentabilidade dos investimentos, esses imóveis são inseridos em plataformas parceiras, como Airbnb, Charlie e Housi, ampliando as oportunidades de geração de renda passiva para seus clientes, com rentabilidade mensal de até 1,4%.

Para 2026 a Referência Capital pretende atingir a marca de 2 bilhões em créditos de consórcio comercializado e está fazendo uma expansão através de escritorios credenciados chamados Referência Partners, onde projetam acabar o ano de 2026 com 1.000 escritorios parceiros homologados em todo o Brasil. O Grupo Referência pretende faturar R$60 milhões em 2026, um crescimento de 50% frente a 2025.

Ateliê do MAB amplia programação nas férias e oferece minicursos gratuitos de bordado e pintura em janeiro

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Projeto convida crianças, jovens e adultos a transformar a visita ao museu em experiência de criação, com encontros sequenciais e vagas limitadas.

O Museu de Arte de Brasília (MAB) abre janeiro com uma programação especial de férias do Ateliê do MAB, iniciativa que aproxima diferentes públicos da arte por meio do fazer. A proposta é simples: cada encontro parte de referências do acervo e das mostras em cartaz para ativar práticas coletivas, experimentação de materiais e trocas de saberes — transformando a visita em experiência criativa.

Durante o mês, o Ateliê do MAB realiza minicursos gratuitos com atividades para crianças a partir de 6 anos e para jovens e adultos a partir de 10 anos, em módulos sequenciais que permitem acompanhar um percurso completo de aprendizagem. Todas as ações são gratuitas, com 20 vagas por sessão e indicação etária conforme a oficina (vagas preenchidas por ordem de chegada).

A programação de janeiro se organiza em dois blocos: Mini Curso de Bordado (de 5 a 11/1) e Mini Curso de Pintura (de 12 a 18/1). Nos turnos da manhã, as crianças participam de oficinas lúdicas; à tarde, acontecem os encontros voltados a jovens e adultos, com introdução e aprofundamentos técnicos.

Viabilizado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, o Ateliê do MAB reforça o museu como lugar de convivência e criação, com trilhas formativas que vão do lúdico infantil à investigação de técnicas e linguagens contemporâneas.

Programação de férias – Janeiro

Mini Curso de Bordado

5/1 (seg.) – 10h Brincadeiras com Linhas e Cores (crianças, a partir de 6 anos) – parte 1 | 16h Introdução ao Bordado (a partir de 10 anos)
7/1 (qua.) – 10h parte 2 | 16h Ponto invisível e ponto atrás
8/1 (qui.) – 10h parte 3 | 16h Ponto pirulito e ponto corrente
9/1 (sex.) – 10h parte 4 | 16h Palavras e símbolos
10/1 (sáb.) – 10h parte 5 | 14h Fixando botões e outros materiais
11/1 (dom.) – 10h parte 6 | 14h Desenvolvimento de trabalho autoral

Mini Curso de Pintura

12/1 (seg.) – 10h Pintura Lúdica para Crianças (a partir de 6 anos) – parte 1 | 16h Introdução à Pintura (a partir de 10 anos)
14/1 (qua.) – 10h parte 2 | 16h Círculo cromático
15/1 (qui.) – 10h parte 3 | 16h Texturas e diferentes materiais
16/1 (sex.) – 10h parte 4 | 16h Luz, sombra e trabalho com camadas
17/1 (sáb.) – 10h parte 5 | 14h Composição e equilíbrio
18/1 (dom.) – 10h parte 6 | 14h Figurativo e abstrato

Sobre as oficinas (sinopses)

Brincadeiras com Linhas e Cores (crianças, a partir de 6 anos)
As crianças experimentam linhas, texturas e cores; aprendem pontos simples; brincam com desenhos na talagarça; participam de atividades coletivas e criam pequenas composições livres, desenvolvendo coordenação, criatividade e expressão.

Mini Curso de Bordado (a partir de 10 anos)
Percurso que atravessa pontos básicos e avançados, composição, texturas e cores, chegando ao desenvolvimento de um trabalho autoral. A proposta conecta técnicas tradicionais de bordado a práticas da arte contemporânea, valorizando saberes e memórias culturais.

Pintura Lúdica para Crianças (a partir de 6 anos)
Mini curso em módulos que combinam brincadeira, exploração sensorial e criação: misturas de cores, gestos amplos com pincéis, diferentes suportes e ferramentas, pintura guiada por sensações e emoções, experimentos com música e atividades coletivas em grandes superfícies.

Mini Curso de Pintura (a partir de 10 anos)
Formação prática para jovens e adultos com experimentação de materiais, estudo de cores (primárias, secundárias e complementares), investigação de técnicas e texturas, recursos de luz e sombra e finalização de uma pintura autoral, estimulando autonomia e linguagem própria.

SERVIÇO

Ateliê do MAB

Museu de Arte de Brasília (Setor de Hotéis e Turismo Norte, trecho 1, Projeto Orla)

Oficinas: não é necessária inscrição (20 vagas por sessão)

Funcionamento: Todos os dias, exceto terça-feira, de 10h às 19h

Informações: @mediato.art

Acesso: gratuito

Senior Experience chega à segunda edição e amplia debate sobre liderança e decisões estratégicas

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O evento acontece em 21 de maio de 2026, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, e já tem os primeiros palestrantes confirmados, incluindo a palestra magna de Walter Longo, referência em inovação e transformação digital

O Senior Experience chega à sua segunda edição consolidado como um dos principais espaços de debate sobre liderança, tecnologia e gestão no país. O evento retorna a São Paulo, no mesmo espaço da edição anterior, com mais de 8 mil metros quadrados e projeção de crescimento em público e conteúdo.

Com expectativa de mais de 2 mil participantes, 70 palestrantes, cinco trilhas simultâneas e mais de 40 marcas conectadas com a Senior. Além da feira de negócios com os tradicionais expositores, o Senior Experience contará com espaços de demonstração de produtos, soluções de diferentes segmentos e unidades de negócios da Senior. Com isso, o encontro propõe uma imersão prática nas transformações que já impactam a tomada de decisão de executivos e empresas. A tagline desta edição sintetiza o conceito do encontro: “É mais que tecnologia. É liderança em movimento.”

A programação reúne lideranças que atuam na linha de frente da inovação e da gestão, com debates estratégicos e visões aplicáveis ao dia a dia das organizações. Estruturado para colocar o líder em movimento no pensamento, na estratégia e na atuação profissional, o evento conecta tecnologia, pessoas e negócios de forma integrada. “O Senior Experience é mais que um evento. É uma plataforma de relacionamento, de construção de conhecimento e de produção de conteúdo de altíssimo nível, além de promover um networking realmente relevante. Não se trata apenas de gerar audiência, mas de criar valor e oferecer um ambiente de aprendizado executivo, quase um MBA em formato compacto e intensivo, com cases práticos que impulsionam o crescimento dos negócios”, afirma José Krasucki, head de marketing corporativo da Senior Sistemas.

Conteúdo, conexões e visão prática

Ao longo de um dia inteiro, o evento promove debates estratégicos com líderes que moldam o mercado e compartilham experiências concretas de gestão, inovação e tomada de decisão. A programação oferece uma visão prática e aplicável do uso da tecnologia em decisões de alto impacto e estimula conexões qualificadas entre executivos, especialistas e empresas. O conteúdo foi desenhado para ampliar repertório, inspirar novas mentalidades e impulsionar organizações e lideranças rumo ao próximo ciclo de crescimento e transformação.

A edição 2026 conta com mais de 40 marcas conectadas entre patrocinadores, media partners e apoios institucionais, além das unidades de negócios da Senior, que incluem Wiipo, Senior Capital e CIGAM (aquisição ainda aguardando aprovação do Cade), reforçando o posicionamento do Senior Experience como um hub de diálogo entre mercado, tecnologia e liderança.

Primeiros palestrantes confirmados

Entre os nomes já anunciados estão executivos, empreendedores e especialistas com atuação nacional e internacional:

  • Alexandre Messina – Embaixador e líder de Enterprise GTM da Lovable no Brasil, MIT Innovator Under 35 em IA, professor convidado da Singularity e da Exame. Fundador nativo de IA, com dois exits, cofundador da Zaia, primeira plataforma de Agentes de IA da América Latina.
  • Bruno Dupin Gaspar – Engenheiro agrônomo com mais de uma década de experiência em multinacionais e referência internacional em tecnologia, inovação e no Agronegócio. É fundador de quatro startups, uma delas em Nova York, nos EUA.
  • Bruno Perin – Empreendedor e Top 10 referência mundial em OKR. Bruno é empresário e autor de 3 livros best sellers.
  • Walter Longo – Publicitário e administrador de empresas, com MBA pela Universidade da Califórnia. Especialista em inovação e transformação digital, é empreendedor, palestrante internacional e sócio-diretor da Unimark Comunicação. Atuou como presidente do Grupo Abril e do Grupo Newcomm, além de ter liderado operações de grandes grupos de comunicação no Brasil e na América Latina.
  • Eduardo Shakir Carone – CEO da Atlas Governance, com atuação focada em governança corporativa e estratégia organizacional.
  • Gabriel Burd – Diretor da unidade de Ferramentas de Pintura da Condor e diretor comercial das linhas de Limpeza, Higiene Bucal e Beleza. Executivo com carreira internacional e experiência em expansão de negócios globais.
  • Lucy Nunes – Fundadora do Prepara.me, especialista em demissão responsável, treinamento e desenvolvimento, e referência em transições de carreira éticas e estratégicas.
  • Marcos Pinheiro – Consultor, palestrante e LinkedIn Top Voice, com mais de duas décadas de atuação em impacto socioambiental, sustentabilidade e ESG.
  • Matheus Weigand – Fundador do SaaS BR Club, empreendedor serial e especialista em go-to-market e crescimento para SaaS B2B.
  • Michele Martins – Executiva de negócios e pessoas, com mais de 20 anos de experiência em empresas como Grupo RBS, NSC Comunicação, ThoughtWorks, ArcTouch e Neoway. Fundadora da Equanimus.
  • Sandro Araujo – Senior director no Gartner HR, com mais de 35 anos de experiência em estratégia de RH, transformação organizacional e HR Tech na América Latina, Europa e Estados Unidos.

    Novos nomes serão anunciados em breve, ampliando o debate entre tecnologia, liderança, pessoas e performance empresarial.

Ingressos

O primeiro lote de ingressos estará disponível a partir de 17 de dezembro, no site oficial: www.seniorexperience.com.br.

 

Serviço:

Senior Experience 2026

Data: 21 de maio de 2026

Local: Transamérica Expo Center – São Paulo

Informações: www.seniorexperience.com.br

Governo do Brasil abre seleção com bolsas para formação de agentes populares de saúde

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Edital vai selecionar movimentos sociais para criar 450 turmas em 17 unidades da Federação. Inscrições podem ser feitas até 18 de janeiro e a estimativa é de apoio para até 9 mil estudantes

 

A ação é executada pelo Ministério da Saúde em parceria com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS). A seleção pode beneficiar até 9 mil estudantes. Foto: Nádia Conceição/MS

 

O Governo do Brasil lançou um novo edital do Programa de Formação de Agentes Educadoras e Educadores Populares de Saúde (AgPopSUS). A chamada pública, aberta até o dia 18 de janeiro, tem como objetivo selecionar movimentos sociais populares para a formação de 450 turmas. A iniciativa prevê o pagamento de bolsas de R$ 2.500,00 para educadores e auxílio de R$ 560,00 para estudantes, para deslocamento e outras despesas.
A ação é executada pelo Ministério da Saúde em parceria com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS). Ao todo, a seleção pode beneficiar até 9 mil estudantes em 17 unidades da Federação. Cada turma será composta por um educador e 20 educandos.
>>> Confira o edital.
PARTICIPAÇÃO POPULAR — O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Felipe Proenço, destacou que o edital reforça a participação popular no âmbito do SUS. “O programa fortalece ainda mais a saúde e a participação popular como direitos presentes na construção diária do SUS, a partir da mobilização dos voluntários que organizam a comunidade onde vivem para garantir direitos sociais. Também reconhece o notório saber de mestres da cultura popular, incentivando e valorizando as práticas tradicionais e populares de cuidado”, disse.
O programa fortalece ainda mais a saúde e a participação popular como direitos presentes na construção diária do SUS, a partir da mobilização dos voluntários que organizam a comunidade onde vivem para garantir direitos sociais”
Felipe Proenço
Secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde
TIRA-DÚVIDAS — Haverá uma sessão pública virtual para esclarecimento de dúvidas no dia 9 de janeiro, pelo Canal do YouTube da AgSUS. O resultado preliminar está previsto para 5 de fevereiro, e o resultado final será publicado em 12 de fevereiro de 2026 Após a seleção, os movimentos classificados deverão indicar seus educadores e educadoras, que participarão da formação inicial em março. As turmas começam a funcionar entre março e abril de 2026.
FORMAÇÃO — O curso de formação levará em conta a distribuição das turmas nos estados. A prioridade será garantir equidade, levando em conta onde há maior concentração de pobreza, o impacto em escala, com foco nas áreas com maior volume populacional vulnerável, e o tamanho da população. As turmas estarão presentes em Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Distrito Federal.
CUIDADO E EDUCAÇÃO — Luciana Maciel, diretora de Atenção Integral à Saúde da AgSUS, reforçou que a formação vai além da sala de aula. “Com essa formação, qualificamos pessoas para atuar junto às suas comunidades, promovendo saúde, direitos e a defesa do SUS. É uma oportunidade de construir uma rede nacional de agentes comprometidos com o cuidado, a educação popular e a equidade no Sistema Único de Saúde”, afirmou.
AgPopSUS — O Programa de Formação de Agentes Educadoras e Educadores Populares de Saúde nasceu da experiência de atuação de movimentos sociais durante a pandemia de Covid-19, quando lideranças comunitárias atuaram como Agentes Populares de Saúde para proteger seus territórios. Instituído pela Portaria GM/MS nº 1.133/2023, o programa busca integrar saberes tradicionais e populares e contribuir com a atuação dos movimentos sociais populares na defesa do SUS e do direito à saúde.
O AgPopSUS tem construído uma rede nacional de agentes educadoras e educadores populares comprometidos em facilitar o acesso aos serviços de saúde e fortalecer a participação popular nos territórios mais vulneráveis.

79,5% de endividados: Consultoria imobiliária é alternativa para reorganizar patrimônio antes de 2026

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Com endividamento recorde e patrimônio disperso entre Brasil e exterior, a virada do ano é o momento mais eficiente para reorganizar ativos e definir a estratégia financeira que sustentará 2026

 

 

O cenário financeiro das famílias brasileiras revela sinais persistentes de fragilidade, marcados por altos níveis de endividamento e pressão crescente sobre a renda. Em 2025, o endividamento chegou a 79,5%, o maior patamar desde o início da série em 2010, enquanto a inadimplência alcançou 30,5%, indicando que quase 1/3 das famílias não conseguiram manter em dia o pagamento das contas. Ao mesmo tempo, o volume de investimentos continua crescendo e já soma R$ 7,9 trilhões, apoiado por juros elevados, digitalização e maior oferta de produtos.

Estima-se que o número de investidores deve avançar para 39% da população, movimento reforçado pelo aumento da educação financeira e pela busca por alternativas à poupança. Paralelamente, brasileiros no exterior mantêm um volume expressivo de patrimônio global, somando US$ 654,5 bilhões declarados ao Banco Central em ativos fora do país, um indicador que reforça o poder de alocação desse público em estratégias estruturadas de construção de patrimônio. Essa combinação de alto endividamento, liquidez crescente e patrimônio disperso cria a janela ideal para revisar decisões, organizar metas e estruturar o plano patrimonial que sustentará o próximo ciclo.

Para Pedro Ros, CEO da Referência Capital, a virada do ano é o momento mais estratégico para organizar finanças e reposicionar o patrimônio. “A maioria das pessoas planeja festas, viagens e consumo, mas não estrutura o futuro financeiro com o mesmo cuidado. A mudança de ciclo exige revisar dívidas, definir prioridades e entender quais ativos geram renda estável ao longo dos meses. Quando a pessoa organiza o patrimônio com estratégia e previsibilidade, evita repetir erros do ano anterior e ganha margem para acelerar resultados no período seguinte. Nosso trabalho parte exatamente desse princípio, transformar decisões pontuais em um projeto patrimonial que sustenta a família por muitos anos”, afirma Ros. Ele destaca que a janela de transição entre um ano e outro oferece clareza, liquidez e motivação para quem deseja transformar renda em ativos que funcionam de forma contínua.

Nesse ambiente de endividamento elevado, renda pressionada e patrimônio muitas vezes pulverizado entre diferentes ativos no Brasil e no exterior, a Referência Capital atua na organização de estruturas que buscam dar previsibilidade ao planejamento patrimonial. O foco está em transformar o imóvel em um ativo que gere fluxo de receita e reduza o esforço mensal das famílias, algo especialmente relevante quando grande parte da renda já está comprometida com dívidas ou com custo de vida crescente. Para isso, a empresa trabalha com modelos como consórcios, aquisição de unidades na planta e exploração de curta temporada, que permitem reorganizar o patrimônio sem depender exclusivamente de financiamento tradicional.

No caso de brasileiros que vivem fora do país, a companhia integra etapas como carta de crédito, seleção dos imóveis e gestão operacional, atendendo a um público que procura centralizar decisões e alinhar patrimônio global. A demanda por estruturas mais técnicas e previsíveis cresce justamente porque oferecer estabilidade em cenários voláteis se tornou parte essencial da estratégia de quem busca iniciar o próximo ciclo em melhor posição financeira.

À medida que o ciclo anual se aproxima do fim, cresce a urgência de reorganizar finanças e definir prioridades patrimoniais para o período seguinte. O ambiente combina fatores decisivos, como o impulso do 13º salário, bônus corporativos, câmbio ainda favorável a quem vive fora e uma oferta crescente de instrumentos de investimento, criando uma janela rara para corrigir distorções e redesenhar metas. Famílias pressionadas por dívidas precisam liberar margem e transformar renda sazonal em amortização e investimento; já os expatriados têm a chance de converter poder de compra em ativos reais no Brasil.

Para Pedro Ros, CEO da Referência Capital, a virada do calendário separa quem age de quem repete erros. “A diferença entre começar o ano vulnerável ou começar estruturado está nas decisões tomadas agora. A virada não resolve nada sozinha. O que resolve é usar esse momento para ajustar rota, organizar patrimônio e construir previsibilidade”, afirma. A transição entre um ano e outro deixa de ser simbólica e passa a ser estratégica, marcando o ponto de partida para quem pretende avançar com segurança no próximo ciclo.


Sobre a Referência Capital

www.referenciacapital.com.br

                                         

Com sede em Brasília e quase 10 anos de história, o Grupo Referência , fundador da Referência Capital possui mais de 3 mil clientes em 48 países. Com  R$ 840 milhões negociados em consórcios imobiliários,  atingirá a marca de R$ 1 bilhão ainda em 2025. Com uma equipe de 50 profissionais qualificados, os resultados são expressivos: seus clientes já adquiriram R$ 90 milhões em imóveis, com uma rentabilidade média de 1,5% a 2,5% ao mês, enquanto a empresa alcançou um crescimento de faturamento de mais de 700% em 2024, em comparação com o ano anterior.

A Referência Capital é uma consultoria imobiliária especializada em estratégias inteligentes para investir no mercado imobiliário, com foco em auto quitação imobiliária, auxiliando novos investidores a investirem estrategicamente em imóveis no Brasil, oferecendo um serviço completo que inclui desde a aquisição de cartas de consórcio, compra do imóvel e gestão de locação por temporada, garantindo alta rentabilidade do patrimônio.

Com planos ambiciosos, a empresa hoje tem escritórios em Brasília, São Paulo e Nova York, reforçando sua atuação global. Entre os diferenciais da empresa foi criado o Referência Bank, uma instituição financeira voltada para operações de câmbio comercial, que oferece agilidade e segurança em transações internacionais. Além disso, a empresa realiza uma criteriosa seleção de imóveis situados em regiões estratégicas, garantindo maior valorização e liquidez. Para potencializar a rentabilidade dos investimentos, esses imóveis são inseridos em plataformas parceiras, como Airbnb, Charlie e Housi, ampliando as oportunidades de geração de renda passiva para seus clientes, com rentabilidade mensal de até 1,4%.

Para 2026 a Referência Capital pretende atingir a marca de 2 bilhões em créditos de consórcio comercializado e está fazendo uma expansão através de escritorios credenciados chamados Referência Partners, onde projetam acabar o ano de 2026 com 1.000 escritorios parceiros homologados em todo o Brasil. O Grupo Referência pretende faturar R$60 milhões em 2026, um crescimento de 50% frente a 2025.