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Feninfra apoia proposta da Frente Parlamentar que defende a desoneração da folha de forma definitiva
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Presidente da Federação, Vivien Mello Suruagy, ressalta

o efeito positivo sobre empregos, salários e investimentos

A presidente da Feninfra (Federação Nacional de Call Center, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática), Vivien Mello Suruagy, apoia a posição do presidente da Frente Parlamentar de Comércio, Serviços e Empreendedorismo (FCS) no Senado Federal, senador Efraim Filho, que defende a aprovação da desoneração completa da folha de pagamento de forma definitiva, com discussão em paralelo, sem ser incorporada na mudança do sistema tributário. “A desoneração da folha de pagamento teve efeito muito positivo nos 17 setores intensivos em mão de obra. É uma medida que estimulou empregos, salários e investimentos e deve ser mantida. Não é hora de retrocesso”, opinou a presidente.
Até o fim de 2023, os 17 setores que mais empregam no país pagam uma alíquota de 1% a 4,5% sobre a receita bruta ao invés dos 20% de contribuição patronal sobre o salário dos empregados. “Apenas o setor de serviços, emprega cerca de 70% da mão-de-obra no País. O prejuízo para a economia brasileira seria imenso em caso de reoneração”, alertou a presidente.

Vivien Suruagy acrescentou que, no caso do setor de telecomunicações, o fim da desoneração afetaria boa parte da cadeia produtiva e causaria fechamento de empresas e desemprego. “É um setor estratégico para a economia, que está realizando investimentos importantes em infraestrutura e treinamento de mão-de-obra especializada, inclusive para expandir o 5G. Aumentar os impostos iria gerar insegurança jurídica e afetaria os investimentos e planos estratégicos das empresas”, destacou.
Outro ponto ressaltado pela presidente é que o setor de call center, por exemplo, emprega muitos trabalhadores jovens — muitos no primeiro emprego — e mulheres, que seriam diretamente afetados por uma crise nas companhias. “Ampliar o desemprego nestes segmentos da sociedade provocaria um efeito social negativo”, enfatizou.

“Temos uma previsão de demissão de aproximadamente 300 mil profissionais em call center e 100 mil em infraestrutura de redes, fato inconcebível tendo em vista a grande necessidade de digitalização e conectividade em nosso País”, finalizou.

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